Questões de Concurso Para professor - ensino religioso

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Q1810320 Português

Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. O destaque ao longo do texto está citado na questão. 


No trecho “as necessidades do momento” (l. 24), temos uma locução adjetiva que poderia ser substituída pelo adjetivo momentâneo. Assinale a alternativa que apresenta o par INCORRETO de locução adjetiva e adjetivo que tenham o mesmo sentido.
Alternativas
Q1810319 Português

Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. O destaque ao longo do texto está citado na questão. 


Considerando a formação do período composto, assinale a alternativa que indica corretamente o número de orações que formam o período a seguir: “Admito que quando olho para os valores da ACE, sinto-me um pouco como Jimmy Butler, com a sorte de ter encontrado uma companhia que acredita em tantas coisas que são tão importantes para mim.”
Alternativas
Q1810318 Português

Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. O destaque ao longo do texto está citado na questão. 


Considerando o emprego dos pronomes e seus referentes, analise as assertivas a seguir:


I. Na linha 24, em “adaptando-a”, o referente do pronome oblíquo “a” é o substantivo “receita” (l. 23).

II. Na linha 26, o referente do pronome relativo “que” é o substantivo “ações” (l. 25).

III. Na linha 32, o referente do pronome “ela” é o substantivo “cultura” (l. 31).


Quais estão corretas?

Alternativas
Q1810317 Português

Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. O destaque ao longo do texto está citado na questão. 


Assinale a alternativa na qual haja a ocorrência de voz passiva.
Alternativas
Q1810316 Português

Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. O destaque ao longo do texto está citado na questão. 


Assinale a alternativa que NÃO poderia substituir “o estrago”, na linha 18, sob pena de acarretar alteração do sentido original do texto.
Alternativas
Q1810315 Português

Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. O destaque ao longo do texto está citado na questão. 


Considerando o emprego das figuras de linguagens, assinale a alternativa na qual NÃO haja o emprego de metáfora.
Alternativas
Q1810314 Português

Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. O destaque ao longo do texto está citado na questão. 


Com base na leitura do texto, assinale a alternativa que NÃO apresenta uma correlação adequada ao que seria parte da “cultura”.
Alternativas
Q1810313 Português

Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. O destaque ao longo do texto está citado na questão. 


Considerando o exposto pelo texto, analise as assertivas a seguir:


I. O autor emprega sua experiência pessoal como exemplo ilustrativo de seu ponto de vista.

II. Uma das estratégias de argumentação do autor é a comparação com o mundo dos esportes.

III. A experiência do autor não se mostrou tão eficiente quanto a do jogador de basquete da NBA.


Quais estão corretas?

Alternativas
Q1705780 Legislação dos Municípios do Estado de Minas Gerais
Segundo o Estatuto dos Funcionários da Prefeitura Municipal de Betim (MG), Lei Municipal nº 884/1969, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q1701068 Português
TEXTO 1

O que galáxias distantes dizem sobre a
evolução do Universo
Observar galáxias distantes nos ajuda a montar o quebra-cabeça do Universo: quanto mais longe enxergamos, mais ao passado voltamos

Seria legal se pudéssemos passar um filminho revelando a história das galáxias e ver também como era a Via Láctea no passado. Mas, como não podemos, temos que observar as galáxias distantes e tentar montar o quebra-cabeça de como esses astros fantásticos evoluem.
O telescópio espacial Hubble é peça-chave para desvendar essa história. Com ele, conseguimos captar a luz com mais nitidez, já que ela não sofre interferência da atmosfera, mas mesmo assim temos que deixá-lo aberto por muito tempo para obter a luz fraquinha das galáxias distantes.
Em 1995, o ex-diretor do Hubble, Bob Williams, fez a primeira imagem das profundezas do Universo exatamente assim. A equipe do Hubble escolheu uma região do céu sem nenhuma estrela brilhante por perto para garantir que não interferisse na imagem das galáxias de fundo. E deixou o Hubble aberto durante dez dias captando a luz da mesma região. Uma região do céu que parecia totalmente vazia mostrou uma imagem incrível cravejada de galáxias.
O Universo é como se fosse uma “máquina do tempo”: quanto mais longe enxergamos, mais ao passado voltamos. Se vemos uma galáxia a 1 bilhão de anos-luz de nós, significa que a sua luz levou 1 bilhão de anos atravessando o espaço para chegar até aqui. Ou seja, estamos vendo a galáxia como ela era há 1 bilhão de anos, no passado, e não como ela é agora.
Desde a imagem histórica feita pelo Hubble, já tivemos muitas outras das profundezas do Universo. E elas revelam que as galáxias mais longínquas parecem bem pequenas por causa da distância, como era de se esperar, mas descobrimos também que elas são realmente menores e não possuem formatos bem definidos. Isso significa que elas crescem e se transformam com o tempo.
A galáxia mais distante já observada é a GN-z11, que está a 13,4 bilhões de anos-luz de nós! Ou seja, estamos vendo como ela era quando o Universo tinha apenas 400 milhões de anos. Ela fica na constelação de Ursa Maior e parece um pontinho vermelho na imagem do Hubble.
Essas galáxias muito distantes estão se afastando aceleradamente de nós, por isso vemos sua luz sempre mais avermelhada do que deveria ser. Porém, nem os olhos humanos nem o Hubble conseguem captar o extremo da luz vermelha que precisamos obter para ver mais além.
Por isso, necessitamos de instrumentos como o telescópio James Webb. Ele captará luz infravermelha e enxergará ainda mais longe que o Hubble. Seu lançamento está previsto para 2021, segundo a Nasa, e estamos muito empolgadas com a enxurrada de novas peças para ajudar a solucionar nosso quebra-cabeça galáctico.

