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A questão refere-se a charge seguinte:

A questão refere-se ao texto seguinte:
Formas do nu
O homem é o animal
mais vestido e calçado.
Primeiro, a pano e feltro,
se isola do ar abraço.
Depois, a pedra e cal,
de paredes trajado,
se defende do abismo
horizontal do espaço.
Para evitar a terra
calça nos pés sapatos,
nos sapatos, tapetes,
e, nos tapetes, soalhos.
Calça as ruas: e, como
não pode todo o mato,
para andar nele estende
passadeiras de asfalto.
MELO NETO, João Cabral de. Antologia poética.
Rio de Janeiro: Sabiá, 1964.
A questão refere-se ao texto seguinte:
Formas do nu
O homem é o animal
mais vestido e calçado.
Primeiro, a pano e feltro,
se isola do ar abraço.
Depois, a pedra e cal,
de paredes trajado,
se defende do abismo
horizontal do espaço.
Para evitar a terra
calça nos pés sapatos,
nos sapatos, tapetes,
e, nos tapetes, soalhos.
Calça as ruas: e, como
não pode todo o mato,
para andar nele estende
passadeiras de asfalto.
MELO NETO, João Cabral de. Antologia poética.
Rio de Janeiro: Sabiá, 1964.
A questão refere-se ao texto seguinte:
Formas do nu
O homem é o animal
mais vestido e calçado.
Primeiro, a pano e feltro,
se isola do ar abraço.
Depois, a pedra e cal,
de paredes trajado,
se defende do abismo
horizontal do espaço.
Para evitar a terra
calça nos pés sapatos,
nos sapatos, tapetes,
e, nos tapetes, soalhos.
Calça as ruas: e, como
não pode todo o mato,
para andar nele estende
passadeiras de asfalto.
MELO NETO, João Cabral de. Antologia poética.
Rio de Janeiro: Sabiá, 1964.
A questão refere-se ao texto seguinte:
Formas do nu
O homem é o animal
mais vestido e calçado.
Primeiro, a pano e feltro,
se isola do ar abraço.
Depois, a pedra e cal,
de paredes trajado,
se defende do abismo
horizontal do espaço.
Para evitar a terra
calça nos pés sapatos,
nos sapatos, tapetes,
e, nos tapetes, soalhos.
Calça as ruas: e, como
não pode todo o mato,
para andar nele estende
passadeiras de asfalto.
MELO NETO, João Cabral de. Antologia poética.
Rio de Janeiro: Sabiá, 1964.
A questão refere-se ao texto seguinte:
Formas do nu
O homem é o animal
mais vestido e calçado.
Primeiro, a pano e feltro,
se isola do ar abraço.
Depois, a pedra e cal,
de paredes trajado,
se defende do abismo
horizontal do espaço.
Para evitar a terra
calça nos pés sapatos,
nos sapatos, tapetes,
e, nos tapetes, soalhos.
Calça as ruas: e, como
não pode todo o mato,
para andar nele estende
passadeiras de asfalto.
MELO NETO, João Cabral de. Antologia poética.
Rio de Janeiro: Sabiá, 1964.
A questão refere-se ao texto seguinte:
Matar para proteger
Caçar animais e derrubar árvores pode ajudar a preservar a natureza? Na opinião de muita gente, sim. A exploração sustentável – um nome pomposo que significa não retirar do ambiente mais do que ele pode repor naturalmente – ganha cada vez mais espaço como estratégia para acomodar os interesses conflitantes de quem tira da natureza o sustento próprio e de quem quer ver as paisagens intocadas. A caça controlada, dizem alguns pesquisadores, pode evitar a superpopulação de espécies, além de gerar receita. Isso vem sendo feito com sucesso, no Rio Grande do Sul, o único Estado brasileiro onde a caça é legal. Todos os anos, a Fundação Zoobotânica indica quais as espécies disponíveis para a caça, em que quantidades e em que regiões. A novidade, agora, é que algumas espécies símbolo da preservação, como a onça-pintada e o jacaré, estão na mira do “uso sustentável”.
