Questões de Concurso
Para professor - ensino religioso
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Leia o texto a seguir:
Como os videogames estão moldando uma geração de meninos, para o bem e para o mal
Na última década e meia, meninos e homens jovens de 15 a 24 anos mais do que dobraram o tempo médio que passam jogando, chegando a cerca de dez horas por semana, de acordo com uma ampla pesquisa.
Alguns professores dizem que os jogos atrapalham a concentração nas salas de aula. Já os economistas os vinculam ao declínio nas horas de trabalho dos homens jovens.
Os games, no entanto, também desempenham um papel importante na vida dos jovens. Eles se tornaram uma forma central de socialização e proporcionam, especialmente aos meninos, um senso de pertencimento.
O aumento no tempo que meninos e homens jovens passaram jogando foi maior que de qualquer atividade medida pela Pesquisa Americana de Uso do Tempo, levantamento federal que todos os anos pergunta a uma amostra nacionalmente representativa de milhares de pessoas o que elas fizeram a cada minuto de um dia — a categoria inclui outros tipos de jogos, como cartas, mas as evidências sugerem que são os videogames são os principais.
O aumento coincidiu com mudanças tecnológicas que tornaram os jogos muito mais envolventes. Os games passaram de uma atividade feita em casa em console ou computador para algo feito também no telefone, em qualquer lugar e a qualquer hora.
Embora os pais se preocupem desde sempre com videogames (querem saber, por exemplo, se jogar certos jogos estimula a violência, uma conexão que não foi comprovada), uma preocupação nova e urgente diz respeito ao tempo gasto jogando. À medida que esse tempo aumenta, o receio é que os games tenham substituído outras atividades na vida de meninos e homens jovens — incluindo atividade física, socialização presencial, lição de casa, trabalho e sono.
"Os meninos preferem jogar Minecraft ou Fortnite a brincar lá fora," diz Susan Donohoe, professora do ensino fundamental em Portland, Maine (EUA). "Eles estão vivendo uma vida virtual em detrimento de brincadeiras e tarefas reais ao ar livre, que desenvolvem habilidades sociais e responsabilidade."
Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/equilibrio/2025/10/como-os-videogamesestao-moldando-uma-geracao-de-meninos-para-o-bem-e-para-o-mal.shtml. Acesso em 09/10/2025
Leia o texto a seguir:
Como os videogames estão moldando uma geração de meninos, para o bem e para o mal
Na última década e meia, meninos e homens jovens de 15 a 24 anos mais do que dobraram o tempo médio que passam jogando, chegando a cerca de dez horas por semana, de acordo com uma ampla pesquisa.
Alguns professores dizem que os jogos atrapalham a concentração nas salas de aula. Já os economistas os vinculam ao declínio nas horas de trabalho dos homens jovens.
Os games, no entanto, também desempenham um papel importante na vida dos jovens. Eles se tornaram uma forma central de socialização e proporcionam, especialmente aos meninos, um senso de pertencimento.
O aumento no tempo que meninos e homens jovens passaram jogando foi maior que de qualquer atividade medida pela Pesquisa Americana de Uso do Tempo, levantamento federal que todos os anos pergunta a uma amostra nacionalmente representativa de milhares de pessoas o que elas fizeram a cada minuto de um dia — a categoria inclui outros tipos de jogos, como cartas, mas as evidências sugerem que são os videogames são os principais.
O aumento coincidiu com mudanças tecnológicas que tornaram os jogos muito mais envolventes. Os games passaram de uma atividade feita em casa em console ou computador para algo feito também no telefone, em qualquer lugar e a qualquer hora.
Embora os pais se preocupem desde sempre com videogames (querem saber, por exemplo, se jogar certos jogos estimula a violência, uma conexão que não foi comprovada), uma preocupação nova e urgente diz respeito ao tempo gasto jogando. À medida que esse tempo aumenta, o receio é que os games tenham substituído outras atividades na vida de meninos e homens jovens — incluindo atividade física, socialização presencial, lição de casa, trabalho e sono.
