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Q2134128 Matemática
Um restaurante vende 40 refeições diariamente, a um custo de R$ 10,00 cada. Buscando ampliar seu faturamento, identificou-se, por meio de uma pesquisa, que, para cada real de desconto dado no preço da refeição haveria um aumento de 20 refeições nas vendas diárias. E, para atender adequadamente os novos clientes, seria necessário ampliar o quadro de funcionários, o que acarretaria um gasto extra de R$ 2,00 por cada nova refeição vendida (o gasto extra incide apenas nas refeições que ultrapassem as 40 já vendidas diariamente). Assim, o faturamento máximo que o restaurante pode obter diariamente é
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Q2134127 Matemática
A herança deixada por um pai exigia que sua fortuna fosse dividida de maneira proporcional às idades dos três herdeiros. Sabendo que, no momento da divisão, os herdeiros estavam com 12, 15 e 18 anos de idade, qual percentual da fortuna foi deixado ao filho mais velho?
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Q2134122 Português
Leia o Texto I, a seguir para responder a questão.

Texto I

A espiritualidade das pedras

Meu Deus, como ter um "eu" cansa! Os místicos têm razão. Não é necessário ser um "crente" para ver isso, basta ter algum senso de ridículo para ver o quão cansativo é satisfazer o "eu". E a modernidade é toda uma sinfonia (ou melhor, uma "diafonia", contrário da sinfonia) para este pequeno "eu" infantil.

Outro dia, contemplava pessoas num aeroporto embarcando para os EUA com malas vazias para poder comprar um monte de coisas lá. Que vergonha. É o tal do "eu" que faz isso. Ele precisa comprar, adquirir, sentir-se tendo vantagem em tudo. O "eu" sente um "frisson" num outlet baratinho em Miami. [...]

A filosofia inglesa tem uma expressão muito boa que é "wants", para se referir a nossas necessidades a serem satisfeitas. Poderíamos traduzir de modo livre por "quereres". O "eu" é um poço sem fundo de "wants". Isso me deprime um tanto.

Como dizia acima, a modernidade é toda feita para servir ao pequeno autoritário, o "eu": ele exige mais sucesso, mais autoestima, mais saúde, mais dinheiro, mais beleza, mais celulares, mais viagens, mais consumo, mais direitos, mais rapidez, mais eficiência, mais atenção, mais reconhecimento, mais equilíbrio, melhor alimentação, mais espiritualidade para que ele não se sinta um materialista grosseiro. [...]

Outra armadilha típica do mundinho do "eu" é a idolatria do desejo. A filosofia sempre problematizou o desejo como modo de escravidão, e isso nada tem a ver com a dita repressão cristã (que nem foi o cristianismo que inventou) do desejo. [...]

O "eu" falante inunda o mundo com seu ruído. O "eu" mais discreto tece um silêncio que desperta o interesse em conhecê-lo. Mas hoje vivemos num mundo da falação de si, como numa espécie de contínuo striptease da alma. O corpo nu é mais interessante do que a alma que se oferece. Por isso toda poesia sincera é ruim (Oscar Wilde). O "eu" deve agir como as mulheres quando fecham as pernas em sinal de pudor e vergonha.

A alta literatura espiritual, oriental ou ocidental, há muito compreende o ridículo do culto ao "eu". Uma leveza peculiar está presente em narrativas gregas (neoplatonismo), budistas (o "eu" como prisão) ou místicas (cristã, judaica ou islâmica).

Conceitos como "aniquilamento" (anéantissement, comum em textos franceses entre os séculos 14 e 17), "desprendimento" (abegescheidenheit, em alemão medieval) e "aphalé panta" (grego antigo) descrevem exatamente esse processo de superação da obsessão do "eu" por si mesmo.

A leveza nasce da sensação de que atender ao "eu" é uma prisão maior do que atender ao mundo, porque do "eu" nunca nos libertamos quando queremos servi-lo. Ele está em toda parte como um deus ressentido.

Por isso, um autor como Nikos Kazantzakis, em seu primoroso "Ascese", diz que apenas quando não queremos nada, quando não desejamos nada é que somos livres. Muito próximo dele, o filósofo epicurista André Comte-Sponville, no seu maior livro, "Tratado do Desespero e da Beatitude", defende o "des-espero" como superação de uma vida pautada por expectativas.

Entre as piores expectativas está a da vida eterna. Espero que ao final o descanso das pedras nos espere. Amém.

PONDÉ, Luiz Felipe. A espiritualidade das pedras. Folha de S. Paulo, São Paulo, 29 de julho de 2013. 
No sexto parágrafo, a palavra “mas” estabelece uma oposição que pode ser depreendida lexicalmente por meio do par
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Q2134121 Português
Leia o Texto I, a seguir para responder a questão.

