Questões de Concurso
Para engenheiro de segurança
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Quanto ao planejamento e gerenciamento de grandes emergências, os exercícios simulados não precisam ser documentados, tendo em vista que eles já fazem parte do plano de emergência da instalação a que se referem.
A Documentação de Segurança Operacional (DSO), no caso de instalação marítima de perfuração, deverá ser apresentada com cento e oitenta dias de antecedência da data prevista para início da operação da instalação em águas sob jurisdição nacional.
Descrição da Unidade Marítima (DUM) é um dos documentos que o concessionário sujeito ao regulamento técnico em apreço dever elaborar para apresentação à ANP.
Para efeitos da citada resolução, ação preventiva é a ação que tem a finalidade de eliminar as causas de não-conformidades potenciais para prevenir sua ocorrência.
O sistema de hidrantes e mangotinhos para combate a incêndios é um conjunto de equipamentos e instalações que permitem o acúmulo, o transporte e o lançamento da água sobre os materiais incendiados.
O extintor de espuma é indicado para incêndios de classes A, B, e C, ou seja, ele pode ser empregado para combater fogo em madeira, borracha, gases combustíveis, quadros de força e transformadores.
No nível 3 do SIL, o fator de redução de risco possui valores compreendidos entre 100 e 1.000.
O SIL reflete aquilo que os usuários finais podem esperar de um sistema na sua função, e, em caso de falha, que a falha ocorra de maneira segura.
Sprinklers (chuveiros automáticos) são um componente de um sistema de combate a incêndio que funcionam sem a interferência humana. Sua finalidade é detectar e extinguir um princípio de incêndio.
Geralmente, do ponto de vista de segurança em um processo industrial, as falhas apresentam três estados: on, off e standby.
Uma falha pode ser definida como uma condição anormal que pode causar uma redução ou perda da capacidade de uma unidade funcional.
Árvores de falha e árvores de evento podem ser utilizadas para a criação de diagramas Bowtie.
A análise Bowtie é um método esquemático complexo de descrever e analisar os caminhos de um risco desde as suas causas até as possíveis consequências do risco.
Análise e hierarquização do sistema e identificação de um modo potencial de falha são consideradas fases de desenvolvimento da FMEA.
Os projetos relacionados aos processos de uma determinada indústria não podem ser analisados pelo método FMEA, já que esse método refere-se, especificamente, a projetos relacionados a produtos.
HazOp é considerada uma das mais simples metodologias de análise quantitativa, por não fazer uso de recursos de representação gráfica como fluxogramas e diagramas. Ela utiliza um único documento, a planilha de HazOp, para mapear/registrar todos os dados do projeto.
A principal característica do estudo de HazOp é a atuação de uma equipe, composta apenas de profissionais de TI, em reuniões periódicas, com a finalidade de avaliar o significado dos desvios da intenção de projeto.
O desenvolvimento de uma APR não requer a definição de um grupo para participar da análise, já que essa atividade deve ser executada somente por um profissional da área de exatas, preferencialmente aquele com maior conhecimento dos processos internos da empresa/órgão.
A APR de um ambiente de trabalho consiste no estudo realizado durante a fase de concepção do sistema, com o objetivo de determinar os riscos que poderão estar presentes na fase operacional. Ela não se aplica a outras fases do sistema, como, por exemplo, o desenvolvimento.
Na APR, em um primeiro momento, devem ser apontadas as causas de cada um dos possíveis acidentes e suas respectivas consequências; posteriormente, deve-se realizar uma avaliação qualitativa do risco associado a cada cenário, levando em consideração, entre outros aspectos, a frequência de ocorrência do evento acidental.