Questões de Concurso
Para professor - língua espanhola
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CARRANZA, M.; ESCUDERO, D. Nuevas propuestas tecnológicas para la práctica y evaluación de la pronunciación del español como lengua extranjera, in L Congreso La cultura hispánica: de sus orígenes al siglo XXI. María del Pilar C. Valero, María Jesús G. del Castillo y Carmen M. Rodríguez (ed.). Burgos, 2015. https://cvc.cervantes.es/ ensenanza/biblioteca_ele/aepe/congreso_50.htm
Con base en el texto, señale la alternativa correcta:
Proposta Curricular da Rede Municipal de Ensino de Florianópolis – 2016. Organizado por Claudia Cristina Zanela e Ana Regina Ferreira de Barcelos e Rosângela Machado – Florianópolis: Prefeitura de Florianópolis. Secretaria de Educação, 2016. p. 47. http://www.pmf.sc.gov.br/arquivos/arquivos/pdf/23_06_2017_11.13.21.b097b0d2d26af5819c89e809f8f527a2.pdf
De acuerdo con el texto, señale la alternativa correcta:
ORTUÑO, Inmaculada B. El error y su consideración en el marco de la enseñanza de lenguas extranjeras, in LI Congreso Cervantes y la universalización de la lengua y la cultura españolas (Palencia, 2016). María Pilar Celma Valero, Susana Heikel y Carmen Morán Rodríguez (ed.). Palencia, 2016. p. 117. https://cvc.cervantes.es/ensenanza/ biblioteca_ele/aepe/congreso_51.htm
Con relación a los errores, señale la alternativa correcta:
RAMOS, Eva Álvarez. Didáctica de la comprensión auditiva: recursos y estrategias, in LI Congreso Cervantes y la universalización de la lengua y la cultura españolas (Palencia, 2016). María Pilar Celma Valero, Susana Heikel y Carmen Morán Rodríguez (ed.). Palencia, 2016. p. 89. https://cvc.cervantes.es/ensenanza/biblioteca_ele/ aepe/congreso_51.htm
Con relación a la comprensión auditiva, señale la alternativa correcta:
VEGA, Sara O.; RODRÍGUEZ, María N. Videojuegos en el aula: rol en línea en el aprendizaje de la destreza escrita de español como lengua extranjera, in Revista de la Asociación Europea de Profesores de Español. El Español por el mundo. Núm. 1. 2018. p. 216. https://cvc.cervantes.es/ensenanza/biblioteca_ele/aepe/ revista_01_01_2018.htm
Con relación a las tareas, proyectos y simulación global, relacione las columnas 1 y 2:
Columna 1
1. Tareas 2. Proyectos 3. Simulación global
Columna 2
( ) Requieren más sesiones y más participación por parte del alumnado, quien decide junto con el profesor el tema, la planificación, el calendario y el producto final. En todas las fases, el alumno adquiere una gran implicación gracias a esa toma de decisiones.
( ) Supone la recreación dentro del aula de un contexto simulado, que equivalga a un marco de realidad o de ficción, en el que los alumnos asimilan el papel de un personaje. Para esta variante el papel del profesor será mucho mayor.
( ) Consiste en la planificación de una unidad didáctica completa en torno a una tarea final. La secuencia de trabajo suele ser dictada por los materiales, pero puede variar dependiendo de la negociación y de la participación en el aula.
Señale la alternativa correcta, que presenta la respuesta apropiada en la relación de las columnas 1 y 2:
BERBER, D.; MACÍAS, A.M. Percepción de fluidez en producciones orales de estudiantes daneses de ELE. Actas del XXVI Congreso Internacional de la ASELE. La formación y competencias del profesorado de ELE. Granada, 2015. p. 141. https://cvc.cervantes.es/ensenanza/biblioteca_ele/asele/asele_xxvi.htm
Según el autor, con relación a la fluidez en las producciones orales, señale la alternativa correcta:
Matriz Curricular para Educação das Relações Étnico-Raciais na Educação Básica – Prefeitura Municipal de Florianópolis Secretaria Municipal de Educação. Florianópolis, SC. 2016. p. 17. http://www.pmf.sc.gov.br/arquivos/arquivos/pdf/30_11_2016_16.54.20.0658b2ad6df77747ce93a98c47a0b345.pdf
De acuerdo con el documento, señale la alternativa correcta:
Bensaada Guenaoui, Amaría (2017): «La corrección de la expresión escrita: aspectos cognitivos y afectivos». En Actas del 3 Congreso Internacional SICELE. Investigación e innovación en ELE. Evaluación y variedad lingüística del español. <http://cvc.cervantes.es/ensenanza/ biblioteca_ele/sicele/018_bensaada.htm>
En lo que se refiere a la corrección de errores, señale la alternativa correcta:
Odetti, V.; Casablancas, S.; Berlin, B. Nuevas tendencias de participación y comunicación en las Escuelas 2.0. Apuntes teóricos y metodológicos del inicio de la investigación. Cuadernos de Educación.Año XV – Nº 15 – diciembre 2017. p. 236. https://revistas.unc.edu.ar/index.php/Cuadernos/article/view/19077/18988
De acuerdo con el texto, señale la alternativa correcta:
Leia a tirinha.

Avalie as afirmativas abaixo em relação a tirinha.
1. A denotação e a conotação foram responsáveis pelo humor produzido na tirinha.
2. Temos denotação no segundo quadrinho e conotação no primeiro.
3. O primeiro verbo dito pelo personagem masculino carrega a autoridade de quem o profere, por isso está no imperativo afirmativo.
4. Em “Siga essa receita que eu lhe garanto”, a palavra sublinhada é um pronome oblíquo e está sendo empregado como objeto direto, já que completa o sentido do verbo “garantir”.
5. Olhado sobre o ponto de vista referencial, o pronome “essa” usado pelo personagem masculino desobedece à linguagem formal.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas
corretas.
Leia a anedota.
O menino abriu o armário, viu uma caixa de bombons e devorou todos eles em um minuto. A irmã dele chegou quando ele colocava o último na boca:
— Você comeu todos os bombons e nem se lembrou de mim?
— Claro que lembrei. Por que você acha que eu comi tudo depressa?
Paulo Tadeu
Assinale a alternativa correta.
Leia o poema.
Madrigal
Meu amor é simples, Dora.
Como a água e o pão.
Como o céu refletido
Nas pupilas de um cão.
José Paulo Paes
Considere as afirmativas abaixo em relação ao poema.
1. Se no poema, o autor dissesse: “meu amor é água e pão”, usaria uma metáfora e o sentido permaneceria o mesmo.
2. Em ”meu amor é simples como a água e o pão são simples”, a expressão sublinhada é o termo omitido na comparação feita por conectivo entre o amor, a água e o pão.
3. Na segunda estrofe já não acontece omissão de termos, então a comparação passa a ser implícita.
4. No provérbio “Depois da tempestade, a bonança”, ocorre a figura de linguagem chamada elipse.
5. Em “Bebi um litro de leite” há um recurso estilístico que troca o continente (litro) pelo conteúdo (leite). Um recurso muito comum na linguagem coloquial, chamado catacrese. Usa-se o recurso, independente de seu nome!
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e as falsas ( F ) sobre pronomes e seu emprego.
( ) Na linguagem formal, o interlocutor pode se valer de certos pronomes retos com o “plural de modéstia”, para evitar o tom impositivo ou muito pessoal em sua opinião. Um exemplo dessa linguagem tem-se em: “O cargo em que nos achamos desde o ano passado, ofereceu- -nos oportunidade para pensar soluções adequadas ao problema para a desnutrição”.
( ) Na frase: “Ana disse a Vera que ela chegaria primeiro” o emprego inadequado do pronome pessoal compromete a clareza do texto.
( ) Na frase: “Maria gosta de falar consigo”, o pronome sublinhado indica que Maria possui um interlocutor e quer com ele falar.
( ) Em: “Ele contava com nós três” o emprego do pronome sublinhado obedece à linguagem formal.
( ) Um emprego coloquial de pronome pessoal, vê-se na frase “Entre eu e minha mãe existe o mar”. Considerando o contexto de fala, a expressão pode estar certa de acordo com a linguagem informal.
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
Dieta do homem
Nas carteiras da escola me ensinaram, segundo o sábio Claude Bernard, que o caráter absoluto da vitalidade é a nutrição: pois, onde ela existe, há vida; onde se interrompe, há morte.
Mas não me disseram que, entre os animais humanos, o lado que pende para a morte, por falta de nutrição, é mais numeroso que o lado erguido para a vida.
Me ensinaram que os alimentos fornecem ao homem os elementos constituintes da própria substância humana; o homem é o alimento que ele come.
