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Q3556918 Português
No contexto do atendimento ao público, sobre a importância da utilização da norma culta da língua portuguesa e quem geralmente a utiliza, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3556917 Administração de Recursos Materiais
A classificação dos materiais é uma parte fundamental das rotinas administrativas, pois permite uma melhor organização e controle do inventário, o que pode ter um impacto significativo na eficiência e na produtividade da organização. Assim, dadas as proposições a seguir, analise-as:

I. A classificação por tipo de demanda tem por objetivo, primordialmente, classificar os materiais segundo o critério de consumo pela organização.
II. Os materiais de estoque são materiais que devem sempre existir em estoque e para os quais são determinados critérios e parâmetros de ressuprimento automático (não depende do usuário) com base na demanda prevista e na importância para a organização.
III. Os materiais críticos são materiais de reposição específica de um equipamento ou de um grupo de equipamento iguais, cuja demanda não é previsível e cuja decisão de estocar é tomada com base na análise de risco que a empresa corre, caso esses materiais não estejam disponíveis quando necessário.

É correto o que se afirma em: 
Alternativas
Q3556916 Pedagogia
Sobre a educação inclusiva, analise as proposições a seguir:

I. A Educação na área da deficiência intelectual deve atender às necessidades educacionais especiais mesmo que desvie dos princípios básicos da Educação proposta às demais pessoas.
II. Mesmo no contexto da educação inclusiva, a escola deve ser vista como um espaço democrático no qual todos os alunos possuem os mesmos direitos aos estudos e à educação de qualidade.
III. A escola inclusiva deve atender às necessidades de "todos" e quaisquer alunos, nessa escola, as atitudes enfatizam uma postura não só dos educadores, mas de todo o sistema educacional.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3556915 Secretariado
Sobre os tipos de protocolos e procedimentos da secretaria escolar, analise as proposições a seguir:

I. Procedimentos de gestão de arquivos escolares: garantem que os documentos sejam adequadamente arquivados, acessados e descartados.
II. Procedimentos de comunicação: estabelecem diretrizes para a comunicação eficaz entre a secretaria escolar, a administração da escola, o corpo docente, os alunos e os pais.
III. Protocolos de segurança de dados: não são necessários, pois os dados dos alunos não são confidenciais.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3556914 Gestão de Pessoas
Considerando o contexto de diversidade e inclusão no ambiente de trabalho, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3556913 Administração de Recursos Materiais
No contexto de rotinas administrativas, considerando a classificação dos materiais em uma organização, qual das seguintes afirmações é correta?
Alternativas
Q3556912 Pedagogia
Associe os termos apresentados na coluna 1 com seu conteúdo correspondente apresentado na coluna 2:

Coluna 1:
1. Inclusão
2. Equidade
3. Igualdade

Coluna 2:
A. Conceito que se refere à prática de garantir a participação equitativa de todos, independentemente de sua identidade, experiência ou circunstância.
B. Princípio de justiça que defende que cada indivíduo deve receber o que precisa para ter oportunidades iguais.
C. Significa tratar todos da mesma maneira.

Assinale a alternativa que apresenta a correta associação entre as colunas:
Alternativas
Q3556911 Secretariado
Coordenação e execução de tarefas são dois aspectos cruciais do funcionamento de uma secretaria escolar. Considerando a diferença de finalidade das ações de coordenação e execução de tarefas, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3556910 Arquivologia
Associe os termos apresentados na coluna 1 com seu conteúdo correspondente apresentado na coluna 2:

Coluna 1:
1. Arquivo Permanente
2. Arquivo Ativo
3. Arquivo Intermediário

Coluna 2:
A. Não são necessários para as operações diárias da escola, mas podem ser necessários para referência ou por motivos legais em um futuro próximo.
B. Registros acadêmicos correntes, correspondência atuais, documentos financeiros do ano corrente, entre outros.
C. Frequentemente usados para pesquisa e para fornecer uma compreensão mais profunda da história da escola e de sua comunidade de alunos. Assinale a alternativa que apresenta a correta associação entre as colunas:
Alternativas
Q3556909 Arquivologia
Associe os termos apresentados na coluna 1 com seu exemplo correspondente apresentado na coluna 2:

