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Q2355750 Matemática
No ano de 2020, a prefeitura de Juiz de Fora realizou o seguinte anúncio para o pagamento do Imposto Predial e Territorial Urbano – IPTU: 


Imagem associada para resolução da questão


Disponível em: https://www.pjf.mg.gov.br/noticias/view. php?modo=link2&idnoticia2=67651. Acesso em: 9 jun. 2023.

Esse desconto seria aplicado caso o proprietário do imóvel realizasse o pagamento até uma data estipulada. Luís possuía um imóvel em Juiz de Fora, cujo valor do imposto, sem o desconto, era de R$ 3 800,00. Ele realizou o pagamento no prazo indicado para receber o desconto.
Ao realizar o pagamento no prazo, Luís economizou
Alternativas
Q2355749 Matemática
A cidade de Campanha é uma das maiores produtoras de ponkan (uma espécie da fruta tangerina) do estado de Minas Gerais.
Um produtor dividiu a colheita da fruta em dois grupos: 144 caixas de ponkan para venda local, no município de Campanha, e 160 caixas para envio a outras diferentes cidades mineiras.
No transporte, o único caminhão desse produtor comporta 15 caixas por vez, e a entrega é feita a um grupo por vez, ou seja, o caminhão ora é abastecido com a produção para venda local, ora é carregado com a colheita destinada à venda em outras cidades.
No final da distribuição dessa colheita, o caminhão precisou ser carregado com quantidades inferiores à sua capacidade total.
Quantas vezes, ao todo, esse caminhão foi abastecido para realizar os transportes das caixas de ponkan dessa colheita?
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Q2355748 Português
Assinale a alternativa em que o emprego do acento grave indicador de crase está incorreto, de acordo com a norma padrão da língua portuguesa.
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Q2355747 Português
Leia os trechos a seguir.

“A Sétima Turma do Tribunal Superior do Trabalho restabeleceu sentença que condenou uma empresa a pagar R$ 36 mil de indenização a um trabalhador argentino que passou por uma pré-contratação frustrada.”
Disponível em: www.normaslegais.com.br/ trab/5trabalhista240216.htm.

“O que o argentino trabalhador não percebe é que o governo está vendendo por um preço alto o produto que o trabalhador produz [...]”
Disponível em: https://revistaoeste.com/mundo/.

Nesses trechos, a mudança de posição das palavras “argentino” e “trabalhador” altera a relação entre
Alternativas
Q2355746 Português
Observe a relação a seguir.

Uma estrada desnivelada = estrada sem nivelamento

Assinale a alternativa em que a relação indicada entre parênteses está incorreta.
Alternativas
Q2355745 Português
Assinale a alternativa em que o verbo “lembrar” tem dois complementos empregados de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa.
Alternativas
Q2355743 Português
Leia o trecho a seguir.

“O restaurante de Antônio era famoso por sua comida deliciosa. As pessoas vinham de toda a cidade para saborear seus pratos exclusivos. Portanto, o restaurante estava vazio naquela noite.”

Sobre a coerência desse trecho, assinale a alternativa correta. 
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Q2355742 Português
Dois amigos e um chato

Stanislaw Ponte Preta


Os dois estavam tomando um cafezinho no boteco da esquina, antes de partirem para as suas respectivas repartições. Um tinha um nome fácil: era o Zé. O outro tinha um nome desses de dar cãibra na língua: era o Flaudemíglio. Acabado o café, o Zé perguntou:

— Vais pra cidade?

— Vou — respondeu Flaudemíglio, acrescentando:

— Mas vou pegar o 434, que vai pela Lapa. Eu tenho que entregar uma urinazinha de minha mulher no laboratório da Associação, que é ali na Mem de Sá.

Zé acendeu um cigarro e olhou para a fila do 474, que ia direto pro centro e, por isso, era a fila mais piruada. Tinha gente às pampas.

— Vens comigo? — quis saber Flaudemíglio.

— Não — disse o Zé: — Eu estou atrasado e vou pegar um direto ao centro.

— Então tá— concordou Flaudemíglio, olhando para a outra esquina e, vendo que já vinha o que passava pela Lapa:

—Chi! Lá vem o meu… — e correu para o ponto de parada, fazendo sinal para o ônibus parar.

Foi aí que, segurando o guarda-chuva, um embrulho e mais o vidrinho da urinazinha (como ele carinhosamente chamava o material recolhido pela mulher na véspera para o exame de laboratório…), foi aí que o Flaudemíglio se atrapalhou e deixou cair algo no chão.

O motorista, com aquela delicadeza peculiar à classe, já ia botando o carro em movimento, não dando tempo ao passageiro para apanhar o que caíra. Flaudemíglio só teve tempo de berrar para o amigo: — Zé, caiu minha carteira de identidade. Apanha e me entrega logo mais.

O 434 seguiu e Zé atravessou a rua, para apanhar a carteira do outro. Já estava chegando perto quando um cidadão magrelo e antipático e, ainda por cima, com sorriso de Juraci Magalhães, apanhou a carteira de Flaudemíglio.

— Por favor, cavalheiro, esta carteira é de um amigo meu — disse o Zé estendendo a mão.

Mas o que tinha sorriso de Juraci não entregou. Examinou a carteira e depois perguntou:

— Como é o nome do seu amigo?

— Flaudemíglio — respondeu o Zé.

— Flaudemíglio de quê? — insistiu o chato.

Mas o Zé deu-lhe um safanão e tomou-lhe a carteira, dizendo: — Ora, quem acerta Flaudemíglio não precisa acertar mais nada!

Disponível em: www.contobrasileiro.com.br. Acesso em: 3 set. 2023 (adaptado).
Releia o trecho a seguir.

“O motorista, com aquela delicadeza peculiar à classe, já ia botando o carro em movimento, não dando tempo ao passageiro para apanhar o que caíra.”

O verbo destacado tem o mesmo valor semântico de 
Alternativas
Q2355741 Português
Dois amigos e um chato

Stanislaw Ponte Preta


Os dois estavam tomando um cafezinho no boteco da esquina, antes de partirem para as suas respectivas repartições. Um tinha um nome fácil: era o Zé. O outro tinha um nome desses de dar cãibra na língua: era o Flaudemíglio. Acabado o café, o Zé perguntou:

— Vais pra cidade?

— Vou — respondeu Flaudemíglio, acrescentando:

— Mas vou pegar o 434, que vai pela Lapa. Eu tenho que entregar uma urinazinha de minha mulher no laboratório da Associação, que é ali na Mem de Sá.

Zé acendeu um cigarro e olhou para a fila do 474, que ia direto pro centro e, por isso, era a fila mais piruada. Tinha gente às pampas.

— Vens comigo? — quis saber Flaudemíglio.

— Não — disse o Zé: — Eu estou atrasado e vou pegar um direto ao centro.

— Então tá— concordou Flaudemíglio, olhando para a outra esquina e, vendo que já vinha o que passava pela Lapa:

—Chi! Lá vem o meu… — e correu para o ponto de parada, fazendo sinal para o ônibus parar.

Foi aí que, segurando o guarda-chuva, um embrulho e mais o vidrinho da urinazinha (como ele carinhosamente chamava o material recolhido pela mulher na véspera para o exame de laboratório…), foi aí que o Flaudemíglio se atrapalhou e deixou cair algo no chão.

O motorista, com aquela delicadeza peculiar à classe, já ia botando o carro em movimento, não dando tempo ao passageiro para apanhar o que caíra. Flaudemíglio só teve tempo de berrar para o amigo: — Zé, caiu minha carteira de identidade. Apanha e me entrega logo mais.

O 434 seguiu e Zé atravessou a rua, para apanhar a carteira do outro. Já estava chegando perto quando um cidadão magrelo e antipático e, ainda por cima, com sorriso de Juraci Magalhães, apanhou a carteira de Flaudemíglio.

— Por favor, cavalheiro, esta carteira é de um amigo meu — disse o Zé estendendo a mão.

Mas o que tinha sorriso de Juraci não entregou. Examinou a carteira e depois perguntou:

— Como é o nome do seu amigo?

— Flaudemíglio — respondeu o Zé.

— Flaudemíglio de quê? — insistiu o chato.

Mas o Zé deu-lhe um safanão e tomou-lhe a carteira, dizendo: — Ora, quem acerta Flaudemíglio não precisa acertar mais nada!

Disponível em: www.contobrasileiro.com.br. Acesso em: 3 set. 2023 (adaptado).
No texto, o sinal de travessão tem a função de
Alternativas
Q2355740 Português
Dois amigos e um chato

Stanislaw Ponte Preta


Os dois estavam tomando um cafezinho no boteco da esquina, antes de partirem para as suas respectivas repartições. Um tinha um nome fácil: era o Zé. O outro tinha um nome desses de dar cãibra na língua: era o Flaudemíglio. Acabado o café, o Zé perguntou:

— Vais pra cidade?

— Vou — respondeu Flaudemíglio, acrescentando:

— Mas vou pegar o 434, que vai pela Lapa. Eu tenho que entregar uma urinazinha de minha mulher no laboratório da Associação, que é ali na Mem de Sá.

Zé acendeu um cigarro e olhou para a fila do 474, que ia direto pro centro e, por isso, era a fila mais piruada. Tinha gente às pampas.

— Vens comigo? — quis saber Flaudemíglio.

— Não — disse o Zé: — Eu estou atrasado e vou pegar um direto ao centro.

— Então tá— concordou Flaudemíglio, olhando para a outra esquina e, vendo que já vinha o que passava pela Lapa:

—Chi! Lá vem o meu… — e correu para o ponto de parada, fazendo sinal para o ônibus parar.

Foi aí que, segurando o guarda-chuva, um embrulho e mais o vidrinho da urinazinha (como ele carinhosamente chamava o material recolhido pela mulher na véspera para o exame de laboratório…), foi aí que o Flaudemíglio se atrapalhou e deixou cair algo no chão.

O motorista, com aquela delicadeza peculiar à classe, já ia botando o carro em movimento, não dando tempo ao passageiro para apanhar o que caíra. Flaudemíglio só teve tempo de berrar para o amigo: — Zé, caiu minha carteira de identidade. Apanha e me entrega logo mais.

O 434 seguiu e Zé atravessou a rua, para apanhar a carteira do outro. Já estava chegando perto quando um cidadão magrelo e antipático e, ainda por cima, com sorriso de Juraci Magalhães, apanhou a carteira de Flaudemíglio.

— Por favor, cavalheiro, esta carteira é de um amigo meu — disse o Zé estendendo a mão.

Mas o que tinha sorriso de Juraci não entregou. Examinou a carteira e depois perguntou:

— Como é o nome do seu amigo?

— Flaudemíglio — respondeu o Zé.

— Flaudemíglio de quê? — insistiu o chato.

Mas o Zé deu-lhe um safanão e tomou-lhe a carteira, dizendo: — Ora, quem acerta Flaudemíglio não precisa acertar mais nada!

Disponível em: www.contobrasileiro.com.br. Acesso em: 3 set. 2023 (adaptado).
A respeito dos fatos narrados na história, é correto afirmar:
Alternativas
Q2355739 Português
Dois amigos e um chato

Stanislaw Ponte Preta


Os dois estavam tomando um cafezinho no boteco da esquina, antes de partirem para as suas respectivas repartições. Um tinha um nome fácil: era o Zé. O outro tinha um nome desses de dar cãibra na língua: era o Flaudemíglio. Acabado o café, o Zé perguntou:

— Vais pra cidade?

— Vou — respondeu Flaudemíglio, acrescentando:

— Mas vou pegar o 434, que vai pela Lapa. Eu tenho que entregar uma urinazinha de minha mulher no laboratório da Associação, que é ali na Mem de Sá.

Zé acendeu um cigarro e olhou para a fila do 474, que ia direto pro centro e, por isso, era a fila mais piruada. Tinha gente às pampas.

— Vens comigo? — quis saber Flaudemíglio.

— Não — disse o Zé: — Eu estou atrasado e vou pegar um direto ao centro.

— Então tá— concordou Flaudemíglio, olhando para a outra esquina e, vendo que já vinha o que passava pela Lapa:

—Chi! Lá vem o meu… — e correu para o ponto de parada, fazendo sinal para o ônibus parar.

Foi aí que, segurando o guarda-chuva, um embrulho e mais o vidrinho da urinazinha (como ele carinhosamente chamava o material recolhido pela mulher na véspera para o exame de laboratório…), foi aí que o Flaudemíglio se atrapalhou e deixou cair algo no chão.

O motorista, com aquela delicadeza peculiar à classe, já ia botando o carro em movimento, não dando tempo ao passageiro para apanhar o que caíra. Flaudemíglio só teve tempo de berrar para o amigo: — Zé, caiu minha carteira de identidade. Apanha e me entrega logo mais.

O 434 seguiu e Zé atravessou a rua, para apanhar a carteira do outro. Já estava chegando perto quando um cidadão magrelo e antipático e, ainda por cima, com sorriso de Juraci Magalhães, apanhou a carteira de Flaudemíglio.

— Por favor, cavalheiro, esta carteira é de um amigo meu — disse o Zé estendendo a mão.

Mas o que tinha sorriso de Juraci não entregou. Examinou a carteira e depois perguntou:

— Como é o nome do seu amigo?

— Flaudemíglio — respondeu o Zé.

— Flaudemíglio de quê? — insistiu o chato.

Mas o Zé deu-lhe um safanão e tomou-lhe a carteira, dizendo: — Ora, quem acerta Flaudemíglio não precisa acertar mais nada!

Disponível em: www.contobrasileiro.com.br. Acesso em: 3 set. 2023 (adaptado).
Tendo em vista a linguagem empregada no texto, analise as afirmativas a seguir.

I. O texto apresenta, concomitantemente, registros de linguagem formal e informal.
II. Não se verificam marcas de oralidade na narrativa.
III. Há ironia em pelo menos uma passagem do texto.
IV. Um dos personagens reporta-se ao seu interlocutor, na segunda pessoa, como “tu”.

Estão corretas as afirmativas
Alternativas
Q3569785 Farmácia
INSTRUÇÃO: Analise a situação hipotética a seguir para responder à questão.


Um paciente pediátrico, 5 anos de idade, 20 kg, foi ao médico acompanhado dos pais. A queixa era febre alta, dor no corpo, mal-estar geral e dor de garganta. A suspeita clínica era uma infecção de garganta e foi prescrito os seguintes medicamentos: 


Medicamento 1: ibuprofeno gotas suspensão oral 100 mg/ml (cada 1 ml = 20 gotas)

Posologia: 200 mg de dipirona de 6 em 6 horas, por 5 dias.


Medicamento 2: amoxicilina solução oral 500 mg /5 ml

Posologia: 250 mg, 3 vezes ao dia, por 10 dias. 
A partir dos dados contidos na prescrição, observe as afirmativas a seguir sobre a maneira CORRETA de administrar esses medicamentos ao paciente, considerando as posologias prescritas.

I - Para a correta administração do medicamento 1, deve-se administrar 40 gotas de suspensão oral de ibuprofeno por dose.
II - Para a correta administração do medicamento 1, deve-se administrar 20 gotas de suspensão oral de ibuprofeno por dose.
III - Para a correta administração do medicamento 2, deve-se administrar 2,5 ml de solução oral de amoxicilina por dose.
IV - Para a correta administração do medicamento 2, deve-se administrar 5 ml de solução oral de amoxicilina por dose.

Estão CORRETAS apenas as recomendações posológicas descritas em
Alternativas
Q3569784 Farmácia
INSTRUÇÃO: Leia o trecho a seguir para responder à questão.


A conversão de unidades de medidas é extremamente importante para ajustar medidas de volume ou de massa às necessidades das técnicas laboratoriais. Essa ação garante maior acurácia na execução dos ensaios químicos laboratoriais e facilita a rotina do técnico executor do procedimento. Fonte: ALVARENGA, Felipe Queiroz. Diluição de amostras. jun. 2022.
Para o preparo de uma determinada solução para uso laboratorial, são utilizados 0,5 ml de reagente A; 0,25 ml de reagente B e 0,1 ml de reagente C. Considerando esses volumes muito pequenos para medi-los em vidrarias, o técnico optou por medir tais reagentes em pipetas de volume fixo, com unidade de medida em microlitros. Para a correta pipetagem dos reagentes A, B e C, são necessárias pipetas de volume fixo de quantos microlitros, respectivamente? 
Alternativas
Q3569783 Farmácia

INSTRUÇÃO: Leia o fragmento de texto a seguir para responder à questão.


Diante de uma prescrição, foi necessário calcular a quantidade de medicamento para ser administrada ao paciente. A prescrição médica previa a administração de 1,0 g do princípio ativo do medicamento via intramuscular (IM). A farmácia dispunha do medicamento em solução injetável na concentração de 250 mg/ml em ampola com 5 ml de volume total.



Fonte: ALVARENGA, Felipe Queiroz. Estudo dos processos de absorção, distribuição, biotransformação e eliminação de fármacos. abr. 2023.

O volume CORRETO do medicamento, em mililitros, a ser administrado ao paciente, conforme a prescrição, dever ser
Alternativas
Q3569782 Farmácia

INSTRUÇÃO: Leia o trecho a seguir para responder à questão.



A Lei n.º 9.787, de 10 de fevereiro de 1999, dispõe sobre a vigilância sanitária, estabelece o medicamento genérico, a utilização de nomes genéricos em produtos farmacêuticos e define os termos medicamento similar, referência e genérico.