Mas não me disseram que existem homens aos quais faltam os elementos que constituem o homem. Homens incompletos, homens mutilados em sua substância, homens deduzidos de certas propriedades humanas fundamentais; homens vivendo o processo de morte.
Me ensinaram, no delicado modo condicional, que, sem o concurso de certos alimentos minerais e orgânicos, depressa a vida sobre a terra se extinguiria.
Mas não me disseram que, depressa, por toda a parte, a vida se extingue, no duro modo indicativo.
Me ensinaram que o oxigênio é o primeiro elemento indispensável.
Mas não me disseram que só o oxigênio é um bem comum de toda a humanidade, salvo em minas e galerias, onde é escasso.
Me ensinaram que o carbono, o hidrogênio, o azoto, o fósforo e outros minerais são decisivos à vitalidade da célula.
Mas não me disseram (por óbvio, mas eu era um estudante tão distraído) que aqueles elementos não se encontram no ar que respiramos. E ainda que se encontrem na terra, acaso digerida por uma criança, seu poder de assimilação é nenhum.
Me ensinaram que há alimentos orgânicos ternários e quaternários.
Mas não me disseram que dois terços de nossos irmãos no mundo sofrem de fome.
Me ensinaram que os alimentos ternários, constituídos pelas gorduras e pelos hidratos de carbono, são, superlativamente, importantíssimos.
Mas não me disseram que, em cem, dez homens estão, a qualquer hora, às portas da inanição.
Me ensinaram que o ovo, o leite e a carne são alimentos extraordinários.
Mas não me disseram que, em certas regiões do mundo, há homens que consomem ovos, leite e carne acima das exigências da máquina humana.
Me ensinaram que a sensação de fome é acompanhada de contrações gástricas, uma espécie de cãibra no estômago; mas me disseram isso de maneira impessoal, como se fosse apenas a dedução teórica de um acidente possível.
Me ensinaram que as vitaminas são substâncias influentes no crescimento e na saúde; quando elas faltam, comparecem o escorbuto, o beribéri, a pelagra e outras doenças.
Mas não me disseram nem onde, nem quantos padecem de avitaminoses.
Nas carteiras da escola me ensinaram muitas coisas.
Mas não me disseram coisas essenciais à condição de homem.
O homem não fazia parte do programa.
Paulo Mendes Campos
Analise as afirmativas abaixo:
1. As palavras sublinhadas nos dois últimos períodos do texto denotam a ideia implícita no texto sobre a diferença entre “apenas ser um elemento da espécie humana” e “a situação de vida própria desse ser em termos de situação econômica e social”.
2. Embora o texto apresente paralelos em contraposição, autor e escola comungam da mesma ideia sobre o homem.
3. Segundo o autor, a escola tem capacidade de planejamento e inserção social ao afirmar, implicitamente, que ela tem “programa” a seguir.
4. Na frase: “Mas não me disseram que existem homens…”, se trocarmos o verbo sublinhado por “haver” no pretérito imperfeito, ele deverá ser usado no singular.
5. O homem, na sua condição de ser social e sua realidade nutricional, não fazia parte do programa da escola.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Dieta do homem
Nas carteiras da escola me ensinaram, segundo o sábio Claude Bernard, que o caráter absoluto da vitalidade é a nutrição: pois, onde ela existe, há vida; onde se interrompe, há morte.
Mas não me disseram que, entre os animais humanos, o lado que pende para a morte, por falta de nutrição, é mais numeroso que o lado erguido para a vida.
Me ensinaram que os alimentos fornecem ao homem os elementos constituintes da própria substância humana; o homem é o alimento que ele come.
Mas não me disseram que existem homens aos quais faltam os elementos que constituem o homem. Homens incompletos, homens mutilados em sua substância, homens deduzidos de certas propriedades humanas fundamentais; homens vivendo o processo de morte.
Me ensinaram, no delicado modo condicional, que, sem o concurso de certos alimentos minerais e orgânicos, depressa a vida sobre a terra se extinguiria.
Mas não me disseram que, depressa, por toda a parte, a vida se extingue, no duro modo indicativo.
Me ensinaram que o oxigênio é o primeiro elemento indispensável.
Mas não me disseram que só o oxigênio é um bem comum de toda a humanidade, salvo em minas e galerias, onde é escasso.
Me ensinaram que o carbono, o hidrogênio, o azoto, o fósforo e outros minerais são decisivos à vitalidade da célula.
Mas não me disseram (por óbvio, mas eu era um estudante tão distraído) que aqueles elementos não se encontram no ar que respiramos. E ainda que se encontrem na terra, acaso digerida por uma criança, seu poder de assimilação é nenhum.
Me ensinaram que há alimentos orgânicos ternários e quaternários.
Mas não me disseram que dois terços de nossos irmãos no mundo sofrem de fome.
Me ensinaram que os alimentos ternários, constituídos pelas gorduras e pelos hidratos de carbono, são, superlativamente, importantíssimos.
Mas não me disseram que, em cem, dez homens estão, a qualquer hora, às portas da inanição.
Me ensinaram que o ovo, o leite e a carne são alimentos extraordinários.
Mas não me disseram que, em certas regiões do mundo, há homens que consomem ovos, leite e carne acima das exigências da máquina humana.
Me ensinaram que a sensação de fome é acompanhada de contrações gástricas, uma espécie de cãibra no estômago; mas me disseram isso de maneira impessoal, como se fosse apenas a dedução teórica de um acidente possível.
Me ensinaram que as vitaminas são substâncias influentes no crescimento e na saúde; quando elas faltam, comparecem o escorbuto, o beribéri, a pelagra e outras doenças.
Mas não me disseram nem onde, nem quantos padecem de avitaminoses.
Nas carteiras da escola me ensinaram muitas coisas.
Mas não me disseram coisas essenciais à condição de homem.
O homem não fazia parte do programa.
Paulo Mendes Campos
Considere o trecho:
“… Me ensinaram, no delicado modo condicional, que, sem o concurso de certos alimentos minerais e orgânicos, depressa a vida sobre a terra se extinguiria.
Mas “não me disseram que, depressa, por toda a parte, a vida se extingue, no duro modo indicativo.”
Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e as falsas ( F ) em relação ao trecho.
( ) A frase: “A vida na terra se extinguirá com a ausência de certos alimentos orgânicos” contrapõe o “modo condicional” dito no texto.
( ) Modo condicional e modo indicativo, no contexto, apresentam ideias contrárias; este apresenta uma possibilidade e aquele, uma realidade.
( ) Passada a frase para o modo indicativo teríamos: “Se certos alimentos minerais e orgânicos deixarem de existir, depressa a vida na terra se extinguirá”.
( ) O modo imperativo é, essencialmente, usado em contextos de interlocução, o que justifica a não existência da primeira pessoa do singular.
( ) O pronome oblíquo “me” está sendo usado de maneira incorreta, nesse trecho e ao longo do texto, se considerada a linguagem formal.
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
Dieta do homem
Nas carteiras da escola me ensinaram, segundo o sábio Claude Bernard, que o caráter absoluto da vitalidade é a nutrição: pois, onde ela existe, há vida; onde se interrompe, há morte.
Mas não me disseram que, entre os animais humanos, o lado que pende para a morte, por falta de nutrição, é mais numeroso que o lado erguido para a vida.
Me ensinaram que os alimentos fornecem ao homem os elementos constituintes da própria substância humana; o homem é o alimento que ele come.
Mas não me disseram que existem homens aos quais faltam os elementos que constituem o homem. Homens incompletos, homens mutilados em sua substância, homens deduzidos de certas propriedades humanas fundamentais; homens vivendo o processo de morte.
Me ensinaram, no delicado modo condicional, que, sem o concurso de certos alimentos minerais e orgânicos, depressa a vida sobre a terra se extinguiria.
Mas não me disseram que, depressa, por toda a parte, a vida se extingue, no duro modo indicativo.
Me ensinaram que o oxigênio é o primeiro elemento indispensável.
Mas não me disseram que só o oxigênio é um bem comum de toda a humanidade, salvo em minas e galerias, onde é escasso.
Me ensinaram que o carbono, o hidrogênio, o azoto, o fósforo e outros minerais são decisivos à vitalidade da célula.
Mas não me disseram (por óbvio, mas eu era um estudante tão distraído) que aqueles elementos não se encontram no ar que respiramos. E ainda que se encontrem na terra, acaso digerida por uma criança, seu poder de assimilação é nenhum.
Me ensinaram que há alimentos orgânicos ternários e quaternários.
Mas não me disseram que dois terços de nossos irmãos no mundo sofrem de fome.
Me ensinaram que os alimentos ternários, constituídos pelas gorduras e pelos hidratos de carbono, são, superlativamente, importantíssimos.
Mas não me disseram que, em cem, dez homens estão, a qualquer hora, às portas da inanição.
Me ensinaram que o ovo, o leite e a carne são alimentos extraordinários.
Mas não me disseram que, em certas regiões do mundo, há homens que consomem ovos, leite e carne acima das exigências da máquina humana.
Me ensinaram que a sensação de fome é acompanhada de contrações gástricas, uma espécie de cãibra no estômago; mas me disseram isso de maneira impessoal, como se fosse apenas a dedução teórica de um acidente possível.
Me ensinaram que as vitaminas são substâncias influentes no crescimento e na saúde; quando elas faltam, comparecem o escorbuto, o beribéri, a pelagra e outras doenças.
Mas não me disseram nem onde, nem quantos padecem de avitaminoses.
Nas carteiras da escola me ensinaram muitas coisas.
Mas não me disseram coisas essenciais à condição de homem.
O homem não fazia parte do programa.
Paulo Mendes Campos
Dieta do homem
Nas carteiras da escola me ensinaram, segundo o sábio Claude Bernard, que o caráter absoluto da vitalidade é a nutrição: pois, onde ela existe, há vida; onde se interrompe, há morte.
Mas não me disseram que, entre os animais humanos, o lado que pende para a morte, por falta de nutrição, é mais numeroso que o lado erguido para a vida.
Me ensinaram que os alimentos fornecem ao homem os elementos constituintes da própria substância humana; o homem é o alimento que ele come.
Mas não me disseram que existem homens aos quais faltam os elementos que constituem o homem. Homens incompletos, homens mutilados em sua substância, homens deduzidos de certas propriedades humanas fundamentais; homens vivendo o processo de morte.
Me ensinaram, no delicado modo condicional, que, sem o concurso de certos alimentos minerais e orgânicos, depressa a vida sobre a terra se extinguiria.
Mas não me disseram que, depressa, por toda a parte, a vida se extingue, no duro modo indicativo.
Me ensinaram que o oxigênio é o primeiro elemento indispensável.
Mas não me disseram que só o oxigênio é um bem comum de toda a humanidade, salvo em minas e galerias, onde é escasso.
Me ensinaram que o carbono, o hidrogênio, o azoto, o fósforo e outros minerais são decisivos à vitalidade da célula.
Mas não me disseram (por óbvio, mas eu era um estudante tão distraído) que aqueles elementos não se encontram no ar que respiramos. E ainda que se encontrem na terra, acaso digerida por uma criança, seu poder de assimilação é nenhum.
Me ensinaram que há alimentos orgânicos ternários e quaternários.
Mas não me disseram que dois terços de nossos irmãos no mundo sofrem de fome.
Me ensinaram que os alimentos ternários, constituídos pelas gorduras e pelos hidratos de carbono, são, superlativamente, importantíssimos.
Mas não me disseram que, em cem, dez homens estão, a qualquer hora, às portas da inanição.
Me ensinaram que o ovo, o leite e a carne são alimentos extraordinários.
Mas não me disseram que, em certas regiões do mundo, há homens que consomem ovos, leite e carne acima das exigências da máquina humana.
Me ensinaram que a sensação de fome é acompanhada de contrações gástricas, uma espécie de cãibra no estômago; mas me disseram isso de maneira impessoal, como se fosse apenas a dedução teórica de um acidente possível.
Me ensinaram que as vitaminas são substâncias influentes no crescimento e na saúde; quando elas faltam, comparecem o escorbuto, o beribéri, a pelagra e outras doenças.
Mas não me disseram nem onde, nem quantos padecem de avitaminoses.
Nas carteiras da escola me ensinaram muitas coisas.
Mas não me disseram coisas essenciais à condição de homem.
O homem não fazia parte do programa.
Paulo Mendes Campos
Analise as afirmativas abaixo:
1. Ao longo do texto, vão sendo tecidos paralelos cujas estruturas sintáticas são sempre idênticas: uma afirmação em um parágrafo e uma negação em outro parágrafo.
2. A escola ensinou ao autor as propriedades da alimentação dos homens.
3. O autor revela que a escola lhe omitiu a informação que muitos homens estão privados dos elementos essenciais à vida.
4. O texto deixa clara a distância entre os conhecimentos científicos sobre nutrição e as reais condições de nutrição no mundo.
5. O texto nos leva a inferir que a escola apresentou uma visão parcial da realidade humana.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
A educação especial é uma modalidade de ensino que perpassa todos os níveis, etapas e modalidades realizando o atendimento educacional especializado.
Em relação à especificidade do Atendimento Educacional Especializado (AEE), é correto afirmar: