Questões de Concurso Para analista de sistemas

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Ano: 2018 Banca: IMA Órgão: Prefeitura de Caxias - MA
Q1235913 Governança de TI
Um conjunto de áreas de processo relacionadas às atividades de processos de software é um dos componentes do modelo CMMI. O CMMI identifica 22 áreas de processo relevantes para a melhoria e a capacidade de processo de software. Essas são organizadas em quatro grupos no modelo CMMI contínuo. As áreas: Integração de produto, Garantia de qualidade de processo e produto, Gerenciamento de riscos e Treinamento organizacional fazem parte, respectivamente, dos grupos: 
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Ano: 2018 Banca: IMA Órgão: Prefeitura de Caxias - MA
Q1235846 Banco de Dados
Julgue os itens que se seguem acerca das ferramentas OLTP (On-line Transaction Processing) e OLAP (On-line Analytical Processing). 
I. A ferramenta OLAP caracteriza-se pelo foco no nível estratégico, enquanto no OLTP, o foco se concentra no nível operacional da organização.  II. Os dados na ferramenta OLTP são estruturados na modelagem dimensional, já no OLAP, os dados são estruturados em um modelo relacional.  III. No OLAP, é permitida apenas a inserção e leitura de dados, entretanto, para o usuário, está disponível apenas a leitura. No OLTP, é possível fazer leitura, inserção, modificação e exclusão de dados.

É incorreto o que se diz em:
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Ano: 2018 Banca: FCM Órgão: Câmara de Conselheiro Lafaiete - MG
Q1234437 Redes de Computadores
As redes sem fio possuem diferentes características se comparadas às redes com fio. A seguir, estão listadas algumas dessas características que são exclusivas dos enlaces em fio, EXCETO
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Ano: 2018 Banca: FADESP Órgão: Prefeitura de Capanema - PR
Q1234344 Matemática Financeira
A inflação é uma das principais preocupações de diferentes governos. Pode ser definida como elevação dos preços de produtos e serviços em um determinado período e tem como uma possível causa direta
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Ano: 2018 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: BNB
Q1230604 Matemática
Um tabuleiro quadrado e quadriculado, semelhante a um tabuleiro de xadrez, com 12 linhas e 12 colunas, e, portanto, com 12 × 12 = 144 quadradinhos pintados: 54, na cor azul; 30, na cor marrom; 40, na cor amarela; e 20, na cor verde. A cada quadradinho é associado um cartão com dois números, que indicam a posição do quadradinho no tabuleiro; o primeiro número corresponde ao número da linha, e o segundo corresponde ao número da coluna. Por exemplo, o cartão com os números 5,10 corresponde ao quadradinho posicionado na linha 5 e na coluna 10. Esses cartões estão em uma urna, da qual podem ser retirados aleatoriamente.
A respeito desse tabuleiro e desses cartões, julgue o item a seguir.

A probabilidade de retirar dessa caixa, de maneira aleatória, um cartão correspondente a um quadrado pintado na cor amarela ou na cor verde é superior a 0,44.
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Ano: 2018 Banca: FADESP Órgão: Prefeitura de Marabá - PA
Q1229696 Português
Análise genética propõe novo rosto para Luzia: ela não era negra
Evidências associam o crânio do Museu Nacional à Cultura Clóvis, da pré-história dos EUA – e cravam que os traços do povo de Lagoa Santa (MG) eram mais próximos dos indígenas atuais. 
Guilherme Eler
Na última atualização feita à imprensa sobre o estado do crânio de Luzia, pesquisadores já haviam resgatado 80% da peça dos escombros do Museu Nacional do Rio de Janeiro. (...) 
A representação original do boneco de Luzia perdeu-se no fogo, mas, ainda que tivesse sobrevivido, acabaria tendo que ser substituída. Uma dupla de estudos publicados nas revistas científicas Cell e Science reuniu novos argumentos para defender a tese de que a representação não corresponde de fato à forma como ela deveria ser retratada.
Quando estudava o crânio de Luzia ao final da década de 1980, o antropólogo e ex-professor da USP (Universidade de São Paulo) Walter Neves formulou uma hipótese sobre a origem da dona da ossada. Segundo Neves, as características de seu crânio eram diferentes das dos povos indígenas atuais, o que sinalizaria que Luzia pertenceu a um grupo de humanos que chegou à América, também pelo estreito Bering, antes do grupo que deu origem aos indígenas da época de Cabral. Nesse caso, a aparência de Luzia seria mais próxima da dos africanos negros. Por isso, o antropólogo forense britânico Richard Neave, em 1996, reconstruiu sua face imaginando-a negra.
O que os novos estudos argumentam, porém, é que todos os indígenas que já perambularam pelas Américas descendem de uma única população humana. Natural do leste asiático, esse grupo ancestral teria chegado ao continente cerca de 20 mil anos atrás. Ou seja: não houve nenhuma migração anterior a que Luzia pudesse pertencer. Ela era uma indígena comum.
O que aconteceu de verdade foi um pouco mais complicado: a onda que povoou a América se dividiu dentro do próprio continente. Onde hoje estão os EUA, um grupo que ficou conhecido como “Cultura Clóvis” prosperou e avançou em direção ao sul. Quando chegou por aqui, deu origem a populações como a de Lagoa Santa (MG) – à qual pertence Luzia. Luzia, então, é “neta” de Clóvis.
Essa relação entre os primeiros americanos do norte e os primeiros do sul ficou clara pela análise de DNA de fósseis. Um esqueleto de 10 mil anos, encontrado em uma caverna do estado de Nevada, nos EUA, foi comparado com ossos da mesma idade naturais de Lagoa Santa. Mesmo distantes mais de 10 mil quilômetros, eram muito parecidos geneticamente. (...)
Depois de alguns de milhares de anos, uma nova onda migratória, distinta da Cultura Clóvis, desceu para a América do Sul e tomou conta de tudo. A população a que pertencia Luzia sumiu, assim como os Clóvis do norte, que são verificados pela última vez há 9 mil anos. Foram duas ondas, de fato, mas ambas originadas de uma só migração que entrou pelo Estreito de Bering. O que contraria a hipótese de Neves.
O processo que permitiu tais conclusões envolveu a participação de uma equipe internacional de 72 pesquisadores. Deles, 17 são brasileiros. Os autores se basearam na análise do genoma de 49 fósseis, achados em 15 sítios arqueológicos do Brasil, Argentina, Belize, Chile e Peru.
“Por mais acostumados que estejamos com a tradicional reconstrução facial de Luzia, com traços fortemente africanos, essa nova imagem reflete de forma muito mais precisa a fisionomia dos primeiros habitantes do Brasil, apresentando traços generalizados e indistintos a partir dos quais, ao longo dos milhares de anos, a grande diversidade ameríndia se estabeleceu”, explicou André Strauss, arqueólogo do Museu de Arqueologia e Etnologia (MAE), da USP em entrevista à BBC Brasil. (...)
Disponível em https://super.abril.com.br/historia/analise-genetica-propoe-novo-rosto-para-luzia-ela-nao-era-negra/  Acessado em 10/11/2018 – Texto adaptado
De acordo com o texto, os novos estudos indicam que
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Ano: 2018 Banca: INAZ do Pará Órgão: CREFITO - 16ª Região (MA)
Q1225574 Redes de Computadores
Uma empresa de artigos religiosos pretende implantar um servidor local para acesso apenas interno de arquivos e aplicativos por parte de seus funcionários. Todos seus funcionários, para terem acesso aos recursos do servidor, precisarão criar uma conta no controlador de domínio (active directory) de um servidor, executando Windows 2012 server. Estas características correspondem a rede do tipo: 
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Ano: 2018 Banca: AOCP Órgão: FUNPAPA
Q1223135 Português
Texto I “MÚSICA E(M) SOCIEDADE”, UMA RICA REFLEXÃO SOBRE O PAPEL DA MÚSICA EM NOSSAS VIDAS  Julinho Bittencourt 
O livro de Paulo Roxo Barja, traduz em linguagem simples e rica, relações que você sempre teve com a música e que, feito num sonho, seu texto faz despertar Paulo Roxo Barja é uma pessoa plugada em dois mundos. Por um lado, é pós-doutorado pela USP, doutor em ciências e mestre em física. Por outro, é cordelista e músico, formado em piano e interessado por música, seja ela qual for. Filho de pai maestro com mãe apaixonada por literatura, a despeito da sua atuação como cientista e acadêmico, nunca deixou a sua produção artística de lado.  Na mesma medida em que se aprofunda nos estudos, a sua intenção musical se volta, ironicamente, mais e mais às coisas forjadas pelo povo e para o povo. Autor de extensa obra (só de cordéis, já publicou mais de 70), acaba de lançar “Música e(m) Sociedade – Artigos, Crônicas e Reflexões”, um pequeno e lindo livro onde consegue, ao mesmo tempo, o rigor científico em sua estrutura e uma linguagem surpreendentemente clara no seu conteúdo.
Tudo o que compartilha ao longo de suas pouco mais de 140 páginas são experiências que vivenciou, ouviu e comprovou em vários momentos de sua vida. Parte de coisas prosaicas e cotidianas que qualquer ouvinte de música um pouco mais atento experimenta, mas que o autor traduz com maestria, encaixando peças até então soltas e aleatórias. 
Logo de saída, desmistifica o ambiente sagrado da música erudita, mais exatamente o período da renascença. Num capítulo hilário, redime a nossa contemporaneidade desbocada e desbanca falsos moralistas das salas de concerto ao nos mostrar, traduzir e comentar canções do século XVI tão malcriadas que fariam qualquer MC do funk proibidão parecer ingênuo iniciante.
Dos renascentistas profanos, pula para o urgente e emergente mundo sagrado dos pretos velhos da umbanda, segundo ele, a religião mais genuinamente brasileira de todas. Mais uma vez, corre a buscar exemplos que entrelaçam a trajetória dos negros escravos aos seus cantos, ritmos e origens de suas danças. 
Seguir viagem adentro neste “Música e(m) Sociedade” é mergulhar em experiências musicais díspares, algumas delas em artigos divididos com outros autores.  Paulo Roxo Barja transita por várias manifestações e se debruça, sobretudo, nas reações humanas que elas desencadeiam, no todo compartilhado. Nos sons forjados por nós e que, consequentemente, nos forjam e assim por diante. 
Vai da canção pop brasileira dos anos 50 até 2000 à trilha do filme “O Som do Coração”, imprescindível na construção da narrativa. Relata vivências em comunidades, poesia e canção popular, a paixão por Nara Leão, o papel da música na área da saúde.
Guarda para o final, feito sobremesa, uma deliciosa série de reflexões extremamente pessoais que, talvez por isso mesmo, se revelem estranhamente próximas, irrecusavelmente comuns a muitos de nós. Uma das mais divertidas é quando conta ter colocado a interpretação de Cristiane Jaccottet para o Prelúdio Nº 1, do Cravo Bem Temperado, de Bach, no toque do seu celular. Por conta disto, por diversas vezes, se pegou não atendendo a ligação enlevado com a música. 
No final das contas, “Música e(m) Sociedade – Artigos, Crônicas e Reflexões”, de Paulo Roxo Barja, vai te pegar de surpresa, ao traduzir, na sua linguagem simples e rica de professor, relações que você sempre teve com a música e que, feito num sonho, seu texto faz despertar.
Publicado em: 31/01/2018 Texto adaptado. Disponível em: https://www.revistaforum.com. br/2018/01/31/musica-em-sociedade-uma-rica-reflexao-sobre-o-papel-da-musica-em-nossas-vidas/ Acesso em: 01/02/2018
Sobre o Texto I, assinale a alternativa correta. 
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Ano: 2018 Banca: AOCP Órgão: FUNPAPA
Q1223017 Português
Texto I “MÚSICA E(M) SOCIEDADE”, UMA RICA REFLEXÃO SOBRE O PAPEL DA MÚSICA EM NOSSAS VIDAS  Julinho Bittencourt 
O livro de Paulo Roxo Barja, traduz em linguagem simples e rica, relações que você sempre teve com a música e que, feito num sonho, seu texto faz despertar Paulo Roxo Barja é uma pessoa plugada em dois mundos. Por um lado, é pós-doutorado pela USP, doutor em ciências e mestre em física. Por outro, é cordelista e músico, formado em piano e interessado por música, seja ela qual for. Filho de pai maestro com mãe apaixonada por literatura, a despeito da sua atuação como cientista e acadêmico, nunca deixou a sua produção artística de lado.  Na mesma medida em que se aprofunda nos estudos, a sua intenção musical se volta, ironicamente, mais e mais às coisas forjadas pelo povo e para o povo. Autor de extensa obra (só de cordéis, já publicou mais de 70), acaba de lançar “Música e(m) Sociedade – Artigos, Crônicas e Reflexões”, um pequeno e lindo livro onde consegue, ao mesmo tempo, o rigor científico em sua estrutura e uma linguagem surpreendentemente clara no seu conteúdo.
Tudo o que compartilha ao longo de suas pouco mais de 140 páginas são experiências que vivenciou, ouviu e comprovou em vários momentos de sua vida. Parte de coisas prosaicas e cotidianas que qualquer ouvinte de música um pouco mais atento experimenta, mas que o autor traduz com maestria, encaixando peças até então soltas e aleatórias. 
Logo de saída, desmistifica o ambiente sagrado da música erudita, mais exatamente o período da renascença. Num capítulo hilário, redime a nossa contemporaneidade desbocada e desbanca falsos moralistas das salas de concerto ao nos mostrar, traduzir e comentar canções do século XVI tão malcriadas que fariam qualquer MC do funk proibidão parecer ingênuo iniciante.
Dos renascentistas profanos, pula para o urgente e emergente mundo sagrado dos pretos velhos da umbanda, segundo ele, a religião mais genuinamente brasileira de todas. Mais uma vez, corre a buscar exemplos que entrelaçam a trajetória dos negros escravos aos seus cantos, ritmos e origens de suas danças. 
Seguir viagem adentro neste “Música e(m) Sociedade” é mergulhar em experiências musicais díspares, algumas delas em artigos divididos com outros autores.  Paulo Roxo Barja transita por várias manifestações e se debruça, sobretudo, nas reações humanas que elas desencadeiam, no todo compartilhado. Nos sons forjados por nós e que, consequentemente, nos forjam e assim por diante. 
Vai da canção pop brasileira dos anos 50 até 2000 à trilha do filme “O Som do Coração”, imprescindível na construção da narrativa. Relata vivências em comunidades, poesia e canção popular, a paixão por Nara Leão, o papel da música na área da saúde.
Guarda para o final, feito sobremesa, uma deliciosa série de reflexões extremamente pessoais que, talvez por isso mesmo, se revelem estranhamente próximas, irrecusavelmente comuns a muitos de nós. Uma das mais divertidas é quando conta ter colocado a interpretação de Cristiane Jaccottet para o Prelúdio Nº 1, do Cravo Bem Temperado, de Bach, no toque do seu celular. Por conta disto, por diversas vezes, se pegou não atendendo a ligação enlevado com a música. 
No final das contas, “Música e(m) Sociedade – Artigos, Crônicas e Reflexões”, de Paulo Roxo Barja, vai te pegar de surpresa, ao traduzir, na sua linguagem simples e rica de professor, relações que você sempre teve com a música e que, feito num sonho, seu texto faz despertar.
Publicado em: 31/01/2018 Texto adaptado. Disponível em: https://www.revistaforum.com. br/2018/01/31/musica-em-sociedade-uma-rica-reflexao-sobre-o-papel-da-musica-em-nossas-vidas/ Acesso em: 01/02/2018
O Texto I pertence a qual gênero textual? 
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Ano: 2018 Banca: MSConcursos Órgão: GHC-RS
Q1222580 Arquitetura de Computadores
Dentre os componentes funcionais dos computadores, temos a Placa de Rede. Analise os itens e assinale a alternativa correta: 
I- Cada placa dispõe de um endereço único, chamado MAC, atribuído pelo construtor da placa, que lhe permite ser identificada entre todas as outras placas de rede.  
II- Para aumentar as distâncias máximas, existem outros padrões Ethernet que, na maioria das vezes, usam a fibra opaca como suporte de comunicação. 
III- A maioria das placas são Ethernet, elas usam, como meio de comunicação, pares trançados (8 fios de cobre) em ambas as extremidades de conectores RJ45. 
IV- 1000Base-T permite uma taxa máxima de transferência de 1.000 Mbit/s, também chamada de Gigabit Ethernet. 
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Ano: 2018 Banca: Quadrix Órgão: CRM-DF
Q1213288 Engenharia de Software
Com relação à engenharia de software, julgue o item a seguir
A engenharia de software utiliza uma abordagem mais sistemática e controlada na busca de qualidade no  desenvolvimento de softwares. Na engenharia de software, identificada como de quarta geração, são  utilizadas linguagens procedurais, que descrevem como fazer algo e são identificadas pela sigla 4GL.
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Ano: 2018 Banca: Quadrix Órgão: CRM-DF
Q1213074 Engenharia de Software
Com relação à engenharia de software, julgue o item a seguir
A engenharia de software orientada a objetos baseia-se em cinco modelos: o de requisitos; o de análise; o de design; o de implementação; e o de teste.
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Ano: 2018 Banca: FEPESE Órgão: CELESC
Q1211982 Redes de Computadores
Sobre traps SNMP, assinale a alternativa correta.
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Ano: 2018 Banca: FEPESE Órgão: CELESC
Q1211724 Banco de Dados
Sobre Oracle datatypes em bancos de dados Oracle 11g, considere as seguintes afirmativas:
1. Dentre os tipos de dados LOB, o Oracle trabalha com os datatypes BLOB, CLOB e NCLOB, dentre outros. 2. O datatype BFILE armazena dados não estruturados em formato binário em arquivos do sistema operacional, fora do banco de dados. 3. Uma tabela pode conter somente um campo LOB, mas pode conter N campos do dataype LONG.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
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Ano: 2018 Banca: Quadrix Órgão: CRA-PR
Q1205054 Ética na Administração Pública
A ética e a moral servem como parâmetro para a  tomada de decisões da humanidade. Contudo, a moral de  hoje pode ser diferente da moral do futuro, o que a torna  relativa, sendo variável de acordo com o tempo e a cultura.   Já a ética é considerada como universal e deve ser  seguida por todos os cidadãos e servidores públicos. Para  estes últimos, é necessário que também sejam observados os  chamados  Códigos  de  Ética,  que  norteiam  suas  ações  e  devem sempre buscar o bem comum.  Assim,  um  dos  importantes  instrumentos  para  combater a corrupção nas empresas públicas, nos órgãos e  nas entidades da Administração Pública são as Comissões de  Ética.  Apesar de não possuírem prerrogativa de aplicarem  penas de demissão, elas podem aplicar pena de censura ao  servidor  e  fornecer,  aos  organismos  encarregados  da  execução do quadro de carreira dos servidores, os registros  sobre sua conduta ética.    De  acordo  com  o  Código  de  Ética  Profissional  do   Servidor  Público  Civil  do  Poder  Executivo  Federal   (Decreto n.º 1.171/1994) e com o texto acima, julgue o item
Os fatos e atos verificados na conduta do dia a dia da  vida privada do servidor público poderão diminuir o bom  conceito em sua vida funcional.
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Ano: 2018 Banca: Quadrix Órgão: CRM-DF
Q1200098 Arquitetura de Computadores
Com relação à arquitetura e organização de computadores, julgue o item a seguir.
No computador, durante o processo de transferência de dados por meio do barramento, podem ser utilizados os barramentos de endereço, o de dados e o de controle.
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Ano: 2018 Banca: Quadrix Órgão: CRM-DF
Q1200087 Arquitetura de Computadores
Com relação à arquitetura e organização de computadores, julgue o item a seguir.  Conforme os processos de leitura e escrita na memória do computador, a unidade lógica e aritmética ou um dispositivo de entrada podem escrever na memória do computador por intermédio da unidade de controle,  pois todos se encontram dentro da unidade central de processamento.
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Ano: 2018 Banca: IMA Órgão: Prefeitura de Paço do Lumiar - MA
Q1196373 Banco de Dados
Considere as sentenças abaixo a respeito de banco de dados: 
 I. A DDL é utilizada pelo DBA e projetistas de base de dados para definir seus esquemas, enquanto que a DML é utilizada para realizar as manipulações. 
II. Os atributos de uma entidade que podem ser eleitos como chave primária são conhecidos como chavesestrangeiras. 
III. Entidades fracas não podem ter quaisquer atributoschaves. Por essa razão, são identificadas por estarem associadas a entidades específicas de um outro tipo de entidade em combinação com alguns de seus valores de atributos. 
IV. A terceira forma normal é baseada no conceito de dependência funcional. 
Em relação às afirmativas acima, é CORRETO afirmar que: 
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Ano: 2018 Banca: FCC Órgão: Câmara Legislativa do Distrito Federal
Q1196117 Redes de Computadores
Considere que um projeto de implantação de uma Rede Local de Computadores (LAN) apresenta em sua especificação o requisito de comunicação com qualidade para cada computador com velocidade de 1 Gbps para uma distância de 100 m. Para atender à essa especificação, a tecnologia ou o padrão deve ser 
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Ano: 2018 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: BNB
Q1191080 Programação
Julgue o próximo item, concernentes aos conceitos relacionados a algoritmos e linguagens de programação.
A tag <style> é utilizada para definir uma folha de estilo dentro de uma página HTML.
Alternativas
Respostas
9601: A
9602: B
9603: B
9604: C
9605: E
9606: C
9607: D
9608: B
9609: E
9610: D
9611: C
9612: C
9613: A
9614: B
9615: C
9616: C
9617: E
9618: B
9619: B
9620: C