Questões de Concurso Para técnico de farmácia

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Q2159467 Farmácia
O fármaco e seu respectivo uso terapêutico estão corretamente correlacionados em:
Alternativas
Q2159466 Farmácia
Os ansiolíticos são uma classe de medicamentos psicotrópicos utilizados no tratamento de transtornos de ansiedade e de síndrome do pânico. O Alprazolam é um exemplo de ansiolítico e está incluído entre os medicamentos de controle especial. Sobre a dispensação do Alprazolam, é CORRETO afirmar:
Alternativas
Q2159465 Farmácia
O controle de qualidade de medicamentos é um conjunto de medidas destinadas a verificar a qualidade dos medicamentos, dos produtos biológicos e dos insumos farmacêuticos. Dentro do controle de qualidade físico-químico, o teste que avalia a falta de resistência dos comprimidos à abrasão, quando submetidos à ação mecânica, corresponde à avaliação de:
Alternativas
Q2159464 Farmácia

Os medicamentos injetáveis são aqueles administrados ao paciente por via parenteral.

Sobre os medicamentos injetáveis, é CORRETO afirmar:

Alternativas
Q2159463 Farmácia
Segurança é uma questão muito importante no trabalho em laboratório. Conhecer os riscos inerentes às substâncias químicas e a sinalização de segurança é essencial. As substâncias químicas podem ser agrupadas, segundo suas características de periculosidade, da seguinte forma:
 (1)                          (2)                                                                        (3) asfixiantes            tóxicos                                                            carcinogênicos explosivos            corrosivos                                                       mutagênicos comburentes        irritantes                                                          teratogênicos inflamáveis           danosos ao meio ambiente alergênicos
As características de periculosidade das substâncias são também informadas por intermédio de símbolos de segurança, como os apresentados a seguir. Imagem associada para resolução da questão

Os símbolos de segurança, na sequência acima, da esquerda para a direita, estão relacionados com os grupos 1, 2 e 3 na seguinte ordem: 
Alternativas
Q2159462 Farmácia

Observe as figuras a seguir:

Imagem associada para resolução da questão


Sobre as vidrarias e os equipamentos utilizados no laboratório, é CORRETO afirmar:

Alternativas
Q2159461 Farmácia
As reações envolvendo ácidos e bases são denominadas reações de neutralização. A reação entre o ácido clorídrico (HCL) e o hidróxido de sódio (NaOH) é um exemplo de neutralização, conforme mostrado a seguir:
HCL + NaOH → NaCL + H2O
Misturando-se 300 mL de uma solução de ácido clorídrico (HCL) 0,2M com 100 mL de uma solução de hidróxido de sódio (NaOH) 0,5M, pode-se afirmar que:
Alternativas
Q2159460 Farmácia
As medidas de peso e volume são operações básicas a serem empregadas na transformação de matérias primas em formas farmacêuticas. Para o preparo de uma solução de pequeno volume, o técnico em farmácia precisou pesar 2000 microgramas (mcg) de um fármaco X. Após tarar a balança analítica com um béquer e, em seguida, pesar o fármaco X, o valor em gramas (g) registrado no visor da balança deverá ser exatamente de:
Alternativas
Q2159384 Enfermagem
O objetivo geral da Política Nacional de Humanização é:
Alternativas
Q2159383 Saúde Pública
De acordo com Monken e Barcellos, em sua obra “O Território na Promoção e Vigilância em Saúde”, para as ações de vigilância em saúde, os objetos geográficos relevantes são:
1. As características de ocupação do lugar (estradas e ruas, caminhos, sistemas de esgoto e de água, terrenos baldios, depósitos de lixo, núcleos habitacionais entre outros).
2. As condições ecológicas e geomorfológicas (áreas de florestas e área de desmatamento, a fauna, a flora, o relevo, a hidrografia e o clima).
Está CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q2159382 Enfermagem
A política Nacional de Humanização, Humaniza SUS, apresenta diretrizes, ou seja, orientações gerais que apontam no sentido de:
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Q2159381 Saúde Pública
De acordo com a Lei nº 8080/90, são princípios e diretrizes do SUS, EXCETO:
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Q2159380 Saúde Pública
De acordo com a Lei nº 8.080/90, é INCORRETO afirmar:
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Q2159379 Direito Tributário
A instituição e o aumento de tributo municipal exigem
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Q2159378 Direito Administrativo
O processo administrativo disciplinar, destinado à apuração e responsabilidade do servidor por infração praticada no exercício de suas atribuições, deve observar o seguinte:
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Q2159377 Direito Administrativo
O exercício irregular das funções sujeita o servidor público à seguinte consequência legal:
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Q2159376 Legislação Federal
A guarda municipal, que pode ser constituída pelo Município, destina-se à
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Q2159375 Legislação dos Municípios do Estado de Minas Gerais
Considerando que ao Município é vedado criar distinção entre brasileiros, é CORRETO afirmar que a seguinte conduta municipal é ILÍCITA:
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Q2159374 Português
TEXTO

