Questões Discursivas

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Q3876604 Legislação de Trânsito

A seguinte ilustração representa um cruzamento, de quem é a preferência?


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Alternativas
Q3876603 Engenharia Mecânica
Fazer a manutenção preventiva é muito mais econômica porque geralmente, evita que os problemas se agravem. A melhor maneira de fazer a manutenção preventiva é seguir as recomendações indicadas pelo fabricante, dentro dos prazos e quilometragem do manual do veículo. Em veículos e maquinários mais antigos ou que não possuam manual, é importante estabelecer um programa próprio e manutenção periódica. Na manutenção corretiva os problemas existentes precisam ser reparados imediatamente, pois as peças com defeito podem danificar outros componentes comprometendo a segurança. Adiar a solução dos problemas só servirá para agravá-los ainda mais. São recomendações:

I - Faça a substituição das peças de desgaste normal nos prazos corretos, antes que os problemas se manifestem.
II - Utilize somente produtos recomendados e peças originais, dentro das especificações.
III - Acostume-se a fazer um pequeno checklist antes de sair, e um checklist completo antes de viajar.
IV - Completar periodicamente o óleo da ventoinha sistemática.
V - A qualquer sinal de funcionamento irregular, pare para verificar e leve o veículo a uma oficina autorizada. Adiar a hora do conserto pode custar muito caro, além de expor os usuários do trânsito a riscos desnecessários.

Estão CORRETAS:
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Q3876602 Segurança e Transporte
Sobre dicas de segurança para operadores de retroescavadeiras, analise os itens:

I - Nunca colocar ou deixar a máquina em movimento estando fora dela.
II - Ao sair da máquina, desligue o motor, deixe engatada, baixe a carga, acione o freio de mão e calce as rodas.
III - Evite movimentos bruscos que possam prejudicar a instabilidade da máquina.
IV - Nunca operar com as mãos molhadas ou sujas de graxa, causa instabilidade ao volante.
V - Use sempre os EPI's, tais como: botas de segurança, protetores auditivos (em máquinas não gabinadas), entre outros de uso especifico exigido pela Prefeitura.

Estão CORRETOS: 
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Q3876601 Legislação de Trânsito
Quando operando uma máquina pesada, é necessário que o operador possua CNH – Carteira Nacional de Habilitação?
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Q3876600 Segurança e Transporte
Os freios param as rodas, mas são os pneus que param o veículo. Como todos os demais itens de segurança, os pneus devem ser constantemente verificados pelo proprietário ou condutor do veículo. São principais cuidados com os pneus do veículo:

I - Calibrar os pneus regularmente, especialmente antes de viagens, obedecendo às recomendações do fabricante. Pressões incorretas, principalmente abaixo do normal, causam desgaste prematuro e desestabilizam o veículo.
II - É necessário fazer o balanceamento das rodas e alinhamento de direção, sempre que trocar os pneus ou notar vibrações no veículo e oscilações no volante. Alinhamento incorreto pode causar desgaste prematuro, diminuindo muito a durabilidade dos pneus.
III - O estepe (pneu socorro) deve sempre estar em perfeitas condições.
IV - Sempre que “bater” com os pneus em buracos na pista, leve para um especialista examinar, esse tipo de incidente pode danificar as fibras internas do pneu. Nesses casos, surgem bolhas nas laterais e pontos fracos que diminuem muito a segurança.

