Questões de Concurso Para professor - letras

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Q2559552 Português
Analise o texto abaixo para a resolução da questão.

TEXTO III
Pronominais
Oswald de Andrade


Dê-me um cigarro
Diz a gramática
Do professor e do aluno
E do mulato sabido
Mas o bom negro e o bom branco
Da Nação Brasileira
Dizem todos os dias
Deixa disso camarada
Me dá um cigarro.

Fonte: https://contobrasileiro.com.br/pronominais-poema-deoswald-de-andrade/.
Sobre o texto III em análise, pode-se dizer que:

I- Possui versos livres na sua composição.
II- Pertence à escola literária modernista cujo início se deu no ano de 1922.
III- Segue a linha de produção que privilegia a estrutura poética clássica e tradicional do Soneto.


De acordo com o contexto literário de onde foi retirada a poesia em análise no texto III, pode-se afirmar que se encontra correto o que se diz
Alternativas
Q2559551 Português
O texto a seguir serve de base para a resolução da questão.

TEXTO II

A seguir, você lerá um trecho do livro Viagens de Gulliver, um clássico da literatura universal, escrito por Jonathan Swift, publicado em 1726. O trecho foi extraído da Parte III do Capítulo 5 do livro.


Viagens de Gulliver

        Fizemos um passeio para a outra parte da academia, onde, como já disse, moravam os cientistas de estudos especulativos.
        O primeiro professor que encontrei estava numa sala muito grande, com quarenta alunos em torno dele. Depois das saudações, tendo observado que eu olhava com curiosidade para um painel, /.../, disse ele, que “talvez eu pudesse gostar de vê-lo utilizando um projeto para a melhoria do conhecimento especulativo, por meio das operações práticas e mecânicas.”
        /.../ Todos sabiam como era trabalhoso o método atual para a conquista das artes e das ciências, ao passo que, graças às suas ideias, a pessoa mais ignorante, a um custo acessível, e com pouco esforço físico, poderia escrever livros de filosofia, poesia, política, direito, matemática e teologia, sem necessidade de recorrer ao auxílio de um gênio ou através de estudo.
        Ele então me conduziu até o painel, /.../. As superfícies eram compostas por vários pedaços de madeira, aproximadamente do tamanho de um dado, porém alguns eram maiores que os outros. Todos eles eram ligados juntos por meio de finos arames. Esses pedaços de madeira eram cobertos, em cada quadrado, com papéis colados a eles, e sobre estes papéis estavam escritas todas as palavras do idioma deles, em seus mais diversos modos, tempos e declinações, porém sem nenhuma ordem.
        O professor então quis que eu “observasse, porque ele iria colocar seu mecanismo em funcionamento.” Os alunos, sob sua direção, seguravam cada um deles uma alça de ferro, das quais havia quarenta fixadas em torno das extremidades do painel, e, dando-lhes uma volta súbita, toda a disposição das palavras se modificava totalmente. Pediu então para que trinta e seis dos garotos lessem vagarosamente as diversas linhas, à medida que elas apareciam no painel, e, quando eles encontravam três ou quatro palavras juntas que pudessem fazer parte de uma sentença, eles ditavam para os quatro garotos restantes, que eram os escreventes.
        /.../ Esta operação foi repetida três ou quatro vezes, e em cada volta, o mecanismo era tão bem planejado, que as palavras se moviam para novos lugares, à medida que os pedaços de madeira quadrados se movimentavam de cima para baixo.
        Seis horas por dia eram empregadas pelos estudantes para a realização desta tarefa, e o professor me mostrou vários volumes em grande formato, já colecionados, de frases incompletas, as quais ele pretendia montar, e além dessa riqueza de material, com a finalidade de oferecer ao mundo uma obra completa de todas as artes e ciências, as quais, todavia, poderiam ainda serem melhoradas, e em muito aceleradas, se o público criasse um fundo para construção e utilização de quinhentos painéis como aquele em Legado, e obrigasse os diretores a contribuírem conjuntamente com suas inúmeras coleções.
        Ele me garantiu que naquela invenção havia utilizado toda a inteligência da sua juventude, que ele havia esgotado todo o vocabulário com o seu painel, e havia feito um cálculo rigoroso da proporção geral que havia nos livros entre os números de partículas, substantivos e verbos, e outros componentes de uma oração.
Sobre as classes de palavras empregadas no texto II, aponte a alternativa que apresenta análise correta para a expressão destacada:
Alternativas
Q2559550 Português
O texto a seguir serve de base para a resolução da questão.

TEXTO II

A seguir, você lerá um trecho do livro Viagens de Gulliver, um clássico da literatura universal, escrito por Jonathan Swift, publicado em 1726. O trecho foi extraído da Parte III do Capítulo 5 do livro.