Texto I

A espiritualidade das pedras

Meu Deus, como ter um "eu" cansa! Os místicos têm razão. Não é necessário ser um "crente" para ver isso, basta ter algum senso de ridículo para ver o quão cansativo é satisfazer o "eu". E a modernidade é toda uma sinfonia (ou melhor, uma "diafonia", contrário da sinfonia) para este pequeno "eu" infantil.

Outro dia, contemplava pessoas num aeroporto embarcando para os EUA com malas vazias para poder comprar um monte de coisas lá. Que vergonha. É o tal do "eu" que faz isso. Ele precisa comprar, adquirir, sentir-se tendo vantagem em tudo. O "eu" sente um "frisson" num outlet baratinho em Miami. [...]

A filosofia inglesa tem uma expressão muito boa que é "wants", para se referir a nossas necessidades a serem satisfeitas. Poderíamos traduzir de modo livre por "quereres". O "eu" é um poço sem fundo de "wants". Isso me deprime um tanto.

Como dizia acima, a modernidade é toda feita para servir ao pequeno autoritário, o "eu": ele exige mais sucesso, mais autoestima, mais saúde, mais dinheiro, mais beleza, mais celulares, mais viagens, mais consumo, mais direitos, mais rapidez, mais eficiência, mais atenção, mais reconhecimento, mais equilíbrio, melhor alimentação, mais espiritualidade para que ele não se sinta um materialista grosseiro. [...]

Outra armadilha típica do mundinho do "eu" é a idolatria do desejo. A filosofia sempre problematizou o desejo como modo de escravidão, e isso nada tem a ver com a dita repressão cristã (que nem foi o cristianismo que inventou) do desejo. [...]

O "eu" falante inunda o mundo com seu ruído. O "eu" mais discreto tece um silêncio que desperta o interesse em conhecê-lo. Mas hoje vivemos num mundo da falação de si, como numa espécie de contínuo striptease da alma. O corpo nu é mais interessante do que a alma que se oferece. Por isso toda poesia sincera é ruim (Oscar Wilde). O "eu" deve agir como as mulheres quando fecham as pernas em sinal de pudor e vergonha.

A alta literatura espiritual, oriental ou ocidental, há muito compreende o ridículo do culto ao "eu". Uma leveza peculiar está presente em narrativas gregas (neoplatonismo), budistas (o "eu" como prisão) ou místicas (cristã, judaica ou islâmica).

Conceitos como "aniquilamento" (anéantissement, comum em textos franceses entre os séculos 14 e 17), "desprendimento" (abegescheidenheit, em alemão medieval) e "aphalé panta" (grego antigo) descrevem exatamente esse processo de superação da obsessão do "eu" por si mesmo.

A leveza nasce da sensação de que atender ao "eu" é uma prisão maior do que atender ao mundo, porque do "eu" nunca nos libertamos quando queremos servi-lo. Ele está em toda parte como um deus ressentido.

Por isso, um autor como Nikos Kazantzakis, em seu primoroso "Ascese", diz que apenas quando não queremos nada, quando não desejamos nada é que somos livres. Muito próximo dele, o filósofo epicurista André Comte-Sponville, no seu maior livro, "Tratado do Desespero e da Beatitude", defende o "des-espero" como superação de uma vida pautada por expectativas.

Entre as piores expectativas está a da vida eterna. Espero que ao final o descanso das pedras nos espere. Amém.

PONDÉ, Luiz Felipe. A espiritualidade das pedras. Folha de S. Paulo, São Paulo, 29 de julho de 2013. 
No contexto da discussão realizada no texto, a formação da palavra “des-espero” sugere 
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Q2134120 Português
Leia o Texto I, a seguir para responder a questão.

Texto I

A espiritualidade das pedras

Meu Deus, como ter um "eu" cansa! Os místicos têm razão. Não é necessário ser um "crente" para ver isso, basta ter algum senso de ridículo para ver o quão cansativo é satisfazer o "eu". E a modernidade é toda uma sinfonia (ou melhor, uma "diafonia", contrário da sinfonia) para este pequeno "eu" infantil.

Outro dia, contemplava pessoas num aeroporto embarcando para os EUA com malas vazias para poder comprar um monte de coisas lá. Que vergonha. É o tal do "eu" que faz isso. Ele precisa comprar, adquirir, sentir-se tendo vantagem em tudo. O "eu" sente um "frisson" num outlet baratinho em Miami. [...]

