Questões de Concurso
Para técnico judiciário - contabilidade
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- O resultado do período foi um Lucro Líquido de R$ 1.000.000,00.
- Destinação do Lucro Líquido do Período: constituição de Reserva Legal no valor de R$ 50.000,00 e de Reserva de Incentivos Fiscais no valor de R$ 40.000,00.
- Proposta de distribuição de dividendos obrigatórios no valor de R$ 200.000,00.
- Aumento de Capital Social no valor total de R$ 320.000,00, sendo R$ 160.000,00 com incorporação de Reservas de Lucros e o restante de R$ 160.000,00 integralizado em dinheiro com a emissão de novas ações.
Com base nestas informações, o Patrimônio Líquido da empresa Evolutiva S.A. sofreu, em 2013, uma variação total no valor, em reais, de
Data Operação Quantidade Preço unitário de compra Preço unitário
(unidades) (R$) de venda (R$)
02/03/2013 Compra 500 50,00
06/04/2013 Venda 200 − 70,00
13/05/2013 Compra 100 48,00
21/08/2013 Venda 200 − 72,00
29/11/2013 Compra 100 48,00 −
Processo Trabalhista 200.000,00 Provável Processo Fiscal 370.000,00 Possível Processo Cível 230.000,00 Possível Processo Ambiental 160.000,00 Remota
O valor a ser contabilizado como Provisão no Passivo, em 30/06/2014, é, em reais,
Capital ............................................................................................................................. R$ 8.000.000,00
Reserva Legal................................................................................................................. R$ 200.000,00
Reserva Estatutária......................................................................................................... R$ 800.000,00
A Industrial Lua S.A. obteve, em 2013, um Lucro Líquido de R$ 4.800.000,00 e constituiu as seguintes reservas:
- Reserva Legal, de acordo com o estabelecido na Lei das Sociedades por Ações.
- Reserva Estatutária no valor correspondente a 10% do Lucro Líquido.
O estatuto da empresa define que o dividendo mínimo obrigatório corresponde a 10% do Lucro Líquido ajustado pela Reserva Legal e que o saldo remanescente do Lucro Líquido é retido para expansão. Com base nestas informações, o valor dos dividendos a ser apresentado no Passivo e o valor do Patrimônio Líquido, ambos apresentados no Balanço Patrimonial de 2013 foram, respectivamente, em reais,
- Índice de liquidez corrente = 2,0.
- Grau de concentração da dívida no curto prazo = 60%.
- Passivo Não Circulante = R$ 120.000,00.
- Ativo Não Circulante = R$ 174.000,00.
Sabendo-se que o Patrimônio Líquido da empresa, em 31/12/2012, era R$ 200.000,00, que não houve aumento de Capital nem distribuição de dividendos durante o ano de 2013, e que ainda não foi realizada a distribuição do resultado obtido em 2013, o Resultado Líquido obtido pela empresa em 2013, foi, em reais,
O Balanço Patrimonial da Empresa Comerciante S.A., em 31/12/2013, era o seguinte:
Balanço Patrimonial em 31/12/2013
Ativo Circulante 13.000 Passivo Circulante 13.000
Caixa e Equivalentes de Caixa 1.000 Fornecedores 5.000
Valores a receber de clientes 8.000 Empréstimos 6.000
Estoques 4.000 Diversas Contas a Pagar 2.000
Ativo Não Circulante 8.600 Passivo Não Circulante 3.000
Realizável no Longo Prazo 1.000 Empréstimos 2.000
Provisão para Riscos Fiscais 1.000
Investimentos 4.000 Patrimônio Líquido 5.600
Imobilizado 2.000 Capital 4.000
Intangível 1.600 Reservas de Lucros 1.600
Total do Ativo 21.600 Total do Passivo e PL 21.600
I. O Índice de Liquidez Corrente é 1,0.
II. O Índice de Liquidez Seca é, aproximadamente, 0,69.
III. O Grau de Endividamento em relação aos recursos totais é 60%.
IV. A concentração da dívida no curto prazo é, aproximadamente, 81%.
V. O Índice de Imobilização dos recursos permanentes é, aproximadamente, 0,23.
Está correto o que consta APENAS em
I. Compra de equipamentos industriais, à vista, para serem utilizados no processo produtivo.
II. Obtenção de empréstimos para serem liquidados integralmente (principal e juros) em outubro de 2016.
III. Compra de equipamentos especiais, à vista, para serem revendidos durante 2014.
IV. Compra de 100% da Cia. Passou a Vez S.A. para fins de diversificação de atividade econômica.
A Cia. A Bola da Vez S.A. reconheceu as transações I, II, III e IV, respectivamente, como ativo
- Custo de aquisição: R$ 500.000,00.
- Depreciação acumulada: R$ 150.000,00.
- Perda por desvalorização acumulada: R$ 70.000,00.
Sabendo-se que este equipamento foi vendido, em 01/07/2014, pelo valor de R$ 300.000,00, tendo sido recebido 50% à vista, o valor contabilizado no resultado decorrente desta venda foi, em reais,
Sabendo-se que o teste de recuperabilidade do custo da máquina indicou que não houve necessidade de ajuste por “impairment”, o saldo contábil da máquina a ser apresentado no Balanço Patrimonial de 31/12/2013 foi, em reais,
I. nove membros, sendo dois nomeados dentre advogados com mais de dez anos de efetiva atividade profissional e membros do Ministério Público Federal com mais de dez anos de carreira, e os demais mediante promoção de juízes federais com mais de cinco anos de exercício, por antiguidade e merecimento, alternadamente.
II. promoção de justiça itinerante, por meio da realização de audiências e demais funções da atividade jurisdicional, em equipamentos públicos e comunitários, nos limites territoriais da respectiva jurisdição.
III. funcionamento descentralizado, por meio da constituição de Câmaras regionais, mantida, no entanto, sua sede no local determinado em lei.
É compatível com a disciplina da matéria na Constituição da República o que consta em
Se vou ao cinema, então como pipoca.
Se o lugar é marcado, então não posso sentar em outra cadeira.
Fui ao cinema.
A partir, apenas, dessas afirmações é possível concluir que
As inovações tecnológicas modificaram completamente o debate sobre cultura, trazendo, para os próximos anos, ao menos três questões centrais. A primeira é a tensão entre as formas ampliadas de criatividade e os contornos cada vez mais restritos dos direitos autorais. Com a tecnologia, gerou-se um contingente maciço de novos produtores de conteúdo. Isso faz com que os limites do que chamamos “cultura” fiquem permanentemente sujeitos a contínuas “invasões bárbaras”, vindas dos recantos mais inusitados. Vez por outra, alguns casos simbólicos extraem essas tensões do cotidiano no qual elas ocorrem e as colocam num contexto jurídico, em que uma decisão precisa ser tomada.
O outro tema é o permanente conflito entre passado e futuro, exacerbado pela atual revolução tecnológica. Em seu livro mais recente, Retromania, o escritor e crítico inglês Simon Reynolds afirma que nosso atual uso da tecnologia, em vez de apontar novos caminhos estéticos, está criando um generalizado pastiche do passado. Vivemos num mundo onde todo legado cultural está acessível a apenas um clique. Uma das respostas inteligentes à provocação de Reynolds vem dos proponentes da chamada “nova estética”, como o designer inglês James Bridle: para eles, mesmo sem perceber com clareza, estamos desenvolvendo novos modos de representar a realidade, em que o “real” mistura-se cada vez mais a sucessivas camadas virtuais. O mundo está cheio de novidades. É só reeducar o olhar para enxergá-las, algo que Reynolds ainda não teria feito.
A tese de Reynolds abre caminho para o terceiro ponto. Na medida em que “terceirizamos” nossa memória para as redes em que estamos conectados (a nuvem), ignoramos o quanto o suporte digital é efêmero. Não existe museu nem arquivo para conservar essas memórias coletivas. Artefatos digitais culturais se evaporam o tempo todo e se perdem para sempre: são deletados, ficam obsoletos ou tornam-se simplesmente inacessíveis. Apesar de muita gente torcer o nariz à menção do Orkut, a “velha” rede social é talvez o mais rico e detalhado documento do período 2004-2011 no Brasil, já que registrou em suas infinitas comunidades a ascensão da classe C e a progressão da inclusão digital. No entanto, basta uma decisão do Google para tudo ficar inalcançável.
(Adaptado de Ronaldo Lemos. Bravo! outubro de 2012, edição especial de aniversário, p. 26)
A função sintática do termo sublinhado acima é igual à do que se encontra, também sublinhado, em: