Foram encontradas 75.246 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
• Inglês (I)
• Espanhol (E)
• Francês (F)
Os resultados foram: 120 alunos fazem inglês, 90 alunos fazem Espanhol, 70 alunos fazem francês, 50 alunos fazem inglês e espanhol, 40 alunos fazem inglês e francês, 30 alunos fazem Espanhol e francês e 20 alunos fazem os três cursos. Assinale a alternativa correta:
• Cada grupo tenha um número de alunos que seja divisor de 84.
• Mas também quer que esse número seja múltiplo de 6.
Com base nessas condições, qual pode ser o número de alunos em cada grupo?
I. Explodiu como o foguete espacial a fala publicitária de Fernanda Torres, de que não devemos entrar em 2026 com o pé direito. “O que eu desejo é que você comece o ano com os dois pés”. – as aspas isolam uma fala de outrem – que não o autor – por discurso direto.
II. “Com os dois pés na jaca, o Ministro Moraes emitiu uma segunda nota no mesmo dia...” – a vírgula que isola o termo destacado se justifica pelo deslocamento de termo sintático.
III. “O senador Alessandro Vieira (MDB Sergipe), delegado de polícia, quer comissão parlamentar para investigar.” – as duas vírgulas enumeram termos de mesma função sintática.
IV. “...mas o escritório não o defendeu da liquidação pelo Banco Central. Pagou por que serviço?” – a interrogação encerra uma pergunta indireta.
Pode-se dizer que se encontra correto o que foi afirmado apenas em:
O texto dado a Fernanda ressalva: “Não é nada contra a sorte”. Pois tampouco é uma questão de superstição. É cultural. Na nossa língua de origem, esquerda é sinistra. No Credo, Cristo está à direita de Deus-Pai. Está em Eclesiastes, 10-2: “O coração do sábio se inclina para a direita, mas o coração do tolo, para a esquerda”. “Senta-te à minha direita” está na literatura. Usa-se a mão direita para cumprimentar. E o pé direito para entrar. Ou, no ano eleitoral, estando em campanha, aconselha-se evitar o uso da direita. Como reação, o boicote contra as Havaianas não deu certo, pelo menos no shopping que eu frequentei: a loja estava lotada.
Sobre o uso ou não da Crase, assinale a alternativa cuja reescrita do fragmento acima manteve a correção gramatical.
I. Em “E chinelos não têm rodas.” (1º par.), o verbo destacado tem a justificativa de acentuação remissiva à regra dos monossílabos tônicos.
II. Os vocábulos “próprio” (3º par.) e “polícia” (4º par.) têm a justificativa de acentuação baseada em duas regras: a primeira é a das paroxítonas terminadas em ditongo crescente; e a outra, a das palavras proparoxítonas, já que o encontro vocálico final pode ser compreendido, em separação silábica, como um Hiato.
III. Em “[...] quem Toffoli acha que deve ser protegido pelo sigilo no caso Master – e por quê?” (4º par.) e “Pagou por que serviço?” (6º par.), embora possuam diferentes justificativas quanto à regra de acentuação, as duas expressões foram usadas por serem locuções interrogativas de causa.
IV. Encontram-se em colocação proclítica obrigatória os pronomes oblíquos átonos destacados em “Daí se deduz que ele já fala pelo escritório, e que lhe é literalmente familiar e, não menos revelador, que Vorcaro pagou R$ 3,6 milhões por mês, mas o escritório não o defendeu da liquidação pelo Banco Central.” (6º par.)
Pode-se afirmar que se encontra correto o que foi afirmado apenas em:
I. Em “Na semana do fiasco científico que foi o segundo fracasso consecutivo de lançamento em Alcântara, caminhamos também no nível do chinelo no debate político. Explodiu como o foguete espacial a fala publicitária de Fernanda Torres, de que não devemos entrar em 2026 com o pé direito.” (1º par.), os vocábulos em destaque possuem sentido ambivalente, na medida em que auxiliam na edificação crítica e satírica por parte do autor.
II. Em “O texto dado a Fernanda ressalva: ‘Não é nada contra a sorte’.” (2º par.), a fala apontada é tratada de maneira convergente por parte do articulista do texto quanto à proclamação ideológica citada no parágrafo anterior.
III. Perguntas como “Não deu certo?” (3º par.), “[...] quem Toffoli acha que deve ser protegido pelo sigilo no caso Master – e por quê?” (4º par.) e “Pagou por que serviço?” (6º par.) foram elaboradas com objetivos distintos a fim de exemplificarem a complexidade que a investigação sugere.
IV. Em “Uma CPI esclarece essas coisas, assim como a atuação de ministros do Supremo através de suas esposas, advogados de sucesso.” (5º par.), o articulista se vale de um tom laudatório a fim de reconhecer a habilidade profissional mencionada no contexto.
Pode-se dizer que está correto o que se afirmou somente em:
( ) Tanto o fiasco científico do lançamento do foguete em Alcântara, quanto a infeliz publicidade das Havaianas se equivalem, na visão autoral, quanto ao que ele chama de “proclamação ideológica”.
( ) “O que eu desejo é que você comece o ano com os dois pés” (1º par.) representa um pensamento ratificado pelo autor no mesmo parágrafo em termos de expectativas que se renovam com a virada de ano.
( ) A infeliz fala da atriz na propaganda representa uma ação que, na visão autoral, fora intencionalmente orquestrada, a fim de desviar o foco do real escândalo em evidência remissivo às denúncias de tentativa de favorecimento quanto ao processo do banco Master e o escritório de advocacia da esposa do ministro Moraes.
( ) Em “É a sina das mulheres dos césares; se advogassem na comarca de Boa Vista ou Rio Branco, estariam acima de suspeitas. Mas em Brasília, e tendo clientes como J&F Master, as tentações são grandes e as suspeitas do mesmo tamanho – a menos que houvesse uma decisão ética dos parentes e afins de, por razões éticas, manterem distância sanitária entre as bancas de advocacia e o tribunal. Evitaria contaminação e seria moralmente saudável.” (5º par.), Alexandre Garcia, ao mesmo tempo que lança um comentário irônico, defende que, de forma ética e moral, deveria haver a suspeição no caso citado.
( ) Em “O Ministro, então, fez uma nova nota, afirmando que o escritório de Viviane e filhos jamais tratou de interesses do Master no Banco Central. Daí se deduz que ele já fala pelo escritório, e que lhe é literalmente familiar e, não menos revelador, que Vorcaro pagou R$ 3,6 milhões por mês, mas o escritório não o defendeu da liquidação pelo Banco Central. Pagou por que serviço?” (6º par.), o articulista sugere que tenham sido colocados em evidência interesses escusos no processo de contratação do réu por parte do escritório de advocacia da esposa do ministro Moraes, o que é reforçado pela pergunta retórica em destaque.
Considerando-se V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas, pela ordem, pode-se afirmar que a sequência correta é:
I. A profilaxia com haloperidol reduz de forma consistente a incidência de delirium em idosos no pós-operatório e é recomendada rotineiramente para prevenção.
II. Em UTI, esquemas de sedação baseados em dexmedetomidina, quando clinicamente apropriados, reduzem a incidência e a duração do delirium em comparação com benzodiazepínicos.
III. A correção da perda auditiva com aparelhos auditivos em idosos de alto risco está associada à redução do declínio cognitivo, contribuindo para a prevenção de demência.
IV. Anticorpos monoclonais anti-β-amiloide (como lecanemabe e donanemabe) revertem déficits cognitivos e restauram o desempenho funcional em demência de Alzheimer moderada a avançada.
V. No transtorno por uso de álcool, a naltrexona reduz dias de consumo pesado e risco de recaída, enquanto o acamprosato é útil para manutenção da abstinência após a desintoxicação.
VI. Para transtornos por uso de estimulantes (por exemplo, metanfetamina ou cocaína), os inibidores seletivos da recaptação de serotonina são o tratamento farmacológico de primeira linha com eficácia comprovada para abstinência sustentada.
VII. Em transtorno de ansiedade generalizada, benzodiazepínicos são recomendados como tratamento de primeira linha para uso crônico devido ao perfil de segurança e baixo risco de dependência.