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Q3515351 Matemática
Para a celebração do dia das crianças, Marcelo vai presentear cada um de seus alunos com 3 bombons e com um chaveiro. Feita a compra dos presentes, cada bombom custando R$ 2,20, e cada chaveiro, R$ 4,50, o valor total da compra foi de R$ 299,70. Com base nessas informações, pode-se concluir corretamente que Marcelo possui
Alternativas
Q3515350 Português
Assinale a alternativa redigida em conformidade com a norma-padrão da língua portuguesa.
Alternativas
Q3515349 Português
  1. Leia a tira para responder à questão.


  1. Q13.png (292×317)


  1. (Fernando Gonsales. Níquel náusea. Disponível em: http://www.niquel.com.br/bau.shtml)
É correto afirmar que a forma verbal destacada no 2o quadro foi empregada para
Alternativas
Q3515347 Português

Leia o texto para responder à questão.


Fóssil do dinossauro Ubirajara jubatus é repatriado ao Brasil.



Levado ilegalmente da Bacia do Araripe, no Cariri, para a Alemanha há quase 30 anos, o fóssil do dinossauro Ubirajara jubatus voltou ao Brasil depois de uma disputa internacional pela sua posse, que contou com a mobilização da comunidade científica brasileira e internacional.


Allyson Pinheiro, professor e diretor do Museu de Paleontologia Plácido Cidade Nuvens, localizado em Santana do Cariri, celebrou o referencial simbólico do retorno do fóssil. “A vinda do Ubirajara jubatus ao Ceará é muito importante, muito significativa. É um símbolo de que os patrimônios dos territórios pertencem aos povos dos territórios e de que a ciência tem limites éticos a serem cumpridos”, pontuou o diretor. Além disso, ele também ressaltou que a relevância da medida vai além da ciência, respingando, inclusive, na economia. “Essa ação é um símbolo também para desenvolvimento desses territórios. Um dinossauro com essa repercussão tem um potencial de atrair um turismo diferenciado, influenciando o desenvolvimento, fazendo a roda da economia girar”, pontuou o professor.


O Cariri possui um projeto de desenvolvimento territorial de mudanças das condições socioeconômicas locais por meio de objetos como o fóssil Ubirajara, que é um patrimônio paleontológico e geológico brasileiro.


Desde 1942 a legislação brasileira determina que fósseis são patrimônio da União. Por isso, eles não podem ser comercializados. Para que saiam do País, é exigida uma autorização formal. A exportação é totalmente proibida para os exemplares de referência de novas espécies, os holótipos, caso do Ubirajara jubatus. Cientistas estrangeiros só podem coletar materiais biológicos ou minerais em território nacional se incluírem em seu trabalho pesquisadores brasileiros.



(Isabella Campos. Fóssil do dinossauro Ubirajara jubatus é repatriado ao Brasil e entregue ao Governo do Ceará. 12 de junho de 2023. Adaptado. Disponível em: https://www.ceara.gov.br/2023/06/12). 

Considere as frases:



•  Essa ação é um símbolo também para desenvolvimento desses territórios. (2o parágrafo)


•  Um dinossauro com essa repercussão tem um potencial de atrair um turismo diferenciado, influenciando o desenvolvimento, fazendo a roda da economia girar. (2o parágrafo)



A conjunção que poderia unir as duas frases, mantendo o sentido original do texto, é:

Alternativas
Q3515346 Português

Leia o texto para responder à questão.


Fóssil do dinossauro Ubirajara jubatus é repatriado ao Brasil.



Levado ilegalmente da Bacia do Araripe, no Cariri, para a Alemanha há quase 30 anos, o fóssil do dinossauro Ubirajara jubatus voltou ao Brasil depois de uma disputa internacional pela sua posse, que contou com a mobilização da comunidade científica brasileira e internacional.


Allyson Pinheiro, professor e diretor do Museu de Paleontologia Plácido Cidade Nuvens, localizado em Santana do Cariri, celebrou o referencial simbólico do retorno do fóssil. “A vinda do Ubirajara jubatus ao Ceará é muito importante, muito significativa. É um símbolo de que os patrimônios dos territórios pertencem aos povos dos territórios e de que a ciência tem limites éticos a serem cumpridos”, pontuou o diretor. Além disso, ele também ressaltou que a relevância da medida vai além da ciência, respingando, inclusive, na economia. “Essa ação é um símbolo também para desenvolvimento desses territórios. Um dinossauro com essa repercussão tem um potencial de atrair um turismo diferenciado, influenciando o desenvolvimento, fazendo a roda da economia girar”, pontuou o professor.