Fonte: BRASIL. Lei n.º 9.787, de 10 de fevereiro de 1999. Lei dos genéricos. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9787.htm. Acesso em: 30 out. 2020.

À luz da legislação exposta no trecho, foram descritos alguns conceitos relacionados à classificação dos medicamentos:

I - medicamento inovador registrado no órgão federal responsável pela vigilância sanitária e comercializado no país, cuja eficácia, segurança e qualidade foram comprovadas cientificamente junto ao órgão federal competente, por ocasião do registro.
II - medicamento intercambiável, geralmente produzido após a expiração ou renúncia da proteção patentária, comprovada a sua eficácia, segurança e qualidade, e designado pela denominação comum brasileira ou, internacional.

As definições I e II referem-se, respectivamente, à classificação de medicamentos 
Alternativas
Q3569781 Farmácia

INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.



A Portaria n.º 344/1998, trata do Regulamento Técnico sobre substâncias e medicamentos sujeitos a controle especial. O Art. 67 desta legislação orienta que as substâncias constantes das listas deste Regulamento Técnico e de suas atualizações, bem como os medicamentos que as contenham, existentes nos estabelecimentos, devem ser obrigatoriamente guardados sob chave ou outro dispositivo que ofereça segurança, em local exclusivo para este fim, sob a responsabilidade do farmacêutico ou químico responsável, quando se tratar de indústria farmoquímica.



Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/svs/1998/prt0344_12_05_1998_rep.html. Acesso em: 23 jun. 2023. Adaptado.

Considere a portaria supracitada e os princípios ativos dos fármacos descritos a seguir:



I - Morfina.


II - Tramadol.


III - Fenilefrina.


IV - Betametasona.


V - Clonazepam.



Os medicamentos constantes na Portaria 344/1998 estão corretamente relacionados apenas em 

Alternativas
Q3569780 Farmácia
INSTRUÇÃO: Leia o fragmento de texto a seguir para responder à questão.


O reagente de lugol é destinado à diversas metodologias no laboratório clínico e farmacêutico. É utilizado como solução indicadora, corante de células do organismo e na identificação de microrganismos. A solução é produzida a partir de iodeto de potássio a 10% e iodo metaloide a 5% em água deionizada.


Fonte: LABORCLIN. Lugol concentrado, rev. 01, maio 2019. Adaptado por Felipe Queiroz Alvarenga, 2022. 
Suponha que um técnico necessita de preparar a solução referida no enunciado. Dessa forma, para a preparação de 400 ml (p/v) dessa solução colorante, seriam necessários quantos gramas de cada um dos reagentes? 
Alternativas
Q3569779 Farmácia

INSTRUÇÃO: Leia o trecho a seguir para responder à questão.






Considere as afirmativas a seguir sobre segurança ocupacional e risco biológico e químico.

I - O contato de resíduos contaminados com amostras biológicas, diretamente com a pele, corrente sanguínea ou mucosas do profissional de saúde consiste em uma forma de risco biológico e uma possibilidade de infecção ocupacional por agente patogênico.
II - Os reagentes químicos devem ser manipulados obedecendo aos padrões de boas práticas de laboratório, utilização correta de equipamentos de proteção individual/coletivo e adoção de comportamentos que constituam proteção ao trabalhador.
III - Os riscos biológicos à saúde do trabalhador e ao ambiente são potencializados quando a equipe de profissionais de saúde elabora e executa um Programa eficaz de Gerenciamento de Resíduos Sólidos de Saúde (PGRSS).

Está CORRETO o que se afirma em 
Alternativas
Q3569778 Farmácia
O conhecimento sobre formas farmacêuticas é importante para compreender como a farmacotécnica pode tornar os medicamentos versáteis para adequar às propriedades farmacocinéticas, escolha da via de administração e melhoria das propriedades organolépticas dos fármacos. Diante do exposto, considere os medicamentos descritos a seguir:

I – Amoxicilina 500 mg – via oral.
II – Dipirona 500 mg/ml – via oral.
III – Dexametasona 1mg/g –uso tópico.
IV – Cetoprofeno 100 mg – uso intramuscular.

Considere as formulações farmacêuticas e as vias de administração supracitadas para assinalar a alternativa a seguir que descreve corretamente as prováveis formas farmacêuticas utilizadas para cada um dos medicamentos descritos.
Alternativas
Respostas
581: A
582: C
583: D
584: C
585: C
586: C
587: A
588: A
589: D
590: B
591: D
592: A
593: A
594: D
595: D
596: B
597: A
598: E
599: B
600: C