Questões de Concurso
Para professor - ensino religioso
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Acerca da relação entre Cristianismo e história, assinale com V as afirmativas verdadeiras e com F as falsas.
( ) Logo em seu início, o Cristianismo ganha forma de grupos familiares, pequenas comunidades cristãs e de igrejas institucionais com várias formas de organização.
( ) O Cristianismo compareceu primeiramente na história como caminho e como movimento. Ele é anterior à sua sedimentação nos Evangelhos, nas doutrinas, nos ritos e nas igrejas.
( ) No decorrer de sua história, ao lado da versão oficial do Cristianismo encarnado na cultura letrada greco-latina-germânica-moderna, surgiu desde o início um vigoroso Cristianismo popular, como uma forma decadente do Cristianismo oficial.
( ) O Cristianismo, em seu encontro com as culturas, desenvolveu vários rostos diferentes: uns de estilo judaico, outros marcados pelo judaísmo da diáspora, outros pela cultura dominante romana e, por fim, pelo helenismo difuso em todo o Império. Mais tarde, ganhou a forma da cultura germânica, hispânica e europeia em geral. Por fim, nos países colonizados, ganhou traços africanos, asiáticos e indo-afro-latino-americanos nas Américas.
Assinale a sequência CORRETA.
A partir da concepção de Boff, pode-se afirmar que o Cristianismo desenvolveu como conceitos-chave em sua teologia as seguintes concepções elencadas, EXCETO:
Leia a notícia a seguir.
Criança é vítima de intolerância religiosa no Rio
Após pedrada, homens fizeram vários insultos e fugiram em um ônibus. Crime aconteceu quando grupo voltava de um culto de Candomblé.
Os responsáveis pelo ato foram dois homens, que estavam em um ponto de ônibus na região. Além de atirarem pedras contra o grupo de religiosos, os homens fizeram vários insultos e fugiram embarcando em um ônibus. O caso foi registrado como lesão corporal e no artigo 20, da Lei 7.716 (praticar, induzir ou incitar a discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional) na 38º DP (Irajá).
Disponível em: <http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/ noticia/2015/06/crianca-e-vitima-de-intolerancia-no- rio.html>. Acesso em: 16 set. 2017.
Essa notícia apresenta uma expressão de intolerância religiosa, ocorrida na cidade do Rio de Janeiro. Este é um fenômeno importante de ser abordado nas aulas de Ensino Religioso. Porém, essa questão exige um tratamento didático adequado, sobretudo no que diz respeito à forma como os conteúdos são abordados.
Nesse sentido, os PCNs possuem os seguintes pressupostos, EXCETO:
Em primeiro lugar, há as coisas que significam outras: são as coisas / símbolo.
[...]
Depois, há as coisas que não significam outras. Elas são elas mesmas, não apontam nada, são destituídas de sentido. Tomo um copo d’água. A água mata a sede. Isto me basta. Não me pergunto se a água é verdadeira”.
ALVES, Rubem. O que é religião. p. 52-53.
Sendo os símbolos uma das dimensões fundamentais das religiões, analise as seguintes afirmativas a seguir sobre suas características e assinale com V as verdadeiras e com F as falsas.
( ) Sendo as religiões construções de sentido, os símbolos são referenciais, horizontes que apontam caminhos / direções, propiciando às religiões a capacidade de gerar significados e sentido de vida.
( ) Os símbolos surgem diante de uma ausência, exercendo uma função de tornar presente o que está ausente.
( ) As religiões se constroem ao redor de símbolos, na medida em que estes são narrativas míticas que conferem sentido à vida das pessoas.
( ) As religiões são redes de símbolos. Ou seja, são repletas de enigmas que não permitem que os fiéis entrem em contato com realidades incompreensíveis.
Assinale a sequência CORRETA.
Segundo Rubem Alves, essa diferença é decorrente de do fato de que os seres humanos são seres:
Relacione a COLUNA I com a COLUNA II, associando os eixos organizadores do conteúdo com suas respectivas características.
COLUNA I
1. Culturas e religiões 2. Escrituras sagradas 3. Teologias 4. Ritos 5. Ethos
COLUNA II
( ) “É o conjunto de afirmações e conhecimentos elaborados pela religião e repassados para os fiéis sobre o Transcendente, de um modo organizado ou sistematizado. Como o Transcendente é a entidade ordenadora e o senhor absoluto de todas as coisas, expressa-se esse estudo nas verdades de fé.”
( ) “É a forma interior da moral humana em que se realiza o próprio sentido do ser. É formado na percepção interior dos valores, de que nasce o dever como expressão da consciência e como resposta do próprio ‘eu’ pessoal.”
( ) “É o estudo do fenômeno religioso à luz da razão humana, analisando questões como: função e valores da tradição religiosa, relação entre tradição religiosa e ética, teodiceia, tradição religiosa natural e revelada [...] Não se separa das ciências que se ocupam com o mesmo objeto, como: filosofia da tradição religiosa, história e tradição religiosa, sociologia e tradição religiosa, psicologia e tradição religiosa.”
( ) “É a série de práticas celebrativas das tradições religiosas. [...] Podem ser agrupados em três categorias principais: os propiciatórios, que se constituem principalmente de orações, sacrifícios e purificações; os divinatórios que visam conhecer os desígnios do Transcendente em relação aos acontecimentos futuros; os de mistérios que compreendem as várias cerimônias relacionadas com certas práticas limitadas a um número restrito de fiéis.” Envolvem também símbolos e espiritualidades.
( ) São suportes que “transmitem, conforme a fé dos seguidores, uma mensagem do Transcendente, onde pela revelação, cada forma de afirmar o Transcendente faz conhecer aos seres humanos seus mistérios e sua vontade, dando origem às tradições. E estão ligados ao ensino, à pregação, à exortação e aos estudos eruditos”. Em algumas tradições religiosas, essa transmissão é feita na forma de tradição oral.
Assinale a sequência CORRETA.
Tendo como referência essa citação e os objetivos gerais do Ensino Religioso para o Ensino Fundamental, assinale a alternativa INCORRETA.
Os paradigmas curriculares da educação incentivam enfoques formadores de cidadãos para os novos tempos.
Nesse sentido, não constitui(em) paradigmas da escola inovadora:
Na oferta de matrícula para jovens e adultos que não tiveram acesso à educação básica na idade própria, observa-se:
I. idade mínima de 15 anos para exames de conclusão do ensino fundamental.
II. idade mínima de 18 anos para exames de ensino médio.
III. cursos supletivos de ensino fundamental para maiores de 15 anos.
IV. cursos supletivos de ensino médio para maiores de 18 anos.
Estão corretas as afirmativas:
Levar de volta às salas de aula as crianças que foram delas afastadas pela miséria, problemas familiares e falta de preparo da escola constitui exigência dos princípios constitucionais a seguir indicados:
I. Universalidade, todos têm direito à educação sem preconceitos de raça, de cor e de credo.
II. Equidade de condições para acesso e permanência na escola.
III. Qualidade, construção de conhecimentos e formação de atitudes e valores.
IV. Liberdade respeitada e apreço à tolerância.
Estão corretas as afirmativas:
O pensar a escola atual nos termos das normas vigentes requer:
I. construção de conhecimentos significativos e atualizados.
II. profissionais facilitadores e mediadores da aprendizagem.
III. interação harmoniosa entre professor e aluno.
IV. situações de aprendizagem interessantes, motivadoras e desafiadoras.
Estão corretas as afirmativas:
Constituem características de uma escola transformadora:
I. indissociabilidade de cuidar / educar.
II. avaliação quantitativa do desempenho escolar.
III. práticas docentes motivadoras e educativas.
IV. ausência de burocracias geradoras da exclusão escolar.
Completam corretamente o enunciado:
As normas vigentes dispõem que o calendário escolar deverá adequar-se às:
I. peculiaridades locais.
II. condições climáticas.
III. condições econômicas.
IV. horas letivas obrigatórias.
Estão corretas as afirmativas:
A LDBN 9.394/96 dispõe que o processo formativo do educando se desenvolve:
I. nas instituições de ensino.
II. na vida familiar.
III. nas manifestações culturais.
IV. nas diferentes organizações da sociedade.
Completam corretamente o enunciado:
A fantástica arte de ignorar os brinquedos
dos filhos espalhados pela casa
Se você é daqueles pais que conseguem fazer com que seus filhos guardem todos os brinquedos depois de usar e que não espalhem bonecas, playmobils, spiners e afins pela casa, pode parar de ler este texto agora. Você, ser evoluído, não precisa presenciar essa discussão mundana. Agora, se você é daqueles que passa mais tempo implorando para que seus filhos sejam organizados do que vendo eles organizarem de fato alguma coisa, dê cá um abraço!
Já pisou em pecinha de lego? Sonhou que estava dando a coleção de Hot Wheels para o carroceiro? Se deparou com uma legião de bonecas no box do banheiro? Tenho um segredo pra dividir com vocês. Se chama a arte de ignorar brinquedos. É preciso um tanto de meditação, bom humor, muita cabeça erguida — pra ver só o que está a mais de um metro do chão — e, às vezes, um drink. Mas superfunciona!
No começo é difícil, a gente perde a cabeça e acaba guardando tudo num ato desesperado. Respire e volte a contar, na mesma filosofia do AA, há quantos dias você está sem tocar em brinquedos. Repare que, depois de um tempo, você só verá as paradas quando não estiver muito bem (aqueles dias em que a comida fica ruim, ninguém responde suas mensagens e nenhuma roupa fica boa, sabe?). O que recomendo nestes momentos é: não coloque as mãos nos brinquedos. Afaste o que dá delicadamente com os pés, junte tudo num canto, mas não organize. E, de preferência, arrume um programa fora de casa para mudar o visual.
Em pouco tempo você não vai mais ter esse problema, porque não enxergará nem o Hulk gigante ou o pogobol trambolhosamente nostálgico. Quando esse dia chegar, estabeleça trilhas por onde você anda e avise as crianças que, como você não enxerga brinquedos, o que estiver no caminho corre sérios riscos de colisão. Eles têm medo disso. E assim, deixam a passagem livre para que a circulação aconteça sem grandes traumas.
Agora, cá entre nós: é no primeiro “creck” que a mágica acontece. Quando, totalmente sem querer, você quebra o espelhinho da penteadeira da Barbie (não por maldade, mas porque você não vê Barbies) que as crianças começam a guardar os brinquedos. Algumas lágrimas vão rolar e você vai ser chamado de pior mãe ou pai do mundo, mas quem nunca teve que lidar com agressão gratuita que atire o primeiro blog. A vida segue. Os brinquedos (e blogs) também.
BOCK, Lia. A fantástica arte de ignorar os brinquedos dos
filhos espalhados pela casa. Blogsfera. UOL.
Disponível em:<https://goo.gl/NMrkan>
Analise a definição de expressão idiomática proposta pela linguista Cláudia Xatara, na revista Alfa (n. 42, 1998, p. 149).
“Expressão idiomática é uma lexia [unidade lexical
constituída por uma palavra ou por palavras associadas
(dicionário Aurélio, versão eletrônica 7.0)] complexa,
indecomponível, conotativa e cristalizada pela tradição
cultural”.
A seguir, assinale o trecho que contém uma expressão
idiomática de acordo com essa definição.
A fantástica arte de ignorar os brinquedos
dos filhos espalhados pela casa
Se você é daqueles pais que conseguem fazer com que seus filhos guardem todos os brinquedos depois de usar e que não espalhem bonecas, playmobils, spiners e afins pela casa, pode parar de ler este texto agora. Você, ser evoluído, não precisa presenciar essa discussão mundana. Agora, se você é daqueles que passa mais tempo implorando para que seus filhos sejam organizados do que vendo eles organizarem de fato alguma coisa, dê cá um abraço!
Já pisou em pecinha de lego? Sonhou que estava dando a coleção de Hot Wheels para o carroceiro? Se deparou com uma legião de bonecas no box do banheiro? Tenho um segredo pra dividir com vocês. Se chama a arte de ignorar brinquedos. É preciso um tanto de meditação, bom humor, muita cabeça erguida — pra ver só o que está a mais de um metro do chão — e, às vezes, um drink. Mas superfunciona!
No começo é difícil, a gente perde a cabeça e acaba guardando tudo num ato desesperado. Respire e volte a contar, na mesma filosofia do AA, há quantos dias você está sem tocar em brinquedos. Repare que, depois de um tempo, você só verá as paradas quando não estiver muito bem (aqueles dias em que a comida fica ruim, ninguém responde suas mensagens e nenhuma roupa fica boa, sabe?). O que recomendo nestes momentos é: não coloque as mãos nos brinquedos. Afaste o que dá delicadamente com os pés, junte tudo num canto, mas não organize. E, de preferência, arrume um programa fora de casa para mudar o visual.
Em pouco tempo você não vai mais ter esse problema, porque não enxergará nem o Hulk gigante ou o pogobol trambolhosamente nostálgico. Quando esse dia chegar, estabeleça trilhas por onde você anda e avise as crianças que, como você não enxerga brinquedos, o que estiver no caminho corre sérios riscos de colisão. Eles têm medo disso. E assim, deixam a passagem livre para que a circulação aconteça sem grandes traumas.
Agora, cá entre nós: é no primeiro “creck” que a mágica acontece. Quando, totalmente sem querer, você quebra o espelhinho da penteadeira da Barbie (não por maldade, mas porque você não vê Barbies) que as crianças começam a guardar os brinquedos. Algumas lágrimas vão rolar e você vai ser chamado de pior mãe ou pai do mundo, mas quem nunca teve que lidar com agressão gratuita que atire o primeiro blog. A vida segue. Os brinquedos (e blogs) também.
BOCK, Lia. A fantástica arte de ignorar os brinquedos dos
filhos espalhados pela casa. Blogsfera. UOL.
Disponível em:<https://goo.gl/NMrkan>
A fantástica arte de ignorar os brinquedos
dos filhos espalhados pela casa
Se você é daqueles pais que conseguem fazer com que seus filhos guardem todos os brinquedos depois de usar e que não espalhem bonecas, playmobils, spiners e afins pela casa, pode parar de ler este texto agora. Você, ser evoluído, não precisa presenciar essa discussão mundana. Agora, se você é daqueles que passa mais tempo implorando para que seus filhos sejam organizados do que vendo eles organizarem de fato alguma coisa, dê cá um abraço!
Já pisou em pecinha de lego? Sonhou que estava dando a coleção de Hot Wheels para o carroceiro? Se deparou com uma legião de bonecas no box do banheiro? Tenho um segredo pra dividir com vocês. Se chama a arte de ignorar brinquedos. É preciso um tanto de meditação, bom humor, muita cabeça erguida — pra ver só o que está a mais de um metro do chão — e, às vezes, um drink. Mas superfunciona!
No começo é difícil, a gente perde a cabeça e acaba guardando tudo num ato desesperado. Respire e volte a contar, na mesma filosofia do AA, há quantos dias você está sem tocar em brinquedos. Repare que, depois de um tempo, você só verá as paradas quando não estiver muito bem (aqueles dias em que a comida fica ruim, ninguém responde suas mensagens e nenhuma roupa fica boa, sabe?). O que recomendo nestes momentos é: não coloque as mãos nos brinquedos. Afaste o que dá delicadamente com os pés, junte tudo num canto, mas não organize. E, de preferência, arrume um programa fora de casa para mudar o visual.
Em pouco tempo você não vai mais ter esse problema, porque não enxergará nem o Hulk gigante ou o pogobol trambolhosamente nostálgico. Quando esse dia chegar, estabeleça trilhas por onde você anda e avise as crianças que, como você não enxerga brinquedos, o que estiver no caminho corre sérios riscos de colisão. Eles têm medo disso. E assim, deixam a passagem livre para que a circulação aconteça sem grandes traumas.
Agora, cá entre nós: é no primeiro “creck” que a mágica acontece. Quando, totalmente sem querer, você quebra o espelhinho da penteadeira da Barbie (não por maldade, mas porque você não vê Barbies) que as crianças começam a guardar os brinquedos. Algumas lágrimas vão rolar e você vai ser chamado de pior mãe ou pai do mundo, mas quem nunca teve que lidar com agressão gratuita que atire o primeiro blog. A vida segue. Os brinquedos (e blogs) também.
BOCK, Lia. A fantástica arte de ignorar os brinquedos dos
filhos espalhados pela casa. Blogsfera. UOL.
Disponível em:<https://goo.gl/NMrkan>