Questões de Concurso Para técnico judiciário - tecnologia da informação

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Ano: 2013 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: TRT - 17ª Região (ES)
Q1228862 Banco de Dados
Em relação aos conceitos de transações, tipos de bancos de dados e índices, julgue o item subsecutivo.
Um banco de dados relacional é uma coleção de registros conectados uns aos outros por meio de links.
Alternativas
Ano: 2013 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: TRT - 17ª Região (ES)
Q1228831 Programação
Acerca dos conceitos de frameworks, ExtJS, Hibernate, Spring e Struts, julgue o item subsequente.
A opção hbm2ddl.auto no arquivo hibernate.cfg.xml habilita a geração automática de esquemas da base de dados diretamente na base de dados. Essa opção pode ser naturalmente desligada apenas por meio da remoção da opção de configuração. 
Alternativas
Ano: 2013 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: STF
Q1226815 Sistemas Operacionais
Types of operating systems
Real-time
A real-time operating system is a multitasking operating system that aims at executing real-time applications. Real-time operating systems often use specialized scheduling algorithms so that they can achieve a deterministic nature of behavior. The main objective of real-time operating systems is their quick and predictable response to events. They have an event-driven or time-sharing design and often aspects of both. An event-driven system switches between tasks based on their priorities or external events while time-sharing operating systems switch tasks based on clock interrupts.
Multi-user
A multi-user operating system allows multiple users to access a computer system at the same time. Time-sharing systems and Internet servers can be classified as multi-user systems as they enable multiple-user access to a computer through the sharing of time. Single-user operating systems have only one user but may allow multiple programs to run at the same time.
Multi-tasking vs. single-tasking
A multi-tasking operating system allows more than one program to be running at the same time, from the point of view of human time scales. A single-tasking system has only one running program. Multi-tasking can be of two types: pre-emptive and co-operative. In pre-emptive multitasking, the operating system slices the CPU time and dedicates one slot to each of the programs. Unix-like operating systems such as Solaris and Linux support pre-emptive multitasking, as does AmigaOS. Cooperative multitasking is achieved by relying on each process to give time to the other processes in a defined manner. 16-bit versions of Microsoft Windows used cooperative multi-tasking. 32-bit versions of both Windows NT and Win9x, used pre-emptive multi-tasking. Mac OS prior to OS X used to support cooperative multitasking.
Distributed
A distributed operating system manages a group of independent computers and makes them appear to be a single computer. The development of networked computers that could be linked and communicate with each other gave rise to distributed computing. Distributed computations are carried out on more than one machine. When computers in a group work in cooperation, they make a distributed system.
Embedded
Embedded operating systems are designed to be used in embedded computer systems. They are designed to operate on small machines like PDAs with less autonomy. They are able to operate with a limited number of resources. They are very compact and extremely efficient by design. Windows CE and Minix 3 are some examples of embedded operating systems.
Based on the text above, judge the following item.
Systems that use time-sharing are not considered to be multiuser systems, since they do not allow the simultaneous access of several users to a computer.
Alternativas
Ano: 2013 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: STF
Q1226587 Sistemas Operacionais
Types of operating systems
Real-time
A real-time operating system is a multitasking operating system that aims at executing real-time applications. Real-time operating systems often use specialized scheduling algorithms so that they can achieve a deterministic nature of behavior. The main objective of real-time operating systems is their quick and predictable response to events. They have an event-driven or time-sharing design and often aspects of both. An event-driven system switches between tasks based on their priorities or external events while time-sharing operating systems switch tasks based on clock interrupts.
Multi-user
A multi-user operating system allows multiple users to access a computer system at the same time. Time-sharing systems and Internet servers can be classified as multi-user systems as they enable multiple-user access to a computer through the sharing of time. Single-user operating systems have only one user but may allow multiple programs to run at the same time.
Multi-tasking vs. single-tasking
A multi-tasking operating system allows more than one program to be running at the same time, from the point of view of human time scales. A single-tasking system has only one running program. Multi-tasking can be of two types: pre-emptive and co-operative. In pre-emptive multitasking, the operating system slices the CPU time and dedicates one slot to each of the programs. Unix-like operating systems such as Solaris and Linux support pre-emptive multitasking, as does AmigaOS. Cooperative multitasking is achieved by relying on each process to give time to the other processes in a defined manner. 16-bit versions of Microsoft Windows used cooperative multi-tasking. 32-bit versions of both Windows NT and Win9x, used pre-emptive multi-tasking. Mac OS prior to OS X used to support cooperative multitasking.
Distributed
A distributed operating system manages a group of independent computers and makes them appear to be a single computer. The development of networked computers that could be linked and communicate with each other gave rise to distributed computing. Distributed computations are carried out on more than one machine. When computers in a group work in cooperation, they make a distributed system.
Embedded
Embedded operating systems are designed to be used in embedded computer systems. They are designed to operate on small machines like PDAs with less autonomy. They are able to operate with a limited number of resources. They are very compact and extremely efficient by design. Windows CE and Minix 3 are some examples of embedded operating systems.
Based on the text above, judge the following item.
When a distributed operating system is used for managing several independent computers, this group of computers appears to behave like a single computer.
Alternativas
Ano: 2013 Banca: FCC Órgão: TRT - 18ª Região (GO)
Q1205651 Português
O tempo não para
O processo é conhecido. Os custos crescem, os competidores avançam, e os acionistas querem resultados. Saída: renovar os quadros. Leia-se: livrar-se dos funcionários mais velhos e caros, contratar jovens efebos, com muita vontade e pequeno salário. Dito e feito. Então, o trabalho emperra, os clientes reclamam, mas a planilha de custos fala mais alto. Assim tem sido: a cada crise, interna ou externa, as empresas rejuvenescem seus quadros. Alguns observadores batizaram o processo de “juniorização”.
Uma empresa “juniorizada” salta aos olhos. Antes, o escritório, silencioso e solene, era dominado por calvícies e cabelos brancos. Seis meses depois, o nível de ruído aumentou, e uma horda juvenil se estabeleceu. Foram-se as regras e procedimentos, substituídos por um frenesi frequentemente confundido com agilidade e produtividade. O mais importante é, porém, que a folha de pagamento foi reduzida. Inferno na Terra, paz no Olimpo corporativo.
Renovar sistematicamente os quadros é um princípio de gestão importante para as empresas. Profissionais mais jovens trazem novas ideias, colocam em xeque processos anacrônicos e ajudam a evitar que a empresa envelheça e perca o contato com as mudanças em seu ambiente de negócios. A renovação, realizada na medida certa, traz efeitos positivos.
A juniorização, por ser realizada com o propósito de reduzir custos, compromete a qualidade da gestão e põe em risco o futuro das companhias. Vista como panaceia, evita que a empresa trate de questões mais substantivas, relacionadas ao seu modelo de negócios e às suas práticas de gestão.
Além disso, a juniorização segue na contramão da demografia. O Brasil está envelhecendo. Nas próximas décadas, as empresas terão de lidar com quadros profissionais cada vez mais maduros. Uma pesquisa recente, realizada pela consultoria PwC e a FGV-Eaesp, instituição à qual este escriba está ligado, procurou avaliar como o mundo corporativo se prepara para o fenômeno. Foram ouvidas mais de cem empresas, de diversos segmentos da economia. Algumas conclusões são preocupantes.
Em primeiro lugar, menos de 40% das organizações pesquisadas reconhecem que quadros mais maduros podem constituir alternativa à escassez de talentos. Consequentemente, a maioria das empresas não possui mecanismos para atrair e manter tais quadros. Em segundo lugar, as companhias reconhecem: profissionais mais maduros possuem competências valiosas, relacionadas à capacidade de realizar diagnósticos e resolver problemas, além de apresentar maior equilíbrio emocional. Paradoxalmente, elas não contam com modelos de gestão de carreira que facilitem os processos pelos quais tais características poderiam ser mais bem exploradas. Em terceiro lugar, há poucas iniciativas para garantir maior qualidade de vida e para ter quadros mais saudáveis no futuro. Há também poucas ações para acomodar o perfil e as necessidades dos profissionais próximos da aposentadoria.
(Adaptado de: Thomaz Wood Jr., CartaCapital, 21/04/2013, www.cartacapital.com.br/sociedade/o-tempo-nao-para)
A definição do processo de “juniorização” que pode ser corretamente depreendida do texto é:
Alternativas
Ano: 2013 Banca: FCC Órgão: TRT - 15ª Região (SP)
Q1200687 Sistemas Operacionais
Na distribuição Linux Red Hat, o comando ldapmodify permite alterar informações em um banco de dados LDAP. Um dos atributos deste comando é utilizado para especificar a senha que deverá ser utilizada em conjunto com o nome distinto (distinguished name). Este atributo em questão é o
Alternativas
Ano: 2013 Banca: FCC Órgão: TRT - 18ª Região (GO)
Q1193644 Português
O tempo não para         O processo é conhecido. Os custos crescem, os competidores avançam, e os acionistas querem resultados. Saída: renovar os quadros. Leia-se: livrar-se dos funcionários mais velhos e caros, contratar jovens efebos, com muita vontade e pequeno salário. Dito e feito. Então, o trabalho emperra, os clientes reclamam, mas a planilha de custos fala mais alto. Assim tem sido: a cada crise, interna ou externa, as empresas rejuvenescem seus quadros. Alguns observadores batizaram o processo de “juniorização”.         Uma empresa “juniorizada” salta aos olhos. Antes, o escritório, silencioso e solene, era dominado por calvícies e cabelos brancos. Seis meses depois, o nível de ruído aumentou, e uma horda juvenil se estabeleceu. Foram-se as regras e procedimentos, substituídos por um frenesi frequentemente confundido com agilidade e produtividade. O mais importante é, porém, que a folha de pagamento foi reduzida. Inferno na Terra, paz no Olimpo corporativo.        Renovar sistematicamente os quadros é um princípio de gestão importante para as empresas. Profissionais mais jovens trazem novas ideias, colocam em xeque processos anacrônicos e ajudam a evitar que a empresa envelheça e perca o contato com as mudanças em seu ambiente de negócios. A renovação, realizada na medida certa, traz efeitos positivos.        A juniorização, por ser realizada com o propósito de reduzir custos, compromete a qualidade da gestão e põe em risco o futuro das companhias. Vista como panaceia, evita que a empresa trate de questões mais substantivas, relacionadas ao seu modelo de negócios e às suas práticas de gestão.         Além disso, a juniorização segue na contramão da demografia. O Brasil está envelhecendo. Nas próximas décadas, as empresas terão de lidar com quadros profissionais cada vez mais maduros. Uma pesquisa recente, realizada pela consultoria PwC e a FGV-Eaesp, instituição à qual este escriba está ligado, procurou avaliar como o mundo corporativo se prepara para o fenômeno. Foram ouvidas mais de cem empresas, de diversos segmentos da economia. Algumas conclusões são preocupantes.         Em primeiro lugar, menos de 40% das organizações pesquisadas reconhecem que quadros mais maduros podem constituir alternativa à escassez de talentos. Consequentemente, a maioria das empresas não possui mecanismos para atrair e manter tais quadros. Em segundo lugar, as companhias reconhecem: profissionais mais maduros possuem competências valiosas, relacionadas à capacidade de realizar diagnósticos e resolver problemas, além de apresentar maior equilíbrio emocional. Paradoxalmente, elas não contam com modelos de gestão de carreira que facilitem os processos pelos quais tais características poderiam ser mais bem exploradas. Em terceiro lugar, há poucas iniciativas para garantir maior qualidade de vida e para ter quadros mais saudáveis no futuro. Há também poucas ações para acomodar o perfil e as necessidades dos profissionais próximos da aposentadoria.         (Adaptado de: Thomaz Wood Jr., CartaCapital, 21/04/2013, www.cartacapital.com.br/sociedade/o-tempo-nao-para)
A substituição do elemento grifado pelo pronome correspondente, com os necessários ajustes, foi realizada de modo INCORRETO em:
Alternativas
Ano: 2013 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: STF
Q1188043 Inglês
Repeaters and hubs
A repeater is an electronic device that receives a network signal, cleans it of unnecessary noise, and regenerates it. The signal is retransmitted at a higher power level, or to the other side of an obstruction, so that the signal can cover longer distances without degradation. In most twisted pair Ethernet configurations, repeaters are required for cable that runs longer than 100 meters. A repeater with multiple ports is known as a hub. Repeaters work on the physical layer of the OSI model. Repeaters require a small amount of time to regenerate the signal. This can cause a propagation delay which can affect network performance. As a result, many network architectures limit the number of repeaters that can be used in a row, e.g., the Ethernet 5-4-3 rule. Hubs have been mostly obsoleted by modern switches; but repeaters are used for long distance links, notably undersea cabling.
Bridges
A network bridge connects multiple network segments at the data link layer (layer 2) of the OSI model to form a single network. Bridges broadcast to all ports except the port on which the broadcast was received. However, bridges do not promiscuously copy traffic to all ports, as hubs do. Instead, bridges learn which MAC addresses are reachable through specific ports. Once the bridge associates a port with an address, it will send traffic for that address to that port only. Bridges learn the association of ports and addresses by examining the source address of frames that it sees on various ports. Once a frame arrives through a port, the bridge assumes that the MAC address is associated with that port and stores its source address. The first time a bridge sees a previously unknown destination address, the bridge will forward the frame to all ports other than the one on which the frame arrived. Bridges come in three basic types: Local bridges: Directly connect LANs Remote bridges: Can be used to create a wide area network (WAN) link between LANs. Remote bridges, where the connecting link is slower than the end networks, largely have been replaced with routers. Wireless bridges: Can be used to join LANs or connect remote devices to LANs.
According to the text above, judge the following item.
Multiple network segments at the layer 2 of the OSI model can be connected by a network bridge, in order to form a single network.
Alternativas
Ano: 2013 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: STF
Q1188038 Inglês
Repeaters and hubs
A repeater is an electronic device that receives a network signal, cleans it of unnecessary noise, and regenerates it. The signal is retransmitted at a higher power level, or to the other side of an obstruction, so that the signal can cover longer distances without degradation. In most twisted pair Ethernet configurations, repeaters are required for cable that runs longer than 100 meters. A repeater with multiple ports is known as a hub. Repeaters work on the physical layer of the OSI model. Repeaters require a small amount of time to regenerate the signal. This can cause a propagation delay which can affect network performance. As a result, many network architectures limit the number of repeaters that can be used in a row, e.g., the Ethernet 5-4-3 rule. Hubs have been mostly obsoleted by modern switches; but repeaters are used for long distance links, notably undersea cabling.
Bridges
A network bridge connects multiple network segments at the data link layer (layer 2) of the OSI model to form a single network. Bridges broadcast to all ports except the port on which the broadcast was received. However, bridges do not promiscuously copy traffic to all ports, as hubs do. Instead, bridges learn which MAC addresses are reachable through specific ports. Once the bridge associates a port with an address, it will send traffic for that address to that port only. Bridges learn the association of ports and addresses by examining the source address of frames that it sees on various ports. Once a frame arrives through a port, the bridge assumes that the MAC address is associated with that port and stores its source address. The first time a bridge sees a previously unknown destination address, the bridge will forward the frame to all ports other than the one on which the frame arrived. Bridges come in three basic types: Local bridges: Directly connect LANs Remote bridges: Can be used to create a wide area network (WAN) link between LANs. Remote bridges, where the connecting link is slower than the end networks, largely have been replaced with routers. Wireless bridges: Can be used to join LANs or connect remote devices to LANs.
According to the text above, judge the following item.
Since the invention of the hubs, the switches became obsolete.
Alternativas
Q606699 Programação
A respeito de HTML, XML e CSS3, julgue os itens subsequentes.