"Os meninos preferem jogar Minecraft ou Fortnite a brincar lá fora," diz Susan Donohoe, professora do ensino fundamental em Portland, Maine (EUA). "Eles estão vivendo uma vida virtual em detrimento de brincadeiras e tarefas reais ao ar livre, que desenvolvem habilidades sociais e responsabilidade."
Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/equilibrio/2025/10/como-os-videogamesestao-moldando-uma-geracao-de-meninos-para-o-bem-e-para-o-mal.shtml. Acesso em 09/10/2025
Coluna 1
1. Folia de Reis.
2. Congada.
3. Festa do Divino.
Coluna 2
( ) Cristianismo latino-medieval e catolicismo barroco, marcados pela exaltação do Espírito Santo e pela simbologia régia das coroações.
( ) Tradição religiosa trazida pelos portugueses, ao longo do tempo misturou-se com outras manifestações culturais locais, constituindo uma festa religiosa e cultural.
( ) Catolicismo de tradição ibérica mesclado a cosmologias de matriz banto, especialmente na encenação ritualizada e nos elementos régios do cortejo.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
( ) A secularização refere-se ao afastamento individual das práticas religiosas, sendo, portanto, um fenômeno exclusivamente subjetivo e desvinculado de transformações institucionais e culturais mais amplas.
( ) Entre os efeitos do processo de secularização está a diferenciação das esferas sociais — como política, ciência e educação — que passam a operar com relativa autonomia em relação às instituições religiosas, mesmo quando mantêm diálogos ou influências históricas.
( ) A secularização não implica necessariamente o desaparecimento da religião, podendo coexistir com o fortalecimento de novas formas de espiritualidade e com a reconfiguração do religioso no espaço público.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
I. Nas religiões de matriz africana, a divindade concede aos seres humanos o livre-arbítrio para que assumam as consequências de suas escolhas e atitudes cotidianas.
II. Os espíritas acreditam que o ser humano é responsável por seus atos, possui o livre-arbítrio e as escolhas feitas durante a vida podem ter reflexo em todas as reencarnações.
III. No Budismo, a plena liberdade de escolha e o senso de responsabilidade permitem que as decisões sejam tomadas de modo a não gerar sofrimento a nenhum ser vivente.
Quais estão corretas?
I. A concepção cíclica de tempo, presente em diversas tradições religiosas, entende a passagem temporal como uma repetição contínua de fases, marcada por movimentos recorrentes da natureza e por narrativas míticas que explicam retornos e renovações.
II. A visão linear de tempo estabelece marcos iniciais e finais definidos, orientando a existência humana em direção a um propósito futuro, característica comum a sistemas religiosos como Cristianismo, Judaísmo e Islamismo.
III. Nas tradições de matriz hindu e budista, o ciclo de renascimentos tem finalidade moral e espiritual, estando relacionado à superação do sofrimento e à possibilidade de libertação. A repetição de vidas não é apenas mecânica, mas moralmente orientada.
Quais estão corretas?
Coluna 1
1. Santo Agostinho.
2. São Tomás de Aquino.
Coluna 2
( ) Sustenta que a fé e a razão formam dois caminhos distintos, porém complementares, capazes de conduzir à compreensão das verdades reveladas, não havendo contradição real entre ambas.
( ) Desenvolve uma síntese entre Filosofia e Teologia baseada na tradição platônica, destacando a centralidade da busca interior do ser humano para encontrar Deus.
( ) Elabora argumentos racionais para demonstrar a existência de Deus, entre eles o da causa eficiente, o do motor imóvel e o da finalidade presente no mundo natural.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
I. A pesquisa, na escola, deve ser entendida como um processo formativo, em que o aluno aprende a questionar, investigar e argumentar.
II. A Educação pela Pesquisa substitui totalmente o ensino de conteúdos, priorizando apenas a autonomia investigativa.
III. A pesquisa escolar deve partir de problemas significativos para os alunos, envolvendo etapas como levantamento de hipóteses, busca de informações, análise e socialização dos resultados.
IV. O papel do professor, nesse enfoque, é ser o responsável exclusivo pela seleção dos temas de pesquisa e pela condução das etapas do trabalho investigativo.