Questões de Concurso Para professor de educação básica dos anos iniciais

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Q2394037 Noções de Informática
Malware é um termo genérico para qualquer tipo de “malicious software” (“software malicioso”) projetado para se infiltrar no dispositivo sem seu conhecimento, causando dano ou falhas no sistema, ou roubando dados. Dentre os diversos tipos de malware, temos os Adware, este que é:
Alternativas
Q2394036 Português
Leia o texto I abaixo que serve de referência para análise da questão.


Texto I

      2023 É CONFIRMADO COMO ANO MAIS QUENTE JÁ REGISTRADO: 2024 PODE BATER ESSE RECORDE?


     O ano de 2023 foi confirmado como o mais quente já registado, impulsionado pelas mudanças climáticas causadas pelo homem e pelo fenômeno natural El Niño. O ano passado foi cerca de 1,48ºC mais quente do que a média de longo prazo — antes de os seres humanos começarem a queimar grandes quantidades de combustíveis fósseis, afirma o serviço de clima da União Europeia.

     Desde julho, quase todos os dias registraram um novo aumento na temperatura global do ar para esta época do ano, segundo análise da BBC. As temperaturas da superfície do mar também superaram as máximas anteriores. O Met Office, serviço climático do Reino Unido, informou na semana passada que o país teve em 2023 seu segundo ano mais quente já registrado na história. Estes registros globais mostram que o mundo está perto de descumprir os principais objetivos climáticos internacionais.

     "O que me impressionou não foi apenas o fato de [2023] ter sido de recordes quebrados, mas sim a grande margem para quebrá-los", observa Andrew Dessler, professor de Ciências Atmosféricas na Texas A&M University. A margem de alguns desses registros é "realmente surpreendente", diz o professor Dessler, considerando que são médias de todo o mundo.

     Já se sabe que o mundo está muito mais quente agora do que há 100 anos, à medida que os humanos continuam a emitir quantidades recordes de gases com efeito de estufa, como o dióxido de carbono, na atmosfera. Mas há 12 meses, nenhum grande órgão científico previu que 2023 seria o ano mais quente já registrado, devido à forma complicada como o clima da Terra se comporta.

     Durante os primeiros meses do ano, apenas um pequeno número de dias quebrou recordes de temperatura do ar. Mas o mundo registrou então uma sequência notável e quase ininterrupta de recordes diários no segundo semestre de 2023. Este recente aumento da temperatura está principalmente ligado à rápida mudança para as condições do El Niño, que ocorreu em conjunto com o aquecimento a longo prazo causado pelo homem.

     O El Niño é um fenômeno natural em que as águas superficiais mais quentes do Oceano Pacífico Oriental liberam calor adicional na atmosfera. Mas as temperaturas do ar aumentaram mais do que o normal no início desta fase do El Niño. Os efeitos totais devem ser sentidos apenas no início de 2024, depois de o El Niño ter atingido a força máxima.

     Isto deixou muitos cientistas inseguros sobre o que exatamente está acontecendo com o clima. Este calor global recorde ajudou a agravar muitos fenômenos meteorológicos extremos em grandes partes do mundo em 2023 – desde ondas de calor intensas e incêndios florestais no Canadá e nos EUA, até secas prolongadas e inundações em partes da África Oriental.

     Muitos eventos ocorreram em escalas muito além daquelas observadas em tempos recentes, ou em épocas incomuns do ano.

     "São mais do que apenas estatísticas", afirma Petteri Taalas, secretário-geral da Organização Meteorológica Mundial entre 2016 e 2023. "As condições climáticas extremas estão destruindo vidas e meios de subsistência diariamente." A temperatura do ar é apenas uma medida das rápidas mudanças climáticas da Terra. Também em 2023:

     • O gelo da Antártica atingiu um nível "assustador", com o gelo do Ártico também abaixo da média.

     • Os glaciares no oeste da América do Norte e nos Alpes Europeus sofreram uma estação de derretimento extremo, contribuindo para a subida do nível do mar.

      A superfície do mar mundial atingiu a temperatura mais alta registada no meio de múltiplas ondas de calor marinhas, incluindo o Atlântico Norte.

     O ano de 2024 poderá ser mais quente do que 2023 – já que parte do calor recorde da superfície do oceano escapa para a atmosfera – embora o comportamento imprevisível do atual El Niño signifique que é difícil saber ao certo, diz Hausfather. Isto levanta a possibilidade de que 2024 possa até registrar pela primeira vez uma temperatura acima do aquecimento de 1,5ºC, de acordo com o Met Office.

     As atividades humanas estão por trás desta tendência de aquecimento global a longo prazo, embora fatores naturais como o El Niño possam aumentar ou reduzir as temperaturas durante anos individuais. As temperaturas registadas em 2023 vão muito além de causas simplesmente naturais. Este último aviso surge pouco depois da cúpula climática COP28, onde os países concordaram pela primeira vez sobre a necessidade de combater a principal causa do aumento das temperaturas – os combustíveis fósseis.

     Embora a linguagem do acordo tenha sido mais fraca do que muitos desejavam — sem qualquer obrigação para os países cumprirem as metas — espera-se que ele ajude a aproveitar alguns recentes progressos encorajadores em áreas como as energias renováveis e veículos elétricos.

     "Mesmo que acabemos em 1,6°C, será muito melhor do que desistir e terminar perto de 3°C, que é onde as políticas atuais nos levariam", diz Friederike Otto, professor de Ciências Climáticas na Imperial College London.

     "Cada décimo de grau é importante."


 (Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/articles/ced7pl4l74vo. Acesso em 10/01/2024, adaptado)
As frases abaixo são propostas de reescrita de fragmentos do texto. Diante disso, assinale a alternativa em que o uso ou não da Crase esteja corretamente aplicado.
Alternativas
Q2394035 Português
Leia o texto I abaixo que serve de referência para análise da questão.


Texto I

      2023 É CONFIRMADO COMO ANO MAIS QUENTE JÁ REGISTRADO: 2024 PODE BATER ESSE RECORDE?


     O ano de 2023 foi confirmado como o mais quente já registado, impulsionado pelas mudanças climáticas causadas pelo homem e pelo fenômeno natural El Niño. O ano passado foi cerca de 1,48ºC mais quente do que a média de longo prazo — antes de os seres humanos começarem a queimar grandes quantidades de combustíveis fósseis, afirma o serviço de clima da União Europeia.

     Desde julho, quase todos os dias registraram um novo aumento na temperatura global do ar para esta época do ano, segundo análise da BBC. As temperaturas da superfície do mar também superaram as máximas anteriores. O Met Office, serviço climático do Reino Unido, informou na semana passada que o país teve em 2023 seu segundo ano mais quente já registrado na história. Estes registros globais mostram que o mundo está perto de descumprir os principais objetivos climáticos internacionais.

     "O que me impressionou não foi apenas o fato de [2023] ter sido de recordes quebrados, mas sim a grande margem para quebrá-los", observa Andrew Dessler, professor de Ciências Atmosféricas na Texas A&M University. A margem de alguns desses registros é "realmente surpreendente", diz o professor Dessler, considerando que são médias de todo o mundo.

     Já se sabe que o mundo está muito mais quente agora do que há 100 anos, à medida que os humanos continuam a emitir quantidades recordes de gases com efeito de estufa, como o dióxido de carbono, na atmosfera. Mas há 12 meses, nenhum grande órgão científico previu que 2023 seria o ano mais quente já registrado, devido à forma complicada como o clima da Terra se comporta.