Na linguagem HTML, os browsers podem ter diferentes interpretações se uma tag for escrita como <HTML>, <Html> ou <html>.

Alternativas
Q606698 Programação
A respeito de HTML, XML e CSS3, julgue os itens subsequentes.

Segundo o CSS3, classifica-se um link, no momento em que é clicado, como hover e, no instante em que sobre ele passa o mouse, como active.
Alternativas
Q410835 Governança de TI
Considere as atividades a seguir:

1. Identificar incidente.
2. Registrar incidente.
3. Categorizar incidente.
4. Priorizar incidente.
5. Diagnosticar inicialmente.
6. Investigar e diagnosticar.
7. Documentar.
8. Alocar recursos.
9. Resolver e recuperar.
10. Otimizar solução.
11. Fechar incidente.

Fazem parte do grupo de atividades do Gerenciamento de Incidentes APENAS as atividades 1, 2, 3, 4, 5,
Alternativas
Q410834 Governança de TI
Considere as perguntas a seguir:

1. Quem requisitou a mudança?
2. Qual é a razão para a mudança?
3. Qual é o retorno requerido para a mudança?
4. Quais são os riscos envolvidos na mudança?
5. Que recursos são requeridos para entregar a mudança?
6. Quem será beneficiado pela mudança?
7. Quem é o responsável por construir, testar e implementar a mudança?
8. Qual é o relacionamento entre esta e outras mudanças?

