Questões de Concurso Para analista judiciário - informática

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Q427782 Português
      Antônio Vieira é, desde o século XVII, um modelo de nosso idioma, a ponto de Fernando Pessoa, na Mensagem, chamá-lo de “Imperador da língua portuguesa”. Em uma de suas principais obras, o Sermão da Sexagésima, ensina como deve ser o estilo de um texto:
      “Aprendamos do céu o estilo da disposição, e também o das palavras. Como hão de ser as palavras? Como as estrelas. As estrelas são muito distintas e muito claras. Assim há de ser o estilo da pregação, muito distinto e muito claro. E nem por isso temais que pareça o estilo baixo; as estrelas são muito distintas, e muito claras e altíssimas. O estilo pode ser muito claro e muito alto; tão claro que o entendam os que não sabem, e tão alto que tenham muito que entender nele os que sabem. O rústico acha documentos nas estrelas para sua lavoura, e o mareante para sua navegação, e o matemático para as suas observações e para os seus juízos. De maneira que o rústico e o mareante, que não sabem ler nem escrever, entendem as estrelas, e o matemático que tem lido quantos escreveram não alcança a entender quanto nelas há.”
      Vieira mostra com as estrelas o que sejam a distinção e a clareza. Não são discordantes, como muitos de nós pensamos: uma e outra concorrem para o mesmo fim. Nada mais adequado que, ao tratar de tais virtudes do discurso, fizesse uso de comparação. Este procedimento Quintiliano, no século II d.C., já considerava dos mais aptos para conferir clareza, uma vez que estabelece similaridades entre algo já sabido pelo leitor e aquilo que se lhe quer elucidar. Aqui, compara o bom discurso ao céu, que é de todos conhecido.
(Tales Ben Daud, inédito)

De acordo com o texto,
Alternativas
Q427781 Português
      Ao cabo de uma palestra, perguntaram-me se concordo com a tese de que só é possível filosofar em alemão. Não foi a
primeira vez. Essa questão se popularizou a partir de versos da canção “Língua”, de Caetano Veloso (“Está provado que só é possível filosofar em alemão”).
      Ocorre que os versos que se encontram no interior de uma canção não estão necessariamente afirmando aquilo que
afirmariam fora do poema. O verso em questão possui carga irônica e provocativa: tanto mais quanto a afirmação é geralmente atribuída a Heidegger, filósofo cujo tema precípuo é o ser. Ora, logo no início de “Língua”, um verso (“Gosto de ser e de estar”) explora um privilégio poético-filosófico da língua portuguesa, que é a distinção entre ser e estar: privilégio não compartilhado pela língua alemã. Mas consideremos a tese de Heidegger. Para ele, a língua do pensamento por excelência é a alemã. Essa pretensão tem uma história. Os pensadores românticos da Alemanha inventaram a superioridade filosófica do seu idioma porque foram assombrados pela presunção, que lhes era opressiva, da superioridade do latim e do francês.
      O latim foi a língua da filosofia e da ciência na Europa desde o Império Romano até a segunda metade do século XVIII, enquanto o alemão era considerado uma língua bárbara. Entre os séculos XVII e XVIII, a França dominou culturalmente a Europa. Paris foi a nova Roma e o francês o novo latim. Não admira que os intelectuais alemães - de origem burguesa - tenham reagido violentamente contra o culto que a aristocracia do seu país dedicava a tudo o que era francês e o concomitante desprezo que reservava a tudo o que era alemão. Para eles, já que a França se portava como a herdeira de Roma, a Alemanha se identificaria com a Grécia. Se o léxico francês era descendente do latino, a morfologia e a sintaxe alemãs teriam afinidades com as gregas. Se modernamente o francês posava de língua da civilização universal, é que eram superficiais a civilização e a universalidade; o alemão seria, ao contrário, a língua da particularidade germânica: autêntica, profunda, e o equivalente moderno do grego.
      Levando isso em conta, estranha-se menos o fato de que Heidegger tenha sido capaz de querer crer que a superficialidade que atribui ao pensamento ocidental moderno tenha começado com a tradução dos termos filosóficos gregos para o latim; ou de afirmar que os franceses só consigam começar a pensar quando aprendem alemão.
      Estranho é que haja franceses ou brasileiros que acreditem nesses mitos germânicos, quando falam idiomas derivados da língua latina, cujo vocabulário é rico de 2000 anos de filosofia, e que tinha - ela sim - enorme afinidade com a língua grega.
(CICERO, A. A filosofia e a língua alemã. In: F. de São Paulo. Disponível em: www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustradi/fq0505200726. htm. Acesso em: 8/06/2014)

