Questões de Concurso
Para médico psiquiatra
Foram encontradas 16.334 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
Em 1884, Freud realizou um estudo sobre os efeitos farmacológicos da cocaína defendendo seu uso para cura de doenças e em 1903 esse estimulante passou a ser utilizado como princípio ativo da Coca-Cola®. Desde então a cocaína vem sendo consumida de todo desenfreado, tornando-se uma questão de saúde pública devido a problemas legais, psiquiátricos e sociais associados a esse uso.
Qual alternativa está correta a respeito do transtorno por uso de estimulantes?
O sono é regulado por diversos mecanismos, quando há uma desorganização de algum dos sistemas ocorrem os transtornos do sono. Atualmente já foi demonstrada a importância de um sono reparador não só para a saúde mental do paciente, como para as áreas cardíacas e endócrinas, por exemplo, sendo os transtornos do sono associados à ocorrência de AVC, hipertensão e insuficiência cardíaca.
Relativo à insônia é alegar:
Sísifo é um personagem da mitologia grega que foi condenado à tarefa de empurrar uma pedra até o topo de uma montanha de modo que chegando ao topo, a pedra rolava novamente montanha abaixo, fazendo-o reiniciar o árduo trabalho eternamente, a semelhança do que ocorre em um paciente com transtorno obsessivo compulsivo (TOC). Esse transtorno traz grande sofrimento à vida da pessoa, consome tempo e interfere em sua rotina.
Acerca do TOC e transtornos relacionados pode-se afirmar:
O medo e a ansiedade são sinais de alerta, porém diferentemente deste a ansiedade representa uma resposta interpretada como ameaça a um objeto desconhecido, vago ou interno, podendo ser fisiológica ou não. Os transtornos de ansiedade frequentemente são associados a comorbidades, são crônicos e resistentes a tratamento.
Com relação à epidemiologia dos transtornos de ansiedade marque a afirmativa correta.
O transtorno depressivo maior (TDM) configura-se como a doença mental mais prevalente do mundo ao longo da vida. O indivíduo com depressão provoca danos pessoais, familiares e sociais e potencializa o risco de suicídio. Fatores como sexo, idade, estado civil, condição socioeconômica e cultural pode influenciar para o aparecimento dessa afecção.
Com relação ao TDM, qual alternativa está correta?
A esquizofrenia é composta por um grupo heterogêneo de pacientes, com apresentações clínicas, respostas ao tratamento e prognóstico variáveis. Denota um dos transtornos mentais mais graves, tendo sido estudada desde o século XIX, porém sua etiopatogenia ainda não foi completamente esclarecida.
Sobre a história da esquizofrenia pode-se afirmar:
O diagnóstico em psiquiatria é fundamentado em observações clínicas de sinais e sintomas agrupados em transtornos ou síndromes, com o objetivo final de aprimorar os esforços de tratamento e prevenção. O Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM) em sua 5º edição (2014) trouxe algumas mudanças na classificação dos transtornos mentais.
Acerca dessas mudanças é correto afirmar:
As escalas de avaliação psiquiátricas permitem que informações coletadas ao longo do tempo por profissionais diferentes sejam padronizadas. Também são uteis em avaliar a melhora de um paciente ao longo do tempo, auxiliando no tratamento, definindo um diagnóstico e identificando condições comórbidas.
Marque a alternativa que exibe conceitos corretos acerca das escalas psiquiátricas.
De acordo com seus princípios pode-se afirmar:
O abandono do tratamento é um problema frequente para profissionais que lidam com transtornos mentais. Ao utilizarem-se medicações para auxiliar no manejo desses transtornos deve-se estar atento aos efeitos adversos desses fármacos, o que poderia justificar e favorecer a descontinuidade do acompanhamento médico, permitindo a ocorrência de agudização do quadro.
Sobre os de efeitos colaterais de psicotrópicos é correto afirmar:
Você “trabalha em equipe” e é “workaholic”? Pare de usar
palavras batidas.
Um termo desgastado dito na entrevista de emprego ou em uma reunião pode revelar dados sobre uma pessoa. Alguns, dizem os especialistas, produzem o efeito contrário ao que se deseja e denotam, no mínimo, imaturidade. "Você pode ser percebido como alguém sem conteúdo que, assim como um adolescente, está preocupado em pertencer a um grupo e ser aceito por ele, em vez de contribuir com o sucesso da empresa", afirmou o consultor Silvio Celestino, sócio fundador da Alliance Coaching.
Sem perceber, até o profissional mais preparado pode escorregar em um clichê. Por isso, antes de ir a campo, conheça as principais frases e termos e entenda por que você deve fugir deles.
1 - Sou perfeccionista
A expressão não diz nada. "O entrevistador quer conhecer o candidato. E, ao responder dessa maneira, perde-se a grande chance de falar sobre si", disse Marcelo de Lucca, sócio da consultoria KPMG. Em vez de reduzir a possibilidade a uma palavra, por que não falar que se aprimora continuamente citando, por exemplo, quantos e quais livros lê por ano ou cursos que faz por conta própria? "A pessoa que se descreve uma perfeccionista geralmente não tem uma visão mais clara de si mesma. E não reconhecer os erros é também não reconhecer as virtudes", afirmou Marco Zanini, professor da Escola Brasileira de Administração Pública e de Empresas da Fundação Getulio Vargas (Ebape/FGV).
2 - Quero muito trabalhar aqui
A empresa não precisa de pessoas que queiram trabalhar nela, mas que queiram que ela ganhe, disse Silvio Celestino. Ou seja, além de querer trabalhar, o mais importante é demonstrar interesse em contribuir com o sucesso da companhia.
3 - Gosto de trabalhar em equipe
Isso não prova que os demais gostam de trabalhar com você, segundo Celestino. Seja mais claro e afirme que você é capaz de liderar pessoas ou sabe lidar com conflitos e busca soluções harmoniosas.
4 - Sou workaholic e faço tudo bem-feito
Para Celestino, afirmar que é workaholic pode demonstrar falta de equilíbrio. Melhor especificar que, sempre que necessário ou demandado pelo gestor, você tem responsabilidade para entregar as tarefas no prazo e nas especificações. "Oriento os meus alunos a serem mais humildes, a não se vangloriar - sendo jovens, principalmente, porque eles ainda não têm experiência para apresentar. É preferível ser verdadeiro, colocar o que quer fazer, valorizar as aptidões e como deseja contribuir no desenvolvimento da empresa", disse o professor Zanini.
5 - Eu me dou bem com todo mundo
Com que tipo e com quantas pessoas você já trabalhou? Diga que, independentemente das características de cada indivíduo, você busca respeitar as diferenças e focar na competência do indivíduo, relevando características problemáticas, afirmou Celestino.
Em reuniões
6 - Com certeza
Evite esse termo para afirmar algo que é considerado óbvio e evidente, mas que nem sempre é assim. "Afirme que tem a mesma opinião ou que observou as mesmas evidências que o interlocutor", disse Celestino.
7 - Tenho limitação de budget
Para Lucca, o profissional que justifica uma situação com esse argumento se coloca como vítima, quando deveria ser o protagonista. É preferível dizer que, apesar da limitação, verá o que consegue fazer para que a ação aconteça. "É uma maneira de se mostrar disposto a realizar", disse Lucca.
8 - Tal área não fez o que deveria
Essa é a típica frase em que o sujeito joga a responsabilidade no outro e não diz o que pode fazer para mudar a situação. E isso é péssimo para a imagem do profissional, segundo Lucca.
9 - Cada um tem a sua verdade
Essa é uma expressão perigosa. O que existem são fatos e documentos. “Diferentes são as opiniões, não a verdade”BGTT, disse Celestino.
