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Q3922289 Matemática
Rubens e Fabiana decidiram vender ingressos para um evento cultural em sua escola. Rubens vendeu apenas ingressos do tipo A, enquanto Fabiana vendeu apenas ingressos do tipo B. Ao final do dia, eles somaram as vendas, que totalizaram 48 ingressos vendidos e um valor total arrecadado de R$ 624,00.

Considerando que o ingresso tipo A custa R$ 12,00 e o tipo B custa R$ 18,00, qual é a quantidade de ingressos vendidos por Rubens e por Fabiana, respectivamente?

Assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3922288 Matemática
O investigador Mustafá está analisando um caso de roubo em uma joalheria. O assaltante abriu o cofre digitando uma senha de quatro dígitos, mas a única pista deixada para trás foi um papel com os seguintes números escritos: 

1482, 1496, 1510 e 1520 

O detetive suspeita que o criminoso anotou esses números porque estão relacionados à senha utilizada no cofre. Após analisar os padrões, Mustafá percebe que há um detalhe matemático importante: a média aritmética dos números pode revelar o código!

Com base na pista encontrada, qual foi a senha utilizada para abrir o cofre?
Alternativas
Q3922287 Matemática
Uma fabricante japonesa de jet ski produz 260 unidades por semana. Assumindo que o ritmo de produção se mantenha, assinale a alternativa que indica quantas unidades serão produzidas em 4 semanas:
Alternativas
Q3922286 Matemática
Analise as afirmativas a seguir, referentes a porcentagens. Em seguida, assinale a alternativa correta:

I. 40% de 250 é igual a 100.
II. Um aumento de 30% sobre 200 resulta em 280.
III. 12% de 500 é igual a 60.
IV. Reduzir um valor em 20% e depois aumentar 20% nesse novo valor retorna ao valor inicial. 
Alternativas
Q3922285 Matemática
A soma de dois números é 49. Se a razão entre esses números é a:b = 2: 5, quais são os valores dos números?

Assinale a alternativa que apresenta os valores de a e b, mantendo a proporção a:b = 2:5, cuja soma é 49: 
Alternativas
Q3922284 Matemática
Considere os números 4 e 256. Assinale a alternativa que apresenta corretamente o Máximo Divisor Comum (MDC) desses dois números: 
Alternativas
Q3922283 Matemática

Qual é o resultado da seguinte operação: 



13.png (212×53)

Alternativas
Q3922281 Matemática Financeira
Maria João aplicou R$ 100.000,00 em um investimento que rende juros simples a uma certa taxa ao mês. Após 18 meses, Maria João pretende retirar o montante.

Considerando o contexto acima, utilize as afirmativas a seguir como parte integrante da resolução, identifique quais são verdadeiras ou falsas e, em seguida, assinale a alternativa correta: 

I. A taxa de juros simples aplicada foi de 1% ao mês.
II. A taxa de juros simples aplicada foi de 2% ao mês.
III. O valor obtido foi de R$ 118.000,00.
IV. O valor obtido foi de R$ 115.000,00. 
Alternativas
Q3922280 Português

Q10.png (625×184)


BECK, Alexandre. Tiras de Armandinho. Disponível em .<https://fotografia.folha.uol.com.br/galerias/27431-tiras-dearmandinho>. 


Na oração “Preconceito se trata com educação!”, empregada na charge acima, é correto afirmar que:

Alternativas
Q3922279 Secretariado
Entre os documentos comuns na comunicação técnica oficial, qual é o objetivo principal de uma ata?
Alternativas
Q3922278 Redação Oficial
Em relação à redação técnica oficial, é correto afirmar que a linguagem deve apresentar-se:
Alternativas
Q3922277 Português
“Um bom livro é um diálogo ininterrupto(1) entre nós e o texto, entre nós e um autor que se torna real(2). Um livro bom é um diálogo sem fim(3).” (Antônio Lobo Antunes)

Considerando os elementos identificados por números no enunciado acima, assinale a afirmativa correta: 
Alternativas
Q3922276 Português
Assinale a alternativa cujo termo destacado se refere ao agente, o ser que pratica a ação expressa pelo verbo.
Alternativas
Q3922275 Português
Assinale a alternativa cuja palavra destacada, de natureza pronominal, substitui algo apresentado posteriormente.
Alternativas
Q3922274 Português
Assinale a alternativa em que a palavra “onda” está sendo empregada em sentido figurado.
Alternativas
Q3922273 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


A velocidade da história 


    Num de seus contos mais notáveis, Jorge Luis Borges fala de uma equipe de cartógrafos que imaginou um mapa tão perfeito e detalhado que, uma vez estendido sobre a plataforma geográfica, correspondia em extensão a cada milímetro da região cartografada. Ou seja, o gigantesco mapa era tão extraordinário quanto minucioso, mas não servia para grande coisa. 

    Era tão vasto que se tornava impraticável consultá-lo; e tão minudente que melhor seria percorrer a própria região a pé ou a cavalo, conferindo relevos, depressões, platôs e planícies.

    Borges não diz, mas é de se supor que durante a preparação do tal mapa passaram-se tantos e tantos anos que alguns dos cartógrafos terão sido surpreendidos pela morte; que os demais envelheceram a ponto de serem substituídos por cartógrafos da nova geração; que os estudantes que aguardavam a espantosa novidade concluíram seus cursos, receberam seus diplomas e decidiram conhecer a geografia que lhes era possível sem o concurso do mapa.

    Mas, principalmente, nesse entretempo, havia acontecido um sem número de revoluções e a geografia já era outra. As fronteiras tinham-se alargado aqui e estreitado ali, novas cidades haviam surgido, rios tinham sido desviados e grandes represas construídas na esteira da expansão industrial e da demanda urbana.

    Enfim, antes mesmo de dar-se por terminado e impresso, o grande mapa já era um documento de arquivo, uma relíquia do passado.

    Se tivesse sobrevivido à derrocada do sistema soviético a partir de 1989, Borges teria talvez sorrido à ideia quase surreal de que todos os mapas-múndi se desatualizavam de uma só vez, como o fantástico (porém inútil) mapa de seus cartógrafos. (...)

    A velocidade da história parece sugerir, muito borgianamente, que os novos mapas cheguem a seu destino – isto é, a seus leitores – no bojo de veículos que demonstrem ser tão rápidos quanto a própria história. (...)


MARTINS FILHO, José. A velocidade da história. Folha de S. Paulo. Disponível em <https://www1.folha.uol.com.br/fsp/1994/8/14/painel/2.ht
ml>. 
A visão sobre história repassada pelo texto “A velocidade da história” é a de que essa área do conhecimento humano:
Alternativas
Q3922272 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


A velocidade da história 


    Num de seus contos mais notáveis, Jorge Luis Borges fala de uma equipe de cartógrafos que imaginou um mapa tão perfeito e detalhado que, uma vez estendido sobre a plataforma geográfica, correspondia em extensão a cada milímetro da região cartografada. Ou seja, o gigantesco mapa era tão extraordinário quanto minucioso, mas não servia para grande coisa. 

    Era tão vasto que se tornava impraticável consultá-lo; e tão minudente que melhor seria percorrer a própria região a pé ou a cavalo, conferindo relevos, depressões, platôs e planícies.

    Borges não diz, mas é de se supor que durante a preparação do tal mapa passaram-se tantos e tantos anos que alguns dos cartógrafos terão sido surpreendidos pela morte; que os demais envelheceram a ponto de serem substituídos por cartógrafos da nova geração; que os estudantes que aguardavam a espantosa novidade concluíram seus cursos, receberam seus diplomas e decidiram conhecer a geografia que lhes era possível sem o concurso do mapa.

    Mas, principalmente, nesse entretempo, havia acontecido um sem número de revoluções e a geografia já era outra. As fronteiras tinham-se alargado aqui e estreitado ali, novas cidades haviam surgido, rios tinham sido desviados e grandes represas construídas na esteira da expansão industrial e da demanda urbana.

    Enfim, antes mesmo de dar-se por terminado e impresso, o grande mapa já era um documento de arquivo, uma relíquia do passado.

    Se tivesse sobrevivido à derrocada do sistema soviético a partir de 1989, Borges teria talvez sorrido à ideia quase surreal de que todos os mapas-múndi se desatualizavam de uma só vez, como o fantástico (porém inútil) mapa de seus cartógrafos. (...)

    A velocidade da história parece sugerir, muito borgianamente, que os novos mapas cheguem a seu destino – isto é, a seus leitores – no bojo de veículos que demonstrem ser tão rápidos quanto a própria história. (...)


MARTINS FILHO, José. A velocidade da história. Folha de S. Paulo. Disponível em <https://www1.folha.uol.com.br/fsp/1994/8/14/painel/2.ht
ml>. 
“Era (...) tão minudente que melhor seria percorrer a própria região a pé ou a cavalo”.

A palavra destacada no trecho acima é sinônima de:
Alternativas
Q3922271 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


A velocidade da história 


    Num de seus contos mais notáveis, Jorge Luis Borges fala de uma equipe de cartógrafos que imaginou um mapa tão perfeito e detalhado que, uma vez estendido sobre a plataforma geográfica, correspondia em extensão a cada milímetro da região cartografada. Ou seja, o gigantesco mapa era tão extraordinário quanto minucioso, mas não servia para grande coisa. 

    Era tão vasto que se tornava impraticável consultá-lo; e tão minudente que melhor seria percorrer a própria região a pé ou a cavalo, conferindo relevos, depressões, platôs e planícies.

    Borges não diz, mas é de se supor que durante a preparação do tal mapa passaram-se tantos e tantos anos que alguns dos cartógrafos terão sido surpreendidos pela morte; que os demais envelheceram a ponto de serem substituídos por cartógrafos da nova geração; que os estudantes que aguardavam a espantosa novidade concluíram seus cursos, receberam seus diplomas e decidiram conhecer a geografia que lhes era possível sem o concurso do mapa.

    Mas, principalmente, nesse entretempo, havia acontecido um sem número de revoluções e a geografia já era outra. As fronteiras tinham-se alargado aqui e estreitado ali, novas cidades haviam surgido, rios tinham sido desviados e grandes represas construídas na esteira da expansão industrial e da demanda urbana.

    Enfim, antes mesmo de dar-se por terminado e impresso, o grande mapa já era um documento de arquivo, uma relíquia do passado.

    Se tivesse sobrevivido à derrocada do sistema soviético a partir de 1989, Borges teria talvez sorrido à ideia quase surreal de que todos os mapas-múndi se desatualizavam de uma só vez, como o fantástico (porém inútil) mapa de seus cartógrafos. (...)

    A velocidade da história parece sugerir, muito borgianamente, que os novos mapas cheguem a seu destino – isto é, a seus leitores – no bojo de veículos que demonstrem ser tão rápidos quanto a própria história. (...)


MARTINS FILHO, José. A velocidade da história. Folha de S. Paulo. Disponível em <https://www1.folha.uol.com.br/fsp/1994/8/14/painel/2.ht
ml>. 
De acordo com o texto “A velocidade da história”, a ideia de construir um mapa que “correspondia em extensão a cada milímetro da região cartografada” era:
Alternativas
Q3919276 Pedagogia
Frente à recorrência de episódios de bullying virtual que atingem repercussões escolares e sociais, o orientador deve instaurar ações que promovam investigação, responsabilização educativa e prevenção. Qual medida institucional é a mais adequada? 
Alternativas
Q3919275 Pedagogia
Ao detectar indícios consistentes de negligência familiar que impactam a frequência, higiene e desempenho do estudante, o orientador precisa agir conforme protocolos de proteção. Qual é o procedimento institucional obrigatório e tecnicamente correto? 
Alternativas
Respostas
321: A
322: A
323: D
324: D
325: A
326: C
327: E
328: D
329: D
330: A
331: B
332: E
333: C
334: E
335: D
336: C
337: B
338: A
339: A
340: C