FALE COM ESTRANHOS
Duda Monteiro de Barros

   No mundo menor e mais falante de antigamente, puxar conversa com estranhos era praticamente uma obrigação e passar uma corrida de táxi inteira sem dirigir uma palavra ao motorista pregava no passageiro a pecha de mal-educado. Aos poucos, no entanto, o desconhecido foi ficando distante, desinteressante e até ameaçador, situação expressa na rima “stranger danger” (estranhos representam perigo), inculcada na cabeça das crianças nos Estados Unidos através de livros, filmes e conselhos de pais e professores. O normal agora é o silêncio imperar, estimulado pelo atrativo da tela do smartphone, nas filas, nos elevadores, nas salas de espera e no transporte público, um comportamento que o enclausuramento das pessoas durante a pandemia contribuiu para enraizar, ao encolher as habilidades sociais.
   Hoje em dia, travar contato com alguém fora do círculo de amizades e do ambiente de trabalho é uma aventura que poucos estão dispostos a enfrentar – isso não é bom. “Conversar com desconhecidos pode ensinar coisas novas, fazer de você um cidadão melhor, um pensador melhor e uma pessoa melhor”, ensina o jornalista americano Joe Keohane, autor de “O Poder dos Estranhos”, uma ampla pesquisa sobre “os benefícios de se conectar em um mundo desconfiado”.
   Segundo Keohane, criar vínculos, ainda que passageiros, com desconhecidos faz o indivíduo furar a bolha de convívio usual e deparar com ideias e realidades distintas das que está acostumado. A designer carioca Júlia Sampaio, 34 anos, confessa que nunca foi do tipo que puxa assunto na fila do banco, mas aprendeu, aos poucos, que conversar com anônimos pode facilitar a vida e tornar situações muito mais prazerosas. “Adoro viajar sozinha e descobri que travar amizade com outras pessoas dá um upgrade na experiência. Fiz amigos que mantenho até hoje e sempre tento me aproximar de quem vejo que também está só”, diz Júlia. “O contato com o diferente sempre foi primordial para o desenvolvimento das culturas e sociedades. Quando você dialoga com o outro, torna-se mais empático e tolerante”, confirma o antropólogo Bernardo Conde, professor da PUC-Rio.
    Essas conexões casuais, chamadas de “laços fracos”, têm a capacidade de diminuir o sentimento de solidão e melhorar o humor tanto de quem aborda quanto de quem é abordado. Isso porque neurotransmissores com funções ligadas à sensação de liberdade, como dopamina, serotonina e ocitocina, são liberados quando o ser humano se relaciona socialmente. “A porção frontal do nosso cérebro só foi capaz de evoluir por causa das interações interpessoais”, explica a neurocientista Cláudia Feitosa Santana.
     Além de agradáveis, os papos com estranhos podem ser úteis. O comissário de bordo baiano Mário Lourenço, 23 anos, lembra com nostalgia do dia em que se envolveu em um papo com um concorrente na fila de uma entrevista de emprego internacional e trocaram contatos. O outro candidato foi aprovado e Lourenço não, mas não deixaram de se comunicar. “No ano seguinte, fui selecionado pela mesma empresa e me mudei para Dubai, onde o colega estava morando. Ele foi me receber e me mostrou a cidade. Teria me sentido perdido e sozinho sem isso”, afirma Lourenço.
    Não se trata de forçar conversa e invadir o espaço alheio – é indispensável que o outro se mostre aberto ao contato. Uma dica para entabular uma interação do tipo que começa e acaba na espera para embarcar no avião é iniciar com assuntos triviais e a partir daí buscar interesses em comum. Boa notícia: a reação mais comum é a reciprocidade, como mostra um experimento realizado pelos cientistas comportamentais Nicholas Epley e Juliana Schroeder, da Universidade de Chicago. Eles reuniram um grupo de pessoas e pediram que elas quebrassem a norma social do silêncio em ônibus e salas de espera. Os participantes foram a campo com certo receio de ser rejeitados, mas o resultado foi o exato oposto: a maioria constatou que os estranhos foram receptivos, curiosos e agradáveis. A conclusão dos especialistas foi que existe um “profundo mal-entendido nas relações sociais”. Desfazê-lo passa por respirar fundo, abrir um sorriso e fazer um comentário agradável para a pessoa sentada ao lado no metrô. Se ela responder, a viagem provavelmente vai passar mais rápido. Estranhos, afinal, não são sinônimos de perigo.

Disponível em: https://veja.abril.com.br/comportamento/por-que-conversar-com-estranhos-pode-melhorar-o-bem-estar/ Acesso em: 16 fev. 2023 (Adaptado)
As vírgulas foram usadas com a mesma função: separar o adjunto adverbial, EXCETO em:
Alternativas
Q2159373 Português
TEXTO

FALE COM ESTRANHOS
Duda Monteiro de Barros

   No mundo menor e mais falante de antigamente, puxar conversa com estranhos era praticamente uma obrigação e passar uma corrida de táxi inteira sem dirigir uma palavra ao motorista pregava no passageiro a pecha de mal-educado. Aos poucos, no entanto, o desconhecido foi ficando distante, desinteressante e até ameaçador, situação expressa na rima “stranger danger” (estranhos representam perigo), inculcada na cabeça das crianças nos Estados Unidos através de livros, filmes e conselhos de pais e professores. O normal agora é o silêncio imperar, estimulado pelo atrativo da tela do smartphone, nas filas, nos elevadores, nas salas de espera e no transporte público, um comportamento que o enclausuramento das pessoas durante a pandemia contribuiu para enraizar, ao encolher as habilidades sociais.
   Hoje em dia, travar contato com alguém fora do círculo de amizades e do ambiente de trabalho é uma aventura que poucos estão dispostos a enfrentar – isso não é bom. “Conversar com desconhecidos pode ensinar coisas novas, fazer de você um cidadão melhor, um pensador melhor e uma pessoa melhor”, ensina o jornalista americano Joe Keohane, autor de “O Poder dos Estranhos”, uma ampla pesquisa sobre “os benefícios de se conectar em um mundo desconfiado”.
   Segundo Keohane, criar vínculos, ainda que passageiros, com desconhecidos faz o indivíduo furar a bolha de convívio usual e deparar com ideias e realidades distintas das que está acostumado. A designer carioca Júlia Sampaio, 34 anos, confessa que nunca foi do tipo que puxa assunto na fila do banco, mas aprendeu, aos poucos, que conversar com anônimos pode facilitar a vida e tornar situações muito mais prazerosas. “Adoro viajar sozinha e descobri que travar amizade com outras pessoas dá um upgrade na experiência. Fiz amigos que mantenho até hoje e sempre tento me aproximar de quem vejo que também está só”, diz Júlia. “O contato com o diferente sempre foi primordial para o desenvolvimento das culturas e sociedades. Quando você dialoga com o outro, torna-se mais empático e tolerante”, confirma o antropólogo Bernardo Conde, professor da PUC-Rio.
    Essas conexões casuais, chamadas de “laços fracos”, têm a capacidade de diminuir o sentimento de solidão e melhorar o humor tanto de quem aborda quanto de quem é abordado. Isso porque neurotransmissores com funções ligadas à sensação de liberdade, como dopamina, serotonina e ocitocina, são liberados quando o ser humano se relaciona socialmente. “A porção frontal do nosso cérebro só foi capaz de evoluir por causa das interações interpessoais”, explica a neurocientista Cláudia Feitosa Santana.
     Além de agradáveis, os papos com estranhos podem ser úteis. O comissário de bordo baiano Mário Lourenço, 23 anos, lembra com nostalgia do dia em que se envolveu em um papo com um concorrente na fila de uma entrevista de emprego internacional e trocaram contatos. O outro candidato foi aprovado e Lourenço não, mas não deixaram de se comunicar. “No ano seguinte, fui selecionado pela mesma empresa e me mudei para Dubai, onde o colega estava morando. Ele foi me receber e me mostrou a cidade. Teria me sentido perdido e sozinho sem isso”, afirma Lourenço.
    Não se trata de forçar conversa e invadir o espaço alheio – é indispensável que o outro se mostre aberto ao contato. Uma dica para entabular uma interação do tipo que começa e acaba na espera para embarcar no avião é iniciar com assuntos triviais e a partir daí buscar interesses em comum. Boa notícia: a reação mais comum é a reciprocidade, como mostra um experimento realizado pelos cientistas comportamentais Nicholas Epley e Juliana Schroeder, da Universidade de Chicago. Eles reuniram um grupo de pessoas e pediram que elas quebrassem a norma social do silêncio em ônibus e salas de espera. Os participantes foram a campo com certo receio de ser rejeitados, mas o resultado foi o exato oposto: a maioria constatou que os estranhos foram receptivos, curiosos e agradáveis. A conclusão dos especialistas foi que existe um “profundo mal-entendido nas relações sociais”. Desfazê-lo passa por respirar fundo, abrir um sorriso e fazer um comentário agradável para a pessoa sentada ao lado no metrô. Se ela responder, a viagem provavelmente vai passar mais rápido. Estranhos, afinal, não são sinônimos de perigo.

Disponível em: https://veja.abril.com.br/comportamento/por-que-conversar-com-estranhos-pode-melhorar-o-bem-estar/ Acesso em: 16 fev. 2023 (Adaptado)
A divisão silábica está correta, EXCETO em:
Alternativas
Respostas
621: D
622: C
623: D
624: C
625: B
626: D
627: A
628: B
629: B
630: C
631: A
632: A
633: D
634: B
635: A
636: D
637: C
638: B
639: B
640: C