Questões de Concurso Para educador físico

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Q3693774 Educação Física
Um indivíduo de 32 anos iniciou um programa de treinamento de força com o objetivo de melhorar o desempenho em corridas de longa distância. Após seis semanas de treino em circuito, relatou que se sente mais resistente, mas não percebe grande aumento de força máxima. Seu treinador, então, explicou que os exercícios realizados estavam contribuindo para a resistência muscular localizada, mas não eram suficientes para estimular ganhos expressivos de força. Decidiu, portanto, ajustar a periodização do treino, aumentando a carga e reduzindo o número de repetições. Além disso, incluiu dias de descanso ativo para favorecer a recuperação.

Considerando os princípios biológicos do exercício físico, é CORRETO afirmar que o caso descrito exemplifica a aplicação dos princípios de:
Alternativas
Q3693773 Educação Física
A energia contida nos alimentos (glicídios, lipídios e proteínas), quando ingeridas, torna-se disponível para as células sob a forma de potencial energético chamado Adenosina Trifosfato ou ATP. As três formas metabólicas de transformação dos nutrientes em energia são: anaeróbica alática, anaeróbica lática e aeróbica. A partir deste contexto, analise as assertivas a seguir:

I- Anaeróbica alática refere-se às atividades intensas que utilizam como substrato energético a fosfocreatina.
II- Anaeróbica lática possui com substrato energético a glicose e também predominam as atividades físicas intensas.
III- A aeróbia possui como substrato tanto a glicose quanto a gordura, dependendo da intensidade. Quanto mais intensa, maior a demanda de glicose; quanto mais moderada/leve for a intensidade, maior a utilização e gordura.

É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3693772 Educação Física
Durante a marcha normal, o corpo utiliza mecanismos específicos que reduzem o deslocamento vertical e lateral do centro de massa, favorecendo a economia de energia. Esses mecanismos, conhecidos como determinantes da marcha, envolvem ajustes articulares e pélvicos ao longo do ciclo.

Figura 1 – Ciclo da marcha

Imagem associada para resolução da questão

Fonte: Biomecânica Básica (Susan J. Hall, 2016, 7ª edição em português, Guanabara Koogan).

A partir deste contexto, analise as assertivas a seguir:

I- A rotação da pelve no plano transversal contribui para aumentar o comprimento do passo e reduzir oscilações do centro de massa.
II- A inclinação pélvica lateral controlada reduz o deslocamento vertical do centro de massa durante a fase de apoio.
III- A flexão do joelho na fase de apoio inicial atua diminuindo o pico de deslocamento vertical do centro de massa.
IV- A adução do quadril associada ao valgo fisiológico do joelho reduz o deslocamento lateral do centro de massa.

É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3693771 Serviço Social
O Sistema Único de Assistência Social (SUAS) é um sistema descentralizado e participativo, público, não contributivo, integrado pelos entes federativos e pelos respectivos conselhos de assistência social e entidades de assistência social abrangida pela Lei Orgânica de Assistência Social – LOAS. Um projeto de Educação Física realizado em parceria com o SUAS deve priorizar a:
Alternativas
Q3693568 Raciocínio Lógico
A matriz da Figura 03 foi construída admitindo a mesma regra lógica para a formação das linhas e colunas. Além disso, todos os elementos que a compõem pertencem ao conjunto A = {5,10,15,25}.

Nesse contexto, é CORRETO afirmar que: 

Imagem associada para resolução da questão
Alternativas
Q3693567 Raciocínio Lógico
Considerando o abecedário da língua portuguesa, determine a próxima letra da sequência e assinale a alternativa CORRETA cuja palavra inicia com a letra encontrada.

B, D, G, K, P, ___.



Alternativas
Q3693564 Estatística
Após a realização de uma corrida de 5km, o tempo final dos 8 (oito) primeiros atletas foi divulgado na Tabela 01 a seguir:

Tabela 01 a seguir:
Imagem associada para resolução da questão
Fonte: CPCON

Sabendo-se que a diferença de tempo entre os 2 (dois) primeiros candidatos foi de 10 segundos e desconsiderando a fração em segundos do tempo final de cada candidato, assinale a alternativa que apresenta, CORRETA e RESPECTIVAMENTE, a média aritmética, a moda e a mediana da sequência crescente formada pelo tempo final dos candidatos.
Alternativas
Q3693563 Raciocínio Lógico
AFigura 01 é composta por duas escadas independentes que se cruzam, formando um quadrado de letras.