... o culto que a aristocracia do seu país dedicava a tudo o que era francês... (3º parágrafo)

O segmento que possui a mesma função sintática do grifado acima está também grifado em:
Alternativas
Q427780 Português
      Ao cabo de uma palestra, perguntaram-me se concordo com a tese de que só é possível filosofar em alemão. Não foi a
primeira vez. Essa questão se popularizou a partir de versos da canção “Língua”, de Caetano Veloso (“Está provado que só é possível filosofar em alemão”).
      Ocorre que os versos que se encontram no interior de uma canção não estão necessariamente afirmando aquilo que
afirmariam fora do poema. O verso em questão possui carga irônica e provocativa: tanto mais quanto a afirmação é geralmente atribuída a Heidegger, filósofo cujo tema precípuo é o ser. Ora, logo no início de “Língua”, um verso (“Gosto de ser e de estar”) explora um privilégio poético-filosófico da língua portuguesa, que é a distinção entre ser e estar: privilégio não compartilhado pela língua alemã. Mas consideremos a tese de Heidegger. Para ele, a língua do pensamento por excelência é a alemã. Essa pretensão tem uma história. Os pensadores românticos da Alemanha inventaram a superioridade filosófica do seu idioma porque foram assombrados pela presunção, que lhes era opressiva, da superioridade do latim e do francês.
      O latim foi a língua da filosofia e da ciência na Europa desde o Império Romano até a segunda metade do século XVIII, enquanto o alemão era considerado uma língua bárbara. Entre os séculos XVII e XVIII, a França dominou culturalmente a Europa. Paris foi a nova Roma e o francês o novo latim. Não admira que os intelectuais alemães - de origem burguesa - tenham reagido violentamente contra o culto que a aristocracia do seu país dedicava a tudo o que era francês e o concomitante desprezo que reservava a tudo o que era alemão. Para eles, já que a França se portava como a herdeira de Roma, a Alemanha se identificaria com a Grécia. Se o léxico francês era descendente do latino, a morfologia e a sintaxe alemãs teriam afinidades com as gregas. Se modernamente o francês posava de língua da civilização universal, é que eram superficiais a civilização e a universalidade; o alemão seria, ao contrário, a língua da particularidade germânica: autêntica, profunda, e o equivalente moderno do grego.
      Levando isso em conta, estranha-se menos o fato de que Heidegger tenha sido capaz de querer crer que a superficialidade que atribui ao pensamento ocidental moderno tenha começado com a tradução dos termos filosóficos gregos para o latim; ou de afirmar que os franceses só consigam começar a pensar quando aprendem alemão.
      Estranho é que haja franceses ou brasileiros que acreditem nesses mitos germânicos, quando falam idiomas derivados da língua latina, cujo vocabulário é rico de 2000 anos de filosofia, e que tinha - ela sim - enorme afinidade com a língua grega.
(CICERO, A. A filosofia e a língua alemã. In: F. de São Paulo. Disponível em: www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustradi/fq0505200726. htm. Acesso em: 8/06/2014)

