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A tentativa de jogar a culpa por uma situação indesejada − de desastres naturais a guerras, de crises econômicas a epidemias − nas costas de um único indivíduo ou grupo quase sempre inocente é uma prática tão disseminada que alguns estudiosos a consideram essencial para entender a vida em sociedade. Como é possível que explicações irracionais convençam tanta gente, apesar da falta de evidências?
Em um livro publicado recentemente, Charlie Campbell defende a tese de que cada ser humano tende a se considerar melhor do que realmente é, e por isso tem dificuldade de admitir os próprios erros. "Adão culpou Eva, Eva culpou a serpente, e assim continuamos assiduamente desde então", ele escreveu. Junte-se a isso a necessidade intrinsecamente humana de encontrar um sentido, uma ordem no caos do mundo, e têm-se os elementos exatos para aceitarmos a primeira e a mais simples explicação que aparecer para os males que nos afligem.
Desde muito cedo, provavelmente com o surgimento das primeiras crenças religiosas, a humanidade desenvolveu rituais para transferir a culpa para pessoas, animais ou objetos como uma forma de purificação e recomeço. A expressão "bode expiatório" refere-se a uma passagem do Velho Testamento, em que um animal era sacrificado imediatamente em tributo a Deus, para pagar pelos pecados da comunidade, e um outro era enxotado da aldeia, carregando consigo, simbolicamente, a culpa de todos os moradores.
Outro estudioso, René Girard, é autor da teoria do desejo mimético, segundo a qual ninguém almeja algo porque precisa dele, mas sim porque aquilo também é desejado por outra pessoa. A vida em sociedade consiste na multiplicação dessa equação e a dificuldade de conciliar os desejos de todos cria tensão e violência. Para que a ordem social não desmorone em atos de vingança, existem os rituais de sacrifício, em que os impulsos destrutivos são canalizados para um bode expiatório. No mundo moderno, os sacrifícios com sangue deram lugar a rituais mais sutis de expiação, auxiliados por tecnologias como a internet.
(Adaptado de Diogo Schelp. Veja, 16 de maio de 2012. p.113- 115.)
Julgue o item seguinte, relativos a técnicas de imagenologia para interpretação de fraturas.
A radiografia em anteroposterior da pelve possibilita visualizar
os foramens obturadores.
Julgue o item seguinte, relativos a técnicas de imagenologia para interpretação de fraturas.
É importante diferenciar as linhas normais de crescimento das
epífises dos côndilos do cotovelo das fraturas por
arrancamento dos epicôndilos.
Julgue o item seguinte, relativos a técnicas de imagenologia para interpretação de fraturas.
Por meio da mensuração do ângulo de Boehler, é possível
excluir o diagnóstico de fraturas do calcâneo.
No que se refere às técnicas de imobilização e posicionamento, julgue o item que se segue.
O aparelho gessado do tipo luva com desvio palmar aumenta
a tensão sobre o nervo mediano.
No que se refere às técnicas de imobilização e posicionamento, julgue o item que se segue.
No processo de imobilização com gesso de membro
traumatizado, ocorre uma reação endotérmica, que resulta na
produção de calor.
No que se refere às técnicas de imobilização e posicionamento, julgue o item que se segue.
Considera-se bem-sucedido o tratamento das fraturas do
tornozelo com aparelho gessado quando, ao seu final, se
observa restrição mínima de movimento da articulação.
No que se refere às técnicas de imobilização e posicionamento, julgue o item que se segue.
A força da gravidade deve ser anulada na correção do desvio
posterior da fratura da diáfise femoral.
No que se refere às técnicas de imobilização e posicionamento, julgue o item que se segue.
É indicada a férula de Thomas para controlar os movimentos
rotacionais.
No que se refere às técnicas de imobilização e posicionamento, julgue o item que se segue.
Após a diminuição do edema local, o aparelho gessado é
incapaz de manter pressão contínua sobre a fratura.
No que se refere às técnicas de imobilização e posicionamento, julgue o item que se segue.
Em caso de fraturas transversas, é necessária a imobilização
gessada para controlar a tendência de desvio angular.
No que se refere às técnicas de imobilização e posicionamento, julgue o item que se segue.
A tração esquelética está indicada para reduzir a pressão das
partes moles no foco de fratura.
No que se refere às técnicas de imobilização e posicionamento, julgue o item que se segue.
A aplicação da técnica de engessamento ao nível do epicôndilo
medial exige proteção do nervo radial.
Julgue o próximo item, a respeito de densitometria óssea e fraturas patológicas.
Ao exame radiográfico, lesão delimitada indica tumor ósseo
benigno.
Julgue o próximo item, a respeito de densitometria óssea e fraturas patológicas.
A densitometria óssea não possibilita avaliar o risco de
fraturas.
Julgue o próximo item, a respeito de densitometria óssea e fraturas patológicas.
Em se tratando de fraturas patológicas, a imobilização gessada
deve ser do tipo de apoio e não, do tipo de pressão sobre os
pontos ósseos.
Julgue o item que se segue, relativo a radiologia e imobilizações.
O tratamento inicial de uma fratura desviada do calcâneo deve
ser realizado com a utilização de bota gessada com salto.
Julgue o item que se segue, relativo a radiologia e imobilizações.
Na moldagem para tratamento de fraturas do cotovelo não se
deve pressionar a fossa poplítea.
Julgue o item que se segue, relativo a radiologia e imobilizações.
A imobilização axilo-palmar é utilizada no tratamento das
fraturas do olecrano sem desvio ou cominutivas.
Julgue o item que se segue, relativo a radiologia e imobilizações.
A espessura é o que difere o aparelho gessado axilo-palmar do
aparelho braquiopalmar.