Questões de Concurso Para médico neurologista

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Q2741463 Português

Para responder às questões de 1 a 3, leia o texto abaixo.


As raízes do racismo


Drauzio Varella


Somos seres tribais que dividem o mundo em dois grupos: o "nosso" e o "deles". Esse é o início de um artigo sobre racismo publicado na revista "Science", como parte de uma seção sobre conflitos humanos, leitura que recomendo a todos.

Tensões e suspeições intergrupais são responsáveis pela violência entre muçulmanos e hindus, católicos e protestantes, palestinos e judeus, brancos e negros, heterossexuais e homossexuais, corintianos e palmeirenses.

Num experimento clássico dos anos 1950, psicólogos americanos levaram para um acampamento adolescentes que não se conheciam.

Ao descer do ônibus, cada participante recebeu aleatoriamente uma camiseta de cor azul ou vermelha. A partir desse momento, azuis e vermelhos faziam refeições em horários diferentes, dormiam em alojamentos separados e formavam equipes adversárias em todas as brincadeiras e práticas esportivas.

A observação precisou ser interrompida antes da data prevista, por causa da violência na disputa de jogos e das brigas que irrompiam entre azuis e vermelhos.

Nos anos que se seguiram, diversas experiências semelhantes, organizadas com desconhecidos reunidos de forma arbitrária, demonstraram que consideramos os membros de nosso grupo mais espertos, justos, inteligentes e honestos do que os "outros".

Parte desse prejulgamento que fazemos "deles" é inconsciente. Você se assusta quando um adolescente negro se aproxima da janela do carro, antes de tomar consciência de que ele é jovem e tem pele escura, porque o preconceito contra homens negros tem raízes profundas.

Nos últimos 40 anos, surgiu vasta literatura científica para explicar por que razão somos tão tribais. Que fatores em nosso passado evolutivo condicionaram a necessidade de armar coligações que não encontram justificativa na civilização moderna? Por que tanta violência religiosa? Qual o sentido de corintianos se amarem e odiarem palmeirenses?

Seres humanos são capazes de colaborar uns com os outros numa escala desconhecida no reino animal, porque viver em grupo foi essencial à adaptação de nossa espécie. Agrupar-se foi a necessidade mais premente para escapar de predadores, obter alimentos e construir abrigos seguros para criar os filhos.

A própria complexidade do cérebro humano evoluiu, pelo menos em parte, em resposta às solicitações da vida comunitária.

Pertencer a um agrupamento social, no entanto, muitas vezes significou destruir outros. Quando grupos antagônicos competem por território e bens materiais, a habilidade para formar coalizões confere vantagens logísticas capazes de assegurar maior probabilidade de sobrevivência aos descendentes dos vencedores.

A contrapartida do altruísmo em relação aos "nossos" é a crueldade dirigida contra os "outros".

Na violência intergrupal do passado remoto estão fincadas as raízes dos preconceitos atuais. As interações negativas entre nossos antepassados deram origem aos comportamentos preconceituosos de hoje, porque no tempo deles o contato com outros povos era tormentoso e limitado.

Foi com as navegações e a descoberta das Américas que indivíduos de etnias diversificadas foram obrigados a conviver, embora de forma nem sempre pacífica. Estaria nesse estranhamento a origem das idiossincrasias contra negros e índios, por exemplo, povos fisicamente diferentes dos colonizadores brancos.

Preconceito racial não é questão restrita ao racismo, faz parte de um fenômeno muito mais abrangente que varia de uma cultura para outra e que se modifica com o passar do tempo. Em apenas uma geração, o apartheid norte-americano foi combatido a ponto de um negro chegar à Presidência do país.

O preconceito contra "eles" cai mais pesado sobre os homens, porque eram do sexo masculino os guerreiros que atacavam nossos ancestrais. Na literatura, essa constatação recebeu o nome de hipótese do guerreiro masculino.

A evolução moldou nosso medo de homens que pertencem a outros grupos. Para nos defendermos deles, criamos fronteiras que agrupam alguns e separam outros em obediência a critérios de cor da pele, religião, nacionalidade, convicções políticas, dialetos e até times de futebol.

Demarcada a linha divisória entre "nós" e "eles", discriminamos os que estão do lado de lá. Às vezes com violência.

Considere as afirmações abaixo.

I. De acordo com o texto, o homem tem tendência a se agrupar, tendo como base sempre a cor da pele e as características físicas.

II. O intuito da experiência científica dos psicólogos americanos na década de 1950 era obter dados que ajudassem a descrever o comportamento humano.

Está correto o que se afirma em

Alternativas
Q2741462 Português

Para responder às questões de 1 a 3, leia o texto abaixo.


As raízes do racismo


Drauzio Varella


Somos seres tribais que dividem o mundo em dois grupos: o "nosso" e o "deles". Esse é o início de um artigo sobre racismo publicado na revista "Science", como parte de uma seção sobre conflitos humanos, leitura que recomendo a todos.

Tensões e suspeições intergrupais são responsáveis pela violência entre muçulmanos e hindus, católicos e protestantes, palestinos e judeus, brancos e negros, heterossexuais e homossexuais, corintianos e palmeirenses.

Num experimento clássico dos anos 1950, psicólogos americanos levaram para um acampamento adolescentes que não se conheciam.

Ao descer do ônibus, cada participante recebeu aleatoriamente uma camiseta de cor azul ou vermelha. A partir desse momento, azuis e vermelhos faziam refeições em horários diferentes, dormiam em alojamentos separados e formavam equipes adversárias em todas as brincadeiras e práticas esportivas.

A observação precisou ser interrompida antes da data prevista, por causa da violência na disputa de jogos e das brigas que irrompiam entre azuis e vermelhos.

Nos anos que se seguiram, diversas experiências semelhantes, organizadas com desconhecidos reunidos de forma arbitrária, demonstraram que consideramos os membros de nosso grupo mais espertos, justos, inteligentes e honestos do que os "outros".

Parte desse prejulgamento que fazemos "deles" é inconsciente. Você se assusta quando um adolescente negro se aproxima da janela do carro, antes de tomar consciência de que ele é jovem e tem pele escura, porque o preconceito contra homens negros tem raízes profundas.

Nos últimos 40 anos, surgiu vasta literatura científica para explicar por que razão somos tão tribais. Que fatores em nosso passado evolutivo condicionaram a necessidade de armar coligações que não encontram justificativa na civilização moderna? Por que tanta violência religiosa? Qual o sentido de corintianos se amarem e odiarem palmeirenses?

Seres humanos são capazes de colaborar uns com os outros numa escala desconhecida no reino animal, porque viver em grupo foi essencial à adaptação de nossa espécie. Agrupar-se foi a necessidade mais premente para escapar de predadores, obter alimentos e construir abrigos seguros para criar os filhos.

A própria complexidade do cérebro humano evoluiu, pelo menos em parte, em resposta às solicitações da vida comunitária.

Pertencer a um agrupamento social, no entanto, muitas vezes significou destruir outros. Quando grupos antagônicos competem por território e bens materiais, a habilidade para formar coalizões confere vantagens logísticas capazes de assegurar maior probabilidade de sobrevivência aos descendentes dos vencedores.

A contrapartida do altruísmo em relação aos "nossos" é a crueldade dirigida contra os "outros".

Na violência intergrupal do passado remoto estão fincadas as raízes dos preconceitos atuais. As interações negativas entre nossos antepassados deram origem aos comportamentos preconceituosos de hoje, porque no tempo deles o contato com outros povos era tormentoso e limitado.

Foi com as navegações e a descoberta das Américas que indivíduos de etnias diversificadas foram obrigados a conviver, embora de forma nem sempre pacífica. Estaria nesse estranhamento a origem das idiossincrasias contra negros e índios, por exemplo, povos fisicamente diferentes dos colonizadores brancos.

Preconceito racial não é questão restrita ao racismo, faz parte de um fenômeno muito mais abrangente que varia de uma cultura para outra e que se modifica com o passar do tempo. Em apenas uma geração, o apartheid norte-americano foi combatido a ponto de um negro chegar à Presidência do país.

O preconceito contra "eles" cai mais pesado sobre os homens, porque eram do sexo masculino os guerreiros que atacavam nossos ancestrais. Na literatura, essa constatação recebeu o nome de hipótese do guerreiro masculino.

A evolução moldou nosso medo de homens que pertencem a outros grupos. Para nos defendermos deles, criamos fronteiras que agrupam alguns e separam outros em obediência a critérios de cor da pele, religião, nacionalidade, convicções políticas, dialetos e até times de futebol.

Demarcada a linha divisória entre "nós" e "eles", discriminamos os que estão do lado de lá. Às vezes com violência.

Considere as afirmações abaixo.


I. O autor afirma que a ciência comprova que há, naturalmente, grupos superiores a outros e isso justifica o racismo.

II. O autor afirma que apenas os homens tribais, não evoluídos, apresentam preconceito.


Está correto o que se afirma em

Alternativas
Ano: 2013 Banca: IADES Órgão: UFTM
Q1235222 Medicina
A insuficiência cardíaca é definida como uma síndrome clínica decorrente da disfunção do coração em suprir as necessidades metabólicas teciduais de maneira adequada, ou só realizando-as após elevação das pressões de enchimento ventricular e atrial. Nesses casos, é comum o emprego de drogas vasoativas em clientes descompensados. Considerando essas informações e de acordo com a definição, assinale alternativa correta.
Alternativas
Ano: 2013 Banca: IADES Órgão: UFTM
Q1234802 Medicina
Qual destes reflexos arcaicos você espera encontrar em um lactente normal de nove meses de idade?
Alternativas
Ano: 2013 Banca: NC-UFPR Órgão: Prefeitura de Guaratuba - PR
Q1232534 Enfermagem
Fazem parte do conceito moderno de Segurança do Paciente as seguintes medidas, EXCETO:
Alternativas
Ano: 2013 Banca: IADES Órgão: UFTM
Q1230046 Radiologia
A tomografia de crânio e seus achados na fase aguda do AVC são elementos-chave na decisão terapêutica. Quanto à tomografia de crânio, não é correto afirmar que ela possibilita
Alternativas
Ano: 2013 Banca: FUNCAB Órgão: Prefeitura de Ji-Paraná - RO
Q1225043 Português
Leia o texto abaixo e responda à questão proposta.     Poucas coisas são tão difíceis quanto fazer um balanço, estabelecer um ranking. Entre as questões inevitáveis, vejam esta: melhoramos ou pioramos? Se o critério for a renda per capita, ou o resultado de um check-up, em suma, algo que permita resultados objetivos, responder é fácil. Mas perguntemos se aumentou a liberdade no mundo, se nossa sociedade é mais democrática ou não, e tudo se complica.      Tento, ainda assim, um balanço das liberdades humanas. Diria que aumentou a liberdade de escolha dos indivíduos, ao longo do último século, mas que ao mesmo tempo se expandiu o controle sobre nós. Parece contraditório, e é mesmo.     A liberdade cresceu enormemente no que diz respeito aos caminhos da vida. Muitos dizem que a homossexualidade não é uma opção, porque ninguém escolhe, no silêncio das paixões, a quem vai desejar sexualmente; concordo. Mas seguramente, um século atrás, a homossexualidade não era uma opção. Não estava aberta às pessoas na maior parte do mundo. Os episódios mais tristes que conheço foram de Oscar Wilde e de Piotr Tchaikovsky. Wilde, apaixonado por um rapaz que não valia grande coisa, foi para a cadeia, onde escreveu um livro doloroso, De profundis (1897), praticamente encerrando sua carreira e vida. Já o compositor russo viveu uma tragédia mais dura. Há várias versões sobre sua morte. Uma delas, num filme preto e branco, mostra-o morrendo em dolorosa agonia depois de tomar, inadvertidamente, um copo-d’água contaminado pelo cólera. Pois o filme The music lovers (1970), de Ken Russel, mostra uma história pior. Embora Tchaikovsky fosse extremamente popular na Rússia e no mundo, a descoberta de sua homossexualidade leva seu próprio círculo a lhe impor um dilema: a infâmia ou o suicídio. Ele toma a água contaminada de propósito. Morre, sim, em terrível agonia.       Qualquer dessas histórias seria difícil hoje em dia. O mais irônico dos escritores britânicos, o mais romântico dos compositores russos não teriam de esconder sua orientação sexual. Teriam fins de vida mais longos, melhores. A liberdade de você ser quem é: eis o que se ampliou bastante. A vida pessoal se tornou um espaço de maior florescimento.      Ao mesmo tempo, contudo, o controle cresceu exponencialmente. Foucault, que faleceu há quase trinta anos, foi quem chamou a atenção para este ponto; mas nem poderia ele imaginar como em poucas décadas aumentariam tanto os controles. Em 1995, Bill Gates celebrava, em seu A estrada do futuro, a possibilidade de se rastrear o trajeto de cada um de nós, onde abasteceu o carro, onde comprou pizza, onde adquiriu o jornal; o poeta José Paulo Paes, na época, disse que esse só podia ser um sonho idiota. Pois quem deseja ser controlado a esse ponto? Isso hoje se tornou rotina, mas com uma agravante: não é o Estado quem nos controla. Empresas o fazem. O Facebook descobre os gostos de seus clientes e vende-os para empresas que nele anunciam. O pior é que não é só isso. Podemos ser controlados em nossas opções políticas, em nosso direito de escolha, em qualquer coisa. Nem sabemos para quem são vendidas as bases de dados em que estamos. Consta que o Facebook aproxima você de quem tem preferências parecidas com as suas; mas isso é uma lástima, porque petistas conviverão com petistas, tucanos com tucanos, vegans com vegans...      Perde-se justamente uma das maiores riquezas de nosso tempo, que é experimentar a diversidade. [...]     (RIBEIRO, Renato Janine. Rev. Filosofia: nº 80, março de 2013, p. 82.)    O termo em destaque funciona como objeto direto da oração em:
Alternativas
Ano: 2013 Banca: FUNCAB Órgão: Prefeitura de Ji-Paraná - RO
Q1224263 Medicina
As crises epilépticas com quadro de déjà vu (sensação de familiaridade do paciente com eventos nunca ocorridos em sua vida) são oriundas de qual região cerebral?
Alternativas
Ano: 2013 Banca: IADES Órgão: UFRN
Q1222209 Medicina
Considere hipoteticamente que, no pronto socorro, foi admitida uma jovem de 17 anos de idade em cetoacidose diabética, na qual foi iniciada hidratação à base de soro fisiológico a 0,9% e insulina endovenosa. Nesse caso, será iniciada reposição de glicose na hidratação (soro glicosado 5% ou glicose acrescentada na solução fisiológica) quando a glicemia for menor que
Alternativas
Ano: 2013 Banca: FUNDEPES Órgão: HRTN - MG
Q1219788 Medicina
Em relação aos tipos de estudos epidemiológicos, NÃO é correto afirmar
Alternativas
Ano: 2013 Banca: FUNDEPES Órgão: HRTN - MG
Q1219767 Medicina
São fatores que podem levar ao aumento da prevalência de doenças:
Alternativas
Ano: 2013 Banca: INTEGRI Órgão: Prefeitura de Votorantim - SP
Q1211602 Medicina
De acordo com a Lei n° 8.080 de 19 de Setembro de 1990, Artigo 14, deverão ser criadas Comissões Permanentes de integração entre os serviços de saúde e as instituições de ensino profissional e superior. A finalidade dessas Comissões Permanentes é:
Alternativas
Ano: 2013 Banca: INTEGRI Órgão: Prefeitura de Votorantim - SP
Q1211574 Medicina
De acordo com a Lei nº 8.142 de 28 de Dezembro de 1990, Artigo 20, os recursos do Fundo Nacional de Saúde (FNS) serão alocados como:
I– Despesas de custeio e de capital do Ministério da Saúde, seus órgãos e entidades, da administração direta e indireta;
II– Investimentos previstos em lei orçamentária, de iniciativa do Poder Executivo e aprovados pelo Congresso Nacional;
III– Investimentos previstos no Plano Quinquenal do Ministério da Saúde;
IV– Cobertura das ações e serviços de saúde a serem implementados pelos Municípios, Estados e Distrito Federal.
Analise as assertivas I, II, III e IV e assinale a alternativa correta:
Alternativas
Ano: 2013 Banca: IADES Órgão: UFTM
Q1198960 Enfermagem
Inclusão social de pessoas com transtornos mentais: a construção de redes sociais na vida cotidiana
O suporte oferecido pelas redes sociais é um aspecto fundamental para a inclusão social de pessoas com transtornos mentais. Em um contexto onde elas frequentemente encontram dificuldades para participar do mercado de trabalho, outros caminhos que promovam a inclusão social são ainda mais valorizados.
As redes sociais são de extrema importância para todos, elas proporcionam a organização da identidade por meio do olhar e das ações de outras pessoas. A rede de relações que oferece suporte a uma pessoa na sociedade não se restringe à família, mas inclui todos os vínculos interpessoais significativos do sujeito: as relações de trabalho, de amizade, de estudo e da comunidade.
O indivíduo não faz parte de apenas uma comunidade, mas de múltiplas; sua identidade se expressa neste conjunto de pertencimentos. É a partir das comunidades ás quais pertence que o indivíduo reconhece a si mesmo, toma conhecimento de seus interesses e canaliza seus afetos.
Apesar da importância das redes sociais na vida cotidiana das pessoas, nem sempre aquelas com transtornos mentais têm acesso a novos contatos, ou não conseguem manter e formar as redes, devido ao contexto social em que imperam a discriminação e o preconceito.
A forma como os usuários se relacionam com os outros reflete a maneira de a sociedade aceitar e incluir essa população, e tem efeitos em como as pessoas com transtornos mentais se percebem acolhidas e se sentem pertencentes à sociedade. Considerando a importância das redes sociais para a inclusão das pessoas com transtornos mentais, esta é uma questão que deve ser tratada pelos profissionais e pelos serviços de saúde mental.
A inclusão social significa, na prática, que a sociedade precisa acolher e incluir as pessoas com transtornos mentais. Esta não é uma tarefa apenas para os familiares e serviços de saúde mental; a comunidade como um todo precisa ter uma atitude de inclusão ativa. Isto significa que é preciso transformar a maneira de ver as pessoas com transtornos mentais como os “outros”.
SALLES, Mariana Moraes; BARROS, Sônia. In: Revista Ciência & Saúde Coletiva, vol.18, no 7, Rio de Janeiro, jul. 2013, com adaptações.
No último parágrafo do texto, o autor conclui sua tese afirmando que “[...] é preciso transformar a maneira de ver as pessoas com transtornos mentais como os ‘outros’” (linhas 37 e 38). A respeito desse período, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Ano: 2013 Banca: NC-UFPR Órgão: Prefeitura de Guaratuba - PR
Q1196348 Medicina
A determinação da pressão arterial sistólica pela ausculta do primeiro som durante a deflação do manguito corresponde a qual fase de Korotkoff?
Alternativas
Ano: 2013 Banca: IADES Órgão: UFRN
Q1188692 Medicina
Um telejornal apresentou a seguinte notícia: “Médicos discutem novo limite para pressão de pacientes hipertensos. Estudo de Comitê Internacional dos EUA aponta 12 x 8 como pressão normal. Passam a ser toleráveis níveis de 14 x 9 para hipertensos e 15 x 9 para hipertensos com mais de 60 anos de idade”.
Verifica-se que houve variações em relação aos valores anteriores: uma variação de 8 para 9 no limite inferior admissível; duas variações no limite superior admissível (12 para 14 e 12 para 15), e outras duas no intervalo exigido entre o limite inferior e o superior (4 para 5 e 4 para 6). De acordo com essa notícia, e usando a terminologia dela, a maior variação percentual, em relação aos valores tradicionais vigentes, verificou-se no
Alternativas
Ano: 2013 Banca: IADES Órgão: UFTM
Q1186766 Medicina
No que se refere às queimaduras, existem crescentes progressos obtidos ultimamente no tratamento dos grandes queimados, mas ainda são consideráveis as taxas de mortalidade e morbidade. Acerca desse tema, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Ano: 2013 Banca: IADES Órgão: UFTM
Q1186502 Medicina
As distrofias musculares formam um grupo de doenças caracterizadas, clinicamente, por fraqueza progressiva com  degeneração e atrofia muscular. Acerca desse tema, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Ano: 2013 Banca: INTEGRI Órgão: Prefeitura de Votorantim - SP
Q1183842 Medicina
De acordo com a Portaria n° 373 de 27 de Fevereiro de 2002, DA ELABORAÇÃO DO PLANO DIRETOR DE REGIONALIZAÇÃO,para se qualificarem aos requisitos da NOAS-SUS 01/02 os estados e o Distrito Federal deverão submeter à CIT os produtos, bem como os meios de verificação correspondentes, definidos no Anexo 6 desta norma, contendo no mínimo:
Alternativas
Respostas
4861: C
4862: B
4863: D
4864: D
4865: D
4866: C
4867: E
4868: C
4869: B
4870: A
4871: D
4872: A
4873: A
4874: D
4875: D
4876: A
4877: E
4878: A
4879: A
4880: B