Questões de Concurso
Para técnico de farmácia
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Após a leitura do editorial publicado na revista Segredos da Mente – Superinteligência, do ano de 2016, responda da 1ª à 3ª questão.
Texto 1:
O que é ser inteligente?
Está aí um dos grandes desafios para a ciência. Afinal, passamos muito tempo sem uma definição precisa sobre essa habilidade cognitiva. Para o senso comum, perdura a ideia de que ser inteligente é saber de cor diversas fórmulas da física, da química, da matemática... Ou, então, conhecer muito sobre algum assunto incomum, por exemplo, a reprodução das pteridófitas. Você não sabe o que é uma pteridófita? Pois nem por isso será mais ou menos inteligente do que outra pessoa! As pteridófitas são um grupo de plantas, e entre as mais conhecidas estão as samambaias, as avencas e os xaxins.
Enfim, a definição do que é ser inteligente consiste em algo complexo e tem envolvido diversas áreas do conhecimento. Aliás, não existe apenas uma concepção sobre esse termo. Além disso, uma teoria recente diz que as pessoas podem apresentar múltiplas inteligências. Segundo esse conceito, um físico premiado é tão inteligente quanto um habilidoso jogador de futebol.
Ampliando o leque sobre essa investigação, já foram propostos outros dois tipos de inteligência, como a emocional, que reconhece a habilidade de reconhecer e lidar com as emoções próprias e as dos outros. Ainda existem conceitos como inteligência artificial, animal...
Em SEGREDOS DA MENTE – SUPERINTELIGÊNCIA, vamos a fundo nesse assunto tão intrigante. No decorrer das melhores matérias já publicadas, além dos assuntos que já falamos, você irá descobrir algumas formas de turbinar a sua mente com atividades do dia a dia e 30 exercícios específicos. Também desvendamos alguns mitos e questionamentos – quem é mais inteligente: homem ou mulher? Ou ainda: existem pessoas mais inteligentes do que outras?
Nessa busca por conhecimento, sempre me lembro de uma afirmação atribuída ao filósofo Sócrates. Mesmo sendo considerado um dos homens mais sábios de seu tempo e um dos grandes gênios da humanidade, o ateniense teria um dia proferido: “Só sei que nada sei”. Então, em cada página a seguir, desejo que você tenha a mente aberta para o novo. Com certeza, depois dessa leitura, você será alguém mais inteligente.
Ricardo Piccinato, editor
Um escritor utiliza um referente no texto como uma maneira de dizer ao leitor: do que se trata e do que é preciso guardar na memória. Com os referentes, escritores assentam uma espécie de acordo sobre o qual estabelece a construção de sentido textual. Com esse entendimento, assinale a CORRETA relação de sentido para o referente ser inteligente, conforme Ricardo Piccinato.
Após a leitura do editorial publicado na revista Segredos da Mente – Superinteligência, do ano de 2016, responda da 1ª à 3ª questão.
Texto 1:
O que é ser inteligente?
Está aí um dos grandes desafios para a ciência. Afinal, passamos muito tempo sem uma definição precisa sobre essa habilidade cognitiva. Para o senso comum, perdura a ideia de que ser inteligente é saber de cor diversas fórmulas da física, da química, da matemática... Ou, então, conhecer muito sobre algum assunto incomum, por exemplo, a reprodução das pteridófitas. Você não sabe o que é uma pteridófita? Pois nem por isso será mais ou menos inteligente do que outra pessoa! As pteridófitas são um grupo de plantas, e entre as mais conhecidas estão as samambaias, as avencas e os xaxins.
Enfim, a definição do que é ser inteligente consiste em algo complexo e tem envolvido diversas áreas do conhecimento. Aliás, não existe apenas uma concepção sobre esse termo. Além disso, uma teoria recente diz que as pessoas podem apresentar múltiplas inteligências. Segundo esse conceito, um físico premiado é tão inteligente quanto um habilidoso jogador de futebol.
Ampliando o leque sobre essa investigação, já foram propostos outros dois tipos de inteligência, como a emocional, que reconhece a habilidade de reconhecer e lidar com as emoções próprias e as dos outros. Ainda existem conceitos como inteligência artificial, animal...
Em SEGREDOS DA MENTE – SUPERINTELIGÊNCIA, vamos a fundo nesse assunto tão intrigante. No decorrer das melhores matérias já publicadas, além dos assuntos que já falamos, você irá descobrir algumas formas de turbinar a sua mente com atividades do dia a dia e 30 exercícios específicos. Também desvendamos alguns mitos e questionamentos – quem é mais inteligente: homem ou mulher? Ou ainda: existem pessoas mais inteligentes do que outras?
Nessa busca por conhecimento, sempre me lembro de uma afirmação atribuída ao filósofo Sócrates. Mesmo sendo considerado um dos homens mais sábios de seu tempo e um dos grandes gênios da humanidade, o ateniense teria um dia proferido: “Só sei que nada sei”. Então, em cada página a seguir, desejo que você tenha a mente aberta para o novo. Com certeza, depois dessa leitura, você será alguém mais inteligente.
Ricardo Piccinato, editor
Acerca do conteúdo do Texto 1, analise as proposições abaixo relacionadas:
I. O título O que é ser inteligente? introduz uma relação de progressão textual dialógica no editorial exposto.
II. O título O que é ser inteligente? evidencia um diálogo com o leitor do editorial.
III. O primeiro parágrafo do Texto 1 expõe uma pesquisa científica que responde à pergunta feita no título.
IV. Os questionamentos: O que é ser inteligente?, Você não sabe o que é uma pteridófita?, Quem é mais inteligente: homem ou mulher? e Existem pessoas mais inteligentes do que outras?, correspondem a intertextualidades da pesquisa científica sobre as pteridófitas, apresentada no editorial.
V. O Texto 1 apresenta diversas estratégias de argumentação, a exemplo da intertextualidade com uma frase atribuída a Sócrates.
Está CORRETO o que se afirma apenas em:
(1) Estoque de segurança (2) Lote de ressuprimento (3) Inventário (4) Ponto de ressuprimento (5) Tempo de abastecimento
( ) Quantidade a ser adquirida para completar o estoque máximo ( ) Estoque mínimo a ser mantido ( ) Nível de estoque que sinaliza a necessidade de reabastecimento do estoque ( ) Prazo a ser considerado no cálculo do estoque de segurança ( ) Instrumento usado para confrontar o estoque contábil com o estoque físico
I - Nos casos de fracionamento de medicamentos sem o rompimento da embalagem primária, o prazo de validade permanece conforme determinado pelo fabricante.
II - Nos casos de preparação de doses unitárias ou unitarização de doses por transformação/ adequação ou subdivisão da forma farmacêutica, o prazo de validade passará a ser de no máximo 25% do tempo remanescente constante da embalagem original, salvo recomendação específica do fabricante.
III - A rotulagem de medicamentos submetidos ao preparo de dose unitária ou unitarização deve apresentar a concentração da substância ativa por unidade posológica, exceto para medicamentos com mais de quatro fármacos.
IV - A existência de pia com água corrente na sala destinada ao preparo de dose unitária ou unitarizada é desejável, porém não obrigatória.
V - É permitida, em caráter excepcional, a contratação de serviços de farmácias para o preparo de dose unitária e unitarização de dose, devendo contudo haver contrato formal escrito entre as partes.
Sobre as sentenças acima, podemos afirmar que estão corretas apenas:
I - Os medicamentos classe A são os menos numerosos, exigindo assim menor preocupação do gestor.
II - Os estoques de segurança dos medicamentos devem ser calculados de forma decrescente conforme a sua classe: C > B > A.
III - Deve-se buscar sempre a redução do estoque de medicamentos classe C, que, por serem os mais numerosos, representam a maior parte do capital investido.
IV - Os medicamentos classe B apresentam quantidades e valores intermediários em comparação aos medicamentos das classes A e C.
V - O tempo de abastecimento (TA) utilizado para calcular o estoque de segurança (ES) de um medicamento pode variar conforme sua classificação na curva ABC.
SISTEMA I: Ausência de investimento inicial; rápida disponibilidade de medicamentos na unidade assistencial; mínimas atividades de devolução à farmácia; redução das necessidades de recursos humanos e infraestrutura da Farmácia Hospitalar; mínima espera das execuções das prescrições. Método mais utilizado no Brasil e o mais arcaico. Aumento potencial de erros de medicação.
SISTEMA II: Possibilidade de revisão das prescrições médicas; maior controle sobre o medicamento; redução de estoques nas unidades assistenciais; facilidade para devoluções à farmácia; redução de custos com medicamentos; aumento das necessidades de recursos humanos. O medicamento é dispensado por paciente, em um período de 24 horas.
SISTEMA III: Os medicamentos podem ser dispensados parte por requisições e parte por prescrições médicas; comum em unidades de internação e serviços médicos (como Radiologia, Endoscopia, Ambulatórios e Urgência e Emergência).
SISTEMA IV: Todos os medicamentos, em todas as formas farmacêuticas, deverão ser distribuídos prontos para o uso; a medicação dispensada é preparada por dose e concentração única para cada paciente; o farmacêutico analisa as prescrições médicas antes da distribuição dos medicamentos.
As características descritas acima correspondem respectivamente aos seguintes sistemas de distribuição:
Com base na portaria 344, de 12/05/1998, avalie as afirmativas abaixo.
I - Entorpecente é uma substância que NÃO causa dependência física ou psíquica.
II - Precursores são substâncias utilizadas para a obtenção de entorpecentes ou psicotrópicos.
III - Receita é a prescrição escrita de medicamento, contendo orientação de uso para o paciente, efetuada por profissional legalmente habilitado, quer seja de formulação magistral ou de produto industrializado.
IV - A Notificação de Receita “B” poderá conter no máximo 5 (cinco) ampolas e, para as demais formas farmacêuticas, a quantidade para o tratamento correspondente no máximo a 60 (sessenta) dias.
V - A lista A3 é a lista em que constam as substâncias psicotrópicas.
Em relação aos itens acima, podemos afirmar que:
Sobre a necessidade de lavagem das mãos e a propagação das infecções hospitalares, escolha a opção mais completa e adequada.
I - Nutrição Parenteral (NP) é a solução ou emulsão, composta basicamente de carboidratos, aminoácidos, lipídios, vitaminas e minerais, estéril e apirogênica, acondicionada em recipiente de vidro ou plástico, destinada à administração intravenosa em pacientes desnutridos ou não, em regime hospitalar, ambulatorial ou domiciliar, visando à síntese ou manutenção dos tecidos, órgãos ou sistemas.
II - São candidatos à Terapia de Nutrição Parenteral os pacientes que não satisfazem suas necessidades nutricionais pela via digestiva, considerando-se também seu estado clínico e qualidade de vida.
III - O farmacêutico é o responsável pela preparação da NP. Esta envolve a avaliação farmacêutica da prescrição, a manipulação, o controle de qualidade, a conservação e o transporte da NP; exige a responsabilidade e a supervisão direta do farmacêutico, podendo ser realizada na farmácia ou em outro espaço selecionado para este fim.
Em relação aos itens acima, podemos afirmar que: