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Q4303059 Português
Estabeleça a relação entre as colunas abaixo, identificando a função exercida por cada elemento destacado. A seguir, assinale a sequência correta obtida.

(1) função substantiva
(2) função adjetiva
(3) função adverbial

( ) Aflitos, os alunos chamaram o diretor.
( ) As pessoas entraram rápido no recinto.
( ) O time foi incentivado pela torcida.
( ) Os raios de sol atravessavam a janela.
Alternativas
Q4303058 Português
"Acredito que, toda vez que saímos de um livro, saímos diferentes, mesmo que não o notemos." (Caio Riter)

O elemento destacado no pensamento acima retoma o conteúdo de(a):
Alternativas
Q4303056 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


De próprio punho


   Estranhei muito na primeira vez que escutei a expressão "de próprio punho". Parecia que eu ia bater em alguém. Não era bem o caso. Foi numa situação bancária, dessas bem burocráticas, e eu devia escrever algo bem breve, mas com minhas mãos. Na verdade, o que importava era a autenticidade da minha caligrafia, que à época ainda era mais fluente e firme. Depois dos teclados de computador, ela rateia bastante. Minha letra, hoje, tem uma espécie de bipolaridade: dia sim, dia não, trêmula e firme, forte e fraca, mais rotunda e mais cheia de arestas. Na época do episódio com o banco, que, se não me engano, dizia respeito a fechar uma conta (que eu jamais quisera abrir, aliás), o negócio era escrever com minha mãozinha, expressando minha letra e minha assinatura, que são só minhas, segundo confiam as perícias e polícias científicas.

   É claro que já escrevi muito mais de próprio punho ou, numa palavra mais bonita, manuscrevi (prefiro a mão ao punho, embora ele também seja usado na tarefa). Mas isso não é um feito individual. Em larga medida, é social. Muita gente sente o mesmo que eu, isto é, escreve bem menos usando as mãos, ou melhor, empregando algum tipo de tecnologia (lápis, caneta, etc.) para escrever por meio de grafite ou tinta ou giz ou carvão ou sangue e o que mais. É importante lembrar que ainda há gente que não sabe escrever neste país, neste planeta, mas muita gente sabe e tem um combo de tecnologias mais ou menos à disposição para isso. Sou dessas pessoas privilegiadas que têm várias possibilidades, e uma delas nunca deixou de ser o uso das minhas mãos. Ainda hoje, são elas que batucam meu teclado de computador ou que tocam suavemente duas ou três telas sensíveis. Mas não expressam mais a minha letra. No lugar, aparecem Times New Roman, Arial, Calibri e mais uma centena de "letras" à minha escolha. (...) 

  A escrita e suas tecnologias incríveis vão se reposicionando, mudando de status, numa ciranda interessante e importante que pode ser vista à luz de certa diversidade que encontra suas oportunidades e seus efeitos, aqui e ali. Não adianta muito pensar sempre como se tudo fosse excludente. Estão aí minha farta comunicação por bilhetes, minha gaveta alegre de postits de toda cor, esperando para serem usados, e o cheque do cartório, em que quase tudo já é digital. "Do punho ao pixel” não é uma frase filosoficamente correta. O negócio é mais "o punho e o pixel".


RIBEIRO, Ana Elisa. De próprio punho. Rascunho.
Disponível em <https://rascunho.com.br/cronistas/anaelisa-ribeiro/de-proprio-punho/>.
"Na época do episódio com o banco, que (...) dizia respeito a fechar uma conta (que eu jamais quisera abrir, aliás), o negócio era escrever com minha mãozinha”

A forma verbal destacada no trecho acima indica uma ação:
Alternativas
Q4303055 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


De próprio punho


   Estranhei muito na primeira vez que escutei a expressão "de próprio punho". Parecia que eu ia bater em alguém. Não era bem o caso. Foi numa situação bancária, dessas bem burocráticas, e eu devia escrever algo bem breve, mas com minhas mãos. Na verdade, o que importava era a autenticidade da minha caligrafia, que à época ainda era mais fluente e firme. Depois dos teclados de computador, ela rateia bastante. Minha letra, hoje, tem uma espécie de bipolaridade: dia sim, dia não, trêmula e firme, forte e fraca, mais rotunda e mais cheia de arestas. Na época do episódio com o banco, que, se não me engano, dizia respeito a fechar uma conta (que eu jamais quisera abrir, aliás), o negócio era escrever com minha mãozinha, expressando minha letra e minha assinatura, que são só minhas, segundo confiam as perícias e polícias científicas.

