Questões de Concurso Para engenheiro civil

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Q3583323 Geografia
O município de Ampére fica numa região de fronteira internacional entre Brasil e Argentina, não muito distante do Paraguai e, um pouco mais ao sul, do Uruguai. No início da década de 1990, esses quatro países assinaram o Tratado de Assunção, com o qual fundaram um bloco econômico que existe até os dias atuais. Qual das opções abaixo se refere a este bloco econômico? Assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3583322 História
Durante as décadas de 1930 e 1940, a colonização de grande parte do Sudoeste Paranaense esteve atrelada a uma política de povoamento nacional conhecida como ____________, principalmente articulada durante o Estado Novo, em que o Brasil foi presidido por _______________.

Analise as assertivas e assinale a alternativa que preenche as lacunas corretamente:
Alternativas
Q3583321 Geografia
Quais das opções abaixo fazem referência a municípios que estão na fronteira com o município de Ampére? Analise as assertivas e assinale a alternativa correta:

I - Pinhal de São Bento.
II - Realeza.
III - Francisco Beltrão.
IV - Bela Vista da Caroba. 
Alternativas
Q3583320 Matemática
Confronto com polícia em ato pró-Castillo no Peru deixa ao menos 17 mortos

    Pelo menos 17 pessoas foram mortas em confrontos com a polícia no sul do Peru, informou o escritório de direitos humanos do país nesta segunda-feira (9), o dia mais mortífero até agora de protestos exigindo eleições antecipadas e a libertação do expresidente preso Pedro Castillo.
Os confrontos ocorreram em Juliaca, uma cidade perto das margens do Lago Titicaca, na região de Puno, no sul do Peru, e deixaram 68 pessoas feridas, disse Henry Rebaza, funcionário do Ministério da Saúde de Puno, ao canal de televisão estatal TV Peru.
    Entre os mortos estão pelo menos dois adolescentes, de acordo com o ministério. Alguns dos corpos tinham ferimentos de bala, disse o diretor regional de saúde de Puno, Ismael Cornejo, à estação de rádio local RPP. As últimas baixas elevam o número de mortos em confrontos antigovernamentais com forças de segurança para 39 desde que os protestos começaram no início de dezembro, após a destituição e prisão de Castillo logo após ele tentar dissolver ilegalmente o Congresso.
    Castillo está cumprindo 18 meses de prisão preventiva sob a acusação de rebelião, que ele nega. Rebaza também disse à Peru TV que 28 policiais feridos não puderam ser evacuados do aeroporto de Juliaca. O primeiroministro peruano, Alberto Otarola, disse que milhares de manifestantes tentaram invadir o aeroporto.
    Durante o dia em Juliaca, uma testemunha da Reuters gravou imagens de tiros e fumaça nas ruas enquanto os manifestantes se protegiam atrás de grandes placas de metal e sinais de trânsito e jogavam pedras na polícia usando estilingues improvisados. Outras imagens mostraram pessoas administrando RCP a um homem deitado imóvel no chão com um suéter manchado de sangue e pessoas com ferimentos graves em uma sala de espera lotada de hospital.
    Uma mulher não identificada disse à Reuters que seu parente foi atingido por uma bala enquanto caminhava com um amigo que morava nas proximidades. “Quero apelar ao governo central – como podemos ter tantos mortos?” disse Jorge Sotomayor Perales, chefe do departamento de terapia intensiva de um hospital em Juliaca.
    O escritório de direitos humanos do Peru, conhecido como Ouvidoria, pediu que a polícia cumpra os padrões internacionais no uso da força e nas investigações das mortes, enquanto exortou os manifestantes a se absterem de atacar propriedades ou impedir o movimento de ambulâncias. Mais cedo na segunda-feira, o Provedor de Justiça disse que um recémnascido morreu enquanto era transferido da cidade de Yunguyo, a sudeste de Juliaca, para um hospital local em uma ambulância que atrasou devido a um bloqueio na estrada.
    Os protestos pedindo eleições antecipadas e a libertação de Castillo recomeçaram na semana passada, após uma pausa no feriado. Os manifestantes também exigem a renúncia da nova presidente Dina Boluarte, o fechamento do Congresso e mudanças na constituição.
    Falando em uma reunião de “acordo nacional” na segunda-feira com representantes das regiões do país e várias instituições políticas, Boluarte disse que não poderia atender a algumas das principais demandas dos manifestantes. Ela pediu aos cidadãos que “reflitam”. “A única coisa que estava em minhas mãos era adiantar as eleições, que já propusemos”, disse ela. “O que vocês estão pedindo é um pretexto para continuar gerando o caos nas cidades.”
    A Comissão Interamericana de Direitos Humanos informou que fará uma visita ao Peru de quarta a sexta-feira, visitando Lima e outras cidades para avaliar a situação.


Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/confronto-compolicia-em-ato-pro-castillo-no-peru-deixa-ao-menos-17-mortos/ Acesso em 16 de janeiro de 2023.
Em uma pesquisa com idosos acima de 60 anos, 3/4 relataram que já utilizaram o serviço de transporte gratuito que tem direito após completar 60 anos. Se a pesquisa contou com 2600 respondentes, a quantidade que já usou este serviço é igual a: 
Alternativas
Q3583319 Estatística
Confronto com polícia em ato pró-Castillo no Peru deixa ao menos 17 mortos