     Durante os primeiros meses do ano, apenas um pequeno número de dias quebrou recordes de temperatura do ar. Mas o mundo registrou então uma sequência notável e quase ininterrupta de recordes diários no segundo semestre de 2023. Este recente aumento da temperatura está principalmente ligado à rápida mudança para as condições do El Niño, que ocorreu em conjunto com o aquecimento a longo prazo causado pelo homem.

     O El Niño é um fenômeno natural em que as águas superficiais mais quentes do Oceano Pacífico Oriental liberam calor adicional na atmosfera. Mas as temperaturas do ar aumentaram mais do que o normal no início desta fase do El Niño. Os efeitos totais devem ser sentidos apenas no início de 2024, depois de o El Niño ter atingido a força máxima.

     Isto deixou muitos cientistas inseguros sobre o que exatamente está acontecendo com o clima. Este calor global recorde ajudou a agravar muitos fenômenos meteorológicos extremos em grandes partes do mundo em 2023 – desde ondas de calor intensas e incêndios florestais no Canadá e nos EUA, até secas prolongadas e inundações em partes da África Oriental.

     Muitos eventos ocorreram em escalas muito além daquelas observadas em tempos recentes, ou em épocas incomuns do ano.

     "São mais do que apenas estatísticas", afirma Petteri Taalas, secretário-geral da Organização Meteorológica Mundial entre 2016 e 2023. "As condições climáticas extremas estão destruindo vidas e meios de subsistência diariamente." A temperatura do ar é apenas uma medida das rápidas mudanças climáticas da Terra. Também em 2023:

     • O gelo da Antártica atingiu um nível "assustador", com o gelo do Ártico também abaixo da média.

     • Os glaciares no oeste da América do Norte e nos Alpes Europeus sofreram uma estação de derretimento extremo, contribuindo para a subida do nível do mar.

      A superfície do mar mundial atingiu a temperatura mais alta registada no meio de múltiplas ondas de calor marinhas, incluindo o Atlântico Norte.

     O ano de 2024 poderá ser mais quente do que 2023 – já que parte do calor recorde da superfície do oceano escapa para a atmosfera – embora o comportamento imprevisível do atual El Niño signifique que é difícil saber ao certo, diz Hausfather. Isto levanta a possibilidade de que 2024 possa até registrar pela primeira vez uma temperatura acima do aquecimento de 1,5ºC, de acordo com o Met Office.

     As atividades humanas estão por trás desta tendência de aquecimento global a longo prazo, embora fatores naturais como o El Niño possam aumentar ou reduzir as temperaturas durante anos individuais. As temperaturas registadas em 2023 vão muito além de causas simplesmente naturais. Este último aviso surge pouco depois da cúpula climática COP28, onde os países concordaram pela primeira vez sobre a necessidade de combater a principal causa do aumento das temperaturas – os combustíveis fósseis.

     Embora a linguagem do acordo tenha sido mais fraca do que muitos desejavam — sem qualquer obrigação para os países cumprirem as metas — espera-se que ele ajude a aproveitar alguns recentes progressos encorajadores em áreas como as energias renováveis e veículos elétricos.

     "Mesmo que acabemos em 1,6°C, será muito melhor do que desistir e terminar perto de 3°C, que é onde as políticas atuais nos levariam", diz Friederike Otto, professor de Ciências Climáticas na Imperial College London.

     "Cada décimo de grau é importante."


 (Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/articles/ced7pl4l74vo. Acesso em 10/01/2024, adaptado)
Leia as afirmações abaixo e depois julgue o que for solicitado.
( ) Na passagem “Desde julho, quase todos os dias registraram um novo aumento na temperatura global do ar para esta época do ano, segundo análise da BBC. As temperaturas da superfície do mar também superaram as máximas anteriores. O Met Office, serviço climático do Reino Unido, informou na semana passada que o país teve em 2023 seu segundo ano mais quente já registrado na história.”, os dois vocábulos destacados são homônimas perfeitas que possuem a mesma classificação morfológica.
( ) Em “O ano passado foi cerca de 1,48ºC mais quente do que a média de longo prazo — antes de os seres humanos começarem a queimar grandes quantidades de combustíveis fósseis...”, a expressão “de os seres humanos” poderia ser substituída por “dos seres humanos”, dada sua natureza gramatical aplicada no contexto.
( ) No trecho “Mas 12 meses, nenhum grande órgão científico previu que 2023 seria o ano mais quente já registrado, devido à forma complicada como o clima da Terra se comporta.”, os verbos em destaque se encontram conjugados nos mesmos tempo, modo e pessoa.
( ) No fragmento “O ano de 2024 poderá ser mais quente do que 2023 – já que parte do calor recorde da superfície do oceano escapa para a atmosfera – embora o comportamento imprevisível do atual El Niño signifique que é difícil saber ao certo, diz Hausfather.”, os elementos coesivos em destaque, por expressarem respectivamente ideia de Causa e de Concessão, poderiam ser substituídos, pela ordem, por “uma vez que” e “conquanto”, mantendo-se o sentido original do texto.
Considerando-se V para as afirmativas verdadeiras e F para asa falsas, segundo as regras da norma culta do Português e o contexto afirmado em cada item acima, tem-se respectivamente a ordem
Alternativas
Q2394034 Português
Leia o texto I abaixo que serve de referência para análise da questão.


Texto I

      2023 É CONFIRMADO COMO ANO MAIS QUENTE JÁ REGISTRADO: 2024 PODE BATER ESSE RECORDE?


     O ano de 2023 foi confirmado como o mais quente já registado, impulsionado pelas mudanças climáticas causadas pelo homem e pelo fenômeno natural El Niño. O ano passado foi cerca de 1,48ºC mais quente do que a média de longo prazo — antes de os seres humanos começarem a queimar grandes quantidades de combustíveis fósseis, afirma o serviço de clima da União Europeia.

     Desde julho, quase todos os dias registraram um novo aumento na temperatura global do ar para esta época do ano, segundo análise da BBC. As temperaturas da superfície do mar também superaram as máximas anteriores. O Met Office, serviço climático do Reino Unido, informou na semana passada que o país teve em 2023 seu segundo ano mais quente já registrado na história. Estes registros globais mostram que o mundo está perto de descumprir os principais objetivos climáticos internacionais.

     "O que me impressionou não foi apenas o fato de [2023] ter sido de recordes quebrados, mas sim a grande margem para quebrá-los", observa Andrew Dessler, professor de Ciências Atmosféricas na Texas A&M University. A margem de alguns desses registros é "realmente surpreendente", diz o professor Dessler, considerando que são médias de todo o mundo.

     Já se sabe que o mundo está muito mais quente agora do que há 100 anos, à medida que os humanos continuam a emitir quantidades recordes de gases com efeito de estufa, como o dióxido de carbono, na atmosfera. Mas há 12 meses, nenhum grande órgão científico previu que 2023 seria o ano mais quente já registrado, devido à forma complicada como o clima da Terra se comporta.

     Durante os primeiros meses do ano, apenas um pequeno número de dias quebrou recordes de temperatura do ar. Mas o mundo registrou então uma sequência notável e quase ininterrupta de recordes diários no segundo semestre de 2023. Este recente aumento da temperatura está principalmente ligado à rápida mudança para as condições do El Niño, que ocorreu em conjunto com o aquecimento a longo prazo causado pelo homem.

     O El Niño é um fenômeno natural em que as águas superficiais mais quentes do Oceano Pacífico Oriental liberam calor adicional na atmosfera. Mas as temperaturas do ar aumentaram mais do que o normal no início desta fase do El Niño. Os efeitos totais devem ser sentidos apenas no início de 2024, depois de o El Niño ter atingido a força máxima.

     Isto deixou muitos cientistas inseguros sobre o que exatamente está acontecendo com o clima. Este calor global recorde ajudou a agravar muitos fenômenos meteorológicos extremos em grandes partes do mundo em 2023 – desde ondas de calor intensas e incêndios florestais no Canadá e nos EUA, até secas prolongadas e inundações em partes da África Oriental.

     Muitos eventos ocorreram em escalas muito além daquelas observadas em tempos recentes, ou em épocas incomuns do ano.

     "São mais do que apenas estatísticas", afirma Petteri Taalas, secretário-geral da Organização Meteorológica Mundial entre 2016 e 2023. "As condições climáticas extremas estão destruindo vidas e meios de subsistência diariamente." A temperatura do ar é apenas uma medida das rápidas mudanças climáticas da Terra. Também em 2023:

     • O gelo da Antártica atingiu um nível "assustador", com o gelo do Ártico também abaixo da média.

     • Os glaciares no oeste da América do Norte e nos Alpes Europeus sofreram uma estação de derretimento extremo, contribuindo para a subida do nível do mar.

      A superfície do mar mundial atingiu a temperatura mais alta registada no meio de múltiplas ondas de calor marinhas, incluindo o Atlântico Norte.

     O ano de 2024 poderá ser mais quente do que 2023 – já que parte do calor recorde da superfície do oceano escapa para a atmosfera – embora o comportamento imprevisível do atual El Niño signifique que é difícil saber ao certo, diz Hausfather. Isto levanta a possibilidade de que 2024 possa até registrar pela primeira vez uma temperatura acima do aquecimento de 1,5ºC, de acordo com o Met Office.

     As atividades humanas estão por trás desta tendência de aquecimento global a longo prazo, embora fatores naturais como o El Niño possam aumentar ou reduzir as temperaturas durante anos individuais. As temperaturas registadas em 2023 vão muito além de causas simplesmente naturais. Este último aviso surge pouco depois da cúpula climática COP28, onde os países concordaram pela primeira vez sobre a necessidade de combater a principal causa do aumento das temperaturas – os combustíveis fósseis.

     Embora a linguagem do acordo tenha sido mais fraca do que muitos desejavam — sem qualquer obrigação para os países cumprirem as metas — espera-se que ele ajude a aproveitar alguns recentes progressos encorajadores em áreas como as energias renováveis e veículos elétricos.

     "Mesmo que acabemos em 1,6°C, será muito melhor do que desistir e terminar perto de 3°C, que é onde as políticas atuais nos levariam", diz Friederike Otto, professor de Ciências Climáticas na Imperial College London.

     "Cada décimo de grau é importante."


 (Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/articles/ced7pl4l74vo. Acesso em 10/01/2024, adaptado)
Leia as afirmações de alguns trechos retirados do texto e, logo depois, analise o que se pede:
I- Em “O Met Office, serviço climático do Reino Unido, informou na semana passada que o país teve em 2023 seu segundo ano mais quente já registrado na história.”, a expressão “na semana passada” deveria aparecer isolada por vírgulas, por se tratar de um adjunto adverbial deslocado.
II- Em “Este recente aumento da temperatura está principalmente ligado à rápida mudança para as condições do El Niño, que ocorreu em conjunto com o aquecimento a longo prazo causado pelo homem.”, a retirada da vírgula no fragmento não acarretaria mudança de sentido ou de classificação no contexto empregado, uma vez que a oração subsequente modifica a expressão “El Niño”.
III- Em “Este último aviso surge pouco depois da cúpula climática COP28, onde os países concordaram pela primeira vez sobre a necessidade de combater a principal causa do aumento das temperaturas – os combustíveis fósseis.”, o sinal de travessão poderia ser substituído pelo de dois-pontos, já que a expressão “combustíveis fósseis” explica o sentido de um vocábulo exposto anteriormente.
Sobre o que foi dito acima, pode-se considerar correto, segundo a Norma Culta da Língua Portuguesa, o se afirmou
Alternativas
Q2394033 Português
Leia o texto I abaixo que serve de referência para análise da questão.


Texto I

      2023 É CONFIRMADO COMO ANO MAIS QUENTE JÁ REGISTRADO: 2024 PODE BATER ESSE RECORDE?


     O ano de 2023 foi confirmado como o mais quente já registado, impulsionado pelas mudanças climáticas causadas pelo homem e pelo fenômeno natural El Niño. O ano passado foi cerca de 1,48ºC mais quente do que a média de longo prazo — antes de os seres humanos começarem a queimar grandes quantidades de combustíveis fósseis, afirma o serviço de clima da União Europeia.

     Desde julho, quase todos os dias registraram um novo aumento na temperatura global do ar para esta época do ano, segundo análise da BBC. As temperaturas da superfície do mar também superaram as máximas anteriores. O Met Office, serviço climático do Reino Unido, informou na semana passada que o país teve em 2023 seu segundo ano mais quente já registrado na história. Estes registros globais mostram que o mundo está perto de descumprir os principais objetivos climáticos internacionais.

     "O que me impressionou não foi apenas o fato de [2023] ter sido de recordes quebrados, mas sim a grande margem para quebrá-los", observa Andrew Dessler, professor de Ciências Atmosféricas na Texas A&M University. A margem de alguns desses registros é "realmente surpreendente", diz o professor Dessler, considerando que são médias de todo o mundo.

     Já se sabe que o mundo está muito mais quente agora do que há 100 anos, à medida que os humanos continuam a emitir quantidades recordes de gases com efeito de estufa, como o dióxido de carbono, na atmosfera. Mas há 12 meses, nenhum grande órgão científico previu que 2023 seria o ano mais quente já registrado, devido à forma complicada como o clima da Terra se comporta.

     Durante os primeiros meses do ano, apenas um pequeno número de dias quebrou recordes de temperatura do ar. Mas o mundo registrou então uma sequência notável e quase ininterrupta de recordes diários no segundo semestre de 2023. Este recente aumento da temperatura está principalmente ligado à rápida mudança para as condições do El Niño, que ocorreu em conjunto com o aquecimento a longo prazo causado pelo homem.

     O El Niño é um fenômeno natural em que as águas superficiais mais quentes do Oceano Pacífico Oriental liberam calor adicional na atmosfera. Mas as temperaturas do ar aumentaram mais do que o normal no início desta fase do El Niño. Os efeitos totais devem ser sentidos apenas no início de 2024, depois de o El Niño ter atingido a força máxima.

     Isto deixou muitos cientistas inseguros sobre o que exatamente está acontecendo com o clima. Este calor global recorde ajudou a agravar muitos fenômenos meteorológicos extremos em grandes partes do mundo em 2023 – desde ondas de calor intensas e incêndios florestais no Canadá e nos EUA, até secas prolongadas e inundações em partes da África Oriental.

     Muitos eventos ocorreram em escalas muito além daquelas observadas em tempos recentes, ou em épocas incomuns do ano.

     "São mais do que apenas estatísticas", afirma Petteri Taalas, secretário-geral da Organização Meteorológica Mundial entre 2016 e 2023. "As condições climáticas extremas estão destruindo vidas e meios de subsistência diariamente." A temperatura do ar é apenas uma medida das rápidas mudanças climáticas da Terra. Também em 2023:

     • O gelo da Antártica atingiu um nível "assustador", com o gelo do Ártico também abaixo da média.

     • Os glaciares no oeste da América do Norte e nos Alpes Europeus sofreram uma estação de derretimento extremo, contribuindo para a subida do nível do mar.

      A superfície do mar mundial atingiu a temperatura mais alta registada no meio de múltiplas ondas de calor marinhas, incluindo o Atlântico Norte.

     O ano de 2024 poderá ser mais quente do que 2023 – já que parte do calor recorde da superfície do oceano escapa para a atmosfera – embora o comportamento imprevisível do atual El Niño signifique que é difícil saber ao certo, diz Hausfather. Isto levanta a possibilidade de que 2024 possa até registrar pela primeira vez uma temperatura acima do aquecimento de 1,5ºC, de acordo com o Met Office.

     As atividades humanas estão por trás desta tendência de aquecimento global a longo prazo, embora fatores naturais como o El Niño possam aumentar ou reduzir as temperaturas durante anos individuais. As temperaturas registadas em 2023 vão muito além de causas simplesmente naturais. Este último aviso surge pouco depois da cúpula climática COP28, onde os países concordaram pela primeira vez sobre a necessidade de combater a principal causa do aumento das temperaturas – os combustíveis fósseis.

     Embora a linguagem do acordo tenha sido mais fraca do que muitos desejavam — sem qualquer obrigação para os países cumprirem as metas — espera-se que ele ajude a aproveitar alguns recentes progressos encorajadores em áreas como as energias renováveis e veículos elétricos.

     "Mesmo que acabemos em 1,6°C, será muito melhor do que desistir e terminar perto de 3°C, que é onde as políticas atuais nos levariam", diz Friederike Otto, professor de Ciências Climáticas na Imperial College London.

     "Cada décimo de grau é importante."


 (Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/articles/ced7pl4l74vo. Acesso em 10/01/2024, adaptado)
Leia o fragmento abaixo:

“Já se sabe que o mundo está muito mais quente agora do que há 100 anos, à medida que os humanos continuam a emitir quantidades recordes de gases com efeito de estufa, como o dióxido de carbono, na atmosfera.”

Analisando-se o elemento coesivo destacado, pode-se dizer que este faz parte de uma oração cuja ideia expressa valor de:
Alternativas
Q2394032 Português
Leia o texto I abaixo que serve de referência para análise da questão.


Texto I

      2023 É CONFIRMADO COMO ANO MAIS QUENTE JÁ REGISTRADO: 2024 PODE BATER ESSE RECORDE?


     O ano de 2023 foi confirmado como o mais quente já registado, impulsionado pelas mudanças climáticas causadas pelo homem e pelo fenômeno natural El Niño. O ano passado foi cerca de 1,48ºC mais quente do que a média de longo prazo — antes de os seres humanos começarem a queimar grandes quantidades de combustíveis fósseis, afirma o serviço de clima da União Europeia.

     Desde julho, quase todos os dias registraram um novo aumento na temperatura global do ar para esta época do ano, segundo análise da BBC. As temperaturas da superfície do mar também superaram as máximas anteriores. O Met Office, serviço climático do Reino Unido, informou na semana passada que o país teve em 2023 seu segundo ano mais quente já registrado na história. Estes registros globais mostram que o mundo está perto de descumprir os principais objetivos climáticos internacionais.

     "O que me impressionou não foi apenas o fato de [2023] ter sido de recordes quebrados, mas sim a grande margem para quebrá-los", observa Andrew Dessler, professor de Ciências Atmosféricas na Texas A&M University. A margem de alguns desses registros é "realmente surpreendente", diz o professor Dessler, considerando que são médias de todo o mundo.

     Já se sabe que o mundo está muito mais quente agora do que há 100 anos, à medida que os humanos continuam a emitir quantidades recordes de gases com efeito de estufa, como o dióxido de carbono, na atmosfera. Mas há 12 meses, nenhum grande órgão científico previu que 2023 seria o ano mais quente já registrado, devido à forma complicada como o clima da Terra se comporta.

     Durante os primeiros meses do ano, apenas um pequeno número de dias quebrou recordes de temperatura do ar. Mas o mundo registrou então uma sequência notável e quase ininterrupta de recordes diários no segundo semestre de 2023. Este recente aumento da temperatura está principalmente ligado à rápida mudança para as condições do El Niño, que ocorreu em conjunto com o aquecimento a longo prazo causado pelo homem.

     O El Niño é um fenômeno natural em que as águas superficiais mais quentes do Oceano Pacífico Oriental liberam calor adicional na atmosfera. Mas as temperaturas do ar aumentaram mais do que o normal no início desta fase do El Niño. Os efeitos totais devem ser sentidos apenas no início de 2024, depois de o El Niño ter atingido a força máxima.

     Isto deixou muitos cientistas inseguros sobre o que exatamente está acontecendo com o clima. Este calor global recorde ajudou a agravar muitos fenômenos meteorológicos extremos em grandes partes do mundo em 2023 – desde ondas de calor intensas e incêndios florestais no Canadá e nos EUA, até secas prolongadas e inundações em partes da África Oriental.

     Muitos eventos ocorreram em escalas muito além daquelas observadas em tempos recentes, ou em épocas incomuns do ano.

     "São mais do que apenas estatísticas", afirma Petteri Taalas, secretário-geral da Organização Meteorológica Mundial entre 2016 e 2023. "As condições climáticas extremas estão destruindo vidas e meios de subsistência diariamente." A temperatura do ar é apenas uma medida das rápidas mudanças climáticas da Terra. Também em 2023:

     • O gelo da Antártica atingiu um nível "assustador", com o gelo do Ártico também abaixo da média.

     • Os glaciares no oeste da América do Norte e nos Alpes Europeus sofreram uma estação de derretimento extremo, contribuindo para a subida do nível do mar.

      A superfície do mar mundial atingiu a temperatura mais alta registada no meio de múltiplas ondas de calor marinhas, incluindo o Atlântico Norte.

     O ano de 2024 poderá ser mais quente do que 2023 – já que parte do calor recorde da superfície do oceano escapa para a atmosfera – embora o comportamento imprevisível do atual El Niño signifique que é difícil saber ao certo, diz Hausfather. Isto levanta a possibilidade de que 2024 possa até registrar pela primeira vez uma temperatura acima do aquecimento de 1,5ºC, de acordo com o Met Office.

     As atividades humanas estão por trás desta tendência de aquecimento global a longo prazo, embora fatores naturais como o El Niño possam aumentar ou reduzir as temperaturas durante anos individuais. As temperaturas registadas em 2023 vão muito além de causas simplesmente naturais. Este último aviso surge pouco depois da cúpula climática COP28, onde os países concordaram pela primeira vez sobre a necessidade de combater a principal causa do aumento das temperaturas – os combustíveis fósseis.

     Embora a linguagem do acordo tenha sido mais fraca do que muitos desejavam — sem qualquer obrigação para os países cumprirem as metas — espera-se que ele ajude a aproveitar alguns recentes progressos encorajadores em áreas como as energias renováveis e veículos elétricos.

     "Mesmo que acabemos em 1,6°C, será muito melhor do que desistir e terminar perto de 3°C, que é onde as políticas atuais nos levariam", diz Friederike Otto, professor de Ciências Climáticas na Imperial College London.

     "Cada décimo de grau é importante."


 (Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/articles/ced7pl4l74vo. Acesso em 10/01/2024, adaptado)
Assinale a alternativa cuja indicação da função sintática entre parênteses esteja correta em relação ao termo destacado, segundo a gramática normativa da Língua Portuguesa.
Alternativas
Q2394031 Português
Leia o texto I abaixo que serve de referência para análise da questão.


Texto I

      2023 É CONFIRMADO COMO ANO MAIS QUENTE JÁ REGISTRADO: 2024 PODE BATER ESSE RECORDE?


     O ano de 2023 foi confirmado como o mais quente já registado, impulsionado pelas mudanças climáticas causadas pelo homem e pelo fenômeno natural El Niño. O ano passado foi cerca de 1,48ºC mais quente do que a média de longo prazo — antes de os seres humanos começarem a queimar grandes quantidades de combustíveis fósseis, afirma o serviço de clima da União Europeia.

     Desde julho, quase todos os dias registraram um novo aumento na temperatura global do ar para esta época do ano, segundo análise da BBC. As temperaturas da superfície do mar também superaram as máximas anteriores. O Met Office, serviço climático do Reino Unido, informou na semana passada que o país teve em 2023 seu segundo ano mais quente já registrado na história. Estes registros globais mostram que o mundo está perto de descumprir os principais objetivos climáticos internacionais.

     "O que me impressionou não foi apenas o fato de [2023] ter sido de recordes quebrados, mas sim a grande margem para quebrá-los", observa Andrew Dessler, professor de Ciências Atmosféricas na Texas A&M University. A margem de alguns desses registros é "realmente surpreendente", diz o professor Dessler, considerando que são médias de todo o mundo.

     Já se sabe que o mundo está muito mais quente agora do que há 100 anos, à medida que os humanos continuam a emitir quantidades recordes de gases com efeito de estufa, como o dióxido de carbono, na atmosfera. Mas há 12 meses, nenhum grande órgão científico previu que 2023 seria o ano mais quente já registrado, devido à forma complicada como o clima da Terra se comporta.

     Durante os primeiros meses do ano, apenas um pequeno número de dias quebrou recordes de temperatura do ar. Mas o mundo registrou então uma sequência notável e quase ininterrupta de recordes diários no segundo semestre de 2023. Este recente aumento da temperatura está principalmente ligado à rápida mudança para as condições do El Niño, que ocorreu em conjunto com o aquecimento a longo prazo causado pelo homem.

     O El Niño é um fenômeno natural em que as águas superficiais mais quentes do Oceano Pacífico Oriental liberam calor adicional na atmosfera. Mas as temperaturas do ar aumentaram mais do que o normal no início desta fase do El Niño. Os efeitos totais devem ser sentidos apenas no início de 2024, depois de o El Niño ter atingido a força máxima.

     Isto deixou muitos cientistas inseguros sobre o que exatamente está acontecendo com o clima. Este calor global recorde ajudou a agravar muitos fenômenos meteorológicos extremos em grandes partes do mundo em 2023 – desde ondas de calor intensas e incêndios florestais no Canadá e nos EUA, até secas prolongadas e inundações em partes da África Oriental.

     Muitos eventos ocorreram em escalas muito além daquelas observadas em tempos recentes, ou em épocas incomuns do ano.

     "São mais do que apenas estatísticas", afirma Petteri Taalas, secretário-geral da Organização Meteorológica Mundial entre 2016 e 2023. "As condições climáticas extremas estão destruindo vidas e meios de subsistência diariamente." A temperatura do ar é apenas uma medida das rápidas mudanças climáticas da Terra. Também em 2023:

     • O gelo da Antártica atingiu um nível "assustador", com o gelo do Ártico também abaixo da média.

     • Os glaciares no oeste da América do Norte e nos Alpes Europeus sofreram uma estação de derretimento extremo, contribuindo para a subida do nível do mar.

      A superfície do mar mundial atingiu a temperatura mais alta registada no meio de múltiplas ondas de calor marinhas, incluindo o Atlântico Norte.

     O ano de 2024 poderá ser mais quente do que 2023 – já que parte do calor recorde da superfície do oceano escapa para a atmosfera – embora o comportamento imprevisível do atual El Niño signifique que é difícil saber ao certo, diz Hausfather. Isto levanta a possibilidade de que 2024 possa até registrar pela primeira vez uma temperatura acima do aquecimento de 1,5ºC, de acordo com o Met Office.

     As atividades humanas estão por trás desta tendência de aquecimento global a longo prazo, embora fatores naturais como o El Niño possam aumentar ou reduzir as temperaturas durante anos individuais. As temperaturas registadas em 2023 vão muito além de causas simplesmente naturais. Este último aviso surge pouco depois da cúpula climática COP28, onde os países concordaram pela primeira vez sobre a necessidade de combater a principal causa do aumento das temperaturas – os combustíveis fósseis.

     Embora a linguagem do acordo tenha sido mais fraca do que muitos desejavam — sem qualquer obrigação para os países cumprirem as metas — espera-se que ele ajude a aproveitar alguns recentes progressos encorajadores em áreas como as energias renováveis e veículos elétricos.

     "Mesmo que acabemos em 1,6°C, será muito melhor do que desistir e terminar perto de 3°C, que é onde as políticas atuais nos levariam", diz Friederike Otto, professor de Ciências Climáticas na Imperial College London.

     "Cada décimo de grau é importante."


 (Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/articles/ced7pl4l74vo. Acesso em 10/01/2024, adaptado)
Marque a alternativa cujo elemento destacado seja diferente dos demais enquanto elemento coesivo.
Alternativas
Q2394030 Português
Leia o texto I abaixo que serve de referência para análise da questão.


Texto I

      2023 É CONFIRMADO COMO ANO MAIS QUENTE JÁ REGISTRADO: 2024 PODE BATER ESSE RECORDE?


     O ano de 2023 foi confirmado como o mais quente já registado, impulsionado pelas mudanças climáticas causadas pelo homem e pelo fenômeno natural El Niño. O ano passado foi cerca de 1,48ºC mais quente do que a média de longo prazo — antes de os seres humanos começarem a queimar grandes quantidades de combustíveis fósseis, afirma o serviço de clima da União Europeia.

     Desde julho, quase todos os dias registraram um novo aumento na temperatura global do ar para esta época do ano, segundo análise da BBC. As temperaturas da superfície do mar também superaram as máximas anteriores. O Met Office, serviço climático do Reino Unido, informou na semana passada que o país teve em 2023 seu segundo ano mais quente já registrado na história. Estes registros globais mostram que o mundo está perto de descumprir os principais objetivos climáticos internacionais.

     "O que me impressionou não foi apenas o fato de [2023] ter sido de recordes quebrados, mas sim a grande margem para quebrá-los", observa Andrew Dessler, professor de Ciências Atmosféricas na Texas A&M University. A margem de alguns desses registros é "realmente surpreendente", diz o professor Dessler, considerando que são médias de todo o mundo.

     Já se sabe que o mundo está muito mais quente agora do que há 100 anos, à medida que os humanos continuam a emitir quantidades recordes de gases com efeito de estufa, como o dióxido de carbono, na atmosfera. Mas há 12 meses, nenhum grande órgão científico previu que 2023 seria o ano mais quente já registrado, devido à forma complicada como o clima da Terra se comporta.

     Durante os primeiros meses do ano, apenas um pequeno número de dias quebrou recordes de temperatura do ar. Mas o mundo registrou então uma sequência notável e quase ininterrupta de recordes diários no segundo semestre de 2023. Este recente aumento da temperatura está principalmente ligado à rápida mudança para as condições do El Niño, que ocorreu em conjunto com o aquecimento a longo prazo causado pelo homem.

     O El Niño é um fenômeno natural em que as águas superficiais mais quentes do Oceano Pacífico Oriental liberam calor adicional na atmosfera. Mas as temperaturas do ar aumentaram mais do que o normal no início desta fase do El Niño. Os efeitos totais devem ser sentidos apenas no início de 2024, depois de o El Niño ter atingido a força máxima.

     Isto deixou muitos cientistas inseguros sobre o que exatamente está acontecendo com o clima. Este calor global recorde ajudou a agravar muitos fenômenos meteorológicos extremos em grandes partes do mundo em 2023 – desde ondas de calor intensas e incêndios florestais no Canadá e nos EUA, até secas prolongadas e inundações em partes da África Oriental.

     Muitos eventos ocorreram em escalas muito além daquelas observadas em tempos recentes, ou em épocas incomuns do ano.

     "São mais do que apenas estatísticas", afirma Petteri Taalas, secretário-geral da Organização Meteorológica Mundial entre 2016 e 2023. "As condições climáticas extremas estão destruindo vidas e meios de subsistência diariamente." A temperatura do ar é apenas uma medida das rápidas mudanças climáticas da Terra. Também em 2023:

     • O gelo da Antártica atingiu um nível "assustador", com o gelo do Ártico também abaixo da média.

     • Os glaciares no oeste da América do Norte e nos Alpes Europeus sofreram uma estação de derretimento extremo, contribuindo para a subida do nível do mar.

      A superfície do mar mundial atingiu a temperatura mais alta registada no meio de múltiplas ondas de calor marinhas, incluindo o Atlântico Norte.

     O ano de 2024 poderá ser mais quente do que 2023 – já que parte do calor recorde da superfície do oceano escapa para a atmosfera – embora o comportamento imprevisível do atual El Niño signifique que é difícil saber ao certo, diz Hausfather. Isto levanta a possibilidade de que 2024 possa até registrar pela primeira vez uma temperatura acima do aquecimento de 1,5ºC, de acordo com o Met Office.

     As atividades humanas estão por trás desta tendência de aquecimento global a longo prazo, embora fatores naturais como o El Niño possam aumentar ou reduzir as temperaturas durante anos individuais. As temperaturas registadas em 2023 vão muito além de causas simplesmente naturais. Este último aviso surge pouco depois da cúpula climática COP28, onde os países concordaram pela primeira vez sobre a necessidade de combater a principal causa do aumento das temperaturas – os combustíveis fósseis.

     Embora a linguagem do acordo tenha sido mais fraca do que muitos desejavam — sem qualquer obrigação para os países cumprirem as metas — espera-se que ele ajude a aproveitar alguns recentes progressos encorajadores em áreas como as energias renováveis e veículos elétricos.

     "Mesmo que acabemos em 1,6°C, será muito melhor do que desistir e terminar perto de 3°C, que é onde as políticas atuais nos levariam", diz Friederike Otto, professor de Ciências Climáticas na Imperial College London.

     "Cada décimo de grau é importante."


 (Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/articles/ced7pl4l74vo. Acesso em 10/01/2024, adaptado)
Marque a alternativa cujas palavras sejam acentuadas conforme a mesma regra da gramática normativa da Língua Portuguesa.
Alternativas
Q2394029 Português
Leia o texto I abaixo que serve de referência para análise da questão.


Texto I

      2023 É CONFIRMADO COMO ANO MAIS QUENTE JÁ REGISTRADO: 2024 PODE BATER ESSE RECORDE?


     O ano de 2023 foi confirmado como o mais quente já registado, impulsionado pelas mudanças climáticas causadas pelo homem e pelo fenômeno natural El Niño. O ano passado foi cerca de 1,48ºC mais quente do que a média de longo prazo — antes de os seres humanos começarem a queimar grandes quantidades de combustíveis fósseis, afirma o serviço de clima da União Europeia.

     Desde julho, quase todos os dias registraram um novo aumento na temperatura global do ar para esta época do ano, segundo análise da BBC. As temperaturas da superfície do mar também superaram as máximas anteriores. O Met Office, serviço climático do Reino Unido, informou na semana passada que o país teve em 2023 seu segundo ano mais quente já registrado na história. Estes registros globais mostram que o mundo está perto de descumprir os principais objetivos climáticos internacionais.

     "O que me impressionou não foi apenas o fato de [2023] ter sido de recordes quebrados, mas sim a grande margem para quebrá-los", observa Andrew Dessler, professor de Ciências Atmosféricas na Texas A&M University. A margem de alguns desses registros é "realmente surpreendente", diz o professor Dessler, considerando que são médias de todo o mundo.

     Já se sabe que o mundo está muito mais quente agora do que há 100 anos, à medida que os humanos continuam a emitir quantidades recordes de gases com efeito de estufa, como o dióxido de carbono, na atmosfera. Mas há 12 meses, nenhum grande órgão científico previu que 2023 seria o ano mais quente já registrado, devido à forma complicada como o clima da Terra se comporta.

     Durante os primeiros meses do ano, apenas um pequeno número de dias quebrou recordes de temperatura do ar. Mas o mundo registrou então uma sequência notável e quase ininterrupta de recordes diários no segundo semestre de 2023. Este recente aumento da temperatura está principalmente ligado à rápida mudança para as condições do El Niño, que ocorreu em conjunto com o aquecimento a longo prazo causado pelo homem.

     O El Niño é um fenômeno natural em que as águas superficiais mais quentes do Oceano Pacífico Oriental liberam calor adicional na atmosfera. Mas as temperaturas do ar aumentaram mais do que o normal no início desta fase do El Niño. Os efeitos totais devem ser sentidos apenas no início de 2024, depois de o El Niño ter atingido a força máxima.

     Isto deixou muitos cientistas inseguros sobre o que exatamente está acontecendo com o clima. Este calor global recorde ajudou a agravar muitos fenômenos meteorológicos extremos em grandes partes do mundo em 2023 – desde ondas de calor intensas e incêndios florestais no Canadá e nos EUA, até secas prolongadas e inundações em partes da África Oriental.

     Muitos eventos ocorreram em escalas muito além daquelas observadas em tempos recentes, ou em épocas incomuns do ano.

     "São mais do que apenas estatísticas", afirma Petteri Taalas, secretário-geral da Organização Meteorológica Mundial entre 2016 e 2023. "As condições climáticas extremas estão destruindo vidas e meios de subsistência diariamente." A temperatura do ar é apenas uma medida das rápidas mudanças climáticas da Terra. Também em 2023:

     • O gelo da Antártica atingiu um nível "assustador", com o gelo do Ártico também abaixo da média.

     • Os glaciares no oeste da América do Norte e nos Alpes Europeus sofreram uma estação de derretimento extremo, contribuindo para a subida do nível do mar.

      A superfície do mar mundial atingiu a temperatura mais alta registada no meio de múltiplas ondas de calor marinhas, incluindo o Atlântico Norte.

     O ano de 2024 poderá ser mais quente do que 2023 – já que parte do calor recorde da superfície do oceano escapa para a atmosfera – embora o comportamento imprevisível do atual El Niño signifique que é difícil saber ao certo, diz Hausfather. Isto levanta a possibilidade de que 2024 possa até registrar pela primeira vez uma temperatura acima do aquecimento de 1,5ºC, de acordo com o Met Office.

     As atividades humanas estão por trás desta tendência de aquecimento global a longo prazo, embora fatores naturais como o El Niño possam aumentar ou reduzir as temperaturas durante anos individuais. As temperaturas registadas em 2023 vão muito além de causas simplesmente naturais. Este último aviso surge pouco depois da cúpula climática COP28, onde os países concordaram pela primeira vez sobre a necessidade de combater a principal causa do aumento das temperaturas – os combustíveis fósseis.

     Embora a linguagem do acordo tenha sido mais fraca do que muitos desejavam — sem qualquer obrigação para os países cumprirem as metas — espera-se que ele ajude a aproveitar alguns recentes progressos encorajadores em áreas como as energias renováveis e veículos elétricos.

     "Mesmo que acabemos em 1,6°C, será muito melhor do que desistir e terminar perto de 3°C, que é onde as políticas atuais nos levariam", diz Friederike Otto, professor de Ciências Climáticas na Imperial College London.

     "Cada décimo de grau é importante."


