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Q2691005 Português

Queremos a infância para nós


O mundo anda bem atrapalhado: de um lado, temos crianças que se comportam, se vestem, falam e são tratadas como adultos. Do outro, adultos que se comportam, se vestem, falam e são tratados como crianças. Pelo jeito, infância e vida adulta têm hoje pouco a ver com idade cronológica.

Não é preciso muito para observar sinais dessa troca: basta olhar as pessoas no espaço público. É corriqueiro vermos meninas vestidas com roupas de adultos, inclusive sensuais: blusas e saias curtas, calças apertadas, meia-calça e sapatos de salto. E pensar que elas precisam é de roupa folgada para deixar o corpo explodir em movimentos que devem ser experimentados... Mas sempre há um traço que trai a idade: um brinquedo pendurado, um exagero de enfeites, um excesso de maquiagem, etc.

Se olharmos as adultas, vestidas com o mesmo tipo de roupa das meninas descritas acima, vemos também brinquedos, carregados como enfeites ou amuletos: nos chaveiros, nas bolsas, nos telefones celulares, nos carros. Isso sem falar nas mesas de trabalho, enfeitadas com ícones do mundo infantil.

Criança pequena adora ter amigo imaginário, mas essa maravilhosa possibilidade tem sido destruída, pouco a pouco, pelo massacre da realidade do mundo adulto, que tem colaborado muito para desfazer a fantasia e o faz-de-conta. Mas os legítimos representantes desse mundo, por sua vez, não hesitam em ter o seu. Ultimamente, ele tem sido comum e ganhou o nome de deus. Não me refiro ao Deus das religiões e alvo da fé. A ideia de deus foi privatizada, e cada um tem o seu, à sua imagem e semelhança, mesmo sem professar religião nenhuma.

O amigo imaginário dos adultos chamado de deus é aquele com quem eles conversam animadamente, a quem chamam nos momentos de estresse, a quem recorrem sempre que enfrentam dificuldades, precisam tomar uma decisão ou anseiam por algo e, principalmente, para contornar a solidão. Nada como ter um amigo invisível, já que ele não exige lealdade, dedicação nem cobra nada, não é?

E o que dizer, então, das brincadeiras infantis que muitos adultos são obrigados a enfrentar quando fazem cursos, frequentam seminários ou assistem a aulas? É um tal de assoprar bexigas, abraçar quem está ao lado, acender fósforo para expressar uma ideia, carregar uma pedra para ter a palavra no grupo, escolher um bicho como imagem de identificação, usar canetas coloridas para fazer trabalhos, etc.

Mas, se existe uma manifestação comum a crianças e adultos para expressar alegria, contentamento, comemoração e afins, ela tem sido o grito. Que as crianças gritem porque ainda não descobriram outras maneiras de expressar emoções, dá para entender. Aliás, é bom lembrar que os educadores não têm colaborado para que elas aprendam a desenvolver outros tipos de expressão. Mas os adultos gritarem desesperada e estridentemente para manifestar emoção é constrangedor. Com tamanha confusão, fica a impressão de que roubamos a infância das crianças porque a queremos para nós, não?


SAYÃO, Rosely. “As melhores crônicas do Brasil”. In cronicasbrasil.blogspot.com

Abaixo foram feitas alterações na redação do fragmento “Mas sempre há um traço que trai a idade” (2º §). Das alterações feitas, está em DESACORDO com as normas de concordância da língua a seguinte:

Alternativas
Q2691003 Português

Queremos a infância para nós


O mundo anda bem atrapalhado: de um lado, temos crianças que se comportam, se vestem, falam e são tratadas como adultos. Do outro, adultos que se comportam, se vestem, falam e são tratados como crianças. Pelo jeito, infância e vida adulta têm hoje pouco a ver com idade cronológica.

Não é preciso muito para observar sinais dessa troca: basta olhar as pessoas no espaço público. É corriqueiro vermos meninas vestidas com roupas de adultos, inclusive sensuais: blusas e saias curtas, calças apertadas, meia-calça e sapatos de salto. E pensar que elas precisam é de roupa folgada para deixar o corpo explodir em movimentos que devem ser experimentados... Mas sempre há um traço que trai a idade: um brinquedo pendurado, um exagero de enfeites, um excesso de maquiagem, etc.

Se olharmos as adultas, vestidas com o mesmo tipo de roupa das meninas descritas acima, vemos também brinquedos, carregados como enfeites ou amuletos: nos chaveiros, nas bolsas, nos telefones celulares, nos carros. Isso sem falar nas mesas de trabalho, enfeitadas com ícones do mundo infantil.

Criança pequena adora ter amigo imaginário, mas essa maravilhosa possibilidade tem sido destruída, pouco a pouco, pelo massacre da realidade do mundo adulto, que tem colaborado muito para desfazer a fantasia e o faz-de-conta. Mas os legítimos representantes desse mundo, por sua vez, não hesitam em ter o seu. Ultimamente, ele tem sido comum e ganhou o nome de deus. Não me refiro ao Deus das religiões e alvo da fé. A ideia de deus foi privatizada, e cada um tem o seu, à sua imagem e semelhança, mesmo sem professar religião nenhuma.

O amigo imaginário dos adultos chamado de deus é aquele com quem eles conversam animadamente, a quem chamam nos momentos de estresse, a quem recorrem sempre que enfrentam dificuldades, precisam tomar uma decisão ou anseiam por algo e, principalmente, para contornar a solidão. Nada como ter um amigo invisível, já que ele não exige lealdade, dedicação nem cobra nada, não é?

E o que dizer, então, das brincadeiras infantis que muitos adultos são obrigados a enfrentar quando fazem cursos, frequentam seminários ou assistem a aulas? É um tal de assoprar bexigas, abraçar quem está ao lado, acender fósforo para expressar uma ideia, carregar uma pedra para ter a palavra no grupo, escolher um bicho como imagem de identificação, usar canetas coloridas para fazer trabalhos, etc.

Mas, se existe uma manifestação comum a crianças e adultos para expressar alegria, contentamento, comemoração e afins, ela tem sido o grito. Que as crianças gritem porque ainda não descobriram outras maneiras de expressar emoções, dá para entender. Aliás, é bom lembrar que os educadores não têm colaborado para que elas aprendam a desenvolver outros tipos de expressão. Mas os adultos gritarem desesperada e estridentemente para manifestar emoção é constrangedor. Com tamanha confusão, fica a impressão de que roubamos a infância das crianças porque a queremos para nós, não?


SAYÃO, Rosely. “As melhores crônicas do Brasil”. In cronicasbrasil.blogspot.com

O emprego do sinal de pontuação “dois pontos” no período “Não é preciso muito para observar sinais dessa troca: basta olhar as pessoas no espaço público.” (2º §) justifica-se por estar:

Alternativas
Q1648200 Pedagogia
Com relação às tendências filosóficas e políticas para a compreensão do sentido da educação na sociedade, conforme Luckesi (1994), é correto afirmar:
Alternativas
Q1648199 Pedagogia
São reflexões apresentadas por Coll, Mauri e Onrubia (2010) na análise do impacto das tecnologias da informação e comunicação (TIC) na educação formal e escolar, exceto:
Alternativas
Q1648198 Pedagogia
Baseando-se no Sistema Mineiro de Avaliação e Equidade da Educação Pública (SIMAVE), analise as seguintes afirmativas.
I. O Programa de Avaliação da Alfabetização (PROALFA) compõe o SIMAVE, avaliando os alunos do 2º e 3º anos do Ensino Fundamental em Língua Portuguesa e Matemática. II. Atualmente, o Programa de Avaliação da Rede Pública de Educação Básica (PROEB), em sua abrangência, avalia os alunos dos 5º, 7º e 9º anos do Ensino Fundamental, nos componentes curriculares de Língua Portuguesa e Matemática. III. Embora tenha como fonte a Matriz Curricular, a Matriz de Referência se refere a um conjunto de habilidades e competências a serem desenvolvidas em cada etapa de escolaridade avaliada.
Estão corretas as afirmativas
Alternativas
Q1648197 Pedagogia
No livro Supervisão educacional para uma escola de qualidade, Rangel destaca os sentidos da ressignificação da supervisão: o da sua reconceitualização e o da revalorização de sua formação e ação, considerando seus aspectos gerais, básicos e sua especificidade.
Sobre a ação supervisora, é incorreto afirmar:
Alternativas
Q1648196 Pedagogia
Zabala (1998) frisa a importância dos materiais curriculares, os quais auxiliam os professores na tomada de decisão frente aos problemas concretos apresentados nas fases dos processos de planejamento, execução e avaliação. Com base nas reflexões do autor, analise as seguintes afirmativas referentes aos materiais curriculares e assinale com V as verdadeiras e com F as falsas.
( ) Os materiais curriculares são tipificados segundo o âmbito de intervenção a que se referem, sua intencionalidade ou função, os conteúdos e o modo de organizá-los e o tipo de suporte utilizado. ( ) Para a aprendizagem dos conteúdos atitudinais, basta a aplicação dos meios usados para a compreensão dos conteúdos factuais, como leitura do texto com recursos gráficos ou exposições. ( ) Em sua totalidade, a relevância dos materiais curriculares é dada pelo uso que se faz deles, sendo que esses, por si só, asseguram a obtenção dos objetivos educativos previstos nas unidades didáticas. ( ) Entre os passos para a seleção dos materiais curriculares voltados para os alunos, pode-se citar o de estabelecer o grau de adaptação ao contexto em que serão usados. Assinale a sequência correta.
Alternativas
Q1648195 Pedagogia
Carrara (2008, p. 137) pontua que na teoria históricocultural “o ser humano depende daquilo que aprende, do que conhece e utiliza da cultura acumulada para ser aquilo que é”.
Tendo como referência a teoria histórico-cultural, é incorreto afirmar:
Alternativas
Q1648194 Pedagogia
Sanmartí (2009) ressalta a avaliação formativa como sendo de grande relevância para os resultados da aprendizagem.
Assinale a alternativa que se refere à avaliação formativa, segundo as reflexões dessa autora.
Alternativas
Q1648193 Pedagogia
Para Vasconcellos (2006), o projeto político-pedagógico (PPP) é considerado o plano global da escola, sendo um instrumento teórico-metodológico para a intervenção e transformação da realidade. Nesse contexto, relacione a COLUNA II com a COLUNA I, associando as três grandes partes que compõem o PPP aos enunciados / definições correspondentes a cada uma.
COLUNA I
1. Marco referencial 2. Diagnóstico 3. Programação
COLUNA II ( ) Localização das necessidades da escola, com base na análise da realidade e / ou do juízo sobre a realidade dessa instituição. ( ) É consequência da tensão realidade-desejo, emergindo como modo de superação da realidade em direção ao almejado. ( ) É composto por marco situacional, marco filosófico ou doutrinal e pelo marco operativo. ( ) Deve considerar dois critérios fundamentais para a consistência do plano: a necessidade e a possibilidade da ação. ( ) Um dos fatores que pode interferir na sua construção é a falta de visão de totalidade (percepção somente dos problemas mais próximos). ( ) É a busca de um posicionamento político e pedagógico da instituição sobre o que ela deseja alcançar.
Assinale a sequência correta.
Alternativas
Q1648191 Pedagogia
Baseando-se na Lei nº 9.394/96, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, analise as seguintes afirmativas. I. São da abrangência da educação os processos formativos que se desenvolvem na vida familiar, na convivência humana, no trabalho, nas instituições de ensino e pesquisa, nos movimentos sociais e organizações da sociedade civil e nas manifestações culturais. II. A finalidade da educação engloba, em sua totalidade, o pleno desenvolvimento do educando e sua qualificação para o trabalho. III. Os sistemas municipais de ensino incluem as instituições dos ensinos Fundamental e Médio e de Educação Infantil mantidas pelo Poder Público municipal; as instituições de Educação Infantil criadas e mantidas pela iniciativa privada e os órgãos municipais de educação. IV. No ensino Fundamental e Médio, o controle de frequência fica a cargo da escola, segundo o disposto no seu regimento e nas normas do respectivo sistema de ensino, exigida a frequência mínima de 60% (sessenta por cento) do total de horas letivas para aprovação. Estão corretas as afirmativas
Alternativas
Q1613868 Conhecimentos Gerais
Nas últimas três décadas, surgiram vários grupos formados por países na América do Sul com o intuito de estabelecer o diálogo entre os países que compõem blocos econômicos. O Mercado Comum do Sul (MERCOSUL) foi criado em 1991, com o objetivo econômico de gerar um mercado comum na América do Sul, aos moldes do que se fazia na Europa. A ideia era a de que esse bloco pudesse representar o subcontinente em negociações internacionais e fosse cada vez mais integrado.

