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Ano: 2025 Banca: CPCON Órgão: UEPB Prova: CPCON - 2025 - UEPB - Assistente Administrativo |
Q3360719 Administração Geral
A função administrativa de planejamento é responsável pelo estabelecimento de objetivos a serem realizados pela organização e pela criação de planos que viabilizem a consecução de tais objetivos. Os planos podem ser classificados quanto ao seu horizonte temporal. Os planos estratégicos são caracterizados por um horizonte temporal: 
Alternativas
Ano: 2025 Banca: CPCON Órgão: UEPB Prova: CPCON - 2025 - UEPB - Assistente Administrativo |
Q3360718 Direito Administrativo
Os princípios que regem a Administração Pública estão estabelecidos no artigo 37 da Constituição Federal de 1988. Estes princípios norteiam o desempenho das atividades da administração pública. O princípio segundo o qual a administração pública e seus agentes devem orientar o exercício de suas competências primando pela adoção dos critérios legais e morais necessários para a melhor utilização possível dos recursos públicos, de maneira a evitar desperdícios e garantir uma maior rentabilidade social, é o: 
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Ano: 2025 Banca: CPCON Órgão: UEPB Prova: CPCON - 2025 - UEPB - Assistente Administrativo |
Q3360717 Administração Geral
É possível analisar uma organização e identificar diferentes níveis organizacionais, de acordo com o âmbito das atividades desenvolvidas pelos profissionais que ali atuam. O nível mais baixo da organização, responsável pela coordenação do trabalho rotineiro dos indivíduos, com ênfase no curto prazo, especialmente no que diz respeito à execução de atividades e tarefas cotidianas, é denominado:
Alternativas
Q3360716 Português

Leia o texto III e responda à questão.


Texto III


Fonte: https://www.instagram.com/p/CpYqqt9PP2R/?igsh=MTBwbHBiamdpYnBhdA%3D%3D&img_index=1 Acesso em 04 de março de 2025.

Sobre o quadrinho, analise em sua integralidade, com especial atenção às falas das personagens e sua composição. A partir do contexto, analise as afirmações abaixo.
I- A temática deste quadrinho se relaciona às variações linguísticas e suas adequações aos contextos comunicacionais.
II- O uso de expressões como “minino”, “oxe”, “visse”, “gostasse” são marcas de uma variante regional.
III- O segundo quadrinho, em que há a expressão “Ai meu Deus”, possui um balão diferente que expressa que algo foi pensado.
IV- A menção a “cuscuz” e “São João de Campina Grande” reforça o contexto regional de uso da variante dita pelos pais.
V- No último quadrinho, há uma adesão dos pais à variante falada pelo filho.
É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3360715 Português

Leia o texto III e responda à questão.


Texto III


Fonte: https://www.instagram.com/p/CpYqqt9PP2R/?igsh=MTBwbHBiamdpYnBhdA%3D%3D&img_index=1 Acesso em 04 de março de 2025.

Sobre o uso da variedade linguística no trecho "Pô, mano, tá me zoando?", é CORRETO afirmar que:
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Q3360714 Português
No refrão “Eles querem te vender,/ Eles querem te comprar,/Querem te matar (de rir)/Querem te fazer chorar,/Quem são eles?/Quem eles pensam que são?” (versos 9-14), o primeiro verso traz:
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Q3360713 Português
No trecho: “Tossir, cuspir, jogar pra fora” (4ª verso), qual a figura de linguagem presente?
Alternativas
Q3360709 Português

Leia o texto I para responder à questão.


Texto I - INFÂNCIA


        Ora, uma noite, depois do café, meu pai me mandou buscar um livro que deixara na cabeceira da cama. Novidade: meu velho nunca se dirigia a mim. E eu, engolido o café, beijava-lhe a mão, porque isto era praxe, mergulhava na rede e adormecia. Espantado, entrei no quarto, peguei com repugnância o antipático objeto e voltei à sala de jantar. Aí recebi ordem para me sentar e abrir o volume. Obedeci engulhando, com a vaga esperança de que uma visita me interrompesse. Ninguém nos visitou naquela noite extraordinária.

        Meu pai determinou que eu principiasse a leitura. Principiei. Mastigando as palavras, gaguejando, gemendo uma cantilena medonha, indiferente à pontuação, saltando linhas e repisando linhas, alcancei o fim da página, sem ouvir gritos. Parei surpreendido, virei a folha, continuei a arrastar-me na gemedeira, como um carro em estrada cheia de buracos.

        Com certeza o negociante recebera alguma dívida perdida: no meio do capítulo pôs-se a conversar comigo, perguntou-me se eu estava compreendendo o que lia. Explicou-me que se tratava de uma história, um romance, exigiu atenção e resumiu a parte já lida. Um casal com filhos andava numa floresta, em noite de inverno, perseguido por lobos, cachorros selvagens. Depois de muito correr, essas criaturas chegavam à cabana de um lenhador. Era ou não era? Traduziu-me em linguagem de cozinha diversas expressões literárias. Animei-me a parolar. Sim, realmente havia alguma coisa no livro, mas era difícil conhecer tudo.

        Alinhavei o resto do capítulo, diligenciando penetrar o sentido da prosa confusa, aventurando-me às vezes a inquirir. E uma luzinha quase imperceptível surgia longe, apagava-se, ressurgia, vacilante, nas trevas do meu espírito.

        Recolhi-me preocupado: os fugitivos, os lobos e o lenhador agitaram-me o sono. Dormi com eles, acordei com eles. As horas voaram. Alheio à escola, aos brinquedos de minhas irmãs, à tagarelice dos moleques, vivi com essas criaturas de sonho, incompletas e misteriosas.

        À noite meu pai me pediu novamente o volume, e a cena da véspera se reproduziu: leitura emperrada, mal-entendidos, explicações.

        Na terceira noite fui buscar o livro espontaneamente, mas o velho estava sombrio e silencioso.

        E no dia seguinte, quando me preparei para moer a narrativa, afastou-me com um gesto, carrancudo. Nunca experimentei decepção tão grande. Era como se tivesse descoberto uma coisa muito preciosa e de repente a maravilha se quebrasse. E o homem que a reduziu a cacos, depois de me haver ajudado a encontrá-la, não imaginou a minha desgraça. A princípio foi desespero, sensação de perda e ruína, em seguida uma longa covardia, a certeza de que as horas de encanto eram boas demais para mim e não podiam durar.


Fonte: RAMOS, Graciliano. Infância. São Paulo: Record, 2003.

Considerando a estrutura do período composto “Explicou-me que se tratava de uma história, um romance, exigiu atenção e resumiu a parte já lida.”, analise as assertivas a seguir.
I- Explicou-me exerce a função sintática de oração principal em relação à “que se tratava de uma história, um romance”.
II- Que, no período composto em análise, exerce a função de conjunção integrante.
III- Que, no período composto em análise, exerce a função de pronome relativo.
IV- Há a presença de orações coordenadas e subordinadas no período.
V- Há a presença de oração coordenada sindética aditiva na composição do período.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
Alternativas
Q3360708 Português

Leia o texto I para responder à questão.


Texto I - INFÂNCIA


        Ora, uma noite, depois do café, meu pai me mandou buscar um livro que deixara na cabeceira da cama. Novidade: meu velho nunca se dirigia a mim. E eu, engolido o café, beijava-lhe a mão, porque isto era praxe, mergulhava na rede e adormecia. Espantado, entrei no quarto, peguei com repugnância o antipático objeto e voltei à sala de jantar. Aí recebi ordem para me sentar e abrir o volume. Obedeci engulhando, com a vaga esperança de que uma visita me interrompesse. Ninguém nos visitou naquela noite extraordinária.

        Meu pai determinou que eu principiasse a leitura. Principiei. Mastigando as palavras, gaguejando, gemendo uma cantilena medonha, indiferente à pontuação, saltando linhas e repisando linhas, alcancei o fim da página, sem ouvir gritos. Parei surpreendido, virei a folha, continuei a arrastar-me na gemedeira, como um carro em estrada cheia de buracos.

        Com certeza o negociante recebera alguma dívida perdida: no meio do capítulo pôs-se a conversar comigo, perguntou-me se eu estava compreendendo o que lia. Explicou-me que se tratava de uma história, um romance, exigiu atenção e resumiu a parte já lida. Um casal com filhos andava numa floresta, em noite de inverno, perseguido por lobos, cachorros selvagens. Depois de muito correr, essas criaturas chegavam à cabana de um lenhador. Era ou não era? Traduziu-me em linguagem de cozinha diversas expressões literárias. Animei-me a parolar. Sim, realmente havia alguma coisa no livro, mas era difícil conhecer tudo.