10 - Accountability, empowerment e outros
Evite o uso de expressões estrangeiras quando há uma em português perfeitamente compreensível. Não use o inglês para demonstrar sofisticação ou esnobar pessoas. Saiba adequar sua linguagem ao público. "Muitas vezes, o termo é usual dentro da cultura da empresa. Mas quem é de fora não é obrigado a saber", afirmou Lucca.
11 - Sairei porque tenho novos desafios
Eis uma frase desgastada e vazia. Todo mundo se despede da empresa ou do mercado dessa forma, segundo Lucca. Mencione uma razão mais concreta ou algo que traga mais valor.
(PEREIRA, Inês. Portal UOL Economia.
23/08/2018.)
Você “trabalha em equipe” e é “workaholic”? Pare de usar
palavras batidas.
Um termo desgastado dito na entrevista de emprego ou em uma reunião pode revelar dados sobre uma pessoa. Alguns, dizem os especialistas, produzem o efeito contrário ao que se deseja e denotam, no mínimo, imaturidade. "Você pode ser percebido como alguém sem conteúdo que, assim como um adolescente, está preocupado em pertencer a um grupo e ser aceito por ele, em vez de contribuir com o sucesso da empresa", afirmou o consultor Silvio Celestino, sócio fundador da Alliance Coaching.
Sem perceber, até o profissional mais preparado pode escorregar em um clichê. Por isso, antes de ir a campo, conheça as principais frases e termos e entenda por que você deve fugir deles.
1 - Sou perfeccionista
A expressão não diz nada. "O entrevistador quer conhecer o candidato. E, ao responder dessa maneira, perde-se a grande chance de falar sobre si", disse Marcelo de Lucca, sócio da consultoria KPMG. Em vez de reduzir a possibilidade a uma palavra, por que não falar que se aprimora continuamente citando, por exemplo, quantos e quais livros lê por ano ou cursos que faz por conta própria? "A pessoa que se descreve uma perfeccionista geralmente não tem uma visão mais clara de si mesma. E não reconhecer os erros é também não reconhecer as virtudes", afirmou Marco Zanini, professor da Escola Brasileira de Administração Pública e de Empresas da Fundação Getulio Vargas (Ebape/FGV).
2 - Quero muito trabalhar aqui
A empresa não precisa de pessoas que queiram trabalhar nela, mas que queiram que ela ganhe, disse Silvio Celestino. Ou seja, além de querer trabalhar, o mais importante é demonstrar interesse em contribuir com o sucesso da companhia.
3 - Gosto de trabalhar em equipe
Isso não prova que os demais gostam de trabalhar com você, segundo Celestino. Seja mais claro e afirme que você é capaz de liderar pessoas ou sabe lidar com conflitos e busca soluções harmoniosas.
4 - Sou workaholic e faço tudo bem-feito
Para Celestino, afirmar que é workaholic pode demonstrar falta de equilíbrio. Melhor especificar que, sempre que necessário ou demandado pelo gestor, você tem responsabilidade para entregar as tarefas no prazo e nas especificações. "Oriento os meus alunos a serem mais humildes, a não se vangloriar - sendo jovens, principalmente, porque eles ainda não têm experiência para apresentar. É preferível ser verdadeiro, colocar o que quer fazer, valorizar as aptidões e como deseja contribuir no desenvolvimento da empresa", disse o professor Zanini.
5 - Eu me dou bem com todo mundo
Com que tipo e com quantas pessoas você já trabalhou? Diga que, independentemente das características de cada indivíduo, você busca respeitar as diferenças e focar na competência do indivíduo, relevando características problemáticas, afirmou Celestino.
Em reuniões
6 - Com certeza
Evite esse termo para afirmar algo que é considerado óbvio e evidente, mas que nem sempre é assim. "Afirme que tem a mesma opinião ou que observou as mesmas evidências que o interlocutor", disse Celestino.
7 - Tenho limitação de budget
Para Lucca, o profissional que justifica uma situação com esse argumento se coloca como vítima, quando deveria ser o protagonista. É preferível dizer que, apesar da limitação, verá o que consegue fazer para que a ação aconteça. "É uma maneira de se mostrar disposto a realizar", disse Lucca.
8 - Tal área não fez o que deveria
Essa é a típica frase em que o sujeito joga a responsabilidade no outro e não diz o que pode fazer para mudar a situação. E isso é péssimo para a imagem do profissional, segundo Lucca.
9 - Cada um tem a sua verdade
Essa é uma expressão perigosa. O que existem são fatos e documentos. “Diferentes são as opiniões, não a verdade”BGTT, disse Celestino.
10 - Accountability, empowerment e outros
Evite o uso de expressões estrangeiras quando há uma em português perfeitamente compreensível. Não use o inglês para demonstrar sofisticação ou esnobar pessoas. Saiba adequar sua linguagem ao público. "Muitas vezes, o termo é usual dentro da cultura da empresa. Mas quem é de fora não é obrigado a saber", afirmou Lucca.
11 - Sairei porque tenho novos desafios
Eis uma frase desgastada e vazia. Todo mundo se despede da empresa ou do mercado dessa forma, segundo Lucca. Mencione uma razão mais concreta ou algo que traga mais valor.
(PEREIRA, Inês. Portal UOL Economia.
23/08/2018.)
Você “trabalha em equipe” e é “workaholic”? Pare de usar
palavras batidas.
Um termo desgastado dito na entrevista de emprego ou em uma reunião pode revelar dados sobre uma pessoa. Alguns, dizem os especialistas, produzem o efeito contrário ao que se deseja e denotam, no mínimo, imaturidade. "Você pode ser percebido como alguém sem conteúdo que, assim como um adolescente, está preocupado em pertencer a um grupo e ser aceito por ele, em vez de contribuir com o sucesso da empresa", afirmou o consultor Silvio Celestino, sócio fundador da Alliance Coaching.
Sem perceber, até o profissional mais preparado pode escorregar em um clichê. Por isso, antes de ir a campo, conheça as principais frases e termos e entenda por que você deve fugir deles.
1 - Sou perfeccionista
A expressão não diz nada. "O entrevistador quer conhecer o candidato. E, ao responder dessa maneira, perde-se a grande chance de falar sobre si", disse Marcelo de Lucca, sócio da consultoria KPMG. Em vez de reduzir a possibilidade a uma palavra, por que não falar que se aprimora continuamente citando, por exemplo, quantos e quais livros lê por ano ou cursos que faz por conta própria? "A pessoa que se descreve uma perfeccionista geralmente não tem uma visão mais clara de si mesma. E não reconhecer os erros é também não reconhecer as virtudes", afirmou Marco Zanini, professor da Escola Brasileira de Administração Pública e de Empresas da Fundação Getulio Vargas (Ebape/FGV).
2 - Quero muito trabalhar aqui
A empresa não precisa de pessoas que queiram trabalhar nela, mas que queiram que ela ganhe, disse Silvio Celestino. Ou seja, além de querer trabalhar, o mais importante é demonstrar interesse em contribuir com o sucesso da companhia.
3 - Gosto de trabalhar em equipe
Isso não prova que os demais gostam de trabalhar com você, segundo Celestino. Seja mais claro e afirme que você é capaz de liderar pessoas ou sabe lidar com conflitos e busca soluções harmoniosas.
4 - Sou workaholic e faço tudo bem-feito
Para Celestino, afirmar que é workaholic pode demonstrar falta de equilíbrio. Melhor especificar que, sempre que necessário ou demandado pelo gestor, você tem responsabilidade para entregar as tarefas no prazo e nas especificações. "Oriento os meus alunos a serem mais humildes, a não se vangloriar - sendo jovens, principalmente, porque eles ainda não têm experiência para apresentar. É preferível ser verdadeiro, colocar o que quer fazer, valorizar as aptidões e como deseja contribuir no desenvolvimento da empresa", disse o professor Zanini.
