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Q2291434 Português

Leia a tirinha a seguir para responder à questão.





(Disponível em: https://1.bp.blogspot.com/-y6nDD4pknSI/YT43hzDR2tI/AAAAAAAAOD4/tA0R7L-zZyAJNh4YF8-TXImj6JAD_jI5ACLcBGAsYHQ/ s320/DOLCE.jpg.)
É possível inferir que o sentido de humor expressado na tirinha se dá pelo fato
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Q2291433 Português

Leia a tirinha a seguir para responder à questão.





(Disponível em: https://1.bp.blogspot.com/-y6nDD4pknSI/YT43hzDR2tI/AAAAAAAAOD4/tA0R7L-zZyAJNh4YF8-TXImj6JAD_jI5ACLcBGAsYHQ/ s320/DOLCE.jpg.)
As locuções adverbiais presentes no primeiro quadrinho são:
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Q2291432 Português
Tecnologia na Educação: como ela pode favorecer a aprendizagem?

Recursos tecnológicos devem ser usados com intencionalidade pedagógica e de forma significativa para promover a criação e a experimentação dos alunos.

    À primeira vista, os números sobre tecnologia no ambiente escolar impressionam: segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) de 2019, divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 2020, 88,1% dos estudantes brasileiros têm acesso à internet e 81% das escolas públicas do país possuem laboratórios de informática.
    No entanto, um olhar mais atento revela um problema muito mais profundo: na Educação Básica, enquanto 4,1 milhões de estudantes da rede pública não têm acesso à conectividade, apenas 174 mil alunos do setor privado não possuem conexão à rede. A desigualdade não para por aí, evidenciado-se também quando o recorte é geográfico. Nas regiões Norte e Nordeste, o percentual de alunos de escolas públicas que utilizam a internet cai para 68,4% e 77%, respectivamente.
     Apesar dos avanços rumo à inclusão feitos nos últimos anos, o retrato trazido pelo estudo evidencia os muitos desafios que as escolas públicas enfrentam para implementar um currículo alinhado à cultura digital, uma das competências gerais da Educação Básica estabelecida pela Base Nacional Comum Curricular (BNCC).
   “No período da pandemia, vimos que nossos alunos de escolas públicas não têm acesso à conectividade”, aponta Débora Garofalo, diretora de Inovação na empresa Multirio, vinculada à Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro (RJ). “Esse cenário mostra a importância de fomentar políticas públicas para o ensino das tecnologias e para a garantia da democratização do acesso a esses estudantes.”
      Diferentes aspectos da tecnologia educacional.
   Garantir a universalização é, porém, só o primeiro passo. Conforme explica Paulo Blikstein, professor da Universidade de Columbia, nos Estados Unidos, e diretor do Transformative Learning Technologies Lab, “você pode colocar internet em todas as escolas e isso não quer dizer que a aprendizagem vai melhorar”.
    Para mostrar a dimensão do desafio no Brasil, o professor diferencia três camadas envolvidas quando utilizamos o termo tecnologia educacional. “Uma primeira camada são as tecnologias que chamamos de ‘infraestrutura’: conectividade, existência de computadores, equipamentos etc, que são pré-requisitos para fazer as outras coisas. A segunda é o que a gente denomina de ‘tecnologias de ensino’, isto é, tudo que otimiza o ensino mais tradicional, como softwares de correção e otimização de textos e aulas de reforço em vídeo. Seria um uso para otimizar a escola, mas do jeito que ela já é. Isso tem um reflexo pequeno, mas importante”, diz.
    E, finalmente, há a terceira camada, em que de fato ocorre uma mudança revolucionária no processo de ensino e aprendizagem: o uso das chamadas tecnologias de criação e experimentação, baseadas em metodologias ativas de aprendizagem como laboratórios makers e softwares de simulação de ciências, entre outros. “O que o mundo está fazendo é esta terceira camada, que é mudar a cara da escola, ter mais horas para testar teorias, por exemplo, com os alunos em laboratório”, afirma Paulo.

(Por: Thais Paiva. Em: 10/10/2023.)
No fragmento “No período da pandemia, vimos que nossos alunos de escolas públicas não têm acesso à conectividade [...]” (4º§), o sujeito da frase é:
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Q2291431 Português
Tecnologia na Educação: como ela pode favorecer a aprendizagem?