        Alinhavei o resto do capítulo, diligenciando penetrar o sentido da prosa confusa, aventurando-me às vezes a inquirir. E uma luzinha quase imperceptível surgia longe, apagava-se, ressurgia, vacilante, nas trevas do meu espírito.

        Recolhi-me preocupado: os fugitivos, os lobos e o lenhador agitaram-me o sono. Dormi com eles, acordei com eles. As horas voaram. Alheio à escola, aos brinquedos de minhas irmãs, à tagarelice dos moleques, vivi com essas criaturas de sonho, incompletas e misteriosas.

        À noite meu pai me pediu novamente o volume, e a cena da véspera se reproduziu: leitura emperrada, mal-entendidos, explicações.

        Na terceira noite fui buscar o livro espontaneamente, mas o velho estava sombrio e silencioso.

        E no dia seguinte, quando me preparei para moer a narrativa, afastou-me com um gesto, carrancudo. Nunca experimentei decepção tão grande. Era como se tivesse descoberto uma coisa muito preciosa e de repente a maravilha se quebrasse. E o homem que a reduziu a cacos, depois de me haver ajudado a encontrá-la, não imaginou a minha desgraça. A princípio foi desespero, sensação de perda e ruína, em seguida uma longa covardia, a certeza de que as horas de encanto eram boas demais para mim e não podiam durar.


Fonte: RAMOS, Graciliano. Infância. São Paulo: Record, 2003.

Analise o que é solicitado, a partir da leitura do enunciado abaixo:


“Aí recebi ordem para me sentar e abrir o volume.” O elemento em destaque funciona no trecho como:

Alternativas
Q3360707 Português

Leia o texto I para responder à questão.


Texto I - INFÂNCIA


        Ora, uma noite, depois do café, meu pai me mandou buscar um livro que deixara na cabeceira da cama. Novidade: meu velho nunca se dirigia a mim. E eu, engolido o café, beijava-lhe a mão, porque isto era praxe, mergulhava na rede e adormecia. Espantado, entrei no quarto, peguei com repugnância o antipático objeto e voltei à sala de jantar. Aí recebi ordem para me sentar e abrir o volume. Obedeci engulhando, com a vaga esperança de que uma visita me interrompesse. Ninguém nos visitou naquela noite extraordinária.

        Meu pai determinou que eu principiasse a leitura. Principiei. Mastigando as palavras, gaguejando, gemendo uma cantilena medonha, indiferente à pontuação, saltando linhas e repisando linhas, alcancei o fim da página, sem ouvir gritos. Parei surpreendido, virei a folha, continuei a arrastar-me na gemedeira, como um carro em estrada cheia de buracos.

        Com certeza o negociante recebera alguma dívida perdida: no meio do capítulo pôs-se a conversar comigo, perguntou-me se eu estava compreendendo o que lia. Explicou-me que se tratava de uma história, um romance, exigiu atenção e resumiu a parte já lida. Um casal com filhos andava numa floresta, em noite de inverno, perseguido por lobos, cachorros selvagens. Depois de muito correr, essas criaturas chegavam à cabana de um lenhador. Era ou não era? Traduziu-me em linguagem de cozinha diversas expressões literárias. Animei-me a parolar. Sim, realmente havia alguma coisa no livro, mas era difícil conhecer tudo.

        Alinhavei o resto do capítulo, diligenciando penetrar o sentido da prosa confusa, aventurando-me às vezes a inquirir. E uma luzinha quase imperceptível surgia longe, apagava-se, ressurgia, vacilante, nas trevas do meu espírito.

        Recolhi-me preocupado: os fugitivos, os lobos e o lenhador agitaram-me o sono. Dormi com eles, acordei com eles. As horas voaram. Alheio à escola, aos brinquedos de minhas irmãs, à tagarelice dos moleques, vivi com essas criaturas de sonho, incompletas e misteriosas.

        À noite meu pai me pediu novamente o volume, e a cena da véspera se reproduziu: leitura emperrada, mal-entendidos, explicações.

        Na terceira noite fui buscar o livro espontaneamente, mas o velho estava sombrio e silencioso.

        E no dia seguinte, quando me preparei para moer a narrativa, afastou-me com um gesto, carrancudo. Nunca experimentei decepção tão grande. Era como se tivesse descoberto uma coisa muito preciosa e de repente a maravilha se quebrasse. E o homem que a reduziu a cacos, depois de me haver ajudado a encontrá-la, não imaginou a minha desgraça. A princípio foi desespero, sensação de perda e ruína, em seguida uma longa covardia, a certeza de que as horas de encanto eram boas demais para mim e não podiam durar.


Fonte: RAMOS, Graciliano. Infância. São Paulo: Record, 2003.

A partir da leitura do texto, é CORRETO inferir que a ideia central desenvolvida se resume em: 
Alternativas
Q3359609 Direito Digital
A LGPD se aplica à pessoa física ou jurídica que lida com tratamento de dados pessoais, seja por meio físico ou digital, independentemente do país de sua sede ou do país onde estejam localizados os dados. As atividades de tratamento de dados pessoais deverão observar a boa-fé e alguns princípios. Marque a alternativa CORRETA que corresponde ao princípio que está relacionado a garantia de que os titulares terão consulta facilitada e gratuita sobre a forma e a duração do tratamento de seus dados, bem como sobre a sua integralidade.
Alternativas
Q3359604 Matemática
Durante uma feira de ciências, duas equipes de estudantes montaram atrações com apresentações periódicas. A equipe A realiza uma demonstração a cada 12 minutos, enquanto a equipe B faz uma apresentação a cada 18 minutos, tendo as duas começado simultaneamente às 9h. Sabendo que a organização do evento precisa programar um anúncio especial toda vez que as duas apresentações coincidirem, indique a alternativa que informa qual será o horário do próximo anúncio.
Alternativas
Q3359603 Matemática
A loja Eletro Home lançou uma promoção e um televisor que inicialmente custava R$ 3.500,00 teve 20% de desconto. Alguns dias depois, terminada a promoção, os preços dos produtos voltaram a ser os mesmos. Qual foi o percentual do aumento dado à TV citada, para ela voltar a custar R$ 3.500,00?
Alternativas
Q3359600 Português
Colina, nutriente vital para o cérebro


A colina não é vitamina, nem mineral. É um composto orgânico vital para o funcionamento saudável do sistema nervoso humano.

Existem, agora, novas pesquisas que demonstram que o aumento do consumo de colina traz diversos efeitos poderosos. Eles variam desde o aumento do desempenho cognitivo até a proteção contra distúrbios do desenvolvimento neurológico, incluindo o transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH) e a dislexia.

O nutriente também desempenha papel significativo no neurodesenvolvimento humano.

Em um estudo, mães que tomaram suplementos de colina durante a gravidez deram à luz bebês com maior velocidade de processamento de informações, o que é uma medida do funcionamento cognitivo saudável.

A colina é um nutriente essencial, ou seja, ela é vital para nossa saúde. Mas o corpo humano não a produz em quantidade suficiente. Por isso, precisamos obter parte de que necessitamos na alimentação.

Sua presença é encontrada principalmente em alimentos de origem animal, como carne, ovos, peixe, frango e leite. Ela também está presente em amendoins, feijão-vermelho, cogumelos e crucíferas, como brócolis. Mas os alimentos de origem animal contêm mais colina do que as fontes de origem vegetal.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cze1r7ye4n3o.adaptado.
Existem, agora, novas pesquisas que demonstram que o aumento do consumo de colina traz diversos efeitos poderosos.
Assinale a alternativa correta quanto à nova pontuação sem alteração do sentido original da frase. 
Alternativas
Q3359599 Português
Colina, nutriente vital para o cérebro


A colina não é vitamina, nem mineral. É um composto orgânico vital para o funcionamento saudável do sistema nervoso humano.

Existem, agora, novas pesquisas que demonstram que o aumento do consumo de colina traz diversos efeitos poderosos. Eles variam desde o aumento do desempenho cognitivo até a proteção contra distúrbios do desenvolvimento neurológico, incluindo o transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH) e a dislexia.

O nutriente também desempenha papel significativo no neurodesenvolvimento humano.

Em um estudo, mães que tomaram suplementos de colina durante a gravidez deram à luz bebês com maior velocidade de processamento de informações, o que é uma medida do funcionamento cognitivo saudável.

A colina é um nutriente essencial, ou seja, ela é vital para nossa saúde. Mas o corpo humano não a produz em quantidade suficiente. Por isso, precisamos obter parte de que necessitamos na alimentação.

Sua presença é encontrada principalmente em alimentos de origem animal, como carne, ovos, peixe, frango e leite. Ela também está presente em amendoins, feijão-vermelho, cogumelos e crucíferas, como brócolis. Mas os alimentos de origem animal contêm mais colina do que as fontes de origem vegetal.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cze1r7ye4n3o.adaptado.
O nutriente também "desempenha" papel significativo no neurodesenvolvimento humano.
Conjugando o verbo destacado no pretérito mais que perfeito do indicativo, tem-se:
Alternativas
Q3359596 Administração de Recursos Materiais
De acordo com os conceitos de administração de materiais, julgue as afirmativas abaixo:

I.A reposição de materiais deve ser feita sem considerar o histórico de consumo e o espaço disponível no estoque.

II.O controle de estoque eficaz envolve o acompanhamento constante do volume de materiais, evitando excessos ou faltas.

III.A conservação de materiais é uma tarefa desnecessária quando os itens são armazenados em locais limpos e bem-organizados.

Está correto o que afirma em:
Alternativas
Q3359595 Atendimento ao Público
Os atendimentos telefônicos são realizados diariamente para esclarecer dúvidas e atender às solicitações dos cidadãos, em uma secretaria pública. Com o objetivo de promover melhorias, o gestor orientou os servidores a adotarem boas práticas que garantam eficiência e qualidade na comunicação. Relacione as práticas recomendadas ao objetivo que elas buscam alcançar:

Coluna 1 − Boas Práticas:
1.Falar com clareza e tom cordial. 2.Registrar as informações relevantes durante o atendimento. 3.Confirmar que o setor correto está disponível antes de transferir a ligação. 4.Informar ao cidadão o motivo e o tempo estimado de espera. 5.Ouvir o cidadão sem interrupções.

Coluna 2 − Objetivos:
(__)Garantir que o cidadão se sinta respeitado e compreendido durante o atendimento.
(__)Evitar perda de informações importantes e auxiliar na continuidade do processo.
(__)Garantir a transferência precisa e evitar confusão ou atrasos.
(__)Manter transparência e confiança, reduzindo desconforto durante a espera.
(__)Promover cordialidade e profissionalismo na interação.
Alternativas
Q3359594 Direito Administrativo
No Direito Administrativo, os atos administrativos são regidos por certos atributos que definem sua natureza e o impacto de suas decisões. Esses atributos conferem aos atos da Administração Pública características específicas, que permitem à Administração exercer suas funções de forma eficiente e com base na legalidade. Com base nesse entendimento, analise as alternativas a seguir e assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3359593 Direito Administrativo
A Administração Pública, ao gerir os recursos públicos e buscar a contratação de bens, serviços ou obras, deve obrigatoriamente seguir princípios constitucionais e normas específicas que assegurem a legalidade, a impessoalidade e a transparência dos seus atos. Nesse sentido, a licitação configura-se como um procedimento formal que visa garantir a seleção da proposta mais vantajosa para o interesse público, estimulando a competitividade e evitando favorecimentos indevidos. Considerando o escopo de aplicação da Nova Lei de Licitações e Contratos, assinale a alternativa que NÃO se enquadra entre as hipóteses de aplicação obrigatória da referida legislação: 
Alternativas
Q3359592 Administração de Recursos Materiais
Associe as colunas abaixo, ligando os processos de administração de materiais às suas respectivas descrições:

Primeira coluna: Processo.
1.Compra. 2.Armazenamento. 3.Conservação e Reposição. 4.Requisição.

Segunda coluna: Descrição.
(__)Ação de devolver materiais para reposição, evitando falta ou desperdício.
(__)Processo de aquisição de materiais para atender às necessidades da organização.
(__)Colocação e organização de materiais de forma a garantir fácil acesso e preservação.   (__)Pedido formal para a aquisição de materiais ou recursos necessários.


Assinale a alternativa correta:
Alternativas
Respostas
6561: A
6562: B
6563: D
6564: D
6565: A
6566: C
6567: E
6568: B
6569: D
6570: E
6571: C
6572: E
6573: D
6574: B
6575: E
6576: A
6577: E
6578: A
6579: C
6580: B