Questões de Concurso Para educador físico

Foram encontradas 9.768 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q2346744 Educação Física
A prática regular de atividades físicas pode contribuir com a saúde individual e coletiva não somente por efeitos positivos nos aspectos “físicos”, mas também pode contribuir significativamente para vários aspectos da saúde mental. Leia e analise as afirmativas abaixo e posteriormente faça o que se pede.

I. A prática regular de exercícios físicos ajuda a combater hormônios ligados ao estresse, aumenta a quantidade de serotonina (hormônio do bem-estar), pode ajudar a aumentar a autoestima e melhora o fluxo de sangue para o cérebro tornando mais eficiente o funcionamento deste.

Assim sendo;

II. Educar a população para adotar um estilo de vida mais ativo, no qual haja a pratica regular exercícios físicos é uma estratégica adjuvante nos programas de saúde coletiva; pois, tais hábitos podem contribuir para a saúde do ser humano como um todo, tanto fisicamente quanto mentalmente.

Marque a resposta correta:
Alternativas
Q2346743 Educação Física
Marque a alternativa que não apresente benefícios advindos da prática regular de atividades físicas. 
Alternativas
Q2346742 Saúde Pública
A saúde, pensada de forma ampliada, e desenvolvida por equipes multiprofissionais é uma das principais características das estratégias de saúde da família no Brasil. Marque a alternativa que melhor represente o paradigma de saúde utilizado neste contexto.
Alternativas
Q2346741 Saúde Pública
Leia atentamente as afirmações sobre as atribuições dos membros das equipes de atenção à saúde básica. Posteriormente marque a alternativa correta:

I. A esses profissionais cabe a responsabilidade de participar do processo de territorialização e mapeamento da área de atuação da equipe identificando grupos famílias e indivíduos expostos a riscos e vulnerabilidades. Devem promover ações e serviços que levem em consideração os determinantes e condicionantes da saúde das coletividades e indivíduos que acompanham. Devendo também participar de reuniões da equipe multidisciplinar de trabalho com a finalidade de discutir ações para minorar ou resolver os problemas encontrados.

Nesta equipe de trabalho cabe ao profissional de educação física:

II. Em função da educação física ser uma área de conhecimento baseada em atividades práticas, dentro da equipe de atenção básica a saúde, cabe ao profissional desta área desenvolver as ações propostas pelos gestores da equipe, não cabendo a ele tomar parte no planejamento das mesmas; dentre as principais estão: aplicar testes físicos para avaliar as condições de saúde das pessoas atendidas pela equipe, coordenar e aplicar programas de atividades físicas, seja de forma individualizada ou coletiva.
Alternativas
Q2346740 Saúde Pública
O PSF (Programa de saúde da família) surge do acúmulo de experiências dos gestores da saúde pública no Brasil, sendo desenvolvido como um conjunto de estratégias dentro do contexto da atenção básica a saúde e está vinculado ao SUS (Sistema Único de Saúde). Leia as afirmações abaixo sobre o PSF, analise se são verdadeiras ou falsas, e posteriormente faça o que se pede.

I. É um conjunto de estratégias desenvolvidas pelo Ministério da Saúde para oferecer uma atenção básica de saúde mais humanizada tendo como pressuposto um olhar mais ampliado sobre o processo saúde/doença. Este programa possui ações para a promoção e proteção da saúde tendo como importante diretriz a ideia da saúde preventiva.

II. É uma estratégia fundamental para a consolidação do Sistema Único de Saúde e tem a família como foco principal, relacionando-a com o ambiente e os demais fatores que a cercam.

III. Surge de propostas e ações desenvolvidas no início da década de 90, incialmente como um programa, e, desde então, evolui até assumir o status de uma política nacional consolidando-se como Estratégia de Saúde da Família (ESF).

IV. As ações têm como base funcional a composição de equipes de saúde da família formadas por: médicos (de várias especialidades) e dentistas.

Marque a opção correta:
Alternativas
Q2344645 História e Geografia de Estados e Municípios
Considerando os dados mais recentes fornecidos pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a respeito do Município de Piracanjuba/GO, é correto afirmar: 
Alternativas
Q2344644 História e Geografia de Estados e Municípios
Considerando os aspectos históricos da criação e formação do Município de Piracanjuba/GO, assinale a alternativa INCORRETA: 
Alternativas
Q2344643 História e Geografia de Estados e Municípios
Considerando os dados mais recentes fornecidos pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a respeito do Município de Piracanjuba/GO, assinale a alternativa CORRETA:  
Alternativas
Q2344642 Legislação dos Municípios do Estado de Goiás
Segundo o Estatuto dos Servidores Públicos do Município de Piracanjuba/GO, as infrações cometidas pelos servidores públicos são passíveis de punição com penas disciplinares. Nesse sentido, é/são competente(s) para imposição de pena disciplinar, no âmbito de suas respectivas atribuições: 
Alternativas
Q2344641 Legislação dos Municípios do Estado de Goiás
Segundo o que dispõe a Lei Orgânica do Município de Piracanjuba/GO, a respeito da participação do Município nas receitas tributárias, é correto dizer que pertence ao Município:
Alternativas
Q2344640 Matemática
A soma dos termos de uma Progressão Geométrica é dada pela fórmula Sn = 3 (2n – 1). Qual o valor do quarto termo desta Progressão Geométrica?  
Alternativas
Q2344639 Matemática
Um número real elevado ao quadrado é subtraído do número –6, resultando no quíntuplo dele mesmo. Nestas condições, tomando-se o conjunto solução da equação resultante, qual o valor do produto dos números que o constituem?
Alternativas
Q2344638 Matemática
Um capital C aplicado a juros simples triplicou em doze meses. Qual o valor do montante deste capital no quarto mês?
Alternativas
Q2344637 Matemática
Num certo supermercado a identificação dos produtos para controle interno é constituída de números de 5 algarismos distintos resultantes da combinação dos algarismos 1, 2, 3, 4, 5. Quantos produtos são numerados por números que terminam em números primos?  
Alternativas
Q2344636 Matemática
Num dado viciado, a chance de sair número par é o triplo da chance de sair um número ímpar. Nessas condições, qual a chance de sair um número ímpar em um único lançamento deste dado?
Alternativas
Q2344635 Português
TEXTO I


EU SEI, MAS NÃO DEVIA


         Eu sei que a gente se acostuma. Mas não devia. A gente se acostuma a morar em apartamentos de fundos e a não ter outra vista que não as janelas ao redor. E, porque não tem vista, logo se acostuma a não olhar para fora. E, porque não olha para fora, logo se acostuma a não abrir de todo as cortinas. E, porque não abre as cortinas, logo se acostuma a acender mais cedo a luz. E, à medida que se acostuma, esquece o sol, esquece o ar, esquece a amplidão.

        A gente se acostuma a acordar de manhã sobressaltado porque está na hora. A tomar o café correndo porque está atrasado. A ler o jornal no ônibus porque não pode perder o tempo da viagem. A comer sanduíche porque não dá para almoçar. A sair do trabalho porque já é noite. A cochilar no ônibus porque está cansado. A deitar cedo e dormir pesado sem ter vivido o dia.

        A gente se acostuma a abrir o jornal e a ler sobre a guerra. E, aceitando a guerra, aceita os mortos e que haja números para os mortos. E, aceitando os números, aceita não acreditar nas negociações de paz. E, não acreditando nas negociações de paz, aceita ler todo dia da guerra, dos números, da longa duração. [...]

         A gente se acostuma para não ralar na aspereza, para preservar sempre a pele. Se acostuma para evitar feridas, sangramentos, para esquivar-se da faca e baioneta, para poupar o peito. A gente se acostuma para poupar a vida. Que aos poucos se gasta, e que, gasta de tanto acostumar, se perde de si mesma.


(COLASANTI, Marina. Eu sei, mas não devia. 2 ed. Rio de Janeiro: Rocco, 1999. P. 9-10. Fragmento.)
Marque a alternativa correta sobre os aspectos fonéticos dos vocábulos abaixo:
Alternativas
Q2344634 Português
TEXTO I


EU SEI, MAS NÃO DEVIA


         Eu sei que a gente se acostuma. Mas não devia. A gente se acostuma a morar em apartamentos de fundos e a não ter outra vista que não as janelas ao redor. E, porque não tem vista, logo se acostuma a não olhar para fora. E, porque não olha para fora, logo se acostuma a não abrir de todo as cortinas. E, porque não abre as cortinas, logo se acostuma a acender mais cedo a luz. E, à medida que se acostuma, esquece o sol, esquece o ar, esquece a amplidão.

        A gente se acostuma a acordar de manhã sobressaltado porque está na hora. A tomar o café correndo porque está atrasado. A ler o jornal no ônibus porque não pode perder o tempo da viagem. A comer sanduíche porque não dá para almoçar. A sair do trabalho porque já é noite. A cochilar no ônibus porque está cansado. A deitar cedo e dormir pesado sem ter vivido o dia.

        A gente se acostuma a abrir o jornal e a ler sobre a guerra. E, aceitando a guerra, aceita os mortos e que haja números para os mortos. E, aceitando os números, aceita não acreditar nas negociações de paz. E, não acreditando nas negociações de paz, aceita ler todo dia da guerra, dos números, da longa duração. [...]

         A gente se acostuma para não ralar na aspereza, para preservar sempre a pele. Se acostuma para evitar feridas, sangramentos, para esquivar-se da faca e baioneta, para poupar o peito. A gente se acostuma para poupar a vida. Que aos poucos se gasta, e que, gasta de tanto acostumar, se perde de si mesma.


(COLASANTI, Marina. Eu sei, mas não devia. 2 ed. Rio de Janeiro: Rocco, 1999. P. 9-10. Fragmento.)
Analise os verbos do título do texto “Eu sei, mas não devia”. Marque a alternativa que apresenta o modo e o tempo verbal nos quais estão flexionados os verbos “sei”, “devia”:
Alternativas
Q2344633 Português
TEXTO I


EU SEI, MAS NÃO DEVIA


         Eu sei que a gente se acostuma. Mas não devia. A gente se acostuma a morar em apartamentos de fundos e a não ter outra vista que não as janelas ao redor. E, porque não tem vista, logo se acostuma a não olhar para fora. E, porque não olha para fora, logo se acostuma a não abrir de todo as cortinas. E, porque não abre as cortinas, logo se acostuma a acender mais cedo a luz. E, à medida que se acostuma, esquece o sol, esquece o ar, esquece a amplidão.

        A gente se acostuma a acordar de manhã sobressaltado porque está na hora. A tomar o café correndo porque está atrasado. A ler o jornal no ônibus porque não pode perder o tempo da viagem. A comer sanduíche porque não dá para almoçar. A sair do trabalho porque já é noite. A cochilar no ônibus porque está cansado. A deitar cedo e dormir pesado sem ter vivido o dia.

        A gente se acostuma a abrir o jornal e a ler sobre a guerra. E, aceitando a guerra, aceita os mortos e que haja números para os mortos. E, aceitando os números, aceita não acreditar nas negociações de paz. E, não acreditando nas negociações de paz, aceita ler todo dia da guerra, dos números, da longa duração. [...]

         A gente se acostuma para não ralar na aspereza, para preservar sempre a pele. Se acostuma para evitar feridas, sangramentos, para esquivar-se da faca e baioneta, para poupar o peito. A gente se acostuma para poupar a vida. Que aos poucos se gasta, e que, gasta de tanto acostumar, se perde de si mesma.


(COLASANTI, Marina. Eu sei, mas não devia. 2 ed. Rio de Janeiro: Rocco, 1999. P. 9-10. Fragmento.)
Considere o fragmento: “A gente se acostuma a acordar de manhã sobressaltado”. Marque a alternativa que apresenta as classes gramaticais dos vocábulos dessa frase, nesse contexto, respectivamente: 
Alternativas
Q2344632 Português
TEXTO I


EU SEI, MAS NÃO DEVIA


         Eu sei que a gente se acostuma. Mas não devia. A gente se acostuma a morar em apartamentos de fundos e a não ter outra vista que não as janelas ao redor. E, porque não tem vista, logo se acostuma a não olhar para fora. E, porque não olha para fora, logo se acostuma a não abrir de todo as cortinas. E, porque não abre as cortinas, logo se acostuma a acender mais cedo a luz. E, à medida que se acostuma, esquece o sol, esquece o ar, esquece a amplidão.

        A gente se acostuma a acordar de manhã sobressaltado porque está na hora. A tomar o café correndo porque está atrasado. A ler o jornal no ônibus porque não pode perder o tempo da viagem. A comer sanduíche porque não dá para almoçar. A sair do trabalho porque já é noite. A cochilar no ônibus porque está cansado. A deitar cedo e dormir pesado sem ter vivido o dia.

        A gente se acostuma a abrir o jornal e a ler sobre a guerra. E, aceitando a guerra, aceita os mortos e que haja números para os mortos. E, aceitando os números, aceita não acreditar nas negociações de paz. E, não acreditando nas negociações de paz, aceita ler todo dia da guerra, dos números, da longa duração. [...]

         A gente se acostuma para não ralar na aspereza, para preservar sempre a pele. Se acostuma para evitar feridas, sangramentos, para esquivar-se da faca e baioneta, para poupar o peito. A gente se acostuma para poupar a vida. Que aos poucos se gasta, e que, gasta de tanto acostumar, se perde de si mesma.


(COLASANTI, Marina. Eu sei, mas não devia. 2 ed. Rio de Janeiro: Rocco, 1999. P. 9-10. Fragmento.)
Os textos situam-se em domínios discursivos que produzem contextos e situações para as práticas socio-discursivas características, na qual se dão práticas que organizam formas de comunicação e respectivas estratégias de compreensão. Considerando essa afirmação, marque a alternativa que apresenta o domínio discursivo no qual se enquadra o texto “Eu sei, mas não devia”: 
Alternativas
Q2344631 Português
TEXTO I


EU SEI, MAS NÃO DEVIA


         Eu sei que a gente se acostuma. Mas não devia. A gente se acostuma a morar em apartamentos de fundos e a não ter outra vista que não as janelas ao redor. E, porque não tem vista, logo se acostuma a não olhar para fora. E, porque não olha para fora, logo se acostuma a não abrir de todo as cortinas. E, porque não abre as cortinas, logo se acostuma a acender mais cedo a luz. E, à medida que se acostuma, esquece o sol, esquece o ar, esquece a amplidão.

        A gente se acostuma a acordar de manhã sobressaltado porque está na hora. A tomar o café correndo porque está atrasado. A ler o jornal no ônibus porque não pode perder o tempo da viagem. A comer sanduíche porque não dá para almoçar. A sair do trabalho porque já é noite. A cochilar no ônibus porque está cansado. A deitar cedo e dormir pesado sem ter vivido o dia.

        A gente se acostuma a abrir o jornal e a ler sobre a guerra. E, aceitando a guerra, aceita os mortos e que haja números para os mortos. E, aceitando os números, aceita não acreditar nas negociações de paz. E, não acreditando nas negociações de paz, aceita ler todo dia da guerra, dos números, da longa duração. [...]

         A gente se acostuma para não ralar na aspereza, para preservar sempre a pele. Se acostuma para evitar feridas, sangramentos, para esquivar-se da faca e baioneta, para poupar o peito. A gente se acostuma para poupar a vida. Que aos poucos se gasta, e que, gasta de tanto acostumar, se perde de si mesma.


(COLASANTI, Marina. Eu sei, mas não devia. 2 ed. Rio de Janeiro: Rocco, 1999. P. 9-10. Fragmento.)
Considere o vocábulo “sobressaltado”. Marque a alternativa que apresenta o processo de formação dessa palavra:
Alternativas
Respostas
5361: A
5362: D
5363: C
5364: B
5365: D
5366: A
5367: D
5368: B
5369: C
5370: B
5371: D
5372: D
5373: C
5374: D
5375: A
5376: C
5377: B
5378: A
5379: D
5380: C