Para a realização de uma análise de impacto precisa da mudança, as questões que devem ser respondidas para todas as mudanças são APENAS as questões 1, 2,
Alternativas
Q410833 Governança de TI
A Central de Serviços é uma das funções da ITIL v3. O TRT da Bahia, ao implantar esta função, deve
Alternativas
Q410832 Segurança da Informação
Na Infraestrutura de Chaves Públicas (ICP-Brasil), a ...... é a primeira autoridade da cadeia de certificação. Executa as políticas de certificados e normas técnicas e operacionais aprovadas pelo Comitê Gestor da ICP-Brasil. Portanto, compete a esta entidade emitir, expedir, distribuir, revogar e gerenciar os certificados das autoridades certificadoras de nível imediatamente subsequente ao seu. Também está encarregada de emitir a Lista de Certificados Revogados (LCR), dentre outras atribuições.

A lacuna é corretamente preenchida por
Alternativas
Q410831 Segurança da Informação
Trata-se de um mecanismo que identifica o remetente de determinada mensagem eletrônica. No âmbito da ICP-Brasil, possui autenticidade, integridade, confiabilidade e o não-repúdio, o que implica que seu autor não poderá, por forças tecnológicas e legais, negar que seja o responsável por seu conteúdo. A técnica permite não só verificar a autoria do documento, como estabelece também uma “imutabilidade lógica” de seu conteúdo, pois qualquer alteração do documento, como por exemplo a inserção de mais um espaço entre duas palavras, invalida o processo de autenticação.

O texto refere-se a
Alternativas
Q410830 Segurança da Informação
Observe a figura abaixo.

                          imagem-009.jpg

A figura ilustra um tipo de criptografia conhecida como criptografia
Alternativas
Q410829 Redes de Computadores
Algumas ferramentas contribuem significativamente para a melhoria da segurança de uma rede. Considere:

I. Não observa o tráfego que passa pela rede, seu uso volta-se à verificação de informações relativas aos eventos e registros de logs e sistema de arquivos (permissão, alteração etc.). São instalados em servidores para alertar e identificar ataques e tentativas de acesso indevido à própria máquina, sendo mais empregados nos casos em que a segurança está focada em informações contidas em um servidor e, os usuários não precisam ser monitorados.

II. Monitora e analisa todo o tráfego no segmento da rede. Consiste em um conjunto de sensores que trabalha detectando atividades maliciosas na rede. São instalados em máquinas responsáveis por identificar ataques direcionados a toda a rede, monitorando o conteúdo dos pacotes ou do tráfego e seus detalhes como informações de cabeçalhos e protocolos. Tem como um dos objetivos principais detectar se alguém está tentando entrar no sistema ou se algum usuário legítimo está fazendo mau uso do mesmo.

As descrições I e II referem-se, respectivamente, a
Alternativas
Q410828 Segurança da Informação
Carlos, que trabalha na área de segurança do TRT da Bahia, proferiu uma palestra sobre o tema. Ele disse que os programas antimalware, apesar da grande quantidade de funcionalidades, não são capazes de impedir que um atacante tente explorar, através da rede, alguma vulnerabilidade existente no computador de um funcionário do Tribunal. Devido a isto, além da instalação do antimalware, Carlos recomendou a todos a necessidade de se utilizar um determinado mecanismo de segurança. Quando bem configurado, este mecanismo pode ser capaz de:

- registrar as tentativas de acesso aos serviços habilitados no computador;
- bloquear o envio para terceiros de informações coletadas por invasores e códigos maliciosos;
- bloquear as tentativas de invasão e de exploração de vulnerabilidades do computador e possibilitar a identificação das origens destas tentativas;
- analisar continuamente o conteúdo das conexões, filtrando diversos tipos de códigos maliciosos e barrando a comunicação entre um invasor e um código malicioso já instalado;
- evitar que um código malicioso já instalado seja capaz de se propagar, impedindo que vulnerabilidades em outros computadores sejam exploradas.

Carlos se referia em sua palestra a um
Alternativas
Q410827 Arquitetura de Computadores
O dispositivo de armazenamento de dados listado na primeira coluna é compatível com as características apresentadas nas outras colunas, somente em:
Alternativas
Respostas
2201: E
2202: C
2203: E
2204: C
2205: A
2206: C
2207: A
2208: C
2209: E
2210: E
2211: E
2212: D
2213: B
2214: C
2215: E
2216: B
2217: D
2218: A
2219: D
2220: A