Questões de Concurso Para professor - pedagogia

Foram encontradas 6.379 questões

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Q2795349 Pedagogia

A avaliação mediadora atribui grande relevância à análise e interpretação das tarefas de aprendizagem. A leitura de uma tarefa ou de um teste que expressa a postura mediadora do professor tem como referência

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Q2795348 Pedagogia

Segundo os preceitos da avaliação formativa, a escola deve disponibilizar aos pais e aos órgãos de supervisão os resultados obtidos ao longo do processo, o que não significa simplesmente mostrar as notas (CATANI, 2009). Nessa perspectiva, o desafio para educadores e instituições escolares é

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Q2795347 Pedagogia

O plano de aula é a proposta de trabalho do professor para uma determinada aula ou conjunto de aulas. Tem como objetivo nortear o trabalho pedagógico e promover a aprendizagem dos alunos. Os elementos que o constituem são:

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Q2795346 Pedagogia

Ao longo das últimas décadas, em busca de uma avaliação objetiva e mensurável, os educadores determinaram critérios, normas, parâmetros que minimizassem o caráter subjetivo do processo avaliativo (HOFFMAN, 2005). Segundo a autora, a tomada de consciência do educador precisa se dar justamente sobre o caráter subjetivo da avaliação, porque

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Q2795345 Pedagogia

Para Veiga (1995), o projeto político-pedagógico é uma ação intencional, com sentido explícito e compromisso definido coletivamente. É político pelo compromisso com a formação do cidadão para um tipo de sociedade, e pedagógico no sentido de definir

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Q2795344 Pedagogia

Os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN) podem ser compreendidos como uma tentativa de repensar os saberes fechados e incorporar saberes mais abertos na formação dos adolescentes e jovens. Eles reafirmam os vínculos dos conteúdos escolares com as demandas postas pelo mundo do trabalho e por processos científicos e tecnológicos avançados e também, ressaltam o papel fundamental da educação no desenvolvimento das pessoas e das sociedades. Nesse sentido enfatizam uma formação que possibilite

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Q2795343 Pedagogia

Existe um consenso na literatura educacional de que a pesquisa é um elemento essencial na formação profissional do professor. Segundo Soares (In: ANDRÉ, M. (Org.). O papel da pesquisa na formação e na prática do professor, 2001), a importância da pesquisa para a formação docente encontra- se na

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Q2795342 Pedagogia

Segundo a teoria histórico-cultural, o indivíduo se constitui, não somente graças aos processos de maturação orgânica, mas, principalmente, por meio de suas interações sociais, nas trocas estabelecidas com seus semelhantes (REGO, 1995). Uma prática escolar baseada nesses princípios requer alguns saberes especializados. Assim, para essa prática, é necessário

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Q2795341 Pedagogia

Paulo Freire (2003, p. 36) afirma que “a promoção da ingenuidade à criticidade não pode e não deve ser feita à distância de uma rigorosa formação ética ao lado sempre da estética. Decência e boniteza de mãos dadas.” O agir pedagógico coerente com essa assertiva pressupõe a capacidade

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Q2795340 Pedagogia

O papel da formação inicial é fornecer as bases para construir um conhecimento pedagógico especializado, pois constitui o começo da socialização profissional, considerando- se que esse processo é permanente(MIZUKAMI, 2002). Nessa perspectiva, a formação continuada significa

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Q2795339 Pedagogia

GÓMEZ e SACRISTÁN (1998) analisam a formação de professores, considerando os diferentes modos de compreender a prática educativa, quais sejam: perspectiva acadêmica, perspectiva técnica, perspectiva prática, perspectiva de reconstrução social. Na perspectiva de reconstrução social, o professor é considerado como um

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Q2795338 Pedagogia

De acordo com o Art. 31 da Lei de Diretrizes e Bases da Educação, Lei nº. 9394/96, a avaliação da aprendizagem na educação infantil deverá ser realizada

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Q2795337 Pedagogia

A Lei nº 11.274, de 6 de fevereiro de 2006, amplia o Ensino Fundamental para nove anos, institui a matrícula de crianças de seis anos de idade e estabelece o prazo de sua implantação, pelos sistemas, até 2010. Em síntese, pode-se concluir que o ensino fundamental de nove anos visa a

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Q2795336 Pedagogia

Segundo Arroyo (2000, p.10), “Houve no imaginário sobre a educação uma despersonalização que não acontece em outros campos sociais. O imaginário sobre o magistério tem muito a ver com a despersonalização da educação. A professora e o professor vistos apenas como apêndices”. Para o autor, a recuperação da centralidade dos sujeitos dar-se-á por meio de uma visão mais humanista, que conceba

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Q2795331 Pedagogia

A Resolução CNE/CEB nº. 1, de 5 de julho de 2000, que estabelece as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação e Jovens e Adultos, pauta-se pelos princípios de equidade, da diferença e da proporcionalidade na apropriação e contextualização das diretrizes curriculares nacionais e na proposição de um modelo pedagógico próprio para essa modalidade. No que se refere à equidade, a Resolução assegura

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Q2795324 Pedagogia

Nas últimas décadas, a educação inclusiva assumiu espaço central no debate acerca da sociedade contemporânea e do papel da escola na superação da lógica da exclusão. Com base nos referenciais para a construção de sistemas educacionais inclusivos, a organização de escolas e classes especiais passa a ser repensada, implicando uma mudança estrutural e cultural da escola, para que os alunos tenham suas especificidades atendidas. Assim, a Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva orienta os sistemas de ensino para garantir

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Q2795321 Pedagogia

A reestruturação da realidade econômica e produtiva capitalista, a globalização da economia, os avanços científicos e tecnológicos incidem em alterações no âmbito cultural e social, causando impacto nas políticas educacionais, nos sistemas de ensino e nas escolas. Nesse contexto, a função social da escola é

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Q2721805 Português

Leia o texto abaixo para responder às questões de 01 a 04.

De 1984 a 2010

No romance "1984", de George Orwell, o personagem principal trabalha alterando os arquivos históricos para moldar as consciências para o bom convívio social. Chegamos à época em que essa distopia (contrário de utopia) virou realidade. Só que, desta vez, pelas mãos dos herdeiros dos projetos utópicos "mais bem-intencionados".

Porém, antes, um reparo. A política é um mal necessário, mas existem formas e formas de política. A minha pode ser entendida como uma política herdada de autores como Isaiah Berlin, filósofo e historiador das ideias do século 20, judeu nascido em Riga, Letônia, radicado na Inglaterra. Em matéria de política, prefiro sempre os britânicos aos franceses ou alemães. Tal como ele diz em seu recém-publicado no Brasil "Idéias Políticas na Era Romântica" (Cia. das Letras), prefiro a liberdade à felicidade.

A felicidade se declina no plural, porque os valores são conflitantes e não acredito em nenhuma forma de resolver essas diferenças. A melhor sociedade é a sociedade na qual ninguém tem razão (ninguém sabe a verdade definitiva sobre o bem e o mal), mas um número significativo de pessoas consegue conviver razoavelmente, mesmo sem saber a verdade sobre o bem e o mal.

O furor coletivo de "verdades do bem" deve ser mantido sob controle rígido assim como delírios de um serial killer numa noite de calor insuportável. A sociedade é o lugar do apenas tolerável.

E a profecia de Orwell? Todo mundo já tinha ouvido falar que na China o governo estaria alterando os livros de história das escolas para que a Revolução Cultural Chinesa (uma das maiores monstruosidades cometidas na história da humanidade) desaparecesse da memória das gerações mais jovens. Vale lembrar que muitas das pessoas que entre nós se preparam para assumir o governo concordavam com aquelas atrocidades: matar, saquear, sequestrar gente inocente.

Mas o que dizer de países democráticos como o Canadá? Recentemente, estudantes e professores "amantes da liberdade" quase lincharam uma intelectual americana, Ann Coulter, e impediram que ela falasse numa universidade. Não ouvi nenhum dos intelectuais de plantão defendê-la. Era de esperar que muitas mulheres do mundo das letras não o fizessem, uma vez que ela é loira e gostosa, pecados imperdoáveis para intelectuais feias e azedas. A causa da fúria da "comunidade intelectual" da universidade no Canadá era porque essa loira conservadora é conhecida por não rezar na cartilha dos opressores "do bem".

O Canadá é um dos países mais totalitários no que se refere à repressão ao uso livre da linguagem e à crítica aos costumes da nova casta fascista que empesteia o mundo.

Lá, de repente, você pode ser preso porque usou uma palavra que esta casta julga inapropriada. Toda vez que estamos diante do controle oficial da língua, estamos diante de um regime opressor.

Mas fiquemos em nossa cozinha e deixemos os canadenses afogados em seu fascismo do detalhe.

Outro dia vi na mão de uma colega uma foto do "novo Saci". Tiraram o cachimbo da boca do Saci. Eu, que sou um amante de cachimbos e charutos cubanos (e viva la Revolución!!), me senti diretamente afetado. Meu irmão de fé, o Saci, está sendo reprimido. A ideia é que, com cachimbo, ele é um mau exemplo para as crianças. Imagino que esses caras acham que bom exemplo é mulher vestida de homem coçando o saco.

Outro caso recente é a perseguição a velhas cantigas de roda e histórias infantis. Por exemplo, o "atirei o pau no gato" deve virar "não atire o pau no gato" para que as crianças não cresçam espancando gatos por aí. O fascismo "verde" chega ao ponto de tirar das crianças uma música divertida para torná-las defensoras dos gatos.

Lembro-me de meninas na minha infância que cantavam essas músicas e ainda assim choravam quando os meninos ensaiavam torturar pequenos animais só para vê-las chorar e assim chegar perto delas. Como era bom jogar baratas mortas no lanche das meninas só para ver elas pularem deliciosamente das suas cadeiras em lágrimas.

O Lobo Mau não pode mais ser mau e comer a vovozinha da Chapeuzinho Vermelho. Muito menos o Caçador pode salvá-la, porque estaria estimulando às meninas sonharem com príncipes encantados. O novo fascismo quer que os lobos sejam bonzinhos (pobres lobos) e que as meninas não sonhem com caçadores que as protejam (coitadas). Sim, 1984 é agora.

PONDÉ, Luiz Felipe. De 1984 a 2010. In: Folha de S. Paulo. 5 abr. 2010.

Considere a frase conclusiva “Sim, 1984 é agora” do texto de Pondé para responder às questões 01 e 02.


No livro 1984, George Orwell mostra como uma sociedade oligárquica coletivista é capaz de reprimir qualquer um que se opuser a ela. Tal sociedade controla não só a economia, mas a mente e o coração das pessoas. A frase conclusiva “Sim, 1984 é agora” pode ser assim explicada:

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Q2721803 Português

Leia o texto abaixo para responder às questões de 01 a 04.

De 1984 a 2010

No romance "1984", de George Orwell, o personagem principal trabalha alterando os arquivos históricos para moldar as consciências para o bom convívio social. Chegamos à época em que essa distopia (contrário de utopia) virou realidade. Só que, desta vez, pelas mãos dos herdeiros dos projetos utópicos "mais bem-intencionados".

Porém, antes, um reparo. A política é um mal necessário, mas existem formas e formas de política. A minha pode ser entendida como uma política herdada de autores como Isaiah Berlin, filósofo e historiador das ideias do século 20, judeu nascido em Riga, Letônia, radicado na Inglaterra. Em matéria de política, prefiro sempre os britânicos aos franceses ou alemães. Tal como ele diz em seu recém-publicado no Brasil "Idéias Políticas na Era Romântica" (Cia. das Letras), prefiro a liberdade à felicidade.

A felicidade se declina no plural, porque os valores são conflitantes e não acredito em nenhuma forma de resolver essas diferenças. A melhor sociedade é a sociedade na qual ninguém tem razão (ninguém sabe a verdade definitiva sobre o bem e o mal), mas um número significativo de pessoas consegue conviver razoavelmente, mesmo sem saber a verdade sobre o bem e o mal.

O furor coletivo de "verdades do bem" deve ser mantido sob controle rígido assim como delírios de um serial killer numa noite de calor insuportável. A sociedade é o lugar do apenas tolerável.

E a profecia de Orwell? Todo mundo já tinha ouvido falar que na China o governo estaria alterando os livros de história das escolas para que a Revolução Cultural Chinesa (uma das maiores monstruosidades cometidas na história da humanidade) desaparecesse da memória das gerações mais jovens. Vale lembrar que muitas das pessoas que entre nós se preparam para assumir o governo concordavam com aquelas atrocidades: matar, saquear, sequestrar gente inocente.

Mas o que dizer de países democráticos como o Canadá? Recentemente, estudantes e professores "amantes da liberdade" quase lincharam uma intelectual americana, Ann Coulter, e impediram que ela falasse numa universidade. Não ouvi nenhum dos intelectuais de plantão defendê-la. Era de esperar que muitas mulheres do mundo das letras não o fizessem, uma vez que ela é loira e gostosa, pecados imperdoáveis para intelectuais feias e azedas. A causa da fúria da "comunidade intelectual" da universidade no Canadá era porque essa loira conservadora é conhecida por não rezar na cartilha dos opressores "do bem".

O Canadá é um dos países mais totalitários no que se refere à repressão ao uso livre da linguagem e à crítica aos costumes da nova casta fascista que empesteia o mundo.

Lá, de repente, você pode ser preso porque usou uma palavra que esta casta julga inapropriada. Toda vez que estamos diante do controle oficial da língua, estamos diante de um regime opressor.

Mas fiquemos em nossa cozinha e deixemos os canadenses afogados em seu fascismo do detalhe.