Viagens de Gulliver

        Fizemos um passeio para a outra parte da academia, onde, como já disse, moravam os cientistas de estudos especulativos.
        O primeiro professor que encontrei estava numa sala muito grande, com quarenta alunos em torno dele. Depois das saudações, tendo observado que eu olhava com curiosidade para um painel, /.../, disse ele, que “talvez eu pudesse gostar de vê-lo utilizando um projeto para a melhoria do conhecimento especulativo, por meio das operações práticas e mecânicas.”
        /.../ Todos sabiam como era trabalhoso o método atual para a conquista das artes e das ciências, ao passo que, graças às suas ideias, a pessoa mais ignorante, a um custo acessível, e com pouco esforço físico, poderia escrever livros de filosofia, poesia, política, direito, matemática e teologia, sem necessidade de recorrer ao auxílio de um gênio ou através de estudo.
        Ele então me conduziu até o painel, /.../. As superfícies eram compostas por vários pedaços de madeira, aproximadamente do tamanho de um dado, porém alguns eram maiores que os outros. Todos eles eram ligados juntos por meio de finos arames. Esses pedaços de madeira eram cobertos, em cada quadrado, com papéis colados a eles, e sobre estes papéis estavam escritas todas as palavras do idioma deles, em seus mais diversos modos, tempos e declinações, porém sem nenhuma ordem.
        O professor então quis que eu “observasse, porque ele iria colocar seu mecanismo em funcionamento.” Os alunos, sob sua direção, seguravam cada um deles uma alça de ferro, das quais havia quarenta fixadas em torno das extremidades do painel, e, dando-lhes uma volta súbita, toda a disposição das palavras se modificava totalmente. Pediu então para que trinta e seis dos garotos lessem vagarosamente as diversas linhas, à medida que elas apareciam no painel, e, quando eles encontravam três ou quatro palavras juntas que pudessem fazer parte de uma sentença, eles ditavam para os quatro garotos restantes, que eram os escreventes.
        /.../ Esta operação foi repetida três ou quatro vezes, e em cada volta, o mecanismo era tão bem planejado, que as palavras se moviam para novos lugares, à medida que os pedaços de madeira quadrados se movimentavam de cima para baixo.
        Seis horas por dia eram empregadas pelos estudantes para a realização desta tarefa, e o professor me mostrou vários volumes em grande formato, já colecionados, de frases incompletas, as quais ele pretendia montar, e além dessa riqueza de material, com a finalidade de oferecer ao mundo uma obra completa de todas as artes e ciências, as quais, todavia, poderiam ainda serem melhoradas, e em muito aceleradas, se o público criasse um fundo para construção e utilização de quinhentos painéis como aquele em Legado, e obrigasse os diretores a contribuírem conjuntamente com suas inúmeras coleções.
        Ele me garantiu que naquela invenção havia utilizado toda a inteligência da sua juventude, que ele havia esgotado todo o vocabulário com o seu painel, e havia feito um cálculo rigoroso da proporção geral que havia nos livros entre os números de partículas, substantivos e verbos, e outros componentes de uma oração.
Sobre as palavras acentuadas no texto II, julgue os itens abaixo.

( ) As expressões “práticas” e “mecânicas” são acentuadas por razões distintas.
( ) A palavra “ciências” é uma paroxítona terminada em ditongo e recebe acento pelo mesmo motivo que o vocábulo “vários”.
( ) O vocábulo “através” é uma oxítona que justifica sua grafia pela regra do acento diferencial.
( ) As palavras “papéis” e “painéis” recebem acento pela mesma justificativa: oxítonas terminadas em ditongo aberto.


Considerando-se V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas, pode-se afirmar que, pela ordem, segundo as regras do Novo Acordo Ortográfico, tem-se:
Alternativas
Q2559549 Português
O texto a seguir serve de base para a resolução da questão.

TEXTO II

A seguir, você lerá um trecho do livro Viagens de Gulliver, um clássico da literatura universal, escrito por Jonathan Swift, publicado em 1726. O trecho foi extraído da Parte III do Capítulo 5 do livro.


Viagens de Gulliver

        Fizemos um passeio para a outra parte da academia, onde, como já disse, moravam os cientistas de estudos especulativos.
        O primeiro professor que encontrei estava numa sala muito grande, com quarenta alunos em torno dele. Depois das saudações, tendo observado que eu olhava com curiosidade para um painel, /.../, disse ele, que “talvez eu pudesse gostar de vê-lo utilizando um projeto para a melhoria do conhecimento especulativo, por meio das operações práticas e mecânicas.”
        /.../ Todos sabiam como era trabalhoso o método atual para a conquista das artes e das ciências, ao passo que, graças às suas ideias, a pessoa mais ignorante, a um custo acessível, e com pouco esforço físico, poderia escrever livros de filosofia, poesia, política, direito, matemática e teologia, sem necessidade de recorrer ao auxílio de um gênio ou através de estudo.
        Ele então me conduziu até o painel, /.../. As superfícies eram compostas por vários pedaços de madeira, aproximadamente do tamanho de um dado, porém alguns eram maiores que os outros. Todos eles eram ligados juntos por meio de finos arames. Esses pedaços de madeira eram cobertos, em cada quadrado, com papéis colados a eles, e sobre estes papéis estavam escritas todas as palavras do idioma deles, em seus mais diversos modos, tempos e declinações, porém sem nenhuma ordem.
        O professor então quis que eu “observasse, porque ele iria colocar seu mecanismo em funcionamento.” Os alunos, sob sua direção, seguravam cada um deles uma alça de ferro, das quais havia quarenta fixadas em torno das extremidades do painel, e, dando-lhes uma volta súbita, toda a disposição das palavras se modificava totalmente. Pediu então para que trinta e seis dos garotos lessem vagarosamente as diversas linhas, à medida que elas apareciam no painel, e, quando eles encontravam três ou quatro palavras juntas que pudessem fazer parte de uma sentença, eles ditavam para os quatro garotos restantes, que eram os escreventes.
        /.../ Esta operação foi repetida três ou quatro vezes, e em cada volta, o mecanismo era tão bem planejado, que as palavras se moviam para novos lugares, à medida que os pedaços de madeira quadrados se movimentavam de cima para baixo.
        Seis horas por dia eram empregadas pelos estudantes para a realização desta tarefa, e o professor me mostrou vários volumes em grande formato, já colecionados, de frases incompletas, as quais ele pretendia montar, e além dessa riqueza de material, com a finalidade de oferecer ao mundo uma obra completa de todas as artes e ciências, as quais, todavia, poderiam ainda serem melhoradas, e em muito aceleradas, se o público criasse um fundo para construção e utilização de quinhentos painéis como aquele em Legado, e obrigasse os diretores a contribuírem conjuntamente com suas inúmeras coleções.
        Ele me garantiu que naquela invenção havia utilizado toda a inteligência da sua juventude, que ele havia esgotado todo o vocabulário com o seu painel, e havia feito um cálculo rigoroso da proporção geral que havia nos livros entre os números de partículas, substantivos e verbos, e outros componentes de uma oração.
Dentre os vários elementos usados no texto, julgue o item que aponta valor semântico incorreto entre parênteses para a expressão em destaque:
Alternativas
Q2559548 Português
O texto a seguir serve de base para a resolução da questão.

TEXTO II

A seguir, você lerá um trecho do livro Viagens de Gulliver, um clássico da literatura universal, escrito por Jonathan Swift, publicado em 1726. O trecho foi extraído da Parte III do Capítulo 5 do livro.


Viagens de Gulliver

        Fizemos um passeio para a outra parte da academia, onde, como já disse, moravam os cientistas de estudos especulativos.
        O primeiro professor que encontrei estava numa sala muito grande, com quarenta alunos em torno dele. Depois das saudações, tendo observado que eu olhava com curiosidade para um painel, /.../, disse ele, que “talvez eu pudesse gostar de vê-lo utilizando um projeto para a melhoria do conhecimento especulativo, por meio das operações práticas e mecânicas.”
        /.../ Todos sabiam como era trabalhoso o método atual para a conquista das artes e das ciências, ao passo que, graças às suas ideias, a pessoa mais ignorante, a um custo acessível, e com pouco esforço físico, poderia escrever livros de filosofia, poesia, política, direito, matemática e teologia, sem necessidade de recorrer ao auxílio de um gênio ou através de estudo.
        Ele então me conduziu até o painel, /.../. As superfícies eram compostas por vários pedaços de madeira, aproximadamente do tamanho de um dado, porém alguns eram maiores que os outros. Todos eles eram ligados juntos por meio de finos arames. Esses pedaços de madeira eram cobertos, em cada quadrado, com papéis colados a eles, e sobre estes papéis estavam escritas todas as palavras do idioma deles, em seus mais diversos modos, tempos e declinações, porém sem nenhuma ordem.
        O professor então quis que eu “observasse, porque ele iria colocar seu mecanismo em funcionamento.” Os alunos, sob sua direção, seguravam cada um deles uma alça de ferro, das quais havia quarenta fixadas em torno das extremidades do painel, e, dando-lhes uma volta súbita, toda a disposição das palavras se modificava totalmente. Pediu então para que trinta e seis dos garotos lessem vagarosamente as diversas linhas, à medida que elas apareciam no painel, e, quando eles encontravam três ou quatro palavras juntas que pudessem fazer parte de uma sentença, eles ditavam para os quatro garotos restantes, que eram os escreventes.
        /.../ Esta operação foi repetida três ou quatro vezes, e em cada volta, o mecanismo era tão bem planejado, que as palavras se moviam para novos lugares, à medida que os pedaços de madeira quadrados se movimentavam de cima para baixo.
        Seis horas por dia eram empregadas pelos estudantes para a realização desta tarefa, e o professor me mostrou vários volumes em grande formato, já colecionados, de frases incompletas, as quais ele pretendia montar, e além dessa riqueza de material, com a finalidade de oferecer ao mundo uma obra completa de todas as artes e ciências, as quais, todavia, poderiam ainda serem melhoradas, e em muito aceleradas, se o público criasse um fundo para construção e utilização de quinhentos painéis como aquele em Legado, e obrigasse os diretores a contribuírem conjuntamente com suas inúmeras coleções.
        Ele me garantiu que naquela invenção havia utilizado toda a inteligência da sua juventude, que ele havia esgotado todo o vocabulário com o seu painel, e havia feito um cálculo rigoroso da proporção geral que havia nos livros entre os números de partículas, substantivos e verbos, e outros componentes de uma oração.
É comum na elaboração de textos como o II a exposição de fragmentos que reproduzam as falas de personagens, também conhecido como Discurso direto. Assim, assinale a alternativa em que se exibiu tal recurso:
Alternativas
Q2559547 Português
O texto a seguir serve de base para a resolução da questão.

TEXTO II

A seguir, você lerá um trecho do livro Viagens de Gulliver, um clássico da literatura universal, escrito por Jonathan Swift, publicado em 1726. O trecho foi extraído da Parte III do Capítulo 5 do livro.


Viagens de Gulliver

        Fizemos um passeio para a outra parte da academia, onde, como já disse, moravam os cientistas de estudos especulativos.
        O primeiro professor que encontrei estava numa sala muito grande, com quarenta alunos em torno dele. Depois das saudações, tendo observado que eu olhava com curiosidade para um painel, /.../, disse ele, que “talvez eu pudesse gostar de vê-lo utilizando um projeto para a melhoria do conhecimento especulativo, por meio das operações práticas e mecânicas.”
        /.../ Todos sabiam como era trabalhoso o método atual para a conquista das artes e das ciências, ao passo que, graças às suas ideias, a pessoa mais ignorante, a um custo acessível, e com pouco esforço físico, poderia escrever livros de filosofia, poesia, política, direito, matemática e teologia, sem necessidade de recorrer ao auxílio de um gênio ou através de estudo.
        Ele então me conduziu até o painel, /.../. As superfícies eram compostas por vários pedaços de madeira, aproximadamente do tamanho de um dado, porém alguns eram maiores que os outros. Todos eles eram ligados juntos por meio de finos arames. Esses pedaços de madeira eram cobertos, em cada quadrado, com papéis colados a eles, e sobre estes papéis estavam escritas todas as palavras do idioma deles, em seus mais diversos modos, tempos e declinações, porém sem nenhuma ordem.
        O professor então quis que eu “observasse, porque ele iria colocar seu mecanismo em funcionamento.” Os alunos, sob sua direção, seguravam cada um deles uma alça de ferro, das quais havia quarenta fixadas em torno das extremidades do painel, e, dando-lhes uma volta súbita, toda a disposição das palavras se modificava totalmente. Pediu então para que trinta e seis dos garotos lessem vagarosamente as diversas linhas, à medida que elas apareciam no painel, e, quando eles encontravam três ou quatro palavras juntas que pudessem fazer parte de uma sentença, eles ditavam para os quatro garotos restantes, que eram os escreventes.
        /.../ Esta operação foi repetida três ou quatro vezes, e em cada volta, o mecanismo era tão bem planejado, que as palavras se moviam para novos lugares, à medida que os pedaços de madeira quadrados se movimentavam de cima para baixo.
        Seis horas por dia eram empregadas pelos estudantes para a realização desta tarefa, e o professor me mostrou vários volumes em grande formato, já colecionados, de frases incompletas, as quais ele pretendia montar, e além dessa riqueza de material, com a finalidade de oferecer ao mundo uma obra completa de todas as artes e ciências, as quais, todavia, poderiam ainda serem melhoradas, e em muito aceleradas, se o público criasse um fundo para construção e utilização de quinhentos painéis como aquele em Legado, e obrigasse os diretores a contribuírem conjuntamente com suas inúmeras coleções.
        Ele me garantiu que naquela invenção havia utilizado toda a inteligência da sua juventude, que ele havia esgotado todo o vocabulário com o seu painel, e havia feito um cálculo rigoroso da proporção geral que havia nos livros entre os números de partículas, substantivos e verbos, e outros componentes de uma oração.
Sobre as marcas verbais utilizadas no último parágrafo do texto, analise as afirmações abaixo:

I- A locução verbal “havia utilizado” equivale a “utilizava”, o que é estabelecido pelo tempo em que a forma auxiliar se encontra.
II- Em “havia esgotado”, o verbo auxiliar poderia ser gramaticalmente substituído por “tinha”, a fim de manter o sentido do texto, segundo a língua formal.
III- A forma verbal “havia feito” equivale, em termo de conjugação, ao verbo “fizera” a fim de manter o tempo e o modo no contexto.
IV- Em “... um cálculo rigoroso da proporção geral que havia nos livros...”, a forma verbal em destaque é impessoal e, portanto, só pode ser conjugada na terceira pessoa do singular a fim de expor um sujeito indeterminado.


A partir das afirmações acima, nota-se como correto, segundo a norma culta, o que se afirma em:
Alternativas
Q2559546 Português
O texto a seguir serve de base para a resolução da questão.

TEXTO II

A seguir, você lerá um trecho do livro Viagens de Gulliver, um clássico da literatura universal, escrito por Jonathan Swift, publicado em 1726. O trecho foi extraído da Parte III do Capítulo 5 do livro.


Viagens de Gulliver

        Fizemos um passeio para a outra parte da academia, onde, como já disse, moravam os cientistas de estudos especulativos.
        O primeiro professor que encontrei estava numa sala muito grande, com quarenta alunos em torno dele. Depois das saudações, tendo observado que eu olhava com curiosidade para um painel, /.../, disse ele, que “talvez eu pudesse gostar de vê-lo utilizando um projeto para a melhoria do conhecimento especulativo, por meio das operações práticas e mecânicas.”
        /.../ Todos sabiam como era trabalhoso o método atual para a conquista das artes e das ciências, ao passo que, graças às suas ideias, a pessoa mais ignorante, a um custo acessível, e com pouco esforço físico, poderia escrever livros de filosofia, poesia, política, direito, matemática e teologia, sem necessidade de recorrer ao auxílio de um gênio ou através de estudo.
        Ele então me conduziu até o painel, /.../. As superfícies eram compostas por vários pedaços de madeira, aproximadamente do tamanho de um dado, porém alguns eram maiores que os outros. Todos eles eram ligados juntos por meio de finos arames. Esses pedaços de madeira eram cobertos, em cada quadrado, com papéis colados a eles, e sobre estes papéis estavam escritas todas as palavras do idioma deles, em seus mais diversos modos, tempos e declinações, porém sem nenhuma ordem.
        O professor então quis que eu “observasse, porque ele iria colocar seu mecanismo em funcionamento.” Os alunos, sob sua direção, seguravam cada um deles uma alça de ferro, das quais havia quarenta fixadas em torno das extremidades do painel, e, dando-lhes uma volta súbita, toda a disposição das palavras se modificava totalmente. Pediu então para que trinta e seis dos garotos lessem vagarosamente as diversas linhas, à medida que elas apareciam no painel, e, quando eles encontravam três ou quatro palavras juntas que pudessem fazer parte de uma sentença, eles ditavam para os quatro garotos restantes, que eram os escreventes.
        /.../ Esta operação foi repetida três ou quatro vezes, e em cada volta, o mecanismo era tão bem planejado, que as palavras se moviam para novos lugares, à medida que os pedaços de madeira quadrados se movimentavam de cima para baixo.
        Seis horas por dia eram empregadas pelos estudantes para a realização desta tarefa, e o professor me mostrou vários volumes em grande formato, já colecionados, de frases incompletas, as quais ele pretendia montar, e além dessa riqueza de material, com a finalidade de oferecer ao mundo uma obra completa de todas as artes e ciências, as quais, todavia, poderiam ainda serem melhoradas, e em muito aceleradas, se o público criasse um fundo para construção e utilização de quinhentos painéis como aquele em Legado, e obrigasse os diretores a contribuírem conjuntamente com suas inúmeras coleções.
        Ele me garantiu que naquela invenção havia utilizado toda a inteligência da sua juventude, que ele havia esgotado todo o vocabulário com o seu painel, e havia feito um cálculo rigoroso da proporção geral que havia nos livros entre os números de partículas, substantivos e verbos, e outros componentes de uma oração.
Sobre a elaboração do texto II, é correto dizer que este se trata essencialmente de uma produção
Alternativas
Q2559545 Português
Leia o texto abaixo a fim de responder à questão.

TEXTO I
Criado robô que escreve poesia desenvolvida por Inteligência Artificial 
Por Cátia Santos – 1º de dezembro de 2021


        Embora os robôs sejam criados para realizar tarefas muito específicas e mecânicas, os avanços na tecnologia permitiram que eles aprendessem sobre suas habilidades particulares. Ai-Da, por exemplo, é um verdadeiro artista capaz de pintar, desenhar, esculpir e escrever poesia.
        Este robô utiliza um modelo sofisticado de linguagem, uma base de dados de palavras e uma análise de padrões de fala.
        A apresentação do Ai-Da realizou-se no Ashmolean Museum na Universidade de Oxford na passada sexta-feira, tendo o robô feito parte de uma exposição em homenagem ao 700º aniversário da morte do poeta Dante Alighieri. Além de escrever poemas, através do recurso à Inteligência Artificial, o robô consegue ser capaz de pintar, desenhar e esculpir.
        Ao contrário dos poetas humanos, a inspiração de Ai-Da é baseada em 14.233 versos da “Divina Comédia” de Dante Alighieri, uma base de palavras e programas de análise de padrões de fala. Depois de processar as centenas de linhas, o robô humanoide usou algoritmos para criar um poema.
        Dado o crescente avanço dos modelos linguísticos, Aidan Meller [criador do Ai-Da] acredita que, em breve, “serão completamente indistinguíveis dos textos humanos”. /.../ Na verdade, em entrevista à CNN, o criador do Ai-Da disse que o robô é capaz de imitar tão bem a caligrafia de um humano que, se lermos, não saberemos que não foi escrito por um. Meller acrescentou ainda que, embora não veja a poesia de Ai-Da como uma real competição com os poetas humanos, ele admite que é “fundamentalmente perturbador”, tendo em conta a qualidade de trabalho apresentada pelo robô.
Fonte: The Guardian. (Disponível em: https://www.maistecnologia.com/criado-robo-que-escrevepoesia-desenvolvida-por-inteligencia-artificial/. Acesso em 13/03/2023)

Em relação à estrutura linguística usada no texto I, pode-se afirmar, quanto à escolha lexical feita, que esta se utilizou da variedade
Alternativas
Q2559544 Português
Leia o texto abaixo a fim de responder à questão.

TEXTO I
Criado robô que escreve poesia desenvolvida por Inteligência Artificial 
Por Cátia Santos – 1º de dezembro de 2021


        Embora os robôs sejam criados para realizar tarefas muito específicas e mecânicas, os avanços na tecnologia permitiram que eles aprendessem sobre suas habilidades particulares. Ai-Da, por exemplo, é um verdadeiro artista capaz de pintar, desenhar, esculpir e escrever poesia.
        Este robô utiliza um modelo sofisticado de linguagem, uma base de dados de palavras e uma análise de padrões de fala.
        A apresentação do Ai-Da realizou-se no Ashmolean Museum na Universidade de Oxford na passada sexta-feira, tendo o robô feito parte de uma exposição em homenagem ao 700º aniversário da morte do poeta Dante Alighieri. Além de escrever poemas, através do recurso à Inteligência Artificial, o robô consegue ser capaz de pintar, desenhar e esculpir.
        Ao contrário dos poetas humanos, a inspiração de Ai-Da é baseada em 14.233 versos da “Divina Comédia” de Dante Alighieri, uma base de palavras e programas de análise de padrões de fala. Depois de processar as centenas de linhas, o robô humanoide usou algoritmos para criar um poema.
        Dado o crescente avanço dos modelos linguísticos, Aidan Meller [criador do Ai-Da] acredita que, em breve, “serão completamente indistinguíveis dos textos humanos”. /.../ Na verdade, em entrevista à CNN, o criador do Ai-Da disse que o robô é capaz de imitar tão bem a caligrafia de um humano que, se lermos, não saberemos que não foi escrito por um. Meller acrescentou ainda que, embora não veja a poesia de Ai-Da como uma real competição com os poetas humanos, ele admite que é “fundamentalmente perturbador”, tendo em conta a qualidade de trabalho apresentada pelo robô.
Fonte: The Guardian. (Disponível em: https://www.maistecnologia.com/criado-robo-que-escrevepoesia-desenvolvida-por-inteligencia-artificial/. Acesso em 13/03/2023)

Leia: “Este robô utiliza um modelo sofisticado de linguagem, uma base de dados de palavras e uma análise de padrões de fala.” Assinale a alternativa em que esteja presente um antônimo da palavra destacada no fragmento acima:
Alternativas
Q2559543 Português
Leia o texto abaixo a fim de responder à questão.

TEXTO I
Criado robô que escreve poesia desenvolvida por Inteligência Artificial 
Por Cátia Santos – 1º de dezembro de 2021


        Embora os robôs sejam criados para realizar tarefas muito específicas e mecânicas, os avanços na tecnologia permitiram que eles aprendessem sobre suas habilidades particulares. Ai-Da, por exemplo, é um verdadeiro artista capaz de pintar, desenhar, esculpir e escrever poesia.
        Este robô utiliza um modelo sofisticado de linguagem, uma base de dados de palavras e uma análise de padrões de fala.
        A apresentação do Ai-Da realizou-se no Ashmolean Museum na Universidade de Oxford na passada sexta-feira, tendo o robô feito parte de uma exposição em homenagem ao 700º aniversário da morte do poeta Dante Alighieri. Além de escrever poemas, através do recurso à Inteligência Artificial, o robô consegue ser capaz de pintar, desenhar e esculpir.
        Ao contrário dos poetas humanos, a inspiração de Ai-Da é baseada em 14.233 versos da “Divina Comédia” de Dante Alighieri, uma base de palavras e programas de análise de padrões de fala. Depois de processar as centenas de linhas, o robô humanoide usou algoritmos para criar um poema.
        Dado o crescente avanço dos modelos linguísticos, Aidan Meller [criador do Ai-Da] acredita que, em breve, “serão completamente indistinguíveis dos textos humanos”. /.../ Na verdade, em entrevista à CNN, o criador do Ai-Da disse que o robô é capaz de imitar tão bem a caligrafia de um humano que, se lermos, não saberemos que não foi escrito por um. Meller acrescentou ainda que, embora não veja a poesia de Ai-Da como uma real competição com os poetas humanos, ele admite que é “fundamentalmente perturbador”, tendo em conta a qualidade de trabalho apresentada pelo robô.
Fonte: The Guardian. (Disponível em: https://www.maistecnologia.com/criado-robo-que-escrevepoesia-desenvolvida-por-inteligencia-artificial/. Acesso em 13/03/2023)

Dada a intencionalidade discursiva que há na formulação de todo texto, pode-se afirmar que o texto I expressa a função da linguagem:
Alternativas
Q2559542 Português
Leia o texto abaixo a fim de responder à questão.

TEXTO I
Criado robô que escreve poesia desenvolvida por Inteligência Artificial 
Por Cátia Santos – 1º de dezembro de 2021


        Embora os robôs sejam criados para realizar tarefas muito específicas e mecânicas, os avanços na tecnologia permitiram que eles aprendessem sobre suas habilidades particulares. Ai-Da, por exemplo, é um verdadeiro artista capaz de pintar, desenhar, esculpir e escrever poesia.
        Este robô utiliza um modelo sofisticado de linguagem, uma base de dados de palavras e uma análise de padrões de fala.
        A apresentação do Ai-Da realizou-se no Ashmolean Museum na Universidade de Oxford na passada sexta-feira, tendo o robô feito parte de uma exposição em homenagem ao 700º aniversário da morte do poeta Dante Alighieri. Além de escrever poemas, através do recurso à Inteligência Artificial, o robô consegue ser capaz de pintar, desenhar e esculpir.
        Ao contrário dos poetas humanos, a inspiração de Ai-Da é baseada em 14.233 versos da “Divina Comédia” de Dante Alighieri, uma base de palavras e programas de análise de padrões de fala. Depois de processar as centenas de linhas, o robô humanoide usou algoritmos para criar um poema.
        Dado o crescente avanço dos modelos linguísticos, Aidan Meller [criador do Ai-Da] acredita que, em breve, “serão completamente indistinguíveis dos textos humanos”. /.../ Na verdade, em entrevista à CNN, o criador do Ai-Da disse que o robô é capaz de imitar tão bem a caligrafia de um humano que, se lermos, não saberemos que não foi escrito por um. Meller acrescentou ainda que, embora não veja a poesia de Ai-Da como uma real competição com os poetas humanos, ele admite que é “fundamentalmente perturbador”, tendo em conta a qualidade de trabalho apresentada pelo robô.
Fonte: The Guardian. (Disponível em: https://www.maistecnologia.com/criado-robo-que-escrevepoesia-desenvolvida-por-inteligencia-artificial/. Acesso em 13/03/2023)

Analisando-se o título do texto: “Criado robô que escreve poesia desenvolvida por Inteligência Artificial”, pode-se afirmar que o papel morfossintático do vocábulo “que” seria o de: 
Alternativas
Q2559541 Português
Leia o texto abaixo a fim de responder à questão.

TEXTO I
Criado robô que escreve poesia desenvolvida por Inteligência Artificial 
Por Cátia Santos – 1º de dezembro de 2021


        Embora os robôs sejam criados para realizar tarefas muito específicas e mecânicas, os avanços na tecnologia permitiram que eles aprendessem sobre suas habilidades particulares. Ai-Da, por exemplo, é um verdadeiro artista capaz de pintar, desenhar, esculpir e escrever poesia.
        Este robô utiliza um modelo sofisticado de linguagem, uma base de dados de palavras e uma análise de padrões de fala.
        A apresentação do Ai-Da realizou-se no Ashmolean Museum na Universidade de Oxford na passada sexta-feira, tendo o robô feito parte de uma exposição em homenagem ao 700º aniversário da morte do poeta Dante Alighieri. Além de escrever poemas, através do recurso à Inteligência Artificial, o robô consegue ser capaz de pintar, desenhar e esculpir.
        Ao contrário dos poetas humanos, a inspiração de Ai-Da é baseada em 14.233 versos da “Divina Comédia” de Dante Alighieri, uma base de palavras e programas de análise de padrões de fala. Depois de processar as centenas de linhas, o robô humanoide usou algoritmos para criar um poema.
        Dado o crescente avanço dos modelos linguísticos, Aidan Meller [criador do Ai-Da] acredita que, em breve, “serão completamente indistinguíveis dos textos humanos”. /.../ Na verdade, em entrevista à CNN, o criador do Ai-Da disse que o robô é capaz de imitar tão bem a caligrafia de um humano que, se lermos, não saberemos que não foi escrito por um. Meller acrescentou ainda que, embora não veja a poesia de Ai-Da como uma real competição com os poetas humanos, ele admite que é “fundamentalmente perturbador”, tendo em conta a qualidade de trabalho apresentada pelo robô.
Fonte: The Guardian. (Disponível em: https://www.maistecnologia.com/criado-robo-que-escrevepoesia-desenvolvida-por-inteligencia-artificial/. Acesso em 13/03/2023)

Leia o fragmento a seguir que serve de base para a questão:

“Embora os robôs sejam criados para realizar tarefas muito específicas e mecânicas, os avanços na tecnologia permitiram que eles aprendessem sobre suas habilidades particulares.”


Os elementos coesivos são classes morfológicas usadas para auxiliarem na construção de sentido entre as ideias presentes em um texto. A partir disso, entende-se que os vocábulos em destaque expressam o respectivo valor semântico de.
Alternativas
Q2559540 Português
Leia o texto abaixo a fim de responder à questão.

TEXTO I
Criado robô que escreve poesia desenvolvida por Inteligência Artificial 
Por Cátia Santos – 1º de dezembro de 2021


        Embora os robôs sejam criados para realizar tarefas muito específicas e mecânicas, os avanços na tecnologia permitiram que eles aprendessem sobre suas habilidades particulares. Ai-Da, por exemplo, é um verdadeiro artista capaz de pintar, desenhar, esculpir e escrever poesia.
        Este robô utiliza um modelo sofisticado de linguagem, uma base de dados de palavras e uma análise de padrões de fala.
        A apresentação do Ai-Da realizou-se no Ashmolean Museum na Universidade de Oxford na passada sexta-feira, tendo o robô feito parte de uma exposição em homenagem ao 700º aniversário da morte do poeta Dante Alighieri. Além de escrever poemas, através do recurso à Inteligência Artificial, o robô consegue ser capaz de pintar, desenhar e esculpir.
        Ao contrário dos poetas humanos, a inspiração de Ai-Da é baseada em 14.233 versos da “Divina Comédia” de Dante Alighieri, uma base de palavras e programas de análise de padrões de fala. Depois de processar as centenas de linhas, o robô humanoide usou algoritmos para criar um poema.
        Dado o crescente avanço dos modelos linguísticos, Aidan Meller [criador do Ai-Da] acredita que, em breve, “serão completamente indistinguíveis dos textos humanos”. /.../ Na verdade, em entrevista à CNN, o criador do Ai-Da disse que o robô é capaz de imitar tão bem a caligrafia de um humano que, se lermos, não saberemos que não foi escrito por um. Meller acrescentou ainda que, embora não veja a poesia de Ai-Da como uma real competição com os poetas humanos, ele admite que é “fundamentalmente perturbador”, tendo em conta a qualidade de trabalho apresentada pelo robô.
Fonte: The Guardian. (Disponível em: https://www.maistecnologia.com/criado-robo-que-escrevepoesia-desenvolvida-por-inteligencia-artificial/. Acesso em 13/03/2023)

Pela informação passada no texto I, entende-se que o fato de um robô ter a capacidade de criação artística é algo
Alternativas
Q2559539 Português
Leia o texto abaixo a fim de responder à questão.

TEXTO I
Criado robô que escreve poesia desenvolvida por Inteligência Artificial 
Por Cátia Santos – 1º de dezembro de 2021


        Embora os robôs sejam criados para realizar tarefas muito específicas e mecânicas, os avanços na tecnologia permitiram que eles aprendessem sobre suas habilidades particulares. Ai-Da, por exemplo, é um verdadeiro artista capaz de pintar, desenhar, esculpir e escrever poesia.
        Este robô utiliza um modelo sofisticado de linguagem, uma base de dados de palavras e uma análise de padrões de fala.
        A apresentação do Ai-Da realizou-se no Ashmolean Museum na Universidade de Oxford na passada sexta-feira, tendo o robô feito parte de uma exposição em homenagem ao 700º aniversário da morte do poeta Dante Alighieri. Além de escrever poemas, através do recurso à Inteligência Artificial, o robô consegue ser capaz de pintar, desenhar e esculpir.
        Ao contrário dos poetas humanos, a inspiração de Ai-Da é baseada em 14.233 versos da “Divina Comédia” de Dante Alighieri, uma base de palavras e programas de análise de padrões de fala. Depois de processar as centenas de linhas, o robô humanoide usou algoritmos para criar um poema.
        Dado o crescente avanço dos modelos linguísticos, Aidan Meller [criador do Ai-Da] acredita que, em breve, “serão completamente indistinguíveis dos textos humanos”. /.../ Na verdade, em entrevista à CNN, o criador do Ai-Da disse que o robô é capaz de imitar tão bem a caligrafia de um humano que, se lermos, não saberemos que não foi escrito por um. Meller acrescentou ainda que, embora não veja a poesia de Ai-Da como uma real competição com os poetas humanos, ele admite que é “fundamentalmente perturbador”, tendo em conta a qualidade de trabalho apresentada pelo robô.
Fonte: The Guardian. (Disponível em: https://www.maistecnologia.com/criado-robo-que-escrevepoesia-desenvolvida-por-inteligencia-artificial/. Acesso em 13/03/2023)

Sobre o texto em destaque, pode-se afirmar, quanto ao gênero, que
Alternativas
Q2559538 Pedagogia
Sobre a importância do Projeto Político Pedagógico (PPP) no contexto educacional, é correto afirmar que este
Alternativas
Q2559537 Pedagogia
Sobre a Didática e o Aprendizado inicial da leitura em sala de aula, segundo os PCNs, todas as afirmações abaixo estão corretas, EXCETO.
Alternativas
Q2559536 Pedagogia
Sobre a prática de reflexão sobre a língua, segundo os PCNs, analise as afirmações abaixo antes de julgar o que se pede.

I- O desenvolvimento da capacidade de expressão oral do aluno depende consideravelmente de a escola constituirse num ambiente que respeite e acolha a vez e a voz, a diferença e a diversidade.
II- As situações de comunicação diferenciam-se conforme o grau de formalidade que exigem. E isso é algo que depende do assunto tratado, da relação entre os interlocutores e da intenção comunicativa. Considerar objeto de ensino escolar a língua que elas já falam requer, portanto, a explicitação do que se deve ensinar e de como fazê-lo.
III- É preciso que as atividades de uso e as de reflexão sobre a língua oral estejam contextualizadas em projetos de estudo restritos ao ensino da área de Língua Portuguesa, como rodas de leitura e aperfeiçoamento literário.
IV- A prática de leitura tem como finalidade a formação de leitores competentes e, consequentemente, a formação de escritores, pois a possibilidade de produzir textos eficazes tem sua origem na prática de leitura, espaço de construção da intertextualidade e fonte de referências modelizadoras. A leitura, por um lado, nos fornece a matéria-prima para a escrita: o que escrever. Por outro, contribui para a constituição de modelos: como escrever.


Pode-se afirmar que, segundo os PCNs na parte de Língua Portuguesa, está correto o que se afirma em: 
Alternativas
Q2559535 Pedagogia
Segundo os PCNs, as três variáveis, para se considerar o ensino e a aprendizagem de Língua Portuguesa na escola, são resultantes da articulação entre: 
Alternativas
Q2559534 Pedagogia
A respeito do que se afirma nos Parâmetros Curriculares Nacionais – PCNs – sobre o ensino de Língua Portuguesa no Ensino Fundamental, analise as afirmações abaixo:

( ) Para os PCNs, o texto é o produto da atividade discursiva oral ou escrita que forma um todo significativo e acabado, qualquer que seja sua extensão. Dessa forma, um texto só é um texto quando pode ser compreendido como unidade significativa global, quando possui textualidade. Caso contrário, não passa de um amontoado aleatório de enunciados.
( ) O discurso possui um significado específico: o de transmitir a expressividade linguística conforme o conjunto de normas e regras da variedade formal como exemplo último de preparo linguístico dos falantes em sociedade, sem considerar aspectos como origem e condição socioespacial.
( ) Intertextualidade é a relação entre diferentes textos, como resultantes da atividade discursiva, os quais estão em constante e contínua relação uns com os outros.
( ) Os gêneros são determinados historicamente. As intenções comunicativas, como parte das condições de produção dos discursos, geram usos sociais que determinam os gêneros que darão forma aos textos. Exemplos disso são as expectativas geradas nos ouvintes ao ouvirem expressões como: “era uma vez”, indicando se estar diante de um conto; ou então a expressão “senhoras e senhores”, comum a um anúncio de espetáculos. Do mesmo modo, o ouvinte/leitor pode reconhecer outros gêneros como cartas, reportagens, anúncios, poemas, etc.


Considerando V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas, pode-se apontar, respectivamente, em relação ao que foi dito acima, a seguinte ordem 
Alternativas
Q2471843 Inglês

What is Validity?
by Evelina Galaczi
July 17th, 2020


The fundamental concept to keep in mind when creating any assessment is validity. Validity refers to whether a test measures what it aims to measure. For example, a valid driving test should include a practical driving component and not just a theoretical test of the rules of driving. A valid language test for university entry, for example, should include tasks that are representative of at least some aspects of what actually happens in university settings, such as listening to lectures, giving presentations, engaging in tutorials, writing essays, and reading texts.

Validity has different elements, which we are now going to look at in turn.

Test Purpose – Why am I testing?

We can never really say that a test is valid or not valid. Instead, we can say that a test is valid for a particular purpose. There are several reasons why you might want to test your students. You could be trying to check their learning at the end of a unit, or trying to understand what they know and don't know. Or, you might want to use a test to place learners into groups based on their ability, or to provide test takers with a certificate of language proficiency. Each of these different reasons for testing represents a different test purpose.

The purpose of the test determines the type of test you're going to produce, which in turn affects the kinds of tasks you're going to choose, the number of test items, the length of the test, and so on. For example, a test certifying that doctors can practise in an English-speaking country would be different from a placement test which aims to place those doctors into language courses.

Test Takers – Who am I testing?

It’s also vital to keep in mind who is taking your test. Is it primary school children or teenagers or adults? Or is it airline pilots or doctors or engineers? This is an important question because the test has to be appropriate for the test takers it is aimed for. If your test takers are primary school children, for instance, you might want to give them more interactive tasks or games to test their language ability. If you are testing listening skills, for example, you might want to use role plays for doctors, but lectures or monologues with university students.

Test Construct – What am I testing?

Another key point is to consider what you want to test. Before designing a test, you need to identify the ability or skill that the test is designed to measure – in technical terms, the ‘test construct’. Some examples of constructs are: intelligence, personality, anxiety, English language ability, pronunciation. To take language assessment as an example, the test construct could be communicative language ability, or speaking ability, or perhaps even a construct as specific as pronunciation. The challenge is to define the construct and find ways to elicit it and measure it; for example, if we are testing the construct of fluency, we might consider features such as rate of speech, number of pauses/ hesitations and the extent to which any pauses/hesitations cause strain for a listener.


Test Tasks – How am I testing?

Once you’ve defined what you want to test, you need to decide how you’re going to test it. The focus here is on selecting the right test tasks for the ability (i.e. construct) you're interested in testing. All task types have advantages and limitations and so it’s important to use a range of tasks in order to minimize their individual limitations and optimize the measurement of the ability you’re interested in. The tasks in a test are like a menu of options that are available to choose from, and you must be sure to choose the right task or the right range of tasks for the ability you're trying to measure. 

Test Reliability - How am I scoring?

Next it’s important to consider how to score your test. A test needs to be reliable and to produce accurate scores. So, you’ll need to make sure that the scores from a test reflect a learner's actual ability. In deciding how to score a test, you’ll need to consider whether the answers are going to be scored as correct or incorrect (this might be the case for multiple–choice tasks, for example) or whether you might use a range of marks and give partial credit, as for example, in reading or listening comprehension questions. In speaking and writing, you’ll also have to decide what criteria to use (for example, grammar, vocabulary, pronunciation, essay, organisation in writing, and so on). You’ll also need to make sure that the teachers involved in speaking or writing assessment have received some training, so that they are marking to (more or less) the same standard.

Test Impact - How will my test help learners?

The final – and in many ways most important – question to ask yourself is how the test is benefitting learners. Good tests engage learners in situations similar to ones that they might face outside the classroom (i.e. authentic tasks), or which provide useful feedback or help their language development by focusing on all four skills (reading, listening, writing, speaking). For example, if a test has a speaking component, this will encourage speaking practice in the classroom. And if that speaking test includes both language production (e.g. describe a picture) and interaction (e.g. discuss a topic with another student), then preparing for the test encourages the use of a wide range of speaking activities in the classroom and enhances learning.

Adapted from: https://www.cambridgeenglish.org/blog/what-is-validity. Acesso em: 15 dez. 2023.

Dentre as palavras abaixo, todas retiradas do texto, aquela que é considerada um falso cognato é: 
Alternativas
Respostas
1141: D
1142: D
1143: D
1144: C
1145: A
1146: B
1147: B
1148: B
1149: E
1150: B
1151: A
1152: C
1153: D
1154: A
1155: D
1156: A
1157: E
1158: B
1159: C
1160: D