 (Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/articles/ced7pl4l74vo. Acesso em 10/01/2024, adaptado)
Todas as palavras destacadas abaixo, cujos excertos foram retirados do texto I, possuem a mesma classificação morfológica, EXCETO: 
Alternativas
Q2394028 Português
Leia o texto I abaixo que serve de referência para análise da questão.


Texto I

      2023 É CONFIRMADO COMO ANO MAIS QUENTE JÁ REGISTRADO: 2024 PODE BATER ESSE RECORDE?


     O ano de 2023 foi confirmado como o mais quente já registado, impulsionado pelas mudanças climáticas causadas pelo homem e pelo fenômeno natural El Niño. O ano passado foi cerca de 1,48ºC mais quente do que a média de longo prazo — antes de os seres humanos começarem a queimar grandes quantidades de combustíveis fósseis, afirma o serviço de clima da União Europeia.

     Desde julho, quase todos os dias registraram um novo aumento na temperatura global do ar para esta época do ano, segundo análise da BBC. As temperaturas da superfície do mar também superaram as máximas anteriores. O Met Office, serviço climático do Reino Unido, informou na semana passada que o país teve em 2023 seu segundo ano mais quente já registrado na história. Estes registros globais mostram que o mundo está perto de descumprir os principais objetivos climáticos internacionais.

     "O que me impressionou não foi apenas o fato de [2023] ter sido de recordes quebrados, mas sim a grande margem para quebrá-los", observa Andrew Dessler, professor de Ciências Atmosféricas na Texas A&M University. A margem de alguns desses registros é "realmente surpreendente", diz o professor Dessler, considerando que são médias de todo o mundo.

     Já se sabe que o mundo está muito mais quente agora do que há 100 anos, à medida que os humanos continuam a emitir quantidades recordes de gases com efeito de estufa, como o dióxido de carbono, na atmosfera. Mas há 12 meses, nenhum grande órgão científico previu que 2023 seria o ano mais quente já registrado, devido à forma complicada como o clima da Terra se comporta.

     Durante os primeiros meses do ano, apenas um pequeno número de dias quebrou recordes de temperatura do ar. Mas o mundo registrou então uma sequência notável e quase ininterrupta de recordes diários no segundo semestre de 2023. Este recente aumento da temperatura está principalmente ligado à rápida mudança para as condições do El Niño, que ocorreu em conjunto com o aquecimento a longo prazo causado pelo homem.

     O El Niño é um fenômeno natural em que as águas superficiais mais quentes do Oceano Pacífico Oriental liberam calor adicional na atmosfera. Mas as temperaturas do ar aumentaram mais do que o normal no início desta fase do El Niño. Os efeitos totais devem ser sentidos apenas no início de 2024, depois de o El Niño ter atingido a força máxima.

     Isto deixou muitos cientistas inseguros sobre o que exatamente está acontecendo com o clima. Este calor global recorde ajudou a agravar muitos fenômenos meteorológicos extremos em grandes partes do mundo em 2023 – desde ondas de calor intensas e incêndios florestais no Canadá e nos EUA, até secas prolongadas e inundações em partes da África Oriental.

     Muitos eventos ocorreram em escalas muito além daquelas observadas em tempos recentes, ou em épocas incomuns do ano.

     "São mais do que apenas estatísticas", afirma Petteri Taalas, secretário-geral da Organização Meteorológica Mundial entre 2016 e 2023. "As condições climáticas extremas estão destruindo vidas e meios de subsistência diariamente." A temperatura do ar é apenas uma medida das rápidas mudanças climáticas da Terra. Também em 2023:

     • O gelo da Antártica atingiu um nível "assustador", com o gelo do Ártico também abaixo da média.

     • Os glaciares no oeste da América do Norte e nos Alpes Europeus sofreram uma estação de derretimento extremo, contribuindo para a subida do nível do mar.

      A superfície do mar mundial atingiu a temperatura mais alta registada no meio de múltiplas ondas de calor marinhas, incluindo o Atlântico Norte.

     O ano de 2024 poderá ser mais quente do que 2023 – já que parte do calor recorde da superfície do oceano escapa para a atmosfera – embora o comportamento imprevisível do atual El Niño signifique que é difícil saber ao certo, diz Hausfather. Isto levanta a possibilidade de que 2024 possa até registrar pela primeira vez uma temperatura acima do aquecimento de 1,5ºC, de acordo com o Met Office.

     As atividades humanas estão por trás desta tendência de aquecimento global a longo prazo, embora fatores naturais como o El Niño possam aumentar ou reduzir as temperaturas durante anos individuais. As temperaturas registadas em 2023 vão muito além de causas simplesmente naturais. Este último aviso surge pouco depois da cúpula climática COP28, onde os países concordaram pela primeira vez sobre a necessidade de combater a principal causa do aumento das temperaturas – os combustíveis fósseis.

     Embora a linguagem do acordo tenha sido mais fraca do que muitos desejavam — sem qualquer obrigação para os países cumprirem as metas — espera-se que ele ajude a aproveitar alguns recentes progressos encorajadores em áreas como as energias renováveis e veículos elétricos.

     "Mesmo que acabemos em 1,6°C, será muito melhor do que desistir e terminar perto de 3°C, que é onde as políticas atuais nos levariam", diz Friederike Otto, professor de Ciências Climáticas na Imperial College London.

     "Cada décimo de grau é importante."


 (Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/articles/ced7pl4l74vo. Acesso em 10/01/2024, adaptado)
Percebe-se que o Texto I, quanto a seu aspecto tipológico e de gênero, trata-se de:
Alternativas
Q2394027 Português
Leia o texto I abaixo que serve de referência para análise da questão.


Texto I

      2023 É CONFIRMADO COMO ANO MAIS QUENTE JÁ REGISTRADO: 2024 PODE BATER ESSE RECORDE?


     O ano de 2023 foi confirmado como o mais quente já registado, impulsionado pelas mudanças climáticas causadas pelo homem e pelo fenômeno natural El Niño. O ano passado foi cerca de 1,48ºC mais quente do que a média de longo prazo — antes de os seres humanos começarem a queimar grandes quantidades de combustíveis fósseis, afirma o serviço de clima da União Europeia.

     Desde julho, quase todos os dias registraram um novo aumento na temperatura global do ar para esta época do ano, segundo análise da BBC. As temperaturas da superfície do mar também superaram as máximas anteriores. O Met Office, serviço climático do Reino Unido, informou na semana passada que o país teve em 2023 seu segundo ano mais quente já registrado na história. Estes registros globais mostram que o mundo está perto de descumprir os principais objetivos climáticos internacionais.

     "O que me impressionou não foi apenas o fato de [2023] ter sido de recordes quebrados, mas sim a grande margem para quebrá-los", observa Andrew Dessler, professor de Ciências Atmosféricas na Texas A&M University. A margem de alguns desses registros é "realmente surpreendente", diz o professor Dessler, considerando que são médias de todo o mundo.

     Já se sabe que o mundo está muito mais quente agora do que há 100 anos, à medida que os humanos continuam a emitir quantidades recordes de gases com efeito de estufa, como o dióxido de carbono, na atmosfera. Mas há 12 meses, nenhum grande órgão científico previu que 2023 seria o ano mais quente já registrado, devido à forma complicada como o clima da Terra se comporta.

     Durante os primeiros meses do ano, apenas um pequeno número de dias quebrou recordes de temperatura do ar. Mas o mundo registrou então uma sequência notável e quase ininterrupta de recordes diários no segundo semestre de 2023. Este recente aumento da temperatura está principalmente ligado à rápida mudança para as condições do El Niño, que ocorreu em conjunto com o aquecimento a longo prazo causado pelo homem.