Deve-se entender, pelo contexto, que
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Q427779 Português
      Ao cabo de uma palestra, perguntaram-me se concordo com a tese de que só é possível filosofar em alemão. Não foi a
primeira vez. Essa questão se popularizou a partir de versos da canção “Língua”, de Caetano Veloso (“Está provado que só é possível filosofar em alemão”).
      Ocorre que os versos que se encontram no interior de uma canção não estão necessariamente afirmando aquilo que
afirmariam fora do poema. O verso em questão possui carga irônica e provocativa: tanto mais quanto a afirmação é geralmente atribuída a Heidegger, filósofo cujo tema precípuo é o ser. Ora, logo no início de “Língua”, um verso (“Gosto de ser e de estar”) explora um privilégio poético-filosófico da língua portuguesa, que é a distinção entre ser e estar: privilégio não compartilhado pela língua alemã. Mas consideremos a tese de Heidegger. Para ele, a língua do pensamento por excelência é a alemã. Essa pretensão tem uma história. Os pensadores românticos da Alemanha inventaram a superioridade filosófica do seu idioma porque foram assombrados pela presunção, que lhes era opressiva, da superioridade do latim e do francês.
      O latim foi a língua da filosofia e da ciência na Europa desde o Império Romano até a segunda metade do século XVIII, enquanto o alemão era considerado uma língua bárbara. Entre os séculos XVII e XVIII, a França dominou culturalmente a Europa. Paris foi a nova Roma e o francês o novo latim. Não admira que os intelectuais alemães - de origem burguesa - tenham reagido violentamente contra o culto que a aristocracia do seu país dedicava a tudo o que era francês e o concomitante desprezo que reservava a tudo o que era alemão. Para eles, já que a França se portava como a herdeira de Roma, a Alemanha se identificaria com a Grécia. Se o léxico francês era descendente do latino, a morfologia e a sintaxe alemãs teriam afinidades com as gregas. Se modernamente o francês posava de língua da civilização universal, é que eram superficiais a civilização e a universalidade; o alemão seria, ao contrário, a língua da particularidade germânica: autêntica, profunda, e o equivalente moderno do grego.
      Levando isso em conta, estranha-se menos o fato de que Heidegger tenha sido capaz de querer crer que a superficialidade que atribui ao pensamento ocidental moderno tenha começado com a tradução dos termos filosóficos gregos para o latim; ou de afirmar que os franceses só consigam começar a pensar quando aprendem alemão.
      Estranho é que haja franceses ou brasileiros que acreditem nesses mitos germânicos, quando falam idiomas derivados da língua latina, cujo vocabulário é rico de 2000 anos de filosofia, e que tinha - ela sim - enorme afinidade com a língua grega.
(CICERO, A. A filosofia e a língua alemã. In: F. de São Paulo. Disponível em: www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustradi/fq0505200726. htm. Acesso em: 8/06/2014)

De acordo com o contexto, o elemento que introduz uma oração em que se restringe o sentido do antecedente está grifado em:
Alternativas
Q427778 Português
      Ao cabo de uma palestra, perguntaram-me se concordo com a tese de que só é possível filosofar em alemão. Não foi a
primeira vez. Essa questão se popularizou a partir de versos da canção “Língua”, de Caetano Veloso (“Está provado que só é possível filosofar em alemão”).
      Ocorre que os versos que se encontram no interior de uma canção não estão necessariamente afirmando aquilo que
afirmariam fora do poema. O verso em questão possui carga irônica e provocativa: tanto mais quanto a afirmação é geralmente atribuída a Heidegger, filósofo cujo tema precípuo é o ser. Ora, logo no início de “Língua”, um verso (“Gosto de ser e de estar”) explora um privilégio poético-filosófico da língua portuguesa, que é a distinção entre ser e estar: privilégio não compartilhado pela língua alemã. Mas consideremos a tese de Heidegger. Para ele, a língua do pensamento por excelência é a alemã. Essa pretensão tem uma história. Os pensadores românticos da Alemanha inventaram a superioridade filosófica do seu idioma porque foram assombrados pela presunção, que lhes era opressiva, da superioridade do latim e do francês.
      O latim foi a língua da filosofia e da ciência na Europa desde o Império Romano até a segunda metade do século XVIII, enquanto o alemão era considerado uma língua bárbara. Entre os séculos XVII e XVIII, a França dominou culturalmente a Europa. Paris foi a nova Roma e o francês o novo latim. Não admira que os intelectuais alemães - de origem burguesa - tenham reagido violentamente contra o culto que a aristocracia do seu país dedicava a tudo o que era francês e o concomitante desprezo que reservava a tudo o que era alemão. Para eles, já que a França se portava como a herdeira de Roma, a Alemanha se identificaria com a Grécia. Se o léxico francês era descendente do latino, a morfologia e a sintaxe alemãs teriam afinidades com as gregas. Se modernamente o francês posava de língua da civilização universal, é que eram superficiais a civilização e a universalidade; o alemão seria, ao contrário, a língua da particularidade germânica: autêntica, profunda, e o equivalente moderno do grego.
      Levando isso em conta, estranha-se menos o fato de que Heidegger tenha sido capaz de querer crer que a superficialidade que atribui ao pensamento ocidental moderno tenha começado com a tradução dos termos filosóficos gregos para o latim; ou de afirmar que os franceses só consigam começar a pensar quando aprendem alemão.
      Estranho é que haja franceses ou brasileiros que acreditem nesses mitos germânicos, quando falam idiomas derivados da língua latina, cujo vocabulário é rico de 2000 anos de filosofia, e que tinha - ela sim - enorme afinidade com a língua grega.
(CICERO, A. A filosofia e a língua alemã. In: F. de São Paulo. Disponível em: www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustradi/fq0505200726. htm. Acesso em: 8/06/2014)

Considerando-se o contexto, mantêm-se as relações de sentido estabelecidas pelo texto no que se afirma em:
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Q427777 Português
      Ao cabo de uma palestra, perguntaram-me se concordo com a tese de que só é possível filosofar em alemão. Não foi a
primeira vez. Essa questão se popularizou a partir de versos da canção “Língua”, de Caetano Veloso (“Está provado que só é possível filosofar em alemão”).
      Ocorre que os versos que se encontram no interior de uma canção não estão necessariamente afirmando aquilo que
afirmariam fora do poema. O verso em questão possui carga irônica e provocativa: tanto mais quanto a afirmação é geralmente atribuída a Heidegger, filósofo cujo tema precípuo é o ser. Ora, logo no início de “Língua”, um verso (“Gosto de ser e de estar”) explora um privilégio poético-filosófico da língua portuguesa, que é a distinção entre ser e estar: privilégio não compartilhado pela língua alemã. Mas consideremos a tese de Heidegger. Para ele, a língua do pensamento por excelência é a alemã. Essa pretensão tem uma história. Os pensadores românticos da Alemanha inventaram a superioridade filosófica do seu idioma porque foram assombrados pela presunção, que lhes era opressiva, da superioridade do latim e do francês.
      O latim foi a língua da filosofia e da ciência na Europa desde o Império Romano até a segunda metade do século XVIII, enquanto o alemão era considerado uma língua bárbara. Entre os séculos XVII e XVIII, a França dominou culturalmente a Europa. Paris foi a nova Roma e o francês o novo latim. Não admira que os intelectuais alemães - de origem burguesa - tenham reagido violentamente contra o culto que a aristocracia do seu país dedicava a tudo o que era francês e o concomitante desprezo que reservava a tudo o que era alemão. Para eles, já que a França se portava como a herdeira de Roma, a Alemanha se identificaria com a Grécia. Se o léxico francês era descendente do latino, a morfologia e a sintaxe alemãs teriam afinidades com as gregas. Se modernamente o francês posava de língua da civilização universal, é que eram superficiais a civilização e a universalidade; o alemão seria, ao contrário, a língua da particularidade germânica: autêntica, profunda, e o equivalente moderno do grego.
      Levando isso em conta, estranha-se menos o fato de que Heidegger tenha sido capaz de querer crer que a superficialidade que atribui ao pensamento ocidental moderno tenha começado com a tradução dos termos filosóficos gregos para o latim; ou de afirmar que os franceses só consigam começar a pensar quando aprendem alemão.
      Estranho é que haja franceses ou brasileiros que acreditem nesses mitos germânicos, quando falam idiomas derivados da língua latina, cujo vocabulário é rico de 2000 anos de filosofia, e que tinha - ela sim - enorme afinidade com a língua grega.
(CICERO, A. A filosofia e a língua alemã. In: F. de São Paulo. Disponível em: www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustradi/fq0505200726. htm. Acesso em: 8/06/2014)

Depreende-se corretamente do contexto:
Alternativas
Q375416 Redes de Computadores
Considere os seguintes arranjos de armazenamento utilizando RAID.

I. Dois discos de 100GB são utilizados, resultando em uma área de armazenamento de 200GB. O sistema será compro- metido se apenas um dos discos falhar.

II. Três discos de 100GB são utilizados, resultando em uma área de armazenamento de 200GB. Caso um dos discos falhe, o sistema continua em funcionamento.

