Questões de Concurso
Para professor - ensino religioso
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A história do Islamismo remonta ao século VII na Península Arábica, centrada na vida e nos ensinamentos de Muhammad (também conhecido como Maomé), que nasceu em Meca por volta de 570 d.C.. Muhammad é considerado o último profeta do Islã e seus ensinamentos foram registrados no Alcorão, o livro sagrado dos muçulmanos. Sobre esse tema, marque V para os itens verdadeiros e F para os itens falsos:
(__)A revelação inicial de Maomé ocorreu quando ele tinha cerca de 40 anos, enquanto meditava na caverna de Hira, nos arredores de Jerusalém. Ele recebeu a primeira das revelações divinas que comporiam o Novo Testamento, acreditado pelos muçulmanos como a palavra de Deus, transmitida por meio de Moisés.
(__)Muhammad começou a pregar a mensagem que recebeu, enfatizando a unicidade de Deus (Alá) e a rejeição de ídolos e práticas politeístas.
(__)As ideias de Maomé desafiaram as estruturas sociais e religiosas estabelecidas em Meca, o que levou à perseguição dos primeiros seguidores do Islã.
(__)Em Medina, Muhammad estabeleceu uma comunidade islâmica e se tornou um líder político e religioso. Durante os anos seguintes, ele expandiu sua influência e sua mensagem ganhou adeptos tanto em Medina quanto em Meca.
Assinale a alternativa que indica a sequência correta:
(__)A Psicologia da religião estuda a relação entre a psicologia e as práticas religiosas, examinando como a religião influencia o comportamento humano, as crenças, as experiências espirituais e o desenvolvimento psicológico.
(__)Em certos casos, pode haver conflitos entre os princípios psicológicos e as doutrinas religiosas. Nesses casos, as doutrinas religiosas devem sempre prevalecer sobre os princípios psicológicos.
(__)Apenas a religião serve de apoio emocional e espiritual para as pessoas, ajudando-as a lidar com o estresse, a ansiedade, o luto e outros desafios emocionais. Ao passo que a psicologia apenas oferece apoio técnico.
(__)Tanto a psicologia quanto a religião estão envolvidas na busca de significado e propósito na vida. Enquanto a psicologia pode abordar essas questões por meio de conceitos como autorrealização e crescimento pessoal, as tradições religiosas frequentemente oferecem estruturas de significado baseadas em valores espirituais e éticos.
Assinale a alternativa que indica a sequência correta:
Excerto I.Na segunda etapa da Educação Básica, o Ensino Fundamental, as compreensões sobre o sujeito, o ensino e a aprendizagem devem ter os seus conhecimentos eleitos para compor o currículo e ato pedagógico relacionados à realidade objetiva e contextual de cada espaço de ensino e de aprendizagem.
Excerto II.Isso porque, para além dos espaços das Instituições de ensino, os sujeitos, em suas vivências institucionalizadas ou familiares, interagem social e culturalmente. Essas experiências não estão desvinculadas das situações de aprendizagem e do conhecimento historicamente constituído, por isso é preciso conhecer as condições objetivas em que se dá o processo do ensino e da aprendizagem para que se possa cumprir com o que compete à instituição de ensino formal.
Fonte: Blumenau (SC). Prefeitura Municipal. Secretaria Municipal de Educação. Currículo da Educação Básica do Sistema Municipal de Ensino de Blumenau / Blumenau (SC). Prefeitura Municipal. Secretaria Municipal de Educação. - 1. ed. - Blumenau: SEMED, 2021.
Sobre os excertos, assinale a alternativa CORRETA.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
O que aconteceria se você se encontrasse com seu eu futuro?

Um clássico conto do escritor americano Ted Chiang conta a história de um jovem comerciante que viaja para o futuro e encontra o seu "eu" de anos depois. Ao longo da história, o homem recebe alertas, promessas e dicas daquela versão mais idosa e sábia de si próprio.
Essas premonições mudam o curso da vida do comerciante, até que ele acaba se tornando o homem mais velho, que encontra seu eu mais jovem e compartilha aquele mesmo conhecimento.
Este tipo de narrativa, por razões óbvias, sempre ficou restrito ao campo da ficção científica. Mas e se − um grande "se" − você realmente conseguisse encontrar o seu eu do futuro?
Esta é uma questão bastante estranha, mas acredito que vale a pena pensar mais sobre ela e nas pesquisas que realizei.
Meus estudos se concentraram principalmente em como as pessoas pensam e se relacionam com seus "eus" futuros, e publiquei recentemente um livro sobre o assunto. Nele, exploro os motivos que nos levam a ter tanta dificuldade para tomar decisões de longo prazo e como podemos fazer escolhas melhores, ampliando nossa conexão emocional com nosso eu futuro.
Minhas pesquisas me ensinaram que costumamos imaginar o nosso eu futuro como outra pessoa − e esta tendência pode nos criar problemas.
Pense em alguém na sua vida que você mal conhece: um vizinho ou um colega de trabalho, por exemplo. Se esse estranho pedisse que você se privasse de algo em seu benefício − que lhe emprestasse dinheiro, por exemplo − talvez você educadamente recusasse.
Se tratarmos o nosso eu futuro da mesma forma, faz sentido por que, às vezes, nós cedemos aos nossos desejos imediatos em vez de fazer algo que nos traria um bem maior a longo prazo.
Nós poderíamos pelo menos tentar fazer com que o nosso eu futuro se parecesse menos com estranhos e mais com pessoas próximas, como nossos parceiros, nossos entes queridos ou melhores amigos.
Em um estudo recente, por exemplo, meus colaboradores e eu fizemos uma parceria com um banco e descobrimos que clientes que recebem imagens de si próprios com o avanço da idade, ao lado de mensagens incentivando que eles economizem para a aposentadoria, são 16% mais propensos a fazer uma contribuição para a aposentadoria do que as pessoas que receberam apenas as mensagens de incentivo.
Outro estudo concluiu que escrever cartas para si próprio no futuro − e respondê-las − também pode fortalecer a conexão entre o eu atual e o do futuro.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckrpd3md325o.
Adaptado.
Sintaticamente, é correto afirmar que o:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
O que aconteceria se você se encontrasse com seu eu futuro?

Um clássico conto do escritor americano Ted Chiang conta a história de um jovem comerciante que viaja para o futuro e encontra o seu "eu" de anos depois. Ao longo da história, o homem recebe alertas, promessas e dicas daquela versão mais idosa e sábia de si próprio.
Essas premonições mudam o curso da vida do comerciante, até que ele acaba se tornando o homem mais velho, que encontra seu eu mais jovem e compartilha aquele mesmo conhecimento.
Este tipo de narrativa, por razões óbvias, sempre ficou restrito ao campo da ficção científica. Mas e se − um grande "se" − você realmente conseguisse encontrar o seu eu do futuro?
Esta é uma questão bastante estranha, mas acredito que vale a pena pensar mais sobre ela e nas pesquisas que realizei.
Meus estudos se concentraram principalmente em como as pessoas pensam e se relacionam com seus "eus" futuros, e publiquei recentemente um livro sobre o assunto. Nele, exploro os motivos que nos levam a ter tanta dificuldade para tomar decisões de longo prazo e como podemos fazer escolhas melhores, ampliando nossa conexão emocional com nosso eu futuro.
Minhas pesquisas me ensinaram que costumamos imaginar o nosso eu futuro como outra pessoa − e esta tendência pode nos criar problemas.
Pense em alguém na sua vida que você mal conhece: um vizinho ou um colega de trabalho, por exemplo. Se esse estranho pedisse que você se privasse de algo em seu benefício − que lhe emprestasse dinheiro, por exemplo − talvez você educadamente recusasse.
Se tratarmos o nosso eu futuro da mesma forma, faz sentido por que, às vezes, nós cedemos aos nossos desejos imediatos em vez de fazer algo que nos traria um bem maior a longo prazo.
Nós poderíamos pelo menos tentar fazer com que o nosso eu futuro se parecesse menos com estranhos e mais com pessoas próximas, como nossos parceiros, nossos entes queridos ou melhores amigos.
Em um estudo recente, por exemplo, meus colaboradores e eu fizemos uma parceria com um banco e descobrimos que clientes que recebem imagens de si próprios com o avanço da idade, ao lado de mensagens incentivando que eles economizem para a aposentadoria, são 16% mais propensos a fazer uma contribuição para a aposentadoria do que as pessoas que receberam apenas as mensagens de incentivo.
Outro estudo concluiu que escrever cartas para si próprio no futuro − e respondê-las − também pode fortalecer a conexão entre o eu atual e o do futuro.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckrpd3md325o.
Adaptado.
Os três elementos destacados em sequência na frase são, respectivamente:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
O que aconteceria se você se encontrasse com seu eu futuro?

Um clássico conto do escritor americano Ted Chiang conta a história de um jovem comerciante que viaja para o futuro e encontra o seu "eu" de anos depois. Ao longo da história, o homem recebe alertas, promessas e dicas daquela versão mais idosa e sábia de si próprio.
Essas premonições mudam o curso da vida do comerciante, até que ele acaba se tornando o homem mais velho, que encontra seu eu mais jovem e compartilha aquele mesmo conhecimento.
Este tipo de narrativa, por razões óbvias, sempre ficou restrito ao campo da ficção científica. Mas e se − um grande "se" − você realmente conseguisse encontrar o seu eu do futuro?
Esta é uma questão bastante estranha, mas acredito que vale a pena pensar mais sobre ela e nas pesquisas que realizei.
Meus estudos se concentraram principalmente em como as pessoas pensam e se relacionam com seus "eus" futuros, e publiquei recentemente um livro sobre o assunto. Nele, exploro os motivos que nos levam a ter tanta dificuldade para tomar decisões de longo prazo e como podemos fazer escolhas melhores, ampliando nossa conexão emocional com nosso eu futuro.
Minhas pesquisas me ensinaram que costumamos imaginar o nosso eu futuro como outra pessoa − e esta tendência pode nos criar problemas.
Pense em alguém na sua vida que você mal conhece: um vizinho ou um colega de trabalho, por exemplo. Se esse estranho pedisse que você se privasse de algo em seu benefício − que lhe emprestasse dinheiro, por exemplo − talvez você educadamente recusasse.
Se tratarmos o nosso eu futuro da mesma forma, faz sentido por que, às vezes, nós cedemos aos nossos desejos imediatos em vez de fazer algo que nos traria um bem maior a longo prazo.
Nós poderíamos pelo menos tentar fazer com que o nosso eu futuro se parecesse menos com estranhos e mais com pessoas próximas, como nossos parceiros, nossos entes queridos ou melhores amigos.
Em um estudo recente, por exemplo, meus colaboradores e eu fizemos uma parceria com um banco e descobrimos que clientes que recebem imagens de si próprios com o avanço da idade, ao lado de mensagens incentivando que eles economizem para a aposentadoria, são 16% mais propensos a fazer uma contribuição para a aposentadoria do que as pessoas que receberam apenas as mensagens de incentivo.
Outro estudo concluiu que escrever cartas para si próprio no futuro − e respondê-las − também pode fortalecer a conexão entre o eu atual e o do futuro.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckrpd3md325o.
Adaptado.
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