     O El Niño é um fenômeno natural em que as águas superficiais mais quentes do Oceano Pacífico Oriental liberam calor adicional na atmosfera. Mas as temperaturas do ar aumentaram mais do que o normal no início desta fase do El Niño. Os efeitos totais devem ser sentidos apenas no início de 2024, depois de o El Niño ter atingido a força máxima.

     Isto deixou muitos cientistas inseguros sobre o que exatamente está acontecendo com o clima. Este calor global recorde ajudou a agravar muitos fenômenos meteorológicos extremos em grandes partes do mundo em 2023 – desde ondas de calor intensas e incêndios florestais no Canadá e nos EUA, até secas prolongadas e inundações em partes da África Oriental.

     Muitos eventos ocorreram em escalas muito além daquelas observadas em tempos recentes, ou em épocas incomuns do ano.

     "São mais do que apenas estatísticas", afirma Petteri Taalas, secretário-geral da Organização Meteorológica Mundial entre 2016 e 2023. "As condições climáticas extremas estão destruindo vidas e meios de subsistência diariamente." A temperatura do ar é apenas uma medida das rápidas mudanças climáticas da Terra. Também em 2023:

     • O gelo da Antártica atingiu um nível "assustador", com o gelo do Ártico também abaixo da média.

     • Os glaciares no oeste da América do Norte e nos Alpes Europeus sofreram uma estação de derretimento extremo, contribuindo para a subida do nível do mar.

      A superfície do mar mundial atingiu a temperatura mais alta registada no meio de múltiplas ondas de calor marinhas, incluindo o Atlântico Norte.

     O ano de 2024 poderá ser mais quente do que 2023 – já que parte do calor recorde da superfície do oceano escapa para a atmosfera – embora o comportamento imprevisível do atual El Niño signifique que é difícil saber ao certo, diz Hausfather. Isto levanta a possibilidade de que 2024 possa até registrar pela primeira vez uma temperatura acima do aquecimento de 1,5ºC, de acordo com o Met Office.

     As atividades humanas estão por trás desta tendência de aquecimento global a longo prazo, embora fatores naturais como o El Niño possam aumentar ou reduzir as temperaturas durante anos individuais. As temperaturas registadas em 2023 vão muito além de causas simplesmente naturais. Este último aviso surge pouco depois da cúpula climática COP28, onde os países concordaram pela primeira vez sobre a necessidade de combater a principal causa do aumento das temperaturas – os combustíveis fósseis.

     Embora a linguagem do acordo tenha sido mais fraca do que muitos desejavam — sem qualquer obrigação para os países cumprirem as metas — espera-se que ele ajude a aproveitar alguns recentes progressos encorajadores em áreas como as energias renováveis e veículos elétricos.

     "Mesmo que acabemos em 1,6°C, será muito melhor do que desistir e terminar perto de 3°C, que é onde as políticas atuais nos levariam", diz Friederike Otto, professor de Ciências Climáticas na Imperial College London.

     "Cada décimo de grau é importante."


 (Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/articles/ced7pl4l74vo. Acesso em 10/01/2024, adaptado)
É correto dizer sobre o Texto I que:
Alternativas
Q3676815 Pedagogia
A expansão do enfoque das necessidades educacionais para além das dificuldades de aprendizagem de determinados alunos leva à identificação das necessidades dos sistemas educativos, das escolas e das salas de aula para promoverem a aprendizagem e a participação de todos e com todos. Sobre isso, assinalar a alternativa CORRETA: 
Alternativas
Q3676814 Pedagogia
No trabalho de autonomia e identidade das crianças está presente o cuidado. Sobre o cuidado, assinalar a alternativa INCORRETA:
Alternativas
Q3676813 Pedagogia
Sobre os transtornos da aprendizagem, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3676812 Pedagogia
A professora deu um montinho de 6 fichas para Alice e um de 7 fichas para Daniel. A professora pergunta quem ganhou mais fichas. Alice e Daniel organizam suas fichas lado a lado, como você pode ver na ilustração, e respondem:

Imagem associada para resolução da questão

− Alice: O Dani. − Daniel: Eu! ... Tenho 7 e Alice só tem 6.
Quando questionados sobre quantas fichas Daniel tem a mais do que Alice, eles respondem:
− Alice: Sete (apontando para a ficha não emparelhada). − Daniel: Uma (apontando para a mesma ficha).
Pelas respostas apresentadas, é aceitável presumir que:
Alternativas
Q3676811 Pedagogia
Em relação ao ensino segundo as características tipológicas dos conteúdos, numerar a 2ª coluna de acordo com a 1ª e, depois, assinalar a alternativa CORRETA:
(1) Ensino de conteúdos factuais.
(2) Ensino de conceitos e princípios.
(_) Diz respeito a temas abstratos, requerem uma compreensão do significado e, portanto, um processo de elaboração pessoal.
(_) Envolve atividades que possibilitem o reconhecimento dos conhecimentos prévios, que assegurem a significância e a funcionalidade, que sejam adequadas ao nível de desenvolvimento, que provoquem uma atividade mental.
(_) As atividades básicas devem ser aquelas que têm exercícios de repetição e, conforme a quantidade e a complexidade da informação, utilizem estratégias que reforcem as repetições mediante organizações significativas ou associações.
Alternativas
Q3676810 Pedagogia
Considerando-se o brincar infantil, assinalar a alternativa que preenche ambas as lacunas abaixo CORRETAMENTE:
Segundo diversos estudos, uma das unidades fundamentais da brincadeira infantil é a ____________ de papéis sociais. Também existem diferentes características para o brincar infantil, mas nenhuma outra, com tamanha significação para todo o processo subsequente de desenvolvimento humano como ______________ de papéis sociais.
Alternativas
Q3676809 Pedagogia
Na Base Nacional Comum Curricular (BNCC), o Ensino Fundamental está organizado em cinco áreas do conhecimento. Essas áreas do conhecimento favorecem a comunicação entre os conhecimentos e os saberes dos diferentes componentes curriculares. Sobre os componentes Geografia e História, assinalar a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3676808 Pedagogia
Considerando-se os sete processos básicos para a aprendizagem matemática, assinalar a alternativa que preenche as lacunas abaixo CORRETAMENTE:
Para que as crianças possam compreender o __________, elas precisam desenvolver certas habilidades intelectuais básicas, o que Piaget chamou de__________. Essas formas de pensar e agir que permitem às crianças organizar e compreender o mundo ao seu redor.
Alternativas
Q3676807 Pedagogia
A Base Nacional Comum Curricular menciona a importância da unidade temática Álgebra no ensino da Matemática. Sobre essa unidade temática, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
( ) Tem como finalidade o desenvolvimento de um tipo especial de pensamento, o pensamento algébrico, que é essencial para utilizar modelos matemáticos na compreensão, na representação e na análise de relações quantitativas de grandezas e, também, de situações e estruturas matemáticas, fazendo uso de letras e outros símbolos.
( ) Para desenvolver o pensamento algébrico, é necessário que os alunos identifiquem regularidades e padrões de sequências exclusivamente numéricas, estabeleçam leis matemáticas que expressem a relação de interdependência entre grandezas em diferentes contextos, bem como criar, interpretar e transitar entre as diversas representações gráficas e simbólicas, para resolver problemas por meio de equações e inequações, com ou sem compreensão dos procedimentos utilizados.
( ) Pode-se dizer que essa unidade temática precisa enfatizar o desenvolvimento de uma linguagem, o estabelecimento de generalizações, a análise da interdependência de grandezas e a resolução de problemas por meio de equações ou inequações.
Alternativas
Respostas
201: B
202: B
203: A
204: D
205: D
206: A
207: C
208: B
209: C
210: E
211: E
212: C
213: B
214: A
215: D
216: B
217: B
218: D
219: C
220: B