Recursos tecnológicos devem ser usados com intencionalidade pedagógica e de forma significativa para promover a criação e a experimentação dos alunos.

    À primeira vista, os números sobre tecnologia no ambiente escolar impressionam: segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) de 2019, divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 2020, 88,1% dos estudantes brasileiros têm acesso à internet e 81% das escolas públicas do país possuem laboratórios de informática.
    No entanto, um olhar mais atento revela um problema muito mais profundo: na Educação Básica, enquanto 4,1 milhões de estudantes da rede pública não têm acesso à conectividade, apenas 174 mil alunos do setor privado não possuem conexão à rede. A desigualdade não para por aí, evidenciado-se também quando o recorte é geográfico. Nas regiões Norte e Nordeste, o percentual de alunos de escolas públicas que utilizam a internet cai para 68,4% e 77%, respectivamente.
     Apesar dos avanços rumo à inclusão feitos nos últimos anos, o retrato trazido pelo estudo evidencia os muitos desafios que as escolas públicas enfrentam para implementar um currículo alinhado à cultura digital, uma das competências gerais da Educação Básica estabelecida pela Base Nacional Comum Curricular (BNCC).
   “No período da pandemia, vimos que nossos alunos de escolas públicas não têm acesso à conectividade”, aponta Débora Garofalo, diretora de Inovação na empresa Multirio, vinculada à Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro (RJ). “Esse cenário mostra a importância de fomentar políticas públicas para o ensino das tecnologias e para a garantia da democratização do acesso a esses estudantes.”
      Diferentes aspectos da tecnologia educacional.
   Garantir a universalização é, porém, só o primeiro passo. Conforme explica Paulo Blikstein, professor da Universidade de Columbia, nos Estados Unidos, e diretor do Transformative Learning Technologies Lab, “você pode colocar internet em todas as escolas e isso não quer dizer que a aprendizagem vai melhorar”.
    Para mostrar a dimensão do desafio no Brasil, o professor diferencia três camadas envolvidas quando utilizamos o termo tecnologia educacional. “Uma primeira camada são as tecnologias que chamamos de ‘infraestrutura’: conectividade, existência de computadores, equipamentos etc, que são pré-requisitos para fazer as outras coisas. A segunda é o que a gente denomina de ‘tecnologias de ensino’, isto é, tudo que otimiza o ensino mais tradicional, como softwares de correção e otimização de textos e aulas de reforço em vídeo. Seria um uso para otimizar a escola, mas do jeito que ela já é. Isso tem um reflexo pequeno, mas importante”, diz.
    E, finalmente, há a terceira camada, em que de fato ocorre uma mudança revolucionária no processo de ensino e aprendizagem: o uso das chamadas tecnologias de criação e experimentação, baseadas em metodologias ativas de aprendizagem como laboratórios makers e softwares de simulação de ciências, entre outros. “O que o mundo está fazendo é esta terceira camada, que é mudar a cara da escola, ter mais horas para testar teorias, por exemplo, com os alunos em laboratório”, afirma Paulo.

(Por: Thais Paiva. Em: 10/10/2023.)
No fragmento “Isso tem um reflexo pequeno, mas importante, [...]” (6º§), a conjunção “mas” é
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Q2291430 Português
Tecnologia na Educação: como ela pode favorecer a aprendizagem?

Recursos tecnológicos devem ser usados com intencionalidade pedagógica e de forma significativa para promover a criação e a experimentação dos alunos.

    À primeira vista, os números sobre tecnologia no ambiente escolar impressionam: segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) de 2019, divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 2020, 88,1% dos estudantes brasileiros têm acesso à internet e 81% das escolas públicas do país possuem laboratórios de informática.
    No entanto, um olhar mais atento revela um problema muito mais profundo: na Educação Básica, enquanto 4,1 milhões de estudantes da rede pública não têm acesso à conectividade, apenas 174 mil alunos do setor privado não possuem conexão à rede. A desigualdade não para por aí, evidenciado-se também quando o recorte é geográfico. Nas regiões Norte e Nordeste, o percentual de alunos de escolas públicas que utilizam a internet cai para 68,4% e 77%, respectivamente.
     Apesar dos avanços rumo à inclusão feitos nos últimos anos, o retrato trazido pelo estudo evidencia os muitos desafios que as escolas públicas enfrentam para implementar um currículo alinhado à cultura digital, uma das competências gerais da Educação Básica estabelecida pela Base Nacional Comum Curricular (BNCC).
   “No período da pandemia, vimos que nossos alunos de escolas públicas não têm acesso à conectividade”, aponta Débora Garofalo, diretora de Inovação na empresa Multirio, vinculada à Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro (RJ). “Esse cenário mostra a importância de fomentar políticas públicas para o ensino das tecnologias e para a garantia da democratização do acesso a esses estudantes.”
      Diferentes aspectos da tecnologia educacional.
   Garantir a universalização é, porém, só o primeiro passo. Conforme explica Paulo Blikstein, professor da Universidade de Columbia, nos Estados Unidos, e diretor do Transformative Learning Technologies Lab, “você pode colocar internet em todas as escolas e isso não quer dizer que a aprendizagem vai melhorar”.
    Para mostrar a dimensão do desafio no Brasil, o professor diferencia três camadas envolvidas quando utilizamos o termo tecnologia educacional. “Uma primeira camada são as tecnologias que chamamos de ‘infraestrutura’: conectividade, existência de computadores, equipamentos etc, que são pré-requisitos para fazer as outras coisas. A segunda é o que a gente denomina de ‘tecnologias de ensino’, isto é, tudo que otimiza o ensino mais tradicional, como softwares de correção e otimização de textos e aulas de reforço em vídeo. Seria um uso para otimizar a escola, mas do jeito que ela já é. Isso tem um reflexo pequeno, mas importante”, diz.
    E, finalmente, há a terceira camada, em que de fato ocorre uma mudança revolucionária no processo de ensino e aprendizagem: o uso das chamadas tecnologias de criação e experimentação, baseadas em metodologias ativas de aprendizagem como laboratórios makers e softwares de simulação de ciências, entre outros. “O que o mundo está fazendo é esta terceira camada, que é mudar a cara da escola, ter mais horas para testar teorias, por exemplo, com os alunos em laboratório”, afirma Paulo.

(Por: Thais Paiva. Em: 10/10/2023.)
Podemos afirmar que no fragmento “Apesar dos avanços rumo à inclusão feitos nos últimos anos, o retrato trazido pelo estudo evidencia os muitos desafios que as escolas públicas enfrentam para implementar um currículo alinhado à cultura digital, [...]” (3º§), há uma oração subordinada adverbial
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Q2291118 Legislação Federal
Um profissional pretende atuar como representante comercial autônomo; contudo, possui dúvidas sobre representação comercial mercantil. Considerando a situação hipotética apresentada, podemos afirmar que a representação comercial autônoma pode ser exercida por 
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Q2291117 Arquivologia
Uma arquivista de determinado museu histórico é responsável pelos documentos antigos e valiosos. Sabe-se que a preservação, a conservação e a restauração são processos diferentes e ela deverá garantir a qualidade de toda a documentação. Considerando o cenário apresentado, são procedimentos adequados a serem executados pela arquivista: 
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Q2291116 Administração Geral

Na tentativa de identificar os fatores relacionados à criação de equipes eficazes foi construído um modelo com o quadro a seguir: 

Imagem associada para resolução da questão

(ROBBINS, 2005, p. 216.)


Em relação à temática, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

( ) As equipes se diferem quanto à sua forma e estrutura; o modelo busca uma generalização em relação aos diversos tipos de equipes.

( ) O modelo corresponde a um roteiro especializado que pode ser aplicado a toda e qualquer equipe.

( ) O modelo parte da premissa de que as equipes são geralmente preferíveis ao trabalho individual e, muitas vezes, a criação de uma equipe eficaz é resolver com perfeição o problema errado.

( ) A eficácia equivale ao conjunto de medidas objetivas da produtividade da equipe, avaliação dos executivos em relação ao desempenho da equipe e medidas agregadas da satisfação dos seus membros.


A sequência está correta em 

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Q2291115 Gestão de Pessoas
Os colaboradores de determinada empresa trabalham em um mesmo departamento e, geralmente, desenvolvem trabalhos em equipe. Possuem habilidades específicas e competência em suas áreas, mas, no contexto das relações interpessoais, apresentam dificuldades. Considerando o contexto, o colaborador que denota uma relação interpessoal positiva no trabalho é: 
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Q2291114 Atendimento ao Público
Os profissionais do atendimento que lidam e interagem com os clientes devem apresentar características fundamentais.
(Sequeira de Valdez, 2006.)
Relacione adequadamente os conceitos às respectivas características.
1. Autonomia para resolver problemas. 2. Autossuficiência técnica. 3. Capacidade de gerenciar crises. 4. Cortesia e empatia. 5. Habilidades de comunicação.
( ) Adequar o discurso ao público, falar com clareza e ouvir atentamente implica em ter fluência verbal, usar vocabulário apropriado, falar com pronúncia correta, em um tom de voz audível, evitar gírias ou vícios de linguagem e ser objetivo.
( ) Conceder controle, delegar e dar poder aos outros, estando a delegação ligada à descentralização da autoridade e baseada em confiança e compromisso mútuo é essencial aos atendentes para gerenciar o relacionamento com clientes, conforme os valores e estratégias da empresa.
( ) Lidar com o cliente de forma amável e educada é crucial ao tratar com o público; para garantir uma interação considerável, é imprescindível ouvir as pessoas, observar como elas participam da interação, se colocar no lugar do cliente e aceitar as diferenças.
( ) Possuir conhecimentos sobre funcionamento e estrutura interna da organização, dos processos de comunicação, saber para quem direcionar as ocorrências, ser capacitado para mudanças na empresa e/ou produtos para que tomem decisões que resolvam situações e encaminhá-las quando necessário.
( ) Saber gerenciar as emoções para lidar com situações difíceis, ter inteligência emocional, pois lidar com pessoas e diversidade exige paciência e equilíbrio e, diante de conflitos, as pessoas podem se exaltar; é fundamental reagir positivamente.

