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Assinale (V) para as afirmações verdadeiras e (F) para as afirmações falsas a respeito de quais as obras de arte são de Michelangelo:
(__) A Última Ceia.
(__) O Juízo Final.
(__) Afrescos no teto da Capela Sistina.
(Texto)
1 Toda criança adora brincar e a brincadeira é
muito importante para estimular o
desenvolvimento infantil. Não é só
entretenimento; ela ela tem alto valor de
5 aprendizagem, desenvolvimento do cérebro,
social e cultural, como haviam destacado os
estudiosos décadas atrás. A brincadeira pode
ajudar até a tirar as fraldas.
O brincar estimula a imaginação das crianças
10 e forma o pensamento mágico. Esse
pensamento transforma qualquer objeto
inanimado em algo incrível. Para uma criança,
qualquer objeto vira brinquedo. A brincadeira
também mostra que no mundo há regras e
15 ajuda a controlar a impulsividade. A criança
precisa esperar a sua vez e precisa seguir a
ordem do jogo.
(Adaptado de G1, 25/05/2017)
A segunda oração do período abaixo relaciona-se à oração principal. Apesar de não possuir conectivo explícito, ela mantém com a primeira oração determinado valor semântico, caracterizado como:
“Não é só entretenimento; ela tem alto valor de aprendizagem, desenvolvimento do cérebro, social e cultural (...)” (linhas 3 a 6)
(Texto)
1 Toda criança adora brincar e a brincadeira é
muito importante para estimular o
desenvolvimento infantil. Não é só
entretenimento; ela ela tem alto valor de
5 aprendizagem, desenvolvimento do cérebro,
social e cultural, como haviam destacado os
estudiosos décadas atrás. A brincadeira pode
ajudar até a tirar as fraldas.
O brincar estimula a imaginação das crianças
10 e forma o pensamento mágico. Esse
pensamento transforma qualquer objeto
inanimado em algo incrível. Para uma criança,
qualquer objeto vira brinquedo. A brincadeira
também mostra que no mundo há regras e
15 ajuda a controlar a impulsividade. A criança
precisa esperar a sua vez e precisa seguir a
ordem do jogo.
(Adaptado de G1, 25/05/2017)
De acordo com as regras de pontuação, a vírgula presente imediatamente após “aprendizagem” (linha 5) no Texto é de uso:
(Texto)
1 Toda criança adora brincar e a brincadeira é
muito importante para estimular o
desenvolvimento infantil. Não é só
entretenimento; ela ela tem alto valor de
5 aprendizagem, desenvolvimento do cérebro,
social e cultural, como haviam destacado os
estudiosos décadas atrás. A brincadeira pode
ajudar até a tirar as fraldas.
O brincar estimula a imaginação das crianças
10 e forma o pensamento mágico. Esse
pensamento transforma qualquer objeto
inanimado em algo incrível. Para uma criança,
qualquer objeto vira brinquedo. A brincadeira
também mostra que no mundo há regras e
15 ajuda a controlar a impulsividade. A criança
precisa esperar a sua vez e precisa seguir a
ordem do jogo.
(Adaptado de G1, 25/05/2017)
Sobre as orações (1) “e forma o pensamento mágico” (linha 10) e (2) “Para uma criança, qualquer objeto vira brinquedo.” (linhas 12 e 13) do Texto, assinale a alternativa correta:
(Texto)
1 Toda criança adora brincar e a brincadeira é
muito importante para estimular o
desenvolvimento infantil. Não é só
entretenimento; ela ela tem alto valor de
5 aprendizagem, desenvolvimento do cérebro,
social e cultural, como haviam destacado os
estudiosos décadas atrás. A brincadeira pode
ajudar até a tirar as fraldas.
O brincar estimula a imaginação das crianças
10 e forma o pensamento mágico. Esse
pensamento transforma qualquer objeto
inanimado em algo incrível. Para uma criança,
qualquer objeto vira brinquedo. A brincadeira
também mostra que no mundo há regras e
15 ajuda a controlar a impulsividade. A criança
precisa esperar a sua vez e precisa seguir a
ordem do jogo.
(Adaptado de G1, 25/05/2017)
“A brincadeira também mostra que no mundo há regras (...)” (linhas 13 e 14). Assinale a alternativa em que o termo retirado do Texto exerce a mesma função sintática que a partícula “que” sublinhada no trecho acima:
(Texto)
1 Toda criança adora brincar e a brincadeira é
muito importante para estimular o
desenvolvimento infantil. Não é só
entretenimento; ela ela tem alto valor de
5 aprendizagem, desenvolvimento do cérebro,
social e cultural, como haviam destacado os
estudiosos décadas atrás. A brincadeira pode
ajudar até a tirar as fraldas.
O brincar estimula a imaginação das crianças
10 e forma o pensamento mágico. Esse
pensamento transforma qualquer objeto
inanimado em algo incrível. Para uma criança,
qualquer objeto vira brinquedo. A brincadeira
também mostra que no mundo há regras e
15 ajuda a controlar a impulsividade. A criança
precisa esperar a sua vez e precisa seguir a
ordem do jogo.
(Adaptado de G1, 25/05/2017)
“...como haviam destacado os estudiosos décadas atrás.” (linhas 6 e 7). No trecho retirado do Texto, o verbo “haviam” encontra-se no plural, pois:
De acordo com a autora, quando se desenvolve um processo mediador de avaliação, não há como prever todos os passos e tempos desse processo, pois as condições e ritmos diferenciados de aprendizagem irão lhe conferir uma dinâmica própria. Diante disso, analise as assertivas abaixo verificando se correspondem fundamentalmente à busca contínua que as novas concepções de aprendizagem propõem. I. Novos conhecimentos. II. Questionamento e crítica sobre ideias em discussão. III. Mobilização dos conhecimentos em variadas situações-problema. IV. Apenas observar se o aluno acompanhou o processo e verificar se ele alcançou o resultado esperado. Quais estão corretas?
I. O trabalho com a linguagem no contexto escolar deve estar centrado no texto.
II. Bilhetes, anúncios e folhetos informativos são gêneros textuais.
III. Devem ser trabalhados contemplando seus aspectos sócio-discursivos.
IV. Podem ser contemplados no currículo de forma isolada ou integrada no Ensino da Língua Portuguesa.
V. É importante que se aproximem da realidade do aluno.
Está correto o que se afirma em:
I. Deve-se buscar construir situações-problema que expressem o uso das medidas no contexto do aluno.
II. A utilização de textos literários dificilmente permite o trabalho com a temática da forma recomentada.
III. É importante que a criança consiga comparar grandezas de uma mesma natureza.
IV. Deve-se ensinar ao aluno representações numéricas e simbólicas de diferentes grandezas.
V. Grandezas e medidas devem ser representadas, exclusivamente, na forma numérica.
Está correto o que se afirma em:
O adolescente tem direito à profissionalização e à proteção no trabalho, observados os seguintes aspectos: I. Respeito à condição peculiar de pessoa em desenvolvimento. II. Capacitação profissional adequada ao mercado de trabalho. III. Atividade compatível com o desenvolvimento do adolescente. Quais estão corretos?
A Base Nacional Comum Curricular traz importantes contribuições sobre o processo de alfabetização na escola. Segundo o documento, em que período do Ensino Fundamental a alfabetização deve se constituir como foco da ação pedagógica?
João Gostoso era carregador de feira-livre e morava no morro da Babilônia num barracão sem número Uma noite ele chegou no bar Vinte de Novembro Bebeu Cantou Dançou Depois se atirou na Lagoa Rodrigo de Freitas e morreu afogado.
Fonte: BANDEIRA, Manuel. "Libertinagem". Estrela da vida inteira.
Rio de Janeiro: José Olympio, 1966.
Analise as afirmativas, considerando o texto de Bandeira. Em seguida, assinale a alternativa correta:
I. ‘Bebeu’, ‘cantou’ e ‘dançou’ são verbos que se apresentam conjugados na terceira pessoa do singular do pretérito imperfeito do indicativo.
II. ‘Feira-livre’ é um substantivo composto.
III. Verifica-se o uso da voz passiva na oração ‘Depois se atirou na Lagoa Rodrigo de Frei-tas’.
IV. Em ‘uma noite’ (segundo verso), ‘uma’ é artigo indefinido.
Assinale a alternativa que preenche corretamente os espaços, considerando o preenchimento de cima para baixo:
I. A nacionalização da educação, surgindo o interesse de formar o cidadão adequadamente.
II. Alguns pensadores que se direcionaram em favor da necessidade da educação integral.
III. A relação entre a educação e o bem-estar social, que é enfatizada.
Quais estão corretas?
Falar sobre si mesmo no trabalho é importante — e muitas vezes indispensável — para o sucesso. Afinal, não dá para construir vínculos e alimentar o seu networking se você não se abre minimamente para colegas, clientes, chefes e subordinados. Por outro lado, ignorar as fronteiras entre vida pessoal e profissional pode trazer sérios riscos para a sua reputação. “Revelar as coisas erradas pode ter um efeito devastador sobre a sua carreira”, diz o psicólogo norteamericano Travis Bradberry em artigo no LinkedIn. “Você precisa ter um limite e tomar cuidado para não atravessá-lo, porque, uma vez feito isso, não tem como voltar atrás”. O segredo para se expor de forma segura e equilibrada é a inteligência emocional. Quem tem essa competência é capaz de ler as dinâmicas mais sutis de cada ambiente e analisar o comportamento alheio. Essas habilidades são fundamentais para determinar _____ pode ser compartilhado socialmente e o que é melhor guardar para si. Via de regra, diz Bradberry, ninguém deveria revelar suas crenças políticas no trabalho. Diante da polarização ideológica instalada no Brasil e no mundo, as opiniões políticas formam uma parte quase indissociável da identidade de cada um. “Discordar com as visões de alguém no trabalho pode rapidamente prejudicar a imagem positiva ____ aquela pessoa tinha de você”, escreve o psicólogo no LinkedIn. “Confrontar os valores de alguém é uma das coisas mais ofensivas que você pode fazer”, diz ele. É mais estratégico escutar o que os seus colegas e chefes têm a dizer, da forma mais neutra e respeitosa possível. Hoje os ânimos andam tão aflorados que até um olhar de reprovação pode desencadear um conflito. Para Bradberry, contestar a opinião política de uma pessoa tem mais chances de irritá-la do que de fazer com que ela repense suas ideias. Além disso, em qualquer ambiente de trabalho, é comum haver uma figura que todos identificam como a menos comprometida ou eficiente do grupo. Mas esse consenso silencioso não dá aval para a maledicência. Segundo Bradberry, revelar a sua opinião sobre a incompetência de um colega pode parecer uma tentativa insegura de valorizar o seu próprio desempenho. Se você não tem o poder de demitir aquela pessoa, ou fazer com que ela melhore a sua entrega, é melhor se calar. O hábito de falar mal dos outros no trabalho sempre se vira contra o agressor: se você não controla o seu próprio veneno, mais cedo ou mais tarde se tornará o alvo da vez. Nem todas as empresas têm uma política estruturada de remuneração, e eventuais incongruências podem gerar um forte sentimento de injustiça. Assim, por mais que seja tentador revelar os números do seu holerite, é melhor se calar a respeito disso. Até boas notícias como aumentos salariais merecem discrição. A partir do momento em que você e seu colega souberem quanto cada um ganha, vocês nunca mais se verão da mesma forma. “Uma vez revelada essa informação, tudo que você fizer no trabalho será visto como algo inadequado para a sua faixa salarial”, escreve Bradberry. Como se não bastasse, pessoas negativas ou queixosas são muito ___vistas em qualquer ambiente de trabalho. Por isso, por mais que você realmente esteja sofrendo no seu emprego atual, é melhor pensar duas vezes antes de abrir o seu coração para os demais. De acordo com Bradberry, os chefes são rápidos em perceber quem são as pessoas que estão deprimindo o ânimo da equipe com as suas reclamações. Se você não quer ser substituído por alguém mais “bem-humorado”, é melhor conter as suas queixas e discretamente buscar emprego em outro lugar. Por fim, Bradberry conta que, quando era criança, cometeu o equívoco de contar ao seu treinador de beisebol que ia abandonar o time dentro de duas semanas. Durante todo aquele período, ele foi rotulado como “o menino que não quer estar aqui” e amargou o banco de reservas enquanto os demais jogavam e se divertiam. O mesmo vale para a vida profissional, conclui ele. “Ao revelar que pretende ir embora, você de repente se transforma numa perda de tempo para todo mundo”, escreve o psicólogo. “Também existe a possibilidade de que a sua busca por um novo emprego não dê certo, então é melhor esperar algo mais concreto antes de espalhar a informação para todo mundo”.
Texto especialmente adaptado para esta prova. Disponível em https://super.abril.com.br/comportamento/7-coisas-que-e-melhor-nao-revelar-sobre-si-mesmo-notrabalho/.
Qual das alternativas apresenta uma correta adaptação do trecho “se você não se abre minimamente para colegas”, retirado do texto para o imperativo negativo?
Falar sobre si mesmo no trabalho é importante — e muitas vezes indispensável — para o sucesso. Afinal, não dá para construir vínculos e alimentar o seu networking se você não se abre minimamente para colegas, clientes, chefes e subordinados. Por outro lado, ignorar as fronteiras entre vida pessoal e profissional pode trazer sérios riscos para a sua reputação. “Revelar as coisas erradas pode ter um efeito devastador sobre a sua carreira”, diz o psicólogo norteamericano Travis Bradberry em artigo no LinkedIn. “Você precisa ter um limite e tomar cuidado para não atravessá-lo, porque, uma vez feito isso, não tem como voltar atrás”. O segredo para se expor de forma segura e equilibrada é a inteligência emocional. Quem tem essa competência é capaz de ler as dinâmicas mais sutis de cada ambiente e analisar o comportamento alheio. Essas habilidades são fundamentais para determinar _____ pode ser compartilhado socialmente e o que é melhor guardar para si. Via de regra, diz Bradberry, ninguém deveria revelar suas crenças políticas no trabalho. Diante da polarização ideológica instalada no Brasil e no mundo, as opiniões políticas formam uma parte quase indissociável da identidade de cada um. “Discordar com as visões de alguém no trabalho pode rapidamente prejudicar a imagem positiva ____ aquela pessoa tinha de você”, escreve o psicólogo no LinkedIn. “Confrontar os valores de alguém é uma das coisas mais ofensivas que você pode fazer”, diz ele. É mais estratégico escutar o que os seus colegas e chefes têm a dizer, da forma mais neutra e respeitosa possível. Hoje os ânimos andam tão aflorados que até um olhar de reprovação pode desencadear um conflito. Para Bradberry, contestar a opinião política de uma pessoa tem mais chances de irritá-la do que de fazer com que ela repense suas ideias. Além disso, em qualquer ambiente de trabalho, é comum haver uma figura que todos identificam como a menos comprometida ou eficiente do grupo. Mas esse consenso silencioso não dá aval para a maledicência. Segundo Bradberry, revelar a sua opinião sobre a incompetência de um colega pode parecer uma tentativa insegura de valorizar o seu próprio desempenho. Se você não tem o poder de demitir aquela pessoa, ou fazer com que ela melhore a sua entrega, é melhor se calar. O hábito de falar mal dos outros no trabalho sempre se vira contra o agressor: se você não controla o seu próprio veneno, mais cedo ou mais tarde se tornará o alvo da vez. Nem todas as empresas têm uma política estruturada de remuneração, e eventuais incongruências podem gerar um forte sentimento de injustiça. Assim, por mais que seja tentador revelar os números do seu holerite, é melhor se calar a respeito disso. Até boas notícias como aumentos salariais merecem discrição. A partir do momento em que você e seu colega souberem quanto cada um ganha, vocês nunca mais se verão da mesma forma. “Uma vez revelada essa informação, tudo que você fizer no trabalho será visto como algo inadequado para a sua faixa salarial”, escreve Bradberry. Como se não bastasse, pessoas negativas ou queixosas são muito ___vistas em qualquer ambiente de trabalho. Por isso, por mais que você realmente esteja sofrendo no seu emprego atual, é melhor pensar duas vezes antes de abrir o seu coração para os demais. De acordo com Bradberry, os chefes são rápidos em perceber quem são as pessoas que estão deprimindo o ânimo da equipe com as suas reclamações. Se você não quer ser substituído por alguém mais “bem-humorado”, é melhor conter as suas queixas e discretamente buscar emprego em outro lugar. Por fim, Bradberry conta que, quando era criança, cometeu o equívoco de contar ao seu treinador de beisebol que ia abandonar o time dentro de duas semanas. Durante todo aquele período, ele foi rotulado como “o menino que não quer estar aqui” e amargou o banco de reservas enquanto os demais jogavam e se divertiam. O mesmo vale para a vida profissional, conclui ele. “Ao revelar que pretende ir embora, você de repente se transforma numa perda de tempo para todo mundo”, escreve o psicólogo. “Também existe a possibilidade de que a sua busca por um novo emprego não dê certo, então é melhor esperar algo mais concreto antes de espalhar a informação para todo mundo”.
Texto especialmente adaptado para esta prova. Disponível em https://super.abril.com.br/comportamento/7-coisas-que-e-melhor-nao-revelar-sobre-si-mesmo-notrabalho/.
Relacione a Coluna 1 à Coluna 2 de acordo a classificação das palavras.
Coluna 1 Substantivo. Adjetivo. Coluna 2 ( ) sérios (l. 04). ( ) positiva (l. 15). ( ) ambiente (l. 37). ( ) queixas (l. 41). A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Falar sobre si mesmo no trabalho é importante — e muitas vezes indispensável — para o sucesso. Afinal, não dá para construir vínculos e alimentar o seu networking se você não se abre minimamente para colegas, clientes, chefes e subordinados. Por outro lado, ignorar as fronteiras entre vida pessoal e profissional pode trazer sérios riscos para a sua reputação. “Revelar as coisas erradas pode ter um efeito devastador sobre a sua carreira”, diz o psicólogo norteamericano Travis Bradberry em artigo no LinkedIn. “Você precisa ter um limite e tomar cuidado para não atravessá-lo, porque, uma vez feito isso, não tem como voltar atrás”. O segredo para se expor de forma segura e equilibrada é a inteligência emocional. Quem tem essa competência é capaz de ler as dinâmicas mais sutis de cada ambiente e analisar o comportamento alheio. Essas habilidades são fundamentais para determinar _____ pode ser compartilhado socialmente e o que é melhor guardar para si. Via de regra, diz Bradberry, ninguém deveria revelar suas crenças políticas no trabalho. Diante da polarização ideológica instalada no Brasil e no mundo, as opiniões políticas formam uma parte quase indissociável da identidade de cada um. “Discordar com as visões de alguém no trabalho pode rapidamente prejudicar a imagem positiva ____ aquela pessoa tinha de você”, escreve o psicólogo no LinkedIn. “Confrontar os valores de alguém é uma das coisas mais ofensivas que você pode fazer”, diz ele. É mais estratégico escutar o que os seus colegas e chefes têm a dizer, da forma mais neutra e respeitosa possível. Hoje os ânimos andam tão aflorados que até um olhar de reprovação pode desencadear um conflito. Para Bradberry, contestar a opinião política de uma pessoa tem mais chances de irritá-la do que de fazer com que ela repense suas ideias. Além disso, em qualquer ambiente de trabalho, é comum haver uma figura que todos identificam como a menos comprometida ou eficiente do grupo. Mas esse consenso silencioso não dá aval para a maledicência. Segundo Bradberry, revelar a sua opinião sobre a incompetência de um colega pode parecer uma tentativa insegura de valorizar o seu próprio desempenho. Se você não tem o poder de demitir aquela pessoa, ou fazer com que ela melhore a sua entrega, é melhor se calar. O hábito de falar mal dos outros no trabalho sempre se vira contra o agressor: se você não controla o seu próprio veneno, mais cedo ou mais tarde se tornará o alvo da vez. Nem todas as empresas têm uma política estruturada de remuneração, e eventuais incongruências podem gerar um forte sentimento de injustiça. Assim, por mais que seja tentador revelar os números do seu holerite, é melhor se calar a respeito disso. Até boas notícias como aumentos salariais merecem discrição. A partir do momento em que você e seu colega souberem quanto cada um ganha, vocês nunca mais se verão da mesma forma. “Uma vez revelada essa informação, tudo que você fizer no trabalho será visto como algo inadequado para a sua faixa salarial”, escreve Bradberry. Como se não bastasse, pessoas negativas ou queixosas são muito ___vistas em qualquer ambiente de trabalho. Por isso, por mais que você realmente esteja sofrendo no seu emprego atual, é melhor pensar duas vezes antes de abrir o seu coração para os demais. De acordo com Bradberry, os chefes são rápidos em perceber quem são as pessoas que estão deprimindo o ânimo da equipe com as suas reclamações. Se você não quer ser substituído por alguém mais “bem-humorado”, é melhor conter as suas queixas e discretamente buscar emprego em outro lugar. Por fim, Bradberry conta que, quando era criança, cometeu o equívoco de contar ao seu treinador de beisebol que ia abandonar o time dentro de duas semanas. Durante todo aquele período, ele foi rotulado como “o menino que não quer estar aqui” e amargou o banco de reservas enquanto os demais jogavam e se divertiam. O mesmo vale para a vida profissional, conclui ele. “Ao revelar que pretende ir embora, você de repente se transforma numa perda de tempo para todo mundo”, escreve o psicólogo. “Também existe a possibilidade de que a sua busca por um novo emprego não dê certo, então é melhor esperar algo mais concreto antes de espalhar a informação para todo mundo”.
Texto especialmente adaptado para esta prova. Disponível em https://super.abril.com.br/comportamento/7-coisas-que-e-melhor-nao-revelar-sobre-si-mesmo-notrabalho/.
Na frase “para Bradberry, contestar a opinião política de uma pessoa tem mais chances de irritá-la do que de fazer com que ela repense suas ideias”, retirado do texto, o trecho “que ela repense” está conjugado em qual tempo verbal?