A filosofia inglesa tem uma expressão muito boa que é "wants", para se referir a nossas necessidades a serem satisfeitas. Poderíamos traduzir de modo livre por "quereres". O "eu" é um poço sem fundo de "wants". Isso me deprime um tanto.

Como dizia acima, a modernidade é toda feita para servir ao pequeno autoritário, o "eu": ele exige mais sucesso, mais autoestima, mais saúde, mais dinheiro, mais beleza, mais celulares, mais viagens, mais consumo, mais direitos, mais rapidez, mais eficiência, mais atenção, mais reconhecimento, mais equilíbrio, melhor alimentação, mais espiritualidade para que ele não se sinta um materialista grosseiro. [...]

Outra armadilha típica do mundinho do "eu" é a idolatria do desejo. A filosofia sempre problematizou o desejo como modo de escravidão, e isso nada tem a ver com a dita repressão cristã (que nem foi o cristianismo que inventou) do desejo. [...]

O "eu" falante inunda o mundo com seu ruído. O "eu" mais discreto tece um silêncio que desperta o interesse em conhecê-lo. Mas hoje vivemos num mundo da falação de si, como numa espécie de contínuo striptease da alma. O corpo nu é mais interessante do que a alma que se oferece. Por isso toda poesia sincera é ruim (Oscar Wilde). O "eu" deve agir como as mulheres quando fecham as pernas em sinal de pudor e vergonha.

A alta literatura espiritual, oriental ou ocidental, há muito compreende o ridículo do culto ao "eu". Uma leveza peculiar está presente em narrativas gregas (neoplatonismo), budistas (o "eu" como prisão) ou místicas (cristã, judaica ou islâmica).

Conceitos como "aniquilamento" (anéantissement, comum em textos franceses entre os séculos 14 e 17), "desprendimento" (abegescheidenheit, em alemão medieval) e "aphalé panta" (grego antigo) descrevem exatamente esse processo de superação da obsessão do "eu" por si mesmo.

A leveza nasce da sensação de que atender ao "eu" é uma prisão maior do que atender ao mundo, porque do "eu" nunca nos libertamos quando queremos servi-lo. Ele está em toda parte como um deus ressentido.

Por isso, um autor como Nikos Kazantzakis, em seu primoroso "Ascese", diz que apenas quando não queremos nada, quando não desejamos nada é que somos livres. Muito próximo dele, o filósofo epicurista André Comte-Sponville, no seu maior livro, "Tratado do Desespero e da Beatitude", defende o "des-espero" como superação de uma vida pautada por expectativas.

Entre as piores expectativas está a da vida eterna. Espero que ao final o descanso das pedras nos espere. Amém.

PONDÉ, Luiz Felipe. A espiritualidade das pedras. Folha de S. Paulo, São Paulo, 29 de julho de 2013. 
Ao usar a frase “Por isso, toda poesia sincera é ruim”, de Oscar Wilde, o autor estabelece a seguinte relação implícita: 
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Q2134118 Português
Leia o Texto I, a seguir para responder a questão.

Texto I

A espiritualidade das pedras

Meu Deus, como ter um "eu" cansa! Os místicos têm razão. Não é necessário ser um "crente" para ver isso, basta ter algum senso de ridículo para ver o quão cansativo é satisfazer o "eu". E a modernidade é toda uma sinfonia (ou melhor, uma "diafonia", contrário da sinfonia) para este pequeno "eu" infantil.

Outro dia, contemplava pessoas num aeroporto embarcando para os EUA com malas vazias para poder comprar um monte de coisas lá. Que vergonha. É o tal do "eu" que faz isso. Ele precisa comprar, adquirir, sentir-se tendo vantagem em tudo. O "eu" sente um "frisson" num outlet baratinho em Miami. [...]

A filosofia inglesa tem uma expressão muito boa que é "wants", para se referir a nossas necessidades a serem satisfeitas. Poderíamos traduzir de modo livre por "quereres". O "eu" é um poço sem fundo de "wants". Isso me deprime um tanto.

Como dizia acima, a modernidade é toda feita para servir ao pequeno autoritário, o "eu": ele exige mais sucesso, mais autoestima, mais saúde, mais dinheiro, mais beleza, mais celulares, mais viagens, mais consumo, mais direitos, mais rapidez, mais eficiência, mais atenção, mais reconhecimento, mais equilíbrio, melhor alimentação, mais espiritualidade para que ele não se sinta um materialista grosseiro. [...]

Outra armadilha típica do mundinho do "eu" é a idolatria do desejo. A filosofia sempre problematizou o desejo como modo de escravidão, e isso nada tem a ver com a dita repressão cristã (que nem foi o cristianismo que inventou) do desejo. [...]

O "eu" falante inunda o mundo com seu ruído. O "eu" mais discreto tece um silêncio que desperta o interesse em conhecê-lo. Mas hoje vivemos num mundo da falação de si, como numa espécie de contínuo striptease da alma. O corpo nu é mais interessante do que a alma que se oferece. Por isso toda poesia sincera é ruim (Oscar Wilde). O "eu" deve agir como as mulheres quando fecham as pernas em sinal de pudor e vergonha.

A alta literatura espiritual, oriental ou ocidental, há muito compreende o ridículo do culto ao "eu". Uma leveza peculiar está presente em narrativas gregas (neoplatonismo), budistas (o "eu" como prisão) ou místicas (cristã, judaica ou islâmica).

Conceitos como "aniquilamento" (anéantissement, comum em textos franceses entre os séculos 14 e 17), "desprendimento" (abegescheidenheit, em alemão medieval) e "aphalé panta" (grego antigo) descrevem exatamente esse processo de superação da obsessão do "eu" por si mesmo.

A leveza nasce da sensação de que atender ao "eu" é uma prisão maior do que atender ao mundo, porque do "eu" nunca nos libertamos quando queremos servi-lo. Ele está em toda parte como um deus ressentido.

Por isso, um autor como Nikos Kazantzakis, em seu primoroso "Ascese", diz que apenas quando não queremos nada, quando não desejamos nada é que somos livres. Muito próximo dele, o filósofo epicurista André Comte-Sponville, no seu maior livro, "Tratado do Desespero e da Beatitude", defende o "des-espero" como superação de uma vida pautada por expectativas.

Entre as piores expectativas está a da vida eterna. Espero que ao final o descanso das pedras nos espere. Amém.

PONDÉ, Luiz Felipe. A espiritualidade das pedras. Folha de S. Paulo, São Paulo, 29 de julho de 2013. 
O trecho “o ‘eu’ deve agir como as mulheres quando fecham as pernas em sinal de pudor e vergonha”, no contexto da discussão empreendida no texto, significa que 
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Q1931882 Química
O metilmercúrio, MeHg, é uma espécie mercurial muito tóxica para humanos. A extração líquido-líquido desse composto, com um solvente orgânico, foi realizada por conta da partição favorável. No procedimento, utilizaram 50 mL de amostra aquosa e apenas uma extração com 5 mL de solvente orgânico.
Considerando-se a concentração original de metilmercúrio na água igual a 1 X 10-5 g L-1 , o valor mais próximo da percentagem extraída de metilmercúrio para a fase orgânica é 
Dado: Constante de partição K = 1 x 102 , onde K = ([MeHg]solv. orgânico / [MeHg]sol. aquosa)
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Q1931881 Química
A água produzida é um efluente gerado na produção de petróleo e gás natural. Nesse efluente, formado principalmente por água de formação (aquela represada no reservatório), podem-se concentrar vários poluentes que devem ser identificados e quantificados, pois podem indicar que o efluente deve ser tratado antes do descarte.
A análise que NÃO é característica para esse efluente é aquela que determina
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Q1931880 Química
Em um processo de análise gravimétrica, a precipitação e a filtração são etapas cruciais.
Nesse processo, a
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Q1931879 Química
No processo de validação, a precisão intermediária de um método analítico foi de 2,5%, mas os resultados analíticos do teste de recuperação, em um material de referência, produziu todos os resultados acima do esperado, com erro relativo de 8,5%.
A precisão e o erro relativo são, respectivamente, erros do tipo
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Q1931878 Química
A espectrometria de absorção atômica com forno de grafite é bastante versátil nas análises elementares em amostras complexas.
Uma característica que NÃO é proporcionada pelo forno de grafite em instrumentos comerciais é o(a) 
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Q1931877 Química
Uma alíquota de 1,00 mL de solução comercial de um derivado da cumarina, usada como marcador químico, foi diluída para 10,00 mL em balão volumétrico. Desta solução diluída, uma alíquota foi transferida para uma cubeta de vidro (1,00 cm de caminho óptico), e sua absorvância foi medida, em 680 nm, em um espectrofotômetro. O percentual de radiação incidente (em 680 nm) que foi transmitida através da solução foi de 25%, valor este já corrigido em relação à contribuição da água usada como solvente. A absortividade molar, em 680 nm, do marcador é 60.000 L mol-1 cm-1 , e o resultado da medição ficou na faixa linear da resposta modelada pela Lei de Beer-Lambert.
Dessa forma, a concentração, em mol L-1 , do marcador na solução original é 
Dado: log(4) = 0,60
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Q1931876 Química
Peróxido de hidrogênio foi determinado, a 25°C, usando solução padronizada de KI 0,0050 mol L-1 (ver reação abaixo).
H2 O2(aq) + 2I- (aq) → I2(aq) + 2H2 O(l)
Para tal, 1,00 mL de amostra comercial de água oxigenada foi diluída para 100,00 mL com água pura. O ponto de equivalência da titulação foi alcançado com 32,00 mL de solução do titulante.
A concentração de H2 O2 , em mol L-1 , na amostra comercial é
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Q1931875 Química
A gravimetria é um método de análise com ótimo custo- -benefício quando o analito é um componente maior ou um componente menor da amostra. Na gravimetria, um agente precipitante é adicionado para converter, quantitativamente, o analito em um precipitado.
A 8-hidroxiquinolina, o nitrato de prata e a tioacetamida são, respectivamente, agentes precipitantes
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Q1931874 Química
Uma solução aquosa, com volume de 400,00 mL, contém concentrações de 0,02 mol L-1 de iodeto e 0,05 mol L-1 de brometo. A adição de solução de nitrato de prata, em quantidade adequada, produz precipitação dos íons halogenetos na forma de sais de prata. Considere que a adição de 0,004 mol de AgNO3 não altere significantemente o volume da solução.
Nessa situação, as concentrações, em mol L-1 , remanescentes de brometo e iodeto dissolvidos em solução seriam, respectivamente,
Dado: Kps(AgBr) = 5 x 10-13 Kps(AgI) = 5 x 10-17
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Q1931873 Química
Um moderador de radioatividade é usado para o controle do processo de fissão nuclear, que gera o calor usado para se obter energia elétrica.
O moderador funciona 
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Q1931872 Química
Uma amostra sólida de minério (0,500 g) foi dissolvida totalmente com ácidos minerais e diluída em água, formando 5,0 L de solução. A amostra contém minério de manganês, elemento que foi totalmente transformado em Mn2+ , cuja eletrólise completa produziu uma massa de MnO, igual a 0,150 g, depositada em um dos eletrodos, de acordo com a reação abaixo. 
Mn2+ (aq) + H2 O(l) → MnO2(s) + 4 H+ (aq) + 2e


Com base no experimento apresentado e no seu resultado, uma conclusão correta sobre o eletrodo onde se depositou o MnO e sobre o valor percentual mais próximo de Mn na amostra é que o eletrodo foi o
Dado: MMnO = 71 g mol-1 MMn = 55 g mol-1 
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Q1931871 Química
Alguns componentes, denominados genericamente e listados abaixo, são típicos da cromatografia de troca líquida de íons e/ou da cromatografia a gás:
I - Câmara de injeção com forno
II - Bomba recíproca para líquidos
III - Válvula com alça de amostragem
IV - Coluna capilar de 10 m de comprimento
V - Coluna empacotada com recheio de resina Dowex de 15 cm de comprimento
VI - Detector de ionização em chama
VII - Sistema de aquisição de dados
São típicos de um cromatógrafo a gás os componentes presentes em
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Q1931870 Química
Um eletrodo comercial, íon-seletivo para cálcio, é um eletrodo de membrana combinado com um de referência de Ag|AgCl. A membrana polimérica é trocadora de íons cálcio, sendo que a solução interna do eletrodo consiste em solução saturada de cloreto de cálcio. Na membrana, ocorre o processo abaixo:

Ca2+ + Polímero ⇌  [Ca-Polímero]
A resposta do sistema potenciométrico, em volts, em função da concentração de Ca2+ na solução de amostra, em mol L-1 , é modelada pela equação: 
Esistema = 0,560 + 0,060 log[Ca2+ ] solução medida

Se o sinal medido de uma amostra foi 0,440 V, a concentração de Ca2+ na amostra, em mol L-1 , é
Alternativas
Q1931869 Química
Uma solução alcoólica de limpeza foi preparada, a 25º C, misturando-se água e etanol, sendo que a proporção massa/massa desse último na mistura foi de 40,5%.
O valor mais próximo da pressão de vapor dessa solução, em mmHg, é
Dado: Pressão de vapor do etanol puro = 44 mmHg a 25º C Pressão de vapor da água pura = 18 mmHg a 25º C M (água) = 18,00 g mol-1 M (etanol) = 46 g mol-1 
Alternativas
Respostas
2361: B
2362: C
2363: B
2364: C
2365: A
2366: A
2367: E
2368: D
2369: C
2370: D
2371: E
2372: C
2373: D
2374: A
2375: B
2376: E
2377: A
2378: B
2379: B
2380: B