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Ano: 2026 Banca: FGV Órgão: AMAZUL Prova: FGV - 2026 - AMAZUL - Engenheiro Eletrônico |
Q3852734 Engenharia Eletrônica

No conversor CC-CC a seguir a chave S representa o chaveamento periódico de um transistor IGBT ou MOSFET cuja razão entre o tempo em que a chave permanece ligada (ton) e o período total de comutação (T) é denominada ciclo de trabalho. 






O conversor opera no modo de corrente contínua (Continuous current mode - CCM) e todos os componentes são ideais. Assuma que a corrente no indutor aumenta linearmente durante o período em que a chave S está ligada (ton), e diminui linearmente quando a chave está desligada. 

A tensão média de saída Vs , em volts, é aproximadamente igual a 
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Ano: 2026 Banca: FGV Órgão: AMAZUL Prova: FGV - 2026 - AMAZUL - Engenheiro Eletrônico |
Q3852733 Engenharia Eletrônica
A operação do conversor abaixo que opera no modo de corrente contínua (Continuous current mode - CCM) pode ser representada no plano tensão–corrente da carga, onde o eixo das abscissas representa a tensão aplicada à carga (V) e o eixo das ordenadas representa a corrente da carga (I).
A classificação dos quadrantes segundo os sinais de V e I é: Primeiro Quadrante: quando V > 0, I > 0; Segundo Quadrante: quando V > 0, I < 0; Terceiro Quadrante: quando V < 0, I < 0; e Quarto Quadrante: quando V < 0, I > 0.


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Considerando todos os componentes ideais e que a chave S representa um chaveamento periódico, é correto afirmar que o circuito opera 
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Ano: 2026 Banca: FGV Órgão: AMAZUL Prova: FGV - 2026 - AMAZUL - Engenheiro Eletrônico |
Q3852732 Engenharia Eletrônica
Os conversores CC–CC são largamente utilizados em sistemas de instrumentação, automação e acionamentos industriais para ajustar o nível de tensão contínua aplicada a uma carga.
Seu princípio básico consiste no chaveamento periódico de um transistor IGBT ou MOSFET, cuja razão entre o tempo em que a chave permanece ligada (ton) e o período total de comutação (T) é denominada ciclo de trabalho: 
D = ton/T
Com relação aos tipos e princípios de operação dos conversores CC–CC ideais, analise as afirmativas a seguir:
I. O conversor Buck produz uma tensão média de saída (Vo) menor que a de entrada (Vin), sendo Vo/Vin = D.
II. O conversor Boost possui relação Vo/Vin = 1/(1 − D), permitindo obter tensão maior que a de entrada.
III. O conversor Buck–Boost inverte a polaridade da tensão de saída, e Vo / Vin = D/(1 − D).

É correto o que se afirma em
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Ano: 2026 Banca: FGV Órgão: AMAZUL Prova: FGV - 2026 - AMAZUL - Engenheiro Eletrônico |
Q3852731 Engenharia Eletrônica
Em um inversor trifásico PWM destinado ao acionamento de um motor de indução, cada fase é composta por um braço com duas chaves semicondutoras (superior e inferior), implementadas com transistores IGBTs.
As chaves são comandadas em pares complementares — quando a inferior conduz, a superior está bloqueada — de modo a gerar uma forma de onda PWM simétrica no terminal da fase do motor.
Durante o projeto, o engenheiro responsável observou que:
As chaves inferiores podem ser facilmente acionadas, pois seus emissores estão conectados ao terra;
Já as chaves superiores flutuam em relação ao terra, pois o potencial do emissor varia continuamente entre 0 V e a tensão do barramento CC, que neste caso é de 600 V;
Logo, o driver da chave superior precisa receber, de forma segura, uma tensão de gate referida ao emissor flutuante, sem recorrer a fontes isoladas individuais.
Para resolver o problema, foi adotado um circuito em que um capacitor auxiliar é carregado enquanto a chave inferior conduz e, durante o acionamento da chave superior, esse capacitor fornece momentaneamente a tensão necessária para alimentar o driver do transistor superior, permitindo seu acionamento com isolação adequada e sem necessidade de fonte adicional.
Esse método de acionamento das chaves superiores é conhecido como
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Ano: 2026 Banca: FGV Órgão: AMAZUL Prova: FGV - 2026 - AMAZUL - Engenheiro Eletrônico |
Q3852730 Engenharia Eletrônica
Durante o comissionamento de um inversor trifásico PWM, observou-se a ocorrência de picos de tensão no instante de desligamento dos IGBTs causados pela energia armazenada nas indutâncias parasitas do circuito.
Para eliminar esse problema, o projetista adicionou, em paralelo a cada dispositivo, um circuito passivo composto por resistor e capacitor, capaz de absorver a energia excedente e limitar a taxa de variação de tensão (dv/dt), durante a comutação.
Esse tipo de proteção é conhecido como
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Ano: 2026 Banca: FGV Órgão: AMAZUL Prova: FGV - 2026 - AMAZUL - Engenheiro Eletrônico |
Q3852729 Engenharia Eletrônica
Durante o projeto térmico de um inversor trifásico PWM operando a 20 kHz, um engenheiro analisa as perdas em um transistor IGBT responsável pelo chaveamento de uma das fases do circuito.
O dispositivo é especificado pelo fabricante com os seguintes parâmetros sob as condições nominais de operação:


Imagem associada para resolução da questão


Considerando que o transistor IGBT atua como chave idealizada e que a operação ocorre em regime estacionário, a temperatura aproximada da junção do dispositivo é
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Ano: 2026 Banca: FGV Órgão: AMAZUL Prova: FGV - 2026 - AMAZUL - Engenheiro Eletrônico |
Q3852728 Engenharia Eletrônica
Os dispositivos semicondutores IGBT (Insulated Gate Bipolar Transistor) e MOSFET (Metal-Oxide-Semiconductor Field-Effect Transistor) são amplamente utilizados como chaves eletrônicas em conversores e inversores de potência, pois permitem o controle de grandes correntes com sinal de comando de baixa potência.
Com base na estrutura física e no princípio de operação desses dispositivos, analise as afirmativas a seguir:

I. Tanto o IGBT quanto o MOSFET são dispositivos controlados por tensão aplicada ao gate, com elevada impedância de entrada devido à presença da camada isolante de dióxido de silício, SiO2.
II. No MOSFET, a condução é realizada apenas por portadores majoritários, elétrons, enquanto no IGBT há injeção de portadores minoritários.
III. O IGBT apresenta queda de tensão de condução praticamente constante (VCE(sat) ), enquanto o MOSFET possui comportamento resistivo, com perdas proporcionais a I 2RDS(on) .

É correto o que se afirma em
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Ano: 2026 Banca: FGV Órgão: AMAZUL Prova: FGV - 2026 - AMAZUL - Engenheiro Eletrônico |
Q3852727 Engenharia Eletrônica
Em um sistema industrial automatizado de instrumentação e controle, deseja-se garantir o funcionamento seguro de um trocador de calor que utiliza uma bomba de recirculação (M) para manter a vazão de fluido refrigerante.
A operação dessa bomba depende de condições permissivas monitoradas por sensores digitais conectados a um controlador lógico programável (CLP), conforme descrito a seguir: 


Imagem associada para resolução da questão

A lógica de controle foi projetada para que a bomba M ligue automaticamente sempre que a temperatura estiver alta no trocador e houver nível suficiente no tanque de alimentação, desde que não exista condição de emergência. Caso qualquer sinal assuma o estado de falha, a bomba deve desligar imediatamente, protegendo o sistema contra operação insegura.
Com base nessas condições, a expressão lógica de acionamento da bomba M é 
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Ano: 2026 Banca: FGV Órgão: AMAZUL Prova: FGV - 2026 - AMAZUL - Engenheiro Eletrônico |
Q3852726 Engenharia Eletrônica
Em um sistema industrial automatizado, proteção, limitação e controle devem ser implementadas para garantir desempenho adequado e operação segura.
Considerando as definições de controle, limitação e proteção em sistemas de Instrumentação e Controle (I&C), associe corretamente cada função ao seu conceito. 

1. Controle 2. Limitação 3. Proteção

( ) Levar imediatamente o sistema a um estado seguro quando ocorre uma condição perigosa, como falha de sensor, sobrepressão ou emergência;
( ) Evitar que os atuadores e as variáveis ultrapassem valores físicos ou operacionais máximos;
( ) Manter a variável de processo próxima ao valor desejado, mesmo diante de perturbações.

A sequência correta, na ordem apresentada é
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Ano: 2026 Banca: FGV Órgão: AMAZUL Prova: FGV - 2026 - AMAZUL - Engenheiro Eletrônico |
Q3852725 Engenharia Eletrônica
Em um sistema de controle de temperatura industrial, um CLP lê o sinal de um transmissor 4–20 mA configurado para a faixa 0– 400 °C.
Para interfacear com a entrada analógica (0 a 5 V) do CLP, utiliza-se um resistor shunt de 250 Ω.
Admita comportamento linear do transmissor e componentes ideais.
No instante analisado, a temperatura indicada pelo sensor é 250 °C. A queda de tensão no resistor shunt aplicada à entrada do CLP é igual a 
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Ano: 2026 Banca: FGV Órgão: AMAZUL Prova: FGV - 2026 - AMAZUL - Engenheiro Eletrônico |
Q3852724 Engenharia Eletrônica
Deseja-se utilizar o circuito a seguir como controlador eletrônico proporcional-integral-derivativo (PID) em uma planta de controle industrial. 


Imagem associada para resolução da questão

Os valores de R2 e R3 para que a função de transferência desejada seja   Imagem associada para resolução da questão são, respectivamente,
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Ano: 2026 Banca: FGV Órgão: AMAZUL Prova: FGV - 2026 - AMAZUL - Engenheiro Eletrônico |
Q3852723 Engenharia Eletrônica

O circuito combinacional a seguir possui três entradas digitais (A, B e C) e uma saída S. 



Imagem associada para resolução da questão




É correto afirmar que o circuito implementado é um 

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Ano: 2026 Banca: FGV Órgão: AMAZUL Prova: FGV - 2026 - AMAZUL - Engenheiro Eletrônico |
Q3852722 Engenharia Eletrônica
Os elementos finais de controle são responsáveis por executar fisicamente a ação de controle, convertendo um sinal elétrico em uma alteração efetiva na variável do processo, como vazão, pressão, nível ou temperatura.
A respeito dos principais elementos finais de controle, analise as afirmativas abaixo:

I. O atuador é o dispositivo que recebe o sinal elétrico, pneumático ou hidráulico do controlador e gera movimento mecânico sobre o elemento final.
II. O controlador é um elemento final de controle que executa a lógica de malha, ajustando automaticamente o ponto de trabalho de processo conforme variações externas.
III. O posicionador tem a função de eliminar histerese e atrito no atuador, garantindo que a posição da válvula corresponda com exatidão ao sinal de controle.

É correto o que se afirma em
Alternativas
Ano: 2026 Banca: FGV Órgão: AMAZUL Prova: FGV - 2026 - AMAZUL - Engenheiro Eletrônico |
Q3852721 Engenharia Eletrônica

No circuito a seguir, o diodo D2 é conhecido como diodo de roda livre. Ele é empregado em circuitos de chaveamento com o intuito de fornecer um caminho para a corrente de descarga do indutor quando a chave S é aberta. Neste caso, a chave é fechada em t = 0s e aberta em t = 3ms.


Imagem associada para resolução da questão


Considerando todos os componentes ideais e sabendo-se que o indutor L está descarregado quando a chave S é fechada, a corrente Id no diodo D2 é 

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Ano: 2026 Banca: FGV Órgão: AMAZUL Prova: FGV - 2026 - AMAZUL - Engenheiro Eletrônico |
Q3852720 Engenharia Eletrônica

Um sistema de controle digital utiliza um microcontrolador para amostrar a resposta de um sensor de temperatura e atuar sobre uma válvula proporcional. O modelo contínuo simplificado do processo é:




O sistema é amostrado a uma frequência de 10 Hz e implementado em um microcontrolador ARM com conversores A/D e D/A de 12 bits. Deseja-se converter este sistema para o domínio discreto utilizando o método da transformação por retenção de ordem zero (ZOH).

O modelo discreto G(z) equivalente aproximado, utilizando o método da substituição Imagem associada para resolução da questão  onde o período de amostragem T = 0,1s é

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Ano: 2026 Banca: FGV Órgão: AMAZUL Prova: FGV - 2026 - AMAZUL - Engenheiro Eletrônico |
Q3852719 Engenharia Eletrônica

Um sistema de controle digital utiliza um microcontrolador para amostrar a resposta de um sensor de temperatura e atuar sobre uma válvula proporcional. O modelo contínuo simplificado do processo é:




O sistema é amostrado a uma frequência de 10 Hz e implementado em um microcontrolador ARM com conversores A/D e D/A de 12 bits. Deseja-se converter este sistema para o domínio discreto utilizando o método da transformação por retenção de ordem zero (ZOH).

