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Ano: 2011 Banca: FEPESE Órgão: Prefeitura de Tijucas - SC
Q1225223 Português
Assinale a alternativa com a frase que não apresenta vício de linguagem.
Alternativas
Ano: 2011 Banca: FUNDATEC Órgão: Prefeitura de Ivoti - RS
Q1224876 Enfermagem
Segundo César Coll, a “ataxia” é uma 
Alternativas
Ano: 2011 Banca: FUNDATEC Órgão: Prefeitura de Ivoti - RS
Q1224671 Pedagogia
César Coll realizou parte de seus estudos sobre crianças cegas ou deficientes visuais. Seguindo o pensamento desse autor, marcar C para as afirmativas certas e E para as afirmativas erradas. 
( ) A audição em cegos é utilizada para a comunicação verbal e como função telerreceptora para a localização e a identificação de objetos e pessoas no espaço. 
( ) A maior parte das pesquisas constatou que os cegos, ao chegarem à adolescência e à idade adulta, apresentam uma estagnação no seu desenvolvimento cognoscitivo que não permite a eles realizar determinadas conexões, ficando funcionalmente abaixo das pessoas videntes.  ( ) A partir do terceiro mês, quando a criança vidente sorri de forma regular quando vê um rosto humano, o cego o faz frequentemente, embora nem sempre, quando ouve a voz de seus pais ou pessoas conhecidas.  ( ) O sistema de lecto-escrita utilizado pelas pessoas cegas e por aquelas que têm deficiências visuais muito graves é a linguagem de Libras. A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Alternativas
Ano: 2011 Banca: FUNDATEC Órgão: Prefeitura de Tapejara - RS
Q1223032 Arquitetura
Com base no Código de Obras do Município de Tapejara, as edificações destinadas ao comércio em geral, deverão ter no pavimento térreo, quando a área do compartimento exceder a duzentos metros quadrados,  
Alternativas
Ano: 2011 Banca: FUNDATEC Órgão: Prefeitura de Tapejara - RS
Q1222970 Arquitetura
De acordo com o Código de Postura do Município de Tapejara, as cocheiras e estábulos existentes na cidade, vilas e povoações do município deverão conservar a distância mínima entre a construção e a divisa do lote de  
Alternativas
Ano: 2011 Banca: FUNDATEC Órgão: Prefeitura de Ivoti - RS
Q1210207 Pedagogia
De acordo com Zagury, a criança que não aprende a ter limite para o seu querer, os seus desejos e vontades, tende a desenvolver um quadro de dificuldades que inclui todos os itens abaixo, EXCETO: 
Alternativas
Ano: 2011 Banca: FUNDATEC Órgão: Prefeitura de Ivoti - RS
Q1210155 Pedagogia
Dar limites é iniciar o processo de compreensão e apreensão do outro. Ninguém pode respeitar seus semelhantes se não aprender quais os seus limites. Para Zagury, dar limites é, EXCETO:  
Alternativas
Ano: 2010 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de São Leopoldo - RS
Q1237011 Português
A urna e a escola A parte menos informada do eleitorado é em tese a mais sujeita à manipulação. Isso é um problema para a democracia porque, segundo escreveu o cientista político Leonardo Barreto na Folha de S. Paulo, “ela é um sistema interminável que funciona na base da tentativa e erro: punindo os políticos ruins e premiando os bons”. O melhor da frase de Barreto é a classificação da democracia como um “sistema interminável”. Ela não fecha. Quem fecha, e afirma-se como ponto final das possibilidades de boa condução das sociedades, é a ditadura. Por sua própria natureza, a democracia convida a um perpétuo exercício de reavaliação. Isso quer dizer que, para bem funcionar, exige crítica. Ora, mais apto a exercer a crítica é em tese – sempre em tese – quem passou pela escola. Como resolver o problema do precário nível educacional do eleitorado? Solução fácil e cirúrgica seria extirpar suas camadas iletradas. Cassem-se os direitos políticos dos analfabetos e semianalfabetos e pronto: cortou-se o mal pela raiz. A história eleitoral do Brasil é um desfile de cassações a parcelas da população. No período colonial, só podiam eleger e ser eleitos os “homens bons”, curiosa e maliciosa expressão que transpõe um conceito moral – o de “bom” – para uma posição social. “Homens bons” eram os que não tinham o “sangue infecto” – não eram judeus, mouros, negros, índios nem exerciam “ofício mecânico” – não eram camponeses, artesãos nem viviam de alguma outra atividade manual. Sobravam os nobres representantes da classe dos proprietários e poucos mais. No período imperial, o critério era a renda; só votava quem a usufruísse a partir de certo mínimo. As mulheres só ganharam direito de voto em 1932. Os analfabetos, em 1985. Sim, cassar parte do eleitorado se encaixaria na tradição brasileira. Mas, ao mesmo tempo – que pena –, atentaria contra a democracia. Esta será tão mais efetiva quanto menos restrições contiver à participação popular. Quanto mais restrições, mais restritiva será ela própria. Outra solução, menos brutal, e por isso mesmo advogada, esta, sim, amplamente, é a conversão do voto obrigatório em voluntário. A suposição é que as camadas menos educadas são as mais desinteressadas das eleições. Portanto, seriam as primeiras a desertar. O raciocínio é discutível. Por um lado, o ambiente em que se pode ou não votar pode revelar-se muito mais favorável à arregimentação de eleitores em troca de favores, ou a forçá-los a comparecer às urnas mediante ameaça. Por outro, a atração da praia, do clube ou da viagem, se a eleição cai num dia de sol, pode revelar-se irresistível a ponto de sacrificar o voto mesmo entre os mais bem informados. A conclusão é que o problema não está no eleitorado. Não é nele que se deve mexer. Tê-lo numeroso e abrangente é uma conquista da democracia brasileira. O problema está na outra ponta – a da escola. Não tê-la, ou tê-la em precária condição, eis o entrave dos entraves, o que expõe o Brasil ao atraso e ao vexame. (Roberto Pompeu de Toledo. Revista Veja, 28 de julho de 2010, ed. 2175, p. 162. Fragmento, com adaptações)
No texto, não se provoca erro ou alteração de sentido ao se: 
Alternativas
Ano: 2010 Banca: ACAPLAM Órgão: Prefeitura de Galinhos - RN
Q1230579 Pedagogia
Uma postura avaliativa mediadora, adotada pelo/a professor/a e fundamentada na teoria sociointeracionista requer a busca de estratégias de intervenção pedagógica desafiadora do potencial de cada criança, o que contraria:
Alternativas
Ano: 2010 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de São Leopoldo - RS
Q1225095 Português
A urna e a escola A parte menos informada do eleitorado é em tese a mais sujeita à manipulação. Isso é um problema para a democracia porque, segundo escreveu o cientista político Leonardo Barreto na Folha de S. Paulo, “ela é um sistema interminável que funciona na base da tentativa e erro: punindo os políticos ruins e premiando os bons”. O melhor da frase de Barreto é a classificação da democracia como um “sistema interminável”. Ela não fecha. Quem fecha, e afirma-se como ponto final das possibilidades de boa condução das sociedades, é a ditadura. Por sua própria natureza, a democracia convida a um perpétuo exercício de reavaliação. Isso quer dizer que, para bem funcionar, exige crítica. Ora, mais apto a exercer a crítica é em tese – sempre em tese – quem passou pela escola. Como resolver o problema do precário nível educacional do eleitorado? Solução fácil e cirúrgica seria extirpar suas camadas iletradas. Cassem-se os direitos políticos dos analfabetos e semianalfabetos e pronto: cortou-se o mal pela raiz. A história eleitoral do Brasil é um desfile de cassações a parcelas da população. No período colonial, só podiam eleger e ser eleitos os “homens bons”, curiosa e maliciosa expressão que transpõe um conceito moral – o de “bom” – para uma posição social. “Homens bons” eram os que não tinham o “sangue infecto” – não eram judeus, mouros, negros, índios nem exerciam “ofício mecânico” – não eram camponeses, artesãos nem viviam de alguma outra atividade manual. Sobravam os nobres representantes da classe dos proprietários e poucos mais. No período imperial, o critério era a renda; só votava quem a usufruísse a partir de certo mínimo. As mulheres só ganharam direito de voto em 1932. Os analfabetos, em 1985. Sim, cassar parte do eleitorado se encaixaria na tradição brasileira. Mas, ao mesmo tempo – que pena –, atentaria contra a democracia. Esta será tão mais efetiva quanto menos restrições contiver à participação popular. Quanto mais restrições, mais restritiva será ela própria. Outra solução, menos brutal, e por isso mesmo advogada, esta, sim, amplamente, é a conversão do voto obrigatório em voluntário. A suposição é que as camadas menos educadas são as mais desinteressadas das eleições. Portanto, seriam as primeiras a desertar. O raciocínio é discutível. Por um lado, o ambiente em que se pode ou não votar pode revelar-se muito mais favorável à arregimentação de eleitores em troca de favores, ou a forçá-los a comparecer às urnas mediante ameaça. Por outro, a atração da praia, do clube ou da viagem, se a eleição cai num dia de sol, pode revelar-se irresistível a ponto de sacrificar o voto mesmo entre os mais bem informados. A conclusão é que o problema não está no eleitorado. Não é nele que se deve mexer. Tê-lo numeroso e abrangente é uma conquista da democracia brasileira. O problema está na outra ponta – a da escola. Não tê-la, ou tê-la em precária condição, eis o entrave dos entraves, o que expõe o Brasil ao atraso e ao vexame. (Roberto Pompeu de Toledo. Revista Veja, 28 de julho de 2010, ed. 2175, p. 162. Fragmento, com adaptações)
A expressão destacada está corretamente analisada em: 
Alternativas
Ano: 2010 Banca: FUNDATEC Órgão: Prefeitura de Pinhal da Serra - RS
Q1223141 Legislação dos Municípios do Estado do Rio Grande do Sul
As férias aos servidores municipais de Pinhal da Serra serão concedidas na seguinte proporção:
I. 30 (trinta) dias, quando, durante o período aquisitivo, não houver faltado ao serviço por mais de 06 (seis) vezes.
II. 24 (vinte e quatro) dias, quando, durante o período aquisitivo, houver faltado ao serviço de 07 (sete) a 15 (quinze) vezes.
III. 18 (dezoito) dias, quando, durante o período aquisitivo, houver faltado ao serviço de 16 (dezesseis) a 23 (vinte e três) vezes.
IV. 12 (doze) dias, quando, durante o período aquisitivo, houver faltado de 24 (vinte e quatro) a 32 (trinta e duas) vezes.
V. 6 (seis) dias, quando, durante o período aquisitivo, houver tirado licença para concorrer a mandato eletivo.
Quais estão corretas?
Alternativas
Q212693 Pedagogia
O professor deve, EXCETO:
Alternativas
Q212692 Pedagogia
A LDBEN – 9394/96, no Título I – Da Educação, afirma que a mesma abrange processos formativos que se desenvolvem:
Alternativas
Q212691 Pedagogia
O ensino e o aprendizado só têm sentido se, EXCETO:
Alternativas
Q212690 Pedagogia
Analise as afirmativas:

I. Pode-se afirmar que não há escolas pobres, pois os principais recursos da educação são pessoas, saberes e experiências.

II. Se todos os funcionários de uma escola otimizam sempre a utilização de recursos, será mais difícil fracassar.

III. Nem sempre o princípio da equidade pode ser usado nas ações escolares.

IV. A formação do professor não é verificada no exercício da profissão.

Está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s):
Alternativas
Q212689 Pedagogia
Pode-se considerar que a ampliação do Ensino Fundamental obrigatório para 9 anos de duração se constitui:
Alternativas
Q212688 Pedagogia
A clientela escolar está cada vez mais heterogênea. Isso é inevitável e também fundamental e desejável para a formação de todos.” Tal citação contribui para a seguinte dedução, EXCETO:
Alternativas
Q212687 Pedagogia
Um bom Gestor deve:
Alternativas
Q212686 Pedagogia
Aprimorar a prática pedagógica na sala de aula, para que todos os alunos aprendam sempre.” Tal afirmativa tem como finalidade:
Alternativas
Q212685 Português
NÃO haveria erro gramatical e/ou incoerência textual se fosse(m) feita(s) a(s) alteração(ões) proposta(s) no trecho:
Alternativas
Respostas
1501: D
1502: E
1503: A
1504: C
1505: C
1506: E
1507: B
1508: A
1509: C
1510: E
1511: D
1512: C
1513: E
1514: B
1515: B
1516: E
1517: D
1518: C
1519: A
1520: E