Questões Discursivas

Foram encontradas 623 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q1174480 Português

(Fonte adaptada:https//g1.globo.com>acesso em 29 de setembro de 2019)

A partícula “que” presente na linha 13 do texto exerce função morfológica de:
Alternativas
Q1174479 Português

(Fonte adaptada:https//g1.globo.com>acesso em 29 de setembro de 2019)

“Na tentativa de responder a essa pergunta sobre evolução, os cientistas observaram como os membros antigos da árvore genealógica humana davam à luz.” (linhas 6 a 9).


Assinale a alternativa em que o termo destacado não exerce função sintática alguma no período:

Alternativas
Q1174478 Português

(Fonte adaptada:https//g1.globo.com>acesso em 29 de setembro de 2019)

Assinale a alternativa que representa corretamente uma palavra acentuada pela mesma regra de acentuação da palavra “assistência” (linha 2):
Alternativas
Q1174477 Português

(Fonte adaptada:https//g1.globo.com>acesso em 29 de setembro de 2019)

“O parto humano pode ser um processo longo, doloroso e prolongado, que necessita assistência e, às vezes, chega a durar dias.” (linhas 1 a 3).


É correto afirmar que a partícula “que” presente no trecho acima introduz uma:

Alternativas
Q1174476 Português

(Fonte adaptada:https//g1.globo.com>acesso em 29 de setembro de 2019)

“O parto humano pode ser um processo longo, doloroso e prolongado, que necessita assistência e, às vezes, chega a durar dias.” (linhas 1 a 3).


A crase foi empregada no trecho retirado do texto pela seguinte regra:

Alternativas
Q1057897 Pedagogia
A educação, ao proporcionar o desenvolvimento do potencial humano, permite o exercício dos direitos civis, políticos, sociais e do direito à diferença, sendo ela mesma também um direito social, e possibilita a formação cidadã e o usufruto dos bens sociais e culturais. A educação de qualidade, como um direito fundamental, é, antes de tudo, relevante, pertinente e equitativa. Assim, segundo as Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental de 9 anos, a equidade
Alternativas
Q1057896 Pedagogia
A Educação de Jovens e Adultos – EJA no Sistema Educacional Brasileiro figura como uma função reparadora que, ao mesmo tempo, é vista como uma oportunidade concreta de presença de jovens e adultos na escola e uma alternativa viável em função das especificidades socioculturais destes segmentos para os quais se espera uma efetiva atuação das políticas sociais. É por isso que a EJA é concebida como um modelo pedagógico próprio a fim de criar situações pedagógicas e satisfazer necessidades de aprendizagem de jovens e adultos. Nesse sentido, dentre o princípios estabelecidos nas Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação de Jovens e Adultos, figura o da diferença, que estabelece
Alternativas
Q1057895 Pedagogia
A Secretaria Municipal de Educação de Campinas, ao tratar da educação especial nas Diretrizes Curriculares da Educação Básica para o Ensino Fundamental – Anos Iniciais: um processo contínuo de reflexão e ação, manifesta que a construção dessas Diretrizes se consubstancia no comprometimento real dos gestores das políticas educacionais ao planejarem ações que atinjam as diferentes instâncias que contextualizam a vida da pessoa com deficiência. Assim, a proposta educacional para inclusão escolar
Alternativas
Q1057894 Pedagogia
Na discussão sobre “Manifestações expressivas dos bebês e crianças pequenas” contidas no documento Diretrizes Curriculares da Educação Básica para a Educação Infantil: um processo contínuo de reflexão e ação, analisa-se questões tais como “se alfabetiza ou não na educação infantil”, “se prepara ou não para o ensino fundamental”, dentre outras. Nessa discussão, aborda-se o tema letramento, que no documento é entendido como
Alternativas
Q1057893 Pedagogia
O documento Diretrizes Curriculares da Educação Básica para a Educação Infantil: um processo contínuo de reflexão e ação, elaborado pela Secretaria Municipal de Campinas, afirma que sua elaboração e sistematização é o primeiro passo, o começo de uma nova etapa que traz a sua implementação, num processo contínuo de reflexão e ação que contribua para uma educação de qualidade. Nesse sentido, Diretriz Curricular
Alternativas
Q1057892 Pedagogia
O documento Diretrizes curriculares da educação básica para o ensino fundamental e educação de jovens e adultos anos finais: um processo contínuo de reflexão e ação estabelece os princípios que devem orientar o currículo concretamente realizado nas práticas escolares, no Ensino Fundamental/EJA, Anos Finais, da Rede Municipal de Ensino de Campinas. Assim, ao afirmar que o conhecimento deve estar contextualizado nas práticas sociais remetendo à ideia de práxis, que se define pelo movimento dialético entre a teoria e a prática, entre a vida na escola e a vida fora dela, está se referindo ao princípio que remete à
Alternativas
Q1057891 Pedagogia
Para Vygotsky (In: Diretrizes curriculares da educação básica para o ensino fundamental e educação de jovens e adultos anos finais: um processo contínuo de reflexão e ação), a escola tem papel fundamental no desenvolvimento humano. Para além da família, a escola promove aprendizagens da vida em grupo e constitui-se num lugar específico para que as crianças, jovens e adultos sistematizem conhecimentos, principalmente por meio dos chamados conceitos científicos. Para o teórico da educação
Alternativas
Q1057890 Legislação dos Municípios do Estado de São Paulo
A Resolução SME no 16/2018 concebe o Projeto Pedagógico como um documento que registra o compromisso público da comunidade escolar em aperfeiçoar, continuamente, a educação ofertada na unidade educacional. Estabelece, em seu artigo 4o, que ele deve ser organizado em três eixos, a saber:
Alternativas
Q1057889 Legislação dos Municípios do Estado de São Paulo
A Resolução SME no 16/2018 estabelece as diretrizes e normas para o planejamento, a elaboração e a avaliação do Projeto Pedagógico das Unidades Educacionais da Rede Municipal de Ensino de Campinas. Em seu artigo 10, estabelece as competências do Supervisor Educacional, dentre elas, encontra-se
Alternativas
Q1057888 Legislação dos Municípios do Estado de São Paulo
A Resolução SME no 05/2008 estabelece as diretrizes para a implementação do processo de Avaliação Interna das Unidades Municipais de Ensino Fundamental e para a constituição da Comissão Própria de Avaliação. Afirma que a Avaliação Interna ou Autoavaliação das Unidades Municipais de Ensino Fundamental é o processo pelo qual a Unidade Educacional constrói conhecimento sobre sua própria realidade com a finalidade de planejar as ações destinadas ao aprimoramento institucional e à superação das dificuldades. Determina, em seu artigo 2o, que terá, obrigatoriamente, como membro e articulador deste processo o
Alternativas
Q1057887 Legislação dos Municípios do Estado de São Paulo
O projeto de implantação de um sistema próprio de avaliação na Rede Municipal de Ensino de Campinas constitui um modelo de avaliação institucional, cujos princípios básicos são a qualidade negociada entre as escolas e o poder público e a participação solidária entre todos os segmentos envolvidos com a unidade escolar. O processo de avaliação externa de desempenho dos estudantes, uma das etapas da Avaliação Institucional Participativa na Rede Municipal de Ensino de Campinas, fundamenta-se nas matrizes de avaliação, que são entendidas como
Alternativas
Q1057886 Legislação dos Municípios do Estado de São Paulo
A busca constante pela qualidade do atendimento nas instituições de Educação Infantil remete a uma análise sobre o papel da avaliação institucional, uma vez que ela pode trazer elementos para a construção coletiva do Projeto Político-Pedagógico da escola. Assim, em relação ao processo de avaliação institucional, a Resolução SME no 14/2014 estabelece, eu seu artigo 6o, que
Alternativas
Q1057885 Legislação dos Municípios do Estado de São Paulo
Paloma é uma imigrante venezuelana que veio para o Brasil em busca de melhores condições de vida para seus filhos. Um deles, já com sete anos, nunca frequentou a escola regular, embora tenha um desenvolvimento cognitivo acima da média. Ao tentar matricular seu filho em uma escola pública, foi informada de que a criança deveria ser matriculada no primeiro ano do Ensino Fundamental. Embora ela não tenha concordado, mesmo assim, a escola manteve sua decisão. Assim, decidiu recorrer ao Conselho Municipal de Educação. Ao dar um parecer que permite que a criança seja matriculada em outro ano, sem ter uma escolaridade anterior, o Conselho está exercendo, segundo a Lei Municipal no 8.869/1996, sua função
Alternativas
Q1057884 Legislação dos Municípios do Estado de São Paulo
Ana, uma Supervisora Educacional, ao consultar a Lei Municipal no 6.894/1991, percebeu que ela tem por finalidade incentivar, coordenar e orientar o processo educacional na Rede Municipal de Campinas, objetivando o mais amplo desenvolvimento do educando, preparando-o para o exercício da cidadania. Pôde constatar também, em seu artigo 15, que poderá
Alternativas
Q1057883 Legislação dos Municípios do Estado de São Paulo
O Conselho das Escolas Municipais contribui para estabelecer um maior controle da gestão municipal de ensino e pode ser um importante pilar de uma gestão democrática, com a participação da sociedade civil nas decisões políticas relacionadas à educação no Município. A Lei Municipal no 7.145/1992, que estabelece o objetivo, a competência e dá normas de funcionamento do Conselho das Escolas Municipais de Campinas, determina que
Alternativas
Respostas
481: D
482: A
483: D
484: B
485: C
486: D
487: E
488: B
489: E
490: A
491: B
492: D
493: C
494: E
495: A
496: B
497: D
498: D
499: E
500: B