A opção que melhor representa o efeito da discretização sobre o comportamento dinâmico do sistema quando comparado ao modelo contínuo é
Alternativas
Ano: 2026 Banca: FGV Órgão: AMAZUL Prova: FGV - 2026 - AMAZUL - Engenheiro Eletrônico |
Q3852718 Engenharia Eletrônica

Um sistema físico massa–mola–amortecedor é descrito pela equação diferencial: 


Imagem associada para resolução da questão


onde x(t) é o deslocamento da massa e F(t) é a força aplicada pelo atuador.

Deseja-se controlar a posição da massa por meio de um controlador PID, que recebe como entrada o erro entre a referência r(t) e a posição medida x(t). O sinal de controle gerado pelo PID é u(t), o qual atua sobre um driver de motor que converte o sinal elétrico de controle em força mecânica segundo: F(t) = Ka u(t), onde Ka é a constante de ganho do atuador.

Com base na modelagem matemática e nos princípios de malhas de controle, é correto afirmar que

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Ano: 2026 Banca: FGV Órgão: AMAZUL Prova: FGV - 2026 - AMAZUL - Engenheiro Eletrônico |
Q3852717 Engenharia Eletrônica
Em um sistema de controle de temperatura de um trocador de calor, a variável controlada é a temperatura de saída do fluido, e a variável manipulada é a vazão de vapor fornecida por uma válvula pneumática.
Durante a fase de projeto, o engenheiro modela o sistema pela seguinte função de transferência linearizada: 
Imagem associada para resolução da questão
onde K representa o ganho do processo e t é a constante de tempo térmica do sistema.
Com base nesses conceitos, analise as afirmativas a seguir:

I. A constante de tempo t indica a rapidez da resposta do sistema a uma perturbação, sendo tanto menor quanto mais rápido o processo atingir o regime permanente.
II. O ganho K representa a sensibilidade do processo, isto é, a razão entre a variação da variável de saída e a variação da variável manipulada em regime permanente.
III. O controlador ajusta a válvula com base na comparação entre o valor medido e o valor de referência em um sistema de malha aberta.

É correto o que se afirma em
Alternativas
Ano: 2026 Banca: FGV Órgão: AMAZUL Provas: FGV - 2026 - AMAZUL - Advogado | FGV - 2026 - AMAZUL - Contador | FGV - 2026 - AMAZUL - Designer Gráfico | FGV - 2026 - AMAZUL - Analista de Administração | FGV - 2026 - AMAZUL - Engenheiro Mecatrônico | FGV - 2026 - AMAZUL - Analista de Desenvolvimento de Sistemas | FGV - 2026 - AMAZUL - Engenheiro Naval | FGV - 2026 - AMAZUL - Engenheiro de Computação | FGV - 2026 - AMAZUL - Médico do Trabalho | FGV - 2026 - AMAZUL - Psicólogo | FGV - 2026 - AMAZUL - Analista de Infraestrutura de Tecnologia da Informação | FGV - 2026 - AMAZUL - Engenheiro de Controle da Qualidade | FGV - 2026 - AMAZUL - Analista de Negócios | FGV - 2026 - AMAZUL - Arquiteto | FGV - 2026 - AMAZUL - Auditor | FGV - 2026 - AMAZUL - Analista de Recursos Humanos | FGV - 2026 - AMAZUL - Engenheiro Ambiental | FGV - 2026 - AMAZUL - Engenheiro de Materiais | FGV - 2026 - AMAZUL - Especialista de Radioproteção | FGV - 2026 - AMAZUL - Engenheiro Nuclear | FGV - 2026 - AMAZUL - Engenheiro de Produção | FGV - 2026 - AMAZUL - Engenheiro Civil | FGV - 2026 - AMAZUL - Engenheiro Controle e Automação | FGV - 2026 - AMAZUL - Físico | FGV - 2026 - AMAZUL - Engenheiro Químico | FGV - 2026 - AMAZUL - Engenheiro de Telecomunicações | FGV - 2026 - AMAZUL - Engenheiro de Segurança do Trabalho | FGV - 2026 - AMAZUL - Engenheiro Eletricista | FGV - 2026 - AMAZUL - Engenheiro Eletrônico | FGV - 2026 - AMAZUL - Meteorologista | FGV - 2026 - AMAZUL - Químico | FGV - 2026 - AMAZUL - Tecnólogo em Fabricação Mecânica | FGV - 2026 - AMAZUL - Engenheiro de Energia | FGV - 2026 - AMAZUL - Engenheiro Mecânico |
Q3846042 Inglês
READ THE TEXT AND ANSWER THE FOLLOWING QUESTION


Social Dimensions of Climate Change


Extreme weather events are deeply intertwined with global patterns of inequality. The poorest and most vulnerable people bear the brunt of climate change impacts yet contribute the least to the crisis. As the impacts of climate change mount, millions of vulnerable people face disproportionate challenges in terms of loss of jobs; physical harm; disease; mental health effects; food insecurity; access to water; migration and forced displacement; loss of shelter, assets, and community ties, and other related risks.

Some people are more vulnerable to climate change than others. For example, workers in sectors such as agriculture, fishing, and tourism rely on natural resources that are particularly sensitive to increasingly unpredictable weather and seasonal patterns. Female-headed households, children, persons with disabilities, Indigenous Peoples and ethnic minorities, landless tenants, migrant workers, displaced persons, older people, and other socially marginalized groups often have fewer financial and other resources to cope with and recover from shocks which might threaten their wellbeing and the wellbeing of their families. The root causes of their vulnerability lie in a combination of their geographical locations; their financial, socio-economic, cultural, and social status; and their access to resources, services, and decision-making power.

The poor are often not just among the most vulnerable to climate change, but also disproportionately impacted by measures to address it. These impacts can include increased costs of living, loss of livelihoods, and limited access to resources and support systems, which exacerbate existing inequalities and poverty trends. In the absence of well-designed and citizen-centered policies, efforts to tackle climate change can have unintended consequences for the livelihoods of certain groups, including placing a higher financial burden on poor households […].

While much progress has been made on the science and the types of policies needed to support a transition to low carbon, climateresilient development, a challenge facing many countries is engaging citizens who are concerned that they will be unfairly impacted by climate policies. Citizen-centered programs play a vital role in ensuring that resources are used efficiently. Engaging people in shaping climate action is equally critical for achieving lasting impact. This means ensuring transparency, access to information, and active citizen engagement on climate risks and green growth. Such involvement can help build public support to reduce climate impacts, overcome behavioral and political barriers to decarbonization, as well as foster both new ideas and a sense of ownership over solutions.

Moreover, communities bring unique perspectives, skills, and a wealth of knowledge to the challenge of strengthening resilience and addressing climate change. They should be engaged as partners in resilience-building rather than being regarded merely as beneficiaries. Research and experience show that community leaders can successfully set priorities, influence ownership, as well as design and implement investment programs that are responsive to their community’s own needs. A 2022 report by the Intergovernmental Panel on Climate Change (IPCC) recognizes the value of diverse forms of knowledge — such as scientific, Indigenous, and local knowledge — in building climate resilience. Innovations in the architecture of climate finance can connect communities and marginalized groups to the policy, technical, and financial assistance that they need for locally relevant and effective development outcomes.