Na Amazônia, o desafio é controlar a extração de madeira, uma ameaça à floresta. Proibi-la preservaria a região, mas tiraria o sustento de famílias que trabalham nas madeireiras. A saída é o manejo sustentável, ou seja, um corte selecionado e controlado.
Fernanda Campanelli Massaroto
http://super.abril.com.br/ecologia/matar-proteger- 460891.shtml
Acessado em: 13/01/2011
A questão refere-se ao texto seguinte:
Matar para proteger
Caçar animais e derrubar árvores pode ajudar a preservar a natureza? Na opinião de muita gente, sim. A exploração sustentável – um nome pomposo que significa não retirar do ambiente mais do que ele pode repor naturalmente – ganha cada vez mais espaço como estratégia para acomodar os interesses conflitantes de quem tira da natureza o sustento próprio e de quem quer ver as paisagens intocadas. A caça controlada, dizem alguns pesquisadores, pode evitar a superpopulação de espécies, além de gerar receita. Isso vem sendo feito com sucesso, no Rio Grande do Sul, o único Estado brasileiro onde a caça é legal. Todos os anos, a Fundação Zoobotânica indica quais as espécies disponíveis para a caça, em que quantidades e em que regiões. A novidade, agora, é que algumas espécies símbolo da preservação, como a onça-pintada e o jacaré, estão na mira do “uso sustentável”.
Na Amazônia, o desafio é controlar a extração de madeira, uma ameaça à floresta. Proibi-la preservaria a região, mas tiraria o sustento de famílias que trabalham nas madeireiras. A saída é o manejo sustentável, ou seja, um corte selecionado e controlado.
Fernanda Campanelli Massaroto
http://super.abril.com.br/ecologia/matar-proteger- 460891.shtml
Acessado em: 13/01/2011
A questão refere-se ao texto seguinte:
Matar para proteger
Caçar animais e derrubar árvores pode ajudar a preservar a natureza? Na opinião de muita gente, sim. A exploração sustentável – um nome pomposo que significa não retirar do ambiente mais do que ele pode repor naturalmente – ganha cada vez mais espaço como estratégia para acomodar os interesses conflitantes de quem tira da natureza o sustento próprio e de quem quer ver as paisagens intocadas. A caça controlada, dizem alguns pesquisadores, pode evitar a superpopulação de espécies, além de gerar receita. Isso vem sendo feito com sucesso, no Rio Grande do Sul, o único Estado brasileiro onde a caça é legal. Todos os anos, a Fundação Zoobotânica indica quais as espécies disponíveis para a caça, em que quantidades e em que regiões. A novidade, agora, é que algumas espécies símbolo da preservação, como a onça-pintada e o jacaré, estão na mira do “uso sustentável”.
Na Amazônia, o desafio é controlar a extração de madeira, uma ameaça à floresta. Proibi-la preservaria a região, mas tiraria o sustento de famílias que trabalham nas madeireiras. A saída é o manejo sustentável, ou seja, um corte selecionado e controlado.
Fernanda Campanelli Massaroto
http://super.abril.com.br/ecologia/matar-proteger- 460891.shtml
Acessado em: 13/01/2011
A questão refere-se ao texto seguinte:
Matar para proteger
Caçar animais e derrubar árvores pode ajudar a preservar a natureza? Na opinião de muita gente, sim. A exploração sustentável – um nome pomposo que significa não retirar do ambiente mais do que ele pode repor naturalmente – ganha cada vez mais espaço como estratégia para acomodar os interesses conflitantes de quem tira da natureza o sustento próprio e de quem quer ver as paisagens intocadas. A caça controlada, dizem alguns pesquisadores, pode evitar a superpopulação de espécies, além de gerar receita. Isso vem sendo feito com sucesso, no Rio Grande do Sul, o único Estado brasileiro onde a caça é legal. Todos os anos, a Fundação Zoobotânica indica quais as espécies disponíveis para a caça, em que quantidades e em que regiões. A novidade, agora, é que algumas espécies símbolo da preservação, como a onça-pintada e o jacaré, estão na mira do “uso sustentável”.
Na Amazônia, o desafio é controlar a extração de madeira, uma ameaça à floresta. Proibi-la preservaria a região, mas tiraria o sustento de famílias que trabalham nas madeireiras. A saída é o manejo sustentável, ou seja, um corte selecionado e controlado.
Fernanda Campanelli Massaroto
http://super.abril.com.br/ecologia/matar-proteger- 460891.shtml
Acessado em: 13/01/2011
A questão refere-se ao texto seguinte:
Matar para proteger
Caçar animais e derrubar árvores pode ajudar a preservar a natureza? Na opinião de muita gente, sim. A exploração sustentável – um nome pomposo que significa não retirar do ambiente mais do que ele pode repor naturalmente – ganha cada vez mais espaço como estratégia para acomodar os interesses conflitantes de quem tira da natureza o sustento próprio e de quem quer ver as paisagens intocadas. A caça controlada, dizem alguns pesquisadores, pode evitar a superpopulação de espécies, além de gerar receita. Isso vem sendo feito com sucesso, no Rio Grande do Sul, o único Estado brasileiro onde a caça é legal. Todos os anos, a Fundação Zoobotânica indica quais as espécies disponíveis para a caça, em que quantidades e em que regiões. A novidade, agora, é que algumas espécies símbolo da preservação, como a onça-pintada e o jacaré, estão na mira do “uso sustentável”.
Na Amazônia, o desafio é controlar a extração de madeira, uma ameaça à floresta. Proibi-la preservaria a região, mas tiraria o sustento de famílias que trabalham nas madeireiras. A saída é o manejo sustentável, ou seja, um corte selecionado e controlado.
Fernanda Campanelli Massaroto
http://super.abril.com.br/ecologia/matar-proteger- 460891.shtml
Acessado em: 13/01/2011
A questão refere-se ao texto seguinte:
Matar para proteger
Caçar animais e derrubar árvores pode ajudar a preservar a natureza? Na opinião de muita gente, sim. A exploração sustentável – um nome pomposo que significa não retirar do ambiente mais do que ele pode repor naturalmente – ganha cada vez mais espaço como estratégia para acomodar os interesses conflitantes de quem tira da natureza o sustento próprio e de quem quer ver as paisagens intocadas. A caça controlada, dizem alguns pesquisadores, pode evitar a superpopulação de espécies, além de gerar receita. Isso vem sendo feito com sucesso, no Rio Grande do Sul, o único Estado brasileiro onde a caça é legal. Todos os anos, a Fundação Zoobotânica indica quais as espécies disponíveis para a caça, em que quantidades e em que regiões. A novidade, agora, é que algumas espécies símbolo da preservação, como a onça-pintada e o jacaré, estão na mira do “uso sustentável”.
Na Amazônia, o desafio é controlar a extração de madeira, uma ameaça à floresta. Proibi-la preservaria a região, mas tiraria o sustento de famílias que trabalham nas madeireiras. A saída é o manejo sustentável, ou seja, um corte selecionado e controlado.
Fernanda Campanelli Massaroto
http://super.abril.com.br/ecologia/matar-proteger- 460891.shtml
Acessado em: 13/01/2011
I. A merendeira deve manter rigorosa higiene pessoal.
II. A merendeira, na fase de preparo, deve ter todo o cuidado para evitar a contaminação do alimento.
III. A merendeira deve organizar a distribuição da merenda, criando um ambiente agradável para os alunos.
IV. A merendeira, como membro da equipe escolar, deve orientar os alunos sobre hábitos saudáveis de alimentação.
Assinale a opção que indica o número de afirmativas certas.
I. O merendeiro deve higienizar as mãos antes de tocar em qualquer alimento.
II. Os alimentos prontos devem ser protegidos em vasilhas plásticas com tampas.
III. Os vegetais, logo após o preparo, devem ser armazenados em temperatura ambiente.
Assinale:
I. A equipe da merenda escolar deve, na seleção dos alimentos, valorizar os hábitos alimentares regionais.
II. A equipe da merenda escolar, antes de incluir um novo alimento no cardápio, deve ouvir a direção escolar.
III. A equipe da merenda escolar deve participar, sempre que for possível, da escolha dos alimentos que irão compor a merenda escolar.
Assinale: