Questões de Concurso Para médico

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Q4055817 Português

Para responder à questão.


Perda de memória talvez seja a queixa mais frequente nas consultas médicas de hoje


 Perguntei quantos achavam que a memória estava pior. Formada por cerca de 500 estudantes de Medicina, mais da metade da plateia levantou a mão. Comentei que se tratava de uma epidemia de Alzheimer juvenil. Eles riram.

Perda de memória talvez seja a queixa mais frequente nas consultas médicas de hoje. No passado, esse fenômeno ficava restrito aos poucos que insistiam em viver mais do que 70 ou 80 anos. Todos encaravam com naturalidade os avos que repetiam cinco vezes a mesma pergunta e passavam o dia à procura de objetos deixados sabe Deus onde.

Em linhas gerais, existem dois grandes grupos de memórias: as de longa e as de curta duração, também chamadas de memória de trabalho.

As primeiras persistem por décadas ou pelo resto da vida, especialmente quando são gravadas em momentos de forte emoção. Razão pela qual não esquecemos o lugar em que estávamos ao receber a notícia da morte de um ente querido ou da queda das Torres Gêmeas, em Nova York, ou da rua em que nos roubaram o celular.

A memória de trabalho, ao contrário, é descartável, grava por pouco tempo os acontecimentos que nos ajudam a tocar a rotina diária. Por exemplo, lembro que deixei um copo de água na mesa ao lado ou que fiquei de telefonar para minha irmã ao meio-dia ou que preciso lavar a xícara do café que acabei de tomar. Depois de executadas essas tarefas, tais lembranças serão varridas do cérebro, de modo a deixar espaço livre para outras.

No caso dos mais velhos, há várias causas. Entre elas, o envelhecimento cerebral, o volume crescente de informaçÕes armazenadas no decorrer dos anos, a dificuldade de encontrar espaço livre no hardware para arquivá-las e o desgaste na produção de neurotransmissores essenciais.

Esses fenômenos, no entanto, não explicam a epidemia de desmemoriados jovens. Como em pessoas de 20 ou 30 anos são muito raras as degenerações neurológicas, é bem provável que a causa do problema esteja ligada à falta de atenção. São tantos os estímulos simultâneos a que estão submetidas, que esse requisito fundamental para a consolidação de memórias se perde.

Num trabalho conduzido anos atrás, pesquisadores submeteram jovens universitários a uma bateria de testes de atenção, em três situaçóes distintas. Na primeira, eles deixavam o celular fora da sala em que os testes seriam aplicados; na segunda, entravam com o celular, que desligavam antes de começarem a responder; na terceira, o celular permanecia ligado durante a realização dos testes.

Os maiores índices de acertos ocorreram quando os celulares ficavam do lado de Íora. Os piores, quando permaneciam ligados. Os testes aplicados quando os aparelhos estavam ao alcance das mãos, mas desligados, apresentaram resultados interrnediários. Quer dizer, a simples presença do celular já e capaz de desviar a atenção. A seleção natural não moldou o cerebro humano para dar conta da infinidade de desafios cognitivos impostos pela vida online. Se lembrarmos que os mesmos fatores de risco estão por trás das crises de ansiedade e de depressão que afligem crianças e adultos de todas as idades, concluiremos que não está fácil preservar a sanidade mental no mundo de hoje.


Adaptado de. https://gauchazh clicrbs.com.brlcolunistas/drauziovarella/n ot icial2026/04/perda-de- memoria -talvez-seja -a - q u eixa -ma is - f requente-nas consultas-medicas-de-hojecmoa7waeg00wi01 5b4bb5wsc8.html

 O fragmento da oração Formada por cerca de 500 estudantes de Medicina atua na estruturação do período em que se insere. Com base nisso, analise as asseftivas abaixo acerca de suas classificações sintáticas e estrutu rais:
I. Trata-se de uma oração subordinada adverbial reduzida de particípio que desempenha a função exclusiva de agente da passiva do verbo levantar.
II. A estrutura preposicionada por cerca de 500 estudantes de Medicina exerce a função sintática de agente da passiva em relação à forma verbal no particípio que a antecede.
III. A oração de particípio possui um valor de adjetivo, funcionando no período de forma explicativa em relação ao termo subsequente referente à plateia.
Está CORRETO o que se afirma em
Alternativas
Q4055816 Português

Para responder à questão.


Perda de memória talvez seja a queixa mais frequente nas consultas médicas de hoje


 Perguntei quantos achavam que a memória estava pior. Formada por cerca de 500 estudantes de Medicina, mais da metade da plateia levantou a mão. Comentei que se tratava de uma epidemia de Alzheimer juvenil. Eles riram.

Perda de memória talvez seja a queixa mais frequente nas consultas médicas de hoje. No passado, esse fenômeno ficava restrito aos poucos que insistiam em viver mais do que 70 ou 80 anos. Todos encaravam com naturalidade os avos que repetiam cinco vezes a mesma pergunta e passavam o dia à procura de objetos deixados sabe Deus onde.

Em linhas gerais, existem dois grandes grupos de memórias: as de longa e as de curta duração, também chamadas de memória de trabalho.

As primeiras persistem por décadas ou pelo resto da vida, especialmente quando são gravadas em momentos de forte emoção. Razão pela qual não esquecemos o lugar em que estávamos ao receber a notícia da morte de um ente querido ou da queda das Torres Gêmeas, em Nova York, ou da rua em que nos roubaram o celular.

A memória de trabalho, ao contrário, é descartável, grava por pouco tempo os acontecimentos que nos ajudam a tocar a rotina diária. Por exemplo, lembro que deixei um copo de água na mesa ao lado ou que fiquei de telefonar para minha irmã ao meio-dia ou que preciso lavar a xícara do café que acabei de tomar. Depois de executadas essas tarefas, tais lembranças serão varridas do cérebro, de modo a deixar espaço livre para outras.

No caso dos mais velhos, há várias causas. Entre elas, o envelhecimento cerebral, o volume crescente de informaçÕes armazenadas no decorrer dos anos, a dificuldade de encontrar espaço livre no hardware para arquivá-las e o desgaste na produção de neurotransmissores essenciais.

Esses fenômenos, no entanto, não explicam a epidemia de desmemoriados jovens. Como em pessoas de 20 ou 30 anos são muito raras as degenerações neurológicas, é bem provável que a causa do problema esteja ligada à falta de atenção. São tantos os estímulos simultâneos a que estão submetidas, que esse requisito fundamental para a consolidação de memórias se perde.

Num trabalho conduzido anos atrás, pesquisadores submeteram jovens universitários a uma bateria de testes de atenção, em três situaçóes distintas. Na primeira, eles deixavam o celular fora da sala em que os testes seriam aplicados; na segunda, entravam com o celular, que desligavam antes de começarem a responder; na terceira, o celular permanecia ligado durante a realização dos testes.

Os maiores índices de acertos ocorreram quando os celulares ficavam do lado de Íora. Os piores, quando permaneciam ligados. Os testes aplicados quando os aparelhos estavam ao alcance das mãos, mas desligados, apresentaram resultados interrnediários. Quer dizer, a simples presença do celular já e capaz de desviar a atenção. A seleção natural não moldou o cerebro humano para dar conta da infinidade de desafios cognitivos impostos pela vida online. Se lembrarmos que os mesmos fatores de risco estão por trás das crises de ansiedade e de depressão que afligem crianças e adultos de todas as idades, concluiremos que não está fácil preservar a sanidade mental no mundo de hoje.


Adaptado de. https://gauchazh clicrbs.com.brlcolunistas/drauziovarella/n ot icial2026/04/perda-de- memoria -talvez-seja -a - q u eixa -ma is - f requente-nas consultas-medicas-de-hojecmoa7waeg00wi01 5b4bb5wsc8.html

A explicação das causas da perda de rnemoria poderla levantar questionamentos formais diretos em um arligo cientíÍico. Considere a adaptação das ideias do texto na estrutura a seguir: "O especialista questionou ___ os estudantes reclamavam tanto de suas memorias. Afinal, as queixas frequentes surgem____ há um inegável excesso de estímulos e de informaçôes na atualidade. Resta aos estudiosos descobrirem o ___de tamanha alteração cognitiva".


Preenche, CORRETA e respectivamente, as lacunas 

Alternativas
Q4055815 Português

Para responder à questão.


Perda de memória talvez seja a queixa mais frequente nas consultas médicas de hoje


 Perguntei quantos achavam que a memória estava pior. Formada por cerca de 500 estudantes de Medicina, mais da metade da plateia levantou a mão. Comentei que se tratava de uma epidemia de Alzheimer juvenil. Eles riram.

Perda de memória talvez seja a queixa mais frequente nas consultas médicas de hoje. No passado, esse fenômeno ficava restrito aos poucos que insistiam em viver mais do que 70 ou 80 anos. Todos encaravam com naturalidade os avos que repetiam cinco vezes a mesma pergunta e passavam o dia à procura de objetos deixados sabe Deus onde.

Em linhas gerais, existem dois grandes grupos de memórias: as de longa e as de curta duração, também chamadas de memória de trabalho.

As primeiras persistem por décadas ou pelo resto da vida, especialmente quando são gravadas em momentos de forte emoção. Razão pela qual não esquecemos o lugar em que estávamos ao receber a notícia da morte de um ente querido ou da queda das Torres Gêmeas, em Nova York, ou da rua em que nos roubaram o celular.

A memória de trabalho, ao contrário, é descartável, grava por pouco tempo os acontecimentos que nos ajudam a tocar a rotina diária. Por exemplo, lembro que deixei um copo de água na mesa ao lado ou que fiquei de telefonar para minha irmã ao meio-dia ou que preciso lavar a xícara do café que acabei de tomar. Depois de executadas essas tarefas, tais lembranças serão varridas do cérebro, de modo a deixar espaço livre para outras.

No caso dos mais velhos, há várias causas. Entre elas, o envelhecimento cerebral, o volume crescente de informaçÕes armazenadas no decorrer dos anos, a dificuldade de encontrar espaço livre no hardware para arquivá-las e o desgaste na produção de neurotransmissores essenciais.

Esses fenômenos, no entanto, não explicam a epidemia de desmemoriados jovens. Como em pessoas de 20 ou 30 anos são muito raras as degenerações neurológicas, é bem provável que a causa do problema esteja ligada à falta de atenção. São tantos os estímulos simultâneos a que estão submetidas, que esse requisito fundamental para a consolidação de memórias se perde.

Num trabalho conduzido anos atrás, pesquisadores submeteram jovens universitários a uma bateria de testes de atenção, em três situaçóes distintas. Na primeira, eles deixavam o celular fora da sala em que os testes seriam aplicados; na segunda, entravam com o celular, que desligavam antes de começarem a responder; na terceira, o celular permanecia ligado durante a realização dos testes.

Os maiores índices de acertos ocorreram quando os celulares ficavam do lado de Íora. Os piores, quando permaneciam ligados. Os testes aplicados quando os aparelhos estavam ao alcance das mãos, mas desligados, apresentaram resultados interrnediários. Quer dizer, a simples presença do celular já e capaz de desviar a atenção. A seleção natural não moldou o cerebro humano para dar conta da infinidade de desafios cognitivos impostos pela vida online. Se lembrarmos que os mesmos fatores de risco estão por trás das crises de ansiedade e de depressão que afligem crianças e adultos de todas as idades, concluiremos que não está fácil preservar a sanidade mental no mundo de hoje.


Adaptado de. https://gauchazh clicrbs.com.brlcolunistas/drauziovarella/n ot icial2026/04/perda-de- memoria -talvez-seja -a - q u eixa -ma is - f requente-nas consultas-medicas-de-hojecmoa7waeg00wi01 5b4bb5wsc8.html

No texto base, o vocábulo naturalidade deriva de um adjetivo e exprime uma qualidade ou um estado. Acerca do processo de formação desse vocábulo, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4055814 Português

Para responder à questão.


Perda de memória talvez seja a queixa mais frequente nas consultas médicas de hoje


 Perguntei quantos achavam que a memória estava pior. Formada por cerca de 500 estudantes de Medicina, mais da metade da plateia levantou a mão. Comentei que se tratava de uma epidemia de Alzheimer juvenil. Eles riram.

Perda de memória talvez seja a queixa mais frequente nas consultas médicas de hoje. No passado, esse fenômeno ficava restrito aos poucos que insistiam em viver mais do que 70 ou 80 anos. Todos encaravam com naturalidade os avos que repetiam cinco vezes a mesma pergunta e passavam o dia à procura de objetos deixados sabe Deus onde.

Em linhas gerais, existem dois grandes grupos de memórias: as de longa e as de curta duração, também chamadas de memória de trabalho.

As primeiras persistem por décadas ou pelo resto da vida, especialmente quando são gravadas em momentos de forte emoção. Razão pela qual não esquecemos o lugar em que estávamos ao receber a notícia da morte de um ente querido ou da queda das Torres Gêmeas, em Nova York, ou da rua em que nos roubaram o celular.

A memória de trabalho, ao contrário, é descartável, grava por pouco tempo os acontecimentos que nos ajudam a tocar a rotina diária. Por exemplo, lembro que deixei um copo de água na mesa ao lado ou que fiquei de telefonar para minha irmã ao meio-dia ou que preciso lavar a xícara do café que acabei de tomar. Depois de executadas essas tarefas, tais lembranças serão varridas do cérebro, de modo a deixar espaço livre para outras.

No caso dos mais velhos, há várias causas. Entre elas, o envelhecimento cerebral, o volume crescente de informaçÕes armazenadas no decorrer dos anos, a dificuldade de encontrar espaço livre no hardware para arquivá-las e o desgaste na produção de neurotransmissores essenciais.

Esses fenômenos, no entanto, não explicam a epidemia de desmemoriados jovens. Como em pessoas de 20 ou 30 anos são muito raras as degenerações neurológicas, é bem provável que a causa do problema esteja ligada à falta de atenção. São tantos os estímulos simultâneos a que estão submetidas, que esse requisito fundamental para a consolidação de memórias se perde.

Num trabalho conduzido anos atrás, pesquisadores submeteram jovens universitários a uma bateria de testes de atenção, em três situaçóes distintas. Na primeira, eles deixavam o celular fora da sala em que os testes seriam aplicados; na segunda, entravam com o celular, que desligavam antes de começarem a responder; na terceira, o celular permanecia ligado durante a realização dos testes.

Os maiores índices de acertos ocorreram quando os celulares ficavam do lado de Íora. Os piores, quando permaneciam ligados. Os testes aplicados quando os aparelhos estavam ao alcance das mãos, mas desligados, apresentaram resultados interrnediários. Quer dizer, a simples presença do celular já e capaz de desviar a atenção. A seleção natural não moldou o cerebro humano para dar conta da infinidade de desafios cognitivos impostos pela vida online. Se lembrarmos que os mesmos fatores de risco estão por trás das crises de ansiedade e de depressão que afligem crianças e adultos de todas as idades, concluiremos que não está fácil preservar a sanidade mental no mundo de hoje.


Adaptado de. https://gauchazh clicrbs.com.brlcolunistas/drauziovarella/n ot icial2026/04/perda-de- memoria -talvez-seja -a - q u eixa -ma is - f requente-nas consultas-medicas-de-hojecmoa7waeg00wi01 5b4bb5wsc8.html

 O texto estabelece um contraste temporal e geracional na abordagem dos problemas de esquecimento. Com base na leitura global, assinale a alternativa CORRETA
Alternativas
Q4054917 Medicina
 Paciente de 45 anos, com histórico de depressão recorrente, em uso irregular de antidepressivo, comparece à unidade básica de saúde relatando ideação suicida recente, sem plano definido. Vive sozinho, com pouco suporte social. Qual é a conduta mais adequada no contexto da Atenção Primária à Saúde no SUS? 
Alternativas
Q4054916 Medicina
Paciente de 34 anos é trazido ao pronto atendimento agitado, sudoreico, com taquicardia, hipertensão, tremores e midríase. Familiares relatam uso recente de cocaína em festa. Evolui com hipertermia (39,5 °C) e confusão mental. Qual é a conduta inicial mais adequada? 
Alternativas
Q4054915 Medicina
Paciente de 56 anos, obeso, em pós-operatório de artroplastia de quadril há 7 dias, apresenta dispneia súbita, dor torácica ventilatório-dependente e episódio de pré-síncope. Ao exame: FC 118 bpm, PA 100/65 mmHg, FR 26 irpm, SpO₂ 89% em ar ambiente. Ausculta pulmonar sem alterações significativas. ECG: taquicardia sinusal. Gasometria: alcalose respiratória. Escore de Wells: alta probabilidade clínica. Qual é a melhor conduta inicial? 
Alternativas
Q4054914 Medicina
Paciente de 74 anos, com fibrilação atrial não anticoagulada, apresenta dor abdominal súbita intensa há 4 horas, desproporcional ao exame físico. Lactato elevado. TC inicial sem contraste inconclusiva. Qual é a melhor conduta? 
Alternativas
Q4054913 Medicina
Paciente de 62 anos apresenta dor torácica típica há 3 horas, ECG com supra de ST em DII, DIII e aVF. O hospital está sem hemodinâmica disponível, e o tempo estimado para angioplastia é de 150 minutos. Qual é a conduta mais adequada? 
Alternativas
Q4054912 Medicina
Paciente de 67 anos, hipermetrope, relata início súbito de dor ocular intensa à direita há 6 horas, associada à cefaleia frontal, náuseas e halos coloridos ao redor das luzes. Nega trauma. Ao exame: acuidade visual reduzida, hiperemia ciliar, córnea edemaciada, pupila em midríase média arreativa e pressão intraocular de 48 mmHg. Fundo de olho não visualizado. Qual é a conduta mais adequada na abordagem inicial? 
Alternativas
Q4054911 Medicina
Paciente de 59 anos, com pneumonia grave, evolui com PA 85/50 mmHg, lactato 4,2 mmol/L, extremidades frias e débito urinário reduzido. Recebeu 30 mL/kg de cristaloide sem resposta adequada. PAM permanece <65 mmHg. Qual é a próxima melhor conduta? 
Alternativas
Q4054910 Medicina
Homem de 58 anos, hipertenso e tabagista, apresenta dor torácica atípica. A probabilidade pré-teste de doença arterial coronariana é considerada intermediária. É realizado um teste diagnóstico com boa razão de verossimilhança positiva (LR+ ≈ 5), com resultado positivo. Qual é a melhor interpretação clínica? 
Alternativas
Q4054909 Estatística
Um teste para determinada doença apresenta sensibilidade de 90%, especificidade de 90% e é aplicado em população com prevalência de 1%. Qual é a melhor interpretação? 
Alternativas
Q4054908 Medicina
Homem de 48 anos, assintomático, solicita rastreamento anual com PSA, tomografia de corpo inteiro e check-up extensivo, sem fatores de risco. Após discussão, insiste na realização dos exames. Qual é a conduta mais adequada segundo a Medicina Baseada em Evidências e a prevenção quaternária? 
Alternativas
Q4054301 Legislação Federal

A Lei nº 8.027/1990 estabelece deveres e proibições aos servidores civis da União. Segundo essa norma, constitui infração disciplinar passível de penalidade:


I. Atuar como procurador ou intermediário junto a repartições públicas, salvo quando se tratar de benefícios previdenciários de parentes até o segundo grau.


II. Manter sob sua chefia imediata, em cargo de confiança, cônjuge ou parente até o segundo grau civil.


III. Recusar fé a documentos públicos.


É CORRETO afirmar que constitui(em) infração disciplinar:

Alternativas
Q4054300 Direito Administrativo
O Decreto nº 9.991/2019 instituiu a Política Nacional de Desenvolvimento de Pessoas (PNDP). Sobre a licença para capacitação, prevista no PNDP, é CORRETO afirmar que: 
Alternativas
Q4054299 Direito Administrativo
Sobre a modalidade de licitação denominada "Pregão", destinada à aquisição de bens e serviços comuns, é CORRETO afirmar que: 
Alternativas
Q4054298 Direito Constitucional
A Constituição Federal de 1988 estabelece regras rígidas para a acumulação de cargos públicos. Assinale a alternativa que apresenta uma acumulação permitida, desde que haja compatibilidade de horários:
Alternativas
Q4054297 Direito Administrativo
De acordo com o Estatuto da Universidade Federal do Amazonas (UFAM), o órgão executivo máximo da Universidade é o(a): 
Alternativas
Q4054296 Gestão de Pessoas
No âmbito da carreira dos Técnicos-Administrativos em Educação (TAE), a passagem do servidor de um padrão de vencimento para o imediatamente superior, dentro da mesma classe, decorrente da avaliação de desempenho e do cumprimento do interstício de 18 meses, é chamada de:
Alternativas
Respostas
2261: D
2262: A
2263: B
2264: E
2265: A
2266: D
2267: B
2268: C
2269: B
2270: C
2271: B
2272: D
2273: A
2274: C
2275: D
2276: C
2277: A
2278: C
2279: E
2280: D