Questões de Concurso Para professor - sociologia

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Q3882943 Português
A grafia correta das palavras é um requisito essencial para a produção de documentos oficiais no ambiente escolar. Assinale a alternativa em que TODAS as palavras estão escritas corretamente, segundo a normapadrão da Língua Portuguesa:
Alternativas
Q3882942 Português
O EUFEMISMO é um recurso estilístico utilizado para suavizar uma ideia que pode ser considerada desagradável, chocante ou ofensiva. Assinale a alternativa que apresenta um exemplo INQUESTIONÁVEL dessa figura de linguagem:
Alternativas
Q3882941 Português
A ocorrência da crase (fusão da preposição 'a' com o artigo 'a') deve seguir rigorosamente a regência e o gênero da palavra seguinte. Assinale a alternativa em que o uso do acento grave está CORRETO:
Alternativas
Q3882940 Português
Considerando as regras de acentuação impostas pelo Acordo Ortográfico vigente, analise o grupo de palavras abaixo:

I. SAÚDE e EGOÍSTA são acentuadas devido à regra do hiato tônico (I e U).
II. As palavras VÔO, CRÊEM e ENJÔO mantêm o acento circunflexo para marcar o hiato de vogais dobradas.
III. O acento diferencial permanece obrigatório em PÔDE (pretérito perfeito) para distinguir de PODE (presente).

Assinale a alternativa que apresenta apenas a(s) assertiva(s) CORRETA(S)
Alternativas
Q3882939 Pedagogia
Texto para a questão


A Formação Docente na Encruzilhada da Ética do Cuidado e da Competência Socioemocional

O ofício do professor, historicamente centrado na transmissão de conteúdos cognitivos, experimenta uma profunda ressignificação. A emergência de crises globais de saúde mental e a crescente complexidade das relações interpessoais no ambiente escolar impulsionaram a inclusão formal das competências socioemocionais nos currículos, reconhecendo que o sucesso acadêmico está intrinsecamente ligado à capacidade de gerir emoções, estabelecer empatia e tomar decisões responsáveis. Contudo, essa incorporação não pode ser vista como um mero adendo programático ou uma nova disciplina a ser "aplicada". Ela exige uma transformação na própria identidade profissional do docente.

A base para essa transformação reside na Ética do Cuidado, um conceito que se afasta da neutralidade técnica e propõe uma pedagogia engajada com o bem-estar integral do estudante e do próprio educador. Cuidar, nesse sentido, não é sinônimo de assistencialismo ou de uma sobrecarga emocional, mas sim o reconhecimento da vulnerabilidade inerente ao processo de ensino-aprendizagem. O professor, ao praticar a Ética do Cuidado, estabelece um vínculo de confiança que potencializa a aprendizagem, transformando a sala de aula em um espaço de acolhimento e segurança psicológica. Essa postura, no entanto, demanda que a própria instituição escolar invista no autocuidado docente, combatendo a síndrome de burnout e o esgotamento profissional, que são obstáculos silenciosos à efetivação de qualquer proposta humanizada.

A competência socioemocional, portanto, não é apenas um conjunto de habilidades a ser ensinado aos alunos, mas um prerrequisito para a prática pedagógica contemporânea. Ela se manifesta na capacidade do professor de mediar conflitos com justiça restaurativa, de planejar atividades que promovam a colaboração e de avaliar o processo de aprendizagem de forma formativa, e não meramente classificatória. A formação continuada, nesse contexto, deve ir além da atualização didática, focando no desenvolvimento da inteligência emocional do próprio educador. Somente um professor que se sente cuidado e emocionalmente equilibrado pode, de fato, exercer a Ética do Cuidado e ser um modelo autêntico na promoção das habilidades socioemocionais que a sociedade do século XXI exige.
Qual alternativa sintetiza a principal exigência do texto para a formação continuada do educador contemporâneo? 
Alternativas
Q3882938 Pedagogia
Texto para a questão


A Formação Docente na Encruzilhada da Ética do Cuidado e da Competência Socioemocional

O ofício do professor, historicamente centrado na transmissão de conteúdos cognitivos, experimenta uma profunda ressignificação. A emergência de crises globais de saúde mental e a crescente complexidade das relações interpessoais no ambiente escolar impulsionaram a inclusão formal das competências socioemocionais nos currículos, reconhecendo que o sucesso acadêmico está intrinsecamente ligado à capacidade de gerir emoções, estabelecer empatia e tomar decisões responsáveis. Contudo, essa incorporação não pode ser vista como um mero adendo programático ou uma nova disciplina a ser "aplicada". Ela exige uma transformação na própria identidade profissional do docente.

A base para essa transformação reside na Ética do Cuidado, um conceito que se afasta da neutralidade técnica e propõe uma pedagogia engajada com o bem-estar integral do estudante e do próprio educador. Cuidar, nesse sentido, não é sinônimo de assistencialismo ou de uma sobrecarga emocional, mas sim o reconhecimento da vulnerabilidade inerente ao processo de ensino-aprendizagem. O professor, ao praticar a Ética do Cuidado, estabelece um vínculo de confiança que potencializa a aprendizagem, transformando a sala de aula em um espaço de acolhimento e segurança psicológica. Essa postura, no entanto, demanda que a própria instituição escolar invista no autocuidado docente, combatendo a síndrome de burnout e o esgotamento profissional, que são obstáculos silenciosos à efetivação de qualquer proposta humanizada.

A competência socioemocional, portanto, não é apenas um conjunto de habilidades a ser ensinado aos alunos, mas um prerrequisito para a prática pedagógica contemporânea. Ela se manifesta na capacidade do professor de mediar conflitos com justiça restaurativa, de planejar atividades que promovam a colaboração e de avaliar o processo de aprendizagem de forma formativa, e não meramente classificatória. A formação continuada, nesse contexto, deve ir além da atualização didática, focando no desenvolvimento da inteligência emocional do próprio educador. Somente um professor que se sente cuidado e emocionalmente equilibrado pode, de fato, exercer a Ética do Cuidado e ser um modelo autêntico na promoção das habilidades socioemocionais que a sociedade do século XXI exige.
O segundo parágrafo estabelece que a Ética do Cuidado se afasta da "neutralidade técnica". Qual o significado dessa afirmação no contexto da formação docente? 
Alternativas
Q3882937 Pedagogia
Texto para a questão


A Formação Docente na Encruzilhada da Ética do Cuidado e da Competência Socioemocional

O ofício do professor, historicamente centrado na transmissão de conteúdos cognitivos, experimenta uma profunda ressignificação. A emergência de crises globais de saúde mental e a crescente complexidade das relações interpessoais no ambiente escolar impulsionaram a inclusão formal das competências socioemocionais nos currículos, reconhecendo que o sucesso acadêmico está intrinsecamente ligado à capacidade de gerir emoções, estabelecer empatia e tomar decisões responsáveis. Contudo, essa incorporação não pode ser vista como um mero adendo programático ou uma nova disciplina a ser "aplicada". Ela exige uma transformação na própria identidade profissional do docente.

A base para essa transformação reside na Ética do Cuidado, um conceito que se afasta da neutralidade técnica e propõe uma pedagogia engajada com o bem-estar integral do estudante e do próprio educador. Cuidar, nesse sentido, não é sinônimo de assistencialismo ou de uma sobrecarga emocional, mas sim o reconhecimento da vulnerabilidade inerente ao processo de ensino-aprendizagem. O professor, ao praticar a Ética do Cuidado, estabelece um vínculo de confiança que potencializa a aprendizagem, transformando a sala de aula em um espaço de acolhimento e segurança psicológica. Essa postura, no entanto, demanda que a própria instituição escolar invista no autocuidado docente, combatendo a síndrome de burnout e o esgotamento profissional, que são obstáculos silenciosos à efetivação de qualquer proposta humanizada.

A competência socioemocional, portanto, não é apenas um conjunto de habilidades a ser ensinado aos alunos, mas um prerrequisito para a prática pedagógica contemporânea. Ela se manifesta na capacidade do professor de mediar conflitos com justiça restaurativa, de planejar atividades que promovam a colaboração e de avaliar o processo de aprendizagem de forma formativa, e não meramente classificatória. A formação continuada, nesse contexto, deve ir além da atualização didática, focando no desenvolvimento da inteligência emocional do próprio educador. Somente um professor que se sente cuidado e emocionalmente equilibrado pode, de fato, exercer a Ética do Cuidado e ser um modelo autêntico na promoção das habilidades socioemocionais que a sociedade do século XXI exige.
A competência socioemocional do professor manifesta-se em diversas práticas pedagógicas. Qual das ações a seguir é apresentada no texto como uma manifestação direta dessa competência? 
Alternativas
Q3882936 Pedagogia
Texto para a questão


A Formação Docente na Encruzilhada da Ética do Cuidado e da Competência Socioemocional

O ofício do professor, historicamente centrado na transmissão de conteúdos cognitivos, experimenta uma profunda ressignificação. A emergência de crises globais de saúde mental e a crescente complexidade das relações interpessoais no ambiente escolar impulsionaram a inclusão formal das competências socioemocionais nos currículos, reconhecendo que o sucesso acadêmico está intrinsecamente ligado à capacidade de gerir emoções, estabelecer empatia e tomar decisões responsáveis. Contudo, essa incorporação não pode ser vista como um mero adendo programático ou uma nova disciplina a ser "aplicada". Ela exige uma transformação na própria identidade profissional do docente.

A base para essa transformação reside na Ética do Cuidado, um conceito que se afasta da neutralidade técnica e propõe uma pedagogia engajada com o bem-estar integral do estudante e do próprio educador. Cuidar, nesse sentido, não é sinônimo de assistencialismo ou de uma sobrecarga emocional, mas sim o reconhecimento da vulnerabilidade inerente ao processo de ensino-aprendizagem. O professor, ao praticar a Ética do Cuidado, estabelece um vínculo de confiança que potencializa a aprendizagem, transformando a sala de aula em um espaço de acolhimento e segurança psicológica. Essa postura, no entanto, demanda que a própria instituição escolar invista no autocuidado docente, combatendo a síndrome de burnout e o esgotamento profissional, que são obstáculos silenciosos à efetivação de qualquer proposta humanizada.

A competência socioemocional, portanto, não é apenas um conjunto de habilidades a ser ensinado aos alunos, mas um prerrequisito para a prática pedagógica contemporânea. Ela se manifesta na capacidade do professor de mediar conflitos com justiça restaurativa, de planejar atividades que promovam a colaboração e de avaliar o processo de aprendizagem de forma formativa, e não meramente classificatória. A formação continuada, nesse contexto, deve ir além da atualização didática, focando no desenvolvimento da inteligência emocional do próprio educador. Somente um professor que se sente cuidado e emocionalmente equilibrado pode, de fato, exercer a Ética do Cuidado e ser um modelo autêntico na promoção das habilidades socioemocionais que a sociedade do século XXI exige.
O autor argumenta que a efetivação da Ética do Cuidado está intrinsecamente ligada a uma condição específica no ambiente escolar. Qual é essa condição, cuja ausência é citada como um "obstáculo silencioso" à proposta humanizada? 
Alternativas
Q3882935 Pedagogia
Texto para a questão


A Formação Docente na Encruzilhada da Ética do Cuidado e da Competência Socioemocional

O ofício do professor, historicamente centrado na transmissão de conteúdos cognitivos, experimenta uma profunda ressignificação. A emergência de crises globais de saúde mental e a crescente complexidade das relações interpessoais no ambiente escolar impulsionaram a inclusão formal das competências socioemocionais nos currículos, reconhecendo que o sucesso acadêmico está intrinsecamente ligado à capacidade de gerir emoções, estabelecer empatia e tomar decisões responsáveis. Contudo, essa incorporação não pode ser vista como um mero adendo programático ou uma nova disciplina a ser "aplicada". Ela exige uma transformação na própria identidade profissional do docente.

A base para essa transformação reside na Ética do Cuidado, um conceito que se afasta da neutralidade técnica e propõe uma pedagogia engajada com o bem-estar integral do estudante e do próprio educador. Cuidar, nesse sentido, não é sinônimo de assistencialismo ou de uma sobrecarga emocional, mas sim o reconhecimento da vulnerabilidade inerente ao processo de ensino-aprendizagem. O professor, ao praticar a Ética do Cuidado, estabelece um vínculo de confiança que potencializa a aprendizagem, transformando a sala de aula em um espaço de acolhimento e segurança psicológica. Essa postura, no entanto, demanda que a própria instituição escolar invista no autocuidado docente, combatendo a síndrome de burnout e o esgotamento profissional, que são obstáculos silenciosos à efetivação de qualquer proposta humanizada.

A competência socioemocional, portanto, não é apenas um conjunto de habilidades a ser ensinado aos alunos, mas um prerrequisito para a prática pedagógica contemporânea. Ela se manifesta na capacidade do professor de mediar conflitos com justiça restaurativa, de planejar atividades que promovam a colaboração e de avaliar o processo de aprendizagem de forma formativa, e não meramente classificatória. A formação continuada, nesse contexto, deve ir além da atualização didática, focando no desenvolvimento da inteligência emocional do próprio educador. Somente um professor que se sente cuidado e emocionalmente equilibrado pode, de fato, exercer a Ética do Cuidado e ser um modelo autêntico na promoção das habilidades socioemocionais que a sociedade do século XXI exige.
O texto estabelece uma distinção crucial sobre a Ética do Cuidado. Nesse sentido, a prática do cuidado na pedagogia, conforme o autor, é corretamente definida como:
Alternativas
Q3882934 Pedagogia
Texto para a questão


A Formação Docente na Encruzilhada da Ética do Cuidado e da Competência Socioemocional

O ofício do professor, historicamente centrado na transmissão de conteúdos cognitivos, experimenta uma profunda ressignificação. A emergência de crises globais de saúde mental e a crescente complexidade das relações interpessoais no ambiente escolar impulsionaram a inclusão formal das competências socioemocionais nos currículos, reconhecendo que o sucesso acadêmico está intrinsecamente ligado à capacidade de gerir emoções, estabelecer empatia e tomar decisões responsáveis. Contudo, essa incorporação não pode ser vista como um mero adendo programático ou uma nova disciplina a ser "aplicada". Ela exige uma transformação na própria identidade profissional do docente.

A base para essa transformação reside na Ética do Cuidado, um conceito que se afasta da neutralidade técnica e propõe uma pedagogia engajada com o bem-estar integral do estudante e do próprio educador. Cuidar, nesse sentido, não é sinônimo de assistencialismo ou de uma sobrecarga emocional, mas sim o reconhecimento da vulnerabilidade inerente ao processo de ensino-aprendizagem. O professor, ao praticar a Ética do Cuidado, estabelece um vínculo de confiança que potencializa a aprendizagem, transformando a sala de aula em um espaço de acolhimento e segurança psicológica. Essa postura, no entanto, demanda que a própria instituição escolar invista no autocuidado docente, combatendo a síndrome de burnout e o esgotamento profissional, que são obstáculos silenciosos à efetivação de qualquer proposta humanizada.

A competência socioemocional, portanto, não é apenas um conjunto de habilidades a ser ensinado aos alunos, mas um prerrequisito para a prática pedagógica contemporânea. Ela se manifesta na capacidade do professor de mediar conflitos com justiça restaurativa, de planejar atividades que promovam a colaboração e de avaliar o processo de aprendizagem de forma formativa, e não meramente classificatória. A formação continuada, nesse contexto, deve ir além da atualização didática, focando no desenvolvimento da inteligência emocional do próprio educador. Somente um professor que se sente cuidado e emocionalmente equilibrado pode, de fato, exercer a Ética do Cuidado e ser um modelo autêntico na promoção das habilidades socioemocionais que a sociedade do século XXI exige.
De acordo com o primeiro parágrafo, a inclusão das competências socioemocionais no currículo representa, fundamentalmente: 
Alternativas
Q3879894 Sociologia
A publicação do livro A condição pós-moderna, de David Harvey (1992), tornou-se um marco nos estudos sobre pós-modernidade, trabalho e as transformações do capitalismo. A obra apresenta uma reflexão sobre as mudanças econômicas e sociais das últimas décadas, discutindo as transformações que afetaram a organização da sociedade e das instituições econômicas, bem como os debates teóricos sobre o desenvolvimento do capitalismo contemporâneo.

Avalie o que se afirma serem características do regime de acumulação flexível, conforme descrito pelo autor.

I- Produção padronizada e em larga escala.
II- Inovação tecnológica e organizacional.
III- Surgimento de novos setores de produção.
IV- Redução expressiva do setor de serviços.
V- Formas de trabalho temporárias e precarizadas.

Está correto apenas o que se afirma em
Alternativas
Q3879893 Sociologia
Em A representação do eu na vida cotidiana, Erving Goffman redefine o self como produto das interações sociais, distanciando-se do psicologismo e de abordagens normativas da identidade.

De acordo com a abordagem dramatúrgica desenvolvida por Goffman, o eu (self) é corretamente definido como
Alternativas
Q3879892 Sociologia
“Com efeito, tanto para as sociedades como para os indivíduos, a saúde é boa e desejável, enquanto a doença é algo ruim e que deve ser evitado. Se encontrarmos, portanto, um critério objetivo, inerente aos fatos mesmos, que nos permita distinguir cientificamente a saúde da doença nas diversas ordens de fenômenos sociais, a ciência será capaz de esclarecer a prática, sem deixar de ser fiel a seu próprio método” (Durkheim, 2007, p. 51).

Considerando o pensamento de Émile Durkheim, é correto afirmar que
Alternativas
Q3879891 Sociologia
A partir da perspectiva microssociológica desenvolvida por Erving Goffman (2014)
, especialmente em A representação do eu na vida cotidiana, a vida social é analisada por meio de uma analogia dramatúrgica, na qual os indivíduos, em contextos de interação face a face, mobilizam recursos expressivos para sustentar definições compartilhadas da situação.

Nesse quadro analítico, é correto afirmar que o conceito de fachada se refere
Alternativas
Q3879890 Sociologia
“Graças a sua flexibilidade e expansividade recentemente adquiridas, o tempo moderno se tornou, antes e acima de tudo, a arma na conquista do espaço. Na moderna luta entre tempo e espaço, o espaço era o lado sólido e impassível, pesado e inerte, capaz apenas de uma guerra defensiva, de trincheiras — um obstáculo aos avanços do tempo. O tempo era o lado dinâmico e ativo na batalha, o lado sempre na ofensiva: a força invasora, conquistadora e colonizadora. A velocidade do movimento e o acesso a meios mais rápidos de mobilidade chegaram nos tempos modernos à posição de principal ferramenta do poder e da dominação” (Bauman, 2021, p. 14).
Considerando os argumentos apresentados por Zygmunt Bauman, avalie o que se afirma.

I- A fluidez do mercado produtivo gera insegurança constante, promove alta competitividade e exploração da mão de obra, ao mesmo tempo em que a ausência de apoio institucional fragiliza e isola os sujeitos.
II- Os laços humanos no mundo líquido caracterizamse pela precariedade e instabilidade, fazendo com que a busca por satisfação instantânea se torne uma estratégia para lidar com a ausência de segurança de longo prazo.
III- O vício em comprar reflete a tentativa de lidar com as incertezas constantes da modernidade líquida, funcionando como uma resposta à instabilidade social e às relações frágeis que caracterizam a sociedade atual.
IV- A modernidade líquida é marcada pela insegurança no mercado de trabalho, enquanto nos relacionamentos os indivíduos constroem vínculos duradouros que lhes conferem estabilidade frente às incertezas da vida contemporânea.
V- A modernidade líquida caracteriza-se pela ausência de formas fixas e de estabilidade, e sua fluidez representa a constante mobilidade e transformação das relações sociais, assim como os líquidos se adaptam sem manter contornos rígidos.

Está correto apenas o que se afirma em
Alternativas
Q3879889 Sociologia
Em A identidade cultural na pós-modernidade, Stuart Hall (2019) examina a crise da concepção Iluminista de sujeito — compreendido como unitário, racional e dotado de identidade estável — a partir de transformações ocorridas no interior das Ciências Humanas ao longo do século XX. Para o autor, esse processo resulta de cinco descentramentos do sujeito moderno, explicitamente identificados e sistematizados na obra, que deslocam a noção de autonomia plena para uma concepção histórica, relacional e discursivamente constituída de identidade.

A sequência que apresenta os cinco descentramentos do sujeito moderno, tal como discutidos por Hall (2019), está corretamente indicada em:
Alternativas
Q3879888 Sociologia
“Dissolvem-se todas as relações sociais antigas e cristalizadas, com seu cortejo de concepções e de ideias secularmente veneradas; as relações que as substituem tornam-se antiquadas antes de se consolidarem. Tudo o que era sólido e estável se desmancha no ar, tudo o que era sagrado é profanado e os homens são obrigados finalmente a encarar sem ilusões a sua posição social e as suas relações com os outros homens” (Marx, Engels, 2008, p. 43).

Considerando o pensamento desses autores sobre a luta de classes, é INCORRETO afirmar que
Alternativas
Q3879887 Sociologia
“Nas casas-grandes foi até hoje onde melhor se exprimiu o caráter brasileiro; a nossa continuidade social. No estudo da sua história íntima despreza-se tudo o que a história política e militar nos oferece de empolgante por uma quase rotina de vida: mas dentro dessa rotina é que melhor se sente o caráter de um povo. Estudando a vida doméstica dos antepassados sentimo-nos aos poucos nos completar: é outro meio de procurar-se o ‘tempo perdido’” (Freyre, 2003, p. 45).
À luz da interpretação de Gilberto Freyre sobre a formação da sociedade brasileira, avalie o que se afirma.

I- Entende por “plasticidade” a capacidade de adaptação dos negros, que lhes permitia preservar suas tradições culturais e práticas comunitárias mesmo diante da exploração intensa e das restrições impostas pelo sistema escravocrata.
II- Descreve hábitos alimentares e ingredientes para mostrar como a culinária reflete a formação da sociedade brasileira, evidenciando influências europeias, africanas e indígenas e permitindo compreender melhor as relações sociais do país.
III- Indica que a formação religiosa da sociedade brasileira combina a influência do catolicismo trazido pelos colonos portugueses e difundido pelos padres jesuítas com a religiosidade africana e indígena, resultando em sincretismo e diversidade cultural.
IV- A violência no Brasil colonial, trazida pelos europeus, atingiu mulheres negras e indígenas, assim como homens negros, e foi marcada por sadismo extremo, envolvendo também crianças, que eram tratadas como objetos ou submetidas a práticas desumanas pelos colonos brancos.
V- O patriarcalismo no Brasil colonial teria se limitado à esfera familiar, concentrando-se na autoridade do chefe da casa, enquanto a posse de terras, a agricultura de monocultura e o trabalho escravo exerceriam influência secundária, pouco determinante para a formação social e econômica da colonização.

Está correto apenas o que se afirma em
Alternativas
Q3879886 Sociologia
O sociólogo alemão Max Weber, em seu ensaio Ciência como vocação, analisa o papel da ciência e do cientista em relação à política e aos valores.
Considerando ambientes marcados por polarização política e disputas de valores, como podemos observar nos anos recentes, avalie o que se afirma a respeito da orientação weberiana sobre o papel do professor em sala de aula.

I- O professor deve evitar transmitir juízos de valor ou opiniões políticas como autoridade científica, mantendo a neutralidade axiológica.
II- O professor deve conduzir a sala de aula de forma crítica estimulando os estudantes a adotarem valores políticos alinhados ideologicamente com os do docente.
III- O professor pode escolher temas de pesquisa guiados por critérios acadêmicos ou científicos, mas não deve transformá-los em imposição de valores aos alunos.
IV- Em cenários de conflito social ou polarização, é comum que o professor substitua o debate científico por orientação normativa direta sobre como os alunos devem agir.
V- O professor deve atuar como líder moral, orientando os estudantes sobre quais valores éticos ou políticos devem adotar, mesmo em contextos de crise social.

Está correto apenas o que se afirma em
Alternativas
Q3879885 Sociologia
“(…) a sucessão de técnicas ‘salvadoras’ impostas aos professores não produz o resultado anunciado porque os atropela, os reduz a operários de uma linha de montagem cujo produto será avaliado por critérios quantitativos que resultarão em números que justificarão a adoção de novas técnicas impostas às escolas, da noite para o dia e sob a forma de ‘pacotes pedagógicos’. Nesse cenário, os professores não conseguem construir um ‘saber fazer’ que tenha a sua marca pessoal e, muito menos, de participar da construção de um ‘fazer saber’ que resulte da discussão coletiva das mudanças que lhes foram impostas com os colegas e com técnicos das secretarias. Não só os alunos são tratados como coisas; os professores também” (Patto, 2022, p. 662).
Avalie o que se afirma sobre as reflexões de Maria Helena de Souza Patto.

I- Compreende o fracasso escolar a partir das teorias que enfatizam os déficits e as diferenças culturais, distanciando-se de abordagens que o consideram resultado de processos históricos e sociais.
II- Destaca a importância de que os professores possuam sensibilidade e conhecimento sobre os padrões culturais dos alunos, evitando, dessa forma, situações de violência simbólica.
III- Combate mitos sobre a escola e a família, criticando interpretações simplistas e o discurso científico que naturaliza o fracasso escolar, mostrando como essas ideias contribuem para a reprodução de desigualdades.
IV- Indica que a pesquisa educacional deve se aproximar da realidade cotidiana das instituições escolares, observando seu funcionamento integral e os indivíduos que se relacionam com elas.
V- Discorre sobre o fracasso escolar considerando o interior da escola, suas condições e criticando práticas ambíguas e inadequadas que funcionam como estigmas direcionados a classes sociais mais vulneráveis.

Está correto apenas o que se afirma em
Alternativas
Respostas
81: A
82: B
83: D
84: C
85: B
86: B
87: B
88: B
89: A
90: C
91: C
92: E
93: E
94: D
95: C
96: C
97: B
98: E
99: A
100: E