5 - Eu me dou bem com todo mundo
Com que tipo e com quantas pessoas você já trabalhou? Diga que, independentemente das características de cada indivíduo, você busca respeitar as diferenças e focar na competência do indivíduo, relevando características problemáticas, afirmou Celestino.
Em reuniões
6 - Com certeza
Evite esse termo para afirmar algo que é considerado óbvio e evidente, mas que nem sempre é assim. "Afirme que tem a mesma opinião ou que observou as mesmas evidências que o interlocutor", disse Celestino.
7 - Tenho limitação de budget
Para Lucca, o profissional que justifica uma situação com esse argumento se coloca como vítima, quando deveria ser o protagonista. É preferível dizer que, apesar da limitação, verá o que consegue fazer para que a ação aconteça. "É uma maneira de se mostrar disposto a realizar", disse Lucca.
8 - Tal área não fez o que deveria
Essa é a típica frase em que o sujeito joga a responsabilidade no outro e não diz o que pode fazer para mudar a situação. E isso é péssimo para a imagem do profissional, segundo Lucca.
9 - Cada um tem a sua verdade
Essa é uma expressão perigosa. O que existem são fatos e documentos. “Diferentes são as opiniões, não a verdade”BGTT, disse Celestino.
10 - Accountability, empowerment e outros
Evite o uso de expressões estrangeiras quando há uma em português perfeitamente compreensível. Não use o inglês para demonstrar sofisticação ou esnobar pessoas. Saiba adequar sua linguagem ao público. "Muitas vezes, o termo é usual dentro da cultura da empresa. Mas quem é de fora não é obrigado a saber", afirmou Lucca.
11 - Sairei porque tenho novos desafios
Eis uma frase desgastada e vazia. Todo mundo se despede da empresa ou do mercado dessa forma, segundo Lucca. Mencione uma razão mais concreta ou algo que traga mais valor.
(PEREIRA, Inês. Portal UOL Economia.
23/08/2018.)
Serviço público é “toda atividade material que a lei atribui ao Estado para que a exerça diretamente ou por meio de seus delegados, com o objetivo de satisfazer concretamente às necessidades coletivas, sob regime jurídico total ou parcialmente público”. (Maria Sylvia Zanella Di Pietro).
Isto posto, pode-se afirmar que:
Quando o servidor se desliga do cargo público, diz-se que o cargo está vago, o que caracteriza o instituto jurídico conceituado como vacância.
Sobre a vacância do cargo público, assinale a alternativa correta:
Um dos princípios constitucionais da Administração Pública é a legalidade. Segundo este princípio, o agente público deve atuar sob os ditames da lei, ou seja, seus atos só podem ser realizados conforme a lei expressamente determine.
Sob esse prisma, é correto afirmar:
A Constituição Federal do Brasil afirma que todos têm o direito fundamental ao acesso a informações de seu interesse registradas em órgão público, observadas determinadas peculiaridades (art. 5º, inc. XXXIII). A Lei nº 12.527/2011 veio trazer eficácia a esse comando.
Sobre esse tema, há um tratamento adequado conferido pela lei às informações pessoais, que são aquelas relacionadas à pessoa natural identificada ou identificável. Acerca do tratamento protetivo das informações pessoais, é correto afirmar:
Sobre os modelos de administração pública, assinale V para as alternativas verdadeiras e F para as falsas:
I – O modelo patrimonialista separa o público do privado, reduz a corrupção e o nepotismo, e tenta tornar o estado mais eficiente. Há uma desconfiança excessiva em relação aos servidores, por isso, o modelo promove um controle rígido dos processos, da seleção de servidores, contratações de serviços e produtos, inclusive das atividades de atendimento ao público
II – O modelo burocrático tem como bases a utilização de ferramentas de gestão provenientes da administração privada e pensamentos neoliberais que defendem o estado mínimo e o preceito de que o mercado e a economia possuem regras próprias
III – No modelo gerencial o administrador não diferencia o patrimônio particular do estatal, o clientelismo é muito comum, prevalecendo o interesse dos particulares e a troca de favores
A sequência correta de cima para baixo é: