Questões de Concurso
Para analista de sistemas
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Na média, nós rimos entre 15 e 20 vezes por dia. Mas a variação entre indivíduos é grande. E não só entre indivíduos. Mulheres riem mais do que homens, mas são piores contadoras de piadas. E, à medida que envelhecem, elas tendem a rir menos, o que não acontece com eles. Também preferimos (todos) rir à tarde e no início da noite.
Um bom estoque de informações como essas, além daquela que foi considerada a piada mais engraçada do mundo, está em Ha!: The Science of When We Laugh and Why (Ha!: a ciência de quando rimos e por quê), do neurocientista Scott Weems.
O livro é interessante sob vários aspectos. Além das já referidas trivialidades, cujo valor é intrínseco, Weems faz um bom apanhado de como andam os estudos do humor, campo que apenas engatinhava 30 anos atrás e hoje conta com sociedades e artigos dedicados ao tema.
O que me chamou a atenção, entretanto, é que o autor propõe um modelo um pouco diferente para compreender o humor, que seria um subproduto da forma como nosso cérebro processa as dezenas de informações conflitantes que recebe a cada instante. Embora nós gostemos de imaginar que usamos a lógica para avaliar as evidências e tirar uma conclusão, trabalhos neurocientíficos sugerem que a mente é o resultado de uma cacofonia de módulos e sistemas atuando em rede. Vence aquele módulo que grita mais alto. Frequentemente, o cérebro aproveita essa confusão para, a partir da complexidade, produzir ideias novas e criativas.
Quando essas ideias atendem a certos requisitos como provocar surpresa e apresentar algo que pareça, ainda que vagamente, uma solução para o conflito, achamos graça e sentimos prazer, que vem na forma de uma descarga de dopamina, o mesmo neurotransmissor envolvido no vício em drogas e no aprendizado.
Basicamente, o humor é o resultado inopinado de nosso modo de lidar com ambiguidades e complexidades.
(Hélio Schwartsman, Folha de S.Paulo, 13.04.2014. Adaptado)
Na média, nós rimos entre 15 e 20 vezes por dia. Mas a variação entre indivíduos é grande. E não só entre indivíduos. Mulheres riem mais do que homens, mas são piores contadoras de piadas. E, à medida que envelhecem, elas tendem a rir menos, o que não acontece com eles. Também preferimos (todos) rir à tarde e no início da noite.
Um bom estoque de informações como essas, além daquela que foi considerada a piada mais engraçada do mundo, está em Ha!: The Science of When We Laugh and Why (Ha!: a ciência de quando rimos e por quê), do neurocientista Scott Weems.
O livro é interessante sob vários aspectos. Além das já referidas trivialidades, cujo valor é intrínseco, Weems faz um bom apanhado de como andam os estudos do humor, campo que apenas engatinhava 30 anos atrás e hoje conta com sociedades e artigos dedicados ao tema.
O que me chamou a atenção, entretanto, é que o autor propõe um modelo um pouco diferente para compreender o humor, que seria um subproduto da forma como nosso cérebro processa as dezenas de informações conflitantes que recebe a cada instante. Embora nós gostemos de imaginar que usamos a lógica para avaliar as evidências e tirar uma conclusão, trabalhos neurocientíficos sugerem que a mente é o resultado de uma cacofonia de módulos e sistemas atuando em rede. Vence aquele módulo que grita mais alto. Frequentemente, o cérebro aproveita essa confusão para, a partir da complexidade, produzir ideias novas e criativas.
Quando essas ideias atendem a certos requisitos como provocar surpresa e apresentar algo que pareça, ainda que vagamente, uma solução para o conflito, achamos graça e sentimos prazer, que vem na forma de uma descarga de dopamina, o mesmo neurotransmissor envolvido no vício em drogas e no aprendizado.
Basicamente, o humor é o resultado inopinado de nosso modo de lidar com ambiguidades e complexidades.
(Hélio Schwartsman, Folha de S.Paulo, 13.04.2014. Adaptado)
Processo Estágio
I. Gerenciamento da Continuidade do Serviço ( ) Desenho do Serviço
II. Gerenciamento do Acesso ( ) Transição do Serviço
III. Relatório do Serviço ( ) Operação do Serviço
IV. Gerenciamento da Configuração e de Ativos ( ) Melhoria Contínua do Serviço
A sequência CORRETA, de cima para baixo, é:
I. Alguns pontos favoráveis da virtualização são: economia com energia e espaço físico; facilidade de adequação do recurso, ou seja, quando um servidor virtual precisar de mais CPU ou memória, é possível alocar sem maiores problemas; entre outros benefícios. I
I. O investimento inicial em uma estrutura para virtualização é menor do que em uma estrutura física real, sendo que a virtual pode ser comprada aos poucos, ou ainda, podemos comprar primeiro os servidores, depois o storage, em seguida o switch core que integram os servidores etc.
III. O tempo para se disponibilizar um serviço em um ambiente virtual é maior que em um ambiente físico, considerando que, nos dois casos, será necessário instalar o sistema operacional do servidor e o serviço desejado.
Está CORRETO apenas o que se afirma em:
A alternativa que apresenta uma característica EXCLUSIVA do SNMPv3 que não existe nas versões anteriores do SNMP é:
( ) O padrão 802.11g opera na frequência de 5 GHz, alcançando velocidades teóricas de até 54 Mbps.
( ) O padrão 802.11i rege conceitos de segurança de transmissão, entre eles o protocolo WPA2.
( ) O padrão 802.11n alcança maiores velocidades teóricas, em virtude do uso de múltiplos canais simultâneos, conhecido como MIMO.
( ) O controle de acesso ao meio físico em redes sem fio infraestruturadas é feito com a técnica conhecida como CSMA/CD.
A sequência CORRETA, de cima para baixo, é:
I. Três faixas de endereços são reservadas para uso dentro da rede isolada pelo equipamento que faz o NAT, são elas: 10.0.0.0/8, 192.2.0.0/16 e 172.0.0.0/8.
II. O mapeamento de acesso da máquina interna para a internet é feito considerando endereços IPs e portas.
III. Se dois computadores da rede interna acessarem o mesmo site de destino na internet, ambos os acessos terão como IP de origem o endereço verdadeiro atribuído ao NAT.
Está CORRETO apenas o que se afirma em:
Analise o código a seguir, escrito na linguagem Java.

Está CORRETA a seguinte saída ao final do programa:
I. Cavalo de Troia é um programa que contém código malicioso e se passa por um programa desejado pelo usuário, com o objetivo de obter dados não autorizados do usuário.
II. Worms, ao contrário de outros tipos de vírus, não precisam de um arquivo host para se propagar de um computador para outro.
III. Spoofing é um tipo de ataque que consiste em mascarar pacotes IP, utilizando endereços de remetentes falsos.
Estão CORRETAS as afirmativas: