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Q3233823 Pedagogia
Ao caracterizar o letramento como um continuum, Mortatti (2004) entende que ele
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Q3233822 Pedagogia
“Gosto de ser gente porque, inacabado, sei que sou um ser condicionado mas, consciente do inacabamento, sei que posso ir mais além dele”, afirma Paulo Freire (1996). Para o autor, essa é a diferença profunda entre 
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Q3233821 Pedagogia
Uma equipe escolar está rediscutindo seu Projeto Pedagógico (PP), buscando torná-lo mais expressivo para a comunidade. Para isso, fizeram a leitura compartilhada do texto de Giglio (2006) e encontraram um trecho especialmente convergente com o que a equipe quer. Nele, apresenta-se o PP de um ponto de vista legal, observando que o documento “institui um lugar de visibilidade para a escola no conjunto do sistema tornando-a oficialmente portadora de uma identidade singular”. A equipe compreendeu acertadamente que essa identidade singular se deve à operação que dá materialidade ao PP, na medida em que provoca
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Q3233820 Pedagogia
Luckesi (1998) problematiza um conceito que se configura “pela observação, obtenção, análise e síntese dos dados ou informações que delimitam o objeto ou ato com o qual se está trabalhando”. Por isso, “encerra-se no momento em que o objeto ou ato de investigação chega a ser configurado, sinteticamente, no pensamento abstrato, isto é, no momento em que se chega à conclusão que tal objeto ou ato possui determinada configuração”. Esse conceito criticado pelo autor é o de 
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Q3233819 Pedagogia
De acordo com Fleuri (2009), a inclusão de pessoas com diferentes possibilidades e limites nos processos educativos exige, além do atendimento às necessidades individuais, práticas e contextos que promovam a manifestação polifônica e reconhecimento polissêmico, crítico e criativo entre todos. Nesses contextos, o educador precisa favorecer que os sujeitos “se reconheçam e se auto- -organizem em relação de reciprocidade entre si e com o próprio ambiente sociocultural”, assumindo a tarefa de prever e preparar recursos capazes de
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Q3233818 Pedagogia
Buckingham (2010) observa que a escola enfrenta desafios cada vez mais amplos diante das mídias digitais, sendo que “uma questão-chave [...] concerne ao seu papel no enfrentamento das desigualdades de acesso à tecnologia surgida na sociedade”. Para o autor, acesso, nesse sentido, deve ser pensado como
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Q3233817 Pedagogia
De acordo com León (in Freitas, 2005), os conceitos de adolescência e juventude correspondem a
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Q3233816 Pedagogia
Leia o excerto a seguir, adaptado de Paro (2001):

Se entendermos _____________ nesse sentido mais elevado de mediação para a construção e exercício da liberdade social, englobando todos os meios e esforços que se utilizam para concretizar o entendimento entre grupos e pessoas, a partir de valores construídos historicamente, podemos dizer que essa dimensão social dos objetivos da escola se sintetiza ______________.

Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas.
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Q3233815 Pedagogia
Almeida e Silva (2018) afirmam que “o Currículo é o espaço programado onde se exerce o afeto escolar”. Os autores entendem esse afeto no sentido de ser
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Q3233814 Pedagogia
A respeito do tema da violência na escola, Abramovay (2012) afirma que a escola
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Q3233812 Português

Leia a tira para responder à questão. 



Q8_9.png (441×370)

(Charles M. Schulz. Peanuts. Disponível em: https://www.facebook.com/tirinhasinteligentess. 01.08.2020. Adaptado)

Nas falas dos 2o e 3o quadrinhos “Ninguém pode ser tão feliz!” e “Talvez ela esteja certa…”, as palavras destacadas expressam, correta e respectivamente, circunstâncias de:
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Q3233810 Português
Leia o texto para responder à questão.


    Se alguém quer aprender a tocar um instrumento, precisa fazer aulas e praticar. Se a meta é fortalecer os músculos, é fundamental se exercitar com regularidade. Para quem quer ser mais feliz – no trabalho e na vida – a lógica é a mesma: é necessário estimular o cérebro.

    Juliana Sawaia, cientista de dados e pesquisadora sobre felicidade no trabalho, explica que a felicidade é um sentimento construído e influenciado por fatores internos e externos. No trabalho, ela passa por motivos como engajamento, paixão e satisfação com o ambiente e a função exercida.

    “Não dá para definir se alguém é feliz ou não como se fosse uma pergunta de sim ou não. É uma questão que engloba inúmeros elementos que variam de tempos em tempos para cada profissional”, explica.

    Um estudo norte-americano mostrou que os brasileiros têm experimentado emoções negativas no trabalho. Os dados colocaram o Brasil em quarto lugar entre os países com os trabalhadores mais tristes da América Latina.

    Não existe fórmula mágica que possa agradar a todos e transformar os trabalhadores em pessoas mais felizes. As exigências mudam bastante de um ser humano para outro. Mas, como uma habilidade, a felicidade pode ser construída no dia a dia. Juliana destaca que, além das responsabilidades das organizações, o profissional também precisa ter a intencionalidade para encontrar o bem-estar.

    “A felicidade é um alvo que muda muito. Talvez o que te faz feliz hoje não vá causar o mesmo sentimento amanhã e vice-versa. O ponto é entender no dia a dia como você pode ser um pouco mais feliz”, comenta. 


(Geovanna Hora. “Pesquisadora da felicidade indica 5 hábitos para ser mais feliz no trabalho; veja quais são”. Disponível em: https://www.estadao.com.br. 02.01.2025. Adaptado)
No trecho do 4o parágrafo “... os brasileiros têm experimentado emoções negativas no trabalho.” a expressão destacada pode ser substituída, preservando seu sentido bem como a norma-padrão da língua portuguesa, por:
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Q3233808 Português
Leia o texto para responder à questão.


    Se alguém quer aprender a tocar um instrumento, precisa fazer aulas e praticar. Se a meta é fortalecer os músculos, é fundamental se exercitar com regularidade. Para quem quer ser mais feliz – no trabalho e na vida – a lógica é a mesma: é necessário estimular o cérebro.

    Juliana Sawaia, cientista de dados e pesquisadora sobre felicidade no trabalho, explica que a felicidade é um sentimento construído e influenciado por fatores internos e externos. No trabalho, ela passa por motivos como engajamento, paixão e satisfação com o ambiente e a função exercida.

    “Não dá para definir se alguém é feliz ou não como se fosse uma pergunta de sim ou não. É uma questão que engloba inúmeros elementos que variam de tempos em tempos para cada profissional”, explica.

    Um estudo norte-americano mostrou que os brasileiros têm experimentado emoções negativas no trabalho. Os dados colocaram o Brasil em quarto lugar entre os países com os trabalhadores mais tristes da América Latina.

    Não existe fórmula mágica que possa agradar a todos e transformar os trabalhadores em pessoas mais felizes. As exigências mudam bastante de um ser humano para outro. Mas, como uma habilidade, a felicidade pode ser construída no dia a dia. Juliana destaca que, além das responsabilidades das organizações, o profissional também precisa ter a intencionalidade para encontrar o bem-estar.

    “A felicidade é um alvo que muda muito. Talvez o que te faz feliz hoje não vá causar o mesmo sentimento amanhã e vice-versa. O ponto é entender no dia a dia como você pode ser um pouco mais feliz”, comenta. 


(Geovanna Hora. “Pesquisadora da felicidade indica 5 hábitos para ser mais feliz no trabalho; veja quais são”. Disponível em: https://www.estadao.com.br. 02.01.2025. Adaptado)
Assinale a alternativa em que está reescrito em conformidade com a norma-padrão de emprego da vírgula o seguinte trecho do 4o parágrafo: “Os dados colocaram o Brasil em quarto lugar entre os países com os trabalhadores mais tristes da América Latina.”
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Q3233807 Português
Leia o texto para responder à questão.


    Se alguém quer aprender a tocar um instrumento, precisa fazer aulas e praticar. Se a meta é fortalecer os músculos, é fundamental se exercitar com regularidade. Para quem quer ser mais feliz – no trabalho e na vida – a lógica é a mesma: é necessário estimular o cérebro.

    Juliana Sawaia, cientista de dados e pesquisadora sobre felicidade no trabalho, explica que a felicidade é um sentimento construído e influenciado por fatores internos e externos. No trabalho, ela passa por motivos como engajamento, paixão e satisfação com o ambiente e a função exercida.

    “Não dá para definir se alguém é feliz ou não como se fosse uma pergunta de sim ou não. É uma questão que engloba inúmeros elementos que variam de tempos em tempos para cada profissional”, explica.

    Um estudo norte-americano mostrou que os brasileiros têm experimentado emoções negativas no trabalho. Os dados colocaram o Brasil em quarto lugar entre os países com os trabalhadores mais tristes da América Latina.

    Não existe fórmula mágica que possa agradar a todos e transformar os trabalhadores em pessoas mais felizes. As exigências mudam bastante de um ser humano para outro. Mas, como uma habilidade, a felicidade pode ser construída no dia a dia. Juliana destaca que, além das responsabilidades das organizações, o profissional também precisa ter a intencionalidade para encontrar o bem-estar.

    “A felicidade é um alvo que muda muito. Talvez o que te faz feliz hoje não vá causar o mesmo sentimento amanhã e vice-versa. O ponto é entender no dia a dia como você pode ser um pouco mais feliz”, comenta. 


(Geovanna Hora. “Pesquisadora da felicidade indica 5 hábitos para ser mais feliz no trabalho; veja quais são”. Disponível em: https://www.estadao.com.br. 02.01.2025. Adaptado)
Está empregada em sentido figurado a palavra destacada no seguinte trecho do texto:
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Q3233805 Português
Leia o texto para responder à questão.


    Se alguém quer aprender a tocar um instrumento, precisa fazer aulas e praticar. Se a meta é fortalecer os músculos, é fundamental se exercitar com regularidade. Para quem quer ser mais feliz – no trabalho e na vida – a lógica é a mesma: é necessário estimular o cérebro.

    Juliana Sawaia, cientista de dados e pesquisadora sobre felicidade no trabalho, explica que a felicidade é um sentimento construído e influenciado por fatores internos e externos. No trabalho, ela passa por motivos como engajamento, paixão e satisfação com o ambiente e a função exercida.

    “Não dá para definir se alguém é feliz ou não como se fosse uma pergunta de sim ou não. É uma questão que engloba inúmeros elementos que variam de tempos em tempos para cada profissional”, explica.

    Um estudo norte-americano mostrou que os brasileiros têm experimentado emoções negativas no trabalho. Os dados colocaram o Brasil em quarto lugar entre os países com os trabalhadores mais tristes da América Latina.

    Não existe fórmula mágica que possa agradar a todos e transformar os trabalhadores em pessoas mais felizes. As exigências mudam bastante de um ser humano para outro. Mas, como uma habilidade, a felicidade pode ser construída no dia a dia. Juliana destaca que, além das responsabilidades das organizações, o profissional também precisa ter a intencionalidade para encontrar o bem-estar.

    “A felicidade é um alvo que muda muito. Talvez o que te faz feliz hoje não vá causar o mesmo sentimento amanhã e vice-versa. O ponto é entender no dia a dia como você pode ser um pouco mais feliz”, comenta. 


(Geovanna Hora. “Pesquisadora da felicidade indica 5 hábitos para ser mais feliz no trabalho; veja quais são”. Disponível em: https://www.estadao.com.br. 02.01.2025. Adaptado)
No 1o parágrafo do texto, a autora apresenta
Alternativas
Q3233804 Português
Leia o texto para responder à questão.


    Se alguém quer aprender a tocar um instrumento, precisa fazer aulas e praticar. Se a meta é fortalecer os músculos, é fundamental se exercitar com regularidade. Para quem quer ser mais feliz – no trabalho e na vida – a lógica é a mesma: é necessário estimular o cérebro.

