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Q3646347 Pedagogia
Uma das vertentes de atuação do psicopedagogo na instituição escolar está centrada na prevenção das dificuldades de aprendizagem dos alunos. Com base nisso, assinale a alternativa que apresenta a correta atuação do psicopedagogo na escola.
Alternativas
Q3646346 Pedagogia
Uma das abordagens teóricas que embasam o trabalho psicopedagógico é a epistemologia genética de Jean Piaget, a qual defende que o desenvolvimento cognitivo ocorre essencialmente
Alternativas
Q3646345 Pedagogia

Uma escola centrada na aprendizagem requer que os professores tenham como meta a aprendizagem de todos os alunos, mesmo diante das dificuldades individuais. Para tanto, a escola precisa organizar ações pedagógicas inclusivas.


Nesse sentido, podemos afirmar que

Alternativas
Q3646344 Pedagogia

Seguindo o pensamento de Antonio Nóvoa, que defende ser o principal objetivo de um educador a “aprendizagem do aluno”, devemos pensar em ser essa a principal prioridade no trabalho dentro das escolas.


De acordo com o pensamento de Nóvoa, assinale a alternativa correta.

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Q3646337 Raciocínio Lógico

O setor de inovação e o de vendas de uma empresa contam, respectivamente, com 15 e 9 funcionários. Com idades menores do que 30 anos, o setor de inovação possui 8 funcionários e o de vendas possui 5.


Para compor a comissão de planejamento estratégico dessa empresa, a diretoria convocará 2 funcionários de cada um desses setores e a escolha será por meio de um sorteio.


A probabilidade de que os 4 sorteados tenham menos do que 30 anos é um valor entre

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Q3646335 Matemática
Em 2023, o preço de um produto sofreu um aumento de 8% sobre seu preço original. Em 2024, o mesmo produto aumentou 15% e terminou o ano a R$ 55,89. A partir dessas informações, é correto afirmar que o preço original desse produto era
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Q3646331 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão:


    Jean Cocteau aconselhava aos jovens escritores que fizessem a seguinte invocação: livrai-me, Senhor, de escrever o livro esperado.

    Na verdade, o livro esperado é uma tentação muito veemente. Há um estilo esperado, há um ritmo esperado, há imagens esperadas, adjetivos esperados. Há sobretudo ideias, sentimentos e emoções ansiosamente esperados. Em resumo, quer nos círculos em que os best-sellers triunfam, quer nas rodas intelectuais mais requintadas, há, em cada época, um conjunto de necessidades ideais ou estilísticas que configuram as obras antes que elas sejam escritas. Escrevê-las, o que é um certo modo plagiá-las, é tornar-se imediatamente um contemporâneo. O contemporâneo não precisa entregar-se ao hábito de pensar: tudo está pensado para ele. Não precisa encontrar a sua forma, o seu estilo: ambos estão feitos. O contemporâneo, entretanto, é um ser de excepcional habilidade: tem um invejável faro, um instinto apurado. Ele equaciona o seu problema pessoal nos seguintes termos: produzir a obra que não seja uma cópia de outra qualquer, mas que obtenha resultados idênticos àqueles conseguidos por este ou aquele livro já consagrado manifestamente.

    Outra questão se coloca diante do contemporâneo: para acertar mais de cheio no alvo, ele deve distinguir o seu público. E ele o escolhe entre a meia dúzia de grupos que reconhece, separadamente, a meia dúzia de escritores mais expressivos ou mais aclamados. Em outras palavras, o contemporâneo visa penetrar clandestinamente numa freguesia alheia, obtendo para si um pouco dos aplausos que um escritor mais antigo monopoliza totalmente. Sendo esperto, ele consegue imediatamente atrair a simpatia de um grupo, um grupo inexoravelmente convicto de suas ideias morais, estéticas e políticas.


(Paulo Mendes Campos, “Os contemporâneos”, 27.10.1946. Disponível em: https://cronicabrasileira.org.br. Adaptado)

Assinale a alternativa em que o vocábulo em destaque pode ser substituído por firmemente, mantendo-se o sentido do trecho.
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Q3646328 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão:



        “Passou em Engenharia na Federal. Está com a vida feita.” “Coitado, entrou numa faculdade caça-níqueis. Vai enriquecer um ‘tubarão do ensino’ e vai se dar mal.”


        Essas frases são fictícias, mas representam percepções entranhadas no nosso imaginário. A primeira descreve o caminho incensado e vitorioso de um jovem bem-nascido. A segunda refere-se aos milhões de criaturas, bem mais modestas, que precisam trabalhar para pagar uma faculdade noturna de duvidosa reputação. Dinheiro perdido, pois ficarão infelizes, subempregados ou desempregados.


        Sobre sua infelicidade não me arrisco a especular. Porém, sucesso ou fracasso profissional se mede. E temos os números. A partir dos anos 60, alastra-se uma sequência de estudos tentando medir os rendimentos daqueles que cursaram este ou aquele nível de educação. Pelo mundo afora, ficou claro: quem tem mais escolaridade ganha mais. Aplicando aos gastos com educação o mesmo que se faz com capital físico, podemos calcular as taxas de retorno. Demonstrou-se que são maiores do que aquelas de investimentos em negócios. E, a despeito do rápido crescimento do ensino superior, esse diploma continua sendo um excelente investimento.


        Tais resultados progressivamente se tornaram conhecidos. Porém, como nosso modelo de universidade pública é extravagante e caro, não houve e não haverá recursos para ser replicado. Daí a expansão fenomenal da rede privada, matriculando hoje 80% dos alunos.


        Salário futuro tem algo de loteria, um diploma nunca produz 100% de vencedores. Sorte e geografia contam, bem como outros fatores. De fato, fracassam até mesmo alguns dos mais brilhantes graduados das mais celebradas universidades. Não obstante, mostram os números, quem passou quatro anos numa faculdade, mesmo que não seja das melhores, tem uma probabilidade elevada de sucesso.


        Portanto, está equivocado quem proclama ser má ideia entrar numa faculdade, ainda que seja fraca. Na loteria do destino, as cartas estão marcadas, favorecendo quem decidiu passar mais tempo estudando, não importa onde.


        Tenho sérias críticas quanto ao que se ensina e como se ensina na maioria dessas faculdades. Sobretudo porque há desencontro com o perfil dos seus alunos. Sem custar mais, poderiam ser muito melhores. Ainda assim, estão oferecendo um poderoso canal de mobilidade ascendente. São muitos os vitoriosos e poucos os fracassados.


(Claudio de Moura Castro, “Coitado, entrou numa faculdade ruim”,

03.08.2025. Disponível em: www.estadao.com.br. Adaptado

Assinale a alternativa em que a expressão em destaque pode ser substituída pelo que está entre colchetes, mantendo-se a norma-padrão de colocação pronominal.
Alternativas
Q3646325 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão:



        “Passou em Engenharia na Federal. Está com a vida feita.” “Coitado, entrou numa faculdade caça-níqueis. Vai enriquecer um ‘tubarão do ensino’ e vai se dar mal.”


        Essas frases são fictícias, mas representam percepções entranhadas no nosso imaginário. A primeira descreve o caminho incensado e vitorioso de um jovem bem-nascido. A segunda refere-se aos milhões de criaturas, bem mais modestas, que precisam trabalhar para pagar uma faculdade noturna de duvidosa reputação. Dinheiro perdido, pois ficarão infelizes, subempregados ou desempregados.


        Sobre sua infelicidade não me arrisco a especular. Porém, sucesso ou fracasso profissional se mede. E temos os números. A partir dos anos 60, alastra-se uma sequência de estudos tentando medir os rendimentos daqueles que cursaram este ou aquele nível de educação. Pelo mundo afora, ficou claro: quem tem mais escolaridade ganha mais. Aplicando aos gastos com educação o mesmo que se faz com capital físico, podemos calcular as taxas de retorno. Demonstrou-se que são maiores do que aquelas de investimentos em negócios. E, a despeito do rápido crescimento do ensino superior, esse diploma continua sendo um excelente investimento.


        Tais resultados progressivamente se tornaram conhecidos. Porém, como nosso modelo de universidade pública é extravagante e caro, não houve e não haverá recursos para ser replicado. Daí a expansão fenomenal da rede privada, matriculando hoje 80% dos alunos.


        Salário futuro tem algo de loteria, um diploma nunca produz 100% de vencedores. Sorte e geografia contam, bem como outros fatores. De fato, fracassam até mesmo alguns dos mais brilhantes graduados das mais celebradas universidades. Não obstante, mostram os números, quem passou quatro anos numa faculdade, mesmo que não seja das melhores, tem uma probabilidade elevada de sucesso.


        Portanto, está equivocado quem proclama ser má ideia entrar numa faculdade, ainda que seja fraca. Na loteria do destino, as cartas estão marcadas, favorecendo quem decidiu passar mais tempo estudando, não importa onde.


        Tenho sérias críticas quanto ao que se ensina e como se ensina na maioria dessas faculdades. Sobretudo porque há desencontro com o perfil dos seus alunos. Sem custar mais, poderiam ser muito melhores. Ainda assim, estão oferecendo um poderoso canal de mobilidade ascendente. São muitos os vitoriosos e poucos os fracassados.


(Claudio de Moura Castro, “Coitado, entrou numa faculdade ruim”,

03.08.2025. Disponível em: www.estadao.com.br. Adaptado

As frases apresentadas no 1º parágrafo do texto dizem respeito a
Alternativas
Q3646323 Pedagogia
Paín (1986), ao abordar o sintoma do problema de aprendizagem e sua relação com a família, a concepção de articulação entre a instância e a estrutura, busca entender o sintoma do problema de aprendizagem em direção à maneira particular dos membros da família, cuja função encontra-se no drama. Para ela, o emergente ou sujeito com problema de aprendizagem é o sinal, o sintoma e o significado. A autora considera que “as perturbações na aprendizagem, normais ou patológicas, tendem a evitar aquelas modificações que o grupo não pode suportar, em função do seu particular contrato de sobrevivência” (Paín, 1986, p. 37).

Fonte: PAÍN, S. Diagnóstico e tratamento dos problemas de aprendizagem. Porto Alegre: Artes Médicas, 1986. A partir do contexto descrito, avalie as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.

I- A compreensão da linguagem, da comunicação, do discurso cultural estabelecido pela família pode oferecer dados que favorecerão a compreensão do significado do não aprender nesta instituição.

PORQUE

II- A comunicação entre pais e filhos no atendimento psicopedagógico clínico, entendido como um sistema flexível, possibilita intervenções que ressignifiquem o sintoma de problemas de aprendizagem, como relações de aprendizagem humanas e plurais.

A respeito dessas asserções, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3646322 Psicologia
O Psicopedagogo Marcos foi convidado pela gestora de uma escola para desenvolver uma intervenção grupal como assessor, pois todos os professores e professoras estavam reclamando do clima organizacional desagradável devido a três professoras que estavam vivenciando conflitos intergrupais e com práticas de comunicação distorcida na escola. Assim, Marcos decidiu desenvolver um processo de Grupos Operativos junto a estas professoras cuja tarefa era favorecer a elaboração coletiva das tensões existentes, promover a reflexão crítica sobre as formas de comunicação estabelecidas e construir, de maneira compartilhada, estratégias de cooperação que possibilitassem a transformação do clima institucional em direção a um ambiente mais dialógico, colaborativo e saudável.

Considerando este contexto, analise as afirmativas a seguir:

I- O psicopedagogo deve analisar a tarefa, a estrutura grupal e o contexto em que se relacionam tarefa e grupo, pois constituem uma equação da qual surgem fantasias inconscientes, que seguem o modelo primário do desenvolvimento do grupo interno.
II- O psicopedagogo deve conduzir o grupo com foco no cumprimento da tarefa explícita, deixando de considerar e intervir nas resistências, nos estereótipos e nas ansiedades que emergem como tarefa implícita no processo grupal.
III- O psicopedagogo, ao conduzir o grupo operativo, utiliza os indicadores do processo grupal para intervir, elaborar obstáculos e favorecer o avanço coletivo na tarefa proposta.
IV- O psicopedagogo, ao conduzir o processo grupal pela lógica da espiral dialética, atua como mediador que favorece a elaboração das tensões e a ressignificação de cada retrocesso em oportunidade de construção de novas formas de cooperação e comunicação.
V- O psicopedagogo deve contribuir com o grupo, estimulando mecanismos de dissociação, com a finalidade de defender a ambivalência e a postergação.

É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3646321 Psicologia
Sobre a Técnica de Grupos Operativos de Enrique Pichon-Rivière, marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3646320 Pedagogia
No contexto da educação inclusiva, as barreiras físicas, pedagógicas, comunicacionais, atitudinais ou tecnológicas constituem os principais entraves à participação plena de estudantes com deficiência. Para enfrentá-las, o conceito de Desenho Universal, formulado por Ronald Mace, em 1985, propõe que ambientes, produtos e práticas sejam pensados desde a origem para todos, superando a lógica de adaptações pontuais. Nesse sentido, a Lei Brasileira de Inclusão (Lei nº 13.146/2015) assegura que o sistema educacional deve adotar medidas de acessibilidade e de fornecimento de recursos de tecnologia assistiva, de forma a garantir condições de acesso, permanência, participação e aprendizagem em igualdade de oportunidades.
A partir do contexto descrito, avalie as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.

I- A acessibilidade refere-se a condições concretas, tecnológicas, arquitetônicas e comunicacionais que permitem o uso seguro e autônomo dos ambientes, dispositivos e serviços, indo além do simples ingresso e possibilitando efetiva participação.

PORQUE

II- O acesso, no campo educacional, corresponde à democratização da participação, assegurando que todas as pessoas tenham o direito de ingressar e permanecer em instituições e espaços de aprendizagem, como princípio de universalização de direitos.

A respeito dessas asserções, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3646319 Pedagogia
Fabiana, psicopedagoga há 5 anos, atua em uma escola pública cujo número de matrículas de crianças com deficiência ultrapassa 20% do total de matrículas, sendo quase 80% destas crianças com autismo. Em 2025, Fabiana conheceu um texto da professora Ester Orrú (2016) no qual a autora defende o conceito de “inclusão menor”. Este refere-se a uma prática pedagógica que vai além das normativas institucionais e dos protocolos formais de inclusão. Trata-se de investir em uma micropolítica cotidiana, na qual os gestos, os afetos e as relações de proximidade entre professoras, estudantes e famílias se tornam o eixo central para a construção de pertencimento e para o enfrentamento das barreiras impostas às crianças no cotidiano escolar, pois a inclusão real se dá nas margens, nos encontros singulares e nas relações concretas, onde a diferença se afirma como potência e não como déficit.

Fonte: ORRÚ, Sílvia Ester. A inclusão menor: um ensaio inspirado na Obra “Kafka”, de Deleuze e Guattari. Educação em Foco, v. 19, n. 28, p. 47-73, 2016 (adaptado).

Com base neste contexto, analise as afirmativas a seguir sobre a atuação psicopedagógica fundamentada no conceito de “inclusão menor”:

I- Práticas de formação continuada devem promover a escuta sensível e inventiva, capaz de acolher os modos de ser e de aprender.
II- Sem o laudo médico não há como desenvolver ações inclusivas junto às crianças com suspeita de autismo.
III- O planejamento intencional das interações, o acolhimento das manifestações emocionais e comunicativas não convencionais possibilitam espaços de diálogo entre escola e famílias.
IV- Fabiana, por ser a única que leu o texto sobre “inclusão menor” deve ser a responsável por planejar e conduzir professoras e professores nas práticas de ensino voltadas aos estudantes com deficiência.

É CORRETO o que se afirma apenas em:
Alternativas
Q3646318 Pedagogia
Durante o processo de escolarização, uma adolescente de 13 anos apresenta desempenho satisfatório em leitura oral, compreensão de textos e raciocínio lógico. No entanto, quando solicitada a escrever, demonstra grande dificuldade, troca frequentemente letras de sons semelhantes, omite ou acrescenta grafemas e apresenta escrita marcada por irregularidades. Embora compreenda bem os conteúdos, sua produção escrita é constantemente comprometida, causando frustração e insegurança diante de tarefas escolares.

Marque a alternativa CORRETA que corresponde a essa descrição.
Alternativas
Q3646317 Pedagogia
Maria foi aprovada em um concurso público de uma cidade com cerca de 7 mil habitantes e será a única psicopedagoga deste município com, aproximadamente, 60 crianças diagnosticadas com Dislexia e que não têm direito ao Atendimento Educacional Especializado. A primeira ação solicitada pela secretária de educação foi o desenvolvimento de uma ação psicoeducativa visando a transformação da realidade social neste município. Considerando este contexto, marque a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3646316 Pedagogia

LUDICIDADE NA INTERVENÇÃO PSICOPEDAGÓGICA



No canto da sala floresce a canção,


entre jogos e cores nasce a atenção.


O lúdico guia, desperta a vontade,


abrindo caminhos para a liberdade.


No riso que brota, a mente se abre,


o saber se encontra, a dúvida se apaga.


E o psicopedagogo, em gesto sutil,


faz da brincadeira um aprender gentil.



(Autor desconhecido)



A partir deste contexto, analise as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.



I- A vivência lúdica permite a representação da realidade recriada metaforicamente, ao mesmo tempo possui função significante e transcende as necessidades imediatas da vida.



PORQUE



II- Os jogos e brinquedos possibilitam situações desafiadoras em que as crianças ultrapassam sentimentos e fatos, combinando-os entre si e os reelaborando criativamente, de acordo com suas feições, suas necessidades, seus desejos e suas paixões.



A respeito dessas asserções, é CORRETO afirmar que:

Alternativas
Q3646315 Psicologia

Eixos de análise do Diagnóstico Psicopedagógico.



Imagem associada para resolução da questão



Fonte: Baseado em WEISS, M. L. L. Psicopedagogia Clínica – uma visão diagnóstica dos problemas de aprendizagem escolar. 13ª ed. Rio de Janeiro: Lamparina, 2008.



Considerando os dois eixos de análise representados na Figura e a sequência diagnóstica psicopedagógica da Epistemologia Convergente, é CORRETO o que se afirma em:

Alternativas
Q3646314 Pedagogia

Multidimensionalidade do Fracasso Escolar.



Imagem associada para resolução da questão


Fonte: Adaptado de Weiss (2008).



Reflita sobre a imagem e analise as afirmações a seguir sobre a atuação psicopedagógica institucional preventiva no contexto escolar frente ao fracasso escolar:



I- Na perspectiva da escola, o psicopedagogo deve promover projetos multidisciplinares com os professores da escola e demais profissionais da equipe pedagógica.


II- O psicopedagogo deve avaliar o aparecimento de formações reativas aos objetos de aprendizagem decorrentes de fatores institucionais: estruturação de turmas, metodologias de ensino.


III- O trabalho do psicopedagogo frente ao fracasso escolar deve concentrar-se nas dificuldades individuais do estudante, uma vez que fatores externos, como a organização escolar e as condições sociais, têm impacto secundário no processo de aprendizagem.


IV- O psicopedagogo deve promover ações de sensibilização com as famílias e encontros formativos para orientar pais e responsáveis sobre como apoiar a aprendizagem em casa, combatendo preconceitos e estigmas.


V- Na perspectiva da escola, cabe ao psicopedagogo avaliar individualmente as estruturas cognitivas por meio de testes neurológicos.



É CORRETO o que se afirma apenas em:

Alternativas
Q3646313 Psicologia

Observe os casos a seguir:



CASO 1: Uma menina de 2 anos e meio, toda vez que ouvia o barulho de um copo quebrando, olhava consternada para as suas mãos e punha-se em situação de defesa. Sua reação dava a impressão de que se achava culpada pela quebra do copo, o que de fato, havia ocorrido uma vez. Ou seja, bastava que se repetisse uma situação semelhante para que novamente se sentisse culpada.


CASO 2: Um menino com pouco menos de 3 anos era caçula de uma família, até que a sua mãe tem outro filho. Nos dias após o nascimento da irmãzinha , chamada Elisa, ele muda visivelmente sua forma de agir: comporta-se como se fosse a irmã mais velha, referindo-se a si próprio pelo nome de Elisa e dando a sua irmãzinha outro nome. O garoto, ao ver alterado o lugar que ocupava na família, assume uma nova personalidade.


CASO 3: Uma menina de 2 anos e 9 meses pergunta à mãe, após ouvi-la cantar tal como fazia a governanta, se ela é a governanta: “Você é a Elsa?” 


Fonte: GALVÃO, I. Henri Wallon: uma concepção dialética do desenvolvimento infantil. Vozes, 1999.



Sobre o desenvolvimento da afetividade na construção do eu psíquico, considerando que as crianças se encontram em estado de sociabilidade sincrética, analise as afirmativas a seguir:



I- O CASO 1 é um exemplo de personalidade dispersa, em que sentimentos isolados ligados a ela, como o de culpa, aparecem atrelados à situação exterior.


II- Nos três CASOS a consciência de si está inacabada e a personalidade apresenta-se como noção sem contornos definidos.


III- Nos três CASOS a construção do eu corporal é condição para a construção do eu psíquico.


IV- No CASO 2, a noção de si próprio tem autonomia quanto à posição que ocupa na família e à constituição de sua identidade pessoal.


V- No CASO 3, a menina vê de forma assincrética a personalidade da mãe e da governanta. É CORRETO o que se afirma em:

Alternativas
Respostas
2181: D
2182: A
2183: D
2184: C
2185: C
2186: D
2187: E
2188: B
2189: A
2190: E
2191: A
2192: B
2193: D
2194: D
2195: C
2196: B
2197: A
2198: E
2199: A
2200: C