Coluna 1:
1. Documento Arquivístico
2. Documento Eletrônico analógico
3. Documento Eletrônico digital

Coluna 2:
A. Prestação de contas
B. Fitas vídeo-magnéticas em formato VHS
C. Páginas na web

Assinale a alternativa que apresenta a correta associação entre as colunas: 
Alternativas
Q3556908 Secretariado
O arquivo escolar é uma parte fundamental da gestão e da administração de uma instituição de ensino. Sobre o arquivo escolar, julgue as seguintes afirmações e registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:

(__) Arquivo escolar é um conjunto de documentos, exclusivamente físicos, que registram todas as atividades da escola, incluindo a vida acadêmica dos alunos, o histórico de funcionários, as atividades administrativas e pedagógicas, entre outros.
(__) Os arquivos escolares ajudam na administração eficaz da escola, fornecendo informações necessárias para a tomada de decisões.
(__) Os arquivos escolares não se referem ao registro da história da instituição, mas sim ao histórico acadêmico completo de cada aluno, incluindo seus registros de frequência, notas, avaliações, participação em atividades extracurriculares etc.

Assinale a alternativa com a sequência correta:
Alternativas
Q3556907 Secretariado
No que se refere ao uso de documentos administrativos no ambiente da secretaria escolar, julgue as seguintes afirmações e registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:

( ) As resoluções são documentos que estabelecem normas e diretrizes de conduta para a comunidade escolar.
( ) Os regulamentos são relatórios que apresentam os resultados de uma pesquisa ou estudo realizado na escola.
( ) As ordens de serviço são instruções escritas que indicam como realizar uma tarefa ou procedimento.

Assinale a alternativa com a sequência correta: 
Alternativas
Q3556906 Atendimento ao Público
No contexto do atendimento ao público e da importância da comunicação eficaz, analise as proposições a seguir:

I. A comunicação é apenas um esquema, não sendo uma ferramenta importante para o aprendizado e sucesso profissional.
II. Saber se comunicar bem é um dom inato, não sendo possível desenvolver tal habilidade por meio de práticas e estudos.
III. A língua é um sistema utilizado como meio de comunicação entre os membros de uma comunidade, sendo um poderoso instrumento de ação social.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3556905 Direito Administrativo
Associe os termos apresentados na coluna 1 com seu conteúdo correspondente apresentado na coluna 2:

Coluna 1:
1. Regulamento
2. Relatório
3. Circular

Coluna 2:
A. Documento usado para comunicar informações rapidamente dentro da organização.
B. Conjunto de regras ou diretrizes que devem ser seguidas por membros da comunidade escolar.
C. Documento que apresenta informações detalhadas sobre um evento, atividade ou situação específica.

Assinale a alternativa que apresenta a correta associação entre as colunas:
Alternativas
Q3555917 Português
Considere as seguintes sentenças:
I. Este é o filme de que te falei.
II. O que ele disse sobre a discussão?
III. Lamento que tudo isso tenha acontecido.
IV. Você terá que estudar muito para essa prova.
V. Não faça birra, que o seu pai é bravo.
Nas sentenças dadas, a palavra “que” atua de diferentes formas. Ocorre como preposição apenas em: 
Alternativas
Q3555916 Português
Mesmo sem cérebro, água viva pode aprender com o passado

Menor do que uma unha, a Tripedalia Cystophora associa sensações a comportamentos para realizar ações simples, como desviar de uma raiz.