    Juliana Sawaia, cientista de dados e pesquisadora sobre felicidade no trabalho, explica que a felicidade é um sentimento construído e influenciado por fatores internos e externos. No trabalho, ela passa por motivos como engajamento, paixão e satisfação com o ambiente e a função exercida.

    “Não dá para definir se alguém é feliz ou não como se fosse uma pergunta de sim ou não. É uma questão que engloba inúmeros elementos que variam de tempos em tempos para cada profissional”, explica.

    Um estudo norte-americano mostrou que os brasileiros têm experimentado emoções negativas no trabalho. Os dados colocaram o Brasil em quarto lugar entre os países com os trabalhadores mais tristes da América Latina.

    Não existe fórmula mágica que possa agradar a todos e transformar os trabalhadores em pessoas mais felizes. As exigências mudam bastante de um ser humano para outro. Mas, como uma habilidade, a felicidade pode ser construída no dia a dia. Juliana destaca que, além das responsabilidades das organizações, o profissional também precisa ter a intencionalidade para encontrar o bem-estar.

    “A felicidade é um alvo que muda muito. Talvez o que te faz feliz hoje não vá causar o mesmo sentimento amanhã e vice-versa. O ponto é entender no dia a dia como você pode ser um pouco mais feliz”, comenta. 


(Geovanna Hora. “Pesquisadora da felicidade indica 5 hábitos para ser mais feliz no trabalho; veja quais são”. Disponível em: https://www.estadao.com.br. 02.01.2025. Adaptado)
A partir das informações do texto, pode-se afirmar que 
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Q3226712 Pedagogia
O professor de AEE atua em parceria com o professor de sala de aula e com os demais setores da escola, com o objetivo de enriquecer o planejamento e estabelecer uma aprendizagem mais efetiva para o estudante que frequenta o AEE. A respeito dos aspectos a serem observados na relação com o professor da sala regular, analise as assertivas abaixo:

I. Verificar a forma de elaboração do planejamento diário do professor (tempo para elaboração e no próprio plano, a diversificação de estratégias, adequações curriculares, outros).
II. Conhecer a dinâmica da sala de aula, a forma como o professor organiza o espaço pedagógico e a realização das atividades escolares.
III. Observar os recursos e materiais pedagógicos utilizados pelo professor em sala de aula.

Quais são os itens corretos? 
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Q3226711 Pedagogia
O atendimento na sala de recursos ou multifuncional deve contar com um planejamento individual sobre as necessidades e especificidades de cada estudante em atendimento. A respeito desse tema, analise as assertivas abaixo, assinalando V se Verdadeiras ou F se Falsas.

( ) Estabelecer os objetivos geral e específicos, apresentando uma ou mais situações a serem trabalhadas ou desenvolvidas com o plano de ação no AEE.
( ) Especificar a estrutura do atendimento: frequência e duração.
( ) Verificar com o professor de sala de aula os conteúdos que devem ser realizados através de reforço escolar nos atendimentos.
( ) Diagnosticar e fornecer laudos sobre as deficiências clínicas do estudante através de questionários de pesquisa e entrevista familiar elaborada pelo mesmo.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo é: 
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Q3226710 Pedagogia
Ao pensar nas estratégias para trabalhar com uma criança com deficiência, em sala de recursos multifuncionais, o professor de Atendimento Educacional Especializado deve primeiramente: 
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Q3226709 Pedagogia
As diretrizes operacionais para o Atendimento Educacional Especializado na Educação Básica, modalidade Educação Especial, recomendam “identificar, elaborar, produzir, avaliar e executar estratégias de ensino, aprendizagem e recursos pedagógicos para o atendimento educacional especializado”. Essas orientações dizem respeito às atribuições do: 
Alternativas
Respostas
4701: C
4702: C
4703: D
4704: E
4705: B
4706: D
4707: D
4708: C
4709: B
4710: E
4711: A
4712: B
4713: B
4714: A
4715: E
4716: C
4717: D
4718: C
4719: D
4720: B