A sequência está correta em 
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Q2291113 Administração Geral
Gerenciamento é o processo de orientação do desenvolvimento, da manutenção e da alocação de recursos, a fim de atingir metas organizacionais. Portanto, dentro do processo de administração, toma-se decisões sobre recursos e objetivos. O processo que orienta, influencia e motiva as pessoas para o cumprimento das metas organizacionais denomina-se: 
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Q2291112 Administração Geral
Organização e métodos envolvem análise, revisão e aprimoramento dos processos e procedimentos de uma empresa. O principal objetivo é buscar a eficiência, reduzir desperdícios e simplificar as atividades organizacionais. São instrumentos empregados para levantar e documentar o processo:  
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Q2291111 Administração Geral
Diante das funções da administração, o planejamento se preocupa com a antecipação de problemas ou oportunidades potenciais cuja organização pode se deparar. O planejamento que identifica linhas de ações alternativas para situações incomuns ou de crise, estipulando a cadeia de comando, os procedimentos operacionais padronizados e os canais de comunicação que a organização utilizará durante uma emergência chama-se planejamento:  
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Q2291110 Filosofia
A comunicação pública é de suma importância para o pleno exercício da cidadania. Para que os direitos e deveres sejam efetivamente exercidos, não basta apenas receber informações unidirecionais do Estado para o cidadão. É essencial também promover o diálogo, garantindo um fluxo contínuo de troca de informações e até mesmo de sentimentos entre todas as partes envolvidas. Essa habilidade é cada vez mais necessária para a efetivação de políticas públicas que atendam às necessidades da sociedade. Descreve corretamente o papel do cidadão no contexto das relações públicas em uma sociedade democrática: 
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Q2291109 Administração Geral
Organizar envolve coordenar e alocar os recursos de uma empresa, para que ela possa executar seus planos e atingir suas metas. Este processo organizacional ou de estruturação é realizado por determinação das atividades de trabalhos e divisões de tarefas, agrupamento de cargo e atribuição de autoridade. Embora as formas tradicionais de estruturação das organizações ainda representem como muitas empresas organizam os seus trabalhos, novas estruturas mais flexíveis são adotadas. A estrutura organizacional que faz parte de uma organização de linha e assessoria mais ampla, em que a autoridade e a responsabilidade são exercidas por um grupo de pessoas em vez de um indivíduo isoladamente e que, em algumas vezes, pode possuir o papel consultivo e em outras situações tomar e implementar decisões, denomina-se: 
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Q2291108 Administração Geral
Ao longo dos anos, com a elevação da competitividade percebeu-se a necessidade de uma gestão compartilhada e atuação em equipe. A afirmativa que melhor descreve a importância do desenvolvimento de equipe no ambiente de trabalho é: 
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Q2291107 Administração de Recursos Materiais
A presença de um sistema de controle eficiente é fundamental em todas as etapas de desenvolvimento, planejamento e gestão de empresas públicas ou privadas. O executivo encarregado das áreas de materiais, suprimentos e logística é responsável pelo sucesso das operações através da utilização de mecanismos de controle para uma devida gestão de materiais. Um dos itens que influenciam na gestão destas áreas são os estoques. Eles desempenham o papel de atuar como reguladores do fluxo de materiais. Caso a velocidade de entrada dos itens seja maior do que a saída, ou se o número de unidades recebidas for superior ao número de unidades expedidas, o nível de estoque
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Q2291106 Gestão de Pessoas
A política de gestão de pessoas representa o conjunto de diretrizes que norteiam o capital humano da empresa, com finalidade de resultados, transparência, engajamento e valorização da experiência do colaborador. São quatro as etapas consideradas necessárias para a construção e a implantação da política de gestão de pessoas. A etapa que realiza o levantamento da situação atual das diretrizes e dos modelos existentes em gestão de pessoas é: 
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Q2291105 Administração Geral
Todo sistema é dinâmico e tem processos que interligam os componentes e transformam os elementos de entrada em resultados. Cada tipo de sistema tem um processo ou dinâmica própria. Todas as organizações usam pessoas, dinheiro, materiais e informação, mas um banco é diferente de um exército e os dois de uma escola e esses três de um hospital devido às diferenças nos processos internos e nos resultados de cada um. São diferentes a tecnologia, as normas e os regulamentos, a cultura e os produtos e serviços que cada um produz. O que define a natureza do sistema é o processo, a natureza das relações entre as partes, e não apenas as partes, que são muito similares em todos os sistemas. Descreve adequadamente o conceito de “procedimentos administrativos e a utilidade dos “manuais administrativos” nas organizações, respectivamente:
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Q2291104 Administração Geral
A administração financeira é uma área de estudo que combina teoria e prática, com o objetivo fundamental de garantir um processo empresarial mais eficiente e aprimorado para a captação de recursos (financiamento) e alocação deles (investimento) de forma mais eficaz. A dinâmica das decisões financeiras dentro do ambiente empresarial volta-se para algumas funções financeiras. Diante disso, duas correntes são a base das finanças modernas para tomada de decisão: as finanças corporativas e os estudos de portfólio e de risco e retorno. Ao realizar um investimento, uma empresa deve fazer duas escolhas amplas em relação ao financiamento: identificar o mix ótimo de dívidas e patrimônio líquido e, com base na proporção levantada, definir o valor a ser obtido de financiamento. Uma dívida com terceiros só é benéfica se os benefícios marginais de tomar emprestado excedam os custos marginais. Uma empresa X pode usar R$ 5 bilhões para investir expansão do seu negócio de contratos de defesa. Ao ponderar os benefícios em relação aos custos, a empresa X constata que o seu mix ótimo de estrutura de capital é de 30% de capitais de terceiros e 70% de capital próprio. Portanto, ela deverá obter somente R$ 1,5 bilhão emprestado com terceiros. Dentro da dinâmica das decisões financeiras, a função que se volta para a aquisição de fundos e o gerenciamento de sua composição denomina-se: 
Alternativas
Respostas
14901: C
14902: B
14903: D
14904: D
14905: B
14906: D
14907: D
14908: C
14909: D
14910: A
14911: D
14912: D
14913: D
14914: D
14915: A
14916: D
14917: B
14918: B
14919: D
14920: B