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Q2034409 Direito Administrativo
Segundo a disciplina legal aplicável, a alienação de bens por empresas públicas e por sociedades de economia mista depende, em regra, de avaliação formal do bem e da realização de licitação, ressalvada esta última na hipótese de:
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Q2034387 Português
A sociedade do medo

O filósofo Vladimir Safatle afirma que o medo se transformou em um elemento de coesão de uma sociedade refém de um discurso de crise permanente

[...]
No seu Quando as Ruas Queimam: Manifesto pela Emergência, você diz que nossa época vai passar para a história como o momento em que a crise virou uma forma de governo. Você está falando do medo que é gerado pela crise?

Sim, como efeito. É importante entender como o discurso da crise se transformou num modo de gestão social. As crises vêm para não passar. Por exemplo, nós vivemos numa crise global há oito anos. Isso do lado socioeconômico. No que diz respeito aos problemas de segurança, vivemos uma situação de emergência há quinze anos, desde 2001. Ou seja, são situações nas quais vários direitos vão sendo flexibilizados, em que os governos vão tendo a possibilidade de intervir na vida privada dos seus cidadãos em nome de sua própria segurança. É muito mais fácil você gerir uma sociedade em crise. Então, a sociedade em crise é uma sociedade, primeiro, amedrontada; segundo, é uma sociedade aberta a toda forma de intervenção do poder soberano, mesmo aqueles que quebram as regras, quebram as normas constitucionais. Como estamos em uma situação excepcional, essas quebras começam a virar coisa normal. Esses discursos a respeito da luta contra a crise são muito claros no sentido de impedir a sociedade de reagir. Não se reage porque “a situação é de crise”.

E aí entra o medo.

Exatamente. Aí entra um pouco essa maneira de transformar o medo num elemento fundamental da gestão social. Ou seja, o medo produzido, em larga medida, potencializado, administrado, gerenciado. É o gerenciamento do medo como única forma de construir coesão hoje em dia. Nós podemos construir coesão a partir da partilha de ideias; só que, quando a sociedade chega no ponto em que ela desconfia dos ideais que lhe foram apresentados como consensuais, quando desconfia das gramáticas sociais que são responsáveis pela mediação dos conflitos, não resta outra coisa a não ser um tipo de coesão negativa. Não coesão por algo que todos afirmam, mas uma coesão através de algo que todos negam.

Quando você fala da gestão da crise, quem são os agentes? O poder constituído do Estado, os agentes financeiros, o corpo social?

De fato, o discurso da maneira como eu estava colocando pode dar um pouco a impressão de que há uma espécie de grande sujeito por trás. Eu diria que o que acontece é: nós partilhamos de um modo de existência que, por não conseguir realizar as suas próprias promessas, e também por impedir uma abertura em direção a outros modos de existência, começa a funcionar numa chave de conservação. É importante falar de modos de existência porque isso tira um pouco a figura do sujeito que delibera. Então temos, sei lá, o poder do Estado, a burocracia que controla o poder do Estado, o capital financeiro. É inegável que haja de fato projetos de grupos nos modos de gestão social, mas para além disso há uma coisa muito mais brutal: uma forma de racionalidade que se transformou para nós em um elemento quase natural, que faz com que todos comecem a pensar dessa maneira. Essa forma de racionalidade, que acaba operando esses processos de dominação, deixa uma situação mais complexa. Não se trata simplesmente de subverter o poder, mas de pensar de outra maneira, o que é muito mais complicado do que pode parecer.

Quais são os instrumentos de que dispomos pra romper com essa racionalidade, com esse circuito baseado no medo? O que fazer?

Tenho duas colocações a fazer. A primeira é: muitos acreditam que a melhor maneira de se contrapor a circuitos de afetos vinculados ao medo seja constituir outros circuitos vinculados aos afetos que seriam o oposto ao medo – por exemplo, a esperança. Só que aí há uma reflexão muito interessante, de toda uma tradição filosófica, de insistir que o medo e a esperança não são afetos contraditórios – são complementares. O que é o medo a não ser a expectativa de um mal que pode ocorrer? O que é a esperança a não ser a expectativa de um bem que pode ocorrer? Quem tem a expectativa de que um mal ocorra, também espera que esse mal não ocorra. Da mesma maneira, quem tem a expectativa de que um bem ocorra, teme que esse bem não ocorra. Então, a reversão contínua de um polo a outro, da esperança ao medo, é uma constante, porque são dois tipos de afetos ligados a um mesmo modo de experiência temporal. São afetos ligados à projeção de um horizonte de expectativas. Nesse sentido, toda forma de pensar o tempo de maneira simétrica vai produzir resultados simétricos. Então, um outro afeto seria necessariamente um afeto que teria uma outra relação com a ideia de acontecimento.
[...]

