Questões de Concurso Para professor - matemática

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Q4132013 Linguística
Em sua obra Retórica, Aristóteles discorre sobre os três gêneros oratórios (deliberativo, judicial e epidítico), cuja tipologia passa por critérios funcionais, tais como o assunto de que se fala, quem fala, para quem fala, de onde se fala, e o fim (a finalidade) para o qual se fala. Esses elementos foram recepcionados - e eventualmente atualizados - em teorias linguístico-textuais posteriores, contemporâneas, como aquelas que descrevem os sete fatores pragmáticos de textualidade: intencionalidade, aceitabilidade, situacionalidade, informatividade, intertextualidade, coesão e coerência. Considerando tais fatores, quais podemos destacar estarem já presentes no núcleo da proposta teórica aristotélica?
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Q4132012 Português
O Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa de 1990 foi um projeto elaborado pelos países lusófonos com o objetivo de unificar a ortografia do português. Até então, Brasil e Portugal (além dos demais países africanos de língua portuguesa) seguiam regras diferentes de escrita, o que dificultava a produção editorial comum, a circulação de textos, o ensino e a padronização internacional da língua. O acordo foi assinado em 1990 pelos países membros da CPLP, mas enfrentou longos anos de debates e revisões até entrar efetivamente em vigor. No Brasil, sua implementação começou em 2009, tornando-se obrigatória a partir de 2016. Entre as mudanças mais conhecidas, compreende-se que passa a ser
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Q4132011 Português
Um texto pode ser considerado como uma malha de tecido (não à toa, falamos de sua tessitura), cujas linhas estruturantes amarram o tecido de tal forma que o tornam um todo significante, uma unidade de sentido. Dito de outra maneira, falamos de 
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Q4132010 Português
Leia o Texto 2 para responder à questão.


Texto 2


Becos da minha terra...

Amo tua paisagem triste, ausente e suja.

Teu ar sombrio.

Tua velha umidade andrajosa.

Teu lodo negro, esverdeado, escorregadio.

E a réstia de sol que ao meio-dia desce fugidia,

e semeias polmes dourados no teu lixo pobre,

calçando de ouro a sandália velha, jogada no monturo.

Amo a prantina silenciosa do teu fio de água,

Descendo de quintais escusos sem pressa,

e se sumindo depressa na brecha de um velho cano.

Amo a avenca delicada que renasce

Na frincha de teus muros empenados,

e a plantinha desvalida de caule mole

que se defende, viceja e floresce

no agasalho de tua sombra úmida e calada [...]


Trecho do poema “Becos de Goiás” de Cora Coralina. In: CORALINA, Cora. Poemas dos becos de Goiás e estórias mais. 23ª ed. São Paulo: Global, 2014, p. 92.
Considerando o trecho do poema de Cora Coralina — “E a réstia de sol que ao meio-dia desce fugidia e semeias polmes dourados no teu lixo pobre, calçando de ouro a sandália velha, jogada no monturo” —, as relações sintáticas entre as estruturas oracionais permitem perceber que 
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Q4132009 Português
Leia o Texto 2 para responder à questão.


Texto 2


Becos da minha terra...

Amo tua paisagem triste, ausente e suja.

Teu ar sombrio.

Tua velha umidade andrajosa.

Teu lodo negro, esverdeado, escorregadio.

E a réstia de sol que ao meio-dia desce fugidia,

e semeias polmes dourados no teu lixo pobre,

calçando de ouro a sandália velha, jogada no monturo.

Amo a prantina silenciosa do teu fio de água,

Descendo de quintais escusos sem pressa,

e se sumindo depressa na brecha de um velho cano.

Amo a avenca delicada que renasce

Na frincha de teus muros empenados,

e a plantinha desvalida de caule mole

que se defende, viceja e floresce

no agasalho de tua sombra úmida e calada [...]


Trecho do poema “Becos de Goiás” de Cora Coralina. In: CORALINA, Cora. Poemas dos becos de Goiás e estórias mais. 23ª ed. São Paulo: Global, 2014, p. 92.
Considere o verso “Amo tua paisagem triste, ausente e suja.” Com base no emprego da conjunção destacada no trecho anterior, e observando as regras de pontuação da língua portuguesa, compreende-se que
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Q4132008 Literatura
Leia o Texto 2 para responder à questão.


Texto 2


Becos da minha terra...

Amo tua paisagem triste, ausente e suja.

Teu ar sombrio.

Tua velha umidade andrajosa.

Teu lodo negro, esverdeado, escorregadio.

E a réstia de sol que ao meio-dia desce fugidia,

e semeias polmes dourados no teu lixo pobre,

calçando de ouro a sandália velha, jogada no monturo.

Amo a prantina silenciosa do teu fio de água,

Descendo de quintais escusos sem pressa,

e se sumindo depressa na brecha de um velho cano.

Amo a avenca delicada que renasce

Na frincha de teus muros empenados,

e a plantinha desvalida de caule mole

que se defende, viceja e floresce

no agasalho de tua sombra úmida e calada [...]


Trecho do poema “Becos de Goiás” de Cora Coralina. In: CORALINA, Cora. Poemas dos becos de Goiás e estórias mais. 23ª ed. São Paulo: Global, 2014, p. 92.
No trecho do poema “Becos de Goiás”, de Cora Coralina, o eu lírico descreve um cenário marcado por imagens de degradação — “paisagem triste, ausente e suja”, “velha umidade andrajosa”, “lodo negro, esverdeado, escorregadio”, “lixo pobre”. Ainda assim, a voz poética declara reiteradamente: “Amo…”. Qual efeito de sentido característico da obra da autora é gerado pelo contraste?
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Q4132007 Português
Leia o Texto 1 para responder à questão.


Texto 1


Todas as vezes em que se fala sobre a incrível capacidade humana de dominar a natureza – com os elogios de praxe à nossa inventividade e poderio e, mais ainda, o orgulho de uma racionalidade que se aproxima da petulância – Benauro Roberto de Oliveira, um paulista estudioso da história natural e social –, conta e reconta em suas competentes e concorridas aulas uma das lendárias manifestações que cercam a personalidade de Jacques-Yves Cousteau, o francês que se tornou o maior dos oceanógrafos do século 20.

Dizem que um jovem jornalista entrevistava Cousteau sobre o nosso temor aos tubarões e desejava saber quais as chances de um de nós escapar no enfrentamento direto com um desses estupendos animais. O cientista respondeu que as probabilidades de sair ileso eram nulas. O jornalista não se satisfez e perguntou, em sequência, se o tubarão atacaria se já estivesse alimentado, se fosse de noite, se estivéssemos numa jaula, se fôssemos muitos, se carregássemos um arpão, se entregássemos alguma isca etc.; a cada pergunta, a resposta de Cousteau era a mesma: o bicho atacará de qualquer modo. Irritado, o jovem bradou: mas isso não tem lógica! Com paciência, o genial pesquisador dos mares retrucou: Tem sim, mas é a lógica do tubarão...

É preciso lembrar insistentemente a sabedoria emanada dos muitos modos como a vida se expressa no planeta no qual habitamos (e que muitos preferem chamar de “nosso” planeta, com uma dissimulada satisfação de dono): não somos proprietários, e sim usuários compartilhantes. Podemos, em alguns momentos da nossa história, imaginar que controlamos, dominamos e possuímos sem restrições tudo que nesta terra está, com uma ilusão fugaz de invulnerável soberania [...].


CORTELLA, M. S. Não espere pelo Epitáfio!: Provações filosóficas. 16 ed. Petrópolis/RJ: Vozes Nobilis, 2014, p. 31. 
O modo de organização do discurso e a natureza do raciocínio empreendido pelo filósofo Mário Sérgio Cortella, valendo-se da voz do estudioso Benauro Robert de Oliveira diante da experiência vivida por Jacques-Yves Cousteau, consistem em um raciocínio
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Q4132006 Português
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Texto 1


Todas as vezes em que se fala sobre a incrível capacidade humana de dominar a natureza – com os elogios de praxe à nossa inventividade e poderio e, mais ainda, o orgulho de uma racionalidade que se aproxima da petulância – Benauro Roberto de Oliveira, um paulista estudioso da história natural e social –, conta e reconta em suas competentes e concorridas aulas uma das lendárias manifestações que cercam a personalidade de Jacques-Yves Cousteau, o francês que se tornou o maior dos oceanógrafos do século 20.

Dizem que um jovem jornalista entrevistava Cousteau sobre o nosso temor aos tubarões e desejava saber quais as chances de um de nós escapar no enfrentamento direto com um desses estupendos animais. O cientista respondeu que as probabilidades de sair ileso eram nulas. O jornalista não se satisfez e perguntou, em sequência, se o tubarão atacaria se já estivesse alimentado, se fosse de noite, se estivéssemos numa jaula, se fôssemos muitos, se carregássemos um arpão, se entregássemos alguma isca etc.; a cada pergunta, a resposta de Cousteau era a mesma: o bicho atacará de qualquer modo. Irritado, o jovem bradou: mas isso não tem lógica! Com paciência, o genial pesquisador dos mares retrucou: Tem sim, mas é a lógica do tubarão...

É preciso lembrar insistentemente a sabedoria emanada dos muitos modos como a vida se expressa no planeta no qual habitamos (e que muitos preferem chamar de “nosso” planeta, com uma dissimulada satisfação de dono): não somos proprietários, e sim usuários compartilhantes. Podemos, em alguns momentos da nossa história, imaginar que controlamos, dominamos e possuímos sem restrições tudo que nesta terra está, com uma ilusão fugaz de invulnerável soberania [...].


CORTELLA, M. S. Não espere pelo Epitáfio!: Provações filosóficas. 16 ed. Petrópolis/RJ: Vozes Nobilis, 2014, p. 31. 
A crase é um fenômeno linguístico que marca, por meio do acento grave, uma fusão de vogais idênticas e contíguas (a + a = à). Em geral, trata-se de uma relação de regência que demanda uma preposição a + o artigo definido feminino a, podendo ocorrer também, no entanto, com pronomes demonstrativos (àquele, àquela, àquilo) e, ainda, com pronomes relativos (à qual, às quais). A respeito do caso de sua ocorrência no trecho “Todas as vezes em que se fala sobre a incrível capacidade humana de dominar a natureza – com os elogios de praxe à nossa inventividade e poderio e, mais ainda, o orgulho de uma racionalidade que se aproxima da petulância […]”, e em observância às regras de uso obrigatório e facultativo, a crase, nesse caso, é 
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Q4132005 Português
Leia o Texto 1 para responder à questão.


Texto 1


Todas as vezes em que se fala sobre a incrível capacidade humana de dominar a natureza – com os elogios de praxe à nossa inventividade e poderio e, mais ainda, o orgulho de uma racionalidade que se aproxima da petulância – Benauro Roberto de Oliveira, um paulista estudioso da história natural e social –, conta e reconta em suas competentes e concorridas aulas uma das lendárias manifestações que cercam a personalidade de Jacques-Yves Cousteau, o francês que se tornou o maior dos oceanógrafos do século 20.

Dizem que um jovem jornalista entrevistava Cousteau sobre o nosso temor aos tubarões e desejava saber quais as chances de um de nós escapar no enfrentamento direto com um desses estupendos animais. O cientista respondeu que as probabilidades de sair ileso eram nulas. O jornalista não se satisfez e perguntou, em sequência, se o tubarão atacaria se já estivesse alimentado, se fosse de noite, se estivéssemos numa jaula, se fôssemos muitos, se carregássemos um arpão, se entregássemos alguma isca etc.; a cada pergunta, a resposta de Cousteau era a mesma: o bicho atacará de qualquer modo. Irritado, o jovem bradou: mas isso não tem lógica! Com paciência, o genial pesquisador dos mares retrucou: Tem sim, mas é a lógica do tubarão...

É preciso lembrar insistentemente a sabedoria emanada dos muitos modos como a vida se expressa no planeta no qual habitamos (e que muitos preferem chamar de “nosso” planeta, com uma dissimulada satisfação de dono): não somos proprietários, e sim usuários compartilhantes. Podemos, em alguns momentos da nossa história, imaginar que controlamos, dominamos e possuímos sem restrições tudo que nesta terra está, com uma ilusão fugaz de invulnerável soberania [...].


CORTELLA, M. S. Não espere pelo Epitáfio!: Provações filosóficas. 16 ed. Petrópolis/RJ: Vozes Nobilis, 2014, p. 31. 
No trecho, “É preciso lembrar insistentemente a sabedoria emanada dos muitos modos como a vida se expressa no planeta no qual habitamos […]”, a expressão em destaque
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Q4126698 Matemática
As funções exponencial f(x) = aX e logarítmica g(x) = log_a(x), com a > 0 e a ≠ 1, articulam propriedades específicas de domínio, imagem e comportamento. Acerca dessas funções, registre V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:

(__)A função exponencial f(x) = aX apresenta domínio igual ao conjunto dos números reais positivos (R+ * ) e imagem igual ao conjunto dos números reais (R), por definição usual da função.
(__)A função logarítmica g(x) = log_a(x) apresenta domínio igual ao conjunto dos números reais positivos (R +* ) e imagem igual ao conjunto dos números reais (R), por definição usual da função.
(__)Para a > 1, a função exponencial f(x) = aX é crescente em todo o seu domínio, e a função logarítmica g(x) = log_a(x) também é crescente em todo o seu domínio.
(__)Para 0 < a < 1, a função exponencial f(x) = aX é crescente, e a função logarítmica g(x) = log_a(x) também é crescente em todo o seu domínio.

Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
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Q4126697 Pedagogia
As perspectivas inovadoras no currículo e na avaliação em matemática articulam concepções sobre o ensino, a aprendizagem e os processos formativos dos estudantes. Sobre essas perspectivas, analise as afirmativas a seguir:

I.As perspectivas inovadoras no currículo de matemática orientam-se pela memorização mecânica de fórmulas e procedimentos, com a resolução de problemas e a contextualização ocupando posição secundária no trabalho pedagógico contemporâneo.
II.A avaliação formativa em matemática articula instrumentos diversificados ao longo do processo de aprendizagem, oferecendo retorno aos estudantes e subsidiando o ajuste das intervenções didáticas pelo professor durante o trabalho pedagógico.
III.As perspectivas curriculares contemporâneas, articuladas a documentos como a BNCC, organizam o trabalho com matemática em torno de competências e habilidades, articulando os conhecimentos matemáticos a contextos de aplicação e a outras áreas do conhecimento.

Está correto o que se afirma em:
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Q4126696 Matemática
Uma equipe de 6 operários, trabalhando 8 horas por dia, executou determinada obra em 15 dias. Considerando o mesmo ritmo de trabalho, deseja-se calcular em quantos dias 9 operários executariam uma obra equivalente trabalhando 10 horas por dia. A respeito do problema, assinale a alternativa correta.
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Q4126695 Matemática Financeira
Um capital de R$5.000,00 é aplicado por 2 anos a juros compostos, com taxa de 10% ao ano e capitalização anual. A respeito do montante final dessa aplicação, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4126694 Matemática
Os conjuntos numéricos articulam relações de pertinência, inclusão e igualdade que estruturam a localização dos números na reta real. Acerca dos conjuntos numéricos e suas relações, registre V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:

(__)O conjunto dos números racionais (Q) contém todos os números que podem ser representados como razão entre dois inteiros, com denominador diferente de zero, incluindo decimais finitos e dízimas periódicas.
(__)Todo número inteiro é também racional, de modo que vale a relação de inclusão Z ⊂ Q entre os conjuntos dos inteiros e dos racionais na reta real.
(__)O número √2 pertence ao conjunto dos números racionais, podendo ser representado de forma exata como razão entre dois números inteiros conforme a definição usual de número racional.
(__)O conjunto dos números reais (R) corresponde à união dos conjuntos dos racionais (Q) e dos irracionais (I), com cada ponto da reta real associado a exatamente um número real.

 Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
Alternativas
Q4126693 Matemática
Considere a circunferência de equação x² + y² - 6x + 4y - 12 = 0, no plano cartesiano. Sobre o centro e o raio dessa circunferência, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4126692 Pedagogia
As perspectivas metodológicas inovadoras no ensino de matemática articulam recursos e abordagens que ampliam as possibilidades de aprendizagem dos estudantes. Sobre essas perspectivas, analise as afirmativas a seguir:

I.O uso da calculadora e de tecnologias digitais, no ensino de matemática, contribui para a exploração de conjecturas, a verificação de propriedades e o foco em raciocínios matemáticos, articulando-se à mediação docente nas atividades propostas em sala de aula.
II.O uso de material concreto e manipulativo no ensino de matemática contribui para a aprendizagem como elemento decorativo das aulas, com função visual e ornamental no espaço escolar, sem articulação com os conceitos matemáticos abordados em sala.
III.A resolução de problemas, como abordagem metodológica, articula-se à formulação, investigação e validação de soluções pelos estudantes, configurando-se como eixo organizador do trabalho pedagógico em matemática nas perspectivas atuais.

Está correto o que se afirma em:
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Q4126691 Matemática
Dois sinais luminosos piscam em intervalos regulares: o primeiro a cada 36 segundos e o segundo a cada 60 segundos. Em um determinado instante, ambos piscam simultaneamente. A respeito da próxima ocorrência simultânea desses sinais, assinale a alternativa correta.
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Q4126690 Matemática
Em um triângulo retângulo, um dos ângulos agudos mede 30° e a hipotenusa tem comprimento igual a 10 cm. Considerando os valores notáveis do seno, cosseno e tangente desse ângulo, assinale a alternativa correta sobre os comprimentos dos catetos do triângulo.
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Q4126689 Matemática
Considere a equação polinomial p(x) = x³ - 6x² + 11x - 6 = 0, com raízes reais x1, x2 e x3. Sobre essa equação polinomial, analise as afirmativas a seguir.

I.As raízes da equação p(x) = 0 são x1 = 1, x2 = 2 e x3 = 3, conforme verificação direta da substituição desses valores no polinômio dado.
II.A soma das raízes de p(x) = 0 é igual a 6, valor coerente com a relação de Girard que estabelece x1 + x2 + x3 = -b/a para uma equação polinomial de terceiro grau na forma ax³ + bx² + cx + d = 0.
III.O produto das raízes de p(x) = 0 é igual a 6, valor coerente com a relação de Girard que estabelece x1 · x2 · x3 = -d/a para uma equação polinomial de terceiro grau na forma ax³ + bx² + cx + d = 0.

Está correto o que se afirma em:
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Q4126688 História
A história da matemática oferece elementos para situações didáticas que articulam o desenvolvimento dos conceitos matemáticos com seus contextos sociais e culturais. Acerca da história da matemática aplicada ao ensino, registre V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:

(__)Os Elementos de Euclides, escritos no século XIX d.C. por matemáticos europeus iluministas, introduziram pela primeira vez na história a notação algébrica e a estrutura dos números reais como sistema axiomático.
(__)Os Elementos de Euclides, escritos por volta do século III a.C., sistematizaram resultados da geometria grega em treze livros, articulando definições, postulados, axiomas e proposições demonstradas a partir desses fundamentos.

(__)A introdução do sistema de numeração decimal posicional, com algarismos hindu-arábicos, ocorreu na Europa apenas no século XIX, com publicações de matemáticos franceses durante o período da Revolução Industrial em Paris.
(__)A história da matemática, como recurso didático, contribui para a contextualização dos conceitos matemáticos, articulando o ensino aos contextos culturais nos quais os saberes matemáticos foram produzidos historicamente.

Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
Alternativas
Respostas
281: B
282: D
283: C
284: B
285: A
286: D
287: A
288: C
289: C
290: A
291: C
292: C
293: D
294: A
295: C
296: C
297: D
298: C
299: C
300: D