   É claro que já escrevi muito mais de próprio punho ou, numa palavra mais bonita, manuscrevi (prefiro a mão ao punho, embora ele também seja usado na tarefa). Mas isso não é um feito individual. Em larga medida, é social. Muita gente sente o mesmo que eu, isto é, escreve bem menos usando as mãos, ou melhor, empregando algum tipo de tecnologia (lápis, caneta, etc.) para escrever por meio de grafite ou tinta ou giz ou carvão ou sangue e o que mais. É importante lembrar que ainda há gente que não sabe escrever neste país, neste planeta, mas muita gente sabe e tem um combo de tecnologias mais ou menos à disposição para isso. Sou dessas pessoas privilegiadas que têm várias possibilidades, e uma delas nunca deixou de ser o uso das minhas mãos. Ainda hoje, são elas que batucam meu teclado de computador ou que tocam suavemente duas ou três telas sensíveis. Mas não expressam mais a minha letra. No lugar, aparecem Times New Roman, Arial, Calibri e mais uma centena de "letras" à minha escolha. (...) 

  A escrita e suas tecnologias incríveis vão se reposicionando, mudando de status, numa ciranda interessante e importante que pode ser vista à luz de certa diversidade que encontra suas oportunidades e seus efeitos, aqui e ali. Não adianta muito pensar sempre como se tudo fosse excludente. Estão aí minha farta comunicação por bilhetes, minha gaveta alegre de postits de toda cor, esperando para serem usados, e o cheque do cartório, em que quase tudo já é digital. "Do punho ao pixel” não é uma frase filosoficamente correta. O negócio é mais "o punho e o pixel".


RIBEIRO, Ana Elisa. De próprio punho. Rascunho.
Disponível em <https://rascunho.com.br/cronistas/anaelisa-ribeiro/de-proprio-punho/>.
"Na verdade, o que importava era a autenticidade da minha caligrafia"

A palavra destacada no trecho acima indica uma situação que caracteriza algo como:
Alternativas
Q4303054 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


De próprio punho


   Estranhei muito na primeira vez que escutei a expressão "de próprio punho". Parecia que eu ia bater em alguém. Não era bem o caso. Foi numa situação bancária, dessas bem burocráticas, e eu devia escrever algo bem breve, mas com minhas mãos. Na verdade, o que importava era a autenticidade da minha caligrafia, que à época ainda era mais fluente e firme. Depois dos teclados de computador, ela rateia bastante. Minha letra, hoje, tem uma espécie de bipolaridade: dia sim, dia não, trêmula e firme, forte e fraca, mais rotunda e mais cheia de arestas. Na época do episódio com o banco, que, se não me engano, dizia respeito a fechar uma conta (que eu jamais quisera abrir, aliás), o negócio era escrever com minha mãozinha, expressando minha letra e minha assinatura, que são só minhas, segundo confiam as perícias e polícias científicas.

   É claro que já escrevi muito mais de próprio punho ou, numa palavra mais bonita, manuscrevi (prefiro a mão ao punho, embora ele também seja usado na tarefa). Mas isso não é um feito individual. Em larga medida, é social. Muita gente sente o mesmo que eu, isto é, escreve bem menos usando as mãos, ou melhor, empregando algum tipo de tecnologia (lápis, caneta, etc.) para escrever por meio de grafite ou tinta ou giz ou carvão ou sangue e o que mais. É importante lembrar que ainda há gente que não sabe escrever neste país, neste planeta, mas muita gente sabe e tem um combo de tecnologias mais ou menos à disposição para isso. Sou dessas pessoas privilegiadas que têm várias possibilidades, e uma delas nunca deixou de ser o uso das minhas mãos. Ainda hoje, são elas que batucam meu teclado de computador ou que tocam suavemente duas ou três telas sensíveis. Mas não expressam mais a minha letra. No lugar, aparecem Times New Roman, Arial, Calibri e mais uma centena de "letras" à minha escolha. (...) 

  A escrita e suas tecnologias incríveis vão se reposicionando, mudando de status, numa ciranda interessante e importante que pode ser vista à luz de certa diversidade que encontra suas oportunidades e seus efeitos, aqui e ali. Não adianta muito pensar sempre como se tudo fosse excludente. Estão aí minha farta comunicação por bilhetes, minha gaveta alegre de postits de toda cor, esperando para serem usados, e o cheque do cartório, em que quase tudo já é digital. "Do punho ao pixel” não é uma frase filosoficamente correta. O negócio é mais "o punho e o pixel".


RIBEIRO, Ana Elisa. De próprio punho. Rascunho.
Disponível em <https://rascunho.com.br/cronistas/anaelisa-ribeiro/de-proprio-punho/>.
"Estranhei muito na primeira vez que escutei a expressão 'de próprio punho'."

Na passagem acima, correspondente ao início do texto "De próprio punho", ocorre:
Alternativas
Q4303018 Segurança da Informação
Em um sistema, ocorreu uma falha que impediu os usuários de acessarem os dados por algumas horas, mesmo sem perda ou alteração das informações. Esse problema está relacionado a qual princípio da segurança da informação?
Alternativas
Q4303017 Segurança da Informação
No contexto da segurança da informação, qual princípio garante que os dados não sejam alterados indevidamente?
Alternativas
Q4303016 Noções de Informática
No Microsoft Excel 2016, um usuário deseja somar, automaticamente, os valores contidos em um intervalo de células, sem aplicar qualquer tipo de condição ou critério. Qual função deve ser utilizada para realizar essa operação?
Alternativas
Q4303015 Noções de Informática
No Microsoft Word 2016, um usuário deseja enviar um mesmo documento para vários destinatários, personalizando, automaticamente, informações como nome e endereço de cada pessoa. Qual é o recurso do Microsoft Word 2016 utilizado para realizar essa tarefa?
Alternativas
Q4303014 Noções de Informática
No Microsoft Word 2016, um usuário inseriu um sumário automático em um documento, mas alguns títulos formatados manualmente, (negrito e fonte maior), não foram incluídos. Considerando-se o funcionamento do Microsoft Word 2016, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q4303013 Raciocínio Lógico
Observe a sequência definida da seguinte forma:

• o primeiro termo é 1;
• o segundo termo é 2;
• cada termo seguinte é obtido pela soma dos dois termos anteriores.

O primeiro termo dessa sequência que é simultaneamente par e maior que 10 é:
Alternativas
Q4303012 Raciocínio Lógico

Tendo em vista o conjunto S = {1, 2, 3, 4 }.


Sejam a, b, c ∈ S.


Considere a proposição:


q (a, b, c) : (a < b) Ʌ (b < c)


O número de triplas ordenadas (a, b, c) para as quais a proposição q (a, b, c) é falsa é:

Alternativas
Q4303011 Raciocínio Lógico
Considere as seguintes proposições sobre a rotina de um funcionário público:

• p: “O funcionário entregou o relatório mensal até a data limite.”
• q: “O relatório do funcionário foi aprovado pelo chefe.”
• r: “O funcionário recebeu o bônus mensal.”

Sabendo-se que as condicionais p→q e ¬q→¬r são premissas verdadeiras e considerando-se que o funcionário recebeu o bônus mensal, conclui-se corretamente que:
Alternativas
Q4303010 Matemática
Em uma prefeitura municipal, foi realizada uma pesquisa com os servidores. Verificou-se que 45% dos servidores participam do Comitê X e 30% do Comitê Y. Sabe-se ainda que 60% dos servidores participam de pelo menos um desses dois comitês.

Entre os servidores que participam do Comitê X, qual é a probabilidade de que não participem do Comitê Y?
Alternativas
Q4303009 Raciocínio Lógico
Quatro cubos de cores diferentes — vermelho, azul, verde e amarelo — estão empilhados, um sobre o outro. Sabendo-se que:

1- O cubo azul não está no topo nem na base.
2- O cubo verde está abaixo do cubo amarelo, mas acima do cubo vermelho.
3- O cubo vermelho não está adjacente ao cubo azul.

Qual cubo está no topo da pilha?
Alternativas
Q4303008 Literatura
Em O Seminarista, de Bernardo Guimarães, leia as afirmações, indique se elas são (F) falsas ou (V) verdadeiras e identifique a alternativa propícia.

( ) A fazenda do Capitão Antunes ficava próximo à antiga Vila de Tamanduá.
( ) O seminário onde Eugênio foi estudar ficava em São Paulo.
( ) O Padre Eugênio vai dizer sua primeira missa na Vila de Tamanduá.
( ) No capítulo IV, o narrador, ao descrever a Capela do Senhor Bom Jesus de Matosinhos, refere-se às estátuas de um famoso escultor que viveu no século XVII: Aleijadinho, (Antônio Francisco Lisboa).
Alternativas
Q4303007 Português
Tratando-se à concordância nominal, a alternativa incorreta é:
Alternativas
Q4303006 Português
A respeito da correta ortografia, marque os itens com (V) verdadeiro ou (F) falso e assinale a alternativa correspondente.

( ) A expressão “acerca de” equivale a respeito de, sobre. “Há cerca de” indica tempo transcorrido e “cerca de” significa aproximadamente.
( ) Usamos “senão” como conjunção alternativa (= ou), ou adversativa (= mas) e também com o valor de exceto. “Se não” é conjunção condicional (= caso), ou integrante se seguida de advérbio de negação.
( ) A afirmação “ao encontro de” significa a favor de, na direção de. Já “de encontro a” indica contrariedade, em oposição.
( ) Utilizaremos “ao invés de” para indicar ao contrário de e “em vez de”, no sentido de no lugar de.
Alternativas
Q4303005 Português
Dadas as orações:

I- Por que o trânsito está parado?
II- Os valores porque ele se guia são éticos.
III- Entender o porquê é o primeiro passo.
IV- Gabriel não assistiu ao jogo, por que?

O uso dos porquês está correto:
Alternativas
Q4303004 Português
Em significação das palavras, os pares grande/amplo; doce/salgado; despensa/dispensa; cocho/coxo, são respectivamente:
Alternativas
Respostas
161: C
162: A
163: D
164: E
165: B
166: A
167: D
168: D
169: D
170: C
171: C
172: D
173: A
174: C
175: A
176: B
177: C
178: A
179: C
180: D