Questões de Concurso Para médico cardiologista

Foram encontradas 10.693 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q3419303 Matemática
Miguel trabalha em uma loja x horas por dia ganhando R$ 9,00 pela hora de trabalho. Além disso, ele também trabalha y horas-extras no fim do dia de maneira autônoma a um preço de aproximadamente R$ 7,00 a hora. Sabendo que Miguel trabalha 12 horas por dia no total e que ganha R$ 100,00 no total, podemos afirmar que o produto xy vale?
Alternativas
Q3419302 Matemática
Um professor preparou uma prova para uma turma de 30 alunos. No dia da prova, compareceram apenas 80% da turma. Dentre os que fizeram a prova, 3/4 obtiveram nota maior ou igual a 7. Aqueles que obtiveram nota inferior a 7 e os que faltaram a prova reprovaram de ano. Qual a quantidade de alunos que reprovaram de ano?
Alternativas
Q3419301 Português
Assinale a alternativa em que a palavra apresentada está incorreta quanto ao emprego do hífen.
Alternativas
Q3419300 Português
Assinale a alternativa em que todas as palavras dadas são oxítonas.
Alternativas
Q3419299 Português
Considere as seguintes sentenças:

I. A resposta à carta chegou rápido.
II. Ele correu rápido para escapar da chuva.
III. O rápido cortejo demonstrou seu interesse.

Nas sentenças dadas, a palavra “rápido” ocorre como adjetivo apenas em:
Alternativas
Q3419298 Português
Considere a sentença: Conforme o tempo passa, a Terra está ficando cada vez mais quente. Nesse contexto, o advérbio “mais” exprime:
Alternativas
Q3419297 Português
Leia o texto para responder à questão.



Como funciona o “manto da invisibilidade” desenvolvido por chineses 


Batizado de Chimera, projeto experimental foi inspirado em características do camaleão, da rã-de-vidro e do dragão-barbudo; detalhes foram publicados em revista científica


Acadêmicos das universidades de Tsinghua e de Jilin, ambas na China, têm feito pesquisas com o objetivo de desenvolver um “manto da invisibilidade”. Em artigo publicado no último dia 29 de janeiro na revista Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS), a equipe compartilha o andamento do projeto. “Nosso trabalho tira as tecnologias de camuflagem de um cenário restrito e as leva para terrenos em constante mudança”, afirmam.


Denominado Chimera, o “manto da invisibilidade” é feito de metamateriais, ou seja, materiais sintéticos capazes de manipular ondas eletromagnéticas e ficarem imperceptíveis a radares, conforme explica o South China Morning Post. E o nome não foi escolhido à toa: aspectos fundamentais do projeto estão associados a três animais diferentes — a quimera, por sua vez, é uma figura mitológica grega cujo corpo consiste em uma mistura de animais.


O trabalho tem como base características de répteis de sangue frio. Do camaleão, a habilidade de mudar de cor; da rã-de-vidro, a capacidade de tornar parte do corpo transparente; e do lagarto dragão-barbudo, o poder de regular a temperatura corporal. A ideia é construir uma “metassuperfície” que seja indetectável a luz visível, micro-ondas e raios infravermelhos.


Segundo o artigo disponível na PNAS, a Chimera demonstrou capacidade de se adaptar a diferentes paisagens (incluindo superfícies aquáticas, praias, desertos e solos congelados) devido à propriedade de reflexão de microondas. E, utilizando plástico PET e vidro de quartzo, os pesquisadores também conseguiram que ela ficasse transparente, do ponto de vista óptico, como a rã-de-vidro. Além disso, para evitar que o calor gerado pela eletricidade da Chimera fosse captado por detectores de infravermelho, os pesquisadores recorreram aos conhecimentos sobre o dragão-barbudo, que controla a temperatura corporal mudando a cor das suas costas. Com uma tecnologia mecânica baseada nesse fato, foi possível diminuir a diferença térmica da Chimera.


Apesar de ainda ser uma tecnologia experimental, os pesquisadores apontam possíveis aplicações. Por exemplo, no âmbito militar, a Chimera poderia esconder objetos ou pessoas, sendo assim uma ferramenta estratégica. Já no âmbito da preservação ambiental, o “manto da invisibilidade” poderia contribuir para a observação não invasiva de animais em seus habitats.


Revista Galileu. Adaptado. Adaptado. Disponível em
<https://revistagalileu.globo.com/tecnologia/notici
a/2024/02/como-funciona-o-manto-dainvisibilidade-desenvolvido-por-chineses.ghtml>
Analise as palavras a seguir, que ocorrem no texto. Aquela que indica um processo de composição é:
Alternativas
Q3419296 Português
Leia o texto para responder à questão.



Como funciona o “manto da invisibilidade” desenvolvido por chineses 


Batizado de Chimera, projeto experimental foi inspirado em características do camaleão, da rã-de-vidro e do dragão-barbudo; detalhes foram publicados em revista científica


Acadêmicos das universidades de Tsinghua e de Jilin, ambas na China, têm feito pesquisas com o objetivo de desenvolver um “manto da invisibilidade”. Em artigo publicado no último dia 29 de janeiro na revista Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS), a equipe compartilha o andamento do projeto. “Nosso trabalho tira as tecnologias de camuflagem de um cenário restrito e as leva para terrenos em constante mudança”, afirmam.


Denominado Chimera, o “manto da invisibilidade” é feito de metamateriais, ou seja, materiais sintéticos capazes de manipular ondas eletromagnéticas e ficarem imperceptíveis a radares, conforme explica o South China Morning Post. E o nome não foi escolhido à toa: aspectos fundamentais do projeto estão associados a três animais diferentes — a quimera, por sua vez, é uma figura mitológica grega cujo corpo consiste em uma mistura de animais.


O trabalho tem como base características de répteis de sangue frio. Do camaleão, a habilidade de mudar de cor; da rã-de-vidro, a capacidade de tornar parte do corpo transparente; e do lagarto dragão-barbudo, o poder de regular a temperatura corporal. A ideia é construir uma “metassuperfície” que seja indetectável a luz visível, micro-ondas e raios infravermelhos.


Segundo o artigo disponível na PNAS, a Chimera demonstrou capacidade de se adaptar a diferentes paisagens (incluindo superfícies aquáticas, praias, desertos e solos congelados) devido à propriedade de reflexão de microondas. E, utilizando plástico PET e vidro de quartzo, os pesquisadores também conseguiram que ela ficasse transparente, do ponto de vista óptico, como a rã-de-vidro. Além disso, para evitar que o calor gerado pela eletricidade da Chimera fosse captado por detectores de infravermelho, os pesquisadores recorreram aos conhecimentos sobre o dragão-barbudo, que controla a temperatura corporal mudando a cor das suas costas. Com uma tecnologia mecânica baseada nesse fato, foi possível diminuir a diferença térmica da Chimera.


Apesar de ainda ser uma tecnologia experimental, os pesquisadores apontam possíveis aplicações. Por exemplo, no âmbito militar, a Chimera poderia esconder objetos ou pessoas, sendo assim uma ferramenta estratégica. Já no âmbito da preservação ambiental, o “manto da invisibilidade” poderia contribuir para a observação não invasiva de animais em seus habitats.


Revista Galileu. Adaptado. Adaptado. Disponível em
<https://revistagalileu.globo.com/tecnologia/notici
a/2024/02/como-funciona-o-manto-dainvisibilidade-desenvolvido-por-chineses.ghtml>
Considere o excerto: “Acadêmicos das universidades de Tsinghua e de Jilin, ambas na China, têm feito pesquisas com o objetivo de desenvolver um ‘manto da invisibilidade’.” Nesse contexto, a expressão “ambas na China” se apresenta entre vírgulas, pois:
Alternativas
Q3419294 Português
Leia o texto para responder à questão.



Como funciona o “manto da invisibilidade” desenvolvido por chineses 


Batizado de Chimera, projeto experimental foi inspirado em características do camaleão, da rã-de-vidro e do dragão-barbudo; detalhes foram publicados em revista científica


Acadêmicos das universidades de Tsinghua e de Jilin, ambas na China, têm feito pesquisas com o objetivo de desenvolver um “manto da invisibilidade”. Em artigo publicado no último dia 29 de janeiro na revista Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS), a equipe compartilha o andamento do projeto. “Nosso trabalho tira as tecnologias de camuflagem de um cenário restrito e as leva para terrenos em constante mudança”, afirmam.


Denominado Chimera, o “manto da invisibilidade” é feito de metamateriais, ou seja, materiais sintéticos capazes de manipular ondas eletromagnéticas e ficarem imperceptíveis a radares, conforme explica o South China Morning Post. E o nome não foi escolhido à toa: aspectos fundamentais do projeto estão associados a três animais diferentes — a quimera, por sua vez, é uma figura mitológica grega cujo corpo consiste em uma mistura de animais.


O trabalho tem como base características de répteis de sangue frio. Do camaleão, a habilidade de mudar de cor; da rã-de-vidro, a capacidade de tornar parte do corpo transparente; e do lagarto dragão-barbudo, o poder de regular a temperatura corporal. A ideia é construir uma “metassuperfície” que seja indetectável a luz visível, micro-ondas e raios infravermelhos.


Segundo o artigo disponível na PNAS, a Chimera demonstrou capacidade de se adaptar a diferentes paisagens (incluindo superfícies aquáticas, praias, desertos e solos congelados) devido à propriedade de reflexão de microondas. E, utilizando plástico PET e vidro de quartzo, os pesquisadores também conseguiram que ela ficasse transparente, do ponto de vista óptico, como a rã-de-vidro. Além disso, para evitar que o calor gerado pela eletricidade da Chimera fosse captado por detectores de infravermelho, os pesquisadores recorreram aos conhecimentos sobre o dragão-barbudo, que controla a temperatura corporal mudando a cor das suas costas. Com uma tecnologia mecânica baseada nesse fato, foi possível diminuir a diferença térmica da Chimera.


Apesar de ainda ser uma tecnologia experimental, os pesquisadores apontam possíveis aplicações. Por exemplo, no âmbito militar, a Chimera poderia esconder objetos ou pessoas, sendo assim uma ferramenta estratégica. Já no âmbito da preservação ambiental, o “manto da invisibilidade” poderia contribuir para a observação não invasiva de animais em seus habitats.


Revista Galileu. Adaptado. Adaptado. Disponível em
<https://revistagalileu.globo.com/tecnologia/notici
a/2024/02/como-funciona-o-manto-dainvisibilidade-desenvolvido-por-chineses.ghtml>
Considere o excerto: “Apesar de ainda ser uma tecnologia experimental, os pesquisadores apontam possíveis aplicações.” A locução “apesar de”, de valor concessivo, poderia ser substituída pela expressão de sentido correspondente:
Alternativas
Q3419292 Português
Leia o texto para responder à questão.



Como funciona o “manto da invisibilidade” desenvolvido por chineses 


Batizado de Chimera, projeto experimental foi inspirado em características do camaleão, da rã-de-vidro e do dragão-barbudo; detalhes foram publicados em revista científica


Acadêmicos das universidades de Tsinghua e de Jilin, ambas na China, têm feito pesquisas com o objetivo de desenvolver um “manto da invisibilidade”. Em artigo publicado no último dia 29 de janeiro na revista Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS), a equipe compartilha o andamento do projeto. “Nosso trabalho tira as tecnologias de camuflagem de um cenário restrito e as leva para terrenos em constante mudança”, afirmam.


Denominado Chimera, o “manto da invisibilidade” é feito de metamateriais, ou seja, materiais sintéticos capazes de manipular ondas eletromagnéticas e ficarem imperceptíveis a radares, conforme explica o South China Morning Post. E o nome não foi escolhido à toa: aspectos fundamentais do projeto estão associados a três animais diferentes — a quimera, por sua vez, é uma figura mitológica grega cujo corpo consiste em uma mistura de animais.


O trabalho tem como base características de répteis de sangue frio. Do camaleão, a habilidade de mudar de cor; da rã-de-vidro, a capacidade de tornar parte do corpo transparente; e do lagarto dragão-barbudo, o poder de regular a temperatura corporal. A ideia é construir uma “metassuperfície” que seja indetectável a luz visível, micro-ondas e raios infravermelhos.


Segundo o artigo disponível na PNAS, a Chimera demonstrou capacidade de se adaptar a diferentes paisagens (incluindo superfícies aquáticas, praias, desertos e solos congelados) devido à propriedade de reflexão de microondas. E, utilizando plástico PET e vidro de quartzo, os pesquisadores também conseguiram que ela ficasse transparente, do ponto de vista óptico, como a rã-de-vidro. Além disso, para evitar que o calor gerado pela eletricidade da Chimera fosse captado por detectores de infravermelho, os pesquisadores recorreram aos conhecimentos sobre o dragão-barbudo, que controla a temperatura corporal mudando a cor das suas costas. Com uma tecnologia mecânica baseada nesse fato, foi possível diminuir a diferença térmica da Chimera.


Apesar de ainda ser uma tecnologia experimental, os pesquisadores apontam possíveis aplicações. Por exemplo, no âmbito militar, a Chimera poderia esconder objetos ou pessoas, sendo assim uma ferramenta estratégica. Já no âmbito da preservação ambiental, o “manto da invisibilidade” poderia contribuir para a observação não invasiva de animais em seus habitats.


Revista Galileu. Adaptado. Adaptado. Disponível em
<https://revistagalileu.globo.com/tecnologia/notici
a/2024/02/como-funciona-o-manto-dainvisibilidade-desenvolvido-por-chineses.ghtml>
De acordo com o texto, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3352567 Noções de Primeiros Socorros
Durante a visita hospitalar aos pacientes internados, você se depara com um paciente caído no banheiro, irresponsivo. É importante que algumas ações de suporte básico à vida (SBV) sejam tomadas para que esse paciente tenha maior chance de sobreviver, caso esteja em parada cardiorrespiratória. Essas ações consistem em:

1.Avaliar o pulso carotídeo (se profissional experiente) e iniciar as compressões torácicas externas.
2.Abrir a via aérea e realizar duas ventilações de resgate.
3.Chamar por ajuda e solicitar que a equipe traga imediatamente o carro de emergência com o desfibrilador.
4.Posicionar o paciente em decúbito dorsal, sobre uma superfície plana e rígida.

A sequência correta em que essas ações devem ocorrer é:
Alternativas
Q3352566 Medicina
No seu consultório, você é procurado por uma mulher de 38 anos com queixas de dispneia progressiva aos esforços há 4 meses, inicialmente aos grandes esforços, mas nos últimos 15 dias tem se cansado até para escovar os dentes. Ela relata, ainda, que tem palpitações eventualmente e já teve que levantar da cama durante a noite devido à dispneia. Durante a anamnese, você também percebe que a paciente apresenta uma disfonia. Ao exame físico, apresenta-se em regular estado geral, corada, hidratada e levemente taquipneica. Pressão arterial: 128/82 mmHg; Frequência cardíaca: 108 bpm; Ausculta cardíaca revela ritmo cardíaco irregular, com sopro diastólico em ruflar 3+/4. Ausculta pulmonar evidencia estertores crepitantes no 1/3 inferior bilateralmente. Abdome é levemente doloroso no hipocôndrio direito e apresenta leve edema dos membros inferiores. Foi, então, realizado um ecocardiograma que confirmou uma valvopatia importante. Em relação a essa valvopatia e comorbidades associadas dessa paciente, analise as afirmações a seguir. Registre V, para verdadeiras e F, para falsas:

(__)Se o eletrocardiograma confirmar fibrilação atrial, há indicação do uso de anticoagulantes orais diretos como a apixabana, edoxabana ou rivaroxabana devido ao alto risco de fenômenos tromboembólicos.

(__)A etiologia mais provável é a degenerativa, por calcificação do anel valvar.

(__)Até que essa paciente seja submetida ao tratamento cirúrgico, é indicado que inicie tratamento medicamentoso com betabloqueador, diurético de alça, espironolactona e anticoagulação (essa, se confirmada a fibrilação atrial).

(__)A disfonia pode ser explicada pela síndrome de Ortner.



Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Alternativas
Q3352565 Medicina
Considere um paciente de 65 anos, portador de hipertensão, diabetes e fibrilação atrial permanente em uso de varfarina que apresentou um infarto agudo do miocárdio com supradesnivelamento do segmento ST de parede inferior e angioplastia primária de coronária direita. Ecocardiograma realizado após tratamento inicial revelou um aumento do átrio esquerdo, discreta hipocinesia de parede inferior e insuficiência mitral leve. Sobre o caso em questão, qual a estratégia anticoagulante/antiagregante mais adequada na alta hospitalar (de acordo com a última diretriz da Sociedade Brasileira de Cardiologia sobre Angina Instável e Infarto Agudo do Miocárdio sem Supradesnível do Segmento ST)?
Alternativas
Q3352564 Medicina
Conforme as Diretrizes Brasileiras de Hipertensão Arterial, no que se refere ao tratamento da hipertensão na gestação, analise as afirmações a seguir. Registre V, para verdadeiras e F, para falsas:

(__)A terapia medicamentosa deve ser iniciada como monoterapia pelos medicamentos considerados de primeira linha (metildopa, nifedipina de ação prolongada ou bloqueadores do receptor de angiotensina (BRA).

(__)O tratamento para emergência hipertensiva na gestante pode ser feito tanto com nifedipina (10 mg) por via oral quanto com hidralazina IV. Há uma tendência atual de preferência para a nifedipina 10 mg, que pode ser repetida na dose de 10 a 20 mg a cada 20 a 30 minutos VO. Se não houver resposta após a terceira dose, fazer hidralazina IV na dose de 5 mg a cada 20 a 30 minutos até a dose de 15 mg.

(__)Em situações excepcionais, como a presença de edema agudo de pulmão e hipertensão grave e refratária, o uso de nitroprussiato de sódio pode ser considerado como a opção preferencial para o controle urgente da PA, por, no máximo ,4 horas, pelo risco de impregnação fetal pelo cianeto.


Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta: 
Alternativas
Q3352563 Medicina
Sobre a cardiomiopatia hipertrófica, é correto afirmar que: 
Alternativas
Q3352562 Medicina
Sobre o pulso venoso jugular, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3352561 Medicina
De acordo com a última Diretriz da Sociedade Brasileira de Cardiologia, sobre Hipertensão Arterial, é correto afirmar:
Alternativas
Q3352560 Medicina
De acordo com a última atualização das Diretrizes Brasileiras de Valvopatias, da Sociedade Brasileira de Cardiologia, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3352559 Medicina
Você atende a Sra. Joana, 75 anos, ex-tabagista (parou há 5 anos), que nega hipertensão ou diabetes. Refere queixa de dispneia aos moderados esforços, ortopneia e dispneia paroxística noturna. Ao exame, apresenta ritmo cardíaco regular com B3 e sem sopros, crepitações em terço inferior do tórax, turgência jugular e edema em membros inferiores. Nesse contexto, registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:

(__)Se o ecocardiograma de Joana apontar uma fração de ejeção ventricular de 35%, a inclusão de um inibidor da SGLT2 promoverá redução de risco de mortalidade.

(__)Se o ecocardiograma de Joana apontar uma fração de ejeção ventricular de 55%, a inclusão de um inibidor da enzima conversora da angiotensina promoverá redução de risco de mortalidade.

(__)Se o ecocardiograma de Joana apontar uma fração de ejeção ventricular de 55%, pode-se afirmar que a etiologia da dispneia não é insuficiência cardíaca.



Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Alternativas
Q3352558 Medicina
Na avaliação de pacientes com dor torácica ou abdominal no setor de emergência:

I.O eletrocardiograma é dispensável aos pacientes com dor epigástrica intensa, uma vez que sua etiologia é habitualmente relacionada ao trato gastrointestinal.

II.Pacientes que chegam com dor retroesternal súbita e intensa, mas os eletrocardiogramas seriados se apresentam sem alterações isquêmicas agudas e a troponina I seriada (na admissão e em 3h) for normal, podem receber alta hospitalar com segurança para investigação ambulatorial.

III.Um exame físico normal não afasta todas as principais causas de dor torácica que trazem potencial risco à vida dos pacientes.


É correto o que se afirma em: 
Alternativas
Respostas
1721: E
1722: B
1723: A
1724: A
1725: C
1726: D
1727: A
1728: B
1729: D
1730: E
1731: E
1732: A
1733: A
1734: D
1735: C
1736: C
1737: D
1738: B
1739: E
1740: D