III. Quatro discos de 100GB são utilizados, resultando em uma área de armazenamento de 200GB. Dois discos são utilizados para espelhamento.

É correto dizer que estes arranjos condizem, respectivamente, a:
Alternativas
Q375415 Redes de Computadores
Considere as seguintes afirmações sobre sistemas de armazenamento de arquivos.

I. O armazenamento do tipo NAS (nominal attached storage) funciona como uma extensão lógica do armazenamento interno consistindo de um rack de discos rígidos externos utilizados por hosts para expandir a sua capacidade nominal de discos.

II. O armazenamento do tipo DAS (distributed attached storage) é baseado em redes e primariamente utilizado para compartilhamento de arquivos. Quando comparado ao armazenamento interno ou ao NAS é mais escalável e possui melhor disponibilidade, além de ser mais fácil de gerenciar. Neste caso os protocolos de transporte mais utilizados são o NFS e o CIFS.

III. O armazenamento do tipo SAN (storage area network) é baseado em redes de storage dedicadas que conectam hosts e dispositivos de armazenamento usualmente no nível de bloco (dados de aplicação). O protocolo Fibre Channel (FC) está entre os mais usados nas redes do tipo SAN.

Está correto o que consta APENAS em:
Alternativas
Q375414 Sistemas Operacionais
No Unix não há o conceito de nomes de drives, como C:, mas todos os paths partem de uma raiz comum, o root directory “/''. Quando a máquina possui vários discos diferentes (ou ao menos várias partições diferentes de um mesmo disco), cada uma delas em geral corresponderá a uma ramificação do sistema de arquivos, como /usr, /var ou ainda nomes como /disco2, que são chamados pontos de montagem. Dentre os principais diretórios dos sistema está o diretório padrão para armazenamento das configurações do sistema e eventuais scripts de inicialização. Este diretório é o
Alternativas
Q375413 Sistemas Operacionais
O Active Directory inclui:

I. Um conjunto de regras, o esquema, que define as classes de objetos e atributos contidos no diretório, as restrições e os limites das ocorrências desses objetos e o formato de seus nomes.

II. Um catálogo local que contém informações gerais dos objetos de configuração. Permite que apenas administradores encontrem informações de diretório independentemente de qual domínio do diretório realmente contenha os dados, garantindo desse modo, a integridade e segurança dos dados.

III. Um mecanismo de consulta e índice para que os objetos e suas propriedades possam ser publicados e encontrados por usuários ou aplicativos da rede.

IV. Um serviço de replicação que distribui dados de diretório em uma rede. Todos os controladores de domínio em um domínio participam da replicação e contêm uma cópia completa de todas as informações de diretório referentes a seu respectivo domínio. Qualquer alteração nos dados de diretório é replicada para todos os controladores de domínio no domínio.

Está correto o que consta APENAS em
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Q375412 Governança de TI
No tocante a norma ISO/IEC 20000, a periodicidade com que os planos de continuidade e disponibilidade de serviços devem ser desenvolvidos e revistos para garantir que os requisitos sejam cumpridos conforme acordado em todas as circunstâncias, desde a normalidade até uma grande perda de serviço, é pelo menos ;
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Q375411 Redes de Computadores
Considere a figura abaixo.

imagem-003.jpg
Na figura o computador de endereço 10.1.1.2 da rede de origem deseja acessar a máquina 10.1.1.2 da rede de destino. É correto afirmar:
Alternativas
Q375410 Redes de Computadores
Luiza trabalha como Analista de Infraestrutura no TRF da 3a Região e está diante da seguinte situação:

Existe no Tribunal uma LAN comutada, na qual 10 estações de trabalho estão agrupadas em 3 LANs que são conectadas por um switch. Quatro funcionários trabalham juntos formando o 1o grupo, três outros funcionários trabalham como um 2o grupo e três outros formam o 3o grupo. A LAN é configurada para permitir este arranjo. Mas os projetos conduzidos pelos três grupos necessitam que funcionários de um grupo sejam alocados temporariamente em outro grupo para acelerar um projeto. Isso faz com que um técnico de redes tenha que refazer a fiação cada vez que um novo arranjo na rede se faz necessário. Este problema está causando transtornos porque, em uma LAN comutada, mudanças no grupo de trabalho implicam em mudanças físicas na configuração da rede.

Luiza, então, solucionou corretamente o problema da seguinte forma:
Alternativas
Q375409 Redes de Computadores
A figura abaixo apresenta o roteador R1 que conecta 4 redes.

imagem-002.jpg
A linha da tabela de roteamento abaixo, que corresponde ao roteador R1 da figura acima, que está corretamente preenchida é:
Alternativas
Q375408 Redes de Computadores
Considere uma aplicação de telefonia a 1Mbps e uma aplicação FTP compartilhando um enlace de 1.5 Mbps. Esta aplicação está sujeita às seguintes restrições:

1. Rajadas de tráfego FTP podem congestionar o roteador e fazer com que pacotes de áudio sejam perdidos. Deseja-se dar prioridade ao áudio sobre o FTP.

2. Pode acontecer áudio enviando pacotes em uma taxa superior a 1Mbps e isso deve ser coibido.

3. Deve-se alocar uma porção da taxa de transmissão a cada fluxo de aplicação. Pode-se produzir um uso ineficiente da banda se um dos fluxos não usa toda a sua alocação e isso deve ser evitado.   4. Não deve ser aceito tráfego além da capacidade do enlace. 


Para permitir que as 4 restrições acima sejam respeitadas na aplicação, as seguintes técnicas ou princípios associados à QoS devem ser:

a. Aplicar um processo de controle de admissão de chamada; assim, a aplicação declara a necessidade do seu fluxo e a rede pode bloquear a chamada se a necessidade não puder ser satisfeita.

b. Fornecer proteção (isolação) para uma classe em relação às demais. Exige mecanismos de policiamento para assegurar que as fontes aderem aos seus requisitos de banda passante. Marcação e policiamento precisam ser feitos nas bordas da rede.

c. Fazer a marcação dos pacotes para permitir ao roteador distinguir entre diferentes classes de fluxos, assim como novas regras de roteamento permitem tratar os pacotes de forma diferenciada.

d. Realizar a otimização de recursos, pois, embora se forneça isolação, é necessário usá-los da forma mais eficiente possível.

As soluções para as restrições de 1 a 4 são corretamente apresentadas em
Alternativas
Q375407 Redes de Computadores
O processo de transmissão de um fluxo contínuo de áudio e vídeo (streaming) em tempo real, via internet, envolve o uso de diversos protocolos. Em relação a estes protocolos, é INCORRETO afirmar:
Alternativas
Q375406 Redes de Computadores
Nos sistemas de transmissão de Voz sobre IP, em que a demanda por banda é crítica, torna-se necessário utilizar algoritmos de compressão do sinal de voz. Para que se tenha uma boa qualidade da voz são necessários mecanismos para o controle dessa qualidade (QoS). Os principais problemas são: atraso fim-a-fim, variação do atraso e perdas e erros em pacotes. As redes de VoIP usam alguns pilares básicos para conservar a largura de banda e melhorar a prioridade, dentre eles estão:

- ...I... : são as irregularidades de intervalos de tempos entre a chegada da voz, ou seja, é a variação no intervalo entre as chegadas de pacotes introduzidos pelo comportamento aleatório na rede. Para evitar esses efeitos, o equipamento deve segurar os pacotes que chegam por um tempo especificado, dando tempo subsequente dos pacotes chegarem e ainda caberem em uma compressão natural da voz.

- Voice Compression: o payload é a área de dados do frame onde a informação de voz codificada é colocada. Importante notar o efeito provocado pelo ajuste do tamanho do payload nos frames IP usados para VoIP. Quanto ... II... , menor será o consumo de banda em uma chamada VoIP, porém maior será o delay para transmitir cada frame desta chamada. Os ... III..., que fazem a compressão e a descompressão, permitem que a rede de switching de pacote seja carregada mais eficazmente.

