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Q2337995 Medicina
As parasitoses intestinais constituem um grave problema de saúde pública, principalmente nos países em desenvolvimento. No Brasil, encontram bastante disseminadas e com alta prevalência. Em relação a essas doenças, é CORRETO afirmar:
Alternativas
Q2337994 Medicina
Sobre as deficiências nutricionais e anemias na infância, assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q2337993 Medicina
O conhecimento dos efeitos colaterais dos anti-hipertensivos é importante para ajudar na escolha mais apropriada para cada perfil de paciente. Assinale a alternativa que corresponde ao efeito colateral da respectiva classe de anti-hipertensivo de primeira linha:
Alternativas
Q2337992 Medicina
Dada a alta prevalência e impacto de problemas crônicos de saúde entre pacientes mais velhos, intervenções baseadas em evidências para resolver esses problemas se tornam cada vez mais importantes para maximizar a quantidade e a qualidade de vida dos idosos. Assim, de acordo com as evidências atuais para manutenção da saúde do idoso, aconselha-se:
Alternativas
Q2337991 Medicina
Homem, 22 anos, chega à Unidade Básica de Saúde da Família queixando-se de disúria, estrangúria e corrimento uretral mucupurulento. Não tem sinais infecciosos sistêmicos. Tem vida sexual ativa, sem parceira fixa e faz uso irregular de preservativos. Em relação ao caso, assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q2337990 Medicina
Homem de 66 anos, diabético e cardiopata, deu entrada ao pronto-atendimento com queixa de falta de ar. Há relato de familiares que o quadro se iniciou há 5 dias com febre e calafrios, seguidos por tosse seca e dor ao puxar o ar. Não tem história de episódios anteriores semelhantes ou de internações hospitalares prévias.

Ao exame, sua pressão arterial foi de 120X80 mmHg, frequência cardíaca de 80 bpm e frequência respiratória de 26 irpm. Encontra-se desorientado e febril (T=38ºC). A saturação periférica foi 92% em ar ambiente. Glicemia capilar de 400 mg/dl. Ausculta respiratória com presença de estertores crepitantes em base de hemitórax esquerdo. Na emergência, realizou radiografia de tórax que mostrou presença de condensação em lobo inferior de pulmão esquerdo.

Em relação ao caso, assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q2337989 Medicina
A Cetoacidose Diabética é uma complicação aguda do Diabetes Mellitus. É a principal causa de óbito em jovens com Diabetes Mellitus tipo 1. Requer reconhecimento diagnóstico precoce, com tratamento imediato. Em relação a esta emergência hiperglicêmica, é CORRETO afirmar:
Alternativas
Q2337988 Medicina
Hipercalemia é um problema clínico comum, definida por altos níveis séricos de potássio. Precisa ser prontamente tratada, pois pode levar a manifestações graves como fraqueza ou paralisia muscular, anomalias de condução cardíaca e arritmias cardíacas. Das condições abaixo, qual é causa de hipercalemia?
Alternativas
Q2337987 Medicina
Mulher, 39 anos, procurou a Unidade Básica de Saúde da Família para realizar exames. Suas queixas principais eram cansaço e sonolência. Tem história familiar de Diabetes Mellitus. Ao exame, estava com IMC=32 kg/m² e tinha presença de acantose nigricans em região cervical. Apresentou uma glicemia em jejum de 129 mg/dl. Entre as condutas para definição diagnóstica, assinale a alternativa CORRETA: 
Alternativas
Q2337250 Raciocínio Lógico
Tales, Tereza, Ticiana e Túlio moram em cidades do Nordeste. Tales mora em Recife ou Tereza mora em Natal. Se Ticiana mora em João Pessoa, então Túlio não mora em Maceió. Se Tereza mora em Natal, então Túlio mora em Maceió. Ticiana mora em João Pessoa. Assim, pode-se concluir que: 
Alternativas
Q2337249 Raciocínio Lógico
A respeito do estado civil de Sabrina, Serena, Sílvia e Sônia, sabe-se que:
· Sabrina é casada ou Serena é casada. · Se Serena é casada, então Sílvia é solteira. · Sílvia é casada se, e somente se, Sônia é solteira.
Se Sônia é solteira, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q2337248 Raciocínio Lógico
Patrícia, Penélope e Poliana são casadas, não necessariamente nesta ordem, com Rafael, Renato e Roberto. Um dos casais tem apenas 1 filho, o outro exatamente 2 filhos e o outro exatamente três filhos. Patrícia e seu marido têm apenas 1 filho; O marido de Poliana é Roberto; Penélope e o marido não têm exatamente 2 filhos e o marido de Penélope não é Rafael. Qual alternativa tem o número exato de filhos de Rafael, Renato e Roberto, nesta ordem? 
Alternativas
Q2337247 Raciocínio Lógico
Jáder, Jorge e Juliana são irmãos que cursam, em alguma ordem, Direito, Pedagogia e Jornalismo e estão em semestres diferentes do curso. Eles estão cursando, em alguma ordem, o primeiro, o quarto e o oitavo semestres de seu respectivo curso. Sabemos que: quem faz direito está no primeiro semestre; Jorge cursa Pedagogia; Quem está no quarto semestre não é Jorge; Jáder não cursa Direito. Deste modo, quem está cursando o primeiro, o quarto e o oitavo semestre, nesta ordem?
Alternativas
Q2337245 Raciocínio Lógico
A sequência de Fibonacci é obtida da seguinte forma: os dois primeiros termos são iguais a 1 e, a partir do terceiro, cada termo é igual à soma dos dois termos anteriores, obtendo a sequência 1, 1, 2, 3, 5, … Deste modo, qual alternativa apresenta apenas números que fazem parte da sequência de Fibonacci?
Alternativas
Q2337244 Raciocínio Lógico
Considere três proposições simples: p, q e r. Qual das alternativas apresenta uma situação em que, a proposição pɅq→ (~r) é falsa?
Alternativas
Q2337242 Raciocínio Lógico
Qual das alternativas tem uma proposição que é a negação de “se eu consumi bebidas alcoólicas, eu não vou dirigir”?
Alternativas
Q2337241 Português
Por que tantas mulheres continuam em relacionamentos abusivos


Por Ana Prado

Atualizado em 02 de maio de 2018, 17h06 – Publicado em 02 de maio de 2018, 16h49.


      É muito provável que você conheça alguém que já esteve – ou que está – em um relacionamento abusivo. Relações em que há agressões físicas, verbais ou psicológicas são, infelizmente, algo muito comum.

      Apesar de o tema estar sendo discutido mais amplamente na mídia, e de aquele papo antigo de “não meter a colher” em briga de casal estar finalmente sendo deixado de lado, ainda é muito comum que se culpe a vítima pela situação. Afinal, pensam muitas pessoas, por que as mulheres ainda “deixam” que isso aconteça? Por que se “submetem” a isso em vez de simplesmente irem embora?

        Em um artigo publicado no site The Conversation, o professor e pesquisador Daniel G. Saunders, da Universidade de Michigan, fala sobre seus estudos a respeito desse assunto e traz alguma luz para que se entenda o que impede as mulheres de se livrarem de relacionamentos abusivos.

        A resposta, como se pode imaginar, está ligada a uma série de fatores. Um dos mais comuns é a falta de recursos – a mulher talvez não tenha um emprego, ou não ganhe o suficiente para se sustentar sozinha. Se ela tiver filhos, a situação fica ainda mais complicada.

         Outro motivo é a falta de apoio da família, amigos e colegas, que muitas vezes não acreditam ou até culpam a vítima pelo abuso; e há ainda o medo: afinal, as mulheres podem ter motivos reais para temer por sua vida caso deixem seu companheiro. Um estudo feito pelo próprio professor Saunders constatou que o risco de homicídio aumenta logo depois de a vítima deixar o abusador.

         Mas há outras razões, menos visíveis, que mantêm a vítima presa a essa relação:

         - O parceiro não é violento o tempo todo, mas também se mostra gentil e sensível;

         - O parceiro se mostra arrependido e a vítima fica com pena;

        - O parceiro diz que vai procurar tratamento e a vítima cria esperanças de que ele vá mudar.

      “Deixar o parceiro é frequentemente um processo complexo com vários estágios: minimizar o abuso e tentar ajudar o agressor; abrir os olhos ao fato de que o relacionamento é abusivo e perder a esperança de que vai melhorar; e, finalmente, focar nas próprias necessidades de segurança e sanidade e lutar para superar os obstáculos externos”, escreve o professor.

        Quando o abusador é um homem de status ou alguém querido na comunidade, a vítima tem ainda outros dois fortes motivos para ficar relutante: por um lado, o medo de destruir a carreira do parceiro; de outro, o de não acreditarem em sua palavra.

Descrença pública

         O medo da descrença de outras pessoas é bem fundamentado. “Em um estudo, o público via um ataque contra um parceiro íntimo como menos grave do que um ataque a um estranho, ainda que o mesmo nível de força fosse usado”, escreve Saunders.

        “Embora a aceitação pública do abuso doméstico tenha diminuído com o tempo, a culpabilização das vítimas está ligada a pontos de vista machistas, como a crença de que a discriminação contra a mulher não é mais um problema e homens e mulheres têm oportunidades iguais”, completa.

       Esse tipo de comportamento não está restrito a pessoas leigas: profissionais de saúde, terapeutas conjugais, juízes, policiais e outras autoridades que deveriam proteger as vítimas muitas vezes as ignoram, as desacreditam ou minimizam as agressões.

       Para ajudar a combater esse tipo de erro, o professor sugere que se envolvam meninos e homens no combate à violência doméstica, educando-os sobre o assunto e incentivando um comportamento mais cuidadoso e respeitoso para com as mulheres.

        E há ainda uma solução mais imediata: “É preciso pouco ou nenhum treinamento para que os profissionais, ou qualquer outra pessoa, deem crédito às experiências das vítimas e, assim, possam ajudá-las a cultivar a força interior para conseguir sair dessa relação”, escreve. Para isso, basta mostrar a essas mulheres que elas não estão sozinhas e que você acredita nelas. Isso já faz muita diferença. 


Disponível em: <https://super.abril.com.br/coluna/como-pessoas-funcionam/por-que-tantas-mulheres-continuam-em-relacionamentos-abusivos/>. Acesso em: 21 nov. 2023.
A partir do Texto 2, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q2337240 Português
Por que tantas mulheres continuam em relacionamentos abusivos


Por Ana Prado

Atualizado em 02 de maio de 2018, 17h06 – Publicado em 02 de maio de 2018, 16h49.


      É muito provável que você conheça alguém que já esteve – ou que está – em um relacionamento abusivo. Relações em que há agressões físicas, verbais ou psicológicas são, infelizmente, algo muito comum.

      Apesar de o tema estar sendo discutido mais amplamente na mídia, e de aquele papo antigo de “não meter a colher” em briga de casal estar finalmente sendo deixado de lado, ainda é muito comum que se culpe a vítima pela situação. Afinal, pensam muitas pessoas, por que as mulheres ainda “deixam” que isso aconteça? Por que se “submetem” a isso em vez de simplesmente irem embora?

        Em um artigo publicado no site The Conversation, o professor e pesquisador Daniel G. Saunders, da Universidade de Michigan, fala sobre seus estudos a respeito desse assunto e traz alguma luz para que se entenda o que impede as mulheres de se livrarem de relacionamentos abusivos.

        A resposta, como se pode imaginar, está ligada a uma série de fatores. Um dos mais comuns é a falta de recursos – a mulher talvez não tenha um emprego, ou não ganhe o suficiente para se sustentar sozinha. Se ela tiver filhos, a situação fica ainda mais complicada.

         Outro motivo é a falta de apoio da família, amigos e colegas, que muitas vezes não acreditam ou até culpam a vítima pelo abuso; e há ainda o medo: afinal, as mulheres podem ter motivos reais para temer por sua vida caso deixem seu companheiro. Um estudo feito pelo próprio professor Saunders constatou que o risco de homicídio aumenta logo depois de a vítima deixar o abusador.

         Mas há outras razões, menos visíveis, que mantêm a vítima presa a essa relação:

         - O parceiro não é violento o tempo todo, mas também se mostra gentil e sensível;

         - O parceiro se mostra arrependido e a vítima fica com pena;

        - O parceiro diz que vai procurar tratamento e a vítima cria esperanças de que ele vá mudar.

      “Deixar o parceiro é frequentemente um processo complexo com vários estágios: minimizar o abuso e tentar ajudar o agressor; abrir os olhos ao fato de que o relacionamento é abusivo e perder a esperança de que vai melhorar; e, finalmente, focar nas próprias necessidades de segurança e sanidade e lutar para superar os obstáculos externos”, escreve o professor.

        Quando o abusador é um homem de status ou alguém querido na comunidade, a vítima tem ainda outros dois fortes motivos para ficar relutante: por um lado, o medo de destruir a carreira do parceiro; de outro, o de não acreditarem em sua palavra.

Descrença pública

         O medo da descrença de outras pessoas é bem fundamentado. “Em um estudo, o público via um ataque contra um parceiro íntimo como menos grave do que um ataque a um estranho, ainda que o mesmo nível de força fosse usado”, escreve Saunders.

        “Embora a aceitação pública do abuso doméstico tenha diminuído com o tempo, a culpabilização das vítimas está ligada a pontos de vista machistas, como a crença de que a discriminação contra a mulher não é mais um problema e homens e mulheres têm oportunidades iguais”, completa.

       Esse tipo de comportamento não está restrito a pessoas leigas: profissionais de saúde, terapeutas conjugais, juízes, policiais e outras autoridades que deveriam proteger as vítimas muitas vezes as ignoram, as desacreditam ou minimizam as agressões.

       Para ajudar a combater esse tipo de erro, o professor sugere que se envolvam meninos e homens no combate à violência doméstica, educando-os sobre o assunto e incentivando um comportamento mais cuidadoso e respeitoso para com as mulheres.

        E há ainda uma solução mais imediata: “É preciso pouco ou nenhum treinamento para que os profissionais, ou qualquer outra pessoa, deem crédito às experiências das vítimas e, assim, possam ajudá-las a cultivar a força interior para conseguir sair dessa relação”, escreve. Para isso, basta mostrar a essas mulheres que elas não estão sozinhas e que você acredita nelas. Isso já faz muita diferença. 


Disponível em: <https://super.abril.com.br/coluna/como-pessoas-funcionam/por-que-tantas-mulheres-continuam-em-relacionamentos-abusivos/>. Acesso em: 21 nov. 2023.
A partir do Texto 2 analise as assertivas abaixo:

I- O emprego do sinal indicativo de crase nas expressões “combate à violência doméstica” e “deem crédito às experiências das vítimas” segue a mesma regra.

II- No período “Relações em que há agressões físicas, verbais ou psicológicas são, infelizmente, algo muito comum”, há um desvio na concordância verbal.

III- Nas expressões “O medo da descrença de outras pessoas” e “necessidades de segurança e sanidade” os termos em destaque são exemplos da mesma função sintática.

IV- No período composto por subordinação “Se ela tiver filhos, a situação fica ainda mais complicada”, a oração em destaque se classifica como uma oração subordinada adverbial condicional.

V- No período composto por coordenação “O parceiro não é violento o tempo todo, mas também se mostra gentil e sensível”, a oração em destaque se classifica como uma oração coordenada sindética adversativa.

É CORRETO o que se afirma apenas em:
Alternativas
Respostas
521: B
522: B
523: A
524: E
525: A
526: E
527: B
528: C
529: A
530: C
531: B
532: C
533: A
534: E
535: A
536: B
537: D
538: D
539: B
540: C