From: https://www.worldbank.org/en/topic/social-dimensions-of-climate-change 
The modal verb in “They should be engaged as partners” (5th paragraph) indicates a(n): 
Alternativas
Ano: 2026 Banca: FGV Órgão: AMAZUL Provas: FGV - 2026 - AMAZUL - Advogado | FGV - 2026 - AMAZUL - Contador | FGV - 2026 - AMAZUL - Designer Gráfico | FGV - 2026 - AMAZUL - Analista de Administração | FGV - 2026 - AMAZUL - Engenheiro Mecatrônico | FGV - 2026 - AMAZUL - Analista de Desenvolvimento de Sistemas | FGV - 2026 - AMAZUL - Engenheiro Naval | FGV - 2026 - AMAZUL - Engenheiro de Computação | FGV - 2026 - AMAZUL - Médico do Trabalho | FGV - 2026 - AMAZUL - Psicólogo | FGV - 2026 - AMAZUL - Analista de Infraestrutura de Tecnologia da Informação | FGV - 2026 - AMAZUL - Engenheiro de Controle da Qualidade | FGV - 2026 - AMAZUL - Analista de Negócios | FGV - 2026 - AMAZUL - Arquiteto | FGV - 2026 - AMAZUL - Auditor | FGV - 2026 - AMAZUL - Analista de Recursos Humanos | FGV - 2026 - AMAZUL - Engenheiro Ambiental | FGV - 2026 - AMAZUL - Engenheiro de Materiais | FGV - 2026 - AMAZUL - Especialista de Radioproteção | FGV - 2026 - AMAZUL - Engenheiro Nuclear | FGV - 2026 - AMAZUL - Engenheiro de Produção | FGV - 2026 - AMAZUL - Engenheiro Civil | FGV - 2026 - AMAZUL - Engenheiro Controle e Automação | FGV - 2026 - AMAZUL - Físico | FGV - 2026 - AMAZUL - Engenheiro Químico | FGV - 2026 - AMAZUL - Engenheiro de Telecomunicações | FGV - 2026 - AMAZUL - Engenheiro de Segurança do Trabalho | FGV - 2026 - AMAZUL - Engenheiro Eletricista | FGV - 2026 - AMAZUL - Engenheiro Eletrônico | FGV - 2026 - AMAZUL - Meteorologista | FGV - 2026 - AMAZUL - Químico | FGV - 2026 - AMAZUL - Tecnólogo em Fabricação Mecânica | FGV - 2026 - AMAZUL - Engenheiro de Energia | FGV - 2026 - AMAZUL - Engenheiro Mecânico |
Q3846041 Inglês
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Social Dimensions of Climate Change


Extreme weather events are deeply intertwined with global patterns of inequality. The poorest and most vulnerable people bear the brunt of climate change impacts yet contribute the least to the crisis. As the impacts of climate change mount, millions of vulnerable people face disproportionate challenges in terms of loss of jobs; physical harm; disease; mental health effects; food insecurity; access to water; migration and forced displacement; loss of shelter, assets, and community ties, and other related risks.

Some people are more vulnerable to climate change than others. For example, workers in sectors such as agriculture, fishing, and tourism rely on natural resources that are particularly sensitive to increasingly unpredictable weather and seasonal patterns. Female-headed households, children, persons with disabilities, Indigenous Peoples and ethnic minorities, landless tenants, migrant workers, displaced persons, older people, and other socially marginalized groups often have fewer financial and other resources to cope with and recover from shocks which might threaten their wellbeing and the wellbeing of their families. The root causes of their vulnerability lie in a combination of their geographical locations; their financial, socio-economic, cultural, and social status; and their access to resources, services, and decision-making power.

The poor are often not just among the most vulnerable to climate change, but also disproportionately impacted by measures to address it. These impacts can include increased costs of living, loss of livelihoods, and limited access to resources and support systems, which exacerbate existing inequalities and poverty trends. In the absence of well-designed and citizen-centered policies, efforts to tackle climate change can have unintended consequences for the livelihoods of certain groups, including placing a higher financial burden on poor households […].

While much progress has been made on the science and the types of policies needed to support a transition to low carbon, climateresilient development, a challenge facing many countries is engaging citizens who are concerned that they will be unfairly impacted by climate policies. Citizen-centered programs play a vital role in ensuring that resources are used efficiently. Engaging people in shaping climate action is equally critical for achieving lasting impact. This means ensuring transparency, access to information, and active citizen engagement on climate risks and green growth. Such involvement can help build public support to reduce climate impacts, overcome behavioral and political barriers to decarbonization, as well as foster both new ideas and a sense of ownership over solutions.

Moreover, communities bring unique perspectives, skills, and a wealth of knowledge to the challenge of strengthening resilience and addressing climate change. They should be engaged as partners in resilience-building rather than being regarded merely as beneficiaries. Research and experience show that community leaders can successfully set priorities, influence ownership, as well as design and implement investment programs that are responsive to their community’s own needs. A 2022 report by the Intergovernmental Panel on Climate Change (IPCC) recognizes the value of diverse forms of knowledge — such as scientific, Indigenous, and local knowledge — in building climate resilience. Innovations in the architecture of climate finance can connect communities and marginalized groups to the policy, technical, and financial assistance that they need for locally relevant and effective development outcomes.


From: https://www.worldbank.org/en/topic/social-dimensions-of-climate-change 
The verb in “efforts to tackle climate change” (3rd paragraph) is semantically equivalent to: 
Alternativas
Respostas
121: D
122: C
123: B
124: E
125: B
126: D
127: E
128: E
129: D
130: C
131: A
132: A
133: D
134: A
135: A
136: B
137: B
138: C
139: C
140: C