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Leia o enunciado a seguir e responda a questão.
Mulher, 68 anos, sem antecedentes mórbidos, apresenta dor torácica ventilatório-dependente, de forte intensidade com piora à inspiração profunda e dispneia intensa. Recebeu alta há 15 dias após internação para cirurgia de correção de fratura de colo de fêmur. Exame físico: bom estado geral, taquipneica leve, afebril, PA = 120x70 mmHg, saturação periférica de oxigênio = 89% em ar ambiente, ausculta cardíaca normal e ausculta pulmonar com estertores crepitantes finos em bases. Realizados eletrocardiograma e tomografia computadorizada de tórax com contraste, ilustrados a seguir.


Após internação e monitorização, houve rebaixamento súbito do nível de consciência. A paciente ficou desacordada, sem responder a estímulos verbais ou dolorosos e sem apresentar pulsos centrais e movimentos respiratórios. Uma tira de ritmo cardíaco obtida nesse momento está ilustrada a seguir.

Assinale a alternativa que contém a primeira conduta a ser adotada imediatamente.
Leia o enunciado a seguir e responda a questão.
Mulher, 68 anos, sem antecedentes mórbidos, apresenta dor torácica ventilatório-dependente, de forte intensidade com piora à inspiração profunda e dispneia intensa. Recebeu alta há 15 dias após internação para cirurgia de correção de fratura de colo de fêmur. Exame físico: bom estado geral, taquipneica leve, afebril, PA = 120x70 mmHg, saturação periférica de oxigênio = 89% em ar ambiente, ausculta cardíaca normal e ausculta pulmonar com estertores crepitantes finos em bases. Realizados eletrocardiograma e tomografia computadorizada de tórax com contraste, ilustrados a seguir.


Analise as imagens a seguir, obtidas de exames de ecocardiografia.

O achado propedêutico mais provável de ser encontrado nesses pacientes é
Homem, 35 anos, apresenta os seguintes achados: ventrículo direito palpável, sopro sistólico em borda esternal esquerda alta e desdobramento fixo de segunda bulha. Eletrocardiograma: bloqueio de ramo direito. A radiografia de tórax está ilustrada a seguir.

O diagnóstico é compatível com
Homem negro, 63 anos, hipertenso há muitos anos, procura pronto-atendimento com queixa de cefaleia intensa e turvação visual. Encontra-se lúcido e orientado, sem déficits neurológicos focais. Sua pressão arterial é 240x130 mmHg, e, ao exame físico, há edema perimaleolar bilateral. Exames complementares: radiografia de toráx normal, creatinina = 2,4 mg/dL e fundo de olho com borramento da papila.
Assinale a alternativa que contém a hipótese diagnóstica correta.
Mulher, 29 anos, é encaminhada ao ambulatório de cardiologia por ter apresentado três episódios de síncopes no último ano. Relata que as síncopes sempre são precedidas de mal-estar, escurecimento visual e sensação intensa de fraqueza. Refere que o primeiro episódio ocorreu durante coleta de sangue para exames de rotina. Os outros episódios ocorreram em dois shows de rock, com grande aglomeração de pessoas.
Considerando que o exame físico é normal, assinale a alternativa que contém o diagnóstico mais provável.
Homem, com diagnóstico de febre reumática e portador de prótese valvar mitral implantada há 6 anos, é admitido no pronto-atendimento com quadro de dispneia intensa, taquicardia, sudorese e mal-estar. Familiares trazem um ecocardiograma transtorácico realizado há 15 dias, mostrando a prótese sem disfunção. O exame físico revelou a presença de sopro diastólico mitral em ruflar, com reforço pré-sistólico.
O diagnóstico presuntivo mais provável, a partir dos dados de história e exame físico, é
Homem, 75 anos, apresentou infarto agudo do miocárdio de parede anterior extensa, tratado com angioplastia primária com stent farmacológico. As demais coronárias eram normais e não apresentavam obstruções significativas. O ecocardiograma no 4º dia pós-infarto mostrava disfunção ventricular moderada. A evolução foi, durante todos os momentos, em Killip I, e permaneceu internado por 7 dias. Exames antes da alta: creatinina = 0,95 mg/dL; ureia = 28 mg/dL; LDL colesterol = 142 mg/dL; HDL colesterol = 35 mg/dL; hemograma normal.
Assinale a alternativa que contém a prescrição de alta correta para esse paciente, na ausência de alergias conhecidas.
Homem, 43 anos, é atendido em serviço de pronto-atendimento com quadro de sudorese, fraqueza, mal-estar, palidez cutâneo-mucosa, hipotensão arterial (PA = 70x50 mmHg) e palpitação. O eletrocardiograma realizado no momento de sua admissão encontra-se ilustrado a seguir.

Assinale a alternativa que contém a abordagem terapêutica correta.
Paciente do sexo masculino, 22 anos, jogador de futebol, hígido e assintomático, durante avaliação de rotina na pré-temporada, apresenta o eletrocardiograma a seguir.

Em relação ao diagnóstico desse paciente, assinale a alternativa correta.
Mulher, 44 anos, após aula de spinning em academia, percebe o coração acelerado associado à sensação desconfortável de pulsação no pescoço. Procura o pronto-atendimento, onde é realizado o eletrocardiograma que está ilustrado a seguir. O exame físico realizado na admissão da paciente revela: PA = 120x70 mmHg, SpO2 = 97% e auscultas cardíaca e pulmonar normais.

Assinale a alternativa que contém a primeira opção medicamentosa para a resolução do quadro descrito.

O comentário de Mafalda à resposta de sua mãe revela
que, para a menina,
Elas vão substituir você
Quando, em 1956, o cientista da computação americano John McCarthy cunhou o termo “inteligência artificial”, durante uma conferência na universidade de Dartmouth, nos Estados Unidos, a intenção já era desenvolver máquinas capazes de livrar os seres humanos de tarefas de alguma complexidade, porém largamente enfadonhas.
“A proposta é usar todo o nosso conhecimento para construir um programa de computador que saiba e, também, conheça”, resumiu McCarthy, expressando uma ambição que vem de muito antes de ele proferir tais palavras. Uma narrativa mitológica judaica, por exemplo, já apresentava, milênios atrás, a ideia de um ser artificial pensante, o Golem, feito de barro e que serviria os humanos. Na Idade Média, alquimistas chegaram a sonhar em dar vida à criatura por eles batizada de Homunculus. Era apenas um devaneio que o tempo e a ciência se encarregaram de trazer para o plano das realidades.
E a inteligência artificial (IA) de hoje em dia, tal como foi formulada por McCarthy, é a concretização dessa aspiração que se confunde com a história. No entanto, no momento em que a humanidade parece estar perto de construir um robô capaz de substituir o homem em um sem-número de atividades – o Golem do século XXI –, o que poderia ser motivo de unânime comemoração arrasta consigo o pavor de que tais softwares deixem milhões de seres humanos desempregados. A preocupação é tamanha que o tema ganhou lugar de destaque na agenda do Fórum Econômico Mundial – evento anual que reúne líderes políticos e empresariais em Davos. Segundo levantamento feito pela organização do fórum, a soma de empregos perdidos para a IA será de 5 milhões nos próximos dois anos. No estudo, as áreas de negócios mais afetadas serão as administrativas e as industriais.
Um estudo publicado pela consultoria americana McKinsey avalia que em torno de 50% das atividades tidas como repetitivas serão automatizadas na próxima década. Nesse período, no Brasil, 15,7 milhões de trabalhadores serão afetados pela automação. Em todo o mundo, o legado da mecanização avançada será de até 800 milhões de pessoas à procura de oportunidades de trabalho. Desse total, boa parte terá de se readaptar, mas 375 milhões deverão aprender competências inteiramente novas para não cair no desemprego.
Nem tudo, entretanto, é pessimismo. Os economistas ingleses Richard e Daniel Susskind, ambos professores de Oxford, defendem a ideia de que quando atribuições são extintas, ou modificadas, os seres humanos se transformam no mesmo ritmo. “O benefício é que os profissionais farão mais, em menos tempo”, defendem. Para eles, a bonança tecnológica levará à criação de novos tipos de emprego.
(Veja, 31.01.2018. Adaptado)
Elas vão substituir você
Quando, em 1956, o cientista da computação americano John McCarthy cunhou o termo “inteligência artificial”, durante uma conferência na universidade de Dartmouth, nos Estados Unidos, a intenção já era desenvolver máquinas capazes de livrar os seres humanos de tarefas de alguma complexidade, porém largamente enfadonhas.
“A proposta é usar todo o nosso conhecimento para construir um programa de computador que saiba e, também, conheça”, resumiu McCarthy, expressando uma ambição que vem de muito antes de ele proferir tais palavras. Uma narrativa mitológica judaica, por exemplo, já apresentava, milênios atrás, a ideia de um ser artificial pensante, o Golem, feito de barro e que serviria os humanos. Na Idade Média, alquimistas chegaram a sonhar em dar vida à criatura por eles batizada de Homunculus. Era apenas um devaneio que o tempo e a ciência se encarregaram de trazer para o plano das realidades.
E a inteligência artificial (IA) de hoje em dia, tal como foi formulada por McCarthy, é a concretização dessa aspiração que se confunde com a história. No entanto, no momento em que a humanidade parece estar perto de construir um robô capaz de substituir o homem em um sem-número de atividades – o Golem do século XXI –, o que poderia ser motivo de unânime comemoração arrasta consigo o pavor de que tais softwares deixem milhões de seres humanos desempregados. A preocupação é tamanha que o tema ganhou lugar de destaque na agenda do Fórum Econômico Mundial – evento anual que reúne líderes políticos e empresariais em Davos. Segundo levantamento feito pela organização do fórum, a soma de empregos perdidos para a IA será de 5 milhões nos próximos dois anos. No estudo, as áreas de negócios mais afetadas serão as administrativas e as industriais.
Um estudo publicado pela consultoria americana McKinsey avalia que em torno de 50% das atividades tidas como repetitivas serão automatizadas na próxima década. Nesse período, no Brasil, 15,7 milhões de trabalhadores serão afetados pela automação. Em todo o mundo, o legado da mecanização avançada será de até 800 milhões de pessoas à procura de oportunidades de trabalho. Desse total, boa parte terá de se readaptar, mas 375 milhões deverão aprender competências inteiramente novas para não cair no desemprego.
Nem tudo, entretanto, é pessimismo. Os economistas ingleses Richard e Daniel Susskind, ambos professores de Oxford, defendem a ideia de que quando atribuições são extintas, ou modificadas, os seres humanos se transformam no mesmo ritmo. “O benefício é que os profissionais farão mais, em menos tempo”, defendem. Para eles, a bonança tecnológica levará à criação de novos tipos de emprego.
(Veja, 31.01.2018. Adaptado)
Elas vão substituir você
Quando, em 1956, o cientista da computação americano John McCarthy cunhou o termo “inteligência artificial”, durante uma conferência na universidade de Dartmouth, nos Estados Unidos, a intenção já era desenvolver máquinas capazes de livrar os seres humanos de tarefas de alguma complexidade, porém largamente enfadonhas.
“A proposta é usar todo o nosso conhecimento para construir um programa de computador que saiba e, também, conheça”, resumiu McCarthy, expressando uma ambição que vem de muito antes de ele proferir tais palavras. Uma narrativa mitológica judaica, por exemplo, já apresentava, milênios atrás, a ideia de um ser artificial pensante, o Golem, feito de barro e que serviria os humanos. Na Idade Média, alquimistas chegaram a sonhar em dar vida à criatura por eles batizada de Homunculus. Era apenas um devaneio que o tempo e a ciência se encarregaram de trazer para o plano das realidades.
E a inteligência artificial (IA) de hoje em dia, tal como foi formulada por McCarthy, é a concretização dessa aspiração que se confunde com a história. No entanto, no momento em que a humanidade parece estar perto de construir um robô capaz de substituir o homem em um sem-número de atividades – o Golem do século XXI –, o que poderia ser motivo de unânime comemoração arrasta consigo o pavor de que tais softwares deixem milhões de seres humanos desempregados. A preocupação é tamanha que o tema ganhou lugar de destaque na agenda do Fórum Econômico Mundial – evento anual que reúne líderes políticos e empresariais em Davos. Segundo levantamento feito pela organização do fórum, a soma de empregos perdidos para a IA será de 5 milhões nos próximos dois anos. No estudo, as áreas de negócios mais afetadas serão as administrativas e as industriais.
Um estudo publicado pela consultoria americana McKinsey avalia que em torno de 50% das atividades tidas como repetitivas serão automatizadas na próxima década. Nesse período, no Brasil, 15,7 milhões de trabalhadores serão afetados pela automação. Em todo o mundo, o legado da mecanização avançada será de até 800 milhões de pessoas à procura de oportunidades de trabalho. Desse total, boa parte terá de se readaptar, mas 375 milhões deverão aprender competências inteiramente novas para não cair no desemprego.
Nem tudo, entretanto, é pessimismo. Os economistas ingleses Richard e Daniel Susskind, ambos professores de Oxford, defendem a ideia de que quando atribuições são extintas, ou modificadas, os seres humanos se transformam no mesmo ritmo. “O benefício é que os profissionais farão mais, em menos tempo”, defendem. Para eles, a bonança tecnológica levará à criação de novos tipos de emprego.
(Veja, 31.01.2018. Adaptado)