    Pelo menos 17 pessoas foram mortas em confrontos com a polícia no sul do Peru, informou o escritório de direitos humanos do país nesta segunda-feira (9), o dia mais mortífero até agora de protestos exigindo eleições antecipadas e a libertação do expresidente preso Pedro Castillo.
Os confrontos ocorreram em Juliaca, uma cidade perto das margens do Lago Titicaca, na região de Puno, no sul do Peru, e deixaram 68 pessoas feridas, disse Henry Rebaza, funcionário do Ministério da Saúde de Puno, ao canal de televisão estatal TV Peru.
    Entre os mortos estão pelo menos dois adolescentes, de acordo com o ministério. Alguns dos corpos tinham ferimentos de bala, disse o diretor regional de saúde de Puno, Ismael Cornejo, à estação de rádio local RPP. As últimas baixas elevam o número de mortos em confrontos antigovernamentais com forças de segurança para 39 desde que os protestos começaram no início de dezembro, após a destituição e prisão de Castillo logo após ele tentar dissolver ilegalmente o Congresso.
    Castillo está cumprindo 18 meses de prisão preventiva sob a acusação de rebelião, que ele nega. Rebaza também disse à Peru TV que 28 policiais feridos não puderam ser evacuados do aeroporto de Juliaca. O primeiroministro peruano, Alberto Otarola, disse que milhares de manifestantes tentaram invadir o aeroporto.
    Durante o dia em Juliaca, uma testemunha da Reuters gravou imagens de tiros e fumaça nas ruas enquanto os manifestantes se protegiam atrás de grandes placas de metal e sinais de trânsito e jogavam pedras na polícia usando estilingues improvisados. Outras imagens mostraram pessoas administrando RCP a um homem deitado imóvel no chão com um suéter manchado de sangue e pessoas com ferimentos graves em uma sala de espera lotada de hospital.
    Uma mulher não identificada disse à Reuters que seu parente foi atingido por uma bala enquanto caminhava com um amigo que morava nas proximidades. “Quero apelar ao governo central – como podemos ter tantos mortos?” disse Jorge Sotomayor Perales, chefe do departamento de terapia intensiva de um hospital em Juliaca.
    O escritório de direitos humanos do Peru, conhecido como Ouvidoria, pediu que a polícia cumpra os padrões internacionais no uso da força e nas investigações das mortes, enquanto exortou os manifestantes a se absterem de atacar propriedades ou impedir o movimento de ambulâncias. Mais cedo na segunda-feira, o Provedor de Justiça disse que um recémnascido morreu enquanto era transferido da cidade de Yunguyo, a sudeste de Juliaca, para um hospital local em uma ambulância que atrasou devido a um bloqueio na estrada.
    Os protestos pedindo eleições antecipadas e a libertação de Castillo recomeçaram na semana passada, após uma pausa no feriado. Os manifestantes também exigem a renúncia da nova presidente Dina Boluarte, o fechamento do Congresso e mudanças na constituição.
    Falando em uma reunião de “acordo nacional” na segunda-feira com representantes das regiões do país e várias instituições políticas, Boluarte disse que não poderia atender a algumas das principais demandas dos manifestantes. Ela pediu aos cidadãos que “reflitam”. “A única coisa que estava em minhas mãos era adiantar as eleições, que já propusemos”, disse ela. “O que vocês estão pedindo é um pretexto para continuar gerando o caos nas cidades.”
    A Comissão Interamericana de Direitos Humanos informou que fará uma visita ao Peru de quarta a sexta-feira, visitando Lima e outras cidades para avaliar a situação.


Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/confronto-compolicia-em-ato-pro-castillo-no-peru-deixa-ao-menos-17-mortos/ Acesso em 16 de janeiro de 2023.
A tabela seguinte apresenta o consumo de água de um grupo de 50 adolescentes:

Captura_de tela 2025-09-06 112510.png (408×146)

Com base nesta tabela a média de consumo de água deste grupo é igual a: 
Alternativas
Q3583318 Matemática
Confronto com polícia em ato pró-Castillo no Peru deixa ao menos 17 mortos

    Pelo menos 17 pessoas foram mortas em confrontos com a polícia no sul do Peru, informou o escritório de direitos humanos do país nesta segunda-feira (9), o dia mais mortífero até agora de protestos exigindo eleições antecipadas e a libertação do expresidente preso Pedro Castillo.
Os confrontos ocorreram em Juliaca, uma cidade perto das margens do Lago Titicaca, na região de Puno, no sul do Peru, e deixaram 68 pessoas feridas, disse Henry Rebaza, funcionário do Ministério da Saúde de Puno, ao canal de televisão estatal TV Peru.
    Entre os mortos estão pelo menos dois adolescentes, de acordo com o ministério. Alguns dos corpos tinham ferimentos de bala, disse o diretor regional de saúde de Puno, Ismael Cornejo, à estação de rádio local RPP. As últimas baixas elevam o número de mortos em confrontos antigovernamentais com forças de segurança para 39 desde que os protestos começaram no início de dezembro, após a destituição e prisão de Castillo logo após ele tentar dissolver ilegalmente o Congresso.
    Castillo está cumprindo 18 meses de prisão preventiva sob a acusação de rebelião, que ele nega. Rebaza também disse à Peru TV que 28 policiais feridos não puderam ser evacuados do aeroporto de Juliaca. O primeiroministro peruano, Alberto Otarola, disse que milhares de manifestantes tentaram invadir o aeroporto.
    Durante o dia em Juliaca, uma testemunha da Reuters gravou imagens de tiros e fumaça nas ruas enquanto os manifestantes se protegiam atrás de grandes placas de metal e sinais de trânsito e jogavam pedras na polícia usando estilingues improvisados. Outras imagens mostraram pessoas administrando RCP a um homem deitado imóvel no chão com um suéter manchado de sangue e pessoas com ferimentos graves em uma sala de espera lotada de hospital.
    Uma mulher não identificada disse à Reuters que seu parente foi atingido por uma bala enquanto caminhava com um amigo que morava nas proximidades. “Quero apelar ao governo central – como podemos ter tantos mortos?” disse Jorge Sotomayor Perales, chefe do departamento de terapia intensiva de um hospital em Juliaca.
    O escritório de direitos humanos do Peru, conhecido como Ouvidoria, pediu que a polícia cumpra os padrões internacionais no uso da força e nas investigações das mortes, enquanto exortou os manifestantes a se absterem de atacar propriedades ou impedir o movimento de ambulâncias. Mais cedo na segunda-feira, o Provedor de Justiça disse que um recémnascido morreu enquanto era transferido da cidade de Yunguyo, a sudeste de Juliaca, para um hospital local em uma ambulância que atrasou devido a um bloqueio na estrada.
    Os protestos pedindo eleições antecipadas e a libertação de Castillo recomeçaram na semana passada, após uma pausa no feriado. Os manifestantes também exigem a renúncia da nova presidente Dina Boluarte, o fechamento do Congresso e mudanças na constituição.
    Falando em uma reunião de “acordo nacional” na segunda-feira com representantes das regiões do país e várias instituições políticas, Boluarte disse que não poderia atender a algumas das principais demandas dos manifestantes. Ela pediu aos cidadãos que “reflitam”. “A única coisa que estava em minhas mãos era adiantar as eleições, que já propusemos”, disse ela. “O que vocês estão pedindo é um pretexto para continuar gerando o caos nas cidades.”
    A Comissão Interamericana de Direitos Humanos informou que fará uma visita ao Peru de quarta a sexta-feira, visitando Lima e outras cidades para avaliar a situação.


Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/confronto-compolicia-em-ato-pro-castillo-no-peru-deixa-ao-menos-17-mortos/ Acesso em 16 de janeiro de 2023.
Ao realizar um curso de 120 horas, Amanda foi informada que para obter o certificado de conclusão é necessário ter nota mínima de 7,0 pontos e frequência superior a 75%. Amanda teve nota 9,0 no curso e frequentou 102 horas de curso. Com base nestas informações, qual é o valor da frequência de Amanda no curso expressa de forma percentual?
Alternativas
Q3583317 Matemática
Confronto com polícia em ato pró-Castillo no Peru deixa ao menos 17 mortos

    Pelo menos 17 pessoas foram mortas em confrontos com a polícia no sul do Peru, informou o escritório de direitos humanos do país nesta segunda-feira (9), o dia mais mortífero até agora de protestos exigindo eleições antecipadas e a libertação do expresidente preso Pedro Castillo.
Os confrontos ocorreram em Juliaca, uma cidade perto das margens do Lago Titicaca, na região de Puno, no sul do Peru, e deixaram 68 pessoas feridas, disse Henry Rebaza, funcionário do Ministério da Saúde de Puno, ao canal de televisão estatal TV Peru.
    Entre os mortos estão pelo menos dois adolescentes, de acordo com o ministério. Alguns dos corpos tinham ferimentos de bala, disse o diretor regional de saúde de Puno, Ismael Cornejo, à estação de rádio local RPP. As últimas baixas elevam o número de mortos em confrontos antigovernamentais com forças de segurança para 39 desde que os protestos começaram no início de dezembro, após a destituição e prisão de Castillo logo após ele tentar dissolver ilegalmente o Congresso.
    Castillo está cumprindo 18 meses de prisão preventiva sob a acusação de rebelião, que ele nega. Rebaza também disse à Peru TV que 28 policiais feridos não puderam ser evacuados do aeroporto de Juliaca. O primeiroministro peruano, Alberto Otarola, disse que milhares de manifestantes tentaram invadir o aeroporto.
    Durante o dia em Juliaca, uma testemunha da Reuters gravou imagens de tiros e fumaça nas ruas enquanto os manifestantes se protegiam atrás de grandes placas de metal e sinais de trânsito e jogavam pedras na polícia usando estilingues improvisados. Outras imagens mostraram pessoas administrando RCP a um homem deitado imóvel no chão com um suéter manchado de sangue e pessoas com ferimentos graves em uma sala de espera lotada de hospital.
    Uma mulher não identificada disse à Reuters que seu parente foi atingido por uma bala enquanto caminhava com um amigo que morava nas proximidades. “Quero apelar ao governo central – como podemos ter tantos mortos?” disse Jorge Sotomayor Perales, chefe do departamento de terapia intensiva de um hospital em Juliaca.
    O escritório de direitos humanos do Peru, conhecido como Ouvidoria, pediu que a polícia cumpra os padrões internacionais no uso da força e nas investigações das mortes, enquanto exortou os manifestantes a se absterem de atacar propriedades ou impedir o movimento de ambulâncias. Mais cedo na segunda-feira, o Provedor de Justiça disse que um recémnascido morreu enquanto era transferido da cidade de Yunguyo, a sudeste de Juliaca, para um hospital local em uma ambulância que atrasou devido a um bloqueio na estrada.
    Os protestos pedindo eleições antecipadas e a libertação de Castillo recomeçaram na semana passada, após uma pausa no feriado. Os manifestantes também exigem a renúncia da nova presidente Dina Boluarte, o fechamento do Congresso e mudanças na constituição.
    Falando em uma reunião de “acordo nacional” na segunda-feira com representantes das regiões do país e várias instituições políticas, Boluarte disse que não poderia atender a algumas das principais demandas dos manifestantes. Ela pediu aos cidadãos que “reflitam”. “A única coisa que estava em minhas mãos era adiantar as eleições, que já propusemos”, disse ela. “O que vocês estão pedindo é um pretexto para continuar gerando o caos nas cidades.”
    A Comissão Interamericana de Direitos Humanos informou que fará uma visita ao Peru de quarta a sexta-feira, visitando Lima e outras cidades para avaliar a situação.


Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/confronto-compolicia-em-ato-pro-castillo-no-peru-deixa-ao-menos-17-mortos/ Acesso em 16 de janeiro de 2023.
Em um caixa eletrônico existe uma mensagem que os depósitos em dinheiro não podem ter mais de 40 cédulas por envelope. Se Artur precisa depositar R$ 5.000,00 e tem este valor somente em cédulas de R$ 50,00, quantos depósitos no mínimo irá realizar neste caixa eletrônico, até finalizar o depósito de R$ 5.000,00?
Alternativas
Q3583316 Matemática
Confronto com polícia em ato pró-Castillo no Peru deixa ao menos 17 mortos

    Pelo menos 17 pessoas foram mortas em confrontos com a polícia no sul do Peru, informou o escritório de direitos humanos do país nesta segunda-feira (9), o dia mais mortífero até agora de protestos exigindo eleições antecipadas e a libertação do expresidente preso Pedro Castillo.
Os confrontos ocorreram em Juliaca, uma cidade perto das margens do Lago Titicaca, na região de Puno, no sul do Peru, e deixaram 68 pessoas feridas, disse Henry Rebaza, funcionário do Ministério da Saúde de Puno, ao canal de televisão estatal TV Peru.
    Entre os mortos estão pelo menos dois adolescentes, de acordo com o ministério. Alguns dos corpos tinham ferimentos de bala, disse o diretor regional de saúde de Puno, Ismael Cornejo, à estação de rádio local RPP. As últimas baixas elevam o número de mortos em confrontos antigovernamentais com forças de segurança para 39 desde que os protestos começaram no início de dezembro, após a destituição e prisão de Castillo logo após ele tentar dissolver ilegalmente o Congresso.
    Castillo está cumprindo 18 meses de prisão preventiva sob a acusação de rebelião, que ele nega. Rebaza também disse à Peru TV que 28 policiais feridos não puderam ser evacuados do aeroporto de Juliaca. O primeiroministro peruano, Alberto Otarola, disse que milhares de manifestantes tentaram invadir o aeroporto.
    Durante o dia em Juliaca, uma testemunha da Reuters gravou imagens de tiros e fumaça nas ruas enquanto os manifestantes se protegiam atrás de grandes placas de metal e sinais de trânsito e jogavam pedras na polícia usando estilingues improvisados. Outras imagens mostraram pessoas administrando RCP a um homem deitado imóvel no chão com um suéter manchado de sangue e pessoas com ferimentos graves em uma sala de espera lotada de hospital.
    Uma mulher não identificada disse à Reuters que seu parente foi atingido por uma bala enquanto caminhava com um amigo que morava nas proximidades. “Quero apelar ao governo central – como podemos ter tantos mortos?” disse Jorge Sotomayor Perales, chefe do departamento de terapia intensiva de um hospital em Juliaca.
    O escritório de direitos humanos do Peru, conhecido como Ouvidoria, pediu que a polícia cumpra os padrões internacionais no uso da força e nas investigações das mortes, enquanto exortou os manifestantes a se absterem de atacar propriedades ou impedir o movimento de ambulâncias. Mais cedo na segunda-feira, o Provedor de Justiça disse que um recémnascido morreu enquanto era transferido da cidade de Yunguyo, a sudeste de Juliaca, para um hospital local em uma ambulância que atrasou devido a um bloqueio na estrada.
    Os protestos pedindo eleições antecipadas e a libertação de Castillo recomeçaram na semana passada, após uma pausa no feriado. Os manifestantes também exigem a renúncia da nova presidente Dina Boluarte, o fechamento do Congresso e mudanças na constituição.
    Falando em uma reunião de “acordo nacional” na segunda-feira com representantes das regiões do país e várias instituições políticas, Boluarte disse que não poderia atender a algumas das principais demandas dos manifestantes. Ela pediu aos cidadãos que “reflitam”. “A única coisa que estava em minhas mãos era adiantar as eleições, que já propusemos”, disse ela. “O que vocês estão pedindo é um pretexto para continuar gerando o caos nas cidades.”
    A Comissão Interamericana de Direitos Humanos informou que fará uma visita ao Peru de quarta a sexta-feira, visitando Lima e outras cidades para avaliar a situação.


Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/confronto-compolicia-em-ato-pro-castillo-no-peru-deixa-ao-menos-17-mortos/ Acesso em 16 de janeiro de 2023.
A função f(x)= 3. 10X descreve o número de pessoas que chegam a um hospital após um terremoto. X é o tempo em horas após a ocorrência do terremoto. Com base nestas informações, após 3 horas, a quantidade de pessoas que chegaram ao hospital é igual a: 
Alternativas
Q3583315 Português
Confronto com polícia em ato pró-Castillo no Peru deixa ao menos 17 mortos

    Pelo menos 17 pessoas foram mortas em confrontos com a polícia no sul do Peru, informou o escritório de direitos humanos do país nesta segunda-feira (9), o dia mais mortífero até agora de protestos exigindo eleições antecipadas e a libertação do expresidente preso Pedro Castillo.
Os confrontos ocorreram em Juliaca, uma cidade perto das margens do Lago Titicaca, na região de Puno, no sul do Peru, e deixaram 68 pessoas feridas, disse Henry Rebaza, funcionário do Ministério da Saúde de Puno, ao canal de televisão estatal TV Peru.
    Entre os mortos estão pelo menos dois adolescentes, de acordo com o ministério. Alguns dos corpos tinham ferimentos de bala, disse o diretor regional de saúde de Puno, Ismael Cornejo, à estação de rádio local RPP. As últimas baixas elevam o número de mortos em confrontos antigovernamentais com forças de segurança para 39 desde que os protestos começaram no início de dezembro, após a destituição e prisão de Castillo logo após ele tentar dissolver ilegalmente o Congresso.
    Castillo está cumprindo 18 meses de prisão preventiva sob a acusação de rebelião, que ele nega. Rebaza também disse à Peru TV que 28 policiais feridos não puderam ser evacuados do aeroporto de Juliaca. O primeiroministro peruano, Alberto Otarola, disse que milhares de manifestantes tentaram invadir o aeroporto.
    Durante o dia em Juliaca, uma testemunha da Reuters gravou imagens de tiros e fumaça nas ruas enquanto os manifestantes se protegiam atrás de grandes placas de metal e sinais de trânsito e jogavam pedras na polícia usando estilingues improvisados. Outras imagens mostraram pessoas administrando RCP a um homem deitado imóvel no chão com um suéter manchado de sangue e pessoas com ferimentos graves em uma sala de espera lotada de hospital.
    Uma mulher não identificada disse à Reuters que seu parente foi atingido por uma bala enquanto caminhava com um amigo que morava nas proximidades. “Quero apelar ao governo central – como podemos ter tantos mortos?” disse Jorge Sotomayor Perales, chefe do departamento de terapia intensiva de um hospital em Juliaca.
    O escritório de direitos humanos do Peru, conhecido como Ouvidoria, pediu que a polícia cumpra os padrões internacionais no uso da força e nas investigações das mortes, enquanto exortou os manifestantes a se absterem de atacar propriedades ou impedir o movimento de ambulâncias. Mais cedo na segunda-feira, o Provedor de Justiça disse que um recémnascido morreu enquanto era transferido da cidade de Yunguyo, a sudeste de Juliaca, para um hospital local em uma ambulância que atrasou devido a um bloqueio na estrada.
    Os protestos pedindo eleições antecipadas e a libertação de Castillo recomeçaram na semana passada, após uma pausa no feriado. Os manifestantes também exigem a renúncia da nova presidente Dina Boluarte, o fechamento do Congresso e mudanças na constituição.
    Falando em uma reunião de “acordo nacional” na segunda-feira com representantes das regiões do país e várias instituições políticas, Boluarte disse que não poderia atender a algumas das principais demandas dos manifestantes. Ela pediu aos cidadãos que “reflitam”. “A única coisa que estava em minhas mãos era adiantar as eleições, que já propusemos”, disse ela. “O que vocês estão pedindo é um pretexto para continuar gerando o caos nas cidades.”
    A Comissão Interamericana de Direitos Humanos informou que fará uma visita ao Peru de quarta a sexta-feira, visitando Lima e outras cidades para avaliar a situação.


Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/confronto-compolicia-em-ato-pro-castillo-no-peru-deixa-ao-menos-17-mortos/ Acesso em 16 de janeiro de 2023.
Assinale a alternativa que apresente a função sintática exercida pelos termos em destaque no período: “Os manifestantes também exigem a renúncia da nova presidente Dina Boluarte, o fechamento do Congresso e mudanças na constituição”.
Alternativas
Q3583314 Português
Confronto com polícia em ato pró-Castillo no Peru deixa ao menos 17 mortos

    Pelo menos 17 pessoas foram mortas em confrontos com a polícia no sul do Peru, informou o escritório de direitos humanos do país nesta segunda-feira (9), o dia mais mortífero até agora de protestos exigindo eleições antecipadas e a libertação do expresidente preso Pedro Castillo.
Os confrontos ocorreram em Juliaca, uma cidade perto das margens do Lago Titicaca, na região de Puno, no sul do Peru, e deixaram 68 pessoas feridas, disse Henry Rebaza, funcionário do Ministério da Saúde de Puno, ao canal de televisão estatal TV Peru.
    Entre os mortos estão pelo menos dois adolescentes, de acordo com o ministério. Alguns dos corpos tinham ferimentos de bala, disse o diretor regional de saúde de Puno, Ismael Cornejo, à estação de rádio local RPP. As últimas baixas elevam o número de mortos em confrontos antigovernamentais com forças de segurança para 39 desde que os protestos começaram no início de dezembro, após a destituição e prisão de Castillo logo após ele tentar dissolver ilegalmente o Congresso.
    Castillo está cumprindo 18 meses de prisão preventiva sob a acusação de rebelião, que ele nega. Rebaza também disse à Peru TV que 28 policiais feridos não puderam ser evacuados do aeroporto de Juliaca. O primeiroministro peruano, Alberto Otarola, disse que milhares de manifestantes tentaram invadir o aeroporto.
    Durante o dia em Juliaca, uma testemunha da Reuters gravou imagens de tiros e fumaça nas ruas enquanto os manifestantes se protegiam atrás de grandes placas de metal e sinais de trânsito e jogavam pedras na polícia usando estilingues improvisados. Outras imagens mostraram pessoas administrando RCP a um homem deitado imóvel no chão com um suéter manchado de sangue e pessoas com ferimentos graves em uma sala de espera lotada de hospital.
    Uma mulher não identificada disse à Reuters que seu parente foi atingido por uma bala enquanto caminhava com um amigo que morava nas proximidades. “Quero apelar ao governo central – como podemos ter tantos mortos?” disse Jorge Sotomayor Perales, chefe do departamento de terapia intensiva de um hospital em Juliaca.
    O escritório de direitos humanos do Peru, conhecido como Ouvidoria, pediu que a polícia cumpra os padrões internacionais no uso da força e nas investigações das mortes, enquanto exortou os manifestantes a se absterem de atacar propriedades ou impedir o movimento de ambulâncias. Mais cedo na segunda-feira, o Provedor de Justiça disse que um recémnascido morreu enquanto era transferido da cidade de Yunguyo, a sudeste de Juliaca, para um hospital local em uma ambulância que atrasou devido a um bloqueio na estrada.
    Os protestos pedindo eleições antecipadas e a libertação de Castillo recomeçaram na semana passada, após uma pausa no feriado. Os manifestantes também exigem a renúncia da nova presidente Dina Boluarte, o fechamento do Congresso e mudanças na constituição.
    Falando em uma reunião de “acordo nacional” na segunda-feira com representantes das regiões do país e várias instituições políticas, Boluarte disse que não poderia atender a algumas das principais demandas dos manifestantes. Ela pediu aos cidadãos que “reflitam”. “A única coisa que estava em minhas mãos era adiantar as eleições, que já propusemos”, disse ela. “O que vocês estão pedindo é um pretexto para continuar gerando o caos nas cidades.”
    A Comissão Interamericana de Direitos Humanos informou que fará uma visita ao Peru de quarta a sexta-feira, visitando Lima e outras cidades para avaliar a situação.


Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/confronto-compolicia-em-ato-pro-castillo-no-peru-deixa-ao-menos-17-mortos/ Acesso em 16 de janeiro de 2023.
Assinale a alternativa que apresente a justificativa para o emprego da crase no período: “Rebaza também disse à Peru TV que 28 policiais feridos não puderam ser evacuados do aeroporto de Juliaca”. 
Alternativas
Q3583313 Português
Confronto com polícia em ato pró-Castillo no Peru deixa ao menos 17 mortos

    Pelo menos 17 pessoas foram mortas em confrontos com a polícia no sul do Peru, informou o escritório de direitos humanos do país nesta segunda-feira (9), o dia mais mortífero até agora de protestos exigindo eleições antecipadas e a libertação do expresidente preso Pedro Castillo.
Os confrontos ocorreram em Juliaca, uma cidade perto das margens do Lago Titicaca, na região de Puno, no sul do Peru, e deixaram 68 pessoas feridas, disse Henry Rebaza, funcionário do Ministério da Saúde de Puno, ao canal de televisão estatal TV Peru.
    Entre os mortos estão pelo menos dois adolescentes, de acordo com o ministério. Alguns dos corpos tinham ferimentos de bala, disse o diretor regional de saúde de Puno, Ismael Cornejo, à estação de rádio local RPP. As últimas baixas elevam o número de mortos em confrontos antigovernamentais com forças de segurança para 39 desde que os protestos começaram no início de dezembro, após a destituição e prisão de Castillo logo após ele tentar dissolver ilegalmente o Congresso.
    Castillo está cumprindo 18 meses de prisão preventiva sob a acusação de rebelião, que ele nega. Rebaza também disse à Peru TV que 28 policiais feridos não puderam ser evacuados do aeroporto de Juliaca. O primeiroministro peruano, Alberto Otarola, disse que milhares de manifestantes tentaram invadir o aeroporto.
    Durante o dia em Juliaca, uma testemunha da Reuters gravou imagens de tiros e fumaça nas ruas enquanto os manifestantes se protegiam atrás de grandes placas de metal e sinais de trânsito e jogavam pedras na polícia usando estilingues improvisados. Outras imagens mostraram pessoas administrando RCP a um homem deitado imóvel no chão com um suéter manchado de sangue e pessoas com ferimentos graves em uma sala de espera lotada de hospital.
    Uma mulher não identificada disse à Reuters que seu parente foi atingido por uma bala enquanto caminhava com um amigo que morava nas proximidades. “Quero apelar ao governo central – como podemos ter tantos mortos?” disse Jorge Sotomayor Perales, chefe do departamento de terapia intensiva de um hospital em Juliaca.
    O escritório de direitos humanos do Peru, conhecido como Ouvidoria, pediu que a polícia cumpra os padrões internacionais no uso da força e nas investigações das mortes, enquanto exortou os manifestantes a se absterem de atacar propriedades ou impedir o movimento de ambulâncias. Mais cedo na segunda-feira, o Provedor de Justiça disse que um recémnascido morreu enquanto era transferido da cidade de Yunguyo, a sudeste de Juliaca, para um hospital local em uma ambulância que atrasou devido a um bloqueio na estrada.
    Os protestos pedindo eleições antecipadas e a libertação de Castillo recomeçaram na semana passada, após uma pausa no feriado. Os manifestantes também exigem a renúncia da nova presidente Dina Boluarte, o fechamento do Congresso e mudanças na constituição.
    Falando em uma reunião de “acordo nacional” na segunda-feira com representantes das regiões do país e várias instituições políticas, Boluarte disse que não poderia atender a algumas das principais demandas dos manifestantes. Ela pediu aos cidadãos que “reflitam”. “A única coisa que estava em minhas mãos era adiantar as eleições, que já propusemos”, disse ela. “O que vocês estão pedindo é um pretexto para continuar gerando o caos nas cidades.”
    A Comissão Interamericana de Direitos Humanos informou que fará uma visita ao Peru de quarta a sexta-feira, visitando Lima e outras cidades para avaliar a situação.


Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/confronto-compolicia-em-ato-pro-castillo-no-peru-deixa-ao-menos-17-mortos/ Acesso em 16 de janeiro de 2023.
Assinale a alternativa que apresente a circunstância estabelecida pelo termo em destaque no período: “A única coisa que estava em minhas mãos era adiantar as eleições, que já propusemos”.
Alternativas
Q3583312 Português
Confronto com polícia em ato pró-Castillo no Peru deixa ao menos 17 mortos

    Pelo menos 17 pessoas foram mortas em confrontos com a polícia no sul do Peru, informou o escritório de direitos humanos do país nesta segunda-feira (9), o dia mais mortífero até agora de protestos exigindo eleições antecipadas e a libertação do expresidente preso Pedro Castillo.
Os confrontos ocorreram em Juliaca, uma cidade perto das margens do Lago Titicaca, na região de Puno, no sul do Peru, e deixaram 68 pessoas feridas, disse Henry Rebaza, funcionário do Ministério da Saúde de Puno, ao canal de televisão estatal TV Peru.
    Entre os mortos estão pelo menos dois adolescentes, de acordo com o ministério. Alguns dos corpos tinham ferimentos de bala, disse o diretor regional de saúde de Puno, Ismael Cornejo, à estação de rádio local RPP. As últimas baixas elevam o número de mortos em confrontos antigovernamentais com forças de segurança para 39 desde que os protestos começaram no início de dezembro, após a destituição e prisão de Castillo logo após ele tentar dissolver ilegalmente o Congresso.
    Castillo está cumprindo 18 meses de prisão preventiva sob a acusação de rebelião, que ele nega. Rebaza também disse à Peru TV que 28 policiais feridos não puderam ser evacuados do aeroporto de Juliaca. O primeiroministro peruano, Alberto Otarola, disse que milhares de manifestantes tentaram invadir o aeroporto.
    Durante o dia em Juliaca, uma testemunha da Reuters gravou imagens de tiros e fumaça nas ruas enquanto os manifestantes se protegiam atrás de grandes placas de metal e sinais de trânsito e jogavam pedras na polícia usando estilingues improvisados. Outras imagens mostraram pessoas administrando RCP a um homem deitado imóvel no chão com um suéter manchado de sangue e pessoas com ferimentos graves em uma sala de espera lotada de hospital.
    Uma mulher não identificada disse à Reuters que seu parente foi atingido por uma bala enquanto caminhava com um amigo que morava nas proximidades. “Quero apelar ao governo central – como podemos ter tantos mortos?” disse Jorge Sotomayor Perales, chefe do departamento de terapia intensiva de um hospital em Juliaca.
    O escritório de direitos humanos do Peru, conhecido como Ouvidoria, pediu que a polícia cumpra os padrões internacionais no uso da força e nas investigações das mortes, enquanto exortou os manifestantes a se absterem de atacar propriedades ou impedir o movimento de ambulâncias. Mais cedo na segunda-feira, o Provedor de Justiça disse que um recémnascido morreu enquanto era transferido da cidade de Yunguyo, a sudeste de Juliaca, para um hospital local em uma ambulância que atrasou devido a um bloqueio na estrada.
    Os protestos pedindo eleições antecipadas e a libertação de Castillo recomeçaram na semana passada, após uma pausa no feriado. Os manifestantes também exigem a renúncia da nova presidente Dina Boluarte, o fechamento do Congresso e mudanças na constituição.
    Falando em uma reunião de “acordo nacional” na segunda-feira com representantes das regiões do país e várias instituições políticas, Boluarte disse que não poderia atender a algumas das principais demandas dos manifestantes. Ela pediu aos cidadãos que “reflitam”. “A única coisa que estava em minhas mãos era adiantar as eleições, que já propusemos”, disse ela. “O que vocês estão pedindo é um pretexto para continuar gerando o caos nas cidades.”
    A Comissão Interamericana de Direitos Humanos informou que fará uma visita ao Peru de quarta a sexta-feira, visitando Lima e outras cidades para avaliar a situação.


Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/confronto-compolicia-em-ato-pro-castillo-no-peru-deixa-ao-menos-17-mortos/ Acesso em 16 de janeiro de 2023.
Assinale a alternativa que apresente palavra paroxítona: 
Alternativas
Q3583311 Português
Confronto com polícia em ato pró-Castillo no Peru deixa ao menos 17 mortos

    Pelo menos 17 pessoas foram mortas em confrontos com a polícia no sul do Peru, informou o escritório de direitos humanos do país nesta segunda-feira (9), o dia mais mortífero até agora de protestos exigindo eleições antecipadas e a libertação do expresidente preso Pedro Castillo.
Os confrontos ocorreram em Juliaca, uma cidade perto das margens do Lago Titicaca, na região de Puno, no sul do Peru, e deixaram 68 pessoas feridas, disse Henry Rebaza, funcionário do Ministério da Saúde de Puno, ao canal de televisão estatal TV Peru.
    Entre os mortos estão pelo menos dois adolescentes, de acordo com o ministério. Alguns dos corpos tinham ferimentos de bala, disse o diretor regional de saúde de Puno, Ismael Cornejo, à estação de rádio local RPP. As últimas baixas elevam o número de mortos em confrontos antigovernamentais com forças de segurança para 39 desde que os protestos começaram no início de dezembro, após a destituição e prisão de Castillo logo após ele tentar dissolver ilegalmente o Congresso.
    Castillo está cumprindo 18 meses de prisão preventiva sob a acusação de rebelião, que ele nega. Rebaza também disse à Peru TV que 28 policiais feridos não puderam ser evacuados do aeroporto de Juliaca. O primeiroministro peruano, Alberto Otarola, disse que milhares de manifestantes tentaram invadir o aeroporto.
    Durante o dia em Juliaca, uma testemunha da Reuters gravou imagens de tiros e fumaça nas ruas enquanto os manifestantes se protegiam atrás de grandes placas de metal e sinais de trânsito e jogavam pedras na polícia usando estilingues improvisados. Outras imagens mostraram pessoas administrando RCP a um homem deitado imóvel no chão com um suéter manchado de sangue e pessoas com ferimentos graves em uma sala de espera lotada de hospital.
    Uma mulher não identificada disse à Reuters que seu parente foi atingido por uma bala enquanto caminhava com um amigo que morava nas proximidades. “Quero apelar ao governo central – como podemos ter tantos mortos?” disse Jorge Sotomayor Perales, chefe do departamento de terapia intensiva de um hospital em Juliaca.
    O escritório de direitos humanos do Peru, conhecido como Ouvidoria, pediu que a polícia cumpra os padrões internacionais no uso da força e nas investigações das mortes, enquanto exortou os manifestantes a se absterem de atacar propriedades ou impedir o movimento de ambulâncias. Mais cedo na segunda-feira, o Provedor de Justiça disse que um recémnascido morreu enquanto era transferido da cidade de Yunguyo, a sudeste de Juliaca, para um hospital local em uma ambulância que atrasou devido a um bloqueio na estrada.
    Os protestos pedindo eleições antecipadas e a libertação de Castillo recomeçaram na semana passada, após uma pausa no feriado. Os manifestantes também exigem a renúncia da nova presidente Dina Boluarte, o fechamento do Congresso e mudanças na constituição.
    Falando em uma reunião de “acordo nacional” na segunda-feira com representantes das regiões do país e várias instituições políticas, Boluarte disse que não poderia atender a algumas das principais demandas dos manifestantes. Ela pediu aos cidadãos que “reflitam”. “A única coisa que estava em minhas mãos era adiantar as eleições, que já propusemos”, disse ela. “O que vocês estão pedindo é um pretexto para continuar gerando o caos nas cidades.”
    A Comissão Interamericana de Direitos Humanos informou que fará uma visita ao Peru de quarta a sexta-feira, visitando Lima e outras cidades para avaliar a situação.


Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/confronto-compolicia-em-ato-pro-castillo-no-peru-deixa-ao-menos-17-mortos/ Acesso em 16 de janeiro de 2023.
Com base nas informações do texto e nas relações existentes entre as partes que o compõem, assinale a alternativa INCORRETA:
Alternativas
Q3581055 Engenharia Civil
Sobre a regularização fundiária no município de Ibiraiaras, em relação ao licenciamento ambiental e à gestão ambiental, relacionados à qualidade urbanística da cidade, analise as assertivas abaixo, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.

( ) A aprovação da Regularização Fundiária Urbana (Reurb) corresponde à aprovação urbanística do projeto de regularização fundiária e a aprovação ambiental.
( ) Na Reurb, não será admitido o uso misto de atividades no núcleo urbano informal regularizado.
( ) Constatada a existência de núcleo urbano informal situado, total ou parcialmente, em área de preservação permanente ou em área de unidade de conservação de uso sustentável ou de proteção de mananciais definidas pela União, Estado ou Município, a Reurb torna obrigatória a elaboração de estudos técnicos, em seu âmbito, que justifiquem as melhorias ambientais em relação à situação de ocupação informal anterior, inclusive por meio de compensações ambientais, quando for o caso.
( ) Os recursos do Fundo Municipal de Meio Ambiente serão destinados a atender às diretrizes e metas contempladas nas leis ou decretos municipais que versem sobre a política ambiental de proteção, preservação e recuperação do meio ambiente, inclusive o Plano Diretor e a Lei de Uso e Ocupação do Solo.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q3581054 Edificações
Em relação à manutenção de edificações, de acordo com previsões normativas, objetivos e procedimentos adequados, assinale a alternativa correta relacionada à gestão de manutenção predial e procedimentos.
Alternativas
Q3581053 Legislação dos Municípios do Estado do Rio Grande do Sul
De acordo com a Lei Municipal nº 2.491/2020, que estabelece normas sobre a Regularização Fundiária Urbana (Reurb), no âmbito do Município de Ibiraiaras, de acordo com a Lei nº 13.465/2017, relacione a Coluna 1 à Coluna 2, associando os tipos de núcleo urbano às suas respectivas definições.

Coluna 1
1. Núcleo Urbano.
2. Núcleo Urbano Informal.
3. Núcleo Urbano Informal Consolidado.

Coluna 2
( ) Aquele de difícil reversão, considerados o tempo da ocupação, a natureza das edificações, a localização das vias de circulação e a presença de equipamentos públicos, entre outras circunstâncias a serem avaliadas pelo município.
( ) Aquele clandestino, irregular ou no qual não foi possível realizar, por qualquer modo, a titulação de seus ocupantes, ainda que atendida a legislação vigente à época de sua implantação ou regularização.
( ) Assentamento humano, com uso e características urbanas, constituído por unidades imobiliárias de área inferior à fração mínima de parcelamento prevista na Lei nº 5.868/1972, independentemente da propriedade do solo, ainda que situado em área qualificada ou inscrita como rural.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q3581052 Engenharia Civil
Em relação às questões ambientais, conforme definição da Lei nº 12.651/2012, __________________ é uma área protegida, coberta ou não por vegetação nativa, com a função ambiental de preservar os recursos hídricos, a paisagem, a estabilidade geológica e a biodiversidade, facilitar o fluxo gênico de fauna e flora, proteger o solo e assegurar o bem-estar das populações humanas.

Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do trecho acima.
Alternativas
Q3581051 Gerência de Projetos
De acordo com a teoria de gerenciamento de projetos, a necessidade de mensurar o desempenho de um projeto (Métricas de Desempenho do Projeto) importante para ter controle sobre ele, permitindo que se avalie o grau de proximidade dos objetivos estabelecidos no plano em termos de conclusão, qualidade e conformidade e monitoramento de metas. Sobre o tema, analise a seguinte assertiva:

• São expressas pelo uso de verbos, como avaliar, prever, monitorar, com o intuito de compreender melhor o processo de desenvolvimento. Por exemplo, talvez seja preciso avaliar a qualidade do produto, obter dados para prever o esforço de teste, monitorar a cobertura de teste ou rastrear alterações de requisitos.

Essa é a definição de metas de: 
Alternativas
Q3581050 Engenharia Civil
Em relação a sinistros em construção civil, há as patologias construtivas. Em alvenarias, investiga-se as trincas para identificar causas e propor soluções. Relacione a Coluna 1 à Coluna 2, associando as causas às respectivas patologias em alvenarias.

Coluna 1
1. Alteração química dos materiais.
2. Traço de argamassa com emprego de cimento malfeito.
3. Deformação do apoio.

Coluna 2
( ) Problemas identificados na execução de estruturas esbeltas com grandes panos de laje ou vãos de vida exagerados – surgimento de inúmeras trincas nas alvenarias, provocadas pela deformação excessiva dos elementos que formam a estrutura.
( ) Descolamento do revestimento e fissuração acentuada devido ao fenômeno da retração hidráulica.
( ) Hidratação e retardação de cales – surgimento de trincas no revestimento, acompanhando as juntas de assentamento dos elementos que formam as alvenarias.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q3581049 Engenharia Civil
De acordo com a Lei nº 11.445/2007, que estabelece as diretrizes do plano nacional de saneamento básico no país, afirma-se:

A drenagem urbana pode ser dividida, de acordo com suas dimensões, em macrodrenagem, que inclui galerias e _________________, e microdrenagem, definida por um sistema de condutos em nível local para captar distributivamente os escoamentos superficiais gerados pelas áreas urbanizadas, conduzindo ________________. A _____________ surge quando a ______________, tanto a construída como a natural, não consegue suprir a demanda ao nível que a urbanização e a consequente impermeabilização avançam.

Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.
Alternativas
Respostas
14881: B
14882: A
14883: E
14884: E
14885: B
14886: C
14887: B
14888: C
14889: D
14890: A
14891: C
14892: B
14893: E
14894: C
14895: A
14896: C
14897: A
14898: B
14899: E
14900: C