Outro dia vi na mão de uma colega uma foto do "novo Saci". Tiraram o cachimbo da boca do Saci. Eu, que sou um amante de cachimbos e charutos cubanos (e viva la Revolución!!), me senti diretamente afetado. Meu irmão de fé, o Saci, está sendo reprimido. A ideia é que, com cachimbo, ele é um mau exemplo para as crianças. Imagino que esses caras acham que bom exemplo é mulher vestida de homem coçando o saco.

Outro caso recente é a perseguição a velhas cantigas de roda e histórias infantis. Por exemplo, o "atirei o pau no gato" deve virar "não atire o pau no gato" para que as crianças não cresçam espancando gatos por aí. O fascismo "verde" chega ao ponto de tirar das crianças uma música divertida para torná-las defensoras dos gatos.

Lembro-me de meninas na minha infância que cantavam essas músicas e ainda assim choravam quando os meninos ensaiavam torturar pequenos animais só para vê-las chorar e assim chegar perto delas. Como era bom jogar baratas mortas no lanche das meninas só para ver elas pularem deliciosamente das suas cadeiras em lágrimas.

O Lobo Mau não pode mais ser mau e comer a vovozinha da Chapeuzinho Vermelho. Muito menos o Caçador pode salvá-la, porque estaria estimulando às meninas sonharem com príncipes encantados. O novo fascismo quer que os lobos sejam bonzinhos (pobres lobos) e que as meninas não sonhem com caçadores que as protejam (coitadas). Sim, 1984 é agora.

PONDÉ, Luiz Felipe. De 1984 a 2010. In: Folha de S. Paulo. 5 abr. 2010.

Considere a frase conclusiva “Sim, 1984 é agora” do texto de Pondé para responder às questões 01 e 02.


Considerando que o romance 1984 de Orwell foi publicado em 1949, a constatação final, “Sim, 1984 é agora”, produz uma ironia por meio de

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Q570029 Pedagogia
PROPOSTA 1

A professora Sílvia pediu para cada aluno trazer de casa um pote com cascas, pedaços de verduras, legumes, frutas e restos de carne. Todos os potes foram colocados juntos, abertos, e ficaram assim quase uma semana. Durante esse tempo, os alunos fizeram observações e registros no caderno. Apareceram umas minhoquinhas brancas que ficavam andando sobre os restos e todos queriam saber que bichos eram aqueles. A professora também não sabia, consultou um colega especialista em Ciências e descobriu que eram larvas de insetos que estavam se alimentando dos restos. Sílvia solicitou uma pesquisa em grupo sobre aqueles misteriosos bichinhos e selecionou materiais da biblioteca da escola para pesquisa em sala de aula. Alguns grupos descobriram que aquelas minhoquinhas iriam virar moscas na fase adulta. Algumas crianças duvidaram. A professora sugeriu que tampassem os potes com gaze. Depois de algum tempo, constataram que as larvas cresciam e formavam casulos como as borboletas e, finalmente, moscas adultas apareceram dentro dos potes. O trabalho foi encerrado com uma aula de discussão para ajudar a sistematização dos conhecimentos adquiridos, também foi pedido um relato escrito sobre as descobertas realizadas.

PROPOSTA 2


A professora Cátia começou pedindo aos alunos que lessem o trecho do livro que tratava de decomposição e orientou para que fizessem os exercícios e, em seguida, respondessem no caderno algumas perguntas complementares ditadas por ela. Finalmente, como tarefa de casa, pediu aos alunos que deixassem um pedaço de pão úmido fora da geladeira por três dias e observassem o que aconteceria. Para ter certeza de que todos fariam a atividade, determinou que levassem o pão para a classe na próxima aula de Ciências. A maioria levou um pão embolorado e a professora explicou que eram fungos e que iriam fazer a decomposição do pão. Depois distribuiu um texto complementar e ditou algumas perguntas sobre ele. Na terceira e última aula, foi feita a correção dos exercícios e foram passadas transparências de figuras coloridas de fungos que ela costumava usar nos anos anteriores. Respondeu às perguntas dos alunos e marcou uma prova sobre decomposição. 

(Adaptado de CAMPOS, M. C. da C. Didática de ciências: o ensinoaprendizagem como investigação. São Paulo: FTD, 1999.

Sobre o processo de ensino e aprendizagem de Ciências Naturais evidenciado pelas propostas das professoras, assinale a afirmativa correta.


Alternativas
Respostas
6161: A
6162: B
6163: D
6164: C
6165: B
6166: A
6167: C
6168: B
6169: D
6170: A
6171: B
6172: A
6173: B
6174: A
6175: D
6176: C
6177: B
6178: A
6179: C
6180: B