Estão CORRETAS:
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Q3876599 Edificações
Trabalhando pela prefeitura, o carregamento de caminhões pode ser executado com qualquer uma das máquinas descritas a seguir, EXCETO: 
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Q3876598 Mecânica
No funcionamento do rolo compactador, o CORRETO, quando terminando o local a ser compactado (linha de compactação), é:
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Q3875677 Matemática
Um empregado teve um aumento de 15% em seu salário que era de R$ 3.000,00 e ao mesmo tempo uma redução de 10% em seu vale alimentação que era de R$ 800,00. Considerando estas informações, se somarmos os valores após o aumento do salário e a redução no valor do vale alimentação, o funcionário recebe o valor de:
Alternativas
Q3875676 Matemática
Seu Olivares trabalha cortando grama. Em um trabalho que aceitou fazer, precisa cortar a grama de um jardim com 180 metros quadrados de grama. Se em uma manhã ele cortou 1/4 deste total, ainda resta para finalizar o trabalho uma área igual a: 
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Q3875675 Raciocínio Lógico
A carga da bateria de um determinado celular tem duração de 14 horas. Se um celular deste modelo com a bateria com carga total começou a ser usado às 8 horas da manhã a sua utilização pode ser feita até às: 
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Q3875674 Matemática
As idades de Pedro e Joaquina somam juntas 36 anos. Sabendo que Pedro tem o dobro da idade de Joaquina, a idade do Pedro é igual a: 
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Q3875673 Matemática
A sequência (1, 1/2, 1/4, 1/8, ...) segue um padrão lógico. Desta forma, o próximo número desta sequência é igual a:
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Q3875672 Matemática
Um combo contendo batata frita, hamburguer e refrigerante custa R$ 36,40. Se neste combo o valor da batata frita é de R$ 8,40 e o refrigerante de R$ 9,60, o valor do hamburguer sai por:
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Q3875671 Matemática
Dona Maiara foi até uma loja para comprar um sofá novo. O modelo que gostou custa R$ 2.400,00 e o vendedor informou que se o pagamento for realizado à vista ela terá um desconto de 20%. Se ela optou por esta forma de pagamento, o valor pago pelo sofá corresponde a:
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Q3875670 Matemática
Um pedreiro vai fazer um muro de 50 m² e sabe que usa 96 tijolos para cada metro quadrado de muro. Considerando estas informações, o total de tijolos que vai usar para fazer todo o muro é igual a:
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Q3875669 Matemática
Um vendedor ambulante compra capas plásticas de chuva por R$ 0,85 e revende a R$ 5,00. Em um evento, vendeu 80 capas. Considerando exclusivamente o preço de compra e venda, o seu lucro com a venda das capas foi de: 
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Q3875668 Matemática
Em um desafio para guardar dinheiro, o participante considera as 52 semanas de um ano. Na semana de número ímpar guarda R$ 20,00 e na semana de número par guarda R$ 40,00. Se um participante fez exatamente isso ao longo das 52 semanas do ano, o valor arrecado é igual a: 
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Q3875667 Português
Juca, o “catedrático”: a lenda do bar que nunca fechou em Curitiba


    Uma vida no balcão com cara de casa para os frequentadores. O Bar do Juca, entre os bairros Juvevê e Hugo Lange, em Curitiba, é patrimônio da cidade em que a autenticidade do ambiente e das histórias se cruzam ali todos os dias. Na esquina da Atílio Bório com a Doutor Goulin, o bar se impõe com o imóvel clássico e imponente, uma espécie de “Coliseu do Gole”.

    Atrás daquele balcão refrigerado e sem funcionamento, está o próprio guardião. José Lopes Izar, o Juca, 94 anos, dono do bar desde 1953, advogado de formação, natural de Campina Grande do Sul, na Região Metropolitana de Curitiba. Filho de Abrão e Tâmara, Juca nunca se afastou do balcão que hoje é extensão do seu corpo e do seu espírito. “O bar é a vida”, ele diz. E basta observar um pouco para entender que não é força de expressão.

    Juca é daqueles que deixa a vida levar como uma folha. Acorda cedo, faz a limpeza do boteco, ajeita as coisas no seu ritmo e abre as portas, do bar que funciona 365 dias por ano. “Faz falta os amigos, e faz o meu corpo os músculos e a cabeça funcionarem”, afirmou o senhor de 94 anos. No fim da tarde, ainda tem tempo para colocar para os pombos e passarinhos que passam pela rua, migalhas de pão e água.

    As prateleiras de madeira são as mesmas da fundação, resistentes ao tempo e os inúmeros objetos expostos como garrafas, capacetes, discos antigos e tantos outros itens doados pelos clientes.

    Dentro do bar, amigos de longa data aparecem durante o dia para conversar e tomar um negocinho. O clima é de pura alegria, apelidos, tiração de onda com muita honestidade. Os fregueses costumam pegar a bebida diretamente no freezer, sem anotar o pedido. Aliás, um gole conhecido no Bar do Juca é a batida de maracujá, clássico dos botecos. Ali é chamado de Maracujuca, sem segredo e glamour, conforme manda o “figurino”. “É fácil de fazer e fácil de vender”, brincou Juca, um sábio dos bares.

    Durante anos, circulou a lenda de que só entrava no Bar do Juca quem fosse conhecido. O próprio Juca descarta essa fama que avançou no bairro. “Aqui entra todo mundo. O bom é quando vem estranho, daí nós pegamos o dinheiro emprestado”, ri o proprietário da bodega.

    No Juca, conhecidos do mundo político, musical e esportivo passaram pelo balcão.Ney Braga, prefeito de Curitiba, deputado federal, senador e governador do Paraná fazia questão de dar uma passadinha. Ivo do Blindagem fazia a festa da turma e Evangelino da Costa Neves, eterno presidente campeão do Coritiba de 1985, era figura carimbada na região. “Era muito meu amigo o Evangelino. Pessoal cobrava ele aqui quando o Coxa estava mal”, recordou Juca que sempre recebe a visita do Xixo, proprietário do famoso espetinho da cidade.

    E quando pergunto ao Juca se ele sente saudade de outros tempos, a resposta é daquele que conhece da vida “Das mulheres”, completou esse mestre dos botecos do Brasil.


Fonte: https://www.tribunapr.com.br/blogs/cacador-de-boteco/juca-o-catedratico-a-lenda-do-barque-nunca-fechou-em-curitiba/
Assinale a alternativa que apresente a classe gramatical das palavras em destaque no período: José Lopes Izar, o Juca, 94 anos, dono do bar desde 1953, advogado de formação, natural de Campina Grande do Sul, na Região Metropolitana de Curitiba. 
Alternativas
Q3875666 Português
Juca, o “catedrático”: a lenda do bar que nunca fechou em Curitiba


    Uma vida no balcão com cara de casa para os frequentadores. O Bar do Juca, entre os bairros Juvevê e Hugo Lange, em Curitiba, é patrimônio da cidade em que a autenticidade do ambiente e das histórias se cruzam ali todos os dias. Na esquina da Atílio Bório com a Doutor Goulin, o bar se impõe com o imóvel clássico e imponente, uma espécie de “Coliseu do Gole”.

    Atrás daquele balcão refrigerado e sem funcionamento, está o próprio guardião. José Lopes Izar, o Juca, 94 anos, dono do bar desde 1953, advogado de formação, natural de Campina Grande do Sul, na Região Metropolitana de Curitiba. Filho de Abrão e Tâmara, Juca nunca se afastou do balcão que hoje é extensão do seu corpo e do seu espírito. “O bar é a vida”, ele diz. E basta observar um pouco para entender que não é força de expressão.

    Juca é daqueles que deixa a vida levar como uma folha. Acorda cedo, faz a limpeza do boteco, ajeita as coisas no seu ritmo e abre as portas, do bar que funciona 365 dias por ano. “Faz falta os amigos, e faz o meu corpo os músculos e a cabeça funcionarem”, afirmou o senhor de 94 anos. No fim da tarde, ainda tem tempo para colocar para os pombos e passarinhos que passam pela rua, migalhas de pão e água.

    As prateleiras de madeira são as mesmas da fundação, resistentes ao tempo e os inúmeros objetos expostos como garrafas, capacetes, discos antigos e tantos outros itens doados pelos clientes.

    Dentro do bar, amigos de longa data aparecem durante o dia para conversar e tomar um negocinho. O clima é de pura alegria, apelidos, tiração de onda com muita honestidade. Os fregueses costumam pegar a bebida diretamente no freezer, sem anotar o pedido. Aliás, um gole conhecido no Bar do Juca é a batida de maracujá, clássico dos botecos. Ali é chamado de Maracujuca, sem segredo e glamour, conforme manda o “figurino”. “É fácil de fazer e fácil de vender”, brincou Juca, um sábio dos bares.

    Durante anos, circulou a lenda de que só entrava no Bar do Juca quem fosse conhecido. O próprio Juca descarta essa fama que avançou no bairro. “Aqui entra todo mundo. O bom é quando vem estranho, daí nós pegamos o dinheiro emprestado”, ri o proprietário da bodega.

    No Juca, conhecidos do mundo político, musical e esportivo passaram pelo balcão.Ney Braga, prefeito de Curitiba, deputado federal, senador e governador do Paraná fazia questão de dar uma passadinha. Ivo do Blindagem fazia a festa da turma e Evangelino da Costa Neves, eterno presidente campeão do Coritiba de 1985, era figura carimbada na região. “Era muito meu amigo o Evangelino. Pessoal cobrava ele aqui quando o Coxa estava mal”, recordou Juca que sempre recebe a visita do Xixo, proprietário do famoso espetinho da cidade.