Pesquisadores “treinaram” um grupo de cubomedusas caribenhas (Tripedalia Cystophora) para detectar e desviar de obstáculos. Mesmo sem ter um cérebro central, essas águas-vivas aprenderam com erros do passado e foram bem sucedidas no teste. O estudo, publicado na revista Current Biology, mostra que não é preciso ter um cérebro avançado para realizar feitos de aprendizagem – com menos de um centímetro de tamanho, as Tripedalia Cystophora usaram aprendizagem associativa, conectando estímulos sensoriais a comportamentos. Na natureza, essas águas-vivas usam seu sistema visual complexo de 24 olhos para navegar entre as turvas águas de manguezais, desviar das raízes das árvores e capturar presas. Para simular essas condições, a equipe montou um tanque redondo com listras cinza e brancas, imitando raízes de mangue que pareciam distantes. Durante 7 minutos, eles observaram as águas-vivas nadando. No início, elas chegavam perto das listras e até esbarravam; porém, no final da experiência, a média da distância delas até a parede era 50% menor, o número de desvios bem sucedidos para evitar a colisão era quatro vezes maior e a taxa de contato com as listras na parede caiu pela metade.


Segundo os pesquisadores, as descobertas sugerem que as águas-vivas podem aprender com a experiência através de estímulos visuais e mecânicos. Os cientistas, então, isolaram os centros sensoriais visuais do animal, chamados rhopalia, para ir mais fundo na aprendizagem associativa dele. Cada uma dessas estruturas é formada por seis olhos e gera sinais que controlam o movimento da água-viva – quando ela desvia de obstáculos, essa frequência aumenta. A equipe mostrou faixas cinzas que se mexiam para uma rhopalia em estado neutro, para imitar a abordagem do animal aos objetos.


A estrutura não respondeu às barras cinzas mais claras, interpretando-as como distantes. No entanto, depois que os pesquisadores a treinaram com estímulos elétricos, ela passou a gerar sinais de esquiva quando as mesmas barras se aproximavam – como faria em uma colisão na natureza. As descobertas mostraram ainda que a combinação de estímulos visuais e mecânicos é necessária para a aprendizagem associativa em águas-vivas e que o rhopalia serve como centro de aprendizagem.


“É surpreendente a rapidez com que estes animais aprendem; é quase o mesmo ritmo que os animais avançados estão fazendo”, afirma Anders Garm, pesquisador da Universidade de Copenhagen e um dos autores do estudo. “Mesmo o sistema nervoso mais simples parece ser capaz de realizar um aprendizado avançado, e isso pode acabar sendo um mecanismo celular extremamente fundamental, inventado no início da evolução do sistema nervoso.”

Revista Superinteressante. Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/mesmo-semcerebro-agua-viva-pode-aprender-com-opassado/
O plural de palavras compostas varia de acordo com o significado e a classe dos elementos que compõem a palavra. No caso da palavra “águasvivas”, ambos os elementos estão flexionados porque: 
Alternativas
Q3555915 Português
Mesmo sem cérebro, água viva pode aprender com o passado

Menor do que uma unha, a Tripedalia Cystophora associa sensações a comportamentos para realizar ações simples, como desviar de uma raiz.

Pesquisadores “treinaram” um grupo de cubomedusas caribenhas (Tripedalia Cystophora) para detectar e desviar de obstáculos. Mesmo sem ter um cérebro central, essas águas-vivas aprenderam com erros do passado e foram bem sucedidas no teste. O estudo, publicado na revista Current Biology, mostra que não é preciso ter um cérebro avançado para realizar feitos de aprendizagem – com menos de um centímetro de tamanho, as Tripedalia Cystophora usaram aprendizagem associativa, conectando estímulos sensoriais a comportamentos. Na natureza, essas águas-vivas usam seu sistema visual complexo de 24 olhos para navegar entre as turvas águas de manguezais, desviar das raízes das árvores e capturar presas. Para simular essas condições, a equipe montou um tanque redondo com listras cinza e brancas, imitando raízes de mangue que pareciam distantes. Durante 7 minutos, eles observaram as águas-vivas nadando. No início, elas chegavam perto das listras e até esbarravam; porém, no final da experiência, a média da distância delas até a parede era 50% menor, o número de desvios bem sucedidos para evitar a colisão era quatro vezes maior e a taxa de contato com as listras na parede caiu pela metade.


Segundo os pesquisadores, as descobertas sugerem que as águas-vivas podem aprender com a experiência através de estímulos visuais e mecânicos. Os cientistas, então, isolaram os centros sensoriais visuais do animal, chamados rhopalia, para ir mais fundo na aprendizagem associativa dele. Cada uma dessas estruturas é formada por seis olhos e gera sinais que controlam o movimento da água-viva – quando ela desvia de obstáculos, essa frequência aumenta. A equipe mostrou faixas cinzas que se mexiam para uma rhopalia em estado neutro, para imitar a abordagem do animal aos objetos.


A estrutura não respondeu às barras cinzas mais claras, interpretando-as como distantes. No entanto, depois que os pesquisadores a treinaram com estímulos elétricos, ela passou a gerar sinais de esquiva quando as mesmas barras se aproximavam – como faria em uma colisão na natureza. As descobertas mostraram ainda que a combinação de estímulos visuais e mecânicos é necessária para a aprendizagem associativa em águas-vivas e que o rhopalia serve como centro de aprendizagem.


“É surpreendente a rapidez com que estes animais aprendem; é quase o mesmo ritmo que os animais avançados estão fazendo”, afirma Anders Garm, pesquisador da Universidade de Copenhagen e um dos autores do estudo. “Mesmo o sistema nervoso mais simples parece ser capaz de realizar um aprendizado avançado, e isso pode acabar sendo um mecanismo celular extremamente fundamental, inventado no início da evolução do sistema nervoso.”

Revista Superinteressante. Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/mesmo-semcerebro-agua-viva-pode-aprender-com-opassado/
Considere o excerto: “Cada uma dessas estruturas é formada por seis olhos e gera sinais que controlam o movimento da água-viva – quando ela desvia de obstáculos, essa frequência aumenta.” Nesse excerto, verifica-se apenas a ocorrência de pronomes dos tipos:
Alternativas
Q3555914 Português
Mesmo sem cérebro, água viva pode aprender com o passado

Menor do que uma unha, a Tripedalia Cystophora associa sensações a comportamentos para realizar ações simples, como desviar de uma raiz.

Pesquisadores “treinaram” um grupo de cubomedusas caribenhas (Tripedalia Cystophora) para detectar e desviar de obstáculos. Mesmo sem ter um cérebro central, essas águas-vivas aprenderam com erros do passado e foram bem sucedidas no teste. O estudo, publicado na revista Current Biology, mostra que não é preciso ter um cérebro avançado para realizar feitos de aprendizagem – com menos de um centímetro de tamanho, as Tripedalia Cystophora usaram aprendizagem associativa, conectando estímulos sensoriais a comportamentos. Na natureza, essas águas-vivas usam seu sistema visual complexo de 24 olhos para navegar entre as turvas águas de manguezais, desviar das raízes das árvores e capturar presas. Para simular essas condições, a equipe montou um tanque redondo com listras cinza e brancas, imitando raízes de mangue que pareciam distantes. Durante 7 minutos, eles observaram as águas-vivas nadando. No início, elas chegavam perto das listras e até esbarravam; porém, no final da experiência, a média da distância delas até a parede era 50% menor, o número de desvios bem sucedidos para evitar a colisão era quatro vezes maior e a taxa de contato com as listras na parede caiu pela metade.


Segundo os pesquisadores, as descobertas sugerem que as águas-vivas podem aprender com a experiência através de estímulos visuais e mecânicos. Os cientistas, então, isolaram os centros sensoriais visuais do animal, chamados rhopalia, para ir mais fundo na aprendizagem associativa dele. Cada uma dessas estruturas é formada por seis olhos e gera sinais que controlam o movimento da água-viva – quando ela desvia de obstáculos, essa frequência aumenta. A equipe mostrou faixas cinzas que se mexiam para uma rhopalia em estado neutro, para imitar a abordagem do animal aos objetos.


A estrutura não respondeu às barras cinzas mais claras, interpretando-as como distantes. No entanto, depois que os pesquisadores a treinaram com estímulos elétricos, ela passou a gerar sinais de esquiva quando as mesmas barras se aproximavam – como faria em uma colisão na natureza. As descobertas mostraram ainda que a combinação de estímulos visuais e mecânicos é necessária para a aprendizagem associativa em águas-vivas e que o rhopalia serve como centro de aprendizagem.


“É surpreendente a rapidez com que estes animais aprendem; é quase o mesmo ritmo que os animais avançados estão fazendo”, afirma Anders Garm, pesquisador da Universidade de Copenhagen e um dos autores do estudo. “Mesmo o sistema nervoso mais simples parece ser capaz de realizar um aprendizado avançado, e isso pode acabar sendo um mecanismo celular extremamente fundamental, inventado no início da evolução do sistema nervoso.”

Revista Superinteressante. Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/mesmo-semcerebro-agua-viva-pode-aprender-com-opassado/
Considere as seguintes sentenças, retiradas do texto:
I. “A estrutura não respondeu às barras cinzas mais claras, interpretando-as como distantes.”
II. “A equipe mostrou faixas cinzas que se mexiam para uma rhopalia em estado neutro”
Nas sentenças I e II, a colocação pronominal em relação aos verbos ocorre, respectivamente, como:
Alternativas
Q3555913 Português
Mesmo sem cérebro, água viva pode aprender com o passado

Menor do que uma unha, a Tripedalia Cystophora associa sensações a comportamentos para realizar ações simples, como desviar de uma raiz.

Pesquisadores “treinaram” um grupo de cubomedusas caribenhas (Tripedalia Cystophora) para detectar e desviar de obstáculos. Mesmo sem ter um cérebro central, essas águas-vivas aprenderam com erros do passado e foram bem sucedidas no teste. O estudo, publicado na revista Current Biology, mostra que não é preciso ter um cérebro avançado para realizar feitos de aprendizagem – com menos de um centímetro de tamanho, as Tripedalia Cystophora usaram aprendizagem associativa, conectando estímulos sensoriais a comportamentos. Na natureza, essas águas-vivas usam seu sistema visual complexo de 24 olhos para navegar entre as turvas águas de manguezais, desviar das raízes das árvores e capturar presas. Para simular essas condições, a equipe montou um tanque redondo com listras cinza e brancas, imitando raízes de mangue que pareciam distantes. Durante 7 minutos, eles observaram as águas-vivas nadando. No início, elas chegavam perto das listras e até esbarravam; porém, no final da experiência, a média da distância delas até a parede era 50% menor, o número de desvios bem sucedidos para evitar a colisão era quatro vezes maior e a taxa de contato com as listras na parede caiu pela metade.


Segundo os pesquisadores, as descobertas sugerem que as águas-vivas podem aprender com a experiência através de estímulos visuais e mecânicos. Os cientistas, então, isolaram os centros sensoriais visuais do animal, chamados rhopalia, para ir mais fundo na aprendizagem associativa dele. Cada uma dessas estruturas é formada por seis olhos e gera sinais que controlam o movimento da água-viva – quando ela desvia de obstáculos, essa frequência aumenta. A equipe mostrou faixas cinzas que se mexiam para uma rhopalia em estado neutro, para imitar a abordagem do animal aos objetos.


A estrutura não respondeu às barras cinzas mais claras, interpretando-as como distantes. No entanto, depois que os pesquisadores a treinaram com estímulos elétricos, ela passou a gerar sinais de esquiva quando as mesmas barras se aproximavam – como faria em uma colisão na natureza. As descobertas mostraram ainda que a combinação de estímulos visuais e mecânicos é necessária para a aprendizagem associativa em águas-vivas e que o rhopalia serve como centro de aprendizagem.


“É surpreendente a rapidez com que estes animais aprendem; é quase o mesmo ritmo que os animais avançados estão fazendo”, afirma Anders Garm, pesquisador da Universidade de Copenhagen e um dos autores do estudo. “Mesmo o sistema nervoso mais simples parece ser capaz de realizar um aprendizado avançado, e isso pode acabar sendo um mecanismo celular extremamente fundamental, inventado no início da evolução do sistema nervoso.”

Revista Superinteressante. Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/mesmo-semcerebro-agua-viva-pode-aprender-com-opassado/
Considere o excerto: “As descobertas mostraram ainda que a combinação de estímulos visuais e mecânicos é necessária para a aprendizagem associativa em águas-vivas e que o rhopalia serve como centro de aprendizagem.” Nesse contexto, os verbos “mostraram”, “é” e “serve” estão conjugados, respectivamente, no(s) modo(s): 
Alternativas
Q3555912 Português
Mesmo sem cérebro, água viva pode aprender com o passado

Menor do que uma unha, a Tripedalia Cystophora associa sensações a comportamentos para realizar ações simples, como desviar de uma raiz.

Pesquisadores “treinaram” um grupo de cubomedusas caribenhas (Tripedalia Cystophora) para detectar e desviar de obstáculos. Mesmo sem ter um cérebro central, essas águas-vivas aprenderam com erros do passado e foram bem sucedidas no teste. O estudo, publicado na revista Current Biology, mostra que não é preciso ter um cérebro avançado para realizar feitos de aprendizagem – com menos de um centímetro de tamanho, as Tripedalia Cystophora usaram aprendizagem associativa, conectando estímulos sensoriais a comportamentos. Na natureza, essas águas-vivas usam seu sistema visual complexo de 24 olhos para navegar entre as turvas águas de manguezais, desviar das raízes das árvores e capturar presas. Para simular essas condições, a equipe montou um tanque redondo com listras cinza e brancas, imitando raízes de mangue que pareciam distantes. Durante 7 minutos, eles observaram as águas-vivas nadando. No início, elas chegavam perto das listras e até esbarravam; porém, no final da experiência, a média da distância delas até a parede era 50% menor, o número de desvios bem sucedidos para evitar a colisão era quatro vezes maior e a taxa de contato com as listras na parede caiu pela metade.


Segundo os pesquisadores, as descobertas sugerem que as águas-vivas podem aprender com a experiência através de estímulos visuais e mecânicos. Os cientistas, então, isolaram os centros sensoriais visuais do animal, chamados rhopalia, para ir mais fundo na aprendizagem associativa dele. Cada uma dessas estruturas é formada por seis olhos e gera sinais que controlam o movimento da água-viva – quando ela desvia de obstáculos, essa frequência aumenta. A equipe mostrou faixas cinzas que se mexiam para uma rhopalia em estado neutro, para imitar a abordagem do animal aos objetos.


A estrutura não respondeu às barras cinzas mais claras, interpretando-as como distantes. No entanto, depois que os pesquisadores a treinaram com estímulos elétricos, ela passou a gerar sinais de esquiva quando as mesmas barras se aproximavam – como faria em uma colisão na natureza. As descobertas mostraram ainda que a combinação de estímulos visuais e mecânicos é necessária para a aprendizagem associativa em águas-vivas e que o rhopalia serve como centro de aprendizagem.


“É surpreendente a rapidez com que estes animais aprendem; é quase o mesmo ritmo que os animais avançados estão fazendo”, afirma Anders Garm, pesquisador da Universidade de Copenhagen e um dos autores do estudo. “Mesmo o sistema nervoso mais simples parece ser capaz de realizar um aprendizado avançado, e isso pode acabar sendo um mecanismo celular extremamente fundamental, inventado no início da evolução do sistema nervoso.”

Revista Superinteressante. Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/mesmo-semcerebro-agua-viva-pode-aprender-com-opassado/
Considere as palavras I. extremamente, II. caribenhas e III. aprendizagem, que ocorrem no texto. Em relação à formação, as palavras dadas são formadas, respectivamente, pelo(s) processo(s) de:
Alternativas
Respostas
1741: D
1742: D
1743: B
1744: D
1745: A
1746: D
1747: A
1748: C
1749: E
1750: D
1751: E
1752: E
1753: D
1754: E
1755: D
1756: C
1757: A
1758: B
1759: D
1760: A