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Q4295292 Português

Leia o texto abaixo e responda à questão.



TEXTO II





Alô Alô Bahia. Disponível em: https://aloalobahia.com/notas/antologia-comtirinhas-da-mafalda-sera-lancada-no-brasil-vem-saber

A palavra “cooperativa”, empregada para caracterizar a organização da família, produz um efeito de sentido baseado em uma comparação implícita entre a família e uma organização sem hierarquia. Esse recurso caracteriza:
Alternativas
Q4295291 Português

Leia o texto abaixo e responda à questão.



TEXTO II





Alô Alô Bahia. Disponível em: https://aloalobahia.com/notas/antologia-comtirinhas-da-mafalda-sera-lancada-no-brasil-vem-saber

No último quadrinho, o vendedor afirma: “Afinal... naquele curso de vendas não ensinavam todas as respostas.” Considerando a forma verbal destacada, assinale a alternativa que apresenta corretamente o tempo e o modo verbal.
Alternativas
Q4295290 Português

Leia o texto abaixo e responda à questão.



TEXTO II





Alô Alô Bahia. Disponível em: https://aloalobahia.com/notas/antologia-comtirinhas-da-mafalda-sera-lancada-no-brasil-vem-saber

No segundo quadrinho, Mafalda afirma: “Nesta família não há chefes, nós somos uma cooperativa.” Considerando as palavras destacadas, tem-se:
Alternativas
Q4295289 Português
Leia o texto abaixo para responder à questão.


Texto I


A ansiedade de alta performance: quando a maior pressão vem de dentro


Bruno Rosa*


A pressão no trabalho nem sempre vem do chefe, das metas ou das cobranças externas. Muitas vezes, ela nasce dentro do próprio profissional, que sente necessidade de responder rapidamente a todas as mensagens, entregar antes do prazo, antecipar problemas, estar sempre disponível e provar seu valor o tempo todo.

Mesmo quando ninguém está cobrando diretamente, esse profissional continua se cobrando. A agenda cheia passa a ser vista como sinal de importância, o descanso parece perda de tempo, delegar tarefas gera insegurança e dizer “não” parece falta de comprometimento.

Essa cobrança constante pode se disfarçar de ambição, responsabilidade e alta performance. Afinal, buscar crescimento e excelência não é um problema. O problema aparece quando a régua interna deixa de ter limites e o profissional passa a acreditar que precisa estar sempre produzindo, acelerado e disponível.

Com o tempo, a busca por resultados deixa de gerar satisfação e começa a consumir energia. A pessoa pode ter dificuldade para se desconectar do trabalho, sentir culpa ao descansar e permanecer em estado de alerta mesmo fora do expediente. O corpo está em casa, mas a mente continua presa às tarefas, mensagens e preocupações do dia seguinte.

Os dados ajudam a dimensionar esse problema. Segundo a Organização Mundial da Saúde, a ansiedade e a depressão provocam a perda de aproximadamente 12 bilhões de dias de trabalho por ano, com um impacto estimado em US$ 1 trilhão na produtividade global. Esses números mostram que a saúde mental não é apenas uma questão individual, mas também um tema importante para as empresas e para a sociedade.

A cultura da disponibilidade permanente é um exemplo. Responder a uma mensagem fora do horário pode parecer uma atitude isolada de comprometimento. Porém, quando isso se torna uma expectativa, cria-se um ambiente em que a urgência passa a fazer parte da rotina. O profissional sente que precisa estar acessível o tempo todo para não parecer desinteressado ou improdutivo.

Por isso, alta performance não deve ser confundida com pressão permanente. Delegar tarefas, por exemplo, não significa abandonar responsabilidades. Significa distribuir conhecimento, desenvolver a equipe e evitar que a operação dependa de uma única pessoa. Da mesma forma, dizer “não” a uma demanda pode ser uma forma de proteger a qualidade do trabalho e impedir que as prioridades sejam constantemente substituídas por novas urgências.

Os líderes também têm um papel fundamental. É possível cobrar resultados sem transformar a cobrança em uma cultura de medo ou disponibilidade total. Para isso, é necessário estabelecer expectativas claras, respeitar os períodos de descanso, reconhecer limites e avaliar não apenas o volume de entregas, mas também as condições em que elas são realizadas.