Freitas, Almir. Disponível em: .
Acesso em: 27 set. 2017 [Fragmento adaptado].
Assinale a alternativa em que a ideia entre colchetes não está presente no respectivo trecho.
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Q2028767 Banco de Dados
O administrador de banco de dados utiliza o Sistema de Gerenciamento de Banco de Dados (SGBD) para gerenciar as bases de dados de forma facilitada e eficaz. O SGBD é composto de alguns recursos, dentre os quais, inclui o comando GRANT para atribuir privilégios de acesso a usuários, que é parte de uma linguagem denominada 
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Q2028766 Segurança da Informação
A segurança da informação está baseada em pilares ou atributos de confidencialidade, integridade, disponibilidade, autenticidade, irretratabilidade e conformidade. Uma técnica utilizada para verificar e controlar a integridade da informação é
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Q2028765 Redes de Computadores
Para organizar a gerência de uma Rede Local de Computadores (LAN), o Analista de Sistemas estabeleceu a configuração de VLANs de acordo com a política de uso e o tráfego demandado. Sabendo que as soluções para VLAN de camada 3 são proprietárias em sua grande maioria, o Analista decidiu por implantar a VLAN de camada 2. Para isso ele deve utilizar-se dos recursos definidos pelo padrão IEEE 
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Q2028763 Sistemas Operacionais
Os sistemas operacionais gerenciam uma grande quantidade de recursos e processos, requerendo o uso de algoritmos de escalonamento bem estruturados e eficientes. Nesse contexto, grande parte dos sistemas operacionais utiliza o algoritmo de escalonamento preemptivo que se caracteriza por
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Q2028762 Engenharia de Software

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Q2028761 Administração Geral

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Q2028760 Engenharia de Software
Considere, por hipótese, que uma Analista de Sistemas foi solicitada a propor uma abordagem para a modelagem de processos de negócio da Câmara Legislativa. A Analista esclareceu, corretamente, que a modelagem 
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Q2028759 Engenharia de Software
No âmbito da Análise de Requisitos de Negócio, os requisitos podem ser classificados em quatro tipos: requisitos de negócio, das partes interessadas, da solução e
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Q2028758 Governança de TI
Considere o modelo de execução de um contrato, no qual constam as condições necessárias ao fornecimento da Solução de Tecnologia da Informação listadas a seguir.
I. Prazos, horários e endereços dos locais para entrega dos equipamentos de hardware;
II. Documentação exigida de acordo com os modelos adotados pela Câmara;
III. Lista com os papéis e responsabilidades, por parte da Câmara e da empresa contratada;
IV. Definição das ordens de serviço e dos mecanismos formais de comunicação a serem utilizados para troca de informações entre a empresa contratada e a Câmara;
V. Definição da forma de pagamento, que será efetuado em função dos resultados obtidos.
Considere, por hipótese, que um Analista de Sistemas da CLDF está atuando como Integrante Técnico da equipe de planejamento da contratação de uma Solução de Tecnologia da Informação e foi solicitado a avaliar o modelo de execução acima. O Analista conclui corretamente que, segundo a Instrução Normativa n⁰ 4/2014 − SLTI/MPOG, 
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Q2028757 Governança de TI
Considere, por hipótese, que uma Analista de Sistemas da Câmara Legislativa está atuando na posição de Integrante Técnico da equipe de planejamento da contratação de uma Solução de Tecnologia da Informação e há a lista de tarefas a serem realizadas abaixo.
I. Realizar a estimativa de preço da contratação para elaboração do orçamento detalhado, composta por preços unitários e fundamentada em pesquisa no mercado;
II. Especificar os requisitos de experiência profissional da equipe que projetará, implementará e implantará a Solução de Tecnologia da Informação, que definem a natureza da experiência profissional exigida e as respectivas formas de comprovação dessa experiência, dentre outros;
III. Elaborar o Plano de Fiscalização da contratada, junto ao Gestor do Contrato, incluindo o refinamento ou elaboração de Listas de Verificação e de roteiros de testes com base nos recursos disponíveis para aplicá-los;
IV. Definir os critérios técnicos de julgamento das propostas para a fase de Seleção do Fornecedor; V. Confeccionar e assinar o Termo de Recebimento Provisório, quando da entrega do objeto resultante de cada Ordem de Serviço ou de Fornecimento de Bens;
VI. Especificar os requisitos de garantia e manutenção, que definem a forma como será conduzida a manutenção e a comunicação entre as partes envolvidas.
De acordo com a Instrução Normativa n⁰ 4/2014 − SLTI/MPOG, são de responsabilidade da Analista APENAS as tarefas relacionadas em
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Q2028756 Governança de TI
Considere, por hipótese, que no Termo de Referência (ou projeto básico) conste a opção pelo parcelamento em diversos itens da Solução de Tecnologia da Informação a ser contratada, devidamente comprovados como viáveis tanto técnica como economicamente. De acordo com a Instrução Normativa n⁰ 4/2014 − SLTI/MPOG, nesse caso
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Q2028755 Governança de TI
Considere, por hipótese, que um Analista de Sistemas da Câmara Legislativa está participando, como Integrante Técnico, do Estudo Técnico Preliminar e da elaboração do Termo de Referência de uma solução de TI a ser adquirida pela instituição. Na parte técnica da solução encontram-se, dentre outros, os requisitos abaixo.
I. O protocolo LDAP v3 deverá ser utilizado para acesso geral ao diretório OpenLDAP.
II. O código HTML deve ser organizado de forma lógica e semântica. A marcação semântica adequada deve ser utilizada para designar os cabeçalhos (h1, h2, h3), as listas (ul, ol, dl), texto enfatizado (strong), marcação de código (code), marcação de abreviaturas (abbr), marcação de citações longas (blockquote) etc.
III. O protocolo Internet Message Access Protocol – IMAP deverá ser utilizado para acesso remoto à caixa postal.
IV. Todas as funções da página desenvolvidas utilizando-se linguagens de script (Javascript) devem ser programadas, primeiramente, para o uso com teclado. O foco não deverá estar bloqueado ou fixado em um elemento da página, para que o usuário possa mover-se pelo teclado por todos os elementos.
V. Permitir o uso do Decom Digital que permite o envio eletrônico de documentos no âmbito de petições e de processos de defesa comercial, bem como a visualização desses documentos a qualquer momento.
Seguindo as orientações da Instrução Normativa n⁰ 4/2014 − SLTI/MPOG, como Integrante Técnico, o Analista 
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Q2028754 Gerência de Projetos
Considere, por hipótese, que uma Analista de Sistemas foi convidada a proferir uma palestra sobre técnicas de gestão de projetos e indicadores de desempenho de projetos, uma vez que a Câmara Legislativa trabalha com Gestão por Projetos. Em sua palestra, a Analista afirmou corretamente que
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Q2028753 Direito Processual Civil - Novo Código de Processo Civil - CPC 2015
Considere, por hipótese, que na Câmara Legislativa foi solicitada uma reunião entre gestores para solucionar um problema de mudança de salas. Havia ocorrido um problema com os dutos de ar-condicionado e o gestor de TI solicitava a outro gestor que este cedesse suas salas com ar-condicionado para acomodar os computadores servidores e outros equipamentos que não podiam sofrer superaquecimento. A mudança de salas implicava que o pessoal do outro gestor ficaria em salas mais quentes. Após intensos e calorosos debates, a reunião finalizou-se sem acordo e foi criado um grande conflito entre as partes. Em uma segunda reunião, um Analista de Sistemas foi convidado a atuar para a solução do conflito. 
Nesse cenário, a reunião pode ocorrer na forma de
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Q2028752 Administração Geral
Uma Analista de Sistemas da Câmara Legislativa participa de diversas reuniões com diferentes tipos de gestores na instituição. Em quatro reuniões distintas ela observou quatro perfis diferentes de liderança, que resumiu da seguinte maneira:
− Líder 1: é do tipo “Venha comigo”: mobiliza a equipe na direção de uma visão comum, concentrando-se nos objetivos finais, mas sem dizer como cada membro da equipe deve chegar lá.
− Líder 2: é do tipo “O que você acha?”: constrói o consenso por meio da participação de todos, criando um ambiente de confiança, respeito e liderança participativa.
− Líder 3: é do tipo “Faça o que eu digo”: exige o cumprimento de uma ordem imediata, esperando total conformidade naquilo que foi solicitado.
− Líder 4: é do tipo “Tente isso”: age como um coaching, de forma a desenvolver a sua equipe para o futuro. Ao considerar que os estilos de liderança têm sua base na inteligência emocional, a Analista conclui que
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Q2028751 Administração Geral
Considere, por hipótese, que a Câmara Legislativa está implantando um modelo de Gestão por Competências e um Analista de Sistemas foi designado para fazer parte da equipe. Na etapa de diagnóstico das competências existentes decidiu-se pelo levantamento do gap de competências da Câmara, ou seja, a inaptidão. O gap de competências é encontrado por meio das avaliações de domínio e de importância, contrastando-se o grau de domínio apresentado pelos servidores ou gestores e o grau de importância que cada competência tem. Com base no valor do gap são priorizadas as capacitações. Para ajudar nesta etapa, optou-se pela adoção da fórmula abaixo para cálculo do gap de competências.
Dados: G = I × (N-D)
G = Gap de competência. I = Importância da competência.
N = Nível máximo de importância da escala utilizada (foi utilizada uma escala de 1 a 5). D = Domínio do assunto pelo servidor. Considere ainda as duas competências gerenciais de um gestor sendo avaliadas e os respectivos valores de D e I:
− C1: Acompanhar o trabalho da equipe, corrigindo erros e propondo soluções: I = 5 e D = 1; − C2: Manter o equilíbrio emocional, sendo flexível nas discussões, inclusive nos momentos de tensão: I = 1 e D = 4.
Após fazer o cálculo dos gaps (G) das competências C1 e C2, o Analista de Sistemas conclui corretamente que o gestor
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Q2028750 Administração Geral
Uma Analista de Sistemas está trabalhando no processo Planejar o gerenciamento da qualidade com base no guia PMBoK 5ᵃ edição, utilizando como ferramentas os dois tipos de diagramas descritos abaixo.
Diagrama I
A especificação do problema colocada no diagrama é usada como um ponto de partida para seguir a fonte do problema até à sua causa-raiz acionável. A especificação do problema tipicamente descreve o problema como uma lacuna a ser fechada ou um objetivo a ser alcançado. As causas podem ser encontradas olhando para a especificação do problema e perguntando “Por quê?” até que a causa-raiz acionável seja identificada ou até que as possibilidades razoáveis em cada diagrama sejam esgotadas. Este tipo de diagrama é frequentemente útil na conexão dos efeitos indesejáveis vistos como uma variação especial à causa atribuível sobre a qual as equipes de projeto devem implementar ações corretivas para eliminar a variação especial detectada em um gráfico de controle.
Diagrama II
Utiliza gráficos de barras verticais na identificação de algumas fontes críticas responsáveis pela maioria dos efeitos de um problema. As categorias mostradas no eixo horizontal existem como uma distribuição de probabilidades válidas que representam 100% das possíveis observações. As frequências das ocorrências de cada causa especificada listada no eixo horizontal diminuem em grandeza até que a fonte padrão intitulada “outra” responsabilize-se por quaisquer causas não especificadas. Este diagrama é normalmente organizado em categorias para medir frequências ou consequências.
Os diagramas I e II são, correta e respectivamente, 
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Q2028749 Administração Pública
O Prêmio Nacional da Gestão Pública tem a finalidade de reconhecer e premiar as organizações públicas que comprovem alta qualidade do seu sistema de gestão, com elevado desempenho institucional. Este prêmio
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Respostas
9501: B
9502: C
9503: E
9504: A
9505: E
9506: C
9507: E
9508: B
9509: E
9510: C
9511: A
9512: D
9513: D
9514: B
9515: E
9516: D
9517: A
9518: C
9519: D
9520: B