O Cariri possui um projeto de desenvolvimento territorial de mudanças das condições socioeconômicas locais por meio de objetos como o fóssil Ubirajara, que é um patrimônio paleontológico e geológico brasileiro.


Desde 1942 a legislação brasileira determina que fósseis são patrimônio da União. Por isso, eles não podem ser comercializados. Para que saiam do País, é exigida uma autorização formal. A exportação é totalmente proibida para os exemplares de referência de novas espécies, os holótipos, caso do Ubirajara jubatus. Cientistas estrangeiros só podem coletar materiais biológicos ou minerais em território nacional se incluírem em seu trabalho pesquisadores brasileiros.



(Isabella Campos. Fóssil do dinossauro Ubirajara jubatus é repatriado ao Brasil e entregue ao Governo do Ceará. 12 de junho de 2023. Adaptado. Disponível em: https://www.ceara.gov.br/2023/06/12). 

Assinale a alternativa que substitui corretamente a expressão destacada em “mudanças das condições socioeconômicas locais por meio de objetos como o fóssil Ubirajara” (3o parágrafo),
Alternativas
Q3515345 Português

Leia o texto para responder à questão.


Fóssil do dinossauro Ubirajara jubatus é repatriado ao Brasil.



Levado ilegalmente da Bacia do Araripe, no Cariri, para a Alemanha há quase 30 anos, o fóssil do dinossauro Ubirajara jubatus voltou ao Brasil depois de uma disputa internacional pela sua posse, que contou com a mobilização da comunidade científica brasileira e internacional.


Allyson Pinheiro, professor e diretor do Museu de Paleontologia Plácido Cidade Nuvens, localizado em Santana do Cariri, celebrou o referencial simbólico do retorno do fóssil. “A vinda do Ubirajara jubatus ao Ceará é muito importante, muito significativa. É um símbolo de que os patrimônios dos territórios pertencem aos povos dos territórios e de que a ciência tem limites éticos a serem cumpridos”, pontuou o diretor. Além disso, ele também ressaltou que a relevância da medida vai além da ciência, respingando, inclusive, na economia. “Essa ação é um símbolo também para desenvolvimento desses territórios. Um dinossauro com essa repercussão tem um potencial de atrair um turismo diferenciado, influenciando o desenvolvimento, fazendo a roda da economia girar”, pontuou o professor.


O Cariri possui um projeto de desenvolvimento territorial de mudanças das condições socioeconômicas locais por meio de objetos como o fóssil Ubirajara, que é um patrimônio paleontológico e geológico brasileiro.


Desde 1942 a legislação brasileira determina que fósseis são patrimônio da União. Por isso, eles não podem ser comercializados. Para que saiam do País, é exigida uma autorização formal. A exportação é totalmente proibida para os exemplares de referência de novas espécies, os holótipos, caso do Ubirajara jubatus. Cientistas estrangeiros só podem coletar materiais biológicos ou minerais em território nacional se incluírem em seu trabalho pesquisadores brasileiros.



(Isabella Campos. Fóssil do dinossauro Ubirajara jubatus é repatriado ao Brasil e entregue ao Governo do Ceará. 12 de junho de 2023. Adaptado. Disponível em: https://www.ceara.gov.br/2023/06/12). 

Considere a frase.



... o fóssil do dinossauro Ubirajara jubatus voltou ao Brasil depois de uma disputa internacional pela sua posse, que contou com a mobilização da comunidade científica brasileira e internacional. (1o parágrafo)



A expressão em destaque pode ser substituída, em conformidade com a norma-padrão, por

Alternativas
Q3515344 Português

Leia o texto para responder à questão.


Fóssil do dinossauro Ubirajara jubatus é repatriado ao Brasil.



Levado ilegalmente da Bacia do Araripe, no Cariri, para a Alemanha há quase 30 anos, o fóssil do dinossauro Ubirajara jubatus voltou ao Brasil depois de uma disputa internacional pela sua posse, que contou com a mobilização da comunidade científica brasileira e internacional.


Allyson Pinheiro, professor e diretor do Museu de Paleontologia Plácido Cidade Nuvens, localizado em Santana do Cariri, celebrou o referencial simbólico do retorno do fóssil. “A vinda do Ubirajara jubatus ao Ceará é muito importante, muito significativa. É um símbolo de que os patrimônios dos territórios pertencem aos povos dos territórios e de que a ciência tem limites éticos a serem cumpridos”, pontuou o diretor. Além disso, ele também ressaltou que a relevância da medida vai além da ciência, respingando, inclusive, na economia. “Essa ação é um símbolo também para desenvolvimento desses territórios. Um dinossauro com essa repercussão tem um potencial de atrair um turismo diferenciado, influenciando o desenvolvimento, fazendo a roda da economia girar”, pontuou o professor.


O Cariri possui um projeto de desenvolvimento territorial de mudanças das condições socioeconômicas locais por meio de objetos como o fóssil Ubirajara, que é um patrimônio paleontológico e geológico brasileiro.


Desde 1942 a legislação brasileira determina que fósseis são patrimônio da União. Por isso, eles não podem ser comercializados. Para que saiam do País, é exigida uma autorização formal. A exportação é totalmente proibida para os exemplares de referência de novas espécies, os holótipos, caso do Ubirajara jubatus. Cientistas estrangeiros só podem coletar materiais biológicos ou minerais em território nacional se incluírem em seu trabalho pesquisadores brasileiros.



(Isabella Campos. Fóssil do dinossauro Ubirajara jubatus é repatriado ao Brasil e entregue ao Governo do Ceará. 12 de junho de 2023. Adaptado. Disponível em: https://www.ceara.gov.br/2023/06/12). 

A partir da leitura do texto, é correto afirmar que o retorno do dinossauro Ubirajara jubatus ao Cariri
Alternativas
Q3515343 Português

Leia o texto para responder à questão.


Como a especulação imobiliária altera a cidade



“A gentrificação é o mal urbano da nossa era. É a questão mais premente hoje quando falamos em habitação e urbanismo”, diz o urbanista Alan Ehrenhalt, autor de A grande inversão e o futuro da cidade americana. Ehrenhalt estuda como as cidades vivem esse fenômeno urbano cada vez mais forte. Em inglês arcaico, “gentry” significa “de origem nobre”. Isso já dá uma ideia do que gentrificação expressa. Ela acontece quando um bairro ou uma região tem sua dinâmica alterada pela chegada de novos comércios ou empreendimentos imobiliários que trazem consigo a valorização do local e afetam a população que vive ali, que precisa de mais dinheiro para continuar morando onde sempre morou, o que nem sempre é possível.


O resultado é a migração dessas pessoas para outras áreas e o fechamento dos comércios menores que resistiam por anos. Não há grande cidade que não tenha passado por um processo gentrificador em alguma região. Apesar de não ser fenômeno novo, ele se tornou mais relevante com a aceleração da economia global.


Muitas vezes o processo é confundido com uma revitalização urbana, principalmente quando acontece de forma velada, gradativa. “A gentrificação sempre fez parte do processo da expansão das grandes cidades. Ela ocorre pelo interesse do setor privado, com a contribuição dos governos por meio de legislações de uso e ocupação do solo e o plano diretor dos municípios”, explica Luiz Kohara, do Centro Gaspar Garcia de Direitos Humanos, doutor pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (USP). Assim, empreendimentos ressaltam melhorias de acesso e segurança e shopping centers prometem gerar mais empregos na região. Tudo em nome de um bem para a população. “Mas quase sempre com medidas de curto prazo e sem preocupação com os efeitos coletivos, sistêmicos, de cada obra”, diz.


(Rafael Tonon. Revista Galileu, 29 de novembro de 2013. Adaptado)

Foi reescrita em conformidade com a norma-padrão de concordância a frase em:
Alternativas
Q3515342 Português

Leia o texto para responder à questão.


Como a especulação imobiliária altera a cidade



“A gentrificação é o mal urbano da nossa era. É a questão mais premente hoje quando falamos em habitação e urbanismo”, diz o urbanista Alan Ehrenhalt, autor de A grande inversão e o futuro da cidade americana. Ehrenhalt estuda como as cidades vivem esse fenômeno urbano cada vez mais forte. Em inglês arcaico, “gentry” significa “de origem nobre”. Isso já dá uma ideia do que gentrificação expressa. Ela acontece quando um bairro ou uma região tem sua dinâmica alterada pela chegada de novos comércios ou empreendimentos imobiliários que trazem consigo a valorização do local e afetam a população que vive ali, que precisa de mais dinheiro para continuar morando onde sempre morou, o que nem sempre é possível.


O resultado é a migração dessas pessoas para outras áreas e o fechamento dos comércios menores que resistiam por anos. Não há grande cidade que não tenha passado por um processo gentrificador em alguma região. Apesar de não ser fenômeno novo, ele se tornou mais relevante com a aceleração da economia global.


Muitas vezes o processo é confundido com uma revitalização urbana, principalmente quando acontece de forma velada, gradativa. “A gentrificação sempre fez parte do processo da expansão das grandes cidades. Ela ocorre pelo interesse do setor privado, com a contribuição dos governos por meio de legislações de uso e ocupação do solo e o plano diretor dos municípios”, explica Luiz Kohara, do Centro Gaspar Garcia de Direitos Humanos, doutor pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (USP). Assim, empreendimentos ressaltam melhorias de acesso e segurança e shopping centers prometem gerar mais empregos na região. Tudo em nome de um bem para a população. “Mas quase sempre com medidas de curto prazo e sem preocupação com os efeitos coletivos, sistêmicos, de cada obra”, diz.


(Rafael Tonon. Revista Galileu, 29 de novembro de 2013. Adaptado)

Assinale a alternativa em que a inclusão de uma vírgula no trecho está em conformidade com a norma-padrão de pontuação. 
Alternativas
Q3515341 Português

Leia o texto para responder à questão.


Como a especulação imobiliária altera a cidade



“A gentrificação é o mal urbano da nossa era. É a questão mais premente hoje quando falamos em habitação e urbanismo”, diz o urbanista Alan Ehrenhalt, autor de A grande inversão e o futuro da cidade americana. Ehrenhalt estuda como as cidades vivem esse fenômeno urbano cada vez mais forte. Em inglês arcaico, “gentry” significa “de origem nobre”. Isso já dá uma ideia do que gentrificação expressa. Ela acontece quando um bairro ou uma região tem sua dinâmica alterada pela chegada de novos comércios ou empreendimentos imobiliários que trazem consigo a valorização do local e afetam a população que vive ali, que precisa de mais dinheiro para continuar morando onde sempre morou, o que nem sempre é possível.


O resultado é a migração dessas pessoas para outras áreas e o fechamento dos comércios menores que resistiam por anos. Não há grande cidade que não tenha passado por um processo gentrificador em alguma região. Apesar de não ser fenômeno novo, ele se tornou mais relevante com a aceleração da economia global.


Muitas vezes o processo é confundido com uma revitalização urbana, principalmente quando acontece de forma velada, gradativa. “A gentrificação sempre fez parte do processo da expansão das grandes cidades. Ela ocorre pelo interesse do setor privado, com a contribuição dos governos por meio de legislações de uso e ocupação do solo e o plano diretor dos municípios”, explica Luiz Kohara, do Centro Gaspar Garcia de Direitos Humanos, doutor pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (USP). Assim, empreendimentos ressaltam melhorias de acesso e segurança e shopping centers prometem gerar mais empregos na região. Tudo em nome de um bem para a população. “Mas quase sempre com medidas de curto prazo e sem preocupação com os efeitos coletivos, sistêmicos, de cada obra”, diz.


(Rafael Tonon. Revista Galileu, 29 de novembro de 2013. Adaptado)

No contexto em que foi empregado, o termo “premente” (1o parágrafo) é sinônimo de
Alternativas
Q3515339 Português

Leia o texto para responder à questão.


Como a especulação imobiliária altera a cidade



“A gentrificação é o mal urbano da nossa era. É a questão mais premente hoje quando falamos em habitação e urbanismo”, diz o urbanista Alan Ehrenhalt, autor de A grande inversão e o futuro da cidade americana. Ehrenhalt estuda como as cidades vivem esse fenômeno urbano cada vez mais forte. Em inglês arcaico, “gentry” significa “de origem nobre”. Isso já dá uma ideia do que gentrificação expressa. Ela acontece quando um bairro ou uma região tem sua dinâmica alterada pela chegada de novos comércios ou empreendimentos imobiliários que trazem consigo a valorização do local e afetam a população que vive ali, que precisa de mais dinheiro para continuar morando onde sempre morou, o que nem sempre é possível.


O resultado é a migração dessas pessoas para outras áreas e o fechamento dos comércios menores que resistiam por anos. Não há grande cidade que não tenha passado por um processo gentrificador em alguma região. Apesar de não ser fenômeno novo, ele se tornou mais relevante com a aceleração da economia global.


Muitas vezes o processo é confundido com uma revitalização urbana, principalmente quando acontece de forma velada, gradativa. “A gentrificação sempre fez parte do processo da expansão das grandes cidades. Ela ocorre pelo interesse do setor privado, com a contribuição dos governos por meio de legislações de uso e ocupação do solo e o plano diretor dos municípios”, explica Luiz Kohara, do Centro Gaspar Garcia de Direitos Humanos, doutor pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (USP). Assim, empreendimentos ressaltam melhorias de acesso e segurança e shopping centers prometem gerar mais empregos na região. Tudo em nome de um bem para a população. “Mas quase sempre com medidas de curto prazo e sem preocupação com os efeitos coletivos, sistêmicos, de cada obra”, diz.


(Rafael Tonon. Revista Galileu, 29 de novembro de 2013. Adaptado)

Assinale a alternativa que apresenta uma definição de “gentrificação” que está de acordo com as informações do texto.
Alternativas
Q3515338 Português

Leia a tira para responder à questão.


Q1.png (292×287)


(Charles M. Schulz. Snoopy. Assim é a vida, Charlie Brown. L&PM Pocket, 2007)

O trecho destacado em “Se você começar a entrar de cabeça, estaremos todos em apuros” (3o quadro) estabelece com o restante do período apresentado uma relação de
Alternativas
Q3515337 Português

Leia a tira para responder à questão.


Q1.png (292×287)


(Charles M. Schulz. Snoopy. Assim é a vida, Charlie Brown. L&PM Pocket, 2007)

O termo “melhor” (1o quadro) pertence à mesma classe gramatical que aquele destacado em:
Alternativas
Q3515336 Português

Leia a tira para responder à questão.


Q1.png (292×287)


(Charles M. Schulz. Snoopy. Assim é a vida, Charlie Brown. L&PM Pocket, 2007)

É correto afirmar que o humor da tira está ligado, principalmente, ao emprego que se faz da expressão:
Alternativas
Q3450648 Pedagogia
Um agente de apoio educacional está planejando atividades de avaliação para uma turma do ensino fundamental. Qual estratégia está alinhada com o conceito de AcA?
Alternativas
Q3450647 Pedagogia
Em uma comunidade escolar, observa-se que os alunos leem fluentemente, mas raramente escrevem fora das tarefas escolares. Qual estratégia poderia ser adotada para estimular o letramento em escrita desses alunos?
Alternativas
Q3450646 Pedagogia
Um agente de apoio educacional está auxiliando na implementação da BNCC em uma escola rural. Qual estratégia está em conformidade com a BNCC para promover a inclusão das características regionais no currículo?
Alternativas
Q3450645 Psiquiatria
Carlos, um adulto, tem dificuldade em manter o foco no trabalho e frequentemente comete erros por descuido. Ele também é impulsivo e tem dificuldade em seguir instruções. Qual é o tratamento mais indicado para Carlos?
Alternativas
Q3450644 Literatura
Considerando o Romantismo brasileiro, que se iniciou em 1836, um professor pede aos alunos que identifiquem características desse período. Analise as proposições abaixo:

I. A primeira geração do romantismo brasileiro é marcada pelo indianismo.
II. O Romantismo no Brasil é conhecido pela objetividade e racionalismo.
III. O Romantismo brasileiro é dividido em três fases, cada uma com suas particularidades.

Assinale a alternativa CORRETA: 
Alternativas
Q3450643 Pedagogia
Em uma escola da rede pública, um aluno do 2º ano do ensino fundamental apresenta dificuldades em compreender textos longos. Considerando as estratégias de alfabetização e letramento, qual seria a abordagem inicial mais adequada para apoiar esse aluno?
Alternativas
Respostas
1001: C
1002: D
1003: E
1004: C
1005: D
1006: A
1007: B
1008: E
1009: D
1010: A
1011: E
1012: A
1013: D
1014: B
1015: A
1016: D
1017: C
1018: A
1019: C
1020: A