A performance sustentável depende de ritmo, clareza e maturidade. É preciso aprender a administrar não apenas tarefas, mas também energia, expectativas e prioridades. O objetivo não deve ser produzir no limite todos os dias, e sim entregar com qualidade e consistência ao longo do tempo.

No fim, a pergunta talvez não seja quanto mais podemos fazer. A pergunta mais importante é quanto conseguimos entregar sem precisar viver permanentemente no limite. Alta performance não deveria ser uma corrida contra nós mesmos.


* Engenheiro e executivo especializado na área de performance. Fundador da Domperf HOJE EM DIA. Disponível em A ansiedade de alta performance: quando a maior pressão vem de dentro . 
As figuras de linguagem constituem recursos empregados para ampliar ou modificar os sentidos atribuídos às palavras e às expressões em determinado contexto.

Com base nessa perspectiva, assinale o trecho do Texto I em que se evidencia o emprego de um recurso expressivo de natureza figurada:
Alternativas
Q4295288 Português
Leia o texto abaixo para responder à questão.


Texto I


A ansiedade de alta performance: quando a maior pressão vem de dentro


Bruno Rosa*


A pressão no trabalho nem sempre vem do chefe, das metas ou das cobranças externas. Muitas vezes, ela nasce dentro do próprio profissional, que sente necessidade de responder rapidamente a todas as mensagens, entregar antes do prazo, antecipar problemas, estar sempre disponível e provar seu valor o tempo todo.

Mesmo quando ninguém está cobrando diretamente, esse profissional continua se cobrando. A agenda cheia passa a ser vista como sinal de importância, o descanso parece perda de tempo, delegar tarefas gera insegurança e dizer “não” parece falta de comprometimento.

Essa cobrança constante pode se disfarçar de ambição, responsabilidade e alta performance. Afinal, buscar crescimento e excelência não é um problema. O problema aparece quando a régua interna deixa de ter limites e o profissional passa a acreditar que precisa estar sempre produzindo, acelerado e disponível.

Com o tempo, a busca por resultados deixa de gerar satisfação e começa a consumir energia. A pessoa pode ter dificuldade para se desconectar do trabalho, sentir culpa ao descansar e permanecer em estado de alerta mesmo fora do expediente. O corpo está em casa, mas a mente continua presa às tarefas, mensagens e preocupações do dia seguinte.

Os dados ajudam a dimensionar esse problema. Segundo a Organização Mundial da Saúde, a ansiedade e a depressão provocam a perda de aproximadamente 12 bilhões de dias de trabalho por ano, com um impacto estimado em US$ 1 trilhão na produtividade global. Esses números mostram que a saúde mental não é apenas uma questão individual, mas também um tema importante para as empresas e para a sociedade.

A cultura da disponibilidade permanente é um exemplo. Responder a uma mensagem fora do horário pode parecer uma atitude isolada de comprometimento. Porém, quando isso se torna uma expectativa, cria-se um ambiente em que a urgência passa a fazer parte da rotina. O profissional sente que precisa estar acessível o tempo todo para não parecer desinteressado ou improdutivo.

Por isso, alta performance não deve ser confundida com pressão permanente. Delegar tarefas, por exemplo, não significa abandonar responsabilidades. Significa distribuir conhecimento, desenvolver a equipe e evitar que a operação dependa de uma única pessoa. Da mesma forma, dizer “não” a uma demanda pode ser uma forma de proteger a qualidade do trabalho e impedir que as prioridades sejam constantemente substituídas por novas urgências.

Os líderes também têm um papel fundamental. É possível cobrar resultados sem transformar a cobrança em uma cultura de medo ou disponibilidade total. Para isso, é necessário estabelecer expectativas claras, respeitar os períodos de descanso, reconhecer limites e avaliar não apenas o volume de entregas, mas também as condições em que elas são realizadas.

A performance sustentável depende de ritmo, clareza e maturidade. É preciso aprender a administrar não apenas tarefas, mas também energia, expectativas e prioridades. O objetivo não deve ser produzir no limite todos os dias, e sim entregar com qualidade e consistência ao longo do tempo.

No fim, a pergunta talvez não seja quanto mais podemos fazer. A pergunta mais importante é quanto conseguimos entregar sem precisar viver permanentemente no limite. Alta performance não deveria ser uma corrida contra nós mesmos.


* Engenheiro e executivo especializado na área de performance. Fundador da Domperf HOJE EM DIA. Disponível em A ansiedade de alta performance: quando a maior pressão vem de dentro . 

Analise sintaticamente a frase a seguir:



“O problema aparece quando a régua interna deixa de ter limites.” (3º parágrafo)



A oração destacada é uma:

Alternativas
Q4295287 Português
Leia o texto abaixo para responder à questão.


Texto I


A ansiedade de alta performance: quando a maior pressão vem de dentro


Bruno Rosa*


A pressão no trabalho nem sempre vem do chefe, das metas ou das cobranças externas. Muitas vezes, ela nasce dentro do próprio profissional, que sente necessidade de responder rapidamente a todas as mensagens, entregar antes do prazo, antecipar problemas, estar sempre disponível e provar seu valor o tempo todo.

Mesmo quando ninguém está cobrando diretamente, esse profissional continua se cobrando. A agenda cheia passa a ser vista como sinal de importância, o descanso parece perda de tempo, delegar tarefas gera insegurança e dizer “não” parece falta de comprometimento.

Essa cobrança constante pode se disfarçar de ambição, responsabilidade e alta performance. Afinal, buscar crescimento e excelência não é um problema. O problema aparece quando a régua interna deixa de ter limites e o profissional passa a acreditar que precisa estar sempre produzindo, acelerado e disponível.

Com o tempo, a busca por resultados deixa de gerar satisfação e começa a consumir energia. A pessoa pode ter dificuldade para se desconectar do trabalho, sentir culpa ao descansar e permanecer em estado de alerta mesmo fora do expediente. O corpo está em casa, mas a mente continua presa às tarefas, mensagens e preocupações do dia seguinte.

Os dados ajudam a dimensionar esse problema. Segundo a Organização Mundial da Saúde, a ansiedade e a depressão provocam a perda de aproximadamente 12 bilhões de dias de trabalho por ano, com um impacto estimado em US$ 1 trilhão na produtividade global. Esses números mostram que a saúde mental não é apenas uma questão individual, mas também um tema importante para as empresas e para a sociedade.

A cultura da disponibilidade permanente é um exemplo. Responder a uma mensagem fora do horário pode parecer uma atitude isolada de comprometimento. Porém, quando isso se torna uma expectativa, cria-se um ambiente em que a urgência passa a fazer parte da rotina. O profissional sente que precisa estar acessível o tempo todo para não parecer desinteressado ou improdutivo.

Por isso, alta performance não deve ser confundida com pressão permanente. Delegar tarefas, por exemplo, não significa abandonar responsabilidades. Significa distribuir conhecimento, desenvolver a equipe e evitar que a operação dependa de uma única pessoa. Da mesma forma, dizer “não” a uma demanda pode ser uma forma de proteger a qualidade do trabalho e impedir que as prioridades sejam constantemente substituídas por novas urgências.

Os líderes também têm um papel fundamental. É possível cobrar resultados sem transformar a cobrança em uma cultura de medo ou disponibilidade total. Para isso, é necessário estabelecer expectativas claras, respeitar os períodos de descanso, reconhecer limites e avaliar não apenas o volume de entregas, mas também as condições em que elas são realizadas.

A performance sustentável depende de ritmo, clareza e maturidade. É preciso aprender a administrar não apenas tarefas, mas também energia, expectativas e prioridades. O objetivo não deve ser produzir no limite todos os dias, e sim entregar com qualidade e consistência ao longo do tempo.

No fim, a pergunta talvez não seja quanto mais podemos fazer. A pergunta mais importante é quanto conseguimos entregar sem precisar viver permanentemente no limite. Alta performance não deveria ser uma corrida contra nós mesmos.


* Engenheiro e executivo especializado na área de performance. Fundador da Domperf HOJE EM DIA. Disponível em A ansiedade de alta performance: quando a maior pressão vem de dentro . 
“O corpo está em casa, mas a mente continua presa às tarefas, mensagens e preocupações do dia seguinte.” (4º parágrafo)

Em relação ao emprego do acento indicador de crase no trecho anterior, assinale a afirmativa CORRETA.
Alternativas
Q4295286 Português
Leia o texto abaixo para responder à questão.


Texto I


A ansiedade de alta performance: quando a maior pressão vem de dentro


Bruno Rosa*


A pressão no trabalho nem sempre vem do chefe, das metas ou das cobranças externas. Muitas vezes, ela nasce dentro do próprio profissional, que sente necessidade de responder rapidamente a todas as mensagens, entregar antes do prazo, antecipar problemas, estar sempre disponível e provar seu valor o tempo todo.

Mesmo quando ninguém está cobrando diretamente, esse profissional continua se cobrando. A agenda cheia passa a ser vista como sinal de importância, o descanso parece perda de tempo, delegar tarefas gera insegurança e dizer “não” parece falta de comprometimento.

Essa cobrança constante pode se disfarçar de ambição, responsabilidade e alta performance. Afinal, buscar crescimento e excelência não é um problema. O problema aparece quando a régua interna deixa de ter limites e o profissional passa a acreditar que precisa estar sempre produzindo, acelerado e disponível.

Com o tempo, a busca por resultados deixa de gerar satisfação e começa a consumir energia. A pessoa pode ter dificuldade para se desconectar do trabalho, sentir culpa ao descansar e permanecer em estado de alerta mesmo fora do expediente. O corpo está em casa, mas a mente continua presa às tarefas, mensagens e preocupações do dia seguinte.

Os dados ajudam a dimensionar esse problema. Segundo a Organização Mundial da Saúde, a ansiedade e a depressão provocam a perda de aproximadamente 12 bilhões de dias de trabalho por ano, com um impacto estimado em US$ 1 trilhão na produtividade global. Esses números mostram que a saúde mental não é apenas uma questão individual, mas também um tema importante para as empresas e para a sociedade.

A cultura da disponibilidade permanente é um exemplo. Responder a uma mensagem fora do horário pode parecer uma atitude isolada de comprometimento. Porém, quando isso se torna uma expectativa, cria-se um ambiente em que a urgência passa a fazer parte da rotina. O profissional sente que precisa estar acessível o tempo todo para não parecer desinteressado ou improdutivo.

Por isso, alta performance não deve ser confundida com pressão permanente. Delegar tarefas, por exemplo, não significa abandonar responsabilidades. Significa distribuir conhecimento, desenvolver a equipe e evitar que a operação dependa de uma única pessoa. Da mesma forma, dizer “não” a uma demanda pode ser uma forma de proteger a qualidade do trabalho e impedir que as prioridades sejam constantemente substituídas por novas urgências.

Os líderes também têm um papel fundamental. É possível cobrar resultados sem transformar a cobrança em uma cultura de medo ou disponibilidade total. Para isso, é necessário estabelecer expectativas claras, respeitar os períodos de descanso, reconhecer limites e avaliar não apenas o volume de entregas, mas também as condições em que elas são realizadas.

A performance sustentável depende de ritmo, clareza e maturidade. É preciso aprender a administrar não apenas tarefas, mas também energia, expectativas e prioridades. O objetivo não deve ser produzir no limite todos os dias, e sim entregar com qualidade e consistência ao longo do tempo.

No fim, a pergunta talvez não seja quanto mais podemos fazer. A pergunta mais importante é quanto conseguimos entregar sem precisar viver permanentemente no limite. Alta performance não deveria ser uma corrida contra nós mesmos.


* Engenheiro e executivo especializado na área de performance. Fundador da Domperf HOJE EM DIA. Disponível em A ansiedade de alta performance: quando a maior pressão vem de dentro . 
“A pessoa pode ter dificuldade para se desconectar do trabalho, sentir culpa ao descansar e permanecer em estado de alerta mesmo fora do expediente.”(4ºparágrafo)

Assinale a alternativa em que a alteração da pontuação está de acordo com a norma-padrão e preserva o sentido fundamental do período original.
Alternativas
Q4295285 Português
Leia o texto abaixo para responder à questão.


Texto I


A ansiedade de alta performance: quando a maior pressão vem de dentro


Bruno Rosa*


A pressão no trabalho nem sempre vem do chefe, das metas ou das cobranças externas. Muitas vezes, ela nasce dentro do próprio profissional, que sente necessidade de responder rapidamente a todas as mensagens, entregar antes do prazo, antecipar problemas, estar sempre disponível e provar seu valor o tempo todo.

Mesmo quando ninguém está cobrando diretamente, esse profissional continua se cobrando. A agenda cheia passa a ser vista como sinal de importância, o descanso parece perda de tempo, delegar tarefas gera insegurança e dizer “não” parece falta de comprometimento.

Essa cobrança constante pode se disfarçar de ambição, responsabilidade e alta performance. Afinal, buscar crescimento e excelência não é um problema. O problema aparece quando a régua interna deixa de ter limites e o profissional passa a acreditar que precisa estar sempre produzindo, acelerado e disponível.

Com o tempo, a busca por resultados deixa de gerar satisfação e começa a consumir energia. A pessoa pode ter dificuldade para se desconectar do trabalho, sentir culpa ao descansar e permanecer em estado de alerta mesmo fora do expediente. O corpo está em casa, mas a mente continua presa às tarefas, mensagens e preocupações do dia seguinte.

Os dados ajudam a dimensionar esse problema. Segundo a Organização Mundial da Saúde, a ansiedade e a depressão provocam a perda de aproximadamente 12 bilhões de dias de trabalho por ano, com um impacto estimado em US$ 1 trilhão na produtividade global. Esses números mostram que a saúde mental não é apenas uma questão individual, mas também um tema importante para as empresas e para a sociedade.

A cultura da disponibilidade permanente é um exemplo. Responder a uma mensagem fora do horário pode parecer uma atitude isolada de comprometimento. Porém, quando isso se torna uma expectativa, cria-se um ambiente em que a urgência passa a fazer parte da rotina. O profissional sente que precisa estar acessível o tempo todo para não parecer desinteressado ou improdutivo.

Por isso, alta performance não deve ser confundida com pressão permanente. Delegar tarefas, por exemplo, não significa abandonar responsabilidades. Significa distribuir conhecimento, desenvolver a equipe e evitar que a operação dependa de uma única pessoa. Da mesma forma, dizer “não” a uma demanda pode ser uma forma de proteger a qualidade do trabalho e impedir que as prioridades sejam constantemente substituídas por novas urgências.

Os líderes também têm um papel fundamental. É possível cobrar resultados sem transformar a cobrança em uma cultura de medo ou disponibilidade total. Para isso, é necessário estabelecer expectativas claras, respeitar os períodos de descanso, reconhecer limites e avaliar não apenas o volume de entregas, mas também as condições em que elas são realizadas.

A performance sustentável depende de ritmo, clareza e maturidade. É preciso aprender a administrar não apenas tarefas, mas também energia, expectativas e prioridades. O objetivo não deve ser produzir no limite todos os dias, e sim entregar com qualidade e consistência ao longo do tempo.

No fim, a pergunta talvez não seja quanto mais podemos fazer. A pergunta mais importante é quanto conseguimos entregar sem precisar viver permanentemente no limite. Alta performance não deveria ser uma corrida contra nós mesmos.


* Engenheiro e executivo especializado na área de performance. Fundador da Domperf HOJE EM DIA. Disponível em A ansiedade de alta performance: quando a maior pressão vem de dentro . 
Analise as afirmativas a seguir, marque V para as VERDADEIRAS e F para as FALSAS.

( ) Em “Afinal, buscar crescimento e excelência não é um problema. O problema aparece quando...”, a expressão destacada estabelece, no contexto, uma relação de explicação.
( ) Em “Porém, quando isso se torna uma expectativa, cria-se um ambiente...”, o termo destacado estabelece uma relação de oposição com a ideia anteriormente apresentada.
( ) Em “Por isso, alta performance não deve ser confundida com pressão permanente.”, a expressão destacada estabelece uma relação de conclusão.
( ) Em “Delegar tarefas, por exemplo, não significa abandonar responsabilidades. Significa distribuir conhecimento...”, a expressão destacada estabelece uma relação de causa. 

Assinale a sequência CORRETA:
Alternativas
Q4295284 Português
Leia o texto abaixo para responder à questão.


Texto I


A ansiedade de alta performance: quando a maior pressão vem de dentro


Bruno Rosa*


A pressão no trabalho nem sempre vem do chefe, das metas ou das cobranças externas. Muitas vezes, ela nasce dentro do próprio profissional, que sente necessidade de responder rapidamente a todas as mensagens, entregar antes do prazo, antecipar problemas, estar sempre disponível e provar seu valor o tempo todo.

Mesmo quando ninguém está cobrando diretamente, esse profissional continua se cobrando. A agenda cheia passa a ser vista como sinal de importância, o descanso parece perda de tempo, delegar tarefas gera insegurança e dizer “não” parece falta de comprometimento.

Essa cobrança constante pode se disfarçar de ambição, responsabilidade e alta performance. Afinal, buscar crescimento e excelência não é um problema. O problema aparece quando a régua interna deixa de ter limites e o profissional passa a acreditar que precisa estar sempre produzindo, acelerado e disponível.

Com o tempo, a busca por resultados deixa de gerar satisfação e começa a consumir energia. A pessoa pode ter dificuldade para se desconectar do trabalho, sentir culpa ao descansar e permanecer em estado de alerta mesmo fora do expediente. O corpo está em casa, mas a mente continua presa às tarefas, mensagens e preocupações do dia seguinte.

Os dados ajudam a dimensionar esse problema. Segundo a Organização Mundial da Saúde, a ansiedade e a depressão provocam a perda de aproximadamente 12 bilhões de dias de trabalho por ano, com um impacto estimado em US$ 1 trilhão na produtividade global. Esses números mostram que a saúde mental não é apenas uma questão individual, mas também um tema importante para as empresas e para a sociedade.

A cultura da disponibilidade permanente é um exemplo. Responder a uma mensagem fora do horário pode parecer uma atitude isolada de comprometimento. Porém, quando isso se torna uma expectativa, cria-se um ambiente em que a urgência passa a fazer parte da rotina. O profissional sente que precisa estar acessível o tempo todo para não parecer desinteressado ou improdutivo.

Por isso, alta performance não deve ser confundida com pressão permanente. Delegar tarefas, por exemplo, não significa abandonar responsabilidades. Significa distribuir conhecimento, desenvolver a equipe e evitar que a operação dependa de uma única pessoa. Da mesma forma, dizer “não” a uma demanda pode ser uma forma de proteger a qualidade do trabalho e impedir que as prioridades sejam constantemente substituídas por novas urgências.

Os líderes também têm um papel fundamental. É possível cobrar resultados sem transformar a cobrança em uma cultura de medo ou disponibilidade total. Para isso, é necessário estabelecer expectativas claras, respeitar os períodos de descanso, reconhecer limites e avaliar não apenas o volume de entregas, mas também as condições em que elas são realizadas.

A performance sustentável depende de ritmo, clareza e maturidade. É preciso aprender a administrar não apenas tarefas, mas também energia, expectativas e prioridades. O objetivo não deve ser produzir no limite todos os dias, e sim entregar com qualidade e consistência ao longo do tempo.

No fim, a pergunta talvez não seja quanto mais podemos fazer. A pergunta mais importante é quanto conseguimos entregar sem precisar viver permanentemente no limite. Alta performance não deveria ser uma corrida contra nós mesmos.


* Engenheiro e executivo especializado na área de performance. Fundador da Domperf HOJE EM DIA. Disponível em A ansiedade de alta performance: quando a maior pressão vem de dentro . 
Considerando a organização global das ideias e a posição defendida pelo autor, pode-se afirmar que seu principal objetivo sociocomunicativo é:
Alternativas
Q4294995 Direito Administrativo
 Em uma licitação regida pela Lei Federal nº 14.133/2021, o orçamento estimado pela Administração para determinada obra é de R$ 10.000.000,00. O licitante vencedor apresenta proposta de R$ 8.000.000,00, correspondente a 80% do valor orçado. Considerando exclusivamente os critérios legais de inexequibilidade e de garantia adicional aplicáveis às obras e aos serviços de engenharia, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4294994 Engenharia Ambiental e Sanitária
 Em uma área não atendida por rede pública de esgotamento sanitário, foi proposto um sistema composto por tanque séptico e sumidouro. A investigação local identificou solo de baixa permeabilidade, nível máximo do lençol freático muito próximo ao fundo previsto para o sumidouro e a existência de poço de abastecimento nas proximidades. A conduta tecnicamente adequada é:
Alternativas
Q4294993 Engenharia Civil
Em uma obra de pavimentação urbana, será executada uma camada de concreto asfáltico com área de 12.000,00 m² e espessura compactada de 4,00 cm. A massa específica compactada da mistura é de 2,35 t/m³, devendo ser considerada perda de 2% sobre a massa. O preço da mistura na usina é de R$ 430,00/t, o transporte custa R$ 0,65 por t·km, a distância média de transporte é de 18 km, e os serviços de espalhamento e compactação custam R$ 9,50/m².
Desconsiderando BDI, mobilização e tributos, o custo total aproximado do serviço será de:
Alternativas
Q4294992 Engenharia Civil
 Um desenho principal do AutoCAD possui uma camada local denominada “PAREDES”. Uma referência externa anexada ao desenho também possui uma camada com esse mesmo nome. Na entrega final, o engenheiro pretende incorporar definitivamente a referência ao arquivo principal, mantendo distintas as definições das camadas e evitando que a camada da referência assuma automaticamente as propriedades da camada local. Nesse caso, deve-se:
Alternativas
Q4294991 Engenharia de Agrimensura
 No processo de implantação de um Cadastro Territorial Multifinalitário, constatou-se que um mesmo imóvel registrado compreende uma porção urbana edificável e uma Área de Preservação Permanente, submetidas a regimes jurídicos distintos. Conforme o conceito de parcela cadastral apresentado no Manual de Engenharia para Cadastro Territorial Urbano do Confea, a representação mais adequada consiste em: 
Alternativas
Q4294990 Engenharia Civil
Um Município necessita avaliar uma extensa gleba urbana para fins de desapropriação. Não existem, no mercado local, dados suficientes de negociação de glebas efetivamente comparáveis. Contudo, a área possui viabilidade urbanística e legal para parcelamento, sendo possível estimar lotes comercializáveis, receitas, despesas de urbanização, prazos de implantação e riscos do empreendimento. Conforme os métodos de avaliação de bens, o procedimento mais adequado é o:
Alternativas
Q4294989 Engenharia Civil
Na revisão de um projeto de saídas de emergência, elaborado para uma edificação nova, o responsável técnico utiliza exclusivamente a classificação tradicional da ocupação e uma largura fixa de unidade de passagem, sem analisar as características dos ocupantes nem a velocidade predominante de desenvolvimento do incêndio. Considerando a concepção da ABNT NBR 9077:2025, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4294988 Engenharia Civil
Em um edifício administrativo, a rota acessível acompanha inicialmente uma parede contínua, facilmente identificável por pessoa que utiliza bengala longa. Ao chegar a um amplo saguão, essa referência deixa de existir, havendo, no local, acesso a elevadores e a uma escada fixa. Considerando os critérios de acessibilidade e sinalização tátil, a solução tecnicamente adequada é:
Alternativas
Q4294987 Engenharia Civil
Durante o recebimento de cabos destinados à infraestrutura de uma edificação pública, o fabricante apresenta relatório de ensaio realizado conforme a ABNT NBR 7299. O objeto específico desse ensaio é a determinação: 
Alternativas
Q4294986 Engenharia Civil
No dimensionamento de uma viga de concreto armado, verificou-se que a resistência à flexão no Estado Limite Último está atendida. Entretanto, considerando os efeitos da fluência e a combinação quase permanente das ações, a flecha final calculada ultrapassa o limite de deformação admissível, embora a abertura estimada de fissuras esteja dentro do limite estabelecido. Diante dessa situação, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4292872 Engenharia Civil

Durante a análise do projeto estrutural de um ginásio esportivo municipal, o Engenheiro Civil/Arquiteto responsável pela avaliação técnica verificou as condições de serviço de uma laje que compõe o piso da quadra. Por se tratar de um pavimento que deve permanecer plano para garantir condições adequadas de utilização, o profissional decidiu verificar os deslocamentos-limites estabelecidos por norma. Conforme os documentos apresentados no processo de aprovação, a laje possui vão de 10,50 m, espessura de 15 cm e foi projetada com contraflecha de B mm. A memória de cálculo indica deslocamento imediato de 9 mm, deslocamento decorrente das ações permanentes de 14 mm e deslocamento de 16 mm ocorrido após a construção do piso. Para a situação analisada, são considerados os seguintes limites estabelecidos pela NBR 611B:



⋅  Para o deslocamento total:


l/350 + contraflecha 



⋅  Para o deslocamento ocorrido após a construção do piso:


l/600



Diante disso, determine o deslocamento-limite aplicável ao deslocamento ocorrido após a construção do piso e verifique o atendimento ao critério normativo, assinalando a alternativa CORRETA. 

Alternativas
Respostas
381: A
382: B
383: A
384: D
385: C
386: B
387: B
388: A
389: D
390: B
391: D
392: B
393: A
394: B
395: C
396: B
397: D
398: B
399: C
400: A