Imagem associada para resolução da questão

 Fonte: CPCON

Analise o padrão de formação das escadas e determine as letras correspondentes aos números 1, 2, 3 e 4, RESPECTIVAMENTE.
Alternativas
Q3693562 Raciocínio Lógico
Os pais de Marília, a mais nova de dois irmãos, casaram-se em 1961, quando tinham uma diferença de idade de 23 anos. Sabe-se, ainda, que as informações a seguir também se referem a Marília: 

(i) nasceu em 1981, ano em que sua mãe completou 38 anos;
(ii) seu pai é mais velho que sua mãe;
(iii) seu irmão é 10 anos mais velho que ela.

É CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3693559 Raciocínio Lógico
Considere as seguintes proposições:

R: Todo campeão olímpico é medalhista;
S: a + b = 4, tal que a = 1 e b = 2.

Nesse contexto, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3693557 Português
O Texto IV se refere à questão.


Texto IV- Blanco
Marisa Monte


Me vejo no que vejo
Como entrar por meus olhos
Em um olho mais límpido
Me olha o que eu olho
É minha criação
Isto que vejo
Perceber é conceber
Águas de pensamentos
Sou a criatura do que vejo


Fonte: PAZ, Octavio. Blanco. Intérprete: Marisa Monte. Barulhinho Bom. Londres: EMI, 1996. Letra disponível em: https://www.letras.mus.br/marisamonte/47272/. Acesso em: 4 out. 2025.

Ao colocar na ordem direta os versos 5 e 6 do Texto IV, tem-se o seguinte período composto:



Imagem associada para resolução da questão



É CORRETO afirmar que a oração em destaque se classifica como uma oração:

Alternativas
Q3693556 Português
O Texto IV se refere à questão.


Texto IV- Blanco
Marisa Monte


Me vejo no que vejo
Como entrar por meus olhos
Em um olho mais límpido
Me olha o que eu olho
É minha criação
Isto que vejo
Perceber é conceber
Águas de pensamentos
Sou a criatura do que vejo


Fonte: PAZ, Octavio. Blanco. Intérprete: Marisa Monte. Barulhinho Bom. Londres: EMI, 1996. Letra disponível em: https://www.letras.mus.br/marisamonte/47272/. Acesso em: 4 out. 2025.
A função da linguagem predominante no Texto IV é:
Alternativas
Q3693555 Português
O Texto IV se refere à questão.


Texto IV- Blanco
Marisa Monte


Me vejo no que vejo
Como entrar por meus olhos
Em um olho mais límpido
Me olha o que eu olho
É minha criação
Isto que vejo
Perceber é conceber
Águas de pensamentos
Sou a criatura do que vejo


Fonte: PAZ, Octavio. Blanco. Intérprete: Marisa Monte. Barulhinho Bom. Londres: EMI, 1996. Letra disponível em: https://www.letras.mus.br/marisamonte/47272/. Acesso em: 4 out. 2025.
Ainda considerando o verso “Sou a criatura do que vejo”, é CORRETO afirmar que se trata de uma:
Alternativas
Q3693553 Português

Para responder à questão, leia o Texto III.





Fonte: GONSALES, Fernando. Níquel Náusea. Disponível em: https://www.instagram.com/p/DO-wPeVDngk/?img_index=1. Acesso em: 2 out. 2025.

Caso a voz verbal da oração “o monstro come vocês!” fosse alterada, o resultado seria: “vocês serão comidos pelo monstro!”. Sobre isso, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3693552 Português

Para responder à questão, leia o Texto III.





Fonte: GONSALES, Fernando. Níquel Náusea. Disponível em: https://www.instagram.com/p/DO-wPeVDngk/?img_index=1. Acesso em: 2 out. 2025.

No período composto retirado do Texto III: “Se vocês não se comportarem, o monstro come vocês!”, a oração em destaque se classifica como:
Alternativas
Q3693551 Português

Para responder à questão, leia o Texto III.





Fonte: GONSALES, Fernando. Níquel Náusea. Disponível em: https://www.instagram.com/p/DO-wPeVDngk/?img_index=1. Acesso em: 2 out. 2025.

Acerca do Texto III, analise as assertivas a seguir.

I- O substantivo “monstro” é empregado na tira de forma ambígua.
II- A frustração dos monstros é importante para o estabelecimento da coerência do texto.
III- O humor da tira gira em torno de uma quebra de expectativa.

É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3693550 Português
No Texto II:
Texto II

Captura_de tela 2025-10-30 151748.png (282×302)

Fonte: DICAS HISTÓRICAS. Disponível em: https://www.instagram.com/p/DOIzO8GjpHC/. Acesso em: 2 out. 2025.

Os substantivos Biologia, Medicina, Jornalismo e História, que nomeiam cursos e compõem as orações que formam a tira, do ponto de vista sintático são todos exemplos de:
Alternativas
Q3693548 Português
O Texto I deve ser lido para responder à questão.

Texto I


PAÍSES PRECISAM TRATAR A SOLIDÃO COMO UM PROBLEMA PÚBLICO

Sucesso de uma nação não é apenas produzir mais, é perder menos gente para o silêncio

Waldemar Magaldi Filho

20 set. 2025 às 10h10


   Quando a vida perde o fio do sentido, até um simples resfriado pode derrubar. Não é exagero poético, é uma descrição precisa do que acontece quando o organismo psíquico se vê sem horizonte, sem pertencimento, sem uma razão que amarre as horas do dia.

   Longe de um misticismo nebuloso, essa "tarefa" é o nome clássico de uma experiência cotidiana, a sensação de ter valor para alguém, de que o esforço tem direção, de que o mundo ainda nos pede algo. Quando esse chamado some, o corpo registra, a imunidade cede, a mente fecha e ficamos "bloqueados". O destino de pessoas e de sociedades muda quando o sentido deixa de existir.

   É aí que entra um termo incômodo, nascido do esforço de dois economistas, Anne Case e Angus Deaton: "mortes por desespero". A expressão reúne três causas de morte que se expandiram em certas populações ao longo das últimas décadas: suicídio, overdose de drogas e doenças hepáticas relacionadas ao álcool.

   Por trás dos números o desenho social de isolamento, perda de propósito, empregos que somem, comunidades que se desfazem, dor crônica tratada como mercadoria. O fenômeno foi fotografado com nitidez em partes dos Estados Unidos. Mas não se trata de um destino americano, é um alerta universal. Quando vínculos esgarçam e perspectivas encolhem, a curva do desespero sobe. E desespero não é só um afeto, é uma política do corpo.

   A literatura de saúde pública insiste que o sentido é também um determinante social. Não basta aconselhar resiliência individual quando as estruturas que sustentam a vida comum – trabalho digno, moradia, transporte, escola, cuidado – estão corroídas.

   Não se trata de eleger um culpado único – crises têm múltiplas causas, da inovação tecnológica aos choques geopolíticos –, mas de notar um padrão, quando políticas públicas passam a tratar a segurança econômica, a saúde, a educação e o cuidado como linhas de custo a serem comprimidas, a conta aparece em outro lugar.

   Aparece na sobrecarga das famílias, na precarização silenciosa de territórios, na medicalização do sofrimento social, na anestesia como resposta. Aretórica da meritocracia sem freios é psicologicamente tóxica porque produz um tipo de vergonha que isola. E isolamento é adubo para o desespero.

   Dizer que "a matéria ganhou primazia sobre a alma" não é uma oposição simplista entre economia má e espiritualidade boa. É uma constatação sobre prioridades, quando o preço vira a linguagem, perde estatuto de valor. O resultado é uma sociedade eficiente para produzir coisas e inábil para acolher pessoas. E, no entanto, não há contradição entre prosperidade e sentido, há desordem de metas.

   O desafio é civilizatório, alinhar incentivos econômicos a finalidades humanas. Isso significa cinco linhas de ação que cabem na pauta pública e na vida miúda: políticas de emprego que recompensem o trabalho decente; um sistema de saúde que integre cuidado mental desde a atenção primária; regulação e responsabilidade corporativa em mercados que lidam com dor e dependência; investimento em educação continuada e requalificação que devolvam horizonte a trabalhadores em transição; e, por fim, uma agenda de convivência que trate a solidão como problema público, promovendo espaços, tempos e serviços que refaçam a comunidade.


Fonte: MAGALDI FILHO, Waldemar. Países precisam tratar a solidão como um problema público. Folha de São Paulo, 20 set. 2025. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/ilustrissima/2025/09/uma-sociedade-eficiente-para-produzir-coisas-e-inabil-em-acolher-pessoas.shtml. Acesso em: 20 set. 2025. Adaptado. 
Considerando o trecho retirado do Texto I: “Não se trata de eleger um culpado único – crises têm múltiplas causas, da inovação tecnológica aos choques geopolíticos –, mas de notar um padrão, quando políticas públicas passam a tratar a segurança econômica, a saúde, a educação e o cuidado como linhas de custo a serem comprimidas, a conta aparece em outro lugar”, analise as assertivas que seguem.

I- No aposto “crises têm múltiplas causas, da inovação tecnológica aos choques geopolíticos”, o substantivo crises oferece uma explicação sobre a quais culpados pelo quadro desanimador descrito no texto o autor poderia estar se referindo, enquanto o substantivo causas aponta para fatores que poderiam desencadear as crises, tais como a inovação tecnológica e os choques geopolíticos.
II- O referente do sujeito “a conta”, em “a conta aparece em outro lugar”, não pode ser recuperado no texto em si, mas na exterioridade do texto, o que acarreta um problema de coesão.
III- A classe de palavras substantivo é relevante para a coerência do período, uma vez que a intenção do autor é argumentar sobre uma situação, ou seja, sobre algo que está ocorrendo na sociedade, e que exige várias denominações, como ocorre em “múltiplas causas”, “políticas públicas”, “segurança econômica”, por exemplo.

É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3693545 Português
O Texto I deve ser lido para responder à questão.

Texto I


PAÍSES PRECISAM TRATAR A SOLIDÃO COMO UM PROBLEMA PÚBLICO

Sucesso de uma nação não é apenas produzir mais, é perder menos gente para o silêncio

Waldemar Magaldi Filho

20 set. 2025 às 10h10


   Quando a vida perde o fio do sentido, até um simples resfriado pode derrubar. Não é exagero poético, é uma descrição precisa do que acontece quando o organismo psíquico se vê sem horizonte, sem pertencimento, sem uma razão que amarre as horas do dia.

   Longe de um misticismo nebuloso, essa "tarefa" é o nome clássico de uma experiência cotidiana, a sensação de ter valor para alguém, de que o esforço tem direção, de que o mundo ainda nos pede algo. Quando esse chamado some, o corpo registra, a imunidade cede, a mente fecha e ficamos "bloqueados". O destino de pessoas e de sociedades muda quando o sentido deixa de existir.

   É aí que entra um termo incômodo, nascido do esforço de dois economistas, Anne Case e Angus Deaton: "mortes por desespero". A expressão reúne três causas de morte que se expandiram em certas populações ao longo das últimas décadas: suicídio, overdose de drogas e doenças hepáticas relacionadas ao álcool.

   Por trás dos números o desenho social de isolamento, perda de propósito, empregos que somem, comunidades que se desfazem, dor crônica tratada como mercadoria. O fenômeno foi fotografado com nitidez em partes dos Estados Unidos. Mas não se trata de um destino americano, é um alerta universal. Quando vínculos esgarçam e perspectivas encolhem, a curva do desespero sobe. E desespero não é só um afeto, é uma política do corpo.

   A literatura de saúde pública insiste que o sentido é também um determinante social. Não basta aconselhar resiliência individual quando as estruturas que sustentam a vida comum – trabalho digno, moradia, transporte, escola, cuidado – estão corroídas.

   Não se trata de eleger um culpado único – crises têm múltiplas causas, da inovação tecnológica aos choques geopolíticos –, mas de notar um padrão, quando políticas públicas passam a tratar a segurança econômica, a saúde, a educação e o cuidado como linhas de custo a serem comprimidas, a conta aparece em outro lugar.

   Aparece na sobrecarga das famílias, na precarização silenciosa de territórios, na medicalização do sofrimento social, na anestesia como resposta. Aretórica da meritocracia sem freios é psicologicamente tóxica porque produz um tipo de vergonha que isola. E isolamento é adubo para o desespero.

   Dizer que "a matéria ganhou primazia sobre a alma" não é uma oposição simplista entre economia má e espiritualidade boa. É uma constatação sobre prioridades, quando o preço vira a linguagem, perde estatuto de valor. O resultado é uma sociedade eficiente para produzir coisas e inábil para acolher pessoas. E, no entanto, não há contradição entre prosperidade e sentido, há desordem de metas.

   O desafio é civilizatório, alinhar incentivos econômicos a finalidades humanas. Isso significa cinco linhas de ação que cabem na pauta pública e na vida miúda: políticas de emprego que recompensem o trabalho decente; um sistema de saúde que integre cuidado mental desde a atenção primária; regulação e responsabilidade corporativa em mercados que lidam com dor e dependência; investimento em educação continuada e requalificação que devolvam horizonte a trabalhadores em transição; e, por fim, uma agenda de convivência que trate a solidão como problema público, promovendo espaços, tempos e serviços que refaçam a comunidade.


Fonte: MAGALDI FILHO, Waldemar. Países precisam tratar a solidão como um problema público. Folha de São Paulo, 20 set. 2025. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/ilustrissima/2025/09/uma-sociedade-eficiente-para-produzir-coisas-e-inabil-em-acolher-pessoas.shtml. Acesso em: 20 set. 2025. Adaptado. 
Sobre o propósito comunicativo do Texto I, é CORRETO afirmar que se trata de:
Alternativas
Q3693083 Educação Física
Na promoção da saúde em nível municipal, políticas de atividade física ganham tração quando combinam ambientes ativos, serviços e comunicação. Selecione a síntese que melhor caracteriza esse arranjo integrado.
Alternativas
Respostas
1341: A
1342: C
1343: C
1344: B
1345: B
1346: A
1347: A
1348: E
1349: B
1350: E
1351: A
1352: D
1353: E
1354: B
1355: A
1356: C
1357: B
1358: E
1359: B
1360: C