Foram encontradas 332 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
Segundo reportagem da BBC Brasil, atualmente, as bebidas energéticas são muito consumidas pelos jovens e, por isso mesmo, pesquisadores estão preocupados com os efeitos de seus principais ingredientes: o açúcar e a cafeína. As empresas fabricantes alegam que esses ingredientes também são encontrados em outras bebidas, como os refrigerantes de cola, conforme ilustra a figura a seguir.

ALVIN, Mariana. O que as bebidas energéticas prometem e como realmente impactam a saúde. BBC News Brasil. 21 fev. 2020. Disponível em:
<https://www.bbc.com/portuguese/geral-51580835. Acesso em: 27 fev. 2020.
Nos dados apresentados, a quantidade de
Leia o texto a seguir.
Os segredos matemáticos da migração
Todos os anos, milhões de aves migram por milhares de quilômetros indo e voltando de seus lares de inverno. Para dar uma idéia das distâncias que podem estar envolvidas, o pássaro marinho rabo-de-junco-preto voa até 15 mil quilômetros para ir e outros 15 mil para voltar. Já as andorinhas-do-marártico voam trajetos anuais de ida e volta que podem chegar a 35 mil quilômetros no total. Tanto o grou americano quanto o grou do Canadá são capazes de voar por até 4 mil quilômetros, no total, por ano, para realizar sua migração. E a andorinha-de-bando, anualmente, voa cerca de 4,5 mil quilômetros no trajeto de ida e percorre a mesma distância para voltar.
DELVIN, K. O instinto matemático. Rio de Janeiro: Record, 2009. (Adaptado)
Com base no texto, considerando o pássaro que percorre
a maior distância em seu trajeto anual de migração (ida e
volta) e o pássaro que percorre a menor distância, qual é
a diferença entre esses dois valores, em quilômetros?
Leia o cartum a seguir.

O humor contido no cartum faz alusão a um conceito
matemático, que é o fato dos números naturais 5 e 7
serem “primos entre si”. Isso significa que
Leia o texto a seguir.
No Brasil, um em cada quatro motoristas já utiliza carro alugado e a expectativa da associação do setor é que essa participação aumente ainda mais. Hoje, segundo a associação, 150 mil motoristas já trabalham com veículos alugados no país.
Disponível em:<https://www.abla.com.br/um-a-cada-quatro-motoristasde-aplicativos-aluga-o-veiculo/> . Acesso em: 6 mar. 2020. (Adaptado)
De acordo com o texto, a quantidade de motoristas de aplicativos que não aluga carro, em milhares de motoristas, é de:
Texto I
Filha mostra pai triste por fracasso em vendas e imagem gera solidariedade
No último dia 5 de março, N. C. S., de 16 anos, usou as redes sociais para fazer um desabafo. A garota lamentou a frustração do pai, A. S., de 51 anos, que não teve sucesso em seu primeiro dia de negócio: venda de salgados e bolos na Praça do Sossego, no bairro Pantanal, em Duque de Caxias.
Além da foto compartilhada por N., ela também escreveu: “Esse homem da foto é meu pai, homem simples que já tentou de tudo nessa vida. Já foi pedreiro, já tentou ser vereador kkk, já tentou ser famoso, já foi manteiro e até cobrador de ônibus. Infelizmente, nesse último emprego dele, ele foi despedido”.
“E o último salário dele, ele investiu em máquinas pra fazer lanches pra vender na rua, temos de TUDO!!! Hoje foi nosso primeiro dia na pracinha perto da nossa casa vendendo, e na foto de cima, é ele pensativo por não ter vendido nada hoje”, continuou. “Acredito que tudo tem um propósito, e que nada é em vão”.
A imagem viralizou nas redes sociais, tendo mais de 92 mil compartilhamentos, além de 203 mil curtidas. Poucos dias depois, o negócio engrenou, com direito até a filas para comprar salgado.
]
Disponível em:<https://istoe.com.br>
Texto I
Filha mostra pai triste por fracasso em vendas e imagem gera solidariedade
No último dia 5 de março, N. C. S., de 16 anos, usou as redes sociais para fazer um desabafo. A garota lamentou a frustração do pai, A. S., de 51 anos, que não teve sucesso em seu primeiro dia de negócio: venda de salgados e bolos na Praça do Sossego, no bairro Pantanal, em Duque de Caxias.
Além da foto compartilhada por N., ela também escreveu: “Esse homem da foto é meu pai, homem simples que já tentou de tudo nessa vida. Já foi pedreiro, já tentou ser vereador kkk, já tentou ser famoso, já foi manteiro e até cobrador de ônibus. Infelizmente, nesse último emprego dele, ele foi despedido”.
“E o último salário dele, ele investiu em máquinas pra fazer lanches pra vender na rua, temos de TUDO!!! Hoje foi nosso primeiro dia na pracinha perto da nossa casa vendendo, e na foto de cima, é ele pensativo por não ter vendido nada hoje”, continuou. “Acredito que tudo tem um propósito, e que nada é em vão”.
A imagem viralizou nas redes sociais, tendo mais de 92 mil compartilhamentos, além de 203 mil curtidas. Poucos dias depois, o negócio engrenou, com direito até a filas para comprar salgado.
]
Disponível em:<https://istoe.com.br>
Texto I
Filha mostra pai triste por fracasso em vendas e imagem gera solidariedade
No último dia 5 de março, N. C. S., de 16 anos, usou as redes sociais para fazer um desabafo. A garota lamentou a frustração do pai, A. S., de 51 anos, que não teve sucesso em seu primeiro dia de negócio: venda de salgados e bolos na Praça do Sossego, no bairro Pantanal, em Duque de Caxias.
Além da foto compartilhada por N., ela também escreveu: “Esse homem da foto é meu pai, homem simples que já tentou de tudo nessa vida. Já foi pedreiro, já tentou ser vereador kkk, já tentou ser famoso, já foi manteiro e até cobrador de ônibus. Infelizmente, nesse último emprego dele, ele foi despedido”.
“E o último salário dele, ele investiu em máquinas pra fazer lanches pra vender na rua, temos de TUDO!!! Hoje foi nosso primeiro dia na pracinha perto da nossa casa vendendo, e na foto de cima, é ele pensativo por não ter vendido nada hoje”, continuou. “Acredito que tudo tem um propósito, e que nada é em vão”.
A imagem viralizou nas redes sociais, tendo mais de 92 mil compartilhamentos, além de 203 mil curtidas. Poucos dias depois, o negócio engrenou, com direito até a filas para comprar salgado.
]
Disponível em:<https://istoe.com.br>
Texto I
Filha mostra pai triste por fracasso em vendas e imagem gera solidariedade
No último dia 5 de março, N. C. S., de 16 anos, usou as redes sociais para fazer um desabafo. A garota lamentou a frustração do pai, A. S., de 51 anos, que não teve sucesso em seu primeiro dia de negócio: venda de salgados e bolos na Praça do Sossego, no bairro Pantanal, em Duque de Caxias.
Além da foto compartilhada por N., ela também escreveu: “Esse homem da foto é meu pai, homem simples que já tentou de tudo nessa vida. Já foi pedreiro, já tentou ser vereador kkk, já tentou ser famoso, já foi manteiro e até cobrador de ônibus. Infelizmente, nesse último emprego dele, ele foi despedido”.
“E o último salário dele, ele investiu em máquinas pra fazer lanches pra vender na rua, temos de TUDO!!! Hoje foi nosso primeiro dia na pracinha perto da nossa casa vendendo, e na foto de cima, é ele pensativo por não ter vendido nada hoje”, continuou. “Acredito que tudo tem um propósito, e que nada é em vão”.
A imagem viralizou nas redes sociais, tendo mais de 92 mil compartilhamentos, além de 203 mil curtidas. Poucos dias depois, o negócio engrenou, com direito até a filas para comprar salgado.
]
Disponível em:<https://istoe.com.br>
Texto I
Filha mostra pai triste por fracasso em vendas e imagem gera solidariedade
No último dia 5 de março, N. C. S., de 16 anos, usou as redes sociais para fazer um desabafo. A garota lamentou a frustração do pai, A. S., de 51 anos, que não teve sucesso em seu primeiro dia de negócio: venda de salgados e bolos na Praça do Sossego, no bairro Pantanal, em Duque de Caxias.
Além da foto compartilhada por N., ela também escreveu: “Esse homem da foto é meu pai, homem simples que já tentou de tudo nessa vida. Já foi pedreiro, já tentou ser vereador kkk, já tentou ser famoso, já foi manteiro e até cobrador de ônibus. Infelizmente, nesse último emprego dele, ele foi despedido”.
“E o último salário dele, ele investiu em máquinas pra fazer lanches pra vender na rua, temos de TUDO!!! Hoje foi nosso primeiro dia na pracinha perto da nossa casa vendendo, e na foto de cima, é ele pensativo por não ter vendido nada hoje”, continuou. “Acredito que tudo tem um propósito, e que nada é em vão”.
A imagem viralizou nas redes sociais, tendo mais de 92 mil compartilhamentos, além de 203 mil curtidas. Poucos dias depois, o negócio engrenou, com direito até a filas para comprar salgado.
]
Disponível em:<https://istoe.com.br>
Texto I
Filha mostra pai triste por fracasso em vendas e imagem gera solidariedade
No último dia 5 de março, N. C. S., de 16 anos, usou as redes sociais para fazer um desabafo. A garota lamentou a frustração do pai, A. S., de 51 anos, que não teve sucesso em seu primeiro dia de negócio: venda de salgados e bolos na Praça do Sossego, no bairro Pantanal, em Duque de Caxias.
Além da foto compartilhada por N., ela também escreveu: “Esse homem da foto é meu pai, homem simples que já tentou de tudo nessa vida. Já foi pedreiro, já tentou ser vereador kkk, já tentou ser famoso, já foi manteiro e até cobrador de ônibus. Infelizmente, nesse último emprego dele, ele foi despedido”.
“E o último salário dele, ele investiu em máquinas pra fazer lanches pra vender na rua, temos de TUDO!!! Hoje foi nosso primeiro dia na pracinha perto da nossa casa vendendo, e na foto de cima, é ele pensativo por não ter vendido nada hoje”, continuou. “Acredito que tudo tem um propósito, e que nada é em vão”.
A imagem viralizou nas redes sociais, tendo mais de 92 mil compartilhamentos, além de 203 mil curtidas. Poucos dias depois, o negócio engrenou, com direito até a filas para comprar salgado.
]
Disponível em:<https://istoe.com.br>
A inclusão social é o termo utilizado para designar toda e qualquer política de inserção de pessoas ou grupos excluídos na sociedade. Portanto, falar de inclusão social é remeter ao seu inverso, a exclusão social.
Nesse sentido, para estabelecer uma ação de inclusão social, primeiramente é necessário observar e identificar quais seriam aqueles que estariam sistematicamente excluídos da sociedade, ou seja, que não gozam dos seus benefícios e direitos básicos, como saúde, educação, emprego, renda, lazer, cultura, entre outros.
De certo modo, é muito difícil que alguém ou algum grupo social esteja totalmente excluído de toda a sociedade. Geralmente, isso ocorre sobre uma parte dela. Assim, falar de inclusão é falar de democratizar os diferentes espaços para aqueles que não possuem acesso direto a eles.
Por exemplo: as cotas raciais seriam uma medida de inclusão dos negros na universidade, no sentido de que esse grupo de pessoas, por razões históricas, possui estatisticamente maiores limitações materiais para alcançar o nível superior. Outro caso seria a adoção de medidas de acessibilidade para idosos e deficientes físicos que não conseguem acessar ou se deslocar em espaços públicos das cidades.
A Secretaria Especial dos Direitos Humanos[1] resume alguns dados que podemos considerar como exemplos de exclusão social: 125 milhões de crianças no mundo não frequentam a escola, sendo dois terços delas mulheres; somente 1% dos deficientes físicos frequentam a escola em países subdesenvolvidos e emergentes; e 12 milhões de crianças morrem por problemas relacionados com a falta de recursos por ano.
Vale lembrar que, por exemplo, caso uma pessoa seja de determinada etnia, ou cor, ou possua algum tipo de deficiência física ou seja portadora de necessidades especiais, ela não é automaticamente uma pessoa socialmente excluída. No entanto, se a sociedade não oferece condições e faz com que qualquer uma dessas características se torne um impeditivo à liberdade humana, então há um caso de exclusão social. Portanto, mais do que uma expressão, a exclusão social é, de certo modo, uma forma de violência ao ser ou à dignidade humana, uma vez que impede um indivíduo de exercer a sua cidadania por razões eticamente não justificáveis.
Nesse contexto, a inclusão social transformou-se em um objetivo a ser perseguido por várias pessoas, em uma forma de luta. Assim, existem atualmente inúmeros movimentos sociais que reivindicam da sociedade geral e do poder público a efetuação de uma política real de contrapeso às diferenças históricas e sociais constituídas no cerne da história da civilização moderna. No Brasil, por exemplo, existem os movimentos de feministas, de negros, de homossexuais, de praticantes de religiões africanas, de portadores de necessidades especiais etc.
Mais do que um esforço do governo em suas diferentes escalas, é preciso também uma maior ação social para a promoção de políticas de inclusão social. Isso envolve diversas áreas da sociedade, como a educação e a cultura, entre outras. Por isso, esforços coletivos e individuais que visem romper preconceitos e ações coercitivas são necessários para uma melhor vivência cotidiana.
[1] Secretaria Especial dos Direitos Humanos. Ética e cidadania: construindo valores na escola e na sociedade. Brasília: Ministério da Educação, SEIF, SEMTEC, SEED, 2003. Disponível em: http://www.oei.es/quipu/brasil/ec_inclu.pdf.
Texto adaptado de: http://mundoeducacao.bol.uol.com.br/educacao/inclusao-social.htm. Acesso em: 13 abri. 2018.
A intenção comunicativa dominante no texto é
A inclusão social é o termo utilizado para designar toda e qualquer política de inserção de pessoas ou grupos excluídos na sociedade. Portanto, falar de inclusão social é remeter ao seu inverso, a exclusão social.
Nesse sentido, para estabelecer uma ação de inclusão social, primeiramente é necessário observar e identificar quais seriam aqueles que estariam sistematicamente excluídos da sociedade, ou seja, que não gozam dos seus benefícios e direitos básicos, como saúde, educação, emprego, renda, lazer, cultura, entre outros.
De certo modo, é muito difícil que alguém ou algum grupo social esteja totalmente excluído de toda a sociedade. Geralmente, isso ocorre sobre uma parte dela. Assim, falar de inclusão é falar de democratizar os diferentes espaços para aqueles que não possuem acesso direto a eles.
Por exemplo: as cotas raciais seriam uma medida de inclusão dos negros na universidade, no sentido de que esse grupo de pessoas, por razões históricas, possui estatisticamente maiores limitações materiais para alcançar o nível superior. Outro caso seria a adoção de medidas de acessibilidade para idosos e deficientes físicos que não conseguem acessar ou se deslocar em espaços públicos das cidades.
A Secretaria Especial dos Direitos Humanos[1] resume alguns dados que podemos considerar como exemplos de exclusão social: 125 milhões de crianças no mundo não frequentam a escola, sendo dois terços delas mulheres; somente 1% dos deficientes físicos frequentam a escola em países subdesenvolvidos e emergentes; e 12 milhões de crianças morrem por problemas relacionados com a falta de recursos por ano.
Vale lembrar que, por exemplo, caso uma pessoa seja de determinada etnia, ou cor, ou possua algum tipo de deficiência física ou seja portadora de necessidades especiais, ela não é automaticamente uma pessoa socialmente excluída. No entanto, se a sociedade não oferece condições e faz com que qualquer uma dessas características se torne um impeditivo à liberdade humana, então há um caso de exclusão social. Portanto, mais do que uma expressão, a exclusão social é, de certo modo, uma forma de violência ao ser ou à dignidade humana, uma vez que impede um indivíduo de exercer a sua cidadania por razões eticamente não justificáveis.
Nesse contexto, a inclusão social transformou-se em um objetivo a ser perseguido por várias pessoas, em uma forma de luta. Assim, existem atualmente inúmeros movimentos sociais que reivindicam da sociedade geral e do poder público a efetuação de uma política real de contrapeso às diferenças históricas e sociais constituídas no cerne da história da civilização moderna. No Brasil, por exemplo, existem os movimentos de feministas, de negros, de homossexuais, de praticantes de religiões africanas, de portadores de necessidades especiais etc.
Mais do que um esforço do governo em suas diferentes escalas, é preciso também uma maior ação social para a promoção de políticas de inclusão social. Isso envolve diversas áreas da sociedade, como a educação e a cultura, entre outras. Por isso, esforços coletivos e individuais que visem romper preconceitos e ações coercitivas são necessários para uma melhor vivência cotidiana.
[1] Secretaria Especial dos Direitos Humanos. Ética e cidadania: construindo valores na escola e na sociedade. Brasília: Ministério da Educação, SEIF, SEMTEC, SEED, 2003. Disponível em: http://www.oei.es/quipu/brasil/ec_inclu.pdf.
Texto adaptado de: http://mundoeducacao.bol.uol.com.br/educacao/inclusao-social.htm. Acesso em: 13 abri. 2018.
O quarto parágrafo do texto corresponde ao desenvolvimento de ideia explicitada
Com relação às atribuições do Coordenador de Equipe na revista de Centro de Atendimento, marque V para verdadeiro ou F para falso e, em seguida, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.
( ) Dividir a equipe de segurança interna do Centro de Atendimento e designar a função de cada Agente de Apoio Socioeducativo na revista.
( ) Finalizar o trabalho somente quando todo o material não permitido for relacionado e retirado do Centro de Atendimento.
( ) Revistar o Centro de Atendimento quinzenalmente, de acordo com as Diretrizes de Segurança.
( ) Possuir e criar ferramentas e equipamentos para melhor a execução das revistas minuciosas.