    E quando pergunto ao Juca se ele sente saudade de outros tempos, a resposta é daquele que conhece da vida “Das mulheres”, completou esse mestre dos botecos do Brasil.


Fonte: https://www.tribunapr.com.br/blogs/cacador-de-boteco/juca-o-catedratico-a-lenda-do-barque-nunca-fechou-em-curitiba/
Assinale a alternativa que apresente o termo retomado no texto pelo pronome em destaque no período: “O bar é a vida”, ele diz.
Alternativas
Q3875665 Português
Juca, o “catedrático”: a lenda do bar que nunca fechou em Curitiba


    Uma vida no balcão com cara de casa para os frequentadores. O Bar do Juca, entre os bairros Juvevê e Hugo Lange, em Curitiba, é patrimônio da cidade em que a autenticidade do ambiente e das histórias se cruzam ali todos os dias. Na esquina da Atílio Bório com a Doutor Goulin, o bar se impõe com o imóvel clássico e imponente, uma espécie de “Coliseu do Gole”.

    Atrás daquele balcão refrigerado e sem funcionamento, está o próprio guardião. José Lopes Izar, o Juca, 94 anos, dono do bar desde 1953, advogado de formação, natural de Campina Grande do Sul, na Região Metropolitana de Curitiba. Filho de Abrão e Tâmara, Juca nunca se afastou do balcão que hoje é extensão do seu corpo e do seu espírito. “O bar é a vida”, ele diz. E basta observar um pouco para entender que não é força de expressão.

    Juca é daqueles que deixa a vida levar como uma folha. Acorda cedo, faz a limpeza do boteco, ajeita as coisas no seu ritmo e abre as portas, do bar que funciona 365 dias por ano. “Faz falta os amigos, e faz o meu corpo os músculos e a cabeça funcionarem”, afirmou o senhor de 94 anos. No fim da tarde, ainda tem tempo para colocar para os pombos e passarinhos que passam pela rua, migalhas de pão e água.

    As prateleiras de madeira são as mesmas da fundação, resistentes ao tempo e os inúmeros objetos expostos como garrafas, capacetes, discos antigos e tantos outros itens doados pelos clientes.

    Dentro do bar, amigos de longa data aparecem durante o dia para conversar e tomar um negocinho. O clima é de pura alegria, apelidos, tiração de onda com muita honestidade. Os fregueses costumam pegar a bebida diretamente no freezer, sem anotar o pedido. Aliás, um gole conhecido no Bar do Juca é a batida de maracujá, clássico dos botecos. Ali é chamado de Maracujuca, sem segredo e glamour, conforme manda o “figurino”. “É fácil de fazer e fácil de vender”, brincou Juca, um sábio dos bares.

    Durante anos, circulou a lenda de que só entrava no Bar do Juca quem fosse conhecido. O próprio Juca descarta essa fama que avançou no bairro. “Aqui entra todo mundo. O bom é quando vem estranho, daí nós pegamos o dinheiro emprestado”, ri o proprietário da bodega.

    No Juca, conhecidos do mundo político, musical e esportivo passaram pelo balcão.Ney Braga, prefeito de Curitiba, deputado federal, senador e governador do Paraná fazia questão de dar uma passadinha. Ivo do Blindagem fazia a festa da turma e Evangelino da Costa Neves, eterno presidente campeão do Coritiba de 1985, era figura carimbada na região. “Era muito meu amigo o Evangelino. Pessoal cobrava ele aqui quando o Coxa estava mal”, recordou Juca que sempre recebe a visita do Xixo, proprietário do famoso espetinho da cidade.

    E quando pergunto ao Juca se ele sente saudade de outros tempos, a resposta é daquele que conhece da vida “Das mulheres”, completou esse mestre dos botecos do Brasil.


Fonte: https://www.tribunapr.com.br/blogs/cacador-de-boteco/juca-o-catedratico-a-lenda-do-barque-nunca-fechou-em-curitiba/
Assinale a alternativa cuja palavra NÃO seja proparoxítona:
Alternativas
Respostas
1481: A
1482: A
1483: E
1484: E
1485: D
1486: D
1487: B
1488: A
1489: C
1490: E
1491: C
1492: B
1493: E
1494: B
1495: A
1496: D
1497: B
1498: B
1499: C
1500: A