As lacunas I, II e III são preenchidas correta e respectivamente por
Alternativas
Q375405 Redes de Computadores
A figura abaixo mostra parte de uma rede, baseada na arquitetura TCP/IP, com 2 equipamentos (equipamento 1 e equipamento 2) conectando 3 LANs. Cada dispositivo tem um par de endereços para cada conexão: lógico, representado por uma letra e físico, representado por um número. Cada computador está conectado a apenas um link, portanto, tem apenas um par de endereços. Cada um dos 2 equipamentos está conectado a 3 redes (apenas 2 destas redes são mostradas na figura). Considere que o computador A/10 (com endereço lógico A e endereço físico 10) precisa enviar um pacote para o computador P/95 (com endereço lógico P e endereço físico 95).

imagem-001.jpg
O equipamento 1 e o equipamento 2 são:
Alternativas
Q375404 Redes de Computadores
A figura abaixo mostra parte de uma rede, baseada na arquitetura TCP/IP, com 2 equipamentos (equipamento 1 e equipamento 2) conectando 3 LANs. Cada dispositivo tem um par de endereços para cada conexão: lógico, representado por uma letra e físico, representado por um número. Cada computador está conectado a apenas um link, portanto, tem apenas um par de endereços. Cada um dos 2 equipamentos está conectado a 3 redes (apenas 2 destas redes são mostradas na figura). Considere que o computador A/10 (com endereço lógico A e endereço físico 10) precisa enviar um pacote para o computador P/95 (com endereço lógico P e endereço físico 95).

imagem-001.jpg
Prosseguindo no envio do pacote a partir do equipamento 1, considere os passos que devem ser seguidos:

[1] No novo frame o endereço físico de origem muda de 10 para 99. O endereço físico de destino muda de 20 (equipamento 1) para 33 (equipamento 2). Os endereços lógicos de origem e destino permanecem iguais.

[2] O frame chega ao computador de destino e o pacote é desencapsulado. O endereço lógico de destino P coincide com o endereço lógico do computador. Os dados são desencapsulados e entregues para a camada inferior.

[3] No equipamento 2 os endereços físicos são modificados para 95 e 66 e um novo frame é enviado para o computador de destino.

[4] No equipamento 2 os endereços lógicos são modificados para N e Z e um novo frame é enviado para o computador de destino.

[5] O frame chega ao computador de destino e o pacote é desencapsulado. O endereço lógico de destino P coincide com o endereço lógico do computador. Os dados são desencapsulados e entregues para a camada superior.

[6] O equipamento 1 desencapsula o pacote para ler o endereço lógico de destino P, cria um novo frame, encapsula o pacote e o envia ao equipamento 2.

Os passos, na devida ordem, para entrega do pacote ao computador destino são:
Alternativas
Q375403 Redes de Computadores
A figura abaixo mostra parte de uma rede, baseada na arquitetura TCP/IP, com 2 equipamentos (equipamento 1 e equipamento 2) conectando 3 LANs. Cada dispositivo tem um par de endereços para cada conexão: lógico, representado por uma letra e físico, representado por um número. Cada computador está conectado a apenas um link, portanto, tem apenas um par de endereços. Cada um dos 2 equipamentos está conectado a 3 redes (apenas 2 destas redes são mostradas na figura). Considere que o computador A/10 (com endereço lógico A e endereço físico 10) precisa enviar um pacote para o computador P/95 (com endereço lógico P e endereço físico 95).

imagem-001.jpg
Considere a arquitetura TCP/IP de 4 camadas: Aplicação; Transporte; Internet e Acesso à rede.

Para enviar o pacote pela rede, a primeira etapa é fazê-lo chegar até o equipamento 1. Isso é feito da seguinte forma:

O computador emissor A/10 encapsula seus dados em um pacote na camada ...I... e acrescenta 2 endereços lógicos de origem e de destino: A e P. Entretanto, esta camada precisa encontrar o endereço físico do próximo nó antes do pacote poder ser entregue. Esta camada, então, consulta sua tabela ... II... e descobre que o endereço lógico do próximo nó (equipamento 1) é F. O protocolo ... III... encontra o endereço físico do equipamento 1 (20) correspondente ao endereço lógico F. Em seguida esta mesma camada passa esse endereço para a camada ... IV... que, por sua vez, encapsula o pacote com o endereço físico de destino 20 e endereço físico de origem 10.

As lacunas I, II, III e IV são preenchidas correta e respectivamente por :
Alternativas
Respostas
581: D
582: C
583: A
584: E
585: E
586: C
587: E
588: B
589: C
590: E
591: A
592: C
593: A
594: E
595: C
596: B
597: D
598: E
599: A
600: D