Fonte: Adaptado de:
https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Espaco/noticia/2020/01/oque-galaxias-distantes-dizem-sobre-evolucao-do-universo.html.
Acesso em: 19 jan. 2020.


TEXTO 2


Fonte: Adaptado de: http://1.bp.blogspot.com/-oSNjvAa_uZE/TgIuBsIiMXI/AAAAAAAAAN0/R208RGfxPoQ/s1600/as%2Bcobras%2B11.jpg.
Acesso em: 19 jan. 2020.

No trecho “E elas revelam que as galáxias mais longínquas parecem bem pequenas por causa da distância [...]”, do Texto 1, a palavra “longínquas” pode ser substituída, sem prejuízo para o sentido, por
Alternativas
Q1701066 Português
TEXTO 1

O que galáxias distantes dizem sobre a
evolução do Universo
Observar galáxias distantes nos ajuda a montar o quebra-cabeça do Universo: quanto mais longe enxergamos, mais ao passado voltamos

Seria legal se pudéssemos passar um filminho revelando a história das galáxias e ver também como era a Via Láctea no passado. Mas, como não podemos, temos que observar as galáxias distantes e tentar montar o quebra-cabeça de como esses astros fantásticos evoluem.
O telescópio espacial Hubble é peça-chave para desvendar essa história. Com ele, conseguimos captar a luz com mais nitidez, já que ela não sofre interferência da atmosfera, mas mesmo assim temos que deixá-lo aberto por muito tempo para obter a luz fraquinha das galáxias distantes.
Em 1995, o ex-diretor do Hubble, Bob Williams, fez a primeira imagem das profundezas do Universo exatamente assim. A equipe do Hubble escolheu uma região do céu sem nenhuma estrela brilhante por perto para garantir que não interferisse na imagem das galáxias de fundo. E deixou o Hubble aberto durante dez dias captando a luz da mesma região. Uma região do céu que parecia totalmente vazia mostrou uma imagem incrível cravejada de galáxias.
O Universo é como se fosse uma “máquina do tempo”: quanto mais longe enxergamos, mais ao passado voltamos. Se vemos uma galáxia a 1 bilhão de anos-luz de nós, significa que a sua luz levou 1 bilhão de anos atravessando o espaço para chegar até aqui. Ou seja, estamos vendo a galáxia como ela era há 1 bilhão de anos, no passado, e não como ela é agora.
Desde a imagem histórica feita pelo Hubble, já tivemos muitas outras das profundezas do Universo. E elas revelam que as galáxias mais longínquas parecem bem pequenas por causa da distância, como era de se esperar, mas descobrimos também que elas são realmente menores e não possuem formatos bem definidos. Isso significa que elas crescem e se transformam com o tempo.
A galáxia mais distante já observada é a GN-z11, que está a 13,4 bilhões de anos-luz de nós! Ou seja, estamos vendo como ela era quando o Universo tinha apenas 400 milhões de anos. Ela fica na constelação de Ursa Maior e parece um pontinho vermelho na imagem do Hubble.
Essas galáxias muito distantes estão se afastando aceleradamente de nós, por isso vemos sua luz sempre mais avermelhada do que deveria ser. Porém, nem os olhos humanos nem o Hubble conseguem captar o extremo da luz vermelha que precisamos obter para ver mais além.
Por isso, necessitamos de instrumentos como o telescópio James Webb. Ele captará luz infravermelha e enxergará ainda mais longe que o Hubble. Seu lançamento está previsto para 2021, segundo a Nasa, e estamos muito empolgadas com a enxurrada de novas peças para ajudar a solucionar nosso quebra-cabeça galáctico.

Fonte: Adaptado de:
https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Espaco/noticia/2020/01/oque-galaxias-distantes-dizem-sobre-evolucao-do-universo.html.
Acesso em: 19 jan. 2020.


TEXTO 2


Fonte: Adaptado de: http://1.bp.blogspot.com/-oSNjvAa_uZE/TgIuBsIiMXI/AAAAAAAAAN0/R208RGfxPoQ/s1600/as%2Bcobras%2B11.jpg.
Acesso em: 19 jan. 2020.

Assinale a alternativa que apresenta corretamente a regra de formação de plural para o substantivo composto “quebra-cabeça”.
Alternativas
Q1701065 Português
TEXTO 1

O que galáxias distantes dizem sobre a
evolução do Universo
Observar galáxias distantes nos ajuda a montar o quebra-cabeça do Universo: quanto mais longe enxergamos, mais ao passado voltamos

Seria legal se pudéssemos passar um filminho revelando a história das galáxias e ver também como era a Via Láctea no passado. Mas, como não podemos, temos que observar as galáxias distantes e tentar montar o quebra-cabeça de como esses astros fantásticos evoluem.
O telescópio espacial Hubble é peça-chave para desvendar essa história. Com ele, conseguimos captar a luz com mais nitidez, já que ela não sofre interferência da atmosfera, mas mesmo assim temos que deixá-lo aberto por muito tempo para obter a luz fraquinha das galáxias distantes.
Em 1995, o ex-diretor do Hubble, Bob Williams, fez a primeira imagem das profundezas do Universo exatamente assim. A equipe do Hubble escolheu uma região do céu sem nenhuma estrela brilhante por perto para garantir que não interferisse na imagem das galáxias de fundo. E deixou o Hubble aberto durante dez dias captando a luz da mesma região. Uma região do céu que parecia totalmente vazia mostrou uma imagem incrível cravejada de galáxias.
O Universo é como se fosse uma “máquina do tempo”: quanto mais longe enxergamos, mais ao passado voltamos. Se vemos uma galáxia a 1 bilhão de anos-luz de nós, significa que a sua luz levou 1 bilhão de anos atravessando o espaço para chegar até aqui. Ou seja, estamos vendo a galáxia como ela era há 1 bilhão de anos, no passado, e não como ela é agora.
Desde a imagem histórica feita pelo Hubble, já tivemos muitas outras das profundezas do Universo. E elas revelam que as galáxias mais longínquas parecem bem pequenas por causa da distância, como era de se esperar, mas descobrimos também que elas são realmente menores e não possuem formatos bem definidos. Isso significa que elas crescem e se transformam com o tempo.
A galáxia mais distante já observada é a GN-z11, que está a 13,4 bilhões de anos-luz de nós! Ou seja, estamos vendo como ela era quando o Universo tinha apenas 400 milhões de anos. Ela fica na constelação de Ursa Maior e parece um pontinho vermelho na imagem do Hubble.
Essas galáxias muito distantes estão se afastando aceleradamente de nós, por isso vemos sua luz sempre mais avermelhada do que deveria ser. Porém, nem os olhos humanos nem o Hubble conseguem captar o extremo da luz vermelha que precisamos obter para ver mais além.
Por isso, necessitamos de instrumentos como o telescópio James Webb. Ele captará luz infravermelha e enxergará ainda mais longe que o Hubble. Seu lançamento está previsto para 2021, segundo a Nasa, e estamos muito empolgadas com a enxurrada de novas peças para ajudar a solucionar nosso quebra-cabeça galáctico.

Fonte: Adaptado de:
https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Espaco/noticia/2020/01/oque-galaxias-distantes-dizem-sobre-evolucao-do-universo.html.
Acesso em: 19 jan. 2020.


TEXTO 2


Fonte: Adaptado de: http://1.bp.blogspot.com/-oSNjvAa_uZE/TgIuBsIiMXI/AAAAAAAAAN0/R208RGfxPoQ/s1600/as%2Bcobras%2B11.jpg.
Acesso em: 19 jan. 2020.

A reescrita do trecho “Essas galáxias muito distantes estão se afastando aceleradamente de nós, por isso vemos sua luz sempre mais avermelhada do que deveria ser.”, do Texto 1, mantém o sentido original quando se substitui a expressão em destaque por
Alternativas
Q1253262 Pedagogia
A existência do pluralismo religioso e, portanto, do diálogo entre os diversos sujeitos, em determinada sociedade, vai depender da flexibilidade e da dialogicidade existentes no interior do campo religioso. As razões para a existência da flexibilidade e da dialogicidade estão no interior de cada expressão religiosa e dependem dos seguintes aspectos, EXCETO 
Alternativas
Q1253261 Pedagogia
Referente às explicações que as diversas religiões procuram dar aos seus adeptos para a vida além da morte, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q1253260 Pedagogia

Analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta a(s) correta(s).


I. Para a comunidade judaica, o ciclo anual, mensurado por calendário lunissolar, começa, geralmente, em meados de setembro ou começo de outubro, quando se comemora Rosh Hashanah, a cabeça do ano, conforme a tradição, correspondente à data da criação do mundo, 3760 anos a. C.

II. Para a comunidade judaica, a necessidade de começar bem o novo ano, renovado, purificado e sem ressentimentos, concretiza-se no grande ritual de Yom Kippur, o dia do Perdão, que inclui jejum completo de vinte e quatro horas.

III. A datação do tempo a partir do que se supunha ser a data de nascimento de Cristo foi proposta por Paulo, em suas cartas, e pelos evangelhos de Mateus e João. 

Alternativas
Q1253259 Pedagogia

Os símbolos são linguagens que expressam sentidos, comunicam e exercem papel relevante para a vida imaginativa e para a constituição das diferentes religiões no mundo. Sobre os símbolos religiosos, analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta a(s) correta(s).


I. Kipá: uma espécie de pequeno chapéu que os judeus costumam usar para cobrir a cabeça. Ele é símbolo de submissão à vontade de Deus, e coloca o homem em posição de humilde servidor de sua vontade.

II. Lótus: em diversas tradições religiosas orientais simboliza o princípio da reencarnação. Para o Budismo e o Hinduísmo o botão da flor de Lótus na superfície das águas primordiais simboliza a totalidade de todas as possibilidades ainda não manifestadas antes da criação do mundo é também símbolo do coração do homem.

III. Chave: o simbolismo da chave está no fato de servir tanto para abrir como para fechar. Na Umbanda, significa a abertura dos caminhos para a felicidade. No Budismo simboliza a felicidade, pois é utilizada para abrir o celeiro de arroz no Japão (no sentido espiritual simboliza os tesouros escondidos). Para o catolicismo refere-se ao poder concedido ao apóstolo Pedro de ligar e desligar as pessoas ao reino dos céus.

Alternativas
Q1253258 Pedagogia

Relacione os livros sagrados a seus respectivos significados e assinale a alternativa com a sequência correta.


1. “Recitação”.

2. “Livro do caminho e da virtude”.

3. “Livros”.

4. “Saber e Conhecimento”.

5. “Ensinamento”.


( ) Vedas.

( ) Torá.

( ) Alcorão.

( ) Bíblia.

( ) Tao Te Ching.

Alternativas
Q1253257 Pedagogia

Com a intenção de preservar a unicidade, as religiões estabelecem critérios para a interpretação e compreensão dos livros sagrados. Em relação a esses critérios, analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta a(s) correta(s).


I. O livro sagrado é o centro da tradição religiosa e deve ser respeitado.

II. A mensagem escrita no livro sagrado é preservada ao longo do tempo. Mesmo o texto sendo escrito em um período que não é o atual, sua experiência religiosa revela significado e orientação para o grupo religioso que a segue.

III. A narrativa da escrita é, ao mesmo tempo, sagrada e científica. O homem religioso, quando abre o livro sagrado, encontra uma mensagem de orientação para a sua vida e uma infinidade de teorias para os mais variados problemas científicos e filosóficos.

Alternativas
Q1253256 Pedagogia
As mandalas são formas de textos pictóricos e têm como finalidade passar ensinamentos religiosos. Elas provêm da língua sânscrita e significam
Alternativas
Q1253255 Pedagogia

Informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma a seguir e assinale a alternativa com a sequência correta. São funções dos textos sagrados escritos:


( ) registrar a tradição religiosa como forma de preservar a experiência religiosa fundante. Assim, a religião organiza sua estrutura religiosa, seus ritos, símbolos, mensagens, entre outros.

( ) comunicar a experiência religiosa aos fiéis da religião, a fim de que o “divino” se faça presente para o homem religioso e o grupo encontre orientações e ensinamentos.

( ) atualizar a experiência original no tempo e no espaço, afinal, independente do período, o texto sagrado mantém a mesma estrutura, sendo utilizado para orientar a vida do homem nos cultos e na educação religiosa.

( ) certificar, por meio de seus escritos, as experiências religiosas do grupo em todos os tempos.

Alternativas
Respostas
3361: C
3362: D
3363: D
3364: C
3365: A
3366: E
3367: B
3368: D
3369: B
3370: B
3371: E
3372: B
3373: A
3374: E
3375: B
3376: D
3377: A
3378: A
3379: C
3380: A