São membros efetivos do MERCOSUL, exceto:
Alternativas
Q1613865 Conhecimentos Gerais
O programa Mais Médicos alocava médicos em locais onde havia carência de profissionais.

Esse programa tinha como objetivo expandir o atendimento de saúde aos municípios com alto percentual de população em situação de extrema pobreza, por meio do Sistema Único de Saúde (SUS), além de
Alternativas
Q1613862 Português

Analise os textos a seguir.


Imagem associada para resolução da questão

Disponível em: <https://tinyurl.com/y4uwaymm>. Acesso em: 17 jul. 2019.


Imagem associada para resolução da questão

Disponível em: <https://tinyurl.com/y4rvzcr2>. Acesso em: 17 jul. 2019.


Quanto ao gênero de ambos os textos, analise as afirmativas a seguir, assinalando com V as verdadeiras e com F as falsas.


( ) O texto I objetiva instruir o leitor, por meio de argumentação detalhada passo a passo, a realizar uma ação.


( ) O texto II intenciona convencer o leitor a consumir o produto que ele anuncia, e a repetição da oração “peça baton” constitui uma estratégia para tal.


( ) Ambos os textos utilizam verbos no imperativo, objetivando estimular uma ação no leitor, no caso do texto I, seguir as etapas de um preparo e, no caso do texto II, adquirir um produto.


( ) É correto afirmar que ambos os textos pertencem ao mesmo gênero textual.



Assinale a sequência correta.

Alternativas
Q1613855 Português

Analise a tirinha a seguir

Imagem associada para resolução da questão

Disponível em: <https://tinyurl.com/y5yrqe79>. Acesso em: 23 jul. 2019.


A respeito da linguagem utilizada nesse texto, é correto afirmar:

Alternativas
Q896241 Pedagogia

No Brasil, as políticas para a inclusão de pessoas com deficiência são recentes. Por muitos anos, as pessoas com necessidades especiais sofreram segregação, preconceito e foram muitas vezes consideradas incapazes de aprender. No entanto, hoje podemos perceber as muitas mudanças realizadas na sociedade brasileira e na percepção que se tem da pessoa com deficiência. Mas ainda há muito que avançar para que tenhamos de fato uma nação inclusiva.


Em relação à Política Nacional da Educação Especial na perspectiva da Educação Inclusiva, analise as afirmativas abaixo:


I. O atendimento educacional especializado identifica, elabora e organiza recursos pedagógicos e de acessibilidade que eliminem as barreiras para a plena participação dos alunos, considerando as suas necessidades específicas. As atividades desenvolvidas no atendimento educacional especializado diferenciam-se daquelas realizadas na sala de aula comum, não sendo substitutivas à escolarização.

II. Considera-se pessoa com deficiência aquela que tem impedimentos de longo prazo, de natureza física, mental ou sensorial que, em interação com diversas barreiras, podem ter restringida sua participação plena e efetiva na escola e na sociedade. Os estudantes com Transtornos Globais do Desenvolvimento são aqueles que apresentam alterações qualitativas das interações sociais recíprocas e na comunicação, um repertório de interesses e atividades restrito, estereotipado e repetitivo.

III. No processo de avaliação, o professor deve criar estratégias considerando que alguns estudantes podem demandar ampliação do tempo para a realização dos trabalhos e o uso da língua de sinais, de textos em Braille, de informática ou de tecnologia assistiva como uma prática cotidiana.

IV. Para a inclusão dos alunos surdos nas escolas comuns, a educação bilíngue - Língua Portuguesa/LIBRAS - desenvolve o ensino escolar na Língua Portuguesa e na língua de sinais, o ensino da Língua Portuguesa como segunda língua na modalidade escrita para alunos surdos, os serviços de tradutor/intérprete de Libras e Língua Portuguesa e o ensino da Libras para os demais alunos da escola.

V. A Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva tem como objetivo assegurar a inclusão escolar de alunos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação, orientando os sistemas de ensino para garantir acesso ao ensino regular, com participação e aprendizagem, porém não prevê a continuidade nos níveis mais elevados do ensino.


Estão CORRETAS apenas as afirmativas:

Alternativas
Q896240 Pedagogia

Analise as assertivas abaixo.


I. A criança com TEA (Transtorno do Espectro Autista) apresenta dificuldade nas habilidades sociais, na interação social, dificuldade no contato visual, pouca expressão facial, alterações na linguagem e de comportamento, como, por exemplo, um atraso na fala, e pode apresentar agressividade sem uma razão aparente.

II. Pessoas com altas habilidades/superdotados são os educandos que apresentam notável desempenho e elevada potencialidade em qualquer dos seguintes aspectos, isolados ou combinados: capacidade intelectual superior; aptidão acadêmica específica; pensamento criativo ou produtivo; capacidade de liderança; talento especial para artes e capacidade psicomotora.

III. A deficiência intelectual é caracterizada por limitações significativas no funcionamento intelectual, mas não em comportamentos adaptativos expressos em habilidades sociais, práticas e conceituais, com início antes dos 18 anos, e ressalta “que de acordo com a AAIDD, limitações no funcionamento intelectual estão presentes quando o indivíduo apresentar coeficiente de inteligência (QI) superior a 70”.

IV. O aluno com mielomeningocele não apresenta deficiência intelectual. Porém, ele pode apresentar a hidrocefalia associada e, nesse caso, poderá ou não apresentar comprometimentos no processo de aprendizagem.


V. O aluno com paralisia cerebral apresenta alteração de tônus e a coordenação de movimentos para locomoção apresenta-se comprometida. Sempre apresenta deficiência intelectual associada.


Em relação às assertivas propostas, estão CORRETAS apenas

Alternativas
Q896239 Pedagogia

Leia o Art. 26 da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, LDBEN nº 9.394/1996, um dos marcos legais que fundamentam a Base Nacional Comum Curricular (BRASIL, 2017):


Os currículos da Educação Infantil, do Ensino Fundamental e do Ensino Médio devem ter base nacional comum a ser complementada em cada sistema de ensino e em cada estabelecimento escolar, por uma parte diversificada, exigida pelas características regionais e locais da sociedade, da cultura, da economia e dos educandos. (BRASIL, 1996)


Considerando a LDBEN nº 9.394/96 e as proposições da BNCC (BRASIL, 2017), é CORRETO afirmar:

Alternativas
Q896238 Pedagogia

Leia o texto:


O conceito de competência é assumido pela Base Nacional Comum Curricular (BNCC) (BRASIL, 2017) no tratamento dos fundamentos pedagógicos. O texto da BNCC esclarece que esta é uma discussão pedagógica e social das últimas décadas inclusive demarcada na LDBEN nº 9.394/1996.


O documento esclarece que “[...] desde as décadas finais do século XX e ao longo deste início do século XXI, o foco no desenvolvimento de competências tem orientado a maioria dos Estados e Municípios brasileiros e diferentes países na construção de seus currículos”. (BRASIL, 2017, p. 13). Informa, ainda, que a centralidade nas competências é também o enfoque evidenciado pelas avaliações externas nacionais e internacionais.


Nesse contexto e tendo como base o texto da BNCC, avalie as asserções a seguir e a relação proposta entre elas:


I. Competência significa a mobilização de conhecimentos (conceitos e procedimentos), habilidades (práticas cognitivas e socioemocionais), atitudes e valores para resolver demandas complexas da vida cotidiana no exercício da cidadania e do mundo do trabalho.

II. O desenvolvimento curricular por meio de competências torna-se importante no sentido de orientar não apenas o que os alunos devem “saber”, mas, sobretudo, o que devem “saber fazer”. A orientação por competências oferece referências claras para o fortalecimento das ações educativas, no sentido de alcançar os direitos de aprendizagem de todos os alunos da educação básica.


É CORRETO afirmar que

Alternativas
Respostas
341: D
342: B
343: B
344: A
345: B
346: B
347: A
348: C
349: A
350: D
351: A
352: D
353: B
354: B
355: D
356: B
357: C
358: C
359: E
360: D