Questões de Concurso Para agente de vigilância sanitária

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Q4121788 Português

Leia o excerto a seguir:


Por muito tempo, o rap foi associado a uma ideia de força quase inabalável. Um espaço dominado por vozes masculinas que carregam histórias atravessadas por violência, sobrevivência e afirmação. E, por isso, muitas vezes parecem distantes de qualquer demonstração de fragilidade. Esse imaginário, no entanto, não está apenas nos artistas. Ele também atravessa o público, que compartilha dessa mesma imagem de um homem que aguenta, que não recua, que não expõe o que sente.


(Disponível em: https://vidasimples.co/cultura/nove-raps-nacionais-que-transformam-dor-em-musica/. Acesso em 16 mai. 2026. Adaptado.)


De acordo com as regras de acentuação gráfica do português brasileiro, analise as sentenças a seguir:


I.A palavra "inabalável" recebe acento por ser uma paroxítona terminada em -l.


II.A palavra "ideia" foi grafada de modo equivocado, pois falta acento em "e", seguindo a mesma regra de "violência" e "sobrevivência". O correto seria "idéia".


III.A acentuação das palavras "histórias, violência, sobrevivência e imaginário" atende à mesma regra e todas estão corretas.


IV.As palavras "também" e "público" estão corretamente acentuadas, sendo a primeira, uma palavra oxítona, e a segunda, uma proparoxítona.


É correto o que se afirma em:

Alternativas
Q4121787 Português
O uso de artigos definidos e indefinidos não é aleatória. É preciso fazer uma escolha consciente, uma vez que sentidos serão construídos a partir dos artigos usados no texto. Tendo isso em consideração, associe a segunda coluna de acordo com a primeira, relacionando os usos dos artigos indefinidos aos sentidos construídos:

Primeira coluna: uso dos artigos indefinidos

1.Estampava no rosto o sorriso, um sorriso de gente má.

2.Terá uns quarenta anos que aconteceu o acidente com o Césio-137 em Goiânia.

3.A autora escreveu de uma maneira, que era impossível parar a leitura.

Segunda coluna: sentidos construídos

(__)Denota aproximação.

(__)Dá ênfase ao termo que acompanha.

(__)Usa-se o artigo indefinido para aclarar melhor as características de um substantivo enunciado anteriormente.

Assinale a alternativa que indica a correta associação entre as colunas:
Alternativas
Q4121785 Português
As sentenças a seguir apresentam palavras em destaque que podem conter ou não o acento grave (crase). Analise-as com atenção e assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q4121784 Português

Analise as sentenças a seguir quanto ao uso dos "porquês:


I.Trata-se apenas de criar consciência nos momentos que importam porque, no pequeno espaço entre o impulso e a ação, existe a possibilidade de fazer diferente.


II.Estar presente é pausar antes de reagir, criar um pequeno espaço entre o impulso e ação. Esse espaço pode durar segundos, mas muda tudo. Por quê?


III.O mais surpreendente é que cerca de 90% das nossas decisões acontecem no automático e o porquê disso está no fato de que o cérebro humano precisa economizar energia.


IV.É preciso entender por que escolhas aparentemente pequenas, quando repetidas moldam nossas vidas. E a verdade é simples.


Está correto o uso das palavras destacadas em:


Alternativas
Q4121782 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Durante muito tempo, o turismo foi associado à ideia de liberdade. Viajar significava escolher o destino, o que ver, como experimentar o mundo. Um exercício de autonomia individual − com as restrições, claro, do bolso de cada um. Essa imagem, entretanto, não explica bem o turismo contemporâneo.


Hoje, o ato de viajar é governado por três fatores que raramente aparecem juntos no debate público: o desejo individual, a mediação digital e a geopolítica. Quando combinados, fica mais claro o que está acontecendo com o turismo global. Ele bateu recorde em 2025 — 1,5 bilhão de visitas internacionais, segundo a ONU — mas nunca foi tão regulado, filtrado e, de certa forma, antecipado.


Vamos começar pelo indivíduo. Ainda existe a ideia de que viajar nos transforma, amplia horizontes, nos torna mais tolerantes, mais interessantes. Essa crença vem de longe. Mark Twain escreveu que "viajar é fatal para o preconceito, a intolerância e as mentes limitadas".


Na prática, acontece muitas vezes o oposto. A filósofa Agnes Callard, num ensaio na revista The New Yorker, coloca isso de um jeito meio desconfortável: o turista já sabe, antes de partir, o que será quando voltar. "Viajar é um bumerangue", escreve. "É algo que te devolve exatamente ao lugar de onde você partiu." Viajamos para confirmar o que já esperávamos, não para desfazer expectativas. A viagem, assim, não rompe com o cotidiano, ela só o reproduz em outro cenário.


Soma-se a isso a proliferação dos algoritmos, cada vez mais treinados e afiados. Destinos já não são descobertos, e sim sugeridos. Experiências não são vividas espontaneamente, mas antecipadas, roteirizadas e, acima de tudo, registradas. O que antes se vivia para depois compartilhar, hoje se vive (quase que somente) para compartilhar.


(Disponível em: https://l1nk.dev/ia9oaaq. Acesso em 16 mai. 2026. Adaptado.)

Considere o excerto a seguir para analisar as sentenças a respeito da pontuação:


Durante muito tempo, o turismo foi associado à ideia de liberdade. Viajar significava escolher o destino, o que ver, como experimentar o mundo. Um exercício de autonomia individual − com as restrições, claro, do bolso de cada um. Essa imagem, entretanto, não explica bem o turismo contemporâneo.


I.A vírgula após a palavra "tempo" foi utilizada para separar o adjunto adverbial de tempo que está anteposto ao verbo.


II.As vírgulas usadas no trecho sublinhado estão corretamente aplicadas porque elas separam orações coordenadas assindéticas, isto é, sem a utilização de conectivos.


III.O travessão foi usado de modo equivocado, destacando o aposto explicativo. A única pontuação possível nesse contexto seria a vírgula.


IV.As duas vírgulas, antes e depois de "entretanto", são desnecessárias porque em caso de conjunção adversativa, usa-se apenas depois dela.


É correto o que se afirma em:

Alternativas
Q4121781 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Durante muito tempo, o turismo foi associado à ideia de liberdade. Viajar significava escolher o destino, o que ver, como experimentar o mundo. Um exercício de autonomia individual − com as restrições, claro, do bolso de cada um. Essa imagem, entretanto, não explica bem o turismo contemporâneo.


Hoje, o ato de viajar é governado por três fatores que raramente aparecem juntos no debate público: o desejo individual, a mediação digital e a geopolítica. Quando combinados, fica mais claro o que está acontecendo com o turismo global. Ele bateu recorde em 2025 — 1,5 bilhão de visitas internacionais, segundo a ONU — mas nunca foi tão regulado, filtrado e, de certa forma, antecipado.


Vamos começar pelo indivíduo. Ainda existe a ideia de que viajar nos transforma, amplia horizontes, nos torna mais tolerantes, mais interessantes. Essa crença vem de longe. Mark Twain escreveu que "viajar é fatal para o preconceito, a intolerância e as mentes limitadas".


Na prática, acontece muitas vezes o oposto. A filósofa Agnes Callard, num ensaio na revista The New Yorker, coloca isso de um jeito meio desconfortável: o turista já sabe, antes de partir, o que será quando voltar. "Viajar é um bumerangue", escreve. "É algo que te devolve exatamente ao lugar de onde você partiu." Viajamos para confirmar o que já esperávamos, não para desfazer expectativas. A viagem, assim, não rompe com o cotidiano, ela só o reproduz em outro cenário.


Soma-se a isso a proliferação dos algoritmos, cada vez mais treinados e afiados. Destinos já não são descobertos, e sim sugeridos. Experiências não são vividas espontaneamente, mas antecipadas, roteirizadas e, acima de tudo, registradas. O que antes se vivia para depois compartilhar, hoje se vive (quase que somente) para compartilhar.


(Disponível em: https://l1nk.dev/ia9oaaq. Acesso em 16 mai. 2026. Adaptado.)

Considere o seguinte trecho para análise:

"A viagem, assim, não rompe com o cotidiano, ela só o reproduz em outro cenário. Soma-se a isso a proliferação dos algoritmos, cada vez mais treinados e afiados. Destinos já não são descobertos, e sim sugeridos."
A respeito da regência verbal, registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:

(__)O verbo "romper" pode reger seu complemento com várias preposições, o que conferirá ao texto sentidos diferentes. No caso dado, o sentido de "romper" é de "opor-se, resistir", dado pela preposição "com".

(__)O verbo "romper", nesse contexto, pode ser acompanhado pela preposição "sobre", sem comprometer o sentido construído. O mesmo não acontece se for usada a preposição "em", pois ela mudaria o sentido.

(__)A regência construída pelo verbo "somar-se" está correta e confere, ao contexto, o sentido de "agregar, juntar para formar uma totalidade".

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Alternativas
Q4121780 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Durante muito tempo, o turismo foi associado à ideia de liberdade. Viajar significava escolher o destino, o que ver, como experimentar o mundo. Um exercício de autonomia individual − com as restrições, claro, do bolso de cada um. Essa imagem, entretanto, não explica bem o turismo contemporâneo.


Hoje, o ato de viajar é governado por três fatores que raramente aparecem juntos no debate público: o desejo individual, a mediação digital e a geopolítica. Quando combinados, fica mais claro o que está acontecendo com o turismo global. Ele bateu recorde em 2025 — 1,5 bilhão de visitas internacionais, segundo a ONU — mas nunca foi tão regulado, filtrado e, de certa forma, antecipado.


Vamos começar pelo indivíduo. Ainda existe a ideia de que viajar nos transforma, amplia horizontes, nos torna mais tolerantes, mais interessantes. Essa crença vem de longe. Mark Twain escreveu que "viajar é fatal para o preconceito, a intolerância e as mentes limitadas".


Na prática, acontece muitas vezes o oposto. A filósofa Agnes Callard, num ensaio na revista The New Yorker, coloca isso de um jeito meio desconfortável: o turista já sabe, antes de partir, o que será quando voltar. "Viajar é um bumerangue", escreve. "É algo que te devolve exatamente ao lugar de onde você partiu." Viajamos para confirmar o que já esperávamos, não para desfazer expectativas. A viagem, assim, não rompe com o cotidiano, ela só o reproduz em outro cenário.


Soma-se a isso a proliferação dos algoritmos, cada vez mais treinados e afiados. Destinos já não são descobertos, e sim sugeridos. Experiências não são vividas espontaneamente, mas antecipadas, roteirizadas e, acima de tudo, registradas. O que antes se vivia para depois compartilhar, hoje se vive (quase que somente) para compartilhar.


(Disponível em: https://l1nk.dev/ia9oaaq. Acesso em 16 mai. 2026. Adaptado.)

Analise as sentenças e registre V, para verdadeiras, e F, para falsas.


De acordo com o texto:


(__)Viajar é, cada vez menos, um ato de liberdade.


(__)Se em princípio, viajar era um ato que pedia autonomia do sujeito, na atualidade, outros fatores determinam esse gesto, entre eles a influência digital.


(__)Na contemporaneidade, o ato de viajar está mais relacionado com seguir sugestões fornecidas nas redes sociais virtuais do que com descobrir algo, conhecer o novo.


Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:

Alternativas
Q3945522 Saúde Pública
De acordo com a Política Nacional de Vigilância em Saúde (PNVS) a definição de __________é o conjunto de ações e serviços que propiciam o conhecimento e a detecção de mudanças nos fatores determinantes e condicionantes do meio ambiente que interferem na saúde humana, com a finalidade de recomendar e adotar medidas de promoção à saúde, prevenção e monitoramento dos fatores de risco relacionados a doenças ou agravos à saúde. Analise as alternativas e assinale a que preenche CORRETAMENTE o espaço em branco:
Alternativas
Q3945521 Saúde Pública
A esquistossomose é uma doença parasitária, de evolução crônica diretamente relacionada à vulnerabilidade social e a precárias condições de saneamento básico. Algumas regiões do Brasil são consideradas endêmicas. Sobre a endemia analise as alternativas abaixo e assinale a CORRETA: 
Alternativas
Q3945520 Saúde Pública
A epidemiologia descritiva possibilita demonstrar a distribuição de doenças em uma determinada população ao longo do tempo e do espaço. A variável pessoa faz parte do estudo epidemiológico descritivo. Sobre a variável pessoa analise as alternativas abaixo e assinale a CORRETA:
Alternativas
Q3945519 Saúde Pública
O Programa Nacional de Imunização (PNI) é o responsável pela coordenação de ações de vacinação do Brasil. Analise as alternativas abaixo e assinale a que apresenta de forma INCORRETA insumos de saúde que são disponibilizados pelo PNI: 
Alternativas
Q3945518 Saúde Pública
Algumas doenças podem ser transmitidas de mãe para filho durante a gestação, parto e amamentação. Forma de transmissão chamada de transmissão vertical. Analise as alternativas a assinale a que traz INCORRETAMENTE uma doença de transmissão vertical. 
Alternativas
Q3945517 Saúde Pública
O Programa Nacional de Vigilância da Qualidade da água para o Consumo Humano (VIGIAGUA) é uma política pública que visa promover a saúde e prevenir doenças e agravos de transmissão hídrica. Sobre os objetivos do VIGIAGUA analise as alternativas e assinale a INCORRETA: 
Alternativas
Q3945516 Saúde Pública
A vacina atenuada tetravalente de dengue é oferecida para adolescentes de 10 a 14 anos, conforme calendário nacional de vacina de 2026. Sobre a proteção fornecida por essa vacina analise as alternativas e assinale a CORRETA:
Alternativas
Q3945515 Saúde Pública
As doenças transmissíveis são capazes de se propagarem de um homem para o outro homem e de um animal para o homem. Para ocorrer é necessário que um agente infeccioso penetre no corpo do indivíduo. Sobre doenças transmissíveis analise as alternativas e assinale a que traz CORRETAMENTE um exemplo de doença transmissível:
Alternativas
Q3945514 Saúde Pública
A Lei nº 6.259/1975 trata das ações de vigilância epidemiológica no Brasil, ela é regulamentada pelo Decreto nº 78.231/1976 que institui o sistema nacional de vigilância epidemiológica no Brasil. Sobre o sistema de vigilância epidemiológica do Brasil analise as alternativas e assinale a INCORRETA:
Alternativas
Q3945513 Saúde Pública
A hanseníase é uma doença transmissível, causada por bactéria, que pode gerar comprometimento neural e deficiências físicas. Qual é a principal forma de transmissão dessa doença no Brasil?
Alternativas
Q3945512 Saúde Pública
A vigilância epidemiológica é o conjunto de ações que proporcionam conhecimento, a detecção ou prevenção de qualquer mudança nos fatores determinantes e condicionantes de saúde individual e coletiva. Sobre as atividades desenvolvidas pela vigilância epidemiológica, no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), analise as alternativas e assinale a INCORRETA:
Alternativas
Q3945511 Saúde Pública
O sistema nacional de vigilância epidemiológica é um subsistema do Sistema Único de Saúde (SUS). Seus principais objetivos são elaborar, recomendar e avaliar as medidas de controle e o planejamento. Sobre as atividades atribuídas a vigilância epidemiológica analise  as alternativas e assinale a INCORRETA:
Alternativas
Q3945510 Saúde Pública
A AIDS é a manifestação clínica da infecção pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV). Uma das formas de transmissão do HIV é de mãe para filho (transmissão vertical). Alguns fatores aumentam o risco de transmissão vertical do HIV. Analise as alternativas abaixo e assinale a que indica corretamente um fator que aumenta o risco de transmissão vertical de HIV.
Alternativas
Respostas
81: E
82: D
83: E
84: C
85: D
86: C
87: E
88: B
89: C
90: C
91: B
92: C
93: C
94: C
95